"Off-the-record" violado, ou o jornalismo marginal, como lhe chamou M.S.Tavares

Na época de 1996/1997 - primeira de A.Oliveira como técnico do F.C.Porto -, o clube do Dragão: dirigentes, técnicos, jogadores, associados, foram vítimas de uma campanha do mais rasteiro, que há memória. Nessa campanha, levada a cabo pela Sic - "Donos da Bola", havia na altura, quem chamasse ao programa "Porcos da Bola"- e pelo jornal Record, valeu tudo, para denegrir e desprestigiar, interna e externamente, a imagem do F.C.Porto. Durante esse período negro, houve um episódio, em que a deontologia e a ética, foram claramente violentadas e o jornalismo desportivo, desceu a um nível, muito abaixo, dos mínimos exigíveis. Refiro-me ao chamado caso "off-the-record", em que uma conversa informal, do técnico portista, com 9 jornalistas, sob o compromisso, aceite por todos, que não era para ser gravada ou publicada, não foi respeitado. O jornalista do Record, presente, gravou tudo e o jornal, na altura dirigido por essa figura inenarrável, chamada R.Cartaxana, violando todas as regras, publicou a conversa, fez grandes parangonas e vendeu lixo, durante vários dias.
Ao vasculhar nos arquivos do Dragão até à morte, encontrei um artigo de Miguel Sousa Tavares sobre o assunto, que coloco à disposição de todos. Trazer aqui e agora, este lamentável e vergonhoso, episódio, tem o objectivo de lembrar aos portistas, principalmente aqueles que nessa altura ainda não tinham despertado para as causas azuis e brancas, que nada do que temos conseguido, nos foi dado de mão beijada. Não, temos enfrentado e ultrapassado, tremendos
obstáculos, lutado, quase sempre sozinhos, contra tudo e contra todos e nesta época, pelo andar da carruagem, mais uma vez, é isso que vai voltar a acontecer. Tenho a certeza, que tal como em 1996/1997 - época do Tri - também agora, vamos sair vitoriosos.
PS - Publicar este artigo do M.S.Tavares, serve também, para dizer o seguinte: estou, às vezes, em desacordo com o que o Jornalista/Escritor, escreve e diz, sobre o F.C.Porto.
Concretamente, à forma como se refere a alguns profissionais portistas e às políticas desportivas do F.C.Porto - as incoerências, são tantas... mas reconheço-lhe a frontalidade, a determinação, a coragem, com que em situações difíceis, dá a cara pelo F.C.Porto, não há poucos anos, mas, e como se pode constatar, há décadas.
Nessa matéria, alguns, ainda têm de comer muita broa, para chegarem aos calcanhares do Miguel.
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Entrevista de J.N.Pinto da Costa à Revista Tribuna Douro


Um passarinho - obrigado passarinho - deixou ficar na minha caixa do correio, a entrevista dada por J.N.Pinto da Costa, à Revista Tribuna Douro. Como não sou egoísta, resolvi partilhá-la com todos os meus amigos e visitantes.
Não deixem de ler, pois aborda questões muito importantes, que vão desde a Regionalização - à atenção do Kosta do Alhabaite -, até à Cidade do Porto, passando, obviamente, pelo F.C.Porto e aqui, abordando o facto, de passados tantos meses, a Liga ainda não ter entregue o Troféu de Campeão ao clube portista. Vá lá Dr.Hermínio, tenha a coragem do Dr.Madaíl, sujeite-se aos assobios, mas entre no Dragão e entregue o Troféu ao capitão P.Emanuel.
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Não deixemos morrer a polémica!


Nota introdutória: tal como escrevi num dos posts anteriores -Regressaram os roubos de Igreja -, seria o cúmulo da pouca vergonha, que à boa maneira portuguesa, fosse o F.C.Porto a pagar a factura arbitral, que Paulo Baptista cobrou de forma vergonhosa, ao S.C.Braga.
Serve esta nota introdutória para dizer o seguinte: como podem verificar pelas capas do pasquim A Bola, depois do jogo Benfica/Nacional, foi um constante cavalgar sobre a polémica arbitragem de Pedro Henriques, com os objectivos claros e vou repeti-lo: pressionar, chantagear, intimidar e coagir os árbitros, para que o Benfica tirasse dividendos futuros. E eles aconteceram da forma inqualificável qu
Agora, os mesmos que fizeram esta vergonhosa campanha, pedem tréguas, falam de mansinho, culpam os dirigentes, mas, lamentavelmente, não assumem nenhuma responsabilidade em toda esta vergonha. Não, querem rapidamente passar para outra - vejam as capas -, esquecer, falar de tudo...menos, do que lhes dói, porque eles, meus amigos, estão comprometidos até ao pescoço, nesta nojeira, são co-responsáveis por uma das páginas mais negras da história do futebol português.
Mas se eles querem esquecer, nós não vamos permitir que isso aconteça.
Pode o desorientado director de Comunicação do Benfica, continuar a ser ridículo - aquela tirada sobre Salvador ser sócio do F.C.Porto, num clube que funcionasse como deve ser, iria causar-lhe muitos problemas, mas no Benfica...para quem é, bacalhau basta, como diz o povo -, a inventar as manobras de diversão que quiser - deixa lá Bruno. O teu pai trata deles e defende-te bem -, ou a fazer as queixinhas que quiser. Pode, o Vasconcelos, do Trio D' Ataque, carregado de papéis, logo um doutor, tentar fazer-nos crer, que o negro, sujo, é um branco cristalino e transparente, ou vitimizar-se pateticamente...que não nos vão calar!
Se a C.Social que tem o dever e a obrigação, de ser isenta, rigorosa, equilibrada e tratar todos por igual, não o faz...não nos peçam a nós, os portistas da blogosfera, que o façamos.

O que acham que teria acontecido, o que diriam os arautos da verdade, da transparência e da ética, se o jogo tivesse sido no Dragão e o beneficiado fosse o Tricampeão português?
Não enterramos a cabeça na areia, sabemos, porque somos exigentes, em primeiro lugar, com o nosso clube, que não nos devemos agarrar as erros dos árbitros para justificar insucessos, mas isso não significa que sejamos cegos e não tivessemos visto, que a arbitragem de Luís Reforço nos prejudicou claramente. Se as arbitragens no fim-de-semana tivessem sido normais, correctas, e ninguém tivesse razões para se queixar, o F.C.Porto seria o líder do campeonato, com o Sporting a um ponto e o Benfica a seguir, em terceiro lugar, mas atrás do Braga. Não gosto e sou contra este tipo de contabilidade, mas quando ouço Rogério Alves, presidente da A.Geral leonina, dizer:« se não fosse a arbitragem na Luz ter beneficiado o Benfica, estariamos em primeiro lugar isolados», não posso deixar de dizer que estas afirmações são incorrectas e intelectualmente, deixam muito a desejar. Enfim, é a famosa cultura leonina, do coça para dentro, pela voz do seu principal responsável.
Notas finais: ainda a propósito do director de Comunicação do Benfica, gostaria de lembrar, que esta figurinha, foi assessor de Jorge Sampaio na Presidência da República. Percebo melhor e não é a primeira vez que o digo, o porquê do anterior Presidente da República, não condecorar nem homenagear, o FC.Porto, vencedor da Taça Uefa, Campeão Europeu e do Mundo, mas e não se riam, condecorar no 10 de Junho, a fanática benfiquista, Leonor Pinhão. Se houver alguém que conheça alguma razão que justifique essa condecoração...agradeço que me digam!

O meu amigo, Jorge Aragão, na caixa de comentários, manifestou-se muito desiludido com o comportamento de Guilherme Aguiar no Dia- Seguinte. - Meu caro Jorge faz como eu e não vejas o programa. Foi por assistir ao comportamento passivo, politicamente correcto, sempre com medo de queimar os dedinhos, sempre preocupado em agradar a gregos e a troianos, que eu deixei de ver. É meu caro Jorge, os nossos paineleiros, às vezes nem parecem ter sangue de Dragão.
C.D.Nacional 2 - F.C.Porto 1. Calsberg Cup




Estádio da Madeira, amanhã, dia 14 de Janeiro, às 16 horas com transmissão em directo na SPORT-TV
O árbitro é Lucílio Baptista, auxiliado por Venâncio Tomé e por Mário Dionísio
Convocados do F.C.Porto:
Guarda-redes: Nuno e Ventura;
Defesas: Ivo Pinto, Sapunaru, Pedro Emanuel, Raphael, Stepanov e Benítez:
Médios: Bolatti, Guarín, Sérgio Oliveira, Tomás Costa e Josué;
Avançados: Diogo Viana, Candeias, Farias, Rabiola e Mariano.
Declarações do jovem Diogo Viana no Super Flash:

«Para um jovem jogador, penso que não podia pedir muito mais da minha exibição no jogo frente ao V. Setúbal. Consegui cruzar, entrei bem… Mas o mais importante foi mesmo o facto de ter jogado. Era o que desejava e estou muito feliz por isso.»
«Claro que espero actuar amanhã [quarta-feira]. É um sonho para mim continuar a jogar e fazer parte desta equipa. Não sei se vou ser titular. A minha maior preocupação é ajudar o F.C. Porto a conquistar os três pontos.»
«A experiência no F.C. Porto tem sido muito boa. Vim para um grande clube, para o Campeão Nacional. Era o que ambicionava e pretendo dar continuidade ao bom trabalho.»
«Depois da vitória sobre o V. Setúbal, o mister Jesualdo Ferreira deu-me os parabéns. A mim e a toda a equipa, pelo excelente trabalho que desenvolvemos nessa partida.»
«Treinar com os seniores é uma sensação única. É o que quero para a minha vida.»
«Amanhã aguarda-nos um jogo muito difícil, num campo complicado, onde o F.C. Porto não encontra, habitualmente, facilidades. No último desafio que disputámos no terreno do Nacional sofremos bastante, pelo que temos de trabalhar bem para conseguir ganhar.»
«Estou a ser muito feliz no F.C. Porto. Receberam-me muito bem e tive uma adaptação extraordinária. O grupo de trabalho, incluindo dirigentes e staff, tem sido fantástico.»
«No que diz respeito ao plantel principal, posso dizer que são todos muito simpáticos, dão-me muita força e têm-me proporcionado uma excelente adaptação. Particularmente, convivo mais com o Candeias; o Pedro Emanuel é extraordinário… enfim, são todos espectaculares.»
«É verdade que o campeonato tem sido mais duro e mais renhido, mas acredito, sem sombra de dúvida, que o F.C. Porto vai voltar a sagrar-se Campeão Nacional.»
«Preocupo-me, acima de tudo, em trabalhar, principalmente nos juniores e na Liga Intercalar. Só assim poderei ver o meu trabalho reconhecido e ser chamado com maior regularidade pelo mister Jesualdo Ferreira.»
«Tenho vindo a trabalhar bem e a corresponder às expectativas e o facto de ter assinado um contrato profissional traduziu-se num reconhecimento disso mesmo.»
«Ser eleito o melhor jogador do Mundo é o pico mais alto a que qualquer jovem jogador de futebol aspira. Fico muito feliz pelo Cristiano [Ronaldo]. Vemos nele e nos outros internacionais portugueses um exemplo e um incentivo para prosseguirmos com o nosso trabalho»
Não vi o jogo - alguém viu? -, nem ouvi o relato. Assim, e como é óbvio, não vou dizer nada sobre o Nacional 2 - F.C.Porto 1.
Apenas digo, que com esta derrota ficamos a depender de terceiros para seguir em frente, o que não é uma situação muito agradável.

«Uma homenagem a Reinaldo Teles, administrador da F.C. Porto – Futebol, SAD, foi o momento alto do jantar do 9º aniversário da Casa do F.C. Porto de Espinho, evento que decorreu esta segunda-feira, no casino da cidade.
A cerimónia juntou cerca de 350 convidados, entre eles o presidente da autarquia local, José Mota, o presidente do F.C. Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, o presidente da Assembleia Geral azul e branca, Fernando Sardoeira Pinto, o treinador Jesualdo Ferreira, o capitão Pedro Emanuel e os ex-atletas Fernando Gomes e Fernando Couto.»
A cerimónia juntou cerca de 350 convidados, entre eles o presidente da autarquia local, José Mota, o presidente do F.C. Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, o presidente da Assembleia Geral azul e branca, Fernando Sardoeira Pinto, o treinador Jesualdo Ferreira, o capitão Pedro Emanuel e os ex-atletas Fernando Gomes e Fernando Couto.»
In site do F.C.Porto
Associo-me a este feliz iniciativa, ao mesmo tempo que me congratulo, por verificar, que o administrador da Sad e dirigente do F.C.Porto, está melhor e a caminho da recuperação total.
Força Reinaldo!
Regressaram os roubos de Igreja

O que se passou ontem na Luz em termos de arbitragem, foi uma pouca vergonha, que só encontra paralelismo, no celebérrimo Campomaiorense/F.C.Porto, arbitrado por Bruno Paixão, ou então, nos longínquos anos 50 e 60, do Século passado. Mas o que se passou ontem na Luz, não é só culpa do novo Calabote, não, é culpa também, da Liga e das suas Comissões de Arbitragem e Disciplinar.

Em post publicado na segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008 e com o título: -Não há limites para a pouca vergonha! eu entre outras coisas dizia o seguinte:«Na época 2004/2005, a mais vergonhosa dos últimos trinta anos no futebol português e cujo pico da pouca vergonha, foi o Estoril-Benfica disputado no Algarve, houve um jogo, que pelas suas semelhanças, na polémica, com o Benfica-Nacional, com tudo o que se seguiu e ainda se vai seguir, é importante recordar. Refiro-me ao jogo entre encarnados e portistas e ao remate de Petit, que Vítor Baía abordou mal. A bola entrou não entrou? Ninguém conseguiu provar que tivesse sido golo - vejam vídeo esclarecedor, em baixo - , mas a máquina de propaganda vermelha, ao melhor estilo Nazi - uma mentira muitas vezes repetida, passa a ser "verdade" -, determinou que tinha sido golo. Esse lance serviu de cavalo de batalha para uma época inteira de pressão e de chantagem sistemática sobre os árbitros, em proveito do clube da Luz,
como não há memória e rendeu muitos e bons juros ao clube encarnado, que tirando partido de tudo isso, se sagrou campeão nacional, quando era claro para toda a gente, não tinha, nem de longe nem de perto, a melhor equipa do campeonato.Esta época, como já se está a ver, vai ser a mesma coisa: cavalgando contra P.Henriques porque o árbitro marcou uma falta - os miseráveis continuam a falar, desonestamente, em golo anulado. Só é golo anulado, quando o Juíz de campo apita depois da bola ter entrado -, considerada mal assinalada - aposto que se fosse na área contrária, as opiniões mudavam logo e o árbitro seria considerado um génio da arbitragem - a máquina de propaganda vermelha, mantém a chama acesa, não dá tréguas, coloca sempre na ordem do dia o assunto, com vista, é mais que óbvio, a tirar dividendos para o clube do regime.
É uma C.Social que se coloca de cócoras e presta vassalagem, ao clube dos "6 milhões", é uma C.Social que tem dois pesos e duas medidas, e até alguns, que se dizem muito independentes e equidistantes, se mostram solícitos, ao coro das carpideiras vermelhas e brancas»
Para além disso e também em post publicado na Sexta-feira, 2 de Janeiro de 2009 com o título:"As encomendas do Freteiro Delgado." eu dizia: «... não há, da parte de Vieira, uma clara coacção sobre os árbitros, quando ataca P.Henriques, Olegário Benquerença, Carlos Xistra e pasme-se, até Lucílio Baptista? O que vai fazer sobre esta vergonha, a C.Disciplinar da Liga?»
Não foi preciso esperar muito para a campanha dar frutos. Na quarta-feira em Guimarães, Olegário Benquerença - um dos citados por Vieira -, perdoou um penalti do tamanho do Castelo da cidade berço, ao Benfica, quando estava perto do lance e em óptimas condições, para ver bem e analisar corre
ctamente, a jogada. Encolheu-se, teve medo, não marcou a grande penalidade... alguém o crucificou? Não, o assunto já passou à história
Ontem foi o que se viu. O que mais virá por aí?
Ontem foi o que se viu. O que mais virá por aí?
A campanha da Máquina de Propaganda vermelha está a fazer efeito e a produzir os resultados desejados, mas a Liga e as suas Comissões, de Arbitragem e Disciplinar, têm muitas responsabilidades nesta pouca vergonha. Vejamos: desde o início da época, que o Director Geral para o futebol, do Benfica, Rui Costa, não tem feito outra coisa que não pressionar, intimidar e coagir, os árbitros. Foi assim no jogo da Luz contra o Sporting - ao intervalo abordou o árbitro da partida de forma despropositada; foi assim no fim do jogo contra o V.Setúbal e no túnel de acesso aos balneários; foi assim no intervalo do jogo da Trofa, em que foi reclamar junto de Jorge Sousa, de forma absolutamente inaceitável, criticando-o por validar o golo do Trofense - legalíssimo. Para além dos ataques aos árbitros, tem arranjado problemas com vários jogadores e dirigentes, como são exemplo, a confusão no jogo contra o Leixões, com o Director de Comunicação da equipa matosinhense e no já referido jogo da Trofa, onde no fim se pegou com o guarda-redes Paulo Lopes e entre outras coisas, o acusou de renegar as origens.
Que é preciso acontecer mais, para a C.Disciplinar intervir? Não foi por uma situação semelhante que o Boavista baixou de divisão? Senhor doutor Ricardo Costa, conhecemos o seu benfiquismo doentio, sabemos que o senhor tem sempre mão leve para o seu clube, mas que Diabo, isto ultrapassa tudo que é imaginável e o senhor não faz nada? Também não faz nada quando Sidnei lança a suspeição, insinuando que há alguém que não quer o Benfica campeão? Nem quando Katsouranis diz que foram roubados? Roubados, senhor presidente da C.D.?
E os Delegados aos jogos, senhor doutor Hermínio Loureiro, são cegos, surdos e mudos?
E os árbitros senhor Vítor Pereira, porque não escrevem nos relatórios tudo o que se passa?
Notas finais: vou, ou melhor, vamos todos estar muito atentos à nota que P.Baptista e seus auxiliares, vão ter. P.Henriques teve 2,3, porque disse o observador, errou num lance com influência no resultado. O senhor de Portalegre e o seu auxiliar do lado contrário aos bancos, erraram em vários lances com influência no resultado. Ficamos à espera da nota.
Na próxima jornada da Liga Sagres o F.C.Porto vai jogar a Braga. Espero que o árbitro nomeado seja capaz de resistir à pressão e não seja o Tricampeão a pagar o Pato. Seria o fim da picada que o F.C.Porto fosse duplamente prejudicado - e já nem falo do que se passou no Dragão.
Última nota: um amigo, portista como eu, dizia-me ontem no fim do jogo do nosso clube e à saída do Estádio:" Quando um árbitro marca dois penaltis daqueles no jogo da Calsberg Cup, contra nós e outro logo a seguir e lances pelo menos tão claros, não marca nenhum...está tudo dito. Tira o cavalinho da chuva e convence-te: o título vai para os vermelhos...» Eu recuso-me a aceitar uma situação dessas, a desistir. Cá estarei, sempre, a denunciar estas situações. Que a equipa - TÉCNICO, OBVIAMENTE, INCLUÍDO - portista tenha a mesma determinação, entusiasmo e coragem.


F.C.Porto 0 - C.D.Trofense 0 . Sem estofo de líder.

Para ganhar este campeonato é preciso um Super-Porto - Explicarei porque digo isto, com detalhe, um dia destes, mas como devem imaginar, tem a ver com o que vi hoje no Benfica-Braga.
É preciso um Porto valente, corajoso, audacioso, à imagem e à semelhança, das pessoas que o transformaram, e que fizeram dele, o melhor clube português e um dos grandes clubes europeus.
Também é preciso, um Porto à imagem e à semelhança dos seus sócios, adeptos e simpatizantes, homens e mulheres, de coragem, que com o seu apoio, entusiasmo e dedicação, contribuiram para que isso acontecesse, sendo a rectaguarda mobilizada, que sempre deu força, a que
m dirigia.
Também é preciso, um Porto à imagem e à semelhança dos seus sócios, adeptos e simpatizantes, homens e mulheres, de coragem, que com o seu apoio, entusiasmo e dedicação, contribuiram para que isso acontecesse, sendo a rectaguarda mobilizada, que sempre deu força, a que
m dirigia.E não um Porto à imagem e semelhança, do seu treinador: prevísivel, pouco ambicioso, sem chama e seu crença e que mesmo sendo líder, mesmo sabendo que tinha que ganhar, para continuar a ser líder, jogando em casa contra uma equipa vinda da segunda divisão, nunca mostrou ter estofo para continuar a liderar. Uma tristeza!
O árbitro errou? Claro que errou, mas quem joga tão pouco, quem não consegue marcar um golo, quem é incapaz de ganhar ao Trofense, não deve, fica-lhe mal, desculpar-se com os erros do árbitro. Tem de olhar primeiro para o seu interior e aí, buscar as razões de mais um empate e a zero.
Na antevisão do jogo eu tinha escrito:
«...é necessário um Porto, igual ou superior, ao da segunda-parte na Choupana e não aquele Porto, abúlico, que fica à espera que os golos apareçam mais tarde ou mais cedo, que não pressiona, que entra devagar, sem a atitude e o espírito certo, e que já teve, infelizmente, consequências bem desagradáveis, com perdas de pontos, que não estavam nos nossos planos.Vai ser preciso também, ter em conta a postura muito defensiva da equipa da Trofa...»
«Ora contra estas equipas fechadas, Sr. Professor Jesualdo, é preciso ser audaz e não ter medo de arriscar. Nesse sentido, e até porque já não tem a frescura ideal, para disputar dois jogos em tão pouco espaço de tempo, junto ao facto de não ser um lateral e não dar profundidade ao ataque, é logico que não jogue o capitão, Pedro Emanuel e entre no seu lugar Benítez, jogando Fucile no seu lugar de origem. Pela amostra de quinta-feira - ao contrário do que li e ouvi em muita gente, não gostei de Benítez -, é isso que vai acontecer. Assim e contrariando a solução lógica, eu colocaria na lateral-esquerda o internacional uruguaio e na direita, Tomás Costa.»Tudo isto aconteceu e, o que é absolutamente inacreditável, era previsível que acontecesse. Jesualdo não fez nada, nada de nada, para antecipar os acontecimentos e mais uma vez, viu-se um F.C.Porto a entrar bem, a ter duas oportunidades flagrantes para marcar e depois, até ao intervalo, a deixar correr, a não pressionar, a jogar devagar, devagarinho e a passo, com a defesa a irritar na lentidão de circulação de bola, o meio-campo pouco imaginativo e o ataque, trapalhão e perdulário. Um filme que se tem repetido, sem que o treinador dê um safanão, mexa sem medo e com coragem e não fique à espera que as
vitórias caiam do Céu.Na segunda-parte melhorou um pouco, mas tal como aconteceu contra o Marítimo, foi mais com o coração que com a cabeça e só nos últimos quinze minutos a equipa da Trofa sofreu um verdadeiro sufoco. Pouco, muito pouco, para um Tricampeão e que quer ser Tetra.
Porque não saiu Benítez logo ao intervalo, como aconteceu na Choupana, com P.Emanuel? Porque na Madeira estavamos a perder e no Dragão estavamos a empatar? Mas há alguma diferença entre estar a perder 1-0 e estar empatado em casa, a zero?
Como eu disse no início do post, este campeonato vai ser muito complicado. Que definitivamente, o treinador do F.C.Porto acorde, deixe de lado os medos que o tolhem e esteja à altura da Instituição que representa. Começando por dizer a alguns meninos, que se querem pouco, há muita gente - como se viu na quinta-feira - que quer muito.
O que não pode acontecer é isto e cito Jesualdo:
«Queremos muito público no Dragão, espero ter o estádio cheio, sobretudo porque é importante que a massa associativa do F.C. Porto perceba que precisamos deles nesta fase da época».
E depois, na noite gelada de Domingo, a horas impróprias para ver futebol, os adeptos corresponderem e o treinador e a equipa...não!
Chega de abébias, chega de conversa fiada, chega de desculpas...
Não vou destacar ninguém, mas se tivessse de destacar alguém, era o jovem Fernando, que saiu, quando estava a ganhar todas as bolas e a matar à nascença todos as tentativas do Trofense.
Declarações de Jesualdo:
Intensidade e dificuldade
«As dificuldades que sentimos para marcar explicam-se de duas formas. A incapacidade de dirigir a bola, de a fazer entrar na baliza, e a forma intensa como a equipa entra no jogo, que nos obriga a marcar um golo e a provocar a reacção na outra equipa. Não marcando, a outra equipa passa a acreditar e a defender ainda mais.»
Dominador
«O FC Porto foi dominador, criou um sem-número de oportunidades. O Trofense fez aquilo que o árbitro deixou fazer, envolvendo-se em perdas de tempo e simulações de lesões.»
Dois penáltis
«Ficaram dois penáltis claros por assinalar a favor do F.C. Porto. Convido-os a rever as imagens em que o Fucile e o Lisandro são derrubados na área. Ainda hoje, num jogo que envolveu um candidato ao título e outro que pode assumir essa condição, aconteceu precisamente o contrário. Não houve uniformidade de critérios nesta jornada, sentimo-nos penalizados, mas também sabemos que somos responsáveis por não termos conseguido vencer.»
Agressividade
«Parece que temos dificuldade em ganhar no Dragão. Aconteceu com o Marítimo e, agora, com o Trofense, embora hoje tenha sido diferente, pela forma mais intensa com que jogámos, embora a equipa, na segunda parte, não tenha sido tão agressiva quanto eu pedi.»
Ao ataque na Champions
«Fomos defensivos na Champions, disse o Tulipa? Certamente não viu os jogos do F.C. Porto, porque não se ganham quatro jogos com uma postura defensiva.»
Seis jogos decisivos
«Custa-nos perder o primeiro lugar, porque deixámos de estar na frente e porque isso afecta a equipa. O jogo em Braga vai ser muito complicado, mas sabemos que temos argumentos para vencer. As cinco ou seis jornadas que aí vêm vão definir o título e nós temos de estar preparados para eles. Vamos aprender com estas situações e trabalhar muito. Já superámos situações bem mais difíceis do que as provocadas por um empate em casa com o Trofense.
«As dificuldades que sentimos para marcar explicam-se de duas formas. A incapacidade de dirigir a bola, de a fazer entrar na baliza, e a forma intensa como a equipa entra no jogo, que nos obriga a marcar um golo e a provocar a reacção na outra equipa. Não marcando, a outra equipa passa a acreditar e a defender ainda mais.»
Dominador
«O FC Porto foi dominador, criou um sem-número de oportunidades. O Trofense fez aquilo que o árbitro deixou fazer, envolvendo-se em perdas de tempo e simulações de lesões.»
Dois penáltis
«Ficaram dois penáltis claros por assinalar a favor do F.C. Porto. Convido-os a rever as imagens em que o Fucile e o Lisandro são derrubados na área. Ainda hoje, num jogo que envolveu um candidato ao título e outro que pode assumir essa condição, aconteceu precisamente o contrário. Não houve uniformidade de critérios nesta jornada, sentimo-nos penalizados, mas também sabemos que somos responsáveis por não termos conseguido vencer.»
Agressividade
«Parece que temos dificuldade em ganhar no Dragão. Aconteceu com o Marítimo e, agora, com o Trofense, embora hoje tenha sido diferente, pela forma mais intensa com que jogámos, embora a equipa, na segunda parte, não tenha sido tão agressiva quanto eu pedi.»
Ao ataque na Champions
«Fomos defensivos na Champions, disse o Tulipa? Certamente não viu os jogos do F.C. Porto, porque não se ganham quatro jogos com uma postura defensiva.»
Seis jogos decisivos
«Custa-nos perder o primeiro lugar, porque deixámos de estar na frente e porque isso afecta a equipa. O jogo em Braga vai ser muito complicado, mas sabemos que temos argumentos para vencer. As cinco ou seis jornadas que aí vêm vão definir o título e nós temos de estar preparados para eles. Vamos aprender com estas situações e trabalhar muito. Já superámos situações bem mais difíceis do que as provocadas por um empate em casa com o Trofense.
A pedido do Adriano Correia e como eu procuro dentro das possibilidades, fazer a vontade aos meus visitantes, a foto da equipa do F.C.Porto de Andebol, que há 50 anos, participou nas provas europeias.
Clicar sobre as imagens para ler.
F.C.Porto -C.D.Trofense. Antevisão do jogo e a contratação de Cissokho.




Nota do autor:
sinceramente, este ciclo de jogos -...Taça da Liga, Liga Sagres, Taça da Liga... -, praticamente de três em três dias, que não me tem deixado fazer mais nada, senão antevisões e rescaldos, não me agrada nada e como há assuntos que mereciam uma abordagem em post, que têm ficado para trás, decidi o seguinte: antevisões e rescaldos, só dos jogos da Liga Sagres.
Na Taça da Liga haverá apenas, e na véspera do jogo, algumas notas sobre com quem é o jogo e onde; o trio de arbitragem; os convocados do F.C.Porto e caso o treinador preste declarações, também serão publicadas. Rescaldos, só se eu tiver oportunidade de ver as partidas - como sabem o jogo da próxima quarta-feira é à tarde e não haverá transmissão televisiva.
Dito isto, falemos do F.C.Porto - Trofense, mas também, da contratação do Aly Cissokho.
Sobre o jogo de amanhã, contra os nossos amigos da Trofa - sim, amigos, foi a vitória deles contra o auto-proclamado Campeão de Inverno, que nos colocou no topo da classificação - que ninguém espere facilidades, pois os pupilos de Tulipa, vêm tentar tirar-nos, o que nos ofereceram na semana anterior. E para que isso não aconteça, para que possamos manter e se possível, consolidar, o 1º lugar - ufa, o que custou aqui chegar! -, é necessário um Porto, igual ou superior, ao da segunda-parte na Choupana e não aquele Porto, abúlico, que fica à espera que os golos apareçam mais tarde ou mais cedo, que não pressiona, que entra devagar, sem a atitude e o espírito certo, e que já teve, infelizmente, consequências bem desagradáveis, com perdas de pontos, que não estavam nos nossos planos.
Vai ser preciso também, ter em conta a postura muito defensiva da equipa da Trofa, a sua vontade, motivação e moralização, que vão contrabalançar o nervosismo natural, de quem joga pela primeira vez, num palco tão grandioso, como é o Estádio do Dragão. Ora contra estas equipas fechadas, Sr. Professor Jesualdo, é preciso ser audaz e não ter medo de arriscar. Nesse sentido, e até porque já não tem a frescura ideal, para disputar dois jogos em tão pouco espaço de tempo, junto ao facto de não ser um lateral e não dar profundidade ao ataque, é logico que não jogue o capitão, Pedro Emanuel e entre no seu lugar Benítez, jogando Fucile no seu lugar de origem. Pela amostra de quinta-feira - ao contrário do que li e ouvi em muita gente, não gostei de Benítez -, é isso que vai acontecer. Assim e contrariando a solução lógica, eu colocaria na lateral-esquerda o internacional uruguaio e na direita, Tomás Costa.
Resumindo: é cedendo pontos contra estas equipas que se perdem campeonatos. Que isso esteja sempre no pensamento dos profissionais azuis e brancos.
O árbitro é Luís Reforço, auxiliado por António Godinho e Nuno Roque
Convocados do F.C.Porto:
Benítez, Bruno Alves, Farías, Fernando, Fucile, Guarin, Helton, Hulk, Lisandro, Lucho, Mariano, Nuno, Pedro Emanuel, Raul Meireles, Rodríguez, Rolando, Stepanov e Tomás Costa.
Antevisão de Jesualdo:
Adversário difícil
«O Trofense é uma equipa que merece muito respeito, uma equipa pequena, que vem da segunda liga, mas que tem feito um trabalho excelente, até na forma como soube gerir a questão da mudança de treinador. Tem um plantel com pouca gente conhecida, agora com dois ou três jogadores mais falados, que fez um excelente resultado na última jornada. Espero, portanto, um adversário difícil, que vem jogar ao Dragão mais motivado e que nos vai colocar os mesmos problemas que outras equipas que aqui vêm jogar».
Assumir responsabilidades
«O F.C. Porto não quer cair. Temos a responsabilidade de sermos líderes, de jogarmos frente a uma equipa com outras ambições no campeonato e a responsabilidade normal das nossas ambições e dos nossos objectivos. Queremos muito público no Dragão, espero ter o estádio cheio, sobretudo porque é importante que a massa associativa do F.C. Porto perceba que precisamos deles nesta fase da época».
Cissokho com potencial para explorar
«O F.C. Porto contratou o Cissokho porque no mercado de Inverno as aquisições têm uma base de avaliação diferente, têm em conta apenas seis meses de trabalho e têm sempre em vista a projecção de objectivos futuros. Qualquer jogador que venha agora terá de ter uma entrada directa na equipa. O mercado interno é, nesta fase, aquele que mais nos interessa, sobretudo porque quem chega está adaptado, conhece as competições e conhece o F.C. Porto. A aquisição do Cissokho entra nestas características: o facto de ser jovem, ter formação europeia e ter muito potencial para explorar. Não vamos seguramente dar um tiro no escuro, vamos esperar que a sorte o proteja e que as coisas corram bem».
Talento e qualidade dos sub-19
«A nossa perspectiva é manter o rendimento dos jogadores do plantel e promover uma segunda fase de trabalho conjunto com a formação do clube. Os jogadores que entendemos de maior talento e qualidade dos sub-19, passam a ter um trabalho mais próximo da equipa senior, no sentido de começarem a dar indicações para o futuro, que é já daqui a seis meses, quando a nova época começar a ser definida».

Sobre a contratação de Aly Cissokho a minha opinião é a seguinte:
Ponto 1- No que eu vi do jogador e vi muito pouco - dois ou três jogos -, não vi nada de especial e que justificasse a sua contratação pelo F.C.Porto.
Ponto 2 - Para o jogador ser contratado e como é óbvio, a opinião da estrutura do F.C.Porto que trata dessas coisas, deve tê-lo visto mais vezes do que eu e pensa de maneira diferente.
Ponto 3- Tenho noção, que para o lugar específico de lateral-esquerdo, as soluções não abundam no mercado. Os bons laterais, estão em bons clubes, jogam em campeonatos mais atractivos, são muito caros e mesmo que o F.C.Porto se dispusesse a pagar, teria sempre dificuldades em os convencer a vir para o nosso clube e para o nosso campeonato.
Ponto 4- Além disso, não temos a garantia, que um desses jogadores, as teoricamente excelentes aquisições, chegasse aqui e fosse uma mais valia. Temos vários exemplo, num e noutro sentido, que isso é verdade.
Concluindo: assim, e como sempre, dou o benefício da dúvida, esperando que Cissokho resolva definitivamente a lacuna da lateral-esquerda da defesa portista. Mesmo sendo um jogador barato, seria muito mau, que daqui a uns meses, estivessemos outra vez, à procura de alguém para o lugar.
Ah, desejo ao novo reforço toda a sorte do Mundo. Vem para um grande clube, um clube que dá aos seus profissionais, todas, mas mesmo todas, as condições de trabalho, para poderem evoluir e deitar cá para fora todo o potêncial que têm. Mas é um clube que exige trabalho, respeito, seriedade profissional, dedicação... vem para um clube, com uma massa adepta carinhosa, generosa, mas só com aqueles que fazem por merecer esse carinho e essa generosidade.
F.C.Porto 2 - Vitória F.C. 1. Apetece-me destacar os Super-Dragões...

Não esperava grandes feitos, mas esperava mais da equipa e de alguns jogadores portistas. Tudo bem, que esta equipa nunca jogou junta; tudo bem, que havia vários jogadores que têm jogado muito pouco e estão sem ritmo; tudo bem, que Sapunaru, por exemplo, esteve lesionado, muito tempo parado e por isso, teve muitas dificuldades e até, tudo bem, que esta prova e estes jogos, mesmo considerando que estamos a falar de profissionais, não motivam muito. Mas, quando digo que esperava mais da equipa e de alguns jogadores portistas, é porque a equipa jogou pouco e alguns jogadores...meu Deus, estiveram tão mal!
Se Sapunaru, tem desculpas - pelas razões referidas anteriormente -, outros houve, que desperdiçaram a oportunidade para dizer presente. Quem? Candeias, Farías, T.Costa e a grande desilusão - talvez porque estava à espera de muito mais - F.Guarín. Benítez, apesar de ter estado
a um nível superior, aos anteriores, mostrou na segunda-parte, quando entrou B.Gama - um jogador a merecer atenção, assim como L.Lima, ao contrário de B.Vale, que já não deve voltar a ter hipóteses -, que tem muitas dificuldades. Estiveram bem, os jovens Ventura, Rabiola e Diogo Viana - este jogou mais em 20 minutos, que Candeias em cerca de 70. Josué só jogou 3 minutos e por isso, não pode ser avaliado. Bem, também, os consagrados P.Emanuel, Stepanov, Pelé - tem tudo para singrar no F.C.Porto. Será que quer? - e principalmente Mariano, embora às vezes tenha coisas, que fazem perder a paciência a um Santo.
a um nível superior, aos anteriores, mostrou na segunda-parte, quando entrou B.Gama - um jogador a merecer atenção, assim como L.Lima, ao contrário de B.Vale, que já não deve voltar a ter hipóteses -, que tem muitas dificuldades. Estiveram bem, os jovens Ventura, Rabiola e Diogo Viana - este jogou mais em 20 minutos, que Candeias em cerca de 70. Josué só jogou 3 minutos e por isso, não pode ser avaliado. Bem, também, os consagrados P.Emanuel, Stepanov, Pelé - tem tudo para singrar no F.C.Porto. Será que quer? - e principalmente Mariano, embora às vezes tenha coisas, que fazem perder a paciência a um Santo.Destaquei os Super-Dragões, porque com a noite fria que estava, num jogo que estava a ser fraco e pouco motivador, estiveram 90 minutos a apoiar, a cantar, ajudando a que dentro do campo, os jogadores tivessem sempre um incentivo, um estímulo e um entusiasmo, que certamente os ajudou a alcançar a vitória.
Notas finais: - Artur Soares Dias, meu herói, marcar dois penaltis no Dragão é obra! Mas olha, tem cuidado, porque o auxiliar do lado nascente vê mal e no futuro, pode trazer-te problemas.Mas foi melhor assim, não fizeste como o outro, que deixou passar em claro, um penalti do tamanho do Colombo. É comprensível, os vermelhos precisavam de um comprimido anti-crise e nada melhor que as pastilhas Benquerença para animar a malta.
Parece que Edson, lateral e central, que estava emprestado à Académica vai regressar ao F.C.Porto e para o lugar de Lino. Conheço-o mal, pois raramente jogava na equipa de Coimbra e também não vejo jogar a equipa de Domingos. O F.C.Porto tem, é notório, um problema nas laterais, mas só deve contratar alguém, se de facto for um jogador que dê garantias. Não sendo possível...é melhor fazer regressar jogadores ligados ao clube e esperar a oportunidade certa, para resolver definitivamente a questão, que já virou novela, da lateral-esquerda da defesa.
Declarações de Jesualdo no final da partida:
Atestado de confiança
«Estou satisfeito com a resposta da equipa. Notou-se alguma falta de ritmo de alguns jogadores, mas sob o ponto de vista táctico não houve quebras na equipa. Foi um jogo bom para estes jogadores, que responderam bem ao atestado de confiança que lhes apresentámos. Considero que o F.C. Porto ganhou hoje mais jogadores para o seu plantel».
Seriedade na prova
«O resultado foi justo e o F.C. Porto um justo vencedor. Levamos a prova a sério e fizemos, à semelhança do que acontece em muitos países, uma gestão do plantel em função dos interesses da equipa. Temos de fazer essa gestão, tendo em conta as quatro provas em que estamos inseridos, com cuidado e objectividade, no sentido de potencializar as capacidades dos jogadores. No F.C. Porto qualquer jogo é para ganhar e qualquer jogador sente essa exigência. A seriedade do F.C. Porto nesta competição é total».
Gestão do plantel
«A nossa gestão dos jogadores tem sempre em conta as diferentes provas e a sequência de jogos que vamos enfrentar em Janeiro e em Fevereiro obriga-nos a um trabalho meticuloso, no sentido de termos 24 jogadores prontos para responder às exigências. Aquilo que faço é encontrar soluções que mantenham a exigência alta. A equipa apresentou jogadores de qualidade, que têm vindo a crescer dentro do F.C. Porto e que hoje deram uma resposta positiva».













