Sertanense F.C. - F.C.Porto: Atenção que a Taça de Portugal não é a Liga Intercalar!



O que quero dizer com o título do post, é que se a prova organizada pela Associação Futebol do Porto, serve, no caso do F.C.Porto, fundamentalmente, para rodar jogadores - embora eu não goste de perder, nem a feijões -, menos utilizados, a recuperar ritmo após paragens por lesão ou para que os jovens da formação, se habituem a outros andamentos e outras responsabilidades, a Taça de Portugal, pelo contrário, é um objectivo da época.
Portanto, com seriedade, respeito e profissionalismo, com os jogadores A, B ou C, temos de ganhar!
De surpresas desagradáveis, escandalosas mesmo, já temos a nossa conta na época 2008/2009.
Convém relembrar, que desde 1982, ano em que J.N.Pinto da Costa chegou à presidência do F.C.Porto, todos os treinadores Campeões, ganharam a Taça de Portugal, com apenas uma excepção: Carlos Alberto Silva.
Tenho a certeza, que o Professor Jesualdo Ferreira, não quer juntar-se, nessa excepção, ao técnico brasileiro.
O árbitro é Cosme Machado, auxiliado por Alfredo Braga e por António Vilaça.
Convocados do F.C.Porto:
Benítez, Bolatti, Candeias, Farías, Fernando, Hulk, Lino, Lisandro, Mariano, Nuno, Pedro Emanuel, Pelé, Rolando, Stepanov, Tarik, Tengarrinha, Tomás Costa e Ventura,
Antevisão de Jesualdo Ferreira:«No ano passado o F.C. Porto foi à Sertã e foi uma equipa séria, muito profissional, que ganhou com toda a justiça. É isso que queremos sempre. Amanhã será a melhor equipa do F.C. Porto que estará na Sertã e tem objectivos claros e bem definidos.»
«A equipa terá consciência da responsabilidade do jogo e muitos jogadores vão ter oportunidade de mostrar que se pode contar com eles.»
PS - Cosme de Oliveira morreu - Jornal O Jogo
"Cosme Oliveira, antigo ciclista que se destacou ao serviço do FC Porto na década de 70, faleceu anteontem vítima de paragem cardíaca. O funeral do natural de São Cosme (Gondomar) é hoje, às 10h00, na Capela Mortuária de Gondomar. Cosme Oliveira tinha 63 anos e evidenciou-se como corredor explosivo com duas vitórias de etapa na Volta a Portugal."
Recordo uma etapa - contra-relógio - Guimarães/Porto - Pista do Estádio das Antas - em que Cosme de Oliveira conquistou, de forma brilhante a camisola amarela e eu que estava nas bancadas, delírei!
Desejo à família, sentidos pêsames.
Portugal 0 - Albânia 0 : Episódio caricato na C. de Imprensa de C.Queirós.
No final do jogo, umas dezenas de adeptos, incomodados com o que tinham acabado de ver, invadiram a sala de Imprensa e assistiram à C. de Imprensa do seleccionador.
Carlos Queirós: «Tanto os jogadores como nós estamos frustrados e desiludidos com o resultado. Não esperávamos de forma alguma que pudéssemos empatar com a Albânia.»
- Apalpa-me as mamas - grita uma mulher que se encontrava no meio dos adeptos.
«Mas sem termos feito uma exibição de encher o olho, frente a uma Albânia que já tinha criado as mesmas dificuldades à Suécia, devo dizer que não sei o que é preciso mais para ganhar um jogo.»
- Apalpa-me as mamas - grita mais uma vez a mulher.
«Que não fiquem dúvidas que vamos buscar seja onde for, seja em que estádio for, seja com que adversário for, os pontos necessários para o apuramento.»
- Apalpa-me as mamas. Um homem que estava ao lado da mulher, intrigado, pergunta: - Então de cada vez que o seleccionador fala a sra. grita apalpa-me as mamas, apalpa-me as mamas, porquê?
- É que eu gosto que me apalpem as mamas enquanto me fo...!!!
PS 1- É óbvio, que isto é pura ficção, mas perante aquele jogo, aquela exibição e aquele resultado, só me apetece abandalhar!
PS 2- Ideia inspirada num Mail que me foi enviado por um amigo, mas com outro protagonista.
Nota do autor:este blog rejeita, liminarmente, puritanismos hipócritas.António André, o meu Nº 6 - trinco - de eleição!
Depois de recordar, com todo o gosto, algumas glórias das modalidades - sou, sempre fui, um portista eclético -, regresso ao futebol para falar de um verdadeiro craque e um grande profissional: técnica, força - arrastava a equipa às costas -, raça, alma e um espírito de guerreiro, indomável, eis António André, o meu Nª 6 de eleição, ele que curiosamente jogava com a camisola Nº 11.
Ah, e marcava golos, muitos golos!...


Notas finais: uma para fazer referência à penúltima página - Labaredas do Dragão -, com as declarações lamentáveis de dirigentes benfiquistas poucos dias antes de um Benfica-F.C.Porto, criando uma pressão tremenda sobre um profissional sério, mas que serviram para mostrar - grande exibição e grande resposta - a fibra e o carácter do António André.
Ah, e marcava golos, muitos golos!...
Chegado ao F.C.Porto por indicação de J.M.Pedroto, já com 26 anos e oriundo do Varzim - filial Nº1 do F.C.Porto, é sempre bom lembrá-lo - na época de 1984/1985 e por custos que até fazem rir - equipamentos, bolas, sapatilhas, etc. - , só à 7ª jornada - em Penafiel e debaixo de um autêntico dilúvio - André conquistou a titularidade, tendo pegado de estaca e a partir daí só saindo da equipa por lesão ou castigo.
Internacional A português, ganhou ao serviço do F.C.Porto tudo o que havia para ganhar: Campeão Nacional, Europeu e Mundial, ganhou também, a Supertaça europeia e a Taça e Supertaça, portuguesas.
Manteve-se sempre fiel ao clube azul e branco, apesar de várias propostas, algumas muito tentadoras que recebeu do exterior. Terminou discretamente a carreira, com 37 anos, na época 1994/1995, mas continuou a servir o clube, primeiro como técnico adjunto e agora como elemento do Departamento de Scouting.
Numa altura que o F.C.Porto tem tido algumas dificuldades na posição 6 - Fernando dá sinais de poder resolver o problema - o exemplo do caxineiro André seria o que eu apontaria para servir de inspiração ao jovem brasileiro.
Ficam as entrevistas dadas por André à Revista Dragões - Fevereiro de 1986 e Março de 1990 - onde o meu Nº 6 de eleição, mostra algumas facetas da sua personalidade, enquanto homem e profissional. São entrevistas raras, pois o André foi sempre mais de jogar - muito bem - que falar.


Notas finais: uma para fazer referência à penúltima página - Labaredas do Dragão -, com as declarações lamentáveis de dirigentes benfiquistas poucos dias antes de um Benfica-F.C.Porto, criando uma pressão tremenda sobre um profissional sério, mas que serviram para mostrar - grande exibição e grande resposta - a fibra e o carácter do António André.
Outra referência para uma imagem que me marcou e que é demonstrativa do espírito de sacrifício e profissionalismo do ex-internacional portista: jogava-se o F.C.Porto - U. da Madeira, Chico Nelo, curiosamente um jovem formado no F.C.Porto, de má fé, deu um pontapé na cara de André, provocando-lhe um golpe que o deixou muito maltratado. André foi assistido e para espanto de todos os que estavam no saudoso Estádio das Antas, regressou ao relvado e cumpriu os noventa minutos do jogo.
Foi com estes exemplos que a mística dos Dragões se foi criando e consolidando, fazendo do F.C.Porto um clube ímpar no futebol português.
É sempre bom - sem saudosismos - recordá-lo, principalmente agora que o plantel do F.C.Porto, por várias circunstâncias, tem cada vez menos jogadores portugueses.
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O outro Hino - não, não é o reinventado - do F.C.Porto
Para mim e atrevo-me a dizer, para todo o Universo do F.C.Porto, o Hino, o nosso Hino, é aquele que Maria Amélia Canossa, canta, que tem letra do Escritor e Dramaturgo, Heitor Campos Monteiro e música do Maestro António Figueiredo e Melo e que data de 1922.
«Oh, meu Porto, onde a eterna mocidade
Diz à gente o que é ser nobre e leal
Teu pendão leva o escudo da cidade
Que na história deu o nome a Portugal.
Oh, campeão, o teu passado
É um livro de honra de vitórias sem igual.
O teu brasão abençoado
Tem no teu Porto mais um arco triunfal
Porto, Porto, Porto, Porto,
Porto, Porto, Porto, Porto,
Porto, Porto
Quando alguém se atrever a sufocar
O grito audaz da tua ardente voz
Oh, Oh, Porto, então verás vibrar
A multidão num grito só de todos nós»
Mas há outro Hino do F.C.Porto, um Hino criado em 1985 e de autoria de António Tavares-Teles, letra, música de Tozé Brito e arranjos e produção de Ramon Galarza, que conforme nasceu, também desapareceu.
Vá lá saber-se porquê!

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«Oh, meu Porto, onde a eterna mocidade
Diz à gente o que é ser nobre e leal
Teu pendão leva o escudo da cidade
Que na história deu o nome a Portugal.
Oh, campeão, o teu passado
É um livro de honra de vitórias sem igual.
O teu brasão abençoado
Tem no teu Porto mais um arco triunfal
Porto, Porto, Porto, Porto,
Porto, Porto, Porto, Porto,
Porto, Porto
Quando alguém se atrever a sufocar
O grito audaz da tua ardente voz
Oh, Oh, Porto, então verás vibrar
A multidão num grito só de todos nós»
Mas há outro Hino do F.C.Porto, um Hino criado em 1985 e de autoria de António Tavares-Teles, letra, música de Tozé Brito e arranjos e produção de Ramon Galarza, que conforme nasceu, também desapareceu.
Vá lá saber-se porquê!

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Voleibol do F.C.Porto: ai que saudades...
Com futebol de clubes parado, para dar lugar aos compromissos das selecções, resolvi dar uma vista de olhos pelos meus arquivos - quase tão famosos como os do Dr.Pôncio, ah,ah,ah... - e encontrei lá, estas belas recordações de uma modalidade, infelizmente já extinta no F.C.Porto, mas que no passado tantos títulos deu ao clube.
Palmarés:
Palmarés:
Séniores
Campeonato Nacional de Voleibol: 9
1968/69; 1969/70; 1970/71; 1972/73; 1974/75; 1976/77; 1978/79; 1985/86; 1987/88
Taça de Portugal (voleibol): 6
1967/68; 1969/70; 1970/71; 1971/72; 1986/87; 1987/88
Juniores
Campeonato Nacional de Voleibol: 14
1965/66; 1967/68; 1968/69; 1969/70; 1970/71; 1976/77; 1977/78; 1978/79; 1979/80; 1981/82; 1983/84; 1984/85; 1985/86; 1986/87
Juvenis
Campeonato Nacional de Voleibol: 8
1965/66; 1966/67; 1967/68; 1968/69; 1969/70; 1975/76; 1976/77; 1977/78
Iniciados
Campeonato Nacional de Voleibol: 1
1978/79
Campeonato Nacional de Voleibol: 9
1968/69; 1969/70; 1970/71; 1972/73; 1974/75; 1976/77; 1978/79; 1985/86; 1987/88
Taça de Portugal (voleibol): 6
1967/68; 1969/70; 1970/71; 1971/72; 1986/87; 1987/88
Juniores
Campeonato Nacional de Voleibol: 14
1965/66; 1967/68; 1968/69; 1969/70; 1970/71; 1976/77; 1977/78; 1978/79; 1979/80; 1981/82; 1983/84; 1984/85; 1985/86; 1986/87
Juvenis
Campeonato Nacional de Voleibol: 8
1965/66; 1966/67; 1967/68; 1968/69; 1969/70; 1975/76; 1976/77; 1977/78
Iniciados
Campeonato Nacional de Voleibol: 1
1978/79
A saga gloriosa dos heróis de Novara!

Estamos no início de mais uma temporada no Hóquei em Patins e à equipa do F.C.Porto, que a nível interno, todos os anos tem feito história, falta a consagração internacional: ganhar a Taça dos Campeões Europeus da modalidade.
Que a recordação inolvidável, da tarde de 21 de Junho de 1986, sirva de incentivo, motivação e inspiração, para que, finalmente, o sonho se torne realidade.
Merecem-no todos aqueles que no F.C.Porto, são uns apaixonados pela modalidade e em particular, o Senhor Hóquei em Patins, Ilídio Pinto.











































