Falar do quê?



Nesta altura de pré-férias, estou preguiçoso, não me apetece fazer, nem dizer, nada, estou sem assunto...Falar de quê? Da especulação em torno do entra e sai, com milhões para a frente e para trás e com alguns, que nunca aprendem, a já acharem caro o Álvaro Pereira, como acharam caro e engoliram em seco, o Hulk?
Falar de Vieira o "democrata", que deu um golpe palaciano para evitar concorrência nas eleições do Benfica? É curioso, mas nós, só porque temos um Grande Presidente, portanto estamos bem e não precisamos de mudar, somos considerados pouco democráticos, apesar de no nosso clube, se cumprirem os prazos estatutários e, ao contrário dos nossos rivais de Lisboa, no F.C.Porto, não haverem sócios com direito a vinte votos e outros com direito só a um...
Falar do avantajado Gobern, " o rei da sardinha assada ", que acha que a final da Taça de Portugal, deve ser sempre no Jamor, por causa do ambiente, das sardinhadas e das feveras grelhadas?
Ou falar do campeão do futebol do terceiro mundo, o frustrado e despeitado, Manuel José, que aproveita todas as oportunidades para destilar o seu ódio de estimação para com Pinto da Costa, pelo facto, e essa é que é a verdade, de nunca o ter convidado para treinar o F.C.Porto? Aliás, como é possível, que o algarvio com um "currículo destes" -21 títulos nesse colosso do futebol mundial, chamado Al Ahly -, nunca tenha merecido a atenção de um grande do desporto rei europeu, ou de uma grande selecção, e apenas, tenha sido convidado por essa grande potência do futebol, que é Angola? Que injustiça!
Ainda pensei em falar da selecção, que começa a ter futuro, agora, que B.Alves é titular indiscutível e a sua liderança, vontade e espírito de Dragão, já se fazem sentir... mas a vontade é muito pouca e é melhor ficar por aqui...que preguiça!
Fotos surripadas, as duas primeiras de homenagem ao Tetra, no blog:http://varanda-do-dragao.blogs.sapo.pt/ e a terceira, 103 homens mais influentes do Mundo - onde não podia faltar Pinto da Costa -, no blog:http://verde382u.blogspot.com/
Clicar sobre as imagens para ver melhor.
Os lambões e a instituição...
Quem fala assim não é gago!
A instituição sempre na linha da frente da animação popular...
Vídeo visto no blog:http://portogal.blogspot.com/
Juventude de Viana 4 -F.C.Porto 5. Octacampeões!


Fantástico feito! Oito campeonatos consecutivos é uma marca extraordinária.
Na pessoa de Ilídio Pinto, Dirigente de eleição e o Senhor Hóquei em Patins, felicito todos os que contribuiram para a conquista do Octacampeonato.
Como portista, só posso dizer: obrigado por mais esta alegria, mais esta vitória. Temos muito orgulho em vocês!
Esta vida de Dragão só dá Campeão...
Entrevista de Jesualdo ao JN


«Jesualdo Ferreira aparenta ser homem de rosto fechado. Pelo contrário. É homem de cara aberta, sentido de humor apurado e uma excelente memória. Em três épocas, o treinador do F. C. Porto tem obra feita, mas só há cerca de dois meses os adeptos acordaram para a realidade de um técnico com história rica, currículo feito e muitas qualidades. Acordaram tarde, porque como explicou, ao JN, a sua história foi sempre mal contada.
Já disse que "as medalhas atribuídas aos jogadores do F. C. Porto custam mais do que aos jogadores de outros clubes". Porquê?
Não sei. Nem sou uma pessoa de especulação barata. Como treinador do F. C. Porto, senti que, para ser premiado pelo que fazia, teria de dar sempre muito mais. Tudo o que fiz, foi sempre pouco para ser apreciado. Sempre fui avaliado de forma diferente daquela que fui no F. C. Porto. Sei que vão dizer 'lá está ele a dizer coisas que não são verdade, que depende da filosofia do clube'. Mas que fique claro: fui sempre independente nas minhas ideias e serei até morrer. Agora, o que não sou, enquanto treinador do F. C. Porto, é alguém que anda ao lado da carruagem. Em nenhum clube o farei, muito menos aqui. Mas, ao contrário de muitos clubes, a carruagem do F. C. Porto é só uma. No entanto, aqui ninguém é impedido de pensar e emitir opiniões. Tenho é uma perspectiva de trabalho colectivo que, provavelmente, outros não terão.
Afirmou que ia à sala de Imprensa fazer revelações. Quais eram?
Disse que 'até parecia que tinha chegado um treinador novo ao F. C. Porto, que a equipa tinha um treinador diferente há dois meses' e ninguém entendeu. Mas depois, afinal, era a mesma pessoa. Foi isso que senti. Dúvidas sobre toda a gente sempre haverá, o tratamento que é dado é que não é correcto. Por exemplo, a equipa do meu segundo ano venceu o campeonato com 20 pontos de avançado sobre o Sporting e 23 sobre o Benfica. Mas só se lembram do ano anterior, quando fomos campeões por um ponto. Este ano as coisas foram de tal forma limpas que deixam poucas discussões.
Acha que nunca se vai livrar da imagem de treinador medroso?
Vejam as estatísticas. Comigo, o F. C. Porto foi três vezes o melhor ataque e a melhor defesa do campeonato. Adriaanse era um treinador francamente ofensivo, mas o F. C. Porto fez menos golos em 34 jornadas do que as minhas três equipas em menos jornadas. Ninguém viu isso, não interessa. Até agora, algumas coisas menos interessantes da minha história estão escondidas, mas vão saltar quando for importante...
Sente-se arrependido por ter feito parte da carreira como adjunto?
Não é verdade. Fui adjunto durante quatro anos num grande clube [Benfica] e de um grande treinador, o Toni. Depois, fui adjunto um ano, do Artur Jorge, na selecção nacional. Em 35 anos de carreira, ter cinco anos como adjunto é... zero. Quando cheguei ao F. C. Porto, a minha imagem foi a de um homem que tinha estado num clube rival, que nunca tinha ganho nada, a história de alguém antipático e medroso. Seria sempre difícil treinar o F. C. Porto, porque tenho história. Não é difícil treinar o F. C. Porto, o Benfica e o Sporting quando não se tem história. A história pesa de uma forma decisiva nas etapas seguintes da nossa vida. Paguei uma factura alta por uma história difusa, mal colorida e mal contada. Mas não vou dizer que foi de propósito.
O treinador do F. C. Porto fez uma análise detalhada da época, do campeonato à Liga dos Campeões, abordando a questão da renovação de contrato. Contou os segredos do tetracampeonato e deixou pistas quanto à fórmula para vencer mais dois. Jesualdo Ferreira está imparável e quer o hexacampeonato.
Em que momento chegou à conclusão de que o tetracampeonato já não fugiria F. C. Porto?
Quando ganhámos na Madeira, ao Marítimo. Sabíamos que teríamos dois jogos muito complicados na parte final, com o Trofense e o Braga. Depois de sermos eliminados na Champions, numa quarta-feira, fomos a Coimbra ganhar um jogo difícil no fim-de-semana. Os jogadores responderam muito bem e aí ficou mais ou menos traçado o destino do campeonato.
Este plantel foi o mais equilibrado que teve?
Foi completamente diferente, porque grande parte dos jogadores que entrou não tinha uma interiorização do F. C. Porto, mas tinha ambição de ganhar. No entanto, não estou a dizer que os outros não a tinham. A dada altura, foi perceptível que o F. C. Porto jogava sem alguns elementos fundamentais e vencia na mesma. É preciso perceber que, neste terceiro ano, jogaram sempre quatro 'tetras' e seis jogadores que nunca tinham ganho o campeonato. Mas estar habituado a ser campeão é muito importante numa equipa que pretende continuar a ganhar. Helton, Bruno Alves, Lucho, Raul Meireles e Lisandro foram os interruptores. Chamava-lhes, muitas vezes, os homens que 'davam à luz'. Eles suportavam muito daquilo que a equipa poderia produzir. Falou-se dos condicionamentos do Lisandro, que o Lucho não era o mesmo, a defesa tinha dificuldades, mas sempre disse que, para se chegar a uma equipa mais séria, teríamos de passar por processo de desenvolvimento.
Mas houve uma altura complicada, quando o F. C. Porto perdeu com a Naval e o Leixões...
Houve várias. Perdemos com o Kiev e a derrota não foi justa. Não jogámos bem contra o Leixões e, provavelmente, foi o jogo que mais merecemos perder. Mas acho que a derrota com a Naval foi injusta. A partir do dia 1 de Novembro, o F. C. Porto não mais perdeu. A sequência de 23 jogos sem derrotas é notável, sob o ponto de vista daquilo que é o desmanchar de uma frustração. Um grande resposta de toda a equipa. Quando encontrámos, no início segunda volta, o equilíbrio - com o crescimento do Sapunaru, mas, fundamentalmente, com entrada do Cissokho -, fomos os melhores até ao final do campeonato. O Cissokho deu equilíbrio e profundidade nas laterais, o que o F. C. Porto não teve durante muito tempo e a equipa passou a ser mais larga e profunda.
A questão da renovação de contrato nunca o atormentou?
Não, estive sempre tranquilo. Quando acordei a renovação com o presidente, achámos por bem mantê-la em segredo, porque ainda não tínhamos ganho o campeonato nem a Taça de Portugal. Queríamos que a equipa continuasse tranquila.
Recebeu convites de outros clubes?
Quem ganha recebe convites. Recebi alguns convites interessantes do ponto de vista financeiro. Mas estou muito bem no F. C. Porto, gosto de estar nesta carruagem. Não os aceitei porque não eram desafios aliciantes. Ia ganhar muito dinheiro, mas não ia ter tempo para o gastar e a minha qualidade de vida não seria boa.
O penta é o maior desafio da sua carreira?
Não, não é. O maior desafio da minha carreira foi ganhar o primeiro campeonato, o segundo e o terceiro. Esses é que eram grandes desafios. Não quer dizer que o próximo seja fácil, será muito difícil. No F. C. Porto diz-se que quando termina um campeonato, o próximo é complicado. É a questão do alerta. Aqui, ninguém pode estar distraído. É difícil o F. C. Porto distrair-se. Caso contrário, o F. C. Porto perde.
Ficou surpreendido por ter renovado por duas épocas e não por uma como tinha acontecido nas épocas anteriores?
Não verdadeiramente. Sei o que está na cabeça do presidente, mas não serei eu a revelá-lo, como é óbvio.
O que se pode esperar do F. C. Porto nessas duas épocas?
Ganhar dois campeonatos, passar aos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, ganhar a Taça de Portugal e a Taça da Liga. São sempre esses os objectivos do F. C. Porto. Quem entrar aqui nos próximos 30 anos terá sempre esse bilhete à entrada. Também temos como objectivo proporcionar bons jogos, para termos o estádio cheio. Há outro objectivo no bilhete, que é o de potenciar os jogadores do F. C. Porto para o clube estar sempre pujante do ponto de vista económico. É preciso ter capacidade e consciência de que os jogadores do F. C. Porto entram sem ganhar nada e têm de sair a ganhar muito, eles e o clube.
Essa é uma das suas especialidades, potenciar jogadores...
Até se diz que 'o fulano ajuda a crescer os jogadores mais novos'. Isso é tanga. Quantos treinadores é que treinam com mais novos e não conseguem que eles evoluam. Quantos? A questão tem a ver com a formação do treinador. Eu fui capaz de fazer uma boa formação profissional. Isso ajuda-me a ganhar o que ganhei no F. C. Porto e em outros clubes e a construir uma história de 35 anos. Por outro lado, durante seis anos trabalhei na formação e isso foi fundamental na minha carreira para poder transmitir aquilo que pretendia.
A eliminação da Liga dos Campeões, diante do Manchester United, ainda pesa?
Não se trata de um sentimento de frustração. Mas temos a sensação de que poderíamos ultrapassar a eliminatória. Não é fácil fazer aquilo que conseguimos em Inglaterra. Na altura, disse aos jogadores que tínhamos de ser tacticamente inconscientes. E fomos. O problema é que no Dragão não fomos tão inconscientes como isso e estávamos já condicionados pela euforia que se instalou à volta da equipa, por causa do resultado da primeira mão. Os jogadores entraram quase com a obrigação de ganharem a eliminatória. A equipa levava uma grande carga em cima e faltou-nos alguma maturidade.
O facto de não ter estado no banco, na sequência do castigo motivado por um gesto em Madrid, pesou muito?
Talvez tenha pesado mais a forma como tudo foi feito para me impedir de estar no banco. O jogo foi preparado como todos os outros. As indicações foram dadas no estádio, estava num local longe, é verdade, mas com comunicação directa para o banco. Não sei se influenciou mais ou menos. O que influenciou, de facto, foi a forma como a UEFA me castigou, retirando-me a possibilidade de estar nessa partida. No fim, com alguma tristeza, cheguei à conclusão que tinha cometido um crime...
Mas parece-lhe que esse castigo teve alguma relação com facto de o F. C. Porto, na pré-temporada, ter sido, numa primeira fase, afastado da Liga dos Campeões?
Não faço ligações desse tipo. O que sei é que o F. C. Porto, na temporada 2008/09, em termos nacionais e internacionais, esteve debaixo de fogo, mas isso não impediu a equipa de chegar onde chegou, por mérito nosso e não, seguramente, por simpatia de quem na UEFA interpretou as questões todas que se passaram. De qualquer forma, o F. C. Porto ganhou em toda a frente, inclusivamente conseguindo passar aos oitavos-de-final depois de estar morto. Sob o ponto de vista jurídico ganhou o que tinha de ganhar. Hoje, está tudo limpo. A única coisa frustrante foi mesmo o castigo que me foi aplicado.
Quem é o melhor treinador do Mundo?
É o José Mourinho, porque ganha mais vezes.
E o melhor jogador?
Cristiano Ronaldo. Pelo menos até haver nova votação. Mas ainda não houve alterações significativas para alterar a minha ideia.
Quem foi o melhor jogador da Liga?
O Bruno Alves foi o mais sólido. Não gostaria de perdê-lo, mas, se for bom para o F. C. Porto e para ele, fico feliz. Ele merece. É um campeão, não tem limites nas suas ambições e é um perfeccionista. Tinha a história da violência, foi preciso apagá-la, mas bastava um pinguinho de chuva para que essa história fosse reactivada. Foi preciso que alguém, com elementos objectivos, o defendesse permanentemente dentro do F. C. Porto. É o melhor central do Mundo.
O que é preciso fazer para o futebol português deixar de ser uma desbunda?
Organizá-lo e fazer cumprir as regras. Atribuir responsabilidades a quem as tem. O futebol português dificilmente se vai organizar, porque não querem e não sabem.
A profissionalização dos árbitros é o caminho certo?
Ninguém sabe. É preciso ensaiar para ver. Nem os árbitros têm uma opinião segura...
É a favor que sejam árbitros estrangeiros a apitar os clássicos?
Não. Seria um atestado de incompetência aos nossos árbitros. »
É a favor que sejam árbitros estrangeiros a apitar os clássicos?
Não. Seria um atestado de incompetência aos nossos árbitros. »
Links para ver vídeos da entrevista:http://jn.sapo.pt/multimedia/video.aspx?content_id=1255027 - http://jn.sapo.pt/multimedia/video.aspx?content_id=1255281
Um site à altura do prestígio do F.C.Porto

O F.C.Porto alterou o site. Já passei por lá e francamente, parece-me bem melhor: mais atractivo, mais arejado, mais prático. Há novas páginas, mais e melhor informação. Saliento, entre outras novidades, a criação dos blogs do Dragon Tour, Dragon Force e Dragon Seat. Ficamos todos a ganhar, mas em particular, ficam a ganhar, os portistas que estão longe e a única forma de estarem informados e poderem contactar com o clube, é através do site.
Acho que podemos dizer: - agora, temos um site à altura do prestígio do F.C.Porto.
Também nesta matéria, estamos claramente à frente...
Jesualdo, Maicon, Álvaro Pereira, Pedro Gil e A Bola, cada vez mais ridícula...




Jesualdo: naturalmente, renovou o contrato - 2 anos.
Este tema já foi abordado em posts anteriores e não há mais nada para dizer, para além do facto, de eu, ao contrário de algumas más línguas, achar que foi no tempo certo e teve a dignidade que o acto justifica.
Maicon: do jovem central que pertencia ao Cruzeiro, mas jogou no Nacional, não tenho uma ideia muito concreta, pois só vi a equipa insular frente ao F.C.Porto e pouco mais. Quando é assim, dou sempre o benefício da dúvida e espero, que na tradição da escola portista de centrais, Maicon, que tem apenas 20 anos e perfil de central, possa daqui a algum tempo, seguir as pisadas de um F.Couto, R.Carvalho, Pepe e talvez, Bruno Alves. Isto é: afirmar-se no F.C.Porto e ser mais um senhor 30 milhões.
Gostei de ler as suas declarações, pois revela ambição, vontade e determinação, para além do enorme orgulho em envergar a camisola azul e branca...
Álvaro Pereira: descontando o ridículo da situação - ver em baixo -, também, e na mesma linha de Maicon, não posso dizer muito. É internacional uruguaio e as referências são boas. Tal como em relação ao central, vou ver e depois, darei a minha opinião.
Sendo pacífico que Benítez, foi uma aposta que se tem revelado falhada e não deve contar no futuro próximo, mesmo assim o F.C.Porto tem 5 laterais: Fucile, Sapunaru, Cissokho e os contratados Miguel Lopes e Álvaro Pereira. Vai sair alguém? Ou como acontece na selecção uruguaia, Álvaro Pereira, no F.C.Porto, será mais médio que defesa lateral?
Pedro Gil: o hoquista por tudo o que representa - raça, alma, espírito, mística e vontade de vencer -, merece bem aparecer como destaque, numa página de futebol. Esta contratação, que aplaudo com as duas mãos, significa que o F.C.Porto, apesar de já ter ganho sete campeonatos seguidos e estar bem situado para ganhar o oitavo, não dorme sobre os louros conquistados e quer mais. Com Pedro Gil e mantendo a base desta época, fica o F.C.Porto com um plantel ainda mais forte, para atacar o grande desafio de conquistar a Liga Europeia, que nos últimos anos lhe tem escapado. Mas a vinda de Pedro Gil para o Hóquei, mais as contratações já anunciadas para o Andebol e para o Basquetebol, são também um sinal claro, que o F.C.Porto, agora que tem o seu Pavilhão, volta nas modalidades, à pujança dos tempos passados, em que as romarias ao Américo de Sá eram constantes e as vitórias nas "amadoras" andavam lado a lado, com as vitórias no futebol.
É o ecletismo no F.C.Porto, ao fim e ao cabo, sempre foi assim com Pinto da Costa na presidência, apesar de algumas Avis Raras, não perceberem nada e persistirem em dizer o contrário...
A Bola, cada vez mais ridícula...
É isto A Bola de Vítor Serpa, Freteiro Delgado, S.Neves, F.Guerra, J.Bonzinho, M.Nóbrega, etc. Um jornal que perdeu toda a credibilidade e que é motivo de risota diária...Mandar à Roménia um enviado-especial, para fazer uma reportagem com um jogador, como se ele já fosse jogador do Benfica, e depois, ele aparece contratado pelo F.C.Porto, fica para a história do jornalismo português, como o momento de jornalismo falhado, mais patético dos últimos 30 anos.
Vítor Santos o saudoso chefe de redacção de A Bola, deve dar voltas no túmulo, perante o estado em que está o jornal. A cegueira vermelha tolda os espíritos e o ridículo, é a imagem de marca de um jornal, que apesar de ter sido sempre pró-Benfica, nunca foi tão faccioso, tendencioso e sectário, como é agora, desde que o Freteiro Delgado tem responsabilidades na direcção do jornal.
Recuperem a credibilidade, corram com ele!
Recuperem a credibilidade, corram com ele!
F.C.Porto 26 - S.L.Benfica 23. Campeões!!!



Um ambiente de autêntica loucura - a pedir meças aos melhores tempos do Pavilhão Américo de Sá -, um Dragãozinho a soltar labaredas durante todo o jogo, levou o F.C.Porto ao colo até ao título. Fomos a melhor equipa da fase regular, dos play-off, logo, somos Campeões com toda a justiça!
Um abraço de parabéns a toda a secção, em particular ao meu amigo João Moreira.
Esta vida de Dragão só dá Campeão...
Adeus Tarik...gostamos muito de te ter tido aqui

Terminou a época e como acontece todos os anos, muitos ficam, alguns chegam, outros partem. Um dos que vai partir, já está decidido, é Tarik Sektioui. Chegado ao F.C.Porto na época 2006/2007, pela "mão" de Co Adriaanse, Tarik, com a saída abrupta do holandês, nunca foi muito utilizado por Jesualdo - 4 jogos e 1 golo. Mas para além da pouca utilização, o internacional marroquino, também não mostrou nada de especial e foi até, em Dezembro, emprestado aos holandeses do RKW Waalwijk. Regressou ao F.C.Porto, onde na pré-temporada seguinte, convenceu Jesualdo e conquistou o direito a fazer parte do plantel para a época 2007/2008. Foi a grande época do magrebino: titular quase indíscutível, Tarik, jogou bem, marcou golos - 6 na Liga, 1 na C.League - e esteve na CAN, por Marrocos, onde foi figura de destaque. Na temporada agora terminada, Tarik, vítima de muitas lesões, não foi feliz, jogou pouco, acaba o contrato e, naturalmente, vai sair do F.C.Porto. Na hora da saída, apesar de estar certamente, muito triste, Sektioui, não mostrou qualquer azedume, antes pelo contrário, teve palavras muito elogiosas, para o Clube, para os dirigentes, para a cidade, para os adeptos e para os colegas, que considerou como irmãos. E isso para mim, deve ser destacado.
Tarik, não era um fora-de-série, mas era sério. Não era um génio, mas marcava golos geniais. Às vezes deixava-me com os cabelos em pé, pelos golos fáceis que desperdiçava, mas logo a seguir, fazia-me abrir a boca de espanto, com as obras de arte que assinava. Era solidário, um bom profissional, um amigo e um companheirão!
É com emoção que digo:- adeus Tarik...tudo de bom para ti, pessoal e profissionalmente.
Nós gostamos muito de te ter tido aqui. A tua marca fica registada. O teu contributo para os sucessos do F.C.Porto, está lá, na nossa História a letras de ouro, mas o teu sorriso e o teu contributo para a mística e o espírito do Dragão, nunca mais serão esquecidos.
Um grande abraço!
PS- Ao reler o post, verifiquei que falo do Tarik, como se ele abandonasse o futebol, o que não é o caso. Tarik, apenas deixa o F.C.Porto, mas vai continuar a jogar - "Para onde vou agora? Isso ainda não sei, vamos ver ". Foi da emoção. Até me esqueço que há vida para além do F.C.Porto...Assim e como é óbvio, deve ser lido: Tarik, não é um fora-de-série, mas é sério. Não é um génio, mas marca golos geniais...é solidário...
Ficam os vídeos dos dois golos mais bonitos de Tarik, com a camisola do F.C.Porto.
F.C.Porto 1 - Paços de Ferreira 0. Sem brilho, mas em glória


Parece um paradoxo, mas não é: não foi famosa a exibição do F.C.Porto, mas a vitória parece-me justa e o objectivo foi conseguido... Apesar do Paços - uma palavra de parabéns ao Paços de Ferreira. Um adversário digno, uma mobilização que merece ser destacada e deve fazer corar de vergonha, alguns ditos grandes - principalmente na primeira-parte, ter jogado bem e pelo lado esquerdo, ter criado algumas situações de perigo, as oportunidades mais flagrantes em todo o jogo, foram do Tetracampeão, que por Hulk, Meireles e C.Rodríguez, falhou golos cantados. Nuno, que me lembre, só fez uma defesa! Se quisesse transportar a exibição portista para a culinária, diria que faltaram ingredientes à dobradinho do Dragão. Não foi uma dobradinha à moda do Porto, mas uma daquelas dobradinhas de imitação: muito feijão, pouca carne e um sabor estranho, apesar do Mestre, ao intervalo, ter colocado um pouco de piri-piri...não adiantou muito...Paciência, foi a sexta e isso é que é importante!
E está tudo dito: as nuances, as tácticas, as substituições que me pareceram tardias - Huk, por exemplo, já não andava -, etc., ficam para os experts...Dos jogadores vou apenas destacar Nuno: o guarda-redes do F.C.Porto, habitual suplente de Helton, mas titular nos jogos da Taça, já merecia ser compensado com a alegria de levantar o Troféu. Nuno é um excelente profissional, um guarda-redes com capacidades e um companheirão. A alegria contagiante, que deu mostras no fim do jogo, demonstra bem os sentimentos que o invadiram, por ter conseguido, à terceira tentativa, ganhar a prova, como titular da baliza azul e branca.
Também quero destacar, a grande mobilização de adeptos azuis e brancos: o Gigante do Norte invadiu Lisboa e mostrou a sua força e a sua raça.
E em termos de clube, acabou a temporada. Os jogadores vão a banhos e começam as especulações do entra e sai, devia ficar o A e entrar o B, ou o contrário. Não vou dar para esse peditório: tenho a certeza, que mais uma vez vamos ter uma grande equipa e partimos na frente. Podemos não ganhar, mas plantel para ganhar vamos ter. Eu não tenho dúvidas, porque sei o que a casa gasta!
Notas finais: a primeira é para dizer que acabou o tabú Jesualdo, que alguns criaram, mas que para mim nunca existiu. Disse-o em comentário no dia 11 de Maio:
«Mais duas notas que não fiz referência no post: uma para dizer que Jesualdo vai renovar. Só falta saber se por 1 ou por 2 anos.»

Renovou por dois anos o Professor: é uma renovação natural e o corolário de uma temporada magnífica, em que a nível interno os dois principais objectivos foram conseguidos - Campeonato e Taça - e a nível externo - C.League -, até foram ultrapassados. Faz bem a Sad em renovar com o Alafaiate de Mirandela. Os tempos não estão para aventuras e depois tenho dúvidas, que alguém por mais pintado que seja, fosse capaz de fazer melhor. Há, obviamente, coisas a melhorar, principalmente nos jogos em casa e fundamentalmente na qualidade do jogo. Jesualdo que foi refinando as suas capacidades e a sua forma de perceber o que é o F.C.Porto, deu provas de ser capaz de voltar a ter sucesso. Como já o disse há tempos atrás, o técnico portista mostrou ser um homem de coragem ao aceitar continuar, depois de tantos sucessos no F.C.Porto, quando até tinha outros e muito bons convites. Sabe o que o espera: uma massa adepta sedenta de vitórias - " este clube alimenta-se de vitórias" disse o Presidente, sábado em Lisboa - e muito exigente. Que agora vai relaxar e descansar, mas voltará em meados de Agosto, com o mesmo apoio de sempre, mas também, com a mesma exigência de sempre. Vamos partir do zero, porque o nosso lema é: não embandeirar em arco nas vitórias, nem dramatizar muito as derrotas.
Com a vitória na Taça, Jesualdo juntou-se ao grosso da coluna, como técnico dos Dragões, que desde 1982, ano em que J.N.Pinto da Costa, chegou
à presidência do F.C.Porto, para além do campeonato, também ganha a 2ª prova do calendário futebolístico português. A excepção continua a ser C.Alberto Silva...
à presidência do F.C.Porto, para além do campeonato, também ganha a 2ª prova do calendário futebolístico português. A excepção continua a ser C.Alberto Silva...Um Grande Post Scríptum para os meus amigos do BiBó-PoRtO: um muito obrigado e um abraço de Dragão, pelo almoçinho...-Estava tão bom, que até vos perdoo o pormenor da cor da mesa...
Espero que consigam a aquisição que pretendem e que a acontecer, vai dar brado na blogosfera!
Ah, e se não for antes, quarta-feira lá estaremos no Dragãozinho.
Termino adaptando um slogan que corre nos marcadores electrónicos do Dragão:- muitas dores de garganta, muitas canseiras, mas a 14ª Taça de Portugal lá veio para a Invicta.
Já me esquecia, mas ainda vão a tempo, as declarações do técnico do F.C.Porto após a vitória na final da Taça:
Festa bonita
«Antes de mais, quero deixar uma palavra de apreço ao Paços de Ferreira, aos seus jogadores, ao seu treinador e à própria cidade. Parabéns pela forma como conseguiram colocar-nos problemas que outras equipas de maior gabarito não conseguiram. Quero felicitar os adeptos pela festa bem bonita que fizeram neste estádio. Quero também deixar uma palavra aos meus jogadores, que, depois de tudo pelo que passaram ao longo da época, chegaram a este jogo desgastados, mas com muita vontade, uma grande capacidade
colectiva e muito espírito de luta».
colectiva e muito espírito de luta». Dedicar o troféu a Reinaldo Teles
«Dedico esta vitória ao senhor Reinaldo Teles, uma pessoa que sempre esteve ligada ao futebol do clube e que, depois de ter passado por alguns problemas de saúde, regressou ao nosso convívio. Dedico-lhe este troféu exclusivamente».
Vínculo renovado
«O que quero anunciar é que, depois do nosso jogo frente ao Manchester United no Dragão, o senhor Presidente acordou comigo a renovação do contrato por mais duas épocas. É um compromisso verbal, não assinado, mas que aceitei sem hesitações. Continuo com muito gosto, com muito prazer. A partir de amanhã vamos começar a pensar nos aspectos que definem o futuro da equipa».
Sentimento de gratidão
«Estes três anos no F.C. Porto são aqueles que mais me preenchem, que mais orgulho me deram, mas também aqueles que, seguramente, mais trabalho me deram. Expresso a minha gratidão ao clube que me proporcionou este sucesso. O meu sentimento de nobreza faz-me estar grato ao F.C. Porto».
Excelência como ambição
«No F.C. Porto não há recordes para bater. Este clube já ganhou todas as competições. Mantemos a ambição de ganhar, que é a nota desta casa, porque sabemos que no F.C. Porto é possível chegar à excelência. Perante esse quadro, esta renovação de contrato satisfaz-me bastante porque é uma prova de confiança no meu trabalho. O nosso próximo objectivo é a Supertaça, que queremos ganhar, e é essa a realidade de um vencedor nato, daquele que ganha sempre. O que vamos fazer é tentar aproximar esta equipa das metas que o clube exige sempre aos seus profissionais».
Mercado não pára
«Temos uma base para trabalharmos. Todos sabemos que o mercado não pára, mas o F.C. Porto está preparado para tudo o que vier a acontecer. Vamos trabalhar em função dos objectivos que queremos atingir e a vontade de vencer em nenhum momento deixará de ser a nossa bússola».







