Dragões de Ouro 2006/2007: seccionista do ano, António Oliveira ( Hóquei em Patins )


Foram conhecidos os Dragões de Ouro época 2006/2007. Não vou comentar nem destacar todos os vencedores. Acredito, foram escolhidos com base num critério justo, cuidado e ponderado, num imenso universo azul e branco, onde existe, felizmente, muita oferta.
Não posso porém, deixar de me congratular com a distinção a António Oliveira, seccionista do Hóquei em Patins. Faço-o em meu nome e em nome de todos os amigos, que testemunham diariamente a dádiva, dedicação e disponibilida
de, desinteressada, à causa portista, muitas vezes com sacrifícios pessoais e familiares.
de, desinteressada, à causa portista, muitas vezes com sacrifícios pessoais e familiares.Esta pequena, simbólica e despretensiosa homenagem, serve também, para que na pessoa do Oliveira, todos aqueles que anonimamente, desinteressadamente, mas, apaixonadamente, servem o F.C.Porto, sintam que a sua dedicação, empenho e trabalho voluntário, são reconhecidos.Vocês fazem do nosso clube, um clube campeão, na diversidade do seu eclectismo.
Parabéns, A.Oliveira; a tua alegria é a nossa alegria, a tua satisfação é a nossa satisfação, o teu exemplo ajuda-nos a ser cada vez mais, melhores portistas.
Sertanense F.C. 0 - F.C.Porto 4 : Missão cumprida com profissionalismo.


Vitória normal, natural, lógica, da melhor equipa, que encarou o jogo com respeito, determinação e principalmente, profissionalismo. A taça é um objectivo da época que procuraremos conciliar com voos mais altos. Na terça-feira às 12,30, na sede da F.P.F. auditório M.Quaresma, há sorteio, que encaramos com a tranquilidade de quem tem a noção clara do seu valor.
Ah, mais dois golos de E.Farías; o argentino lá vai fazendo aquilo para que foi contratado.
Ah, mais dois golos de E.Farías; o argentino lá vai fazendo aquilo para que foi contratado.
A Justiça a reboque de uma ex-alternadeira.



O F.C.Porto é, penso que ninguém tem dúvidas, o melhor clube português dos últimos 25 anos.
Os sucessivos êxitos internos e externos do clube azul e branco, têm atingido uma dimensão, que o transformaram num exemplo a ser seguido e num verdadeiro caso de estudo no futebol europeu e mundial.
Por trás destes sucessos fantásticos e desta obra notável, em que o expoente máximo é o estádio do Dragão, está sem dúvida, a figura do Presidente do clube, J.N.Pinto da Costa. Este homem, maior figura da história do F.C.Porto e do futebol português, tem nos últimos anos visto o seu nome na C.Social, não pela grandeza e dimensão que o F.C.Porto atingiu, nem pelas vitórias, algumas autênticos feitos heróicos, conquistadas, mas, por razões que têm a ver com processos, em cuja origem estão as denúncias de uma ex-alternadeira, de credibilidade mais que duvidosa, que haje por vingança, com a cobertura e protecção da equipa de M.J.Morgado. Tudo isto cheira a perseguição!
Uma procuradora obcecada e pelos vistos iluminada com apenas um testemunho ( repito; de credibilidade duvidosa), tem vasculhado tudo, permitindo-se, quando arquiva, deixar na opinião pública a ideia que o faz contrariada, e que mesmo os processos arquivados, deixam sempre no despacho, um estigma que não desaparece. A Justiça para funcionar e ser respeitada não pode deixar no ar a ideia de que vale tudo para atingir determinados objectivos. A equipa da super-procuradora, na saga persecutória e na perseguição feroz a P.da Costa, dá uma imagem que não é aquela que devia prevalecer, numa Justiça que se quer cada vez mais acima de qualquer suspeita. Agora são as transferências de jogadores, mais uma vez por denúncia da mesma pessoa. A seguir o que virá? Por este andar o Presidente do F.C.Porto chegará aos 100 anos e ainda estará a ser investigado. Também a ideia que é transmitida, que os bons estão todos em Lisboa e os procuradores do Porto não fazem bem o seu trabalho, não ajuda de forma alguma à credibilização da Justiça.
Termino dizendo que neste cantinho à beira mar plantado, onde a inveja tolda o raciocínio, desde que se trate de J.N.Pinto da Costa, vale tudo!

Nota final: a 1ª página do C.da Manhã com acusação a P.da Costa de mandante no caso Bexiga, caso agora arquivado, quando o Presidente do F.C.Porto era apenas arguido, é um exemplo do jornalismo rasca, de vão de escada, praticado pelo pasquim do grupo Cofina.
Vale tudo para vender papel! Agora que esta miserável 1ª página, está provado, é caluniosa, difamatória e atenta contra a honra e o bom nome do líder portista, espera-se que os tribunais não se fiquem pela pequena multa e o crime não compense. Não pode haver tolerância para este jornalismo!
F.C.Porto 4 - U.D.Leiria 0 : O regresso aos velhos tempos da rádio.


Uma gripe daquelas com todos os ingredientes (febre alta, tosse, dores no corpo ...) impediu-me pela 1ª. vez em vários anos (nem sei quantos) de ir ver o jogo do F.C.Porto em casa.
Assim e como não tenho Sport TV (não pago facciosismos, nem anti-portismos) restou o recurso à rádio, fazendo lembrar os tempos em que os jogos eram à tarde, não davam na televisão e quando não era possível assistir ao vivo, restava a alternativa de ouvir o relato.
Com a rádio sintonizada na Renascença e no relato de Pedro Azevedo, nos comentários de Bernardino Barros e na reportagem de campo de Sílvio Vieira, foi assim que me preparei para ver o F.C.Porto e U.Leiria. Vi um F.C.Porto a entrar em jogo determinado, a pressionar alto, a procurar a baliza adversária desde o início, com os avançados em constantes trocas de posição, os laterais sempre a colaborarem nas jogadas de ataque, nomeadamente Bosingwa (que mais parecia um foguete), a consistência de Paulo Assunção, ora na esquerda, ora na direita, a cortar cerce qualquer tentativa mais ousada, da equipa da cidade do Lis e um Quaresma a jogar para a equipa e sempre aplaudido pelo justo público do Dragão.
Ao 2º. minuto marcamos um golo por Ernesto Farías, invalidado por fora de jogo, bem assinalado; continuamos a atacar, a pressionar, a jogar bem e isso viria a resultar no 1º. golo, pelo jogador argentino, que desviou um remate de Bosingwa, em posição irregular. Ao contrário do que era normal, o F.C.Porto foi à procura do 2º. e do 3º., nunca se conformando com o resultado que já era tranquilo. O 2º. golo da autoria do argentino Farías, após cruzamento magnífico de Ricardo Quaresma e o 3º. depois de uma jogada fantástica entre Lisandro e Lucho que Licha concretizou, veio colocar justiça no resultado ao fim dos 1ºs. 45m.
Na 2ª. parte o F.C.Porto entrou também muito forte, marcou mais um golo, mais um grande golo de E. Farías e, a partir daí controlou o jogo e o adversário e se não fosse Fernando, guarda-redes leiriense, o resultado ainda podia ter sido mais dilatado. Resumindo, o que eu vi ouvindo foi: magnífica exibição da equipa portista, que respira saúde física e mental.
Na entrevista rápida à Sportv no final do jogo, Jesualdo entre outras coisas, disse: "foi um óptimo fim de semana do F.C.Porto que ganhou em todas as modalidades". Sobre isso Sr. Prof. deixe-me dizer-lhe o seguinte: este fim de semana não foi uma excepção, é quase uma imagem de marca. Não vi o jogo entre o Benfica e o Nacional, apenas soube o resultado, porque cerca das 11h 10m um amigo me ligou a dizer que o resultado tinha ficado em 0-0. Lembrei-me logo do Edcarlos que tinha dito: "8 pontos não são nada" e "o Benfica ganhou nova alma com a derrota do F.C.Porto em Alvalade". Tem razão o Ed: 10 pontos, sempre são uma margem melhor e quanto à alma?... Estamos conversados! Falam em pressionar e quando jogam depois do F.C.Porto e os dragões ganham, borram-se todos.
Nota final: ao ler os jornais, cheguei à conclusão que com a excepção do golo atribuído a Farías e que afinal foi de Bosingwa, aquilo que vi, ouvindo, está correcto.
PS - Vá lá saber-se porquê, mas, a comunicação social passou completamente ao lado do processo disciplinar instaurado pela C.D. da Liga ao clube da Luz, por causa dos incidentes provocados pelas ilegalizadas claques benfiquistas. No Benfica- Nacional, foi mais do mesmo com várias tochas a serem arremessadas para o relvado. Como é possível que esses apetrechos proíbidos, possam entrar no estádio? Não chega dizer que o Benfica não tem claques, é preciso perguntar: não é da responsabilidade do clube zelar para que estas situações não aconteçam? Como podem entrar objectos desses para o interior do estádio? Tem a palavra a C.D.da Liga.
F.C.Porto - U.D.Leiria : 18ª jornada da Liga Bwin



Amanhã no Dragão, que se espera com muito público, o desencanto e a tristeza de Alvalade, vão dar lugar à alegria e à satisfação de mais uma vitória. É isso que todos os portistas esperam e desejam.
Contra um Leiria a agarrar-se desesperadamente à vida e que não vai ser um adversário fácil, pede-se ao F.C.Porto o mesmo empenho, determinação, qualidade de jogo como contra o Sporting, mas, obviamente
melhor pontaria.
Com o apoio do público, que tenho a certeza não vai assobiar, vamos ganhar e demonstrar que a derrota de Alvalade, está definitivamente esquecida.
Jesualdo em C.de Imprensa disse: " Não admitiria outro resultado que não a vitória sobre o Leiria ". Acho que todos os portistas pensam o mesmo, meu caro Professor.
Sobre a arbitragem de Paulo Baptista, o F.C.Porto deve alinhar com: Helton, Bosingwa, P.Emanuel, e Fucile (M.Cech), P.Assunção, R.Meireles e Lucho Gonzalez, R.Quaresma, E.Farías e Lisandro.
Sporting C.P. 2 - F.C.Porto 0 : Jesualdo, Helton e Xistra, no sabor amargo da injustiça!
O futebol é isto, perdoem-me o lugar comum, nem sempre ganha o favorito, o que joga melhor, o que merecia ganhar. Foi o que aconteceu ontem em Alvalade, o F.C.Porto, dominou, foi melhor, criou vários lances de golo feito...mas, perdeu! Injustamente sem dúvida, mas perdeu!Apesar da falta de sorte, às vezes a falta de sorte confunde-se com precipitação e até aselhice, há também outras razões, na origem da segunda derrota portista no campeonato. Desde logo Jesualdo: Comunicação Social, comentadores, analistas e até aqui na blogosfera, fomos
quase unânimes na constituição da equipa a apresentar; salvo as
dúvidas, Fucile ou M.Cech para lateral canhoto e quem substituiria Tarik; M.Gonzales, Farías ou Adriano, nos outros lugares havia a certeza que nada mudaria.
Naquela mania de contrariar tudo e todos, para dizer que ele é que sabe, Jesual
do, inventou, alterou e também por isso, deu-se mal.
do, inventou, alterou e também por isso, deu-se mal.Foi logo contra o Sporting que jogava com Pereirinha como lateral improvisado, que tem um lateral-esquerdo fraquinho, principalmente a defender, que o técnico portista resolveu jogar com Quaresma metido para dentro e sem outro extremo. Não dá para entender!
Porque o fez? Falta de confiança mesmo com a tranquilidade de 14 pontos de avanço? Adaptação ao losango leonino que esta época tem funcionado muito mal? Ensaio da táctica para Gelsenkirchen? Tenho as minhas ideias, mas, o Prof. tenho a certeza, vai explicar.
Ainda sobre o treinador portista a pergunta é óbvia; porquê a perder 2-0 aos 15 minutos só reagiu ao intervalo? Tanta cavaqueira com o adjunto para quê?
Helton: à primeira vista parece muito mal batido no lance do 1º golo, vendo bem o
lance não será tanto assim, mas, ao guarda-redes do F.C.Porto pedia-se mais naquela ocasião. A minha opinião sobre o internacional brasileiro não mudou: tem categoria para ser o titular da baliza azul e branca e é um guardião à altura de um clube com as responsabilidades do F.C.Porto.C.Xistra: como todos os que me lêem podem perfeitamente comprovar, entendo que quando uma equipa joga mal, não faz tudo para ganhar...não se deve queixar do árbitro, mesmo que tenha fortes razões para isso. Disse-o por exemplo após o jogo Nacional-F.C.Porto. Ontem no entanto é diferente, os Dragões jogaram bem, às vezes muito bem, podem e devem por isso reclamar da arbitragem. Como é possível dois lances iguais ( golo invalidado a Lisandro e golo validado a Izmailov) terem sido julgados de forma antagónica? Ficamos à espera do que vai acontecer ao sr. Xistra e seu auxiliar.
Resumindo: um grande Porto, que lutou, procurou virar sempre o rumo dos acontecimentos, nunca se conformou com um destino injusto...merecia melhor sorte! Quando é assim nada a reclamar contra a equipa.
Os portistas são exigentes, mas justos!
Duas notas finais: uma para a C.Social, meus amigos entendam-se; antes de Alvalade o campeonato já estava decidido, agora já tudo pode acontecer?
Outra para as declarações do vendedor de pneus recauchutados que disse: " mesmo a onze pontos, peocupamos muita gente ". Andava caladinho, mas, como ganhou um jogo importante!... É vê-lo na verborreia típica do vendedor de banha da cobra, a fazer declarações na forma e no conteúdo, lamentáveis.
Não há dúvidas, esta figurinha só fala bem quando está calado.
Com os olhos no Sporting-F.C.Porto: recordações da fantástica época 1984/1985


Com o fim do tempo das vacas magras e terminada a longa travessia do deserto; ultrapassado o verão quente e as dissidências que o originaram; recuperados do choque que foi saber da doença (viria a ser fatal) que afectava o Grande Pedroto; o F.C.Porto já sobre a liderança presidencial de J.N.Pinto da Costa, atirou-se à época de 1984/1985 com a vontade de recuperar o título que lhe fugia desde 1978/1979. Também, com a firme vontade de consolidar o prestígio europeu adquirido com a fantástica performance que nos levou à final de Basileia, frente à Juventus.
Com um plantel de grandes jogadores - apesar da traição de J.Pacheco e Sousa -, em que pontificavam entre outros: Zé Beto, J.Pinto, L.Pereira, Eurico, Inácio, J.Magalhães, Frasco, Gomes, Futre, Vermelhinho, Semedo, E.Luís, M.Walsh, Quinito, Jacques e Mito; com as aquisições: Borota, Ademar, André, Quim e principalmente Paulo Futre, que, numa jogada de mestre, foi retirado ao Sporting como resposta à fuga de Pacheco e Sousa para Alvalade; sobre o comando de um treinador, A.Jorge, a quem o mestre augurava grande futuro; e com apoio firme de um Presidente sempre presente e que pensava pela sua cabeça, como é exemplo o facto de manter aquele que viria a ser o Rei Artur, apesar da contestação de alguns, que não perdoavam as ideias de esquerda de A.Jorge, o F.C.Porto arrancou para aquela que na minha opinião, em termos de vitórias/exibições, só encontrou paralelo na época da conquista da taça UEFA com Mourinho.
As coisas nem começaram bem: na 2ª jornada perdemos no Bessa com o Boavista e na taça das Taças fomos eliminados na 1ª eliminatória pelos galeses do Wrexham que jogavam na 4ª divisão inglesa - derrota por 1-0 fora e vitória 4-3 nas Antas com a equipa do Reino-Unido a passar pelos golos marcados fora de casa, mas depois meus amigos a máquina começou a carburar em pleno e foi só isto: em 30 jogos - 26 vitórias, 3 empates, 1 derrota, 78 golos marcados e apenas 13 sofridos. Campeonato ganho com 55 pontos contra 47 do Sporting, orientado por John Toschak.
Nessa época extraordinária, o F.C.Porto jogava em Lisboa contra o Sporting ou contra o Benfica, com uma enorme multidão a apoiá-lo, parecia que estava a jogar em casa, jogos houve, que estavam quase tantos portistas como benfiquistas ou sportinguistas!... impressionante! Com as partidas a serem ao domingo à tarde eram às centenas os autocarros cheios de Dragões que invadiam Lisboa. Até arrepiava, fazia pele de galinha, quando parados nas portagens da A1 - ainda não ligava as duas cidades -, víamos as filas, de quilómetros, de autocarros cheios de fervor clubista.
Em 1984/1985 o grande rival foi a equipa leonina e o Sporting-Porto, a várias jornadas do fim, em caso de vitória portista, decidia o título... não ganhamos, ficou 0-0, mas fizemos uma exibição que convenceu os mais ferrenhos sportinguistas. Três bolas nos ferros e uma exibição de grande qualidade de V.Damas, evitaram que fizéssemos a festa em Lisboa. Aconteceu passados oito dias na nossa casa, com uns claros 5-1 ao Belenenses...
Notas finais: na Taça das Taças o guarda-redes foi Borota, que substituiu o castigado Zé Beto; nas Antas em dia de grande temporal, o guardião que veio do Boavista, "mamou" três autênticos perus.
Também perdemos na final da Taça, contra o Benfica de Pal Csernai, por 3-1. Curiosa a desculpa de A.Jorge: "Passamos demasiado tempo nas festas do título e chegamos muito cansados à final."
Ah, nessa época a qualidade do jogo era de tal maneira apelativa que um F.C.Porto-Portimonense, na Póvoa, por interdição das Antas, teve de ser adiado porque o público era tanto que invadiu o relvado e não foi possível realizar o jogo. Em jogos de campeonato, foi nessa também nessa época que vi a maior goleada: 9-1 ao Vizela.
Termino dizendo o seguinte: este vasculhar no baú das recordações não significa nostalgia, nem saudosismo. O nosso passado recente é glorioso, o nosso presente é bonito, o nosso futuro é risonho!
Que no domingo, os profissionais do F.C.Porto sejam capazes de corresponder e dar mais um passo, quiçá decisivo, para a conquista do tri.
O Dr. Ricardo Costa e a C.D.da Liga, devem andar a brincar com a inteligência dos portistas.


O rigor e a isenção, deve ser sempre, a marca de quem tem por função julgar.
Ao pretender ouvir, no ambito do processo apito dourado, a ex-alternadeira Carolina Salgado, a C.D.da Liga, está a estender o processo a áreas e a pessoas fora do futebol, nesse caso, para haver rigor, isenção e verdade, tem que ouvir toda a gente. Desde logo, aquela que tem denunciado todas as mentiras da figurinha ou será figurona em referência; a outra gémea Ana Salgado.
O princípio do contraditório é algo fundamental, ao ouvir uma e não ouvir a outra, a C.Disciplinar está a faltar ao dever do rigor, da isenção e a direccionar o inquérito num determinado sentido.
O princípio do contraditório é algo fundamental, ao ouvir uma e não ouvir a outra, a C.Disciplinar está a faltar ao dever do rigor, da isenção e a direccionar o inquérito num determinado sentido.
Nós, os portistas, sr. dr. R.Costa não somos parvos, estamos atentos e pode ter a certeza, não permitiremos que o nosso clube, uma Instituição Centenária com tantos e tão relevantes serviços prestados ao futebol português, ao desporto português e a Portugal, seja tratado com a leviandade que transparece, nas tomadas de posição do orgão, que o sr. dirige.
Não acha o sr. que devia ouvir o Litos, Carlos Xavier e outras pessoas ligadas ao Estoril Praia a propósito do célebre Estoril- Benfica da época 2004/2005? Não lhe mete confusão que sobre esse jogo polémico, num campeonato decidido na última jornada não se passe nada, e, no Nacional- Benfica, em que a equipa encarnada entrou em campo a 12 PONTOS do líder F.C.Porto, haja um processo e um inquérito?
Termino repetindo: não brinquem com a nossa inteligência, não façam de nós parvos, estamos atentos e mobilizados...na altura própria saberemos sair em defesa do clube que amamos!
PS - Em tese, eu acho que uma pessoa que vive maritalmente com outra, durante 6 anos, que com ela partilha intimidades, segredos, cumplicidades e depois de se separar, coloca na praça pública, seja através de entrevistas, um livro ou outra coisa qualquer, tudo aquilo que viveu em comum, mentindo, inventando, ficcionando...é uma pessoa com má índole, mau carácter, maus instintos, logo uma pessoa que não merece credibilidade.
F.C.Porto 1 - Leixões S.C. 1: Liga Intercalar
Com uma tarde de autêntica primavera e perante muito público, F.C.Porto e Leixões proporcionaram no Olival, aquilo que Quinito chamava de jogo entretido.Perante uma equipa de Matosinhos, recheada de jogadores do plantel principal, o misto de jogadores do F.C.Porto, teve um comportamento muito aceitável, principalmente na 1ª parte, em que mandou 3 bolas aos ferros da baliza defendida por J.Baptista.
Hélder Barbosa: na ânsia de mostrar serviço, escolheu o pior caminho; o individualismo e o egoísmo. Não havia necessidade.
Lino: esteve muito bem, com uma jogada à Maradona no 1º período de jogo.
Kaz: continua a jogar muito mal, com uma absoluta falta de confiança.
Bolatti e Stepanov: alternaram coisas boas com outras menos boas.
Ventura: muito bem, tem um grande futuro! Não engana!
Castro: jogou a lateral-direito, e lá foi tentando cumprir, num lugar que não é o seu.
A miudagem: tem que começar a levar nas orelhas, para se habituar a simplificar em vez de complicar.
Jogaram: Ventura, Castro, Stephane, Stepanov e Lino, Bolatti, Kaz e Marco Aurélio, Alex, H. Barbosa e Miguel Galeão.
Entraram: Graça, Ramon e Claro.
Marcou: M.Galeão aos 39 minutos.

