Carta de Adriano Lima a Rui Moreira, a propósito de Calabote, mas não só.



Ainda relacionado com o Trio de Ataque e na sequência do tema Calabote - António-Pedro de Vasconcelos disse que havia de convidar o comentador portista para um jantar e esclarecer o assunto -, como o visitante/comentador do Dragão até à morte, Adriano Correia de Lima, colocou na caixa de comentários uma carta enviada a Rui Moreira, com conhecimento aos outros comentadores do Trio de Ataque, que pela sua importância achei que merecia honras de post, resolvi colocá-la ao dispor de todos. É um pequeno contributo para que deixem de haver dúvidas sobre uma das páginas mais tristes do futebol português, mas que não admite duas interpretações.
Porto, 14 de Novembro de 2008
Exmº. Senhor DR. RUI MOREIRA- Programa «Trio D´Ataque» da RTPN
Senhor Doutor Rui Moreira:Já que o Senhor ANTÓNIO PEDRO VASCONCELOS o convidou para num jantar «resolverem e esclarecerem de uma vez por todas» (como diz) a «QUESTÃO CALABOTE», prometendo ele, inclusive, ir devidamente «documentado» para o «convencer», a si, Doutor Rui Moreira, e talvez, que afinal, o homem tenha sido um «santinho». Daí, e como qualquer portista (nós, sócio nº 3.237, desde 01.10.1964) que passou os longos e dramáticos «19 anos de jejum» (que não só por «impedimento alheio», reconheça-se), tomamos a liberdade de lhe proporcionar que, também, o Doutor Rui Moreira vá devidamente «documentado» para o jantar, enviando-lhe alguma «documentação» insuspeita, como verá. Entretanto, nesse mesmo jantar, sugiro que lhes seja servido como «aperitivos», especialmente ao Senhor António Pedro Vasconcelos, os «pratos»:
• «REINALDO SILVA», e
• «PORFÍRIO SILVA»
.Estamos a referir nomes de… árbitros, naturalmente, e que, especialmente o Senhor António Pedro Vasconcelos, se deve recordar bem, senão vejamos:
• REINALDO SILVA (ÁRBITRO DE LEIRIA):
Foi irradiado depois de autêntico «roubo de igreja», ao prejudicar o FC Porto, num célebre jogo com o… Benfica (quem poderia ser ?), no Estádio das Antas, e na época de 1962/63, concretamente em 24.02.1963.O FC Porto da época, superiormente orientado pelo húngaro Jorge Ourth (que faleceria poucas semanas depois), disputava o título «ombro a ombro» com o Benfica, até que veio esse jogo com carácter… decisivo. O Benfica faz 1-0 por Simões, o FC Porto empata por Azumir, até que, veio o lance que, nem chegou a ser polémico, já que, numa pacífica disputa de bola, a cerca de um/dois metros fora da grande área, o Torres em disputa com o correctíssimo Miguel Arcanjo, cai e o senhor árbitro, para espanto de toda a gente, marca penáltie contra o FC Porto (convertido por … Eusébio).E, assim, o Benfica ganharia por 2-1, passando a liderar o campeonato, que o… «conquistaria». Ao tempo, geria o FC Porto, o Senhor Nascimento Cordeiro que, ao saber da oferta de um automóvel a este senhor «árbitro», pelo Senhor Vieira de Brito (Presidente do Benfica), accionou os mecanismos, e as consequências foram a sua… irradiação.Sabemos o que dizemos porque, na altura, trabalhávamos para um dos Vice-Presidentes do FC Porto, o Advogado Doutor Raul Castro (falecido há 4 anos) que tinha o cargo da área jurídica do Clube. Talvez, nessa época, o Senhor António Pedro Vasconcelos estivesse ausente do país, a estudar outros… «filmes» (de ficção). Mas este, foi uma realidade. Não possuímos «documentação» (recortes) da altura, mas temos bem presente na memória, e, sabe-se, que foi a segunda irradiação de um árbitro no nosso futebol… a deste senhor. E por este motivo.
• PORFIRIO SILVA (ÁRBITRO DE AVEIRO):
Aquando da segunda época do Pedroto no FC Porto (na primeira vez que orientou a sua equipa), em 1967/68, estava, de novo, o FC Porto, «ombro a ombro» com o Benfica, para a conquista do campeonato. E eis que, também aqui, surge o jogo decisivo, agora na Luz (07.01.1968) que se saldou com um novo «roubo de igreja». O Benfica faz 2-0 com golos de Eusébio (penaltie duvidoso, logo no início do jogo, por pretensa mão de Rolando) e Torres. O FC Porto empata (golos de Valdir), e, faz um 3º golo, por Manuel António (limpíssimo, com o peito, encima da linha de golo – fotocópia do respectivo recorte do «Norte Desportivo») que o senhor «arbitro» invalida de forma incompreensível. Logo de seguida, Torres faz o 3º golo do Benfica, que vence o jogo por 3-2, e, praticamente o… campeonato.
Mas, antes de voltar ao «CALABOTE», e já agora, sobre a questão do • «BENFICA E O REGIME»:
Pergunte (ou lembre), por favor, o Senhor Doutor Rui Moreira, ao Senhor António Pedro Vasconcelos, «SÓ» isto:
- Quem impediu que EUSÉBIO saísse para Itália, já em 1963, e para o Inter de Milão? Exactamente… o senhor salazar (com minúsculas, pois claro). E fica mais esta pergunta pertinente: A tal suceder, seria líquido que a hegemonia do Benfica se prolongasse no decorrer dos anos 60 e 70, da forma como sucedeu? Já agora, num aparte, uma (verdadeira) estória sobre… EUSÉBIO: Sabia o Senhor Doutor Rui Moreira (e os seus companheiros de painel) que o primitivo destino de Eusébio para (na altura) a Metrópole, era o… FC Porto? Ele mesmo, Eusébio, o confessou à Doutora Judite de Sousa em recente «grande entrevista», na RTP. Nós sabemo-lo há muitos anos, exactamente pelo tal ex-dirigente da altura, o Doutor Raul Castro, que contava ter sido recusada tal «aquisição», pelo «entendimento cordial» que existia entre o Senhor Nascimento Cordeiro, Presidente do FC Porto, e o Senhor Vieira de Brito, Presidente do Benfica. Só mais tarde sucederia aquela «disputa» entre Benfica e Sporting pela «aquisição» do Eusébio, com as peripécias que se conhecem e até envergonharam o futebol português (o que quási se ia repetindo, poucos anos depois, com um outro jogador africano, chamado de Carlitos, esse sim, ido para o Sporting).Simbolizando essa possibilidade (de Eusébio no FC Porto), nós próprios nos «inspiramos», tirando uma fotografia ao Eusébio «equipado à Porto» (o que é… inédito). Passou-se num jogo entre Veteranos, de homenagem ao grande Miguel Arcanjo, no princípio dos anos 80, no chamado campo de treinos do (infelizmente) extinto Estádio das Antas.Chegamos, inclusive, a enviar ao Senhor Carlos Pinhão, ilustríssimo jornalista de «A Bola» (mais adiante voltaremos a ele) que a publicou (cópia junta) e que simpaticamente nos devolveu. Como recordação, que espero aceitem, juntamos cópias dessa mesma foto para cada um de vós.
Mas, se se pode dizer «BENFICA E O REGIME», já noutro caso se pode afirmar… «SPORTING DO REGIME».Todos nós, sobretudo os cinquentões e sessentões, nos lembramos dos «cazais ribeiros», e dos «góis motas», lacaios do regime fascista, naquilo que era do mais tenebroso (um da Legião Portuguesa e outro da Pide). Lembrar-se-á o Doutor Rui Oliveira e Costa das «célebres» ameaças, e até de pistola, por estes senhores, nas cabines dos árbitros, chegando mesmo, o árbitro internacional portuense, Clemente Henriques, a «convidar» o senhor Góis Mota a sair da sua cabine, expulsando-o? Terá lido, o Doutor Rui Oliveira e Costa, o livro «O Jogo da Vida», que possuímos, escrito pelo grande CARLOS GOMES? Não? Sugerimos então que o faça (enviamos fotocópia de uma entrevista dele, no já extinto «O Jornal» de 17.02.1984). O curioso é que tal (clubes do «regime») sucedia, no caso do Sporting, nos anos 40/50, tempo dos «cinco violinos», e no do Benfica, nos anos 60/70, dos «chamados magriços».Dá que pensar, não é verdade, Doutor Rui Moreira? E, até, como diria o outro… «nem havia necessidade».
Bom, mas voltando ao… «CALABOTE»:Começamos por transcrever «trechos» de uma entrevista que o presidente da Comissão Central de Árbitros, da altura, Doutor Coelho de Fonseca, deu ao jornal «Record» de 15.03.1991, em resposta a uma outra dada pelo senhor Calabote, sobre o «caso», Doutor Coelho de Fonseca (que até era do Belenenses) .
Repare nisto:• «Tudo o que ele diz, todas essas desculpas, são boas para ele contar aos seus amigos. Ele diz que foi irradiado por ter começado o jogo dois minutos mais tarde. Ora agora pergunto eu: algum dirigente no mundo poderia irradiar um árbitro por isso? De facto, a verdadeira razão não foi essa. Haviam dois jogos: o Benfica-Cuf e o Torreense-FC Porto. O Benfica começou o seu jogo mais tarde para poder acompanhar o que se passava em Torres Vedras. Nesse dia eu estava no Restelo a assistir ao Belenenses-Sporting. Acabou o jogo e, depois, fiquei a ouvir o que se passava no Benfica-Cuf, pela rádio, ouvindo a reportagem de Artur Agostinho para a EN. E ele ia dizendo que passavam dois, quatro, seis minutos… quando o jogo acabou, passavam oito minutos da hora»
E mais isto:• «É evidente que o árbitro tem o direito de dar as compensações de tempo que entender, mas ele teria que justificar isso no relatório, e não o fez. Não indicou nem um minuto de compensação. Eu estranhei: que história é esta? Devo dizer que nunca dei importância aos boatos que circulavam na altura, acerca de suborno, porque não poderia servir-me de uma coisa que não tinha fundamento… mas o facto é que o jogo durou oito minutos a mais na segunda parte, e ele disse que durara 45 minutos! Perguntamos-lhe o que se tinha passado, mas… nada. Não houve maneira de o convencer, e ele mentiu no boletim ! Sendo assim, instaurou-se-lhe o devido processo disciplinar»
Comentários? Para quê?
Mas, repare ainda MAIS nisto, Doutor Rui Moreira:
O grande jornalista Carlos Pinhão, na sua «página», em «A Bola», de 08.09.1990, que se intitulava «Porque Hoje é Sábado», nas «Celeumas Benfica-FC Porto», dedica-se ao «CASO CALABOTE», escrevendo algures:• «Recorda-se a de 1959, quando os portistas, em Torres Vedras, tiveram de esperar largo tempo que, na Luz, chegasse ao fim um Benfica-Cuf cheio de penalties e… de minutos».E, não se fica por aqui, transcrevendo o «desabafo» do treinador (na altura) da Cuf:• «O treinador dos cufistas, Cândido Tavares (antigo guarda-redes do Benfica), no fim do jogo, ironizou:«- Árbitro??... Não houve árbitro!... Só estranho que o senhor Calabote não tivesse arranjado uma quarta grande penalidade, nos últimos minutos».
Ficará, depois disto, o Senhor António Pedro de Vasconcelos, convencido? Desistirá ele do jantar consigo, Doutor Rui Moreira?
Mais:
Que dizer da «substituição», em pleno jogo, do guarda-redes da Cuf (António Gama, por José Maria), a mando de um… dirigente?
Um aparte:
Esse António Gama, benfiquista assumido, viria, nos finais dos anos 60, a treinar o Boavista, levando-o dos Distritais à 1ª Divisão Nacional (com o célebre ponta-de-lança Lemos – o dos 4 golos ao Benfica, pelo FC Porto), sucedendo-se, depois, o tal «boavistão», de Aimoré Moreira e de Pedroto. Entretanto, à margem do «caso Calabote», ainda se passariam outros… «casos».Desde o «mistério» da «aquisição» (na semana que antecedeu o polémico jogo) do treinador adjunto do Benfica (o argentino Valdivielso) para orientar o… Torreense, passando pelo «desvio» (como lhe chama Carlos Pinhão), em segredo, do treinador portista, o húngaro Guttmann, para o Benfica, na época seguinte, acabando com a conquista da «bola de prata», por Águas, em detrimento do portista Teixeira, «graças» aos… 4 golos que obteve nesse jogo com a Cuf (3 deles, de penaltie).
Aliás, em relação ao tal «desvio» (de Guttmann), além da saída do treinador, dois outros «prejuízos» sucederiam, em prejuízo futuro da equipa do FC Porto, e a recordar: A «dispensa», pelo «mago», de dois grandes jogadores:
• de Osvaldo Silva (posto na «lista das transferências»), e que rumaria ao Leixões, e, posteriormente, ao Sporting; e ainda,
• de José Augusto (esse mesmo, o bi-campeão europeu), que do Barreiro veio treinar às Antas e que o «mago» aconselharia a fazê-lo… na Luz. Isto, o Senhor António Pedro Vasconcelos, deve saber, mas, mesmo assim, enviamos o recorte de «A Bola», de 08.09.1990, com o referido artigo de Carlos Pinhão.
Antes de finalizar, não gostaríamos de deixar de pedir ao Senhor Doutor Rui Moreira, esclareça o Senhor Doutor Rui Oliveira e Costa (a quem se perdoa por, na altura, só ter 10 anos de idade – nós tínhamos 11) que o resultado do Torreense-FC Porto foi de 0-3 e não 1-3, marcando os golos, o Noé, o Perdigão e o Teixeira (e não 2 do Carlos Duarte e 1 de Teixeira, como erradamente referiu), e, já agora, o marcador do golo da Cuf foi o central Quaresma e não «o pequenino Úria».
Pedindo desculpa pela maçada, mas, compreenderá, que sempre que se fale de «Calabote» (pese embora o FC Porto, mesmo assim, tenha ganho esse campeonato), a memória portista tende, e com razão, a simbolizá-lo por décadas e décadas de prejuízo ao FC Porto em benefício de outros com a continuidade de imensos… «calabotes». E, sobretudo, quando, mesmo assim, há sempre alguém que quer ignorar… a estória (verídica e não ficcionada). Depois disto, pensamos que tem o jantar, se a realizar, perfeitamente… ganho.
Um abraço do
PS. – Tomamos a liberdade de enviar cópia desta a cada um dos seus «companheiros de painel», e aqui visados, pedindo ainda que lhes entregue os recorts de jornais citados.
Obrigado ao Adriano Correia de Lima: contra factos, não há argumentos!
António-Pedro Vasconcelos: os delírios do cineasta vermelho.

Na abertura do programa Trio de Ataque, da última terça-feira, falou-se do assunto do momento, ou seja, das buscas e posteriores detenções, de elementos da claque do Benfica, N.N.Boys. António-Pedro Vasconcelos, na sua qualidade de comentador benfiquista, teve logicamente a primazia das intervenções e entre outras coisas disse isto: « O que eu gostaria de ver, é que isto fosse alargado a várias claques e suponho que é isso que está a acontecer.»
«O que eu acho é que os resultados deviam ser simultâneos. Ou seja, eu teria gostado que essas prisões, fossem feitas simultaneamente, às claques dos principais clubes portugueses»
Eu ouvi e fiquei estupefacto: - Será que estou a ouvir bem? Será que não estou a fazer confusão e ele não disse nada do que eu estou a pensar? Como o post sobre o Rui Barros era recente e o Rui merece destaque, resolvi ontem, com calma e tranquilidade, ir ver e ouvir o vídeo e verificar se de facto eu estava certo ou tinha feito uma grande confusão.
Meus caros amigos, tinha ouvido bem, ele disse mesmo aquilo e das duas uma: ou está a par das investigações e pior, sabe que vai haver prisões, ou, hipótese mais verosímel, confunde desejos com realidade. Também pode ser: tem a cabeça cheia de ficções, que fica todo baralhado e, quando se trata de questões relacionadas com o F.C.Porto, entra em delírio. Porque é óbvio, que para o realizador, se a claque do Benfica tem problemas com a justiça, as claques do F.C.Porto também têm de ter.
Que A.P.V., habituado durante muito tempo a ver o seu clube reinar sózinho, não se conforme com a hegemonia portista, ainda vá que não vá, agora que diga coisas absolutamente inacreditáveis, já é paranóia.
Há, sr. realizador, uma diferença substâncial entre a claque do Benfica, agora investigada e as claques do F.C.Porto: uma vivia na ilegalidade, as do Tri-Campeão estão legalizadas, sabem-se quem são os responsáveis, a Polícia tem interlocutores com quem falar e em caso de haver problemas, quem responsabilizar. Meter todos no mesmo saco não é sério!
Como já referi muitas vezes, as claques têm momentos que merecem críticas e forte censura, mas também têm coisas boas.
Aproveitar o que elas têm de bom e tentar acabar com os aspectos negativos, é importante para a festa e indústria do futebol, que precisa de todos.
Nota final: o comentador benfiquista disse também, que C.Rodríguez tinha sido agredido o que não é verdade: houve uma altercação, uns encontrões ao carro, mas não houve agressões e portanto, mesmo censurando, como já fiz quando o problema foi tornado público, convém que a verdade seja reposta.
Quem quiser verificar as declarações de António-Pedro de Vasconcelos, basta clicar em baixo.
Aqui- http://tv.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=17798&e_id=&c_id=7&dif=tv ou aqui-
http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=17798&idpod=19293&formato=wmv&pag=recentes&escolha
Rui Barros: os homens não se medem aos palmos!



Ou também podia ser: Rui Barros, todos os calções lhe estavam grandes...
Nota prévia: este post não é uma análise exaustiva à brilhante carreira de R.Barros.
Não é para falar do Rui, júnior do F.C.Porto, que esteve para ser dispensado definitivamente, tendo-lhe valido a intervenção do Grande em todos os sentidos, António Feliciano, seu treinador, que fez ver aos responsáveis portistas, o erro crasso que estavam a cometer.
Não é para falar das peripécias, algumas rísiveis, que aconteceram quando já com contrato de sénior, seguiu para o S. da Covilhã. - É isto que o F.C.Porto nos envia?!...- Teriam dito os dirigentes dos leões da Serra ao olharem para o Rui, tão pequenino e tão tímido. Depois...teriam feito de tudo para ele lá continuar.
Nem é para falar da época extraordinária que fez no Varzim, sob o comando de Félix Mourinho - pai do actual técnico do Inter - e que lhe valeu o regresso ao F.C.Porto, mas só porque A.Jorge, que não ia à bola do jogador Rui Barros, saiu para França e entrou T.Ivic. O croata, técnico de contra-ataque - agora pomposamente chamado de transições rápidas - explorou a velocidade de sprinter Olímpico, do pequeno grande jogador, tendo o jogo da Supertaça Europeia contra o Ajax em Amesterdão - vitória portista por 1-0 com golo do Rui, que viria a falhar mais alguns golos na cara do guarda-redes -, sido aquele que fez a Europa do futebol e em definitivo, reparar no rapazinho de Lordelo e que levaria a Juventus a contratá-lo.
Nem é para falar da época extraordinária que fez no Varzim, sob o comando de Félix Mourinho - pai do actual técnico do Inter - e que lhe valeu o regresso ao F.C.Porto, mas só porque A.Jorge, que não ia à bola do jogador Rui Barros, saiu para França e entrou T.Ivic. O croata, técnico de contra-ataque - agora pomposamente chamado de transições rápidas - explorou a velocidade de sprinter Olímpico, do pequeno grande jogador, tendo o jogo da Supertaça Europeia contra o Ajax em Amesterdão - vitória portista por 1-0 com golo do Rui, que viria a falhar mais alguns golos na cara do guarda-redes -, sido aquele que fez a Europa do futebol e em definitivo, reparar no rapazinho de Lordelo e que levaria a Juventus a contratá-lo.
Também não vou falar dos risos de alguns, no balneário do F.C.Porto - já dividido -, quando o Rui se foi despedir dos colegas e dizer que ia para ao clube de Turim, onde fez uma bela carreira.
Tão-pouco vou falar, das épocas de França - Mónaco e Marselha -, onde no clube do Principado, foi finalista da Taça das Taças.
Ou do regresso ao futebol português, com Sousa Cintra na época, Presidente do Sporting, a tentar tudo para o levar para o seu clube, mas a ser o F.C.Porto o seu destino, apesar do técnico da altura, B.Robson, ter torcido o nariz. Robson, que passado pouco tempo, ficou completamente rendido, ao homem, ao profissional e ao jogador.
Ou da carreira notável, no clube do Dragão, onde o Rui continua como treinador-adjunto, mas onde já foi o principal responsável, após a saída de Co Adriaanse e a entrada de Jesualdo Ferreira, tendo conquistado em Leiria e frente ao Vitória de Setúbal, uma Supertaça.
Este post, é apenas para recordar, numa bela reportagem de Vítor Serpa, para A Bola Magazine - nos tempos em que o actual director de A Bola, era um jornalista e não um mero Comerciante de papel - , o princípio de uma grande carreira, de um jogador e de um profissional de referência, do F.C.Porto e do futebol português.
Acho que vale a pena ler e para isso, basta clicar sobre as imagens.
A propósito do domínio do F.C.Porto: com papas e bolos se enganam tolos!

Aproveitando esta pausa competitiva - o jogo contra o Estrela foi adiado e o F.C.Porto só joga dia 25 deste mês no inferno turco - e também, porque a crise, mini-crise ou outra coisa qualquer que lhe queiram chamar, parece ultrapassada e até pelo contraste existente, entre os portistas e os adeptos dos clubes rivais do F.C.Porto, quando as coisas lhes correm mal - os portistas culparam a Sad, o treinador e os jogadores. Nunca se agarraram aos erros dos árbitros, ao sistema ou a outras desculpas semelhantes. - Resolvi reflectir, recuando no tempo, para explicar um pouco da história do futebol português a partir de meados dos anos 60 do Século passado, até aos dias de hoje.
Até ao 25 de Abril de 1974 e nos anos da ditadura, tudo no futebol luso era um Mar de Rosas e tudo decorria na Paz do Senhor. Os clubes da capital dominavam na razão de três para o Benfica e um, para contentar o Sporting, enquanto o outro dito grande, o F.C.Porto, não contava para nada: era apenas um clube simpático, que não ganhava, apesar de ter bons jogadores, boas equipas, bons técnicos. Nessa altura não havia sistemas, os árbitros eram muito competentes e intocáveis na seriedade, assim como os orgãos disciplinares da F.P.Futebol, que organizava os campeonatos.
Como se vivia em ditadura, todos os gritos de revolta daqueles que se sentiam, maltratados e discriminados, eram abafados: ninguém podia colocar em causa os vencedores!
Com a liberdade e sob a batuta da dupla Pedroto e Pinto da Costa, primeiro e depois, com o actual Presidente a ser a figura de referência, o F.C.Porto iniciou a caminhada para o sucesso e começou a ganhar. Foi e ainda é, o bom e o bonito: primeiro e com a organização dos campeonatos a pertencer à F.P.F., o clube azul e branco ganhava, porque a Associação Futebol do Porto era a mais poderosa e escolhia o Presidente dos árbitros. -Tem de ser a Liga a organizar a competição mais importante do futebol português - gritavam os grandes da capital, já assustados com o despertar do Dragão.
E a organização do campeonato lá passou para a Liga. Na Liga, o F.C.Porto ganhou com Pinto da Costa a Presidente, sem Pinto da Costa a Presidente e até, com a Liga a ser presidida pelo Presidente do Benfica.
Ganhou com o Líder portista sentado no banco dos suplentes e sem o Líder no banco.
Ganhou com Guilherme Aguiar a Director Executivo e sem ele a D. Executivo.
Ganhou com árbitros nomeados e com árbitros sorteados.
Ganhou com Apito e sem Apito.
Mas como todos sabemos, apesar de ganharmos nas mais variadas situações, ainda não se esgotaram os argumentos dos perdedores...
Ah, e no entretanto, o F.C.Porto foi finalista vencido, mas não convencido, na extinta Taça das Taças. Ganhou duas Taças dos Campeões Europeus e no tempo em que os postes das balizas não são quadrados.
Ganhou uma Taça Uefa. Duas Taças Intercontinentais - não digo Campeão do Mundo de Clubes senão, alguém pode ficar incomodado. Principalmente aqueles que nunca ganharam esta Taça.
E ganhou também, uma Supertaça Europeia.
Aqueles que tiverem a tentação de me acusar de incoerência e dizerem que o clube da Luz, também ganhava internacionalmente, eu respondo que é verdade, mas não podem haver qualquer tipo de comparações: internamente, F.C.Porto não podia levantar cabelo, pelas as razões atrás descritas. Agora, vivemos em liberdade, num regime democrático, mais, num país centralista e com uma C.Social facciosa, que maltrata, descrimina e hostiliza, permanentemente o F.C.Porto, enquanto e em contraponto, anda com os rivais dos Dragões ao colo, principalmente o Benfica. Vejam as capas de A Bola e digam-me lá, se não acham que eles têm uma capa pronta há vários dias? O problema é o Leixões estar a atrapalhar!...
Resumindo: o F.C.Porto é hegemónico, em Democracia e em Liberdade e isso não admite discussões.
Assim, os adeptos dos rivais do F.C.Porto, em vez de andarem a falar de sistemas, arbitragens e outras desculpas esfarrapadas, deviam era olhar para o interior dos seus clubes e terem uma cultura de maior exigência.
Pois como diz o povo: com papas e bolos se enganam tolos!
PS-Foto retirada com a devida vénia e autorização, do blog: varanda-do-dragão.
Estádio do Dragão 5º aniversário.

Vou repetir o que disse - alterando apenas de 4º para 5º aniversário -, faz hoje um ano e que foi o seguinte:
Faz hoje 5 anos, aquele que é para mim ( eu sei que sou suspeito...), o mais belo Estádio do Mundo!
Não é fácil falar do Estádio do F.C.Porto, sem repetir aquilo que já tantos disseram: é lindo, fascinante, maravilhoso, fantástico... uma verdadeira obra prima.
Assim, nesta data, cantando os parabéns ao Dragão, fica o agradecimento a todos os que tornaram possível a construção daquela obra notável e fica também, um pedido que é simultaneamente um desejo, aos responsáveis portistas: meus senhores, façam os possíveis, para que o nosso clube tenha sempre, jogadores e equipas, capazes de honrar o deslumbrante palco que pisam.
Não é fácil falar do Estádio do F.C.Porto, sem repetir aquilo que já tantos disseram: é lindo, fascinante, maravilhoso, fantástico... uma verdadeira obra prima.
Assim, nesta data, cantando os parabéns ao Dragão, fica o agradecimento a todos os que tornaram possível a construção daquela obra notável e fica também, um pedido que é simultaneamente um desejo, aos responsáveis portistas: meus senhores, façam os possíveis, para que o nosso clube tenha sempre, jogadores e equipas, capazes de honrar o deslumbrante palco que pisam.
F.C.Porto 2 - Vitória S.C. 0.Que pena, foram só dois!

De facto é uma pena, que o F.C.Porto, mesmo sem ter feito um jogo estraordinário, não tenha ganho por mais: merecia-o, sem dúvida nenhuma! Foi pena que tanta superioridade, tanto domínio, tantos livres, cantos e remates, perante um adversário que não criou um lance de perigo, não se reflectisse, num resultado mais dilatado.
Iniciando o jogo no sistema preferido de Jesualdo, o 4x3x3, a equipa portista entrou muito bem muito forte, mas foi uma pressão intermitente, que foi permitindo que o Vitória, com mais ou menos dificuldades, fosse levando a água ao seu moinho e aguentado o zero a zero. À equipa Campeã, faltou, principalmente, contundência no ataque e mais constância exibicional. Ficou a sensação que se o primeiro golo tem entrado mais cedo, poderiamos ter ganho p
or mais e jogado melhor. Na frente é que está, neste momento, o problema: Tarik está muito aquém do jogador da última época. Rodríguez, voluntarioso e empenhado, mas a falhar no último passe e também, em jogadas de contra-ataque com superioridade numérica - várias vezes o Cebola, perdeu a bola, quando se a passa bem, deixava um colega na cara do guarda-redes -, tarda em fazer um grande jogo. Sobra apenas Lisandro, que não tendo o mesmo instinto de matador do ano do Tri, é o melhor avançado da equipa.
or mais e jogado melhor. Na frente é que está, neste momento, o problema: Tarik está muito aquém do jogador da última época. Rodríguez, voluntarioso e empenhado, mas a falhar no último passe e também, em jogadas de contra-ataque com superioridade numérica - várias vezes o Cebola, perdeu a bola, quando se a passa bem, deixava um colega na cara do guarda-redes -, tarda em fazer um grande jogo. Sobra apenas Lisandro, que não tendo o mesmo instinto de matador do ano do Tri, é o melhor avançado da equipa.Que falta fez Hulk, já que Farías, apesar do golo, jogou pouco.
Nos outros sectores não há grandes razões de queixa.
O meio-campo, teve em Fernando, o melhor elemento, seguido de R.Meireles, com Lucho a alternar coisa muito boas, com perdas de bola, anormais, num jogador da sua categoria. Está a faltar a esta equipa azul e branca, o talento do internacional argentino.
Nada apontar à defesa, com os centrais muito bem e até os laterais - Sapunaru na direita e Fucile na esquerda - fizeram um bom jogo.
Helton não teve grande trabalho e quando foi chamado a intervir, fê-lo bem.
Resumindo: vitória sem discussão da melhor equipa, perante um Guimarães muito mais fraco do que aquele que na época passada, apesar de ter perdido pelo mesmo resultado, deu outra imagem, outra réplica e jogou muito melhor.Depois de Kiev e Alvalade, era importante dar continuidade às vitórias, pois só as vitórias, dão confiança, tranquilidade, melhoram a auto-estima e permitem que a equipa possa entrar no caminho que a levará, estou confiante, ao lugar cimeiro da classificação.
Notas finais: nunca faltou apoio e mesmo com o resultado em zero a zero, nunca se ouviram assobios: é um bom sinal!
37410 espectadores , é um bom número e a indicar que os portistas já ultrapassaram, o período triste e de falta de confiança na equipa.
A arbitragem foi boa, ficam-me apenas dúvidas - escrevo ser ver as imagens - num lance em que Lisandro fez golo, mas foi assinalado fora-de-jogo.
Mais simples«Tornámos o jogo relativamente mais simples do que eventualmente poderíamos esperar. O FC Porto fez uma boa primeira parte, mas faltou-lhe o golo, em função de tudo aquilo que fez.»
Abertura para o golo«Na segunda parte, o Guimarães abriu mais o jogo e, aí, tornou-se mais fácil chegar ao golo.»
Desafio superado«Deixo uma palavra de apreço para os jogadores, por conseguirmos superar estes dez dias difíceis com três vitórias. Passámo-los com profissionalismo e todos os jogadores sabem que é assim que temos de jogar e ganhar.»
Esforço conjunto«Sinceramente, no decorrer do encontro, nem me lembrei de que completava o meu centésimo jogo pelo F.C. Porto. Hoje era imperativo ganhar e tivemos a massa associativa a puxar por nós desde o primeiro minuto, o que revela a conjugação de esforços que nos envolve a todos.»
Descanso merecido«Vou dar dois dias de folga, porque os jogadores merecem e até porque há o jogo da selecção.»
Trajecto mais fácil«O trajecto será, agora, seguramente mais fácil. Era importante que chegássemos a conclusões simples e que percebêssemos que é este o nosso método, que são estes os nossos processos e é assim que temos de ganhar.»

F.C.Porto -Vitória S.C..Continuem a ganhar...por tudo!




Não, eles não falavam em voz alta, sussurravam apenas:- Eles já não se levantam.Estão mortos!
Era isso que os nossos inimigos pensavam do F.C.Porto, após três derrotas seguidas. Como se viu, estavam enganados: o Dragão tem uma alma, uma chama e uma raça, que nunca mais acabam!
Levantou-se, derreteu o gelo de Kiev, cortou a juba ao Leão e, venham daí esses Protocolados do Benfica!...
Era isso que os nossos inimigos pensavam do F.C.Porto, após três derrotas seguidas. Como se viu, estavam enganados: o Dragão tem uma alma, uma chama e uma raça, que nunca mais acabam!
Levantou-se, derreteu o gelo de Kiev, cortou a juba ao Leão e, venham daí esses Protocolados do Benfica!...
Que não hajam contemplações, distracções ou descompressões: temos de ganhar a estes abutrezinhos que queriam o nosso lugar na Champions League. Queriam, digo bem, porque Champions para eles...é na televisão!
Como consequência de um jogo muito disputado e de algumas decisões, incompreensíveis, no jogo de Alvalade, o Tri-Campeão, não terá aquele que nos últimos jogos, tem sido muito importante nas vitórias alcançadas: o Incrível Hulk - as cambalhotas que alguns têm protagonizado, acerca do jovem avançado brasileiro, são de autêntico compêndio - e o capitão Pedro Emanuel. Jesualdo, o Alfaiate de Mirandela - cognome dado ao técnico portista, num artigo de A Bola e que achei curioso - vai ter de mexer novamente na equipa. Que mexa bem, pois nos últimos tempos, o Alfaiate, pareceu desorientado - aquela do Mariano a defesa-esquerdo contra o Leixões, não me sai da cabeça - e umas vezes cortava daqui, outras cortava dali, que ora faltava pano na perna esquerda, ora faltava pano na perna direita e o fato aparecia tão mal acabado, que os meninos pareciam um bando de maltrapilhos.
Que o intervalo do jogo da Taça tenha sido o ponto final e daqui para a frente, a equipa do F.C.Porto, seja um grupo de manequins, com fatos à medida.
Como consequência de um jogo muito disputado e de algumas decisões, incompreensíveis, no jogo de Alvalade, o Tri-Campeão, não terá aquele que nos últimos jogos, tem sido muito importante nas vitórias alcançadas: o Incrível Hulk - as cambalhotas que alguns têm protagonizado, acerca do jovem avançado brasileiro, são de autêntico compêndio - e o capitão Pedro Emanuel. Jesualdo, o Alfaiate de Mirandela - cognome dado ao técnico portista, num artigo de A Bola e que achei curioso - vai ter de mexer novamente na equipa. Que mexa bem, pois nos últimos tempos, o Alfaiate, pareceu desorientado - aquela do Mariano a defesa-esquerdo contra o Leixões, não me sai da cabeça - e umas vezes cortava daqui, outras cortava dali, que ora faltava pano na perna esquerda, ora faltava pano na perna direita e o fato aparecia tão mal acabado, que os meninos pareciam um bando de maltrapilhos.
Que o intervalo do jogo da Taça tenha sido o ponto final e daqui para a frente, a equipa do F.C.Porto, seja um grupo de manequins, com fatos à medida.
Nós não gostamos de ser segundos, quanto mais oitavos!
Nota final:pelos vistos os dirigentes do Vitória queriam que o F.C.Porto passasse por cima do miserável comportamento que tiveram no Verão passado e os recebesse com um tratamento VIP, ramos de flores, bilhetes baratos, etc.. Até dá vontade de rir...nós somos filhos de boa gente, logo sentimo-nos e quem nos trata mal tem a resposta que merece...!
O árbitro é Olegário Benquerença - de má memória - auxiliado por Bertino Miranda e José Cardinal.
Convocados do F.C.Porto:Bruno Alves, Farías, Fernando, Fucile, Helton, Lino, Lisandro, Lucho, Mariano, Nuno, Pelé, Raul Meireles, Rodríguez, Rolando, Sapunaru, Stepanov, Tarik Sektioui e Tomás Costa
As opiniões de Jesualdo no lançamento do jogo:
Bom estado de espírito«O nosso estado de espírito é bom, estamos melhor e estamos onde já devíamos ter estado antes. Ultrapassámos uma eliminatória difícil na Taça de Portugal e estamos a um jogo de alcançar a próxima fase da Champions League».
Bom estado de espírito«O nosso estado de espírito é bom, estamos melhor e estamos onde já devíamos ter estado antes. Ultrapassámos uma eliminatória difícil na Taça de Portugal e estamos a um jogo de alcançar a próxima fase da Champions League».
Jogo decisivo«O Vitória é uma boa equipa, ligeiramente diferente da do ano passado. Tem um excelente treinador e tem obtido melhores resultados fora do que em casa. Por todos estes factores, considero este jogo mais difícil do que o de Alvalade. Para nós, esta partida tem uma importância decisiva, é um jogo determinante no nosso objectivo principal de sermos campeões. No trajecto para esse objectivo não podemos perder mais pontos. No F.C. Porto a margem de erro é sempre igual a zero, mesmo quando vamos à frente com muitos pontos de avanço».
Agressividade defensiva«As questões de agressividade não se medem pelo número de faltas cometidas. Faz menos faltas quem defende melhor e regista-se um menor número de faltas quando o jogo é sério de parte a parte. Sobre este aspecto, dou um exemplo: o Bruno Alves fez cinco faltas contra o Dínamo de Kiev e fez uma em Alvalade e é um jogador considerado agressivo, é por esse aspecto que é habitualmente conhecido. É devido à má interpretação da questão da agressividade que o tempo útil de jogo em Portugal é muito menor do que em Inglaterra, por exemplo, tal como o tempo de posse de bola dos jogadores».
Questão de boa-fé«Considero que a arbitragem de Alvalade foi difícil, num jogo intenso e difícil, que obriga o árbitro a assumir as coisas e tomar decisões que exigem competência e coragem. Quanto a esse jogo, deixo uma questão: alguém de boa-fé acha que o F.C. Porto foi beneficiado em Alvalade? Pelo que pude constatar das análises ao encontro, parece que houve dois jogos diferentes».
100 jogos pelo F.C. Porto«Não esperava atingir essa marca. No futebol tudo é possível e porque não pensar em atingir os 200? O que realço é que não são esses factores que me condicionam ou preocupam. Temos uma tarefa a cumprir e é essa questão que me motiva».Grupo difícil na Taça da Liga«O sorteio podia ter sido melhor. Vamos defrontar três equipas muito difíceis».

Felicidade por Rolando«Claro que estou feliz pela chamada do Rolando. Já lhe dei os parabéns. Desde que estamos a trabalhar juntos, é mais um jogador do F.C. Porto chamado pela primeira vez, como houve outros que não eram convocados e agora são. A altura em que este jogo surge não é muito boa para nós, mas essa é uma factura que temos de pagar por termos muitos jogadores nas selecções nacionais».
Recordar a homenagem a Dorival Knipel, Yustrich, porque já chega de coisas tristes.
E também, já chega de comportamentos inqualificáveis.
Desde logo, a arbitragem de Bruno Paixão.
As declarações lamentáveis, de Paulo Bento.
A narração de Valdemar Duarte, que só pode surpreender, os mais desatentos: ele é manifestamente, um caso patológico de trogloditismo, mas não é de agora, é de há muito, vem dos tempos da R.R., que farta de o aturar e dos problemas que causava, o pôs na rua.
Passando por um Rui Oliveira e Costa, absolutamente patético, no Trio de Ataque e a dar razão ao ditado: o maior cego é aquele que não quer ver!
E para terminar, os salários em atraso em vários clubes, mas principalmente, no Estrela da Amadora - perante a complacência da Liga -, que envergonham o futebol português.
Hermínio Loureiro o "regenerador", empurrado por uma por uma C.Social, anti-portista e anti-Pintista e acolitado pelo "justiceiro", R.Costa, só quis resolver o Apito, porque o que era importante, era criar problemas, internos e externos, ao F.C.Porto e ao seu Presidente. Resolver essa praga do salários em atraso, a concorrência desleal, as ameças de greve, etc., não é importante e as poucas vergonhas continuam, ano após ano: uma tristeza!
Só que Hermínio e o seu compincha, têm azar, os Dragões têm chama que nunca mais acaba, às vezes quebram, mas nunca torcem!
- São uns chatos estes Dragões, parece que têm sete vidas!-
Ah, Yustrich, não me lembro dele, mas dizem os menos novos: - era um treinador extraordinário!
Desde logo, a arbitragem de Bruno Paixão.
As declarações lamentáveis, de Paulo Bento.
A narração de Valdemar Duarte, que só pode surpreender, os mais desatentos: ele é manifestamente, um caso patológico de trogloditismo, mas não é de agora, é de há muito, vem dos tempos da R.R., que farta de o aturar e dos problemas que causava, o pôs na rua.
Passando por um Rui Oliveira e Costa, absolutamente patético, no Trio de Ataque e a dar razão ao ditado: o maior cego é aquele que não quer ver!
E para terminar, os salários em atraso em vários clubes, mas principalmente, no Estrela da Amadora - perante a complacência da Liga -, que envergonham o futebol português.
Hermínio Loureiro o "regenerador", empurrado por uma por uma C.Social, anti-portista e anti-Pintista e acolitado pelo "justiceiro", R.Costa, só quis resolver o Apito, porque o que era importante, era criar problemas, internos e externos, ao F.C.Porto e ao seu Presidente. Resolver essa praga do salários em atraso, a concorrência desleal, as ameças de greve, etc., não é importante e as poucas vergonhas continuam, ano após ano: uma tristeza!
Só que Hermínio e o seu compincha, têm azar, os Dragões têm chama que nunca mais acaba, às vezes quebram, mas nunca torcem!
- São uns chatos estes Dragões, parece que têm sete vidas!-
Ah, Yustrich, não me lembro dele, mas dizem os menos novos: - era um treinador extraordinário!
" O Porto vingou, eu fui a semente ". Esta frase dita por Yustrich, no dia da homenagem, é por todo o seu significado, o destaque deste post.
Fonte, Revista Dragões, Novembro de 1987.
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PS- Uma rosa, muitas rosas e um grande beijinho, para a fã nº1, do Dragão até à morte, que hoje está de parabéns.
O Bento chorão e o faccioso "Bonzinho".


Nota prévia:
a arbitragem de Bruno Paixão, foi má, prejudicou as duas equipas e o espectáculo. Mas só por cegueira ou má-fé, alguém poderá dizer, que o Sporting tem mais razões de queixa que o F.C.Porto.
Por isso, as declarações de Paulo Bento no final do encontro, são absolutamente lamentáveis, mas não são propriamente, uma surpresa: o técnico leonino é useiro e vezeiro em fazer declarações daquele tipo!
É a cultura leonina da lamúria, da queixinha, da vitimização e do choradinho, que é transversal em Alvalade e tem raízes profundas: começa nos dirigentes, passa pelos adeptos, termina nos profissionais e até os mais novos - veja-se o caso de Postiga -, são rapidamente contagiados.Mas se ao treinador leonino, com algum esforço, se toleram estes comportamentos - fazem parte da estratégia: quem não chora não mama! - já as análises da C.Social ou melhor, de alguma C.Social, são uma vergonha. O faccioso "Bonzinho", o tal que criticou o Seleccionador Nacional, porque assistiu ao F.C.Porto-D.Kiev ao lado do Presidente portista, mas que se calou, quando C.Queirós fez o mesmo na Luz, diz na sua crónica na A Bola: - Para lá dos penaltis, o Sporting é a equipa que tem mais razão de queixa do juíz setubalense- Como disse?! Importa-se de repetir? Se fosse necessário demonstrar o ridículo desta apreciação, bastaria atentar nas fotos que o jornal da T. da Queimada- como é público, está sempre contra o Tri-Campeão - publica hoje e que mostram dois penaltis a favor do F.C.Porto, que não foram marcados, contra apenas um a favor do Sporting. Mas seria pedir demais a "Bonzinho", que fosse isento, rigoroso, equidistante, isso é impossível, o anti-portismo esta entranhado até à medula e para o Director do Semanário Sexta, todas as oportunidades são boas para descarregar as suas frustrações, contra o clube que desportivamente, o tem impedido de andar contente. E para finalizar e como temos memória, lembramos a miserável campanha, levada a cabo por "Bonzinho" contra os profissionais portistas, quando no varandim do Estádio do Dragão e nos festejos do título, cantaram algumas palavras deselegantes para o clube do jornalista. Em contraponto, com o silêncio absoluto, quando no ano anterior, vários jogadores do Benfica, nas mesmas circunstâncias, insultaram o F.C.Porto e o seu Presidente.
Nós já te topamos ó "Bonzinho"!
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