F.C.Porto - Atlético de Madrid. Para que o sonho continue...




Mas para que isso aconteça, é necessário o Porto das grandes noites europeias, o Porto, que na condição de visitante, tem mostrado qualidade, concentração, coragem, valentia, determinação e que joga bem e não, o Porto abúlico, nervoso, tolhido, que desconfia do seu valor, que temos visto no belíssimo Estádio do Dragão.
Assim, com a consciência perfeita de tudo o que o espera, o F.C.Porto, amparado no apoio dos seus adeptos, que vão esgotar o magnífico anfiteatro do Campeão português, vai à terceira tentativa na era Jesualdo, tentar chegar aos quartos-de-final da Champions League.
O árbitro é o holandês Pieter Vink, auxiliado pelos seus compatriotas Arend Brink e Wilco Lobbert.
Defesas: Sapunaru, Rolando, B.Alves, Cissokho, Stepanov e Tomás Costa,

O miserável destaque de A Bola, ao artigo de M.S.Tavares
AQUILO que passará à história sob o nome de Apito Dourado foi uma operação sabiamente planeada e montada, visando um objectivo principal: quebrar os rins ao FC Porto, pôr um ponto final na sua hegemonia futebolística longamente exercida. Não o conseguindo no terreno de jogo, tentou-se então consegui-lo fora de campo, no terreno da justiça. O Apito Dourado, à revelia de tudo o que o senso comum e a simples boa-fé sabiam, pretendeu e pretende ainda demonstrar que, como dizia há dias o presidente do Benfica, esta longa sequência de sucessos desportivos do FC Porto se deve a «batota» e nada mais. Incluindo os dois títulos de campeão europeu e os dois títulos de campeão mundial de clubes.
Por isso mesmo, desde o início, o Apito Dourado teve apenas dois alvos declarados: o presidente do FC Porto e o presidente da Liga, Valentim Loureiro. O objectivo único era provar que, com o apoio do segundo, o primeiro construíra um sistema de corrupção e tráfico de influências, que era a única justificação para o domínio desportivo exercido — apenas isso, nem sequer a gritante incompetência da gestão desportiva dos rivais. À época, curiosamente, Valentim estava de costas voltadas com Pinto da Costa, tendo-se associado com o presidente do Benfica para dominar a Liga — que Luís Filipe Vieira afirmou ser mais importante do que ter uma boa equipe de futebol. Mas pouco importou: para atingir Pinto da Costa e demonstrar o seu poder «mafioso» era essencial demonstrar que ele dominava a Liga, mesmo que tal não fosse verdade. E uma das coisas eticamente mais eloquentes neste processo foi a forma como Filipe Viera deixou cair e abandonou o seu aliado Valentim Loureiro, assim que percebeu que ele era mais útil no papel ficcionado de cúmplice de Pinto da Costa.
A primeira consequência do Apito Dourado foi, assim, a execução de Valentim Loureiro: ele foi condenado por tráfico de influências em benefício do Gondomar, num processo que aos seus mentores deixou a amarga sensação de estarem apenas a perseguir a arraia miúda como forma de tentar chegar ao «peixe graúdo». E o Boavista viria a comer por tabela, sendo relegado pela Comissão Disciplinar da Liga para a segunda divisão — num caminho inelutável rumo ao desaparecimento, sem que ninguém consiga dizer ao certo porque foi um dos históricos do futebol português condenado à morte.
Quanto a Pinto da Costa e ao FC Porto — o verdadeiro e único alvo do Apito Dourado — a situação não se afigura brilhante para os seus mentores, mas ainda restam algumas esperanças. Recordemos: houve três processos, correspondentes a outros tantos jogos da época 2004/05, em que se ancoraram as acusações: o primeiro, relativo a um Nacional-Benfica, acabou com um despacho de não-pronúncia do Tribunal do Funchal, em que o juiz chegou a escrever que não se entendia como é que o nome de Pinto da Costa tinha sido metido ali a martelo; o segundo, relativo a um FC Porto-Estrela da Amadora, acabou igualmente com um despacho de não-pronúncia do Tribunal do Porto, confirmado por sentença unânime da Relação, e com uma participação por crime de falsas declarações contra a peça-chave de todo o Apito Dourado — a suposta «escritora» Carolina Salgado; resta o terceiro, relativo a um Beira-Mar-FC Porto, que já havia sido também arquivado, mas que a insistência da Drª Morgado conseguiu levar a julgamento. E é esse que agora decorre no Tribunal de Gaia.
Este simples enunciado factual dos resultados judiciais produzidos até agora no âmbito do Apito Dourado (e após milhares ou milhões de euros investidos em «investigação» por parte do Ministério Público) seriam suficientes para que o Procurador-Geral da República tivesse alguma contenção a falar do assunto — pelo menos, até ver o que sucede no tribunal de Gaia e após o depoiamento da sua tão acarinhada e protegida testemunha. Mas não: Pinto Monteiro entendeu antecipar-se e debitar a sua sentença, antes que a Justiça reduza a pó o seu voluntarismo justiceiro. Disse o Dr. Pinto Monteiro que, após o Apito Dourado, «mesmo que os arguidos venham a ser absolvidos, nada será como dantes, no futebol português». E isto, porque «a partir deste processo, os agentes do futebol português passaram a saber que podem ser investigados». Falso, Sr. Procurador: o que o Apito Dourado mostrou é que o presidente do FC Porto estará sempre sob suspeita e, eventualmente, sob investigação; quanto aos outros «agentes», não vimos nada... Na tese dos mentores do Apito Dourado, os árbitros vendem-se, sim, mas só ao FC Porto; o tráfico de influências existe, sim, mas só a favor do FC Porto; as batotas fazem-se, sim, mas apenas em benefício do FC Porto. O Sr. Procurador pode-nos indicar alguma diligência de investigação que, nem que fosse por mera rotina ou cautela, tenha incidido sobre os presidentes do Benfica, do Sporting, do Braga, do Guimarães? É sem dúvida uma coincidência infeliz que todos aqueles que intervieram a vários níveis no Apito Dourado para acusar o FC Porto sejam simpatizantes do Benfica. Uma coincidência infeliz mas que, por isso mesmo, deveria ter acautelado a forma como o fizeram.
Mas o Dr. Pinto Monteiro vai ainda mais longe quando, sem um estremecimento de pudor, afirma que «pode não se provar que sejam culpados, mas já se provou que houve indícios para terem de responder perante a justiça». Depois de ver que, em dois dos três casos em que o seu Ministério Público quis acusar, a justiça reduziu os seus «indícios» a meras intenções sem fundamento algum e a sua querida testemunha a alguém desprovido de qualquer credibilidade, sentindo que o único processo que conseguiu levar a julgamento nada mais tem a sustentá-lo do que a credibilidade dessa mesma testemunha, o Procurador-Geral dá-se por muito satisfeito por achar que conseguiu recolher «indícios» que não servem para condenar ninguém, mas apenas para o acusar sem fundamento. Ou seja: não conseguindo convencer a Justiça, resta a sentença popular. Se alguém ainda não tinha percebido o estado a que chegou o Ministério Público, leia o retrato da situação nestas extraordinárias declarações de quem manda nele. Entre o raciocínio «jurídico» do Procurador e o do presidente do Benfica, não vejo a mais pequena diferença de substância...E, caramba, se devia havê-la!
Isto posto, mantenho-me coerente com o que sempre disse desde o início desta história. Lamento muito que o presidente do meu clube esteja sentado no banco dos réus (e, com ele, o próprio clube) a responder pela acusação de corrupção desportiva. Não ignoro a forma como se chegou a tal e, obviamente, basta-me saber que tudo depende de querer acreditar no que diz Carolina Salgado, para concluir que só pode haver um desfecho, que é a absolvição. Claro que não acredito que fosse preciso comprar o árbitro de um jogo já sem importância alguma e em que, segundo os relatos da época, o FC Porto até acabou prejudicado pela arbitragem. E claro que, como toda a gente que percebe alguma coisa de futebol e não está de má-fé, sei muito bem que não foi graças a «batota» que o FC Porto ganhou o que ganhou cá dentro e foi duas vezes campeão da Europa e do mundo. Foi, entre outras coisas, porque Pinto da Costa é, de longe, o presidente que mais percebe de futebol e um dos raros que não chegou ao futebol por acaso e para se promover socialmente. Porque enquanto ele era presidente do FC Porto e tratava de reunir os melhores, Vale e Azevedo era presidente do Benfica e os benfiquistas adoravam-no mesmo percebendo que ele roubava e era um absoluto incompetente, mas atacava Pinto da Costa — e, hoje ainda, há quem ache que tal é suficiente para ser campeão. E, por isso, enquanto o Benfica desprezava jogadores como Jardel, Zahovic, Deco, Maniche, ou treinadores como Mourinho e Jesualdo Ferreira, Pinto da Costa aproveitava-os e era com eles que ganhava.
Não é por isso, pois, que Pinto da Costa está sentado no banco dos réus. Ele está sentado no banco dos réus devido à sua fatal tendência para as más companhias. O que eu, como portista, não consigo aceitar é que o presidente do meu clube receba um árbitro em casa para tomar café. Que o receba acompanhado do «empresário» António Araújo e com a Dª Carolina Salgado a fazer de dona-da-casa, Primeira Dama e tudo o resto cujas consequências estão à vista. É inacreditável que, mesmo acossado pela justiça, Pinto da Costa não tenha ninguém minimamente prestigiado para apresentar como testemunha abonatória no tribunal, para além do tristíssimo juiz Conselheiro Mortágua. É lamentável que o homem que conseguiu transformar um clube de província num campeão do mundo e num motivo de orgulho para Portugal, ainda não tenha conseguido, ao fim de tantos anos, despir a capa do provincianismo e transformar-se num homem do mundo. E que tenha preferido, como qualquer cacique de província, viver rodeado de gente pequenina, que lhe satisfaz o culto pessoal e desprestigia o clube.»
O meu comentário: não concordo nada com o último parágrafo do artigo de Miguel Sousa Tavares, mas é a minha opinião e cada um tem a sua. Agora, o que me interessa saber, é se o jornalista/escritor, aceita que A Bola, destaque o que lhe interessa, manipule a seu belo prazer e na sua sanha persecutória, contra o Presidente do F.C.Porto, o que lhe dá jeito, dos artigos que escreve. Se Miguel Sousa Tavares não reagir, terei de concluir, lamentavelmente, que Miguel Sousa Tavares, só está preocupado com o tacho e isso, para quem tanto se preocupa com a moral e os bons costumes, do Líder azul e branco, é uma grande desilusão.
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O chiqueiro





Ao ouvir o besuntão do Rui Santos, ontem no Tempo Extra, só me apeteceu fazer isto.
Quando o link do programa estiver disponível, colocá-lo-ei à vossa disposição, para quem não ouviu, e tiver estômago que aguente, poder ver até onde vai a pouca vergonha.
Ps- Fantástica arbitragem do O João... Pode vir o João, no jogo Naval/Benfica.
Uma entrada de Maxi Pereira, daquelas vulgarmente designadas de "arrancar pinheiro", dentro da área - até o Cruz dos Santos o disse! - não foi falta, quanto mais penalty!
Di Maria atira a bola contra a cara de Davide, O João... Pode vir o João, assinala falta e o Benfica chega à vitória.
É O João... Pode vir o João, no seu melhor e a justificar a razão porque Vieira o queria a apitar jogos do Benfica.
O prometido é devido e fica, não o link, mas o vídeo do Tempo Extra de ontem.
Chamo também a atenção para o comportamento do jornalista da SIC: parece aqueles caezinhos de brincadeira, que só sabe abanar a cabeça, para cima e para baixo.
Leixões S.C. 1 - F.C.Porto 4. Foi você que pediu um Porto de Honra?


de de acompanhar os jogos fora, porque nesses jogos, quase sempre, o Tricampeão, apresenta o melhor fato, um fato à medida, talhado pelo Alfaiate de Mirandela e que vale a pena ver. Eu e o meu amigo Lucho, do BiBó-PorTo, fomos hoje, no Estádio do Mar, uns desses privilegiados.
ás Costa.
a equipa: com adeptos destes, a equipa do F.C.Porto, tem sempre o aconchego e o carinho, que a empurra para as vitórias. Na quarta-feira, juntos, vamos conseguir!
Declarações de Jesualdo no final da partida:«Foi acima de tudo um jogo que considerámos de alto risco, no qual era preciso uma atitude extremamente positiva e agressiva. O F.C. Porto fez um bom jogo e teve momentos brilhantes do ponto de vista colectivo. Também fomos felizes na concretização, fizemos quatro golos e podíamos ter feito mais alguns. Defendemos bem e fizemos boa exibição generalizada. Foi um atestado de competência. Agora sim vamos pensar no jogo de quarta-feira. A partir de amanhã vamos entrar nesse jogo. O mais importante era manter a liderança e a distância sobre os perseguidores. Conseguimos mais uma vitória para a série fora de casa… e agora pensar em vencer à Naval, para dar mais passo no campeonato, que é a prioridade. Abraço aos adeptos que aqui estiveram»
Como disse, Sr.Procurador Geral da República?

O Ministério Público (MP) de Lisboa arquivou a queixa-crime da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) contra o ex-presidente do Conselho de Justiça da FPF, num processo em que Gonçalves Pereira era acusado de abuso de poder.
No despacho de arquivamento a que a Lusa teve acesso, o MP contraria o parecer de Freitas do Amaral, que serviu para validar as decisões dos restantes conselheiros na reunião de 4 de Julho de 2008 e para Gilberto Madail pedir uma reunião com Pinto Monteiro, Procurador-geral da República, de que resultou a queixa-crime agora arquivada.
"Do ponto de vista da factualidade objectiva típica, não se descortina uma clara conduta desviante (aliás, actos afectados por vícios e irregularidades foram, eventualmente, praticados por todos, na 1.ª e na 2.ª parte da reunião) em nenhum dos actos em causa; não ocorre uma interpretação jurídica inadmissível e infundada, mas a condução do processo pela forma que, nas circunstâncias e para o arguido, parecia mais adequada", lê-se no documento.
O MP critica todos os membros do CJ e chega mesmo a duvidar das decisões tomadas após o abandono da reunião por parte de Gonçalves Pereira: "O funcionamento do órgão, mesmo na ausência do Presidente e apesar dos seus actos, é a confirmação da inaptidão destes para alcançar uma decisão".
"Para que a conduta constituísse crime de abuso de poder (ou outro que não se divisa), haveria que estarem reunidos indícios de: inadmissibilidade legal do sentido dos actos (e não apenas da sua menor adequação ou da sua incorrecção jurídica, em virtude de erro ou menor conhecimento)".
Pelo despacho de arquivamento sabe-se também que, segundo João Leal, chefe do Departamento Jurídico da FPF, a admissibilidade das escutas telefónicas era o assunto das conversas dos conselheiros nesta altura, "tendo chegado a realizar-se uma reunião preparatória sobre a matéria, uma a duas semanas antes da reunião [4 de Julho de 2008]. Nesta reunião, ter-se-á, aparentemente, formado uma corrente de maioria tangencial no sentido da invalidade da utilização daquelas em processo disciplinar".
Na reunião do CJ de 4 de Julho de 2008 foram considerados improcedentes os recursos de Pinto da Costa e do Boavista, que viram confirmadas as penas da Comissão Disciplinar da Liga do Apito Final, de que resultaram dois anos de suspensão para Pinto da Costa, seis pontos de penalização para o FC Porto, quatro anos de suspensão para João Loureiro e a despromoção do Boavista.
Paralelamente, prosseguem nos tribunais acções cíveis interpostas por Gonçalves Pereira, Pinto da Costa, FC Porto, João Loureiro e Boavista, em que se reclama a invalidade das decisões da reunião do CJ de 4 de Julho de 2008, confirmadas pela FPF após o parecer de Freitas do Amaral.»
Leixões S.C. - F.C.Porto. Quem vai ao Mar avia-se em terra.


Aviar-se em terra, significa muito respeito pelo adversário que é bom e está a fazer um excelente campeonato, mas não significa ter medo.
Aviar-se em terra, significa estar preparado para a rivalidade existente entre os dois clubes, para o ambiente adverso que vamos encontrar, para a forma aguerrida como se batem as equipas de Mota e não hesitar em jogar da mesma forma.
Aviar-se em terra, significa cobrar a desforra da única derrota que tivemos no Dragão e se possível, com juros.
Aviar-se em terra, significa não haver distracções nem pensamentos dispersos e declarar alto e bom som: - quem não der o litro, quem não meter o pé, ou quem se estiver a poupar contra o Leixões, fica de fora contra o Atlético de Madrid.
Aviar-se em terra, significa dizer também e de forma clara: a Liga Sagres é tão importante como a Liga dos Campeões.
Aviar-se em terra, significa ir para o Estádio do Mar com a lição bem estudada e se for preciso arriscar, arriscar sem receio e no momento certo. Ousadia e não conservadorismo, tem de ser o lema.
Se nos aviarmos em terra como deve ser, por mais cão que esteja o Mar, vamos, com mais ou menos dificuldades, atingir os nossos objectivos, que são, como não podia deixar de ser, a conquista dos três pontos. Se como espero, conseguirmos, não só colocaremos pressão no nosso rival mais directo, como ficaremos com um suporte psicológico importante, para abordar o desafio de quarta-feira com os madrilenos do Atlético.
Vamos entrar no último terço do campeonato, estamos na liderança e como diz o provérbio: - candeia que vai à frente, alumia duas vezes. Queremos conquistar o Tetra e para isso a nossa candeia tem de se manter na frente, nem que seja contra ventos e marés.
Nota final: parece que vai jogar T.Costa a lateral-direito. É um bom sinal...
O árbitro é Rui Costa, auxiliado por Serafim Nogueira e por Fernando Pereira.
Convocados do F.C.Porto.
Guarda-redes: Helton e Nuno,
Defesas: Ivo Pinto, Rolando, B.Alves, Pedro Emanuel, Stepanov e Cissokho,
Médios: T.Costa, Fernando, R.Meireles, Lucho, A.Madrid e Mariano,
Avançados: Hulk, Lisandro, Tarik, Farías e Rabiola.
Respeito pelo adversário
Jogar nos limites
Jogadores em crescimento
Cumprir os objectivos
O F.C.Porto é isto!

O F.C.Porto, é isto, tão bem expresso nas fotos de mais uma conquista, mais uma glória.
O F.C.Porto, é isto, tão bem sublimado por Miguel Sousa Tavares, no seu artigo a propósito do centenário do F.C.Porto: «Cem anos de solidão»
Mas para aqui chegar, foi preciso muito trabalho, muita canseira, muita paixão, muitas noites sem dormir, muita dedicação a uma causa...
Um pasquim miserável, conhecido pelo seu anti-portismo primário, deu o lamiré e logo os portistas críticos, apareceram a deitar faladura: "Estamos falidos", "Estão a levar o clube à ruína", "Para onde foi o dinheiro das transferências", "Esta administração tem de sair", etc., etc.
Como se devem rir os escróques do Correio da Manhã. Atingiram os objectivos, desviaram as atenções do essencial e colocaram os portistas a discutirem o acessório.
Saberão alguns dos portistas preocupados, como se encontrava o clube quando Pinto da Costa chegou à presidência do F.C.Porto? Não, não sabem porque se soubessem, tinham tento na língua, cuidado com o que dizem, respeito e gratidão, por tudo o que foi feito. Mas é bom que saibam, que em Abril de 1982, quando chegou ao F.C.Porto, Pinto da Costa encontrou os cofres sem um tostão e no dia seguinte ao acto de posse, os credores apareceram todos a cobrar as dívidas que tinham deixado acumular, na tentativa de derrubar uma direcção eleita e de quem se dizia:- não se aguenta três meses!
Já lá vão 27 anos - faz em Abril. O F.C.Porto sofreu uma transformação radical e é hoje o melhor clube português e um dos grandes da Europa. Teve, durante este longo trajecto, de enfrentar crises diversas, a inveja dos medíocres e incompetentes, os mais variados obstáculos - Penhora do Estádio das Antas, porcos da bola, construção do Estádio do Dragão, etc. Foi capaz de tudo ultrapassar e a GANHAR, interna e externamente, para grande desilusão dos seus detractores.
É assim que vai continuar a ser no futuro. Pinto da Costa e seus pares - alguns, quase todos, acompanham-no há mais de vinte anos -, continuarão agora como no passado, a tudo fazerem, para que esta Era de sucesso, continue por muitos anos. Eu não tenho dúvidas e por isso as minhas atenções estão viradas para fora, para aqueles que fazem as coisas por outro lado, ou como alguém já escreveu: « O João? Pode ser o João!»
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Quem tem medo compra um cão!








