Recordar a medalha de ouro olímpico de Fernanda Ribeiro
Topem só este nojento do Guerra...

18 Agosto de 2009, início da Liga Sagres

Apanha-se mais depressa um jornalista rasca, faccioso, sectário e vermelhão de A Bola, que um coxo.
Este recadeiro, em 2003 pedia que deixassem o árbitros em paz, ontem, em artigo de opinião, no fim da 1ª jornada, atirou-se com tudo aos árbitros. Quando os juízes erram a favor do clube do Guerra, deixem-nos em paz, quando erram contra - no jogo com o Marítimo, Artur Soares Dias errou mais contra os madeirenses, que contra o Benfica, mas o Guerra só viu o que lhe interessa... - as críticas são o que se viu...Mas o Guerra, o Freteiro Delgado, o Bonzinho, o Vítor ceguinho - não, não é o director - e afins, têm azar, nós já os topamos, marcamo-los em cima e demonstramos, com clareza, a forma como fazem jornalismo pró-vermelho e contra o azul e branco.
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Hulk e o Benfica a falar dos árbitros pela voz dos Freteiros do regime
Não sou ingénuo, já não tenho idade para isso, conheço bem o meu país, o futebol português, o anão que preside à Liga, o vermelho da Comissão Disciplinar, a comunicação social que temos, e sei portanto, o que nos espera esta época. Conheço o Factor X e para isso alertei antes do jogo. Sei o que passaram e continuam a passar, alguns profissionais portistas, sempre maltratados, ignorados, perseguidos, como por exemplo Bruno Alves, em comparação com pseudo-vedetas dos outros clubes, onde um meco qualquer, é logo comparado a Maicon, que é só o melhor lateral do Mundo. Mas o facto de dizer o que disse anteriormente, não implica que não esteja atento ao resto. Como disse não sou ingénuo, mas se fosse, tinha perdido hoje toda a ingenuidade, ao ler os escabrosos artigos do Desanimado 1, o inconfundível Freteiro Delgado, em A Bola, e que não passam de uma forma de pressão vergonhosa, com o objectivo claro, de dizer aos árbitros: - os senhores têm de dar o tempo necessário para que o Benfica ganhe, nem que para isso tenha de haver descontos de 30 minutos. Esse vermelho encardido, vai ao ponto de analisar à lupa, um a um, todos os lances de interrupção do jogo, para concluir que Artur Soares Dias devia dar 10 minutos e 19 segundos de descontos. Mais, publicando a imagem da marcação do penalti, o Freteiro mostra o erro do árbitro que lhe interessa, mas imagens das agressões que deviam valer a expulsão de David Luiz e Cardozo, nem vê-las. Uma pouca vergonha e uma nojeira, mas nada que surpreenda vindo de quem vem.
Problemas com as paragens de jogo e perdas de tempo, têm as equipas chamadas grandes nos confrontos com adversários mais fracos e quase em todos os jogos. O F.C.Porto, então, já tem há muito tempo o saco cheio, mas nunca ninguém em A Bola, achou por bem fazer um trabalho como fez o Freteiro. Porque será? Mais, outro vermelhão, no mesmo jornal, o Guerra, já está a fazer uma classificação virtual, onde diz que o Benfica devia ter 3 pontos e o F.C.Porto zero.
Nota final:gosto muito do F.C.Porto, defendo-o de há muitos anos a esta parte e defendê-lo-ei sempre, no futuro, com unhas e dentes, seja contra quem for - mesmo que isso me acarrete problemas. Mas ninguém conte comigo para lamúrias, queixinhas , vitimizações, que não levam a lado nenhum. Principalmente não contem comigo, para dizer que é branco, quando eu vejo preto.
F.C.Paços de Ferreira 1 - F.C.Porto 1. Importam-se de não repetir???

r de fogachos de Hulk e dois lance de Belluschi...O F.C.Porto da primeira-parte é mau de mais para ser verdade. Curiosamente, depois da expulsão do jovem brasileiro - aqui abro um parêntises para dizer o seguinte: Xistra é um mau árbitro e normalmente prejudica o F.C.Porto. No jogo de hoje errou muito, mas errou para os dois lados e não vamos culpar o Factor X pelos dois pontos perdidos. O primeiro amarelo não vi, mas o segundo é uma entrada por trás, escusada, e que um jogador que já tem amarelo não deve fazer. Hulk é novo, tem muito a aprender e não pode carregar nas costas o peso de ter de resolver sozinho os problemas que dizem respeito à equipa no seu conjunto. Não é normal um avançado ser mais penalizado que os defesas, mas se já era assim, esta época ainda vai ser pior e o avançado brasileiro tem de perceber isso definitivamente, sob pena, de prejudicar a equipa...Hulk não pode continuar a discutir muito e a jogar pouco, como fez na tarde calorenta da Mata Real... -, o F.C.Porto com dez jogou melhor e ainda melhorou mais com a saída de Farías e a entrada de Varela. Encostando Mariano na direita e o ex-Amadora sobre a esquerda, com Falcao no meio, apoiado por Belluschi e com Fernando a segurar as pontas, o conjunto de Jesualdo teve o seu melhor período, dominou, empatou e se podia ter perdido, também podia ter ganho, embora pelo que ambas as equipas fizeram, o resultado me pareça justo.
Estamos a começar e se se perdoam as falhas próprias de uma equipa que tem de crescer e vai crescer, não se admitem faltas de atitude, entradas ensonadas, comportamentos displicentes, de quem não encara os jogos com a vontade, a crença e o espírito do Dragão. Como os resultados demonstram de forma clara, o foguetório não assusta ninguém, mas para fazermos a diferença, temos de ser iguais a nós próprios, aprender com os erros e melhorar. Que o jogo da Mata Real ajude a reflectir e que o que aconteceu hoje não se volte a repetir.Helton: não tenho a certeza, se no golo do Paços, não reagiu tardiamente...no resto esteve bem, apesar daquele calafrio com a bola a passar-lhe sobre o pé - tem de haver sempre uma "brincadeira" para testar os nervos do pessoal.

F.C.Paços de Ferreira - F.C.Porto. ...E também cuidado com o factor X (*)


(*) - Factor X: Carlos Xistra, árbitro de Castelo Branco, especialista em prejudicar o F.C.Porto e em permitir, que autênticas caças ao homem, com agressões bárbaras, como aconteceu em Guimarães e na Amadora, na época passada, passem completamente impunes.
Começa amanhã na Capital do Móvel para o Tetracampeão, a longa maratona da Liga Sagres, que, esperam todos os portistas, venha a consagrar o F.C.Porto como Pentacampeão, o segundo da sua riquíssima história e do futebol português. E começa frente ao Paços de Ferreira, adversário das últimas conquistas do Dragão: Taça de Portugal e Supertaça. Mais em Aveiro que no Jamor, a equipa orientada por Paulo Sérgio mostrou ser uma boa equipa, uma equipa difícil de bater e que deu água pela barba ao conjunto azul e branco. Assim, para começar com o pé direito e conquistar os três pontos, vai ser preciso muito mais Porto que no Domingo passado. Tem de ser um Porto a entrar forte na procura da vitória desde o primeiro minuto e não aquela equipa abúlica, trapalhona, desconcentrada, que iniciou o jogo na Veneza de Portugal e que mesmo melhorando, depois da passagem do minuto vinte, nunca foi uma equipa brilhante. Se não formos o F.C.Porto dos bons momentos, corremos grandes riscos, pois o grau de dificuldade deste jogo é muito superior ao de Aveiro. Pelo adversário, pelo já citado Factor X, mas também pelo campo, que sendo mais pequeno, é propício a muita luta, muitos choques, muitas marcações, que obviamente prejudicam a equipa tecnicamente mais evoluída e sem esquecer outro factor a ter em conta: os vários profissionais portistas que estiveram ao serviço das selecções, com todas as implicações que isso representa na normal preparação do jogo. No início de época, onde todo o tempo é pouco, não ter os jogadores é mau, recebê-los a dois, três dias do jogo e depois de grande desgaste fisíco é muito pior. Enfim, tudo somado, nada que um Dragão não esteja habituado e não possa ultrapassar, mas é preciso um bom Dragão!
O árbitro é o já citado Carlos Xistra, auxiliado por Luís Marcelino e Celso Pereira.
Convocados do F.C.Porto: Guarda-redes: Helton e Beto;
Defesas: Bruno Alves, Fucile, Rolando, Álvaro Pereira, Nuno André Coelho;
Médios: Fernando, Raul Meireles, Guarín, Belluschi, Valeri, Tomás Costa;
Avançados: Falcao, Mariano, Hulk, Varela e Farías.

Antevisão de Jesualdo:
Equipa preparada«Temos mais uma semana de trabalho e sinto que, neste momento, estamos preparados para enfrentar o arranque do campeonato. Estamos preparados, em função do que pudemos fazer em cinco semanas de trabalho».
Dificuldade acrescida«Este vai ser, seguramente, um jogo mais difícil do que o da Supertaça. No final do jogo de Aveiro, tive o cuidado de dizer que o jogo tinha sido muito difícil e que seria ainda mais difícil o mesmo jogo passado uma semana. Para ganhar domingo teremos de ser muito melhores do que na Supertaça».
Mais fortes e agressivos«Espero um jogo difícil, perante uma equipa forte, que joga um futebol positivo. O Paços fez uma boa prova na Taça da época passada, conseguiu com mérito a presença nas provas europeias. Realizou quatro jogos e acabou eliminado, mas na minha opinião poderia até ter passado. Estou certo de que este jogo vai obrigar-nos a ser mais fortes e mais agressivos».
Lição estudada«A vitória na Supertaça serviu, antes de mais, para conquistarmos um título, que é o objectivo fundamental para nós. O jogo e as suas incidências serviram para percebermos melhor o que temos de fazer para ganhar no domingo e como alerta sobre o que temos de fazer melhor. Teremos de ser mais equilibrados e não descurar o conjunto de factores que podem ser decisivos no jogo».
Bruno Alves ok, Rodríguez ko«Só amanhã terei comigo todos os jogadores da equipa. Posso afirmar já que o Bruno Alves vai jogar e que o Rodríguez estará de fora».Pressão mantém-se«No FC Porto temos a nossa área de trabalho, as nossas vitórias e os nossos objectivos. Independentemente do que se passa à nossa volta, no exterior, só quando começar a competição é que poderemos saber se os nossos adversários são melhores ou piores do que nós. Aquilo que nos interessa é a nossa equipa e, depois disso, o adversário que vem a seguir no nosso caminho. A pressão deste início de época é igual à de qualquer outro».
Grupo motivado«O FC Porto é o campeão, tem quatro títulos consecutivos e é a única equipa que pode conseguir o Penta. Nesta perspectiva, o que para nós é importante é o que a nossa equipa produz e aquilo que pode vir a produzir. O que estamos a fazer é preparar os jogadores para a equipa. É evidente que a possibilidade de ganhar quatro títulos consecutivos, e dessa forma entrar para a história do futebol português, é uma motivação adicional para mim. No grupo, estamos todos motivados e todos com o mesmo espírito».
Base de trabalho«Nenhum treinador tem, neste momento, capacidade de saber se a sua equipa renderá mais ou menos do que na época anterior. Aquilo que temos é uma base de trabalho e queremos preparar os jogadores para que estejam prontos a revelar as suas capacidades».
Mudam-se os tempos, mas tudo continua na mesma


Pelas semelhanças com os tempos que correm, recupero dos arquivos do " Dragão até à morte ", este artigo de Miguel Sousa Tavares, escrito em 2002 e com o título " As pessoas de bem. "
Qualquer semelhança com os tempos passados, é muito mais que pura coincidência...
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Comparar o incomparável. Ou os efeitos da máquina de propaganda vermelha


Não há dúvidas: a máquina de propaganda vermelha extrapola, mantém a chama acesa, diz maravilhas, quando o que se vê não é nada de especial e vai assustando. Que os sportinguistas estejam cépticos ainda se compreende, mas ver alguns portistas nervosos, com medo e já proclamando que este Porto é maia fraco do que o da temporada passada, não lembra ao Diabo. Não se pode comparar o incomparável e é preciso perguntar: de que Porto estamos a falar? Do que empatou como Marítimo, o Trofense e perdeu, frente ao Leixões e Dínamo de Kiev no Dragão? Do que perdeu a Supertaça para o Sporting, na Naval e foi goleado em Londres frente ao Arsenal? Ou do Porto que melhorou com a entrada de Cissokho, espantou em Madrid e em Manchester, mas tremou e muito, contra o Sporting e Benfica no seu Estádio? Que no Domingo a exibição foi fraca, aquém das expectativas, que até não eram altas, vá que não vá, mas partir daí para conclusões precipitadas e prematuras, vai uma grande distância... Manda o bom senso e o exemplo da época passada, que tenhamos cuidado com este tipo de análises.
Agora há uma coisa que ninguém pode esperar deste Porto de Jesualdo: Ópera! Ninguém espere grandes shows de bola, um Porto dominador, esmagador, de bola no pé, que delicia quem o vê jogar...ao ficarmos com Jesualdo, já deviamos ter o obrigação de perceber o que a casa gasta. Eu também gostava, a isso fui habituado, mas tenho de me mentalizar que vai ser assim...
Nesta altura o que é preciso é ganhar, mais lá para a frente, finais de Setembro, façam-me a pergunta que eu responderei se o Tetracampeão esta mais fraco, igual ou mais forte, que o da temporada anterior.
F.C.Porto 2 - F.C.Paços de Ferreira 0. Sem exuberância, mas com justiça



ande parte do jogo, o F.C.Porto não foi, também não se esperava que fosse, uma equipa exuberante, dominadora, compacta, forte, que certamente será lá mais para a frente. No início de época, quando se tem novos jogadores - precisam de aprender novos métodos e novos processos -, o mais importante é ganhar e isso o F.C.Porto conseguiu, sem grande brilhantismo é certo, mas com uma justiça inquestionável. Beneficiou para chegar à vantagem no marcador, de um erro próprio dos apanhados, do guarda-redes pacence, é verdade, mas nessa fase do jogo o conjunto de Jesualdo já estava por cima e mesmo sendo especulativo dizê-lo, acho que teria ganho na mesma, sem a abébia de Cássio. Foi o Porto possível para esta altura, um Campeão que vai melhorar, naturalmente, sabendo que nesta fase, mais importante que jogar bem, são as vitórias, que dão moral, motivam, moralizam e ajudam a ultrapassar, com mais facilidade, o período em que se anda à procura da melhor forma, do melhor sistema, do melhor modelo - aqui não vai haver dúvidas que vai ser o mesmo de sempre: as transições rápidas -, dos melhores jogadores... Se atrás a casa parece arrumada e precisa apenas de ligeiras afinações, no meio-campo e no ataque, Jesualdo ainda tem muito trabalho pela frente. Com Belluschi no lugar de Lucho, a zona intermédia portista precisa de tempo. O ex-Olimpiakos não é um 8 como era o agora jogador do Marselha, mas mais um 10 e como tal, tem tendência a interiorizar, a jogar próximo do avançado, abrindo espaço sobre a direita, o que desequilibra a equipa, fazendo com que Fernando tenha muito mais trabalho, saia da sua posição natural, o que
também influencia o jogo de Meireles, obrigado a ocupar espaços que não são seus, abandonando o lado esquerdo e criando problemas a Álvaro Pereira, que sem Meireles para ajudar e tabelar, arrisca pouco. Aliás, foi notória a melhoria de Meireles depois da saída de Belluschi. Aqui está um problema difícil para o técnico portista resolver, mas que vai resolver, seja com Belluschi, seja com outro - por exemplo Valeri, que estou ansioso por ver jogar... Helton: começou mal o jogo defendendo para a frente um remate de Cristiano, mas pode ter a desculpa da surpresa do remate e das novas bolas que sofrem trajectórias esquesitas. Depois esteve bem, descontando as tangas da reposição da bola em jogo, que não há maneira de acabarem e que dão cabo da paciência a um Santo.
Rolando e Bruno: tirando uma hesitação do capitão no início da segunda-parte, mas que foi compensada com o brilhante cabeceamento para o 2-0, a dupla de centrais, dá totais garantias e vai ser, não tenho o dúvidas, o garante que atrás, vamos continuar fortes.
Álvaro Pereira: pelas razões que referi anteriormente, ainda está muito preso e com pouca disponibilidade para avançar.
Fernando: está bem, cada vez mais experiente, mais jogador...e já vai lá à frente com confiança e sem medo. Titular e com certificado de garantia.
Meireles: como disse, não esteve muito feliz, durante o tempo em que formou o trio do meio-campo, com Fernando e Belluschi, quando o argentino saiu e a equipa ficou mais equilibrada, melhorou e acabou bem, tendo apontado o canto que deu o 2-0.
Belluschi: tem de deixar de ser 10 e passar a ser 8, caso contrário e no sistema de Jesualdo vai ter problemas. Em 4x4x2 será muito importante.
Mariano e Varela: já me referi anteriormente a eles. São jogadores importantes num plantel, pois não sendo titulares, dão garantias quando chamados, que podem trazer coisas boas ao conjunto.
Hulk: pareceu-me cansado, sem constância nas arrancadas, mas é natural num jogador com as suas características. Não podem é pedir a Hulk que resolva sózinho, pois se for assim, a equipa fica Hulkdependente e mais fácil de travar.
Farías: El Tecla é aquilo que mostrou: oportuno, que está no sítio, forte dentro da área, mas para pouco mais...chega para uma equipa como o F.C.Porto? Pode ser útil para alguns jogos...
Tomás Costa: entrou bem e cumpriu.
Guarín: o tempo não deu para mostrar serviço.




















