Blogosfera portista unida contra a pouca vergonha

Há em todo o Universo portista da blogosfera, um sentimento de revolta contra as campanhas levadas a cabo por toda a C.Social - quem são as excepções? - contra o F.C.Porto. Diariamente somos confrontados com os ataques mais miseráveis, sem escrúpulos, baixos, onde vale tudo, mesmo tudo, para denegrir, insultar e achincalhar, o Tricampeão nacional. Se queremos ver a SIC, temos de levar com um Rui Santos, um F.M.Seara, um Dias Ferreira, um Nuno Luz, um José Augusto Marques ou um Jorge Baptista. Se vemos a TVI, até no jornal nacional, somos confrontados com um Pedro Pinto, de camisola do Benfica vestida, cachecol ao pescoço e bandeira na mão, a apresentar as notícias e isto, já para não falar nos jogos, onde a dupla Luís Sobral e Valdemar Duarte, é um delírio anti-portista, constante. Mas se na TVI e na SIC, eles podem sempre argumentar que não temos nada a ver com a linha editorial e se não estivermos bem, que mudemos de canal, o mesmo não se pode passar com a "querida" RTP, que sobrevive com o dinheiro de todos nós, nos impostos que pagamos e na factura da luz, onde nos tiram à descarada, uma taxa para o audio-visual, contra nossa vontade. E é na televisão pública que a pouca vergonha atinge maiores dimensões. Seja no Zona Mista, onde um avantajado - para não ferir algumas susceptibilidades -, que teve honras de post, uns dias atrás, descarrega semanalmente - ontem foi mais uma pouca vergonha -, a sua frustração e o seu anti-portismo doentio e intelectualmente desonesto. Seja no Trio d' Ataque, onde um realizador desiludido, solta sistematicamente a bílis contra o azul e branco e um sportinguista, especialista em sondagens que nunca batem certo, faz jus à imagem do seu clube: chorinhas e queixinhas. Seja no Domingo Desportivo, onde o benfiquista de Paredes - dizem que é o mentor de toda esta nojeira anti-portista na televisão pública - lidera e em que no tema sensível da arbitragem, os analistas são: Paulo Parati e Cruz dos Santos, conhecidos por adorarem o encarnado - então o ex-jornalista e ainda com uma coluna às terças- feiras na A Bola, é alguém que só vê para um lado. Seja no Telejornal ou no Jornal da Tarde, onde os destaques são sempre para o mesmo clube e o F.C.Porto é manifestamente, o parente pobre.
Mas se nas televisões estamos conversados, nas rádios públicas e não públicas, é a mesma história. O já falado Jorge Baptista na RR, Joaquim Rita e José Nunes, na Antena 1, enquanto na TSF, que não oiço há muito tempo, dizem-me que é igual ou pior, destilam ódio e fazem as pessoas mais calmas, perderem a paciência. Isto nos comentários, porque nas edições e salvo uma ou outra excepção, é tudo igual. Sobre os jornais é tudo tão óbvio, que nem vale a pena estar a perder tempo, sendo que até o jornal O Jogo - dito, mas não é, portista - já vai pelo mesmo caminho...
Contra tudo isto, tem aparecido uma frente unida, solidária, atenta, que vai dando combate a estas campanhas e vai denunciando, sem medo e com frontalidade, a pouca vergonha, que ao melhor estilo da propaganda Nazi, tenta fazer que uma mentira muitas vezes repetida, passe a ser verdade.
Esta frente unida, que é a blogosfera portista, tem prestado - todos sem excepção - um grande serviço ao F.C.Porto e tenho a certeza, o clube saberá reconhecer, na altura própria.
Nota final: este post tinha de ser emoldurado com as fotos dos dois cavalheiros que lhe deram origem: Hélder Conduto e Luís Freitas Lobo, escreveram na sexta-feira, em Paços de Ferreira, uma das páginas mais tristes da história do jornalismo da RTP. Que nunca mais se volte a repetir é a exigência de, e atrevo-me a dizer, todo o Mundo Azul e Branco, do F.C.Porto.
F.C.Paços de Ferreira 0 - F.C.Porto 2. No 400º post, um Porto de boa casta

Vou começar pelo fim: absolutamente miseráveis, os comentários dos jornalistas da RTP, Hélder Conduto e Luís Freitas Lobo durante o jogo: «a grande penalidade é polémica.» Como?! Hulk é derrubado de forma clara e o lance é polémico?! No lance do golo invalidado ao Paços, por mão nítida, de Carlos Carneiro, que desviou a trajectória da bola e enganou Helton, diz o Hélder Conduto: «eu deixa-va seguir o lance.» Deixava seguir o lance, mas deixava mal e só por cegueira doentia, alguém pode dizer que aquele lance foi mal julgado por Jorge Sousa e José Ramalho, o auxiliar que deu a indicaçao da ilegalidade do lance.
Todas as semanas é esta pouca vergonha e assistimos a estas mentiras a passarem para a opinião pública, como se fossem verdade. O copo está a encher, diria, que já está a deitar por fora. Ninguém consegue ficar indiferente perante tanta nojeira, tanta apreciação distorcida e isto não pode continuar. O F.C.Porto tem de tomar uma atitude, porque a campanha já ultrapassou todos os limites e isto não vai lá só com Labaredas...O jogo: grande entrada do F.C.Porto, com 25 minutos do melhor que tenho visto nos últimos tempos. Um golo, várias jogadas de perigo, domínio absoluto do meio-campo, ataques, ora pela direita, ora pela esquerda, com Lisandro e Hulk, autênticos Diabos à solta, faltando apenas um Farías no sítio certo e mais inspirado e uma melhor pontaria, para dilatar a vantagem e coroar, a clara superioridade portista. Depois e como já é costume, o ritmo abrandou, a pressão diminuiu, o Paços equilibrou, assustou e o
F.C.Porto nunca mais foi a mesma equipa e teve até alguma sorte, num remate à barra de Rui Miguel.Na segunda-parte o Paços voltou melhor - Paulo Sérgio o treinador pacense acertou nas correcções -, estava a jogar bem, a ter mais bola e a ser perigoso, quando numa jogada rápida de contra-ataque, Hulk sofreu falta indiscutível que o árbitro assinalou. Na conversão do penalty, B.Alves fez o 2-0 e acabou com o jogo, apesar da equipa da Capital do Móvel nunca se ter rendido, como prova o facto de ter feito um golo, bem invalidado por Jorge Sousa.
Tudo somado: vitória justa, incontestável do Tricampeão, com uns 25 minutos excelentes e o resto do tempo o F.C.Porto do costume: linhas baixas, iniciativa no adversário e de vez enquando, uns contra-ataques...
Helton, esteve bem, seguro, tranquilo, mas parece que facilitou no lance que a bola foi à barra.Sapunaru, até começou bem, mas depois foi complicando, perdendo confiança e a exibição baixou, embora não tenha sido o lateral desastrado de outros jogos.
Muito bem os dois centrais.
Cissokho, cumpriu e nota-se, está mais confiante e principalmente, a defender melhor, que para a frente, é ele bom.
Fernando, alterou coisas boas com coisas más - começou no seu desacerto a perda de qualidade da exibição portista. Talvez o facto de ter 4 amarelos o tenha condicionado e não deixado abordar os lances como é costume.
Muito bem Raul Meireles no melhor período da equipa e dos que menos baixou, no período mais complicado.
T.Costa fez um j
ogo muito bom e uniforme durante os 90 minutos.Lucho, entrou limitado e a medo, a indiciar que não está bem fisicamente.
Mariano, jogou pouco tempo para merecer qualquer avaliação.
Farías, muito abaixo do jogo contra o Rio Ave. Contra a equipa de Vila de Conde esteve sempre no sítio certo, hoje estava sempre no sítio errado.
Rodríguez, uma arrancada e pouco mais.
Lisandro, muito bem, principalmente na primeira-parte, mas está a precisar de um golo para voltar ao normal e arrancar um grande final de época.
Hulk, os últimos são os primeiros. Mais um grande jogo, um grande golo - um delírio a tentativa do Conduto de tirar mérito ao brasileiro, dizendo que a bola sofreu um pequeno desvio - e decisivo no golo da tranquilidade - foi sobre ele o penalty do 2-0.
Declarações de Jesualdo no fim do jogo:
Risco assumido
«As decisões tomam-se antes de sabermos os resultados e os riscos da gestão foram assumidos. Em resultado disso, o F.C. Porto fez 30 minutos muitos bons, muito fortes e com uma capacidade muito clara para responder àquilo que o Paços de Ferreira poderia fazer, que passou sempre por uma grande densidade de jogadores a meio campo.»
Indiscutível
«Na segunda parte, a gestão tinha ser feita como a fizemos e creio que o F.C. Porto ganhou com justiça, perante um Paços de Ferreira positivo, conforme previ desde o primeiro momento, e que disputou connosco todo o jogo, à excepção dos primeiro minutos. Mais golo, menos golo, julgo que não se discute a justiça da vitória do FC Porto.»
Grande exigência
«Vimos de muitos meses a jogar com exigências muito altas e conseguimos sair para o jogo com o Sporting sem qualquer jogador impedido.»
A ganhar desde a Figueira
«Esta é a sexta vitória consecutiva do F.C. Porto fora, desde que perdemos na Figueira da Foz, frente à Naval.»
Indiferente
«O resultado do Sporting-Benfica é-nos indiferente, sendo certo que só será possível que a duas equipas percam pontos em caso de empate.»
Nota final: esta semana foi publicado um estudo que dizia que afinal os benfiquistas não eram 6 milhões, mas apenas 2,3 milhões.
Posso garantir que o estudo está errado e eles são de facto 6 milhões.
Como podem verificar pela imagem em baixo, os 3,7 que faltam, estão todos em Marte, o Planeta Vermelho.
Com a colaboração do meu amigo Monteiro do blog - dragaoatento

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F.C.Paços de Ferreira - F.C.Porto. Sair ileso da Mata(Real)
É um lugar comum, mas é verdade e não dá para fugir dele: vai ser um jogo difícil, porque já não há jogos fáceis e nós portistas, temos sentido isso na pele todas as semanas.
E vai ser difícil, porque o Paços tem qualidade e ainda no Domingo na Luz, o demonstrou.
Vai ser difícil, porque as dimensões do estádio da Mata Real - 105x64 contra 105x68 do Dragão - não ajudam nada, pois o espaço é mais limitado, benefícia a equipa que defende e como sabemos, o F.C.Porto, o futebol do F.C.Porto, baseado nas chamadas transições rápidas, precisa de espaço e dá-se mal, quando o não tem.
Vai ser difícil, porque o F.C.Porto tem vários jogadores em perigo de exclusão e isso pode obrigar a uma gestão, que queiramos ou não, tem influência no rendimento dos jogadores e consequentemente na equipa.
A juntar a todas estas dificuldades, é um jogo em vésperas de Liga dos Campeões e às vezes, os jogadores tendem a estar com u
m olho no burro outro no cigano. (*)
m olho no burro outro no cigano. (*)Para tornear todos estes problemas, o Tricampeão tem de dar tudo, estar com a cabeça no jogo, concentrado, jogando à procura da vitória desde o início e não ficar à espera, que as coisas aconteçam e os três pontos caiam do Céu. É também importante ter em conta, que no dia seguinte se disputa um Sporting/Benfica e uma vitória portista, colocará pressão acrescida nos rivais de Lisboa e em particular, no Benfica, que é o nosso adversário principal- está apenas a 1 ponto.
Queremos assistir ao jogo de Alvalade com a tranquilidade, de quem cumpriu bem a sua função.
O árbitro é Jorge Sousa, auxilado por José Ramalho e por José Luís Melo.
Convocados do F.C.Porto:
Guarda-redes: Helton e Nuno,
Defesas: Sapunaru, Rolando, B.Alves, Cissokho, Stepanov, P.Emanuel e Benítez,
Médios: Lucho, Fernando, R.Meireles, Mariano e T.Costa,
Avançados: Tarik, Lisandro, Hulk, C.Rodríguez e Farías
(*)- A minha amiga Ana Ferreira do luacintilante.blogspot.com enviou-me um mail com as razões de Abramovich para despedir Scolari. Dizia ela e cito:
« Porque depois da entrada do Quaresma o Abramovich não podia estar com um olho no burro e outro no cigano»
Numa altura em que Scolari está muito preocupado com a competitividade do campeonato português, esta brincadeira vem mesmo a calhar.

Antevisão de Jesualdo:
Adversário positivo
«Tradicionalmente, é um jogo difícil para o F.C. Porto. O Paços de Ferreira está nas meias-finais da Taça de Portugal, apresenta o quarto melhor ataque da Liga e é uma equipa positiva, conforme se pôde verificar na Luz.»
Importantíssimo
«A motivação dos jogadores do Paços de Ferreira será alta e estou convencido de que o nosso adversário se moverá num misto de luta e empenhamento. Perante este quadro, pelo grau de dificuldade que encerra e pelos três pontos que queremos conquistar, não restam grandes dúvidas sobre a importância que atribuímos ao jogo.»
Sem interferência nem preferência
«O clássico joga-se no dia seguinte, não interfere em nada com o jogo do F.C. Porto. O mais importante é somarmos três pontos em Paços de Ferreira. O resultado do Sporting-Benfica é secundário, pelo que não tenho preferência por qualquer desfecho.»
Atlético a seu tempo
«O compromisso da Champions, com o Atlético de Madrid, não condiciona a abordagem ao jogo de Paços de Ferreira. Mas haverá muito tempo para falarmos sobre ele.»
Sem observações…«Sobre a nota atribuída a Pedro Proença é que não falo. Essa não é a minha área.»
Sem observações…«Sobre a nota atribuída a Pedro Proença é que não falo. Essa não é a minha área.»
…Nem comentários
«Desconheço o teor das declarações do Paulo Sérgio, pelo que não poderei comentá-las, obviamente.»
Prontos a qualquer momento
«Farías não tem, necessariamente, de ser titular. Todos os jogadores do F.C. Porto têm de estar preparados para jogar, para ir para o banco ou para assistir da bancada. Aquilo que temos vindo a fazer é creditar cada vez mais jogadores, de forma a poderem acrescentar soluções e a poderem jogar a qualquer momento. Por isso, admito que o Farías possa jogar e admito que possa não jogar.»
Despreocupado, mas empenhado
«Essas notícias e esses nomes [de eventuais candidatos ao seu próprio cargo] não me preocupam. O que me preocupa, me deixa alerta e faz de mim mais forte e mais empenhado é o próximo jogo do F.C. Porto.»
Soneca dispensada
«Se Lazlo Boloni diz que o F.C. Porto será campeão, é a opinião dele. Não vou tirar uma soneca por causa disso e achar que já ganhei. Não deixa, no entanto, de merecer algum crédito, pelo facto de ser treinador e de conhecer o futebol português.»
Condição fundamental: arruaceiros e anti-portistas!

Nota introdutória: link do último Zona Mista onde podem comprovar as arruaças e o anti-portismo deste avantajado: http://tv.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=24386&e_id=&c_id=7&dif=tv
Há alguns meses, ao fazer zapping, fui parar na RTPN e no Zona Mista, programa que passa aos sábados a partir das 23 horas, na antiga RTP Norte, mas que agora se chama RTP Nacional - parece que só o facto de se chamar Norte estava a incomodar muito os centralistas do regime.
Não conhecia o programa, mas como era sobre desporto e futebol, fiquei a ver o que aquilo ia dar.
Quem estava a apresentar era o jornalista Manuel Fernandes Silva e como comentadores, de um lado Bruno Prata e do outro, um tipo muito avantajado - o realizador deve ter grandes dificuldades, quando tem de fazer grandes planos do homem -, João Gobern, que, para além dessa participação, também tem uma crónica na Antena 1 - já começam a perceber as razões da gordura?...teta do Estado! - e escreve artigos para o Record e Correio da Manhã - já começaram a topar?
Na altura falava-se na reunião do Conselho de Justiça da F.P.F e no facto de o Ministério Público estar a acompanhar o assunto. Gobern deitou faladura e eu fiquei logo esclarecido acerca do homem. Dizia ele e cito de cor: « o Ministério Público deve dedicar-se a outras coisas, como por exemplo, aos crimes da noite do Porto». Este programa foi na altura que na grande Lisboa, só numa semana, tinham sido assassinadas sete pessoas, mas o avantajado só estava preocupado com a noite do Porto, como se a noite do Porto fosse pior que a noite de Lisboa ou de qualquer outra cidade portuguesa, onde, infelizmente, cada vez há mais crimes. Mudei de canal, deixei de ver o programa e nunca mais quis saber dessa figurinha para nada, até que, no post de antevisão do F.C.Porto/R.Ave, reparei num comentário, onde se perguntava se alguém tinha visto o Zona Mista. Não vi, mas depois, mal ele ficou online fui verificar e lá estava o tipinho a destilar o seu ódio de estimação e com a complacência de um cinzento e apagado Bruno Prata, contra o F.C.Porto e o seu principal responsável.
A propósito do arquivamento do processo relativo ao jogo F.C.Porto/Estrela, nem o facto de 5 Juízes terem considerado a testemunha como não credível - O Juíz que analisou pela 1ª vez o processo, o Juíz de Instrução e os 3 Juízes do Tribunal de Relação -, foi suficiente para que Gobern ficasse convencido, porque para este e outros fariseus - António Pedro Vasconcelos, por exemplo -, a Justiça só é boa e funciona bem, quando incrimina e castiga o F.C.Porto e o seu Presidente, se não incrimina e absolve, ah, isso está mal e a Justiça não serve, não funciona... Para estes "senhores" vale tudo contra o F.C.Porto e o seu líder, nem que seja passar por cima da lei. Que tristeza!
Mas mais e no que respeita a Lisandro, o gordo queria à viva força que a C.Disciplinar o castigasse, porque disse ele, Lisandro simulou e a opinião de Gobern faz lei. O treinador do Benfica não concorda? Que se lixe o treinador do Benfica! Outros jogadores já simularam - Dí Maria? Não interessa, Lisandro tem que ser castigado...só lhe falta dizer porque é do F.C.Porto e isso basta. Uma vergonha!
Mas se Jesualdo sai em defesa dos seus jogadores e diz que também já foram vítimas de entradas duras e violentas... O seboso atira-se a Jesualdo e pergunta quais, não se lembra, mesmo que no Porto/Benfica, Sidnei tenha apontado ao calcanhar de Lucho... Esquecimento lamentável, ó gordo!
Resumindo: estes tipos são escolhidos a dedo e a condição fundamental é serem arruaceiros e dizerem mal do F.C.Porto - dirigentes, técnicos, jogadores e adeptos. De um lado temos um vermelho fanático, tendencioso, sectário e anti-portista; do outro, como contraponto, temos um morninha, cinzento, que não aquece nem arrefece e até fica incomodado quando o apresentador - no Sábado, Hugo Gilberto -, lhe diz que está em desacordo com o Gobern. Sabendo que na RTPN, o benfiquista de Paredes é sub-director, apetece perguntar: será que ele não tem nada a ver com as escolhas do ponto e do contraponto?
Nota final: quase todos os dias, neste ou naquele canal de televisão, na rádio ou nos jornais, a campanha de desinformação ao melhor estilo da propaganda Nazi, está presente, para ver se uma mentira muitas vezes repetida passa a ser verdade. Na parte que me toca, e dentro das minhas limitadas possibilidades, não permitirei e denunciarei, sempre estas poucas vergonhas.
Se para estes tipos vale tudo, não me peçam a mim que seja polido, correcto e principalmente, que dê a outra face. Não, quem não se sente não é filho de boa gente e eu sou.
Ilídio Pinto, Miguel Sousa Tavares e António Simões


Ilídio Pinto é o meu destaque nos Dragões de Ouro 2007/2008.
Dirigente de eleição, portista genuíno, apaixonado, dedicado e desinteressado, o Senhor Hóquei em Patins, onde tem uma obra notável, merece tudo e mais alguma coisa.
O Dragão de Honra é justíssimo e até, peca por tardio...
Muitos parabéns!
Nortada de Miguel Sousa Tavares:
De forma alguma credível
«1 - Quinta-feira foi um dia aziago para alguns ilustres benfiquistas e para alguns defensores do Estado da Calúnia contra o Estado de Direito: o Tribunal da Relação do Porto, por voto unânime dos três desembargadores, confirmou a sentença do tribunal de primeira instancia que mandou arquivar o célebre «caso da fruta», envolvendo o jogo FC Porto-Estrela da Amadora (2-0), de 2004, peça central do Apito Dourado. E mandou arquivar porque julgou que a prova decisiva em que se baseava a acusação do Ministério Público- o testemunho de Carolina Salgado- «como é bom de ver, não é de forma alguma credível» e, pelo contrario, não podia nunca ser julgado isento. E, quanto aos supostos «erros de arbitragem» que, segundo o MP, teriam favorecido o FC Porto (num jogo que já só era a feijões), a Relação julgou que «eles não são mais do que aqueles que os agentes de investigação consideraram...por conjectura ou imaginação...e não o resultado da perícia e das declarações dos peritos». E, acrescentaram os juízes, o que a peritagem concluíu foi que «nenhum dos lances que originaram os golos do F C Porto foram precedidos de erros de arbitragem» e, por isso, nunca a acusação poderia concluir que os erros ocorridos «são causa adequada do resultado final quando favorecem o F C Porto, e completamente inóquos quando favorecem o Estrela da Amadora». Para quem sabe ler, o que os desembargadores dizem é que toda a acusação se baseou em preconceitos clubisticos e assentou na credibilidade de uma testemunha que, de todo, a não merece. Ando a escrever isto há dois anos, mas há quem ache que a justiça dos tribunais não presta, a do Comissão Disciplinar da Liga- onde os juízes são escolhidos por influências dos clubes, onde se julga sem contraditório e sem sequer ouvir testemunhas- essa, sim, é que é a verdadeira. Foi isso, por exemplo, que José Manuel Delgado quiz dizer, num elucidativo texto aqui, sábado passado e acompanhando uma resumida notícia sobre a sentença da Relação, e no qual ele defendia nas entrelinhas que é uma chatice que a justiça comum tarde em render-se à campanha de moralização do futebol português, tão exemplarmente encabeçada pelo exemplar Sr. Vieira.Mas convém recordar que este processo da «fruta» já antes tinha sido investigado pelo MP e arquivado por absoluta falta de indícios probatórios. Foi então que o Dr. Pinto Monteiro, acabado de ser nomeado Procurador-Geral da República e interrogado sobre o «livro» «de» Carolina Salgado, respondeu que ia mandar investigar o que lá vinha- assim lhe conferindo, logo, uma credibilidade que não podia saber se a coisa justificava. E nomeou, perante o aplauso de toda a nação benfiquista, uma task-force encabeçada pela Dr.ª Maria José Morgado para investigar o FCPorto e Pinto da Costa- e apenas eles. E a Dr.ª Morgado agarrou-se à pretensa «testemunha» como se Deus falasse pela boca dela. Gastou aos contribuintes milhares e milhares de euros a fazer «proteger» a sua testemunha, dia e noite, por dois seguranças cuja verdadeira função era a de fazer crer que ela poderia estar ameaçada, tal era a importância daquilo que sabia. E obrigou o MP do Porto a reabrir o processo e levar uma acusação a tribunal. O tribunal respondeu com a não-pronúncia dos réus e, vexame máximo, ainda mandou abrir um processo contra Carolina Salgado por crime de «falsidade de testemunho agravado». A Dr.ª Morgado entendeu recorrer para a Relação e a Relação acaba de lhe dar a resposta que merecia e que, houvesse algum sentido de responsabilidade, deveria levar o Sr. Procurador-Geral e a Sr.ª Procuradora, pelo menos, a pedir desculpas públicas.Mas, não. Tudo continuará na mesma. Como se nada se tivesse passado, continuarão a escrever sobre o «Apito Dourado» e a «fruta» como verdade estabelecida, continuarão a tentar que a «justiça desportiva» consiga excluir o FC Porto da Liga dos Campeões, em benefício do Benfica. E o Sr. Vieira, verdadeiro criador da criatura caída em descrédito e genuíno paradigma do fair-play, continuará a dizer que a hegemonia do FC Porto nos últimos 20 anos se deve apenas a batota. Como aliás o demonstra a comparação entre as carreiras europeias do Benfica e do FC Porto nos últimos 20 anos...
«1 - Quinta-feira foi um dia aziago para alguns ilustres benfiquistas e para alguns defensores do Estado da Calúnia contra o Estado de Direito: o Tribunal da Relação do Porto, por voto unânime dos três desembargadores, confirmou a sentença do tribunal de primeira instancia que mandou arquivar o célebre «caso da fruta», envolvendo o jogo FC Porto-Estrela da Amadora (2-0), de 2004, peça central do Apito Dourado. E mandou arquivar porque julgou que a prova decisiva em que se baseava a acusação do Ministério Público- o testemunho de Carolina Salgado- «como é bom de ver, não é de forma alguma credível» e, pelo contrario, não podia nunca ser julgado isento. E, quanto aos supostos «erros de arbitragem» que, segundo o MP, teriam favorecido o FC Porto (num jogo que já só era a feijões), a Relação julgou que «eles não são mais do que aqueles que os agentes de investigação consideraram...por conjectura ou imaginação...e não o resultado da perícia e das declarações dos peritos». E, acrescentaram os juízes, o que a peritagem concluíu foi que «nenhum dos lances que originaram os golos do F C Porto foram precedidos de erros de arbitragem» e, por isso, nunca a acusação poderia concluir que os erros ocorridos «são causa adequada do resultado final quando favorecem o F C Porto, e completamente inóquos quando favorecem o Estrela da Amadora». Para quem sabe ler, o que os desembargadores dizem é que toda a acusação se baseou em preconceitos clubisticos e assentou na credibilidade de uma testemunha que, de todo, a não merece. Ando a escrever isto há dois anos, mas há quem ache que a justiça dos tribunais não presta, a do Comissão Disciplinar da Liga- onde os juízes são escolhidos por influências dos clubes, onde se julga sem contraditório e sem sequer ouvir testemunhas- essa, sim, é que é a verdadeira. Foi isso, por exemplo, que José Manuel Delgado quiz dizer, num elucidativo texto aqui, sábado passado e acompanhando uma resumida notícia sobre a sentença da Relação, e no qual ele defendia nas entrelinhas que é uma chatice que a justiça comum tarde em render-se à campanha de moralização do futebol português, tão exemplarmente encabeçada pelo exemplar Sr. Vieira.Mas convém recordar que este processo da «fruta» já antes tinha sido investigado pelo MP e arquivado por absoluta falta de indícios probatórios. Foi então que o Dr. Pinto Monteiro, acabado de ser nomeado Procurador-Geral da República e interrogado sobre o «livro» «de» Carolina Salgado, respondeu que ia mandar investigar o que lá vinha- assim lhe conferindo, logo, uma credibilidade que não podia saber se a coisa justificava. E nomeou, perante o aplauso de toda a nação benfiquista, uma task-force encabeçada pela Dr.ª Maria José Morgado para investigar o FCPorto e Pinto da Costa- e apenas eles. E a Dr.ª Morgado agarrou-se à pretensa «testemunha» como se Deus falasse pela boca dela. Gastou aos contribuintes milhares e milhares de euros a fazer «proteger» a sua testemunha, dia e noite, por dois seguranças cuja verdadeira função era a de fazer crer que ela poderia estar ameaçada, tal era a importância daquilo que sabia. E obrigou o MP do Porto a reabrir o processo e levar uma acusação a tribunal. O tribunal respondeu com a não-pronúncia dos réus e, vexame máximo, ainda mandou abrir um processo contra Carolina Salgado por crime de «falsidade de testemunho agravado». A Dr.ª Morgado entendeu recorrer para a Relação e a Relação acaba de lhe dar a resposta que merecia e que, houvesse algum sentido de responsabilidade, deveria levar o Sr. Procurador-Geral e a Sr.ª Procuradora, pelo menos, a pedir desculpas públicas.Mas, não. Tudo continuará na mesma. Como se nada se tivesse passado, continuarão a escrever sobre o «Apito Dourado» e a «fruta» como verdade estabelecida, continuarão a tentar que a «justiça desportiva» consiga excluir o FC Porto da Liga dos Campeões, em benefício do Benfica. E o Sr. Vieira, verdadeiro criador da criatura caída em descrédito e genuíno paradigma do fair-play, continuará a dizer que a hegemonia do FC Porto nos últimos 20 anos se deve apenas a batota. Como aliás o demonstra a comparação entre as carreiras europeias do Benfica e do FC Porto nos últimos 20 anos...
2 - Tive o saudável bom-senso de me pirar daqui na altura crítica deste clima de histeria, quando, no espaço de doze dias, ao FC Porto coube defrontar os três clubes de Lisboa: Belenenses, Benfica e Sporting. Dos três jogos só soube à distância e não vi nada, depois, senão os dois cruciais lances do Dragão. Mas deixei os jornais guardados e fartei-me de sorrir ao lê-los. E então, do pouco que vi e li, constatei o seguinte:— em Alvalade, houve dois penalties do Sporting contra o Porto, que viraram o resultado (há trinta anos que é assim...). Na página 11 da edição de 5/02 de A BOLA vêm as respectivas fotografias. Na primeira, não se vê rigorosamente nada que possa justificar um penalty, mas a legenda diz que se deve «dar o benefício da dúvida ao árbitro». Na segunda, vê-se o Sapunaru no chão, com uma mão pousada suavemente sobre a anca de Postiga e a legenda reza que foi «penalty claro» ( a fazer lembrar a mão pousada no ombro do João Moutinho e que também foi «penalty claro» no Sporting-Porto para o campeonato);— na edição de 9/02, vêm duas fotografias do penalty do Dragão, onde, tal como nas imagens televisivas, se vê claramente a mão de Yebda tentando travar Lisandro pela barriga. A legenda, porém, diz que foi só um «toque» e quando ele já estava em queda (a cuja não se vê de todo). Ora, eu até concedo que aquela mãozinha não chegasse para justificar um penalty; o que não percebo é como é que os três penalties de Alvalade são claros ou merecem o benefício da dúvida e aquele seja um «roubo» evidente...— evidente, evidente, é que aos 19 minutos do jogo do Dragão, Reyes rasteirou Lucho dentro da área. Ele foi ao chão e levantou-se, prosseguindo a jogada e dando ao árbitro mais do que tempo para se lembrar de que não há lei da vantagem em caso de penalty. Ou seja, o árbitro do Dragão errou primeiro contra o FC Porto e depois contra o Benfica. Não entendi, assim, porque fizeram desta arbitragem mais um caso para o «Apito Dourado» e porquê que o José Manuel Delgado teve logo de ir ouvir Luís Filipe Vieira em mais uma «entrevista exclusiva», para dizer o mesmo de sempre- ele, que até nem vê os jogos.
3 - E anteontem, infelizmente (eu odeio penalties, desde a infância, onde enjoei de os ver na Luz e em Alvalade e sempre, sempre, para o mesmo lado...), um FC Porto com um ataque reduzido ao génio de Hulk e à absoluta inutilidade de Mariano e Farias, só conseguiu inaugurar o marcador contra o último classificado e no Dragão, através de um penalty que, vendo na televisão, ninguém de boa-fé pode dizer se existiu ou não. Mas logo estava a receber uma mensagem de um amigo benfiquista garantindo que, na sua televisão, tinha sido mais um «roubo» evidente. E, embora três minutos depois, só o árbitro e o fiscal-de-linha não tenham visto a bola dentro da baliza do Rio Ave, seguiu-se nova mensagem a garantir-me que também aquele árbitro estava comprado. Depois do Benfica-Porto, li alguns benfiquistas queixarem-se de que tinham sido vítimas do «excesso de isenção» de um árbitro sabidamente benfiquista. Mas, curiosamente, só se queixaram da nomeação depois e não antes do jogo: antes, não lhes ocorreu estranhar que para um Porto-Benfica onde muito do campeonato se podia decidir, tenham escolhido um árbitro que é sócio do Benfica. Olha se fosse sócio do Porto, o que não diriam!Aliás, acho que seria útil que a direcção do Benfica encarregasse o João Gabriel de anunciar publicamente a short-list dos raríssimos árbitros que, à imagem do seu próprio presidente, consideram sérios. E Vítor Pereira faria o favor de só nomear esses dois ou três para todos os jogos do Benfica e do Porto.»
O meu comentário: notável artigo do Miguel, que diz claramente, na A Bola o que é A Bola e o que é o Delgado: um jornal vermelho, com um jornalista - Delgado - sempre pronto para fazer todos os fretes que forem necessários.
Mas há outro artigo na A Bola, que merece destaque. Refiro-me ao " Com a bola ou talvez não " da autoria de António Simões, jornalista cujo artigo de 30 de Abril de 2008:" CARROÇAS VAZIAS..." eu destaquei, no post com o título:A BOLA também tem coisas boas! e no qual, a respeito de A.Simões escrevi:«No meio do imenso Oceano Vermelho que é o jornal da Travessa da Queimada, existe uma pequena ilha - não sei nem me interessa de que cor -, um Paraíso, que vale a pena disfrutar semanalmente.»
O artigo " Com a bola ou talvez não " de hoje chama-se:«(Des)enganos.
«LIGUEI a TV, percebi que lhe perguntaram sobre Lisandro, se deveria ser castigado por ter enganado Pedro Proença contra o Benfica – e ouvi Quique Flores dizer que como jogador também fizera simulações assim, mas agora só se preocupava com «as tácticas e as convocações», que por questões «burocráticas» não entrava. Pum! E a minha cabeça foi, em rodopio, parar ao Catch 22 de Heller. A Yossarian, o piloto de bombardeiro da US Air Force que na ilha de Pianosa descobriu que a dirigi-lo estava comandante comicamente inepto, falsete que lhe prometia que após determinado número de missões voltaria a casa mas nunca voltava porque catch 22 era regra que determinava que só seria desmobilizado se enlouquecesse e se requeresse dispensa por essa via dava sinal de lucidez, logo teria de voar - ou morrer. A Major Major Major (sim, era nome de baptismo!), comandante dos comandantes, que a major subiu no primeiro dia de carreira graças a falha no sistema informático. A Milo Minderbinder, o oficial da messe, que enriqueceu dominando mercados negros de bens e consciências, assinando até contrato com alemães para bombardearem o seu próprio esquadrão. A Doc Daneeka, o médico que depois de erro burocrático lhe decretar «baixa por morte» andou em afã para provar que estava vivo e glorioso, ninguém lhe dando crédito – nem a mulher, deliciada com o cheque que todos os meses lhe calhava do seguro de vida. Não, Catch 22 não é romance sobre a II Guerra Mundial – é sobre o absurdo, o videirismo, a manigância, as tropelias do poder. Como o futebol que se joga fora de campo em Portugal se povoa de figuras como as de Heller: espectro largo de excêntricos, hipócritas, manipuladores – gostei de ver Quique, sério e livre, despachar numa frase a ideia de que o que o futebol tem de sublime e apaixonante também lhe vem da arte do engano, que pode estar, metáforica, na Mão de Deus de Maradona ou no penalty de Chalana contra a URSS ou... ou... ou...
Muito bom, sem dúvida!
Uma nota final: A.Simões - sei por experiência própria -, é um jornalista digno, honrado e que respeita quem o lê.
PS-Artigos do Miguel e A.Simões, surripados do blog: Portistasforever
F.C.Porto 3 - Rio Ave F.C. 1. Aguenta coração...


De facto é preciso um coração saudável, forte e resistente, para aguentar tanto sofrimento...sem necessidade...
Depois de uma 1ª parte de bom nível, em que jogou um futebol agradável, marcou um golo válido e dois que não valeram, mas que deviam ter valido - num lance, a bola está claramente, dentro da baliza. E no outro, Farías, está mais em jogo, que o jogador do Belenenses que apontou o golo do 1-2, no último Belenenses/F.C.Porto -, mandou duas bolas aos ferros e obrigou Paiva a grandes intervenções, o F.C.Porto voltou para a 2ª parte, diferente e fiel aos velhos hábitos de descansar sobre a vantagem, que tantos problemas lhe tem causado e tantas ar
rítmias tem provocado, no coração dos seus fiéis adeptos que assistem às partidas.Hoje para não variar, voltou a acontecer e Jesualdo tem culpas no cartório: se Fucile tinha de sair, porque é que o técnico portista não fez troca por troca, fazendo entrar T.Costa para lateral-direito e mantendo Fernando no seu lugar de trinco? Ao colocar o jovem brasileiro na lateral e colocando o argentino como trinco, Jesualdo, fez duas mexidas e pior, desarticulou a equipa, encrencou o jogo, fez a qualidade baixar substancialmente, sofreu o empate e sujeitou-se, a ouvir do que não gosta e a ver uns lenços brancos, injustos, mas compreensíveis, perante a perspectiva de mais dois pontos perdidos em casa.
Valeu que Farías, estava inspirado e mostrou que na área, pode ser matador. E pode ser matador e importante, se tiver
possibilidades de jogar e tiver tempo de jogo. Não pode é entrar, como contra o Benfica a 3 minutos do fim e fazer milagres. Que Jesualdo tenha, nesta questão, aprendido a lição.
possibilidades de jogar e tiver tempo de jogo. Não pode é entrar, como contra o Benfica a 3 minutos do fim e fazer milagres. Que Jesualdo tenha, nesta questão, aprendido a lição. Também a forma como a equipa gere as vantagens, tem de ser revista e não pode acontecer, o conjunto Tricampeão, ficar conformado com vantagens de apenas um golo, baixar a concentração, a disponibilidade para marcar, pressionar, jogar, e dar ao adversário a possibilidade de, perante uma diferença mínima, acreditar. Esta equipa do F.C.Porto tem de aprender - já devia ter aprendido - a matar os jogos e não ficar sujeita a percalços como podia ter acontecido hoje.
Tudo está bem quando acaba bem, mas já chega de baldas! Nesta guerra sem quartel, não podemos ser nós, a dar tiros nos pés.

Notas finais:
não gostei nada de Rolando. Esteve desastrado a defender - chegou a perder bolas de cabeça para um jogador que media, seguramente, menos 20 cm que ele - e mal a entregar.
Também não gostei de Mariano - às vezes tira-me do sério. Perde bolas da forma mais infantil.
Gostei de Cissokho a atacar, mas continua a revelar algumas, muitas, debilidades a defender.
R.Meireles teve coisas boas e outras más, mas aguentou os 90 minutos, o que é de saudar.
Lucho jogou muito bem e teve um rendimento uniforme durante todo o jogo.T.Costa pouco esclarecido, trapalhão, a querer fazer tudo muito depressa, esteve bem pior que Fernando, que jogou muito bem a trinco e menos bem a lateral-direto, acusando falta de rotina do lugar.
C.Rodríguez, não esteve inspirado, abusando dos lances individuais e não soltando a bola no momento certo.Farías e Hulk, foram os melhores. O brasileiro fez uma primeira metade excepcional e merecia, ter marcado um ou dois golos. Baixou um pouco na segunda-parte, mas
jogando sempre a um nível superior à média. Tecla marcou dois golos, mais um que não valeu e sofreu a grande penalidade que Lucho converteu. Exibição muito positiva. O que se pede a um avançado? Que marque golos e Farías marcou golos.
jogando sempre a um nível superior à média. Tecla marcou dois golos, mais um que não valeu e sofreu a grande penalidade que Lucho converteu. Exibição muito positiva. O que se pede a um avançado? Que marque golos e Farías marcou golos.Lisandro, que passa hombre? Sejam quais forem as razões - baixa de forma, renovação do contrato ou qualquer outra coisa -, Licha é uma sombra do jogador alegre, que jogava muito e marcava golos atrás de golos.
Resolvam o problema de Lisandro e rapidamente. Não podemos dar-nos ao luxo de não contar com o melhor marcador da época passada, nesta fase decisiva da época.
Ah, Helton...cumpriu e não teve culpas no golo de Coentrão, que capricha em marcar grandes golos no Dragão.
PS- Hoje no jornal do Benfica - A Bola -, um PORCO FEDORENTO, insulta o F.C.Porto e o seu Presidente. A culpa é do director do jornal que lava as mãos como Pilatos e permite este tipo de artigos, semanalmente.
Se A Bola não acaba com a pouca vergonha, pode contar que um dia destes, o nível vai baixar e Vítor Serpa, Delgado, Guerra, Bonzinho e afins, vão ser tratados da mesma forma, que o PORCO FEDORENTO, trata o F.C.Porto e o seu Presidente.
Análise de Jesualdo:
Justo
«Conseguimos uma vitória justa e a verdade é que não dava para sentir-se que o F.C. Porto poderia passar pelas dificuldades que passou, embora, a determinada altura, o golo do empate tenha criado um cenário pesado. O Rio Ave surpreendeu pela positiva.»
Reacção
«Ainda bem que o golo aconteceu, porque permitiu perceber a capacidade de reacção da equipa, numa dinâmica de querer sempre acompanhada pelo público.»
Mérito
«Ganhámos com todo o mérito e, além do resultado, fica a capacidade revelada pela equipa, que foi competente a responder a um golo, magnífico, aliás, apontado a dez minutos do fim.»
Pressão
«A vitória nasceu da forma como a equipa foi capaz de pressionar e ganhar na grande área aquilo que noutras ocasiões não tem conseguido.»
Crescimento
«O nosso objectivo, ao deixar o Lisandro e o Rodríguez no banco, era criar condições precisamente para aquilo que aconteceu. Os jogadores continuam a crescer, o que é bom para os desafios que se avizinham.»
F.C.Porto - Rio Ave F.C.. Tempo para o jogo jogado


E no tempo para o jogo jogado, é tempo para regressar às vitórias, porque o que é de mais é moléstia.
É tempo, senhor professor, de o senhor e a sua equipa, deixarem de nos dar espectáculos pobres, exibições fracas e resultados negativos.
É tempo, senhor professor, de ao contrário do que tem acontecido, a equipa depois de marcar, não baixar o ritmo, diminuir a pressão e entrar naquela sonolência que a tem caracterizado nos jogos no Dragão.
É tempo, pelo contrário, para procurar aumentar a vantagem, consolidar a vitória e partir, para um jogo, já não digo bom, mas razoável.
Contra o Benfica, senhor professor, assisti a um comportamento da equipa do F.C.Porto, que já não me lembro de acontecer nos Estádios portistas - Antas e Dragão : marcamos o empate e isso não motivou, não galvanizou, a equipa, que ao conseguir marcar, ficou contente e conformada com o empate.
Isso, senhor professor, era o Porto doutros tempos, mas, felizmente, já muito longínquos!
O senhor, tem pedido muito público e o apoio dos adeptos portistas no Dragão...umas vezes mais, outras menos, esse apoio não tem faltado. O que é que o senhor e a equipa, têm oferecido em troca? Pouco, meu caro professor, muito pouco!
Amanhã, contra o Rio Ave, mais uma vez esse apoio não vai faltar. Que apesar das dificuldades que a equipa de Carlos Brito - tem uma defesa experiente e que se aguenta, um meio-campo batalhador, que marca bem e três rapazes na frente; Yazalde, Coentrão e Candeias, que correm muito e sabem jogar -, nos vai colocar, possamos ganhar, com tranquilidade...
Os tempos, senhor professor, como o senhor já deu conta, são de guerra - sem aspas - e para isso, nós os adeptos, precisamos de saber, se temos gente, para como diz o outro, irmos para a guerra. Nós adeptos, estamos preparados para lutar pelo Tetra, contra tudo e contra todos. E vocês?
A antevisão do treinador do F.C.Porto:

Adversário motivado
«Vai ser uma partida difícil, como têm sido todas. Qualquer equipa que defronta o F.C. Porto apresenta-se com maior motivação, mais alerta, com processos mais trabalhados e com maior disponibilidade para o jogo. Essa postura tem-nos causado problemas, sobretudo nos encontros no Dragão. Temos tido a capacidade de chegar à zona de finalização, temos criado muitas ocasiões de golo que, por um ou outro motivo, não têm acontecido. É evidente que isso tem consequências no plano da confiança e da auto-estima da nossa equipa».
Sem antecipar cenários
«As análises em torno dos jogos dependem das pessoas que as fazem. Desde que estou no F.C. Porto, habituei-me a esse tipo de situações e estou certo de que são os jogadores do F.C. Porto os mais atingidos por essas avaliações. Temos de lidar com as questões dos castigos no momento próprio, não criando dispersão, nem antecipando qualquer ansiedade. Essas situações são planeadas e esses cenários são equacionados no seu momento».
Gestão coerente
«Seguimos aquilo que anteriormente projectámos e fazemo-lo em função dos jogos, dos jogadores e dos seus castigos. Poderemos mudar os nossos processos por razões incontroláveis, mas a gestão da equipa é feita em função do calendário do F.C. Porto e das provas em que está inserido. É uma gestão que respeita os interesses do clube, para podermos ter desempenhos positivos. Umas vezes consegue-se, outras não. Assumo em absoluto as responsabilidades por essas decisões. A nossa preocupação é a de colocar em campo a melhor equipa do F.C. Porto».
Rio Ave mais forte
«O Rio Ave mudou de treinador e parece-nos ser uma equipa ainda à procura dos processos de jogo do seu treinador. Ganhou novos argumentos com os jogadores que chegaram à equipa e parece-nos ser, neste momento, uma equipa mais forte. O facto de estar em último lugar no campeonato nada quer dizer e o Rio Ave merece-nos o mesmo respeito que qualquer outra equipa. O nosso objectivo é ganhar, através da eficácia dos nossos jogadores».
Adversário motivado
«Todos os jogadores estão especialmente motivados para jogar com o F.C. Porto. O Miguel Lopes é profissional do Rio Ave e vai certamente fazer um jogo idêntico àqueles que levaram o F.C. Porto a contratá-lo».
O árbitro é Elmano Santos, auxiliado por Sérgio Serrão e por José Oliveira.
Convocados do F.C.Porto:
Convocados do F.C.Porto:
Guarda-redes: Helton e Nuno,
Defesas: Fucile, Rolando, B.Alves, Cissokho, Stepanov e P.Emanuel,
Médios: Lucho, Fernando, R.Meireles, Mariano e T.Costa,
Avançados: Tarik, Lisandro, Hulk, C.Rodríguez e Farías
Nota final: Vieira, esse paladino da palavra e um exemplo de desportivismo e de boas maneiras - consegui escrever isto sem me rir -, veio apelar às novas tecnologias no futebol.
Como já referi em post há tempos atrás:A propósito do domínio do F.C.Porto: com papas e bolos se enganam tolos! há sempre razões para desculpar os insucessos...antes:
ganhavamos, porque a Associação Futebol do Porto era a mais poderosa e escolhia o Presidente dos árbitros. -Tem de ser a Liga a organizar a competição mais importante do futebol português - gritavam os grandes da capital, já assustados com o despertar do Dragão. E a organização do campeonato lá passou para a Liga. Na Liga, o F.C.Porto ganhou com Pinto da Costa a Presidente, sem Pinto da Costa a Presidente e até, com a Liga a ser presidida pelo Presidente do Benfica. Ganhou com o Líder portista sentado no banco dos suplentes e sem o Líder no banco. Ganhou com Guilherme Aguiar a Director Executivo e sem ele a D. Executivo. Ganhou com árbitros nomeados e com árbitros sorteados. Ganhou com Apito e sem Apito...
Venham as novas tecnologias, venham árbitros estrangeiros, venham quem vocês quiserem...
vocês não ganham e por uma razão: são incompetentes até dizer basta!
vocês não ganham e por uma razão: são incompetentes até dizer basta!

Como hoje é dia dos namorados, deixo-vos com todo o fair-play, uma foto que me enviou uma amiga- Miss Jones - que está o máximo! - Larga o rapaz ó Proença!
Benfica no seu melhor: populismo, trauliteirismo e demagogia.


Tal como aconteceu há tempos atrás, queixa contra C.Rodríguez por pseudo-agressão a Nuno Gomes - para alguns Maria Amélia -, que tinha por objectivo lançar a confusão, criar polémica, perturbar e daí, tirar dividendos, o Benfica volta à carga, agora contra Lisandro e B.Alves. Conta, como podem verificar, com a prestimosa colaboração da máquina de propaganda vermelha, que ao assobio, de um papagaio verde, com o bico encarnado - Parabéns Labaredas!-, se mobiliza e faz passar a mensagem.
Os porquitos da bola, até já decidiram, que Lisandro simulou... para estes porquitos, já está resolvido: Lisandro castigado e impedido de jogar contra o Sporting.
Toda esta algazarra populista, demagógica e trauliteira, não surpreende e vai continuar. É necessário estar preparado e mentalizado, para para a combater e, principalmente, da parte dos profissionais do F.C.Porto, lhe dar resposta dentro do campo. No passado não muito longínquo, estes ataques serviam para unir, cerrar fileiras, ir à luta com tudo e ganhar. Espero, esperamos nós os portistas, que treinador e jogadores do Tricampeão, sejam capazes, de tal como no passado, ter essa estaleca que fez a história do F.C.Porto e o transformou no melhor clube português.
Notas finais: na última página de A Bola, em editorial, o Freteiro Delgado, esse vergonhoso exemplar de jornalista vermelho encardido, não esconde a azia que lhe provocou a decisão do Tribunal de Relação do Porto no caso do jogo F.C.Porto/Estrela da Amadora. Para este nojento, a Justiça só é boa e funciona bem, se o F.C.Porto e o seu Presidente, forem condenados. Quando isso não acontece... está tudo mal na Justiça!
Acho, Freteiro, que ainda vais inchar mais e portanto vai-te aviando com caixas de Kompensan, porque ou eu me engano muito, ou vais precisar de muitos comprimidos para essa azia crónica, que te consome há mais de 20 anos.
Também na A Bola, o "senador pateta", vem dizer que um grande amigo portista e com lugar cativo no Dragão, lhe mandou um SMS a dizer o seguinte: «Silvío, isto é injusto e é de mais. Assim é feio». Esse portista que mandou o SMS, só pode ser Luís Filipe Vieira, pois não estou a ver outro portista capaz de uma barbaridade dessas.
Ah, tenho pena, que Rui Moreira na sua coluna de senador, não tenha aproveitado a oportunidade para desmontar a teoria do Benfica prejudicado...mas é o seu estilo!
PS- Estou atento, muito atento, ao que diz um rapazinho chamado Hélder Silva, que apresenta o jornal da tarde da RTP. Esse menino, aproveita todas as oportunidades para demonstar o seu odiozinho de estimação para com o F.C.Porto. Um dia destes, vai ter honra de post.
Miguel Sousa Tavares: " A revolta dos medíocres."
Os anos passam e a pouca vergonha anti-portista continua.

Se neste artigo de Miguel Sousa Tavares no jornal Público, de 15 de Novembro de 1996, mudarmos os nomes aos protagonistas, verificamos, que podia, perfeitamente, ser escrito nos dias de hoje.
Agora, como no passado, as campanhas ordinárias e vergonhosas, contra o F.C.Porto e os seus responsáveis, estão na ordem do dia.
Realizadores subsídio-dependentes, que mamam, duplamente, na teta do estado; grupos de comunicação que venderam a alma ao Diabo, na esperança vã, de conquistarem o Sul - já perderam o Norte; jornais de referência nortenhos, entregues a marcelinos, qual salvadores da Pátria, foram capazes de convencer os patrões, que em tempos de crise, o Porto já era e os "6 milhões" têm de ser conquistados; jornais que se intitulam Bíblias, já nem se preocupam em disfarçar e são mais vermelhos que os próprios vermelhos; a televisão pública é a pouca vergonha que se conhece, onde até alguns, pouquinhos, portistas, viraram o bico ao prego e se tornaram tão cegos, como os piores dos anti-portistas - C.Rodríguez não deu com a mão na bola, mas teve a intenção...-, diz um desses; idem na rádio pública, onde um portista que engole as palavras e é o pior comentador de futebol que conheço, só viu um penalti no Dragão no Porto/Benfica - mas sendo ele tão incompetente, alguma razão teria de haver para que continue a comentar... e tantos e tantos exemplos que podiam ser citados...estão irmanados na campanha suja, negra - como diz o outro - contra o F.C.Porto e a favor no nosso maior rival. Mas tal como em 1996, nós sairemos por cima...
Este artigo do Miguel, podia ter-lhes aberto os olhos, porque lhes indicava o caminho para se ter sucesso, para ganhar coisas grandes, para a glória... Não perceberam, continuaram a ir pelo caminho errado, a verem a árvore, mas não a floresta e o que aconteceu? Continuaram - e vão continuar-, sem sair da cepa torta, a marcar passo...e enquanto eles se consomiam - e consomem - a ver fantasmas, o F.C.Porto depois de 1996, já foi novamente Campeão Europeu e do Mundo, para além de ter vencido a Taça Uefa.
Quase que aposto, que daqui a alguns anos, não muitos, a história se vai repetir...espero estar cá para contar.
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