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C.D.Trofense - F.C.Porto. A festa continua




Pois é meus amigos, que calma, que tranquilidade, o F.C.Porto joga hoje, mas não há stress, não há aquele frenesim, o nervoso miudinho, a ansiedade, dos jogos decisivos, aqueles jogos que nos mobilizam para o apoio à equipa...O principal objectivo - O Tetra - está conseguido e os "Guerreiros" da blogosfera portista, descansam, descomprimem, relaxam, de uma época de grandes canseiras e lutas, que é preciso recordá-lo, começaram faz agora um ano, quando o vermelho que preside à C.Disciplinar da Liga, resolveu ser protagonista, à custa do nosso clube e do nosso Presidente.
Vencemos todas as "batalhas" e a "guerra", agora, é tempo de festejar e assistir calmamente aos jogos que faltam na Liga Sagres. Nós, os portistas da blogosfera, também contribuimos para o título e temos a nossa cota parte, por mais pequena que seja, na conquista do Tetra. Tenho a certeza que o F.C.Porto reconhece e agradece, este nosso contributo que é desinteressado e apaixonado. Aquilo que nos move é o amor pelo clube e a única coisa que queremos de recompensa, são vitórias.
Portanto, mais logo na Trofa, é um jogo que obviamente, queremos ganhar e queremos ganhar, porque somos alimentados de vitórias, além disso, seria engraçado conseguir igualar o recorde de vitórias seguidas - 11 -, fora de casa, que vem do tempo de António Oliveira e já foi na longínqua época de 1996/97.
Mesmo sabendo que foi uma semana de festa e ainda estamos na ressaca de uma Grande vitória, acredito que os profissionais do F.C.Porto, como sempre, não nos deixarão ficar mal.

O árbitro é Duarte Gomes, auxiliado por Bertino Miranda e José Lima.
Convocados do F.C.Porto:
Guarda-redes
, Ventura e Nuno; Defesas, Benítez, Rolando, B.Alves, Stepanov, Sapunaru e P.Emanuel; médios, Guarín, Fernando, Mariano, T.Costa e A.Madrid; Avançados, Farías, Lisandro, Rabiola, C.Rodríguez e Hulk.

Fala o Mestre Jesualdo:
Gestão da equipa
«Não é nossa filosofia alterarmos a equipa apenas para dar minutos aos jogadores. Em relação à última equipa que apresentámos, pelos menos três jogadores não poderão alinhar na Trofa. Temos essas alterações forçadas para fazer, mas a nossa gestão da equipa será feita em função dos jogadores e em função do jogo que temos pela frente. Estou certo de que o F.C. Porto vai apresentar a melhor equipa neste encontro».

Seriedade mantém-se
«Este é um jogo importante para nós, porque queremos terminar bem o campeonato, porque temos dez vitórias consecutivas fora de casa e queremos conquistar a 11ª, e porque não vamos agora deixar de fazer o que costumamos fazer. Vamos continuar a ser sérios. O clima de euforia e festa que vivemos era inevitável e mau era se não estivéssemos felizes com aquilo que conseguimos».

Adversário complicado
«Este encontro, mais os dois que faltam até ao fim da época, encerrarão um ciclo de 52 jogos e de muita intensidade competitiva. Vamos defrontar uma equipa com objectivos definidos, que já roubou pontos aos três grandes, e que nos vai colocar muitas dificuldades. Ainda assim, como venho dizendo há algum tempo, quanto mais dificuldades colocam no nosso caminho, melhor nós nos apresentamos».

Tulipa treinador com futuro
«Quando jogou contra nós no Dragão, o Tulipa referiu que o F.C. Porto jogava na Champions da mesma forma que o Trofense jogou no Dragão. O que o treinador do Trofense disse certamente não correspondeu à sua intenção e eu sei que quando estamos debaixo de pressão dizemos coisas que escapam à nossa intenção. O Tulipa é um treinador jovem, com claras capacidades para ser um grande treinador no futuro e o que disse na altura não afectou em nada a nossa relação. Amanhã lá estarei para o cumprimentar antes do jogo e para lhe desejar sorte, mas não para este jogo. Queria apenas fazer este reparo para que não haja nenhum mal-entendido em torno desta situação. Vai ser um encontro muito difícil para o Trofense, como também será para o F.C. Porto».

Notícias não desviam atenções
«As abordagens são naturais quando se ganha. Não confirmo nada e as questões levantadas nas notícias, pelos jornais, não me preocupam. Até ao final da época, nada nos desviará das nossas intenções e das nossas ambições. A manifestação dos jogadores na sala de imprensa do Dragão foi a continuação do que aconteceu no Estádio. Foi uma festa bonita. A equipa do F.C. Porto é aquilo que puderam ver desde o início da temporada. Sabemos quando temos de ser sérios e quando podemos relaxar e saborear os resultados do nosso trabalho. Foi uma manifestação natural e profunda dos jogadores, que recebi com muito agrado. No entanto, ainda faltam três jogos para o final da época, temos três jogos para ganhar e mais um título que queremos conquistar. Até lá, nada desvia as nossas atenções».

Portistas da Afurada: portismo à flor da pele!



Festa da inauguração da Casa do F.C.Porto da Afurada. Um grande manifestação de portismo e a garantia, que o futuro é nosso!
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Cabeças sujas, cheias de porcaria...




Esta época, como nas anteriores, mais uma vez, aqueles que não suportam os sucessos do F.C.Porto, passaram a vida a fazer insinuações, baixas, torpes e ordinárias, para tentarem justificar o injustificável: o F.C.Porto ganha, porque é melhor em todos os capítulos e ponto final!
Dois momentos no entanto, ultrapassaram todos os limites: refiro-me em concreto, às declarações de Rui Santos, a seguir ao Leixões/F.C.Porto, que mereceram o respectivo tratamento e destaque, no post O chiqueiro e as insinuações de alguns, mas que ganharam outra amplitude, no Trio d' Ataque, pela voz do realizador frustrado, A.Pedro Vasconcelos. Se bem se lembram, foram feitas insinuações que deixavam entender, ter Carlos Cardoso, treinador do V. de Setúbal e vitoriano dos 7 costados, retirado Bruno Gama e Leandro Lima, do jogo frente ao F.C.Porto, para beneficiar o Campeão. Só pessoas que têm a cabeça suja, cheia de porcaria, é que são capazes de pensar e insinuar, que o técnico sadino iria prejudicar uma instituição que serve há mais de 40 anos e para a qual trabalha de forma dedicada e apaixonada, para beneficiar um clube, que não lhe diz rigorosamente nada. Isto, diga-se, com o Vitória em riscos de descer de divisão...
Haja paciência para esta gentalha, a quem de facto o F.C.Porto serve para tudo, menos para serem felizes.
Depois da conquista do Tetra, estes pobres de espírito não podiam ser esquecidos. Outros se seguirão!

Prémio Kompensan, 3 ª edição, época 2008/09



Como sabem os mais atentos ao blog, por esta altura, acontece sempre a eleição do Prémio Kompensan. O Prémio tem por objectivo galardoar o jornalista, que ao longo da época desportiva, se tenha mostrado mais aziado com os sucessos do F.C.Porto e é composto, por uma estatueta a imitar o Óscar de Hollyood e por 100 embalagens de Kompensan.
Na primeira edição venceu Pedro Sousa da RR e na segunda o vencedor foi J.Manuel Delgado de A Bola. Havia certamente, muita gente que se podia juntar a esta lista de nomeados, mas como entendi só escolher 10, alguns, lamentavelmente, tiveram de ficar de fora.
Por isso, meus caros, quem quiser ter a maçada, é só ir ali ao lado esquerdo e votar.

Luís Filipe Vieira: o perdedor dos perdedores...


Depois de falar nos vencedores, é a hora de dedicar algum tempo aos perdedores e aí, o grande perdedor, mais uma vez, é Luís Filipe Vieira. Aliás, é uma rotina de uns anos a esta parte!
O Kadaffi dos pneus, tem há cerca de 9 anos a responsabilidade pelo futebol do Benfica - 6 como presidente e 3 como homem forte do futebol, no consulado de Manuel Vilarinho - e apenas ganhou 1 campeonato e mesmo esse, estando ligado ao maior escândalo do futebol português nos últimos 30 anos e que ficou conhecido como Estorilgate. Esta época então, foi um descalabro total. Depois de tentar ir à Liga dos Campeões por portas travessas e tendo logo aí, sofrido uma derrota humilhante, Vieira, que fez um investimento louco no futebol, vê a sua equipa estar a lutar pelo 3º lugar, depois ter tido uma prestação miserável na Taça Uefa e na Taça de Portugal, ganhando a Taça da Liga, mas da forma que todos vimos. Mas Vieira é também, um presidente ausente que aparece e desaparece, conforme lhe dá jeito: depois do empate no Dragão, apareceu a deitar faladura, mas depois da derrota na Madeira frente ao Nacional, quando a equipa foi muito mal recebida no aeroporto, aí o líder do Benfica, não só não apareceu a manifestar solidariedade, como não teve uma palavra de apoio aos profissionais encarnados, deixando sozinho, Rui Costa. É nas horas más que os grandes timoneiros fazem a diferença, com o seu apoio, a sua palavra de conforto, de estímulo, para que os jogadores sintam que ganham todos e perdem todos, a começar no presidente. Para além de tudo isto, o Benfica, desde que Vieira é presidente, é um exemplo de mau gosto, de demagogia, de trauliteirismo e de populismo, que envergonham os benfiquistas, que não se revêem nesta forma de estar - vejam as fotos. Na do lado esquerdo, no jornal do Benfica, estão as justificações todas, para os insucessos: o F.C.Porto, o sistema e os árbitros. Na do lado direito, Vieira, com um cachecol "afronta" os tripeiros, certamente ignorando, que nos tripeiros, está a incluir alguns benfiquista que vivem no Porto.
Isto para não falar na Benfica Tv, que nem pimba pode ser condiderada, porque é muito pior que pimba, é uma televisão indigna, de um clube que se diz grande. Alguém imagina as televisões do Manchester, Barcelona, ou Milan, por exemplo, a terem aquele tipo de comportamentos? Vejam o vídeo em baixo e analisem com os vossos próprios olhos, se estou a exagerar. Também podia falar da amizade, rompida, com Pinto da Costa, logo que chegou ao Benfica e para se tornar popular aos olhos dos adeptos mais anti-portistas. Ou do apito onde sofreu também, várias derrotas. Ou das reuniões com Carolina, que como se lembram, brincou muito com as suas orelhas em pleno Estádio da Luz.
Enfim, Vieira, que um dia disse com o mau gosto que o caracteriza, e sobre determinadas declarações do Presidente do F.C.Porto, que "eram o estrebuchar do morto", vê agora um Pinto da Costa vitorioso, ganhador, na crista da onda, em grande forma e pronto para continuar e quem está morto, desportivamente falando, é Vieira.
É que com "papas e bolos se enganam tolos", mas não todo o tempo...

Vídeo surripado do blog: "N1 do Estádio do Dragão"

Pinto da Costa, Adelino Caldeira, Antero Henrique e Jesualdo Ferreira.



Os grandes obreiros dos triunfos, são sempre os jogadores. São eles que no relvado, com o seu talento, o seu génio, mas também, com os seus sacrifícios e o seu profissionalismo, conseguem os resultados, que depois transformados em pontos, dão os títulos. Todos os profissionais portistas, embora uns mais que outros, tiveram papel importante neste Tetra conquistado pelo F.C.Porto.
Mas para além dos jogadores, há outros agentes, que tiveram uma cota parte decisiva, neste sucesso do Dragão: Pinto da Costa, Adelino Caldeira, Antero Henrique e Jesualdo Ferreira, foram intervenientes de indiscutível mérito e é sobre isso que irei falar neste post.

Pinto da Costa
: o facto do Presidente do F.C.Porto, ter ultrapassado em número de títulos, Santiago Barnabéu, é apenas um mero pormenor, numa obra extraordinária, que vai muito para além disso. Atacado, caluniado, achincalhado e sempre perseguido, Pinto da Costa que é arguido há mais de 25 anos - desde que chegou ao F.C.Porto, começou a ganhar, acabando com a hegemonia dos clubes de Lisboa, que vale tudo para fora das 4 linhas, por fim ao sucesso dos Dragões -, fez do F.C.Porto o melhor clube português, o único clube em Portugal, com bases sólidas, com um projecto consolidado, em que cada um tem a sua função, cumpre-a de forma correcta, profissional, sem interferir noutras áreas, nem se colocar em bicos de pés à procura de protagonismo. Pinto da Costa é também, o Líder incontestado e incontestável, o factor de equilibrios, o gestor de sensibilidades, o aglutinador, a figura de referência, para a Grande família azul e branca, que na sua esmagadora maioria, tem por ele um imenso carinho e gratidão.
Com o apito arrumado com vitória por Ko, Pinto da Costa, que está em grande forma, já prometeu o Museu para 2010 e como acredito, que vai continuar, para além desse ano, faz sentido acreditar, que aquilo que já me soou - construção de uma Piscina -, não é notícia sem sentido. E, com a continuidade do Dragão Mor, a linha de rumo no futebol é para manter, com o lema a ser: podemos não ganhar sempre, mas teremos de ter sempre, condições para ganhar.

Adelino Caldeira:
Administrador para a área jurídica, também conhecido pelo nome de "Conde Redondo", nem preciso de dizer porquê, é o único dos Administradores e Directores do F.C.Porto, com quem nunca falei um segundo sequer. Portanto, estou completamente à vontade para dizer o que penso, sobre o papel que Adelino Caldeira teve nesta época do F.C.Porto.
Atacado por todos os lados com o eclodir do Apito - castigos do Apito, melhor dizendo -, acusado de não ter defendido os interesses do F.C.Porto e de ter também, empurrado, abandonado e deixado, o Presidente sozinho, nas estratégias de defesa, na justiça desportiva portuguesa, Adelino Caldeira, resolveu tudo a contento do F.C.Porto, ganhando todas as causas na justiça da Uefa e do Tas, só não ganhando na Comissão Disciplinar da Liga, pelas razões que nós portistas sabemos muito bem - Ricardo Costa, o petulante presidente desse orgão, é um vermelho doente e um anti-portista primário, que quis ser popular às custas do Presidente do F.C.Porto.
Mas se na área jurídica, embora não as partilhe, ainda sou capaz de compreender as críticas, já acho o cúmulo da desonestidade intelectual, culpar A.Caldeira, pela parte desportiva, como aconteceu na fase de menor fulgor da equipa. Até de ser o responsável pelas "fracas" - agora parece que já não são assim tão fracas! - contratações, o Advogado que gere a área jurídica, foi acusado. Esses que fizeram isso, deviam agora, para serem coerentes, felicitá-lo, pelo sucesso desportivo. Seria pedir de mais, mas seria apenas mais uma cambalhota e eles já deram tantas...
Os abutres tentaram tudo para impedir o F.C.Porto de participar na C.League, com as consequências que isso teria tido, na época que está a acabar e no futuro do F.C.Porto. Ao sair vitorioso da luta terrível, A.Caldeira é também, para mim, um dos grandes obreiros do Tetra.

Antero Henrique: quatro anos de Director Geral da Sad, quatro títulos de Campeão, mais uns "trocos". Discreto - até de mais, ele que tinha todas as razões para se colocar em bicos de pés -, quase silencioso, mas com uma competência, uma dedicação, profissionalismo e capacidade de trabalho, notável, que são a imagem de marca da estrutura do futebol profissional portista. Antero, antecipa os acontecimentos e é muito forte nos pormenores que fazem a diferença. São pormenores que escapam aos adeptos, desconhecidos e por isso, não permitem avaliar a sua importância. Dois exemplos: na época passada quando o F.C.Porto foi jogar a Setúbal para o campeonato e passados quatro dias, para as meias-finais da Taça, a equipa ficou em estágio em Palmela e treinava no kartódromo. Ora, semanas antes, uma equipa de tratadores de relva foi para lá tratar do relvado, para que quando os profissionais do F.C.Porto treinassem, tivessem um tapete em condições, para o fazerem normalmente. O outro exemplo, tem a ver com o gabinete de apoio às famílias dos jogadores. É um apoio importante, que evita que os profissionais do F.C.Porto percam tempo com coisas que o clube trata, permitindo-lhes dedicarem-se totalmente ao trabalho, sem estarem preocupados, com coisas que podem ser factores de preocupações e desconcentrações. Mas o Director Geral da Sad, também é responsável - junto com o Presidente - pela política desportiva e mesmo que um ou outro jogador, não sejam o que se esperava, não podemos deixar de dizer que a maioria dos jogadores que têm chegado, são bons jogadores e bons profissionais. Uns saem e outros entram e as vitórias continuam e como diz e bem, o povo:- sem ovos ninguém faz omeletes, por muito bom que seja o cozinheiro. Isto para não falar no projecto Visão 611, em que acredito e que já está a dar frutos, como provam o facto, de na formação, estarmos na disputa dos títulos, de Júniores, Juvenis e Iniciados.

Antero, é pois e muito justamente, outro dos obreiros do Tetra.

Jesualdo: como sabem, os que me acompanham aqui no blog, não sou um fã incondicional do treinador do F.C.Porto. Achei que devia ter saído quando ganhou à rasca, o primeiro dos seus três títulos - depois de ter desbaratado uma vantagem que parecia segura. Achei que era de toda a justiça, que continuasse, quando na época passada, ganhou com grande à vontade o seu bi-campeonato. Esta época foi a época da verdade e Jesualdo, mostrou que é um treinador para o F.C.Porto e à altura das exigências do F.C.Porto. Tem às vezes, uns medos, que lhe tolhem as ideias e o fazem tomar decisões que não compreendo. Foi assim esta época, mais particularmente, nos jogos frente ao Benfica e ao Sporting. Mas mesmo aqui, já está mais solto, mais à Porto...também a qualidade das exibições que foram más na primeira metade da época, melhoraram, com destaque nos jogos fora de Dragão e em particular na Champions, com Madrid e Manchester a serem os expoentes máximos.

Jesualdo vai continuar e assim é importante dizer o seguinte: aqui no "Dragão até à morte" e da minha parte, independentemente do que vier a acontecer, nunca Jesualdo encontrá uma palavra de arrependimento pela sua continuidade, mas elogiarei quando for de elogiar e criticarei quando ache que há razões para isso. Também lhe quero dizer, Senhor Professor, que é de Homem querer continuar, quando tem propostas para sair e pela porta grande. Mesmo sabendo que no F.C.Porto, o treinador está sempre, mais próximo de vencer do que perder, não posso deixar de elogiar a sua coragem.
Nós, os Dragões, valorizamos muito isso.

F.C.Porto 1 - C.D.Nacional 0. Quem é o Tetracampeão? É o Dragão!







Fotos do jogo e da festa do título








Fiquem-se com esta brincadeira que me foi enviada pela Ana Ferreira e esperem por amanhã. Agora vou continuar a festejar...
Ora vamos lá, meus amigos, falar do jogo do Tetra.
Do jogo, que não foi nada fácil - desta vez Rui Santos, a cobra cuspideira, da má língua e da insídia, não vai poder dizer nada - vou falar pouco. A exibição do F.C.Porto foi fraquita, muito por culpa de um grande Nacional, que não merecia perder e foi a melhor equipa, a que jogou melhor - incluindo as da Liga dos Campeões -, que vi esta época no Dragão. Mas ontem, também, estiveram no excelente relvado do melhor clube português, as razões porque o F.C.Porto é Tetracampeão: não jogamos bem, mas ganhamos; não jogamos bem, mas soubemos sofrer, fomos solidários, cerramos os dentes e conseguimos o grande objectivo, sermos Campeões no nosso Estádio, para fazermos a festa em família. Tinha escrito no post anterior, que seriam "11+50.000, para agrarrar o Tetra". E foi isso que aconteceu: o público magnífico, do mais belo palco de futebol do Mundo, nunca deixou cair a equipa, segurou-a seu apoio e carinho, para com ela, depois, poder festejar, mais um grande feito, um feito notável, em que muitos acreditaram, mas também muitos, sempre duvidaram.
Desculpem a presunção, mas atrevo-me a reivindicar uma pequena, por muito pequena que seja, parcela no êxito do F.C.Porto, neste campeonato. Aqui, no "Dragão até à morte", houve críticas, mas, houve sempre apoio, solidariedade, uma palavra de estímulo, de confiança, nas nas horas más e houve sempre, também, a defesa do F.C.Porto, contra tudo e contra todos. Somos os melhores e normalmente, os melhores ganham. Aos que não se conformam, aos que continuam a ver a árvore e não ver a floresta, aos que continuam a fazer as coisas por outro lado, resta-lhes fazer queixa ao Platini, ao Blatter, ao Barroso, ao Ban Ki-moon, ao Obama, ou até à Nato, e se mesmo assim, não se conformarem...arranquem os cabelos, esgadanhem-se, batam com a cabeça contra a parede, façam e digam, o que quiserem, porque isso, a nós, não nos aquece, nem nos arrefece, somos Tetracampeões e o resto é conversa de perdedores.
Há sportinguista e benfiquistas, que reconhecem no F.C.Porto, a competência, o profissionalismo e a qualidade. Esses, têm o meu respeito, os outros, coitados, vão para o Céu de certeza, pois como diz a Bíblia, é para lá que vão os pobres de espírito...

Notas finais
: na foto do Stepanov, que nunca jogou na Liga, com a bandeira da Sérvia às costas a festejar, está muito do que é mística e o espírito do Dragão.

Agora, é tempo de descomprimir, festejar muito e começar a preparar a final da Taça, para chegarmos ao Jamor, nas melhores condições físicas e fazermos a dobradinha.

Nos próximos dias, com calma, falarei, naqueles que para mim, são os grandes obreiros deste título, excluindo os jogadores.

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