Colecção favoritos do futebol: equipa do F.C.Porto ano 1964

O Armando Pinto enviou-me o mail com a foto de cima e fez despertar em mim recordações de tempos idos, tempos de vacas magras, em que não ganhavamos quase nada e muitas vezes, não era porque fossemos piores, mas porque outros interesses se levantavam... Há episódios com alguns destes jogadores de que ainda tenho memória e são esses que vou partilhar com todos vocês.
De Américo recordo um guarda-redes extraordinário, e em particular, um Itália/Portugal, em que Américo fez uma exibição espantosa, das melhores que vi em toda a minha vida e que talvez só encontre paralelo, numa exibição em Madrid de Vítor Baía, frente ao Real, e à exibição de J.Mlynarczyk, em Brondby, na gloriosa época de 1986/1987.
A propósito de Américo, não deixem de ler a entrevista do Blue Boy ao antigo magriço, no blog, http://bibo-porto-carago.blogspot.com/ com o título:"Entrevista com Américo, o «guarda-redes suicida»... "
Recordo as excelentes prestações de Festa no Mundial de 1966 em que o lateral-direito portista, remeteu para o banco, em três, dos seis jogos de Portugal, Morais e impediu com isso, que o quarteto defensivo fosse composto na totalidade, por jogadores do Sporting.
De Almeida, tenho uma vaga recordação de um F.C.Porto frente a uma equipa escocesa - Hibernian ou Dundee? - em que tinhamos perdido lá 3-0 e cá ganhamos por 3-1 - golos de Valdir -, com o golo dos escoceses a ser obtido em fora-de-jogo, com a curiosidade do fiscal-de-linha - na altura eram assim chamados -, Fernando Leite, pasme-se, ser do Porto.
De Joaquim Jorge, só me lembro que saiu do F.C.Porto e foi para Guimarães, onde viria a fazer uma excelente dupla de centrais com Pinto - irmão de Custódio Pinto -, vindo a dupla, a ser titular na selecção.
De Rolando, um jogador fino, bom de bola e jogador de selecção, recordo um Porto/Benfica, em que estavamos a ganhar 1-0, mas depois, vítima de um choque - com Eusébio? - Rolando abriu o sobrolho e...acabamos por perder 1-3.
De Paula, só recordo que saiu do F.C.Porto para o Benfica e não foi feliz...
De Carlos Baptista, lamento, mas não me recordo de nada...sei apenas que esteve ligado ao Braga, não sei se como jogador ou apenas como treinador.
De Jaime só recordo que era um extremo-direito muito rápido e tinha o mesmo apelido de Vieira - Ventoínha. Será?...
De Valdir, avançado-do-centro brasileiro, recordo o já falado jogo frente ao Hibernian ou Dundee?, em que marcou três golos e pouco mais.
De Custódio Pinto recordo um grande avançado, exímio cabeceador e por isso, conhecido por "cabecinha de oiro", que era o abono de família do F.C.Porto. Na selecção estava tapado por Torres, que para além das qualidades que tinha, era do Benfica, clube do seleccionador J.Maria Antunes e do treinador, Otto Glória.
Finalmente Nóbrega, um extremo-esquerdo de boa qualidade, rápido, também internacional e também, tapado pelo benfiquista Simões...
Haviam muitos outros que poderiam ser referidos, mas como a caderneta só comportava onze de cada equipa...
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Peace Cup: F.C.Porto 2 - Lyon 0.

minado o futebol francês.Atrás também estamos fortes e se não houverem surpresas de última hora, ficaremos com uma defesa de betão. Fucile, Sapunaru, M.Lopes e Álvaro Pereira para as laterais, Maicon, N.André Coelho, Bruno Alves e um Rolando cada vez mais jogador, para o centro da defesa, dão totais garantias e garentem que a casa vai ter alicerces seguros.
Na baliza, Helton não pode ter ou melhor, continuar a ter, aquelas distracções que às vezes nos causam tantos amargos de boca. Ontem voltou a ser displicente e ia dando barraca...definitivamente isso tem de acabar, sob pena de esta época, com a chegada de Beto, ficar a ver jogar.- Helton, vais continuar a dar o flanco aos teus detractores?
Frente ao Lyon, dos "velhos" e dos que jogaram tempo que se visse, gostei de todos e até estava capaz de pedir ao Hulk para acalmar um bocadinho e ser mais discreto...- Givanildo, meu rapaz, tem calma, a época é longa e assim tu não aguentas!...
Dos novos: muito bem Álvaro Pereira a justificar a contratação - se Aly Cissokho não tivesse saído ia ser o cabo dos trabalhos para Jesualdo.
Notas finais: no futebol o que é verdade hoje pode ser mentira amanhã e vice-versa, mas que Diabo, há alguns que não aprendem nada! Quando Hulk chegou e se soube que tinha custado 5,5 milhões de euros por 50% do passe, logo se levantou o coro da má língua, os críticos, os seres pensantes - alguns não passam de uns pobres de espírito...-, que gritaram: - tanto dinheiro por um ilustre desconhecido que veio do Japão, campeonato sem expressão e sem competitividade?!
PS- O jornal do Benfica - A Bola - trás na 1ª página que Keirrison vem para o Benfica - Há dias era Marcel. Estão explicadas as razões pelas quais o dito jornal o ligou tanto ao F.C.Porto. Eles depois do que aconteceu com Rodríguez, Álvaro Pereira e Falcao, andam mortinhos por fazer uma parangona com o título: "Benfica rouba ... ao F.C.Porto!"
Porque temos memória...


Paz à sua alma!
«Na época de 1996/1997 - primeira de A.Oliveira como técnico do F.C.Porto -, o clube do Dragão: dirigentes, técnicos, jogadores, associados, foram vítimas de uma campanha do mais rasteiro, que há memória. Nessa campanha, levada a cabo pela Sic - "Donos da Bola", havia na altura, quem chamasse ao programa "Porcos da Bola"- e pelo jornal Record, valeu tudo, para denegrir e desprestigiar, interna e externamente, a imagem do F.C.Porto. Durante esse período negro, houve um episódio, em que a deontologia e a ética, foram claramente violentadas e o jornalismo desportivo, desceu a um nível, muito abaixo, dos mínimos exigíveis. Refiro-me ao chamado caso "off-the-record", em que uma conversa informal, do técnico portista, com 9 jornalistas, sob o compromisso, aceite por todos, que não era para ser gravada ou publicada, não foi respeitado. O jornalista do Record, presente, gravou tudo e o jornal, na altura dirigido por essa figura inenarrável, chamada R.Cartaxana, violando todas as regras, publicou a conversa, fez grandes parangonas e vendeu lixo, durante vários dias.
Ao vasculhar nos arquivos do Dragão até à morte, encontrei um artigo de Miguel Sousa Tavares sobre o assunto, que coloco à disposição de todos. Trazer aqui e agora, este lamentável e vergonhoso, episódio, tem o objectivo de lembrar aos portistas, principalmente aqueles que nessa altura ainda não tinham despertado para as causas azuis e brancas, que nada do que temos conseguido, nos foi dado de mão beijada. Não, temos enfrentado e ultrapassado, tremendos
obstáculos, lutado, quase sempre sozinhos, contra tudo e contra todos e nesta época, pelo andar da carruagem, mais uma vez, é isso que vai voltar a acontecer. Tenho a certeza, que tal como em 1996/1997 - época do Tri - também agora, vamos sair vitoriosos.
PS - Publicar este artigo do M.S.Tavares, serve também, para dizer o seguinte: estou, às vezes, em desacordo com o que o Jornalista/Escritor, escreve e diz, sobre o F.C.Porto.
Concretamente, à forma como se refere a alguns profissionais portistas e às políticas desportivas do F.C.Porto - as incoerências, são tantas... mas reconheço-lhe a frontalidade, a determinação, a coragem, com que em situações difíceis, dá a cara pelo F.C.Porto, não há poucos anos, mas, e como se pode constatar, há décadas.
Nessa matéria, alguns, ainda têm de comer muita broa, para chegarem aos calcanhares do Miguel.»
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Peace Cup, um desafio à altura do Tetracampeão









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Primeira análise a um plantel que poderá não estar fechado

Será que podemos dizer: este vai ser o plantel do F.C.Porto que vai lutar pelo Pentacampeonato, quando estamos a mais de um mês do fim do mercado de transferências? Não, não podemos, porque embora o F.C.Porto nos tenha feito saber através do Labaredas - a propósito, quem é o "desanimado"? - que nunca houveram propostas por Bruno Alves e Fernando, nada nos garante que no futuro não possam haver. Mas partamos do princípio que já não sai e não entra ninguém - salvaguardando uma possível saída de Benitez que é o 26º jogador e não mostra ter capacidade para ser alternativa -, teremos um plantel à altura dos pergaminhos do F.C.Porto?
Se os jogadores contratados, que ainda foram pouco vistos e dos quais se conhece muito pouco - Falcao, Valeri e Prediger -, justificarem a aposta que o clube fez neles, é minha opinião, que podemos ser ambiciosos e temos um plantel capaz de lutar pelos nossos objectivos, que são altos como sempre.
Na baliza, três guarda-redes que dão totais garantias, com Helton a partir na frente, mas com Beto à espreita, sem esquecer Nuno, para o que der e vier.
Na defesa e na lateral-direita, há várias alternativas, com Fucile que também pode jogar na esquerda, a levar vantagem para já, mas Miguel Lopes tem capacidades e Sapunaru, mostrou a partir de determinada altura da época passada, que pode ser alternativa, a garantirem a tranquilidade necessária.
Na lateral-esquerda, a saída de Cissokho foi bem colmatada por Álvaro Pereira, e Fucile, pode dar sempre uma perninha, quando o uruguaio não puder jogar. Por aqui, também não me parece que venham a haver problemas.
No centro da zaga, a certeza que temos várias alternativas e todas com garantia de segurança, permitindo várias soluções: Rolando e Bruno levam vantagem, mas quer Maicon quer N.A.Coelho, podem complicar as contas a Jesualdo.
No meio-campo e na posição 6, temos Fernando com selo de qualidade e temos um Prediger para já um ilustre desconhecido, a quem deve ser dado tempo para mostrar as razões da sua contratação. Se o argentino tiver qualidade e mostrar uma vontade e um espírito, que não se viu em A.Madrid, as coisas no chamado trinco ficam melhores que na temporada transacta. Nesta posição mais uma nota: tenho pena que Jesualdo não tivesse tido com Bollatti, a mesma paciência que teve com Mariano e está a ter com Guarín.
Para as laterais do sector intermédio, muitas possibilidades: Belluschi e Meireles partem na pole-position, mas T.Costa, Guarín - dizem que ontem mostrou serviço e bom serviço! -, Valeri e ainda com as possibilidades para uma emergência, Rodríguez e Mariano, permitem que o treinador portista não perca o sono.
No ataque, Hulk que tem jogado no meio, Varela, Rodríguez e Mariano, garantem várias combinações e Farías, importante para determinados jogos, golos, ou não fosse El Tecla o avançado com melhor produtividade na época finda. Falcao é uma incógnita e já ouvi muitas coisas: "é como o Farías", "não tem a versatilidade de Lisandro", etc. Vamos aguardar, até porque o jogador já era seguido há mais de um ano e por isso, não acredito que o F.C.Porto contratasse uma fotocópia de Farías. Se o colombiano não for diferente e como Orlando Sá, também é semelhante, ficariamos com três pontas-de-lança "iguais" o que não faz sentido e obrigaria a tentar arranjar um diferente, mais parecido com o agora, jogador do Lyon.
A Peace Cup, onde vamos encontrar adversários de grau de dificuldade mais elevado, vai mostrar as coisas boas e más, muito a tempo, de fazer uma ou outra correcção, se for necessário.
Campo com o plantel, um trabalho do André, do blog:http://resolvepc.blogspot.com/
F.C.Porto 1 - Dínamo de Bucareste 0

Mais uma partida, mais uma vitória, nesta pré-época que terá o seu ponto alto e o grau de dificuldade mais elevado, na Peace Cup, com os jogos frente ao Lyon e Besiktas, isto se não seguirmos em frente, pois caso consigamos ir às meisa-finais ou à final, até podemos enfrentar os galácticos de Madrid.
Tal como aconteceu frente ao Leixões, não vi o jogo - estes jogos não me entusiasmam muito e como não tenho Sport TV...- e como tal, não posso opinar. Assim, socorro-me da crónica do Maisfutebol e da análise que eles fizeram aos novos.
Ah, no final do jogo ligou-me um amigo a dizer que o Varela fez um grande jogo e perante o meu argumento que quero ver quando for a sério para então dizer o que penso, queria à força apostar comigo, como no máximo, 2 anos, o jovem avançado irá render mais de 20 milhões.

«O F C Porto venceu o Troféu Albufeira Anima, ao derrotar o Dínamo de Bucareste (1-0), denotando já agradável fio de jogo, principalmente na primeira parte.
Com cinco novidades no onze inicial, Jesualdo Ferreira arrumou a equipa em 4x3x3, com Hulk a ponta-de-lança, servido nas alas por Varela e Mariano. No meio-campo, Fernando foi o vértice mais recuado de um triângulo que integrou ainda Belluschi e Guarín, que, em situações defensivas, recuava para segundo trinco. Maicon foi novidade ao lado de Bruno Alves no centro da defesa, assim como Alvaro Pereira no lado esquerdo da defesa. Fucile completou o quarteto à frente de Beto.
Trocando bem a bola, os dragões assumiram cedo o comando das operações, com Belluschi a destacar-se com passes venenosos para os velocistas do ataque, Hulk e Varela, preferencialmente para o centro da defesa, onde os centrais romenos denotavam fragilidades. De resto, pelo entendimento demonstrado, Belluschi pareceu jogar nesta equipa há anos.
E seria pelo caminho que os dragões estavam a desbravar (o centro da defesa romena) que Varela chegou ao golo, aos 17 minutos, à segunda tentativa, depois de o guarda-redes ter defendido um primeiro tiro.
Sempre com o jogo controlado até ao intervalo, os azuis e brancos poderiam ter ampliado o marcador, por Mariano, que por duas vezes falhou na finalização. Só por uma vez Beto foi incomodado, num remate de Rus (29 minutos), a que o guarda-redes portista correspondeu com espectacular defesa.
As substituições fizeram baixar a qualidade do jogo dos campeões nacionais na segunda parte, com a maior ovação a acontecer na entrada de Falcão, que poucas oportunidades teve para se mostrar, nos 22 minutos que esteve em campo. O Dínamo aproveitou para subir mais no terreno, mas revelou escassa eficácia no momento do remate, nas poucas oportunidades que teve para evitar a derrota.
Varela Um destaque merecido, e não apenas pelo golo que marcou. Não se limitou a ser o melhor dos reforços: foi mesmo o melhor em campo, com bons movimentos pelas alas (apareceu mais na esquerda) e diagonais oportunas a deixarem-no próximo do golo em mais do que uma ocasião. Rápido, deu sinais de estar numa fase de preparação bem adiantada, o que lhe valeu ter sido, a par de Maicón, o único a jogar os 90 minutos, sempre em bom plano. E acabou a sentir na pele a dureza dos romenos, impotentes perante a sua velocidade.Belluschi Saiu ao intervalo, mas a tempo de deixar promessas interessantes: bem integrado no colectivo, teve dois passes de ruptura que deixaram Hulk e Mariano na cara do golo. E ainda teve um belo apontamento defensivo, dobrando Fucile num contra-ataque do Dínamo.
Beto Uma primeira parte relativamente tranquila, já que o Dínamo de Bucareste poucas vezes conseguiu chegar à área com perigo. Ainda assim, teve um dos momentos mais espectaculares da noite, com um voo espectacular a desviar para canto uma bomba de Laurentiu, de fora da área (29 m). Uma defesa que serviu para reforçar a sua candidatura à titularidade.
Maicon Sóbrio, sereno e com processos simples, formou uma boa dupla com Bruno Alves e repetiu a dose no segundo tempo, quando passou a ter Rolando como parceiro.
Alvaro Pereira O mais discreto dos reforços, numa primeira parte tímida em termos ofensivos. A defender, não sofreu muito, pela falta de soluções do adversário, mas ainda foi obrigado a uma entrada dura sobre Grigore, depois de ter sido ultrapassado no um para um.
Nuno André Coelho Novamente adaptado a lateral-direito, que não é o seu posto natural, teve uma segunda parte muito interessante, com a vontade de mostrar serviço bem evidenciada por uma participação ofensiva assídua. A defender, teve noite de pouco trabalho.
Falcão Vinte minutos para saborear a estreia com a camisola portista e para reencontrar Farias, com quem tinha jogado no River Plate. O jogo não deu para muito mais...
Valeri O mesmo que Falcão, ainda com menos tempo em campo. Um bom passe para o avançado colombiano foi o seu momento de maior destaque, mas Falcão falhou o domínio.»
Mais uma chamada e no fim, o Benfica para desopilar

As cláusulas de rescisão



Para se porem a coberto de surpresas desagradáveis, derivadas desse aborto jurídico, que é o artigo 17º do regulamento de transferências da FIFA, conhecido pela lei Webster(*) - o F.C.Porto que o diga, pois já viu sair abruptamente, P.Assunção -, os clubes, pelo menos aqueles que têm jogadores muito cobiçados e não têm possibilidades de competir, em termos salariais, com os grandes tubarões do futebol europeu, foram "obrigados" a negociarem com os seus profisionais, cláusulas de rescisão, que os salvaguardem de surpresas como a que o F.C.Porto foi vítima.
A questão que coloco e que é a minha grande dúvida, é saber até quando as cláusulas podem ser accionadas. Até ao último dia do mercado de transferências - 31 de Agosto? E na reabertura do mercado, em Janeiro, também podem sair jogadores desde que alguém pague o estipulado?
Há um prazo, antes de 31 de Agosto, em que termina a possibilidade de, mesmo que alguém pague a cláusula, um jogador sair? Há normas internas ou externas - C.E. -, que regulem estas questões?
Tenho reflectido sobre isto, já procurei saber e ainda ninguém me deu uma resposta convincente... E tenho reflectido porque, se por hipótese, no último dia de mercado, o Barcelona levasse, pagando a cláusula, obviamente, o Bruno Alves, o Arsenal fizesse o mesmo com Meireles e a Fiorentina com Fernando, como ficaria o F.C.Porto? Cheio de dinheiro, mas sem possibilidades de rapidamente suprir essas saídas, o que desportivamente, seria um desastre!
(*) -«O artigo 17 de Regulamento de Transferências da FIFA determina que um jogador possa rescindir livremente com o clube que o emprega, se tiverem passados três anos desde que assinou contrato, para representar por uma equipa estrangeira. Ou apenas dois, se tiver mais de 28 anos. O documento está em vigor desde 2001 e o defesa escocês Andy Webster foi o primeiro a invocar o artigo, cinco anos depois, saindo do Hearts para o Wigan. Da Escócia para Inglaterra.
Estava por determinar o valor a que o clube empregador teria direito como indemnização pela saída, o que foi feito pelo TAS. A decisão foi clara e serve tanto para o clube como para o futebolista: a indemnização é igual ao valor dos vencimentos a pagar ao atleta até final do contrato. Não há qualquer sanção desportiva e o jogador pode assinar por um clube estrangeiro (o regulamento de transferências da FIFA é apenas aplicável a negócios internacionais).
O período protegido - de três anos para futebolistas com menos de 28 anos, de dois para os mais velhos - assenta apenas sobre o período em que se é profissional, ou seja, desde o momento em que o atleta assine um contrato como profissional. Para se invocar o artigo 17 do Regulamento não contam os anos de formação. E para que a rescisão de um jogador seja validada pelo artigo o pedido terá de ser feito até 15 dias depois do último jogo oficial do clube que o futebolista representa.
Cada contrato assinado inicia um novo período protegido e as cláusulas de rescisão podem bloquear o êxodo de jogadores. No entanto, o acórdão do TAS não faz referência a cláusulas de rescisão, deixando apenas no ar a sua validade dentro e fora de cada período protegido.» In MAIS FUTEBOL
PS - O Vítor céguinho, continua na sua saga de "empresário de jogadores" e depois de não ter conseguido vender B.Alves - primeiro era a investida iminente do Barcelona... Já lá vão 16 dias e de investida, nada! Depois era o Chelsea e mais uma vez, nada!... - tenta agora, com a ajuda de uma vara para assustar os parceiros e de uma horta que só dá produtos foleiros, vender o Fernando...
Coitado do céguinho, não acerta uma...
O telefonema sobre Fernando e Prediger







