Populares Mês

Vermelhos, cabeças no ar e profissionais de 3ª categoria


Confesso a minha ignorância: não sei quase nada sobre como se faz um jornal. Mas sei que antes do fecho e principalmente a primeira página, não é obra de um homem só. São vários jornalistas a verificarem se está tudo bem, se não há erros, se "aquilo" era o que se pretendia, etc. Assim, pergunto: mesmo sabendo que em A Bola, o Freteiro Delgado e "sus muchachos", andam todos eufóricos com Jesus, o exterminador implacável, com a conquista de torneios atrás de torneios - mesmo que sejam contra os juniores do Celtic...-, com a goleada ao Setúbal, etc., como é possível um erro tão grosseiro?
Diz e pergunta o Bruno Paiva, no comentário que me alertou para esta lamentável situação: "Já à uns tempos no mesmo jornal diziam que Belluschi era um ex-Panathinaikos.
Cruzes...como são maus profissionais. Até eu que não sou pago para saber destas coisas, sei mais que eles."
- É isso Bruno, são maus profissionais, vamos pensar que é só isso...mas olha que eu sou do tempo em que eles disseram: " O campeão joga em Braga" e Bruno, quem jogava em Braga era o Benfica e o Campeão era o F.C.Porto que nesse dia jogava em Aveiro...

Ah, já me esquecia:- senhores jornalista de A Bola, o Hulk se jogar é frente ao Chelsea - Chelsea, perceberam? são azuis e jogam lá o Hilário, o Bosingwa, o P.Ferreira, o R.Carvalho e o Deco - e não frente ao Arsenal. Deixem de pensar vermelho a toda a hora e tenham vergonha!

D. Januário Torgal Ferreira, um portista ilustríssimo



Com a Liga Sagres parada para dar lugar aos compromissos da selecção e a chinfrideira da política a não dar descanso, ainda pensei fazer um post sobre o panfleto vermelho que é A Bola, não para falar da miserável capa com o exterminador implacável???!!!, mas de um artigo, de um tal Hugo Vasconcelos, que sem pudor e sem vergonha, desanca de forma inqualificável, Rochemback e Katsouranis, agora que ambos deixaram o futebol português e já não pertencem ao Sporting e ao Benfica. Sobre esse menino, no futuro, não vão faltar oportunidades para isso...Assim, o meu destaque de hoje vai para D. Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas, um portista ilustre, de sempre e para sempre. É uma entrevista de Junho de 1995, à Bola Magazine, onde D. Januário fala do F.C.Porto, do seu portismo e que merece ser lida.

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F.C.Porto 2 - Ajax 0, época 1985/1986. Mas levamos um banho de bola...





Estou em maré de recordações...
Depois de ter recordado o meu primeiro jogo ao vivo e a respectiva equipa; de escolher o meu onze ideal...Resolvi abordar o jogo que vi ao vivo e no nosso Estádio, em que mesmo ganhando, levamos o maior banho de bola que a minha memória alcança. Foi o F.C.Porto 2 - Ajax 0, relativo à Taça dos Campeões Europeus, época 1985/1986.
Ultrapassado um hiato de 5 anos sem ganhar o título - tanto tempo! -, o F.C.Porto já sobre a presidência de J.N.Pinto da Costa e tendo como treinador A.Jorge, recuperou o ceptro na temporada 1984/1985 - jogando um futebol de excelência, apesar dos percalços, Whrexam e final da Taça - e por consequência, foi o representante luso na prova mais importante da UEFA. Na eliminatória, apanhamos logo com o Ajax, treinado por essa lenda do futebol mundial, chamado J.Cruyff e que tinha uma equipa jovem, mas cheia de talentos, que mais tarde viriam a ter uma carreira excepcional: Menzo, Silooy, R.Koeman, A.Winter, F.Rijkaard, A.Muhren, G.Vanenburg, Van Schip, S.Lerby, J Bosman e M.Van Basten, formavam um onze fortíssimo, difícil de bater e que jogava um futebol de encher o olho. Nas Antas, repletas de um público apaixonado e que apoiou sempre, mesmo perante o domínio que chegou a ser total dos holandeses, o F.C.Porto conseguiu o feito de ganhar por 2-0, mas levou o maior banho de bola de que me lembro - em posse de bola foi para aí 70/30 para o Ajax... Só que nem sempre quem domina ganha e o F.C.Porto venceu com os golos serem apontados por Laureta e por Celso. Na segunda-mão empatamos 0-0 e passamos à 2ª ronda onde fomos eliminados pelo Barcelona, tendo perdido 2-0 em Espanha e vencido por 3-1 nas Antas - 3 golos de Juary.

Quem se recorda?

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O meu onze maravilha do F.C.Porto, com treinador e suplentes



Treinador:
José Maria Pedroto
V.Baía, J.Pinto, J.Costa, Aloísio e Branco,
A.Oliveira, A.André e Pavão,
R.Madjer, T.Cubillas e P.Futre.


Suplentes: J.Mlynarczyk, R.Carvalho, B.Alves, Frasco, Deco, Gomes e Jardel
Há tempos atrás, alguém - terá sido o Adriano? - sugeriu que escolhesse o meu onze, do F.C.Porto, a partir de todos os jogadores que vi jogar de Dragão ao peito.
Correndo o risco de me esquecer de alguém, ou de comparar o incomparável - um grande jogador de outrora, onde o futebol era mais lento, havia mais espaços, o grau de exigência e o número de jogos era menor, seria um grande jogador agora? -, fica a minha equipa, com treinador e os sete suplentes.
Haverá quem concorde, quem discorde...Deco merecia fazer parte do onze inicial, mas tirar quem? Isto para fazer uma equipa equilibrada...

Recordações inesquecíveis...






Não sei se já disse, mas se disse repito: o primeiro jogo que vi ao vivo do F.C.Porto, foi um Porto/Freamunde em juniores, época 1964/1965, no campo de treinos do saudoso Estádio das Antas. Fui pela mão do meu avô - portista ferrenho - que me disse: - como eles nos ganharam lá 1-0, devem ter uma boa equipa e portanto, vai valer a pena. Valeu e de que maneira. O deslumbramento foi total. Aquela equipa - primeira foto - era uma máquina, ganhamos por 8-0 e fiquei impressionadíssimo com um jovem médio, Fernando Pascoal das Neves, conhecido por Pavão, que depois desse jogo passou a ser o meu ídolo de infância. Nos jogos de rua - tantas saudades também... Que é feito desses jogos que tantos craques deram ao futebol? -, eu passei a ser o Pavão, ou melhor, uma imitação foleira do Pavão. O bichinho já existia, mas a partir daí aumentou muito e acampanhar o F.C.Porto passou a ser quase obrigatório...até aos dias de hoje.

As duas primeiras fotos são dessa equipa - 1964/65 - e da de 1965/66 e nelas identifico, para além do Pavão, Lázaro, Rendeiro, Sérgio Vilarinho, Ernesto, Belo, Alberto, Arlindo, ...e mais nenhum - quem souber os que faltam...a"gerência" agradece.

As duas seguintes, são dos veteranos do F.C.Porto, onde alguns ainda fazem uma perninha, como é o caso do meu particular amigo João Moreira - última foto, 5º a contar da direita, em baixo -, que era um lateral-direito raçudo e com qualidade, uma espécie de João Pinto dos tempos antigos - pelo menos é o que ele diz...
Nas fotos dos veteranos reconheço, para além do Moreira, S.Vilarinho, Tibi, Amaral, E.Luís, Valdemar, Gabriel, Vital, Abreu, Filipe, Afonso, Fonseca, Baltasar e João Pinto.

Nota Final: agradeço ao Armando Pinto a colaboração, pois foi graças a ele que descobri o blog da mulher de Sérgio Vilarinho, de onde surripei estas fotos. Tentei por vários meios contactar a senhora e pedir-lhe autorização. Não foi possível...espero que ela não leve a mal...
O link é:http://vilarinho0.multiply.com/photos/album/32/32

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E não veio ninguém...



O carrinho chegou vazio...
Falei há semanas atrás, no post com o título: Falta alguém para o ataque, da necessidade do F.C.Porto contratar alguém para a frente. Apesar das vitórias entretanto conseguidas, mantenho a minha opinião e pelo que leio e ouço, é ou era, essa também, a opinião dos responsáveis portistas. Contra o que eu esperava e desejava, não veio ninguém. Não me interessa saber se não veio porque era caro; pedia dinheiro a mais; ou se era apenas Kléber o alvo - seria para mim uma grande surpresa que o F.C.Porto estivesse apenas focado no jogador do Cruzeiro, mas que parece, parece...O que interessa é que não veio. Assim, como portista, espero sinceramente estar enganado na minha análise e que este plantel, pelo menos até Dezembro, possa dar conta do recado, conseguindo os resultados necessários para que os objectivos da época não fiquem irremediavelmente comprometidos. Ou seja: que no final do ano possamos estar nos lugares cimeiros da Liga Sagres e tenhamos atingido os oitavos-de-final da Liga dos Campeões.
Fica guardado para memória futura, mas se as coisas correrem mal - bato três vezes na madeira -, não usarei a minha razão para andar sempre a falar da não vinda deste ou daquele...
São estes que temos e contamos? Então é com estes que vamos a eles...como Dragões!

Esta é a altura própria para falar. Estar calado e depois mandar bocas, em caso de as coisas não correrem bem - bati, bati...- não é bonito!

PS 1- Houve quem tivesse visto um porco a andar de bicicleta e quem tivesse visto um chouriço, que é um derivado do porco, ser internacional português, mas saber que há um porco, que leu o Triunfo dos Porcos, de George Orwell, é uma coisa extraordinária...e nunca vista!

PS 2- « Zoro, por seu turno, vai jogar no V. Setúbal nesta época desportiva, também por empréstimo.» In site do Benfica a poucas horas do Benfica/Vitória.
Sem comentários...

Naval 1º de Maio 1 - F.C.Porto 3. Varela e pouco mais, numa vitória justa


Se frente ao Nacional gostei da exibição da equipa portista, ontem, se exceptuarmos os 10 minutos iniciais, a exibição de Varela e um ou outro lampejo, não ficou quase mais nada para recordar, de um jogo, que no entanto teve um vencedor justo.
Fiel à tradição: em equipa que ganha e joga bem, não se mexe, Jesualdo iniciou a partida da Figueira da Foz com o onze que tão boa conta de si tinha dado frente ao conjunto insular. E a coisa prometia: entrando forte, a dominar e a jogar bem, o F.C.Porto chegou à vantagem aos 8 minutos por Falcao e, como se costuma dizer, contra estas equipas, o mais difícil estava feito. Não foi assim: deixando de jogar, recuando linhas, abrandando no ritmo, nas marcações e na concentração, o F.C.Porto desapareceu do jogo, deixou o adversário crescer, equilibrar, ser perigoso e pode dar-se por feliz, por chegar ao intervalo em vantagem, que diga-se, não justificou.
Na segunda-parte veio dos balneários um Porto melhorzinho, nada de especial, mas melhor, melhoria que se acentuou, quando o técnico portista fez a substituição correcta, tirando Mariano para a entrada de C.Rodríguez. Ao colocar o uruguaio na esquerda e Varela na direita, a equipa ficou equilibrada - Mariano era menos um -, voltou à mó de cima, marcou o segundo golo, controlou e apesar do auto-golo, que não estava nas previsões, nem se previa naquela altura, conseguiu, até porque marcou o 3-1 no minuto imediato, levar a água ao moinho, vencendo com justiça.

Quero no entanto dizer o seguinte: uma das coisas que mais me irrita - penso que irritará a maioria dos adeptos do F.C.Porto -, é a forma como a equipa dos Dragões gere vantagens. Não é desta época, mas este futebol de Jesualdo, baseado nas transições rápidas - contra-ataque digo eu, por mais que tentem dizer o contrário. Ivic sempre jogou assim e era considerado um técnico defensivo e de contra-ataque -, que recua quando está em vantagem, deixando de pressionar e ir à procuar de novo golo, não me convence e é responsável pelos muitos anti-corpos - apesar dos sucessos conseguidos -, que ainda tem o Alfaiate de Mirandela.
Pensei que já estava conformado e mentalizado, que com Jesualdo, vai ser sempre assim. Não estou e se é melhor ganhar a jogar mal, que empatar ou perder, a jogar bem, acho que é possível conciliar as duas coisas. Ontem na Figueira estavam reunidas as condições para isso e mais uma vez não aconteceu. O que me leva
a colocar a questão: se o golo frente ao Nacional tivesse aparecido não aos 65 minutos, mas mais cedo, teriamos conseguido a mesma exibição?

A equipa um a um:

Helton:
bem, aquela primeira-parte, foi para esquecer e se por acaso tem tido consequências, a esta hora a titularidade da baliza portista já estava entregue a Beto. Melhorou na etapa complementar e no golo nada podia fazer.

Fucile:
gostei do uruguaio, mas também só depois do descanso, porque antes, aquele lado direito portista, até metia dó!

Bruno Alves:
uma exibição segura e tranquila. Mas uma pergunta: aqueles avanços no terreno, são ordens do treinador ou iniciativa própria, para convencer alguém que também sabe sair a jogar?

Rolando:
o mesmo que Bruno na segurança e tranquilidade, mas uma péssima abordagem no lance que deu o golo da Naval e que podia ter resultado num final de jogo complicado. A concentração tem de ser durante 90 minutos.

Álvaro Pereira:
o elo mais fraco da desfesa, ele que até começou muito bem. Mas depois, tal como a equipa, pensou que já não era preciso fazer mais nada e foi um desastre: entradas a destempo, faltas sucessivas em zonas perigosas, cartão amarelo justo e uma cara de surpresa, perante as evidências, que já irrita. Bem Jesualdo a colocar lá Fucile, até para o uruguaio perceber que ou dá à perna ou vai para o banco.

Sapunaru: jogou pouco tempo, não deu para ver muito, mas pelas razões apontadas atrás, é bom que comece a ser alternativa.

Fernando
: se não fossem aquelas entradas com tudo, perto da área e que dão faltas perigosas, não havia nada a dizer da exibição do trinco portista.

Bellusci:
um dos maiores responsáveis pela má primeira-parte. Lento, sempre atrasado e a escolher a pior solução o argentino, foi uma sombra que pairou sobre o Magalhães Pessoa. Melhorou no segundo-período, mas sem atingir grande brilhantismo.

Meireles:
uma boa exibição durante o tempo todo. Durou os 90 minutos o que é óptimo, mas vai agora para a selecção e já sabemos como vai regressar: todo roto!

Rodríguez:
já está melhor, mas quando precisava de estar a trabalhar para atingir a melhor forma, é outro que vai representar o seu país e tal como Raul, quando chega nunca vem em muito bom estado.

Mariano:
a sua exibição foi tão fraca que nem me apetecia dizer que foi dele a assistência para o golo de Falcao.

Farías:
um golo pleno de oportunidade, um golo à Farías e não havia tempo para mais nada.

Falcao:
o que se pede a um avançado é que marque golos. Falcao marcou o primeiro e fez a assistência para o segundo. Basta...

Varela:
o melhor do Porto e da partida, para mim. Na direita ou na esquerda e na ausência de Hulk, Varela tem sido o grande jogador do F.C.Porto, com uma grande responsabilidade nos dois últimos sucessos do Tetracampeão. Para quem tem apenas dois meses de F.C.Porto é muito, o que demonstra que quem tem qualidade tem-na logo de princípio, mesmo que possa sempre melhorar.

Nota final
: o mercado vai fechar e ao contrário do que eu pensava e desejava, parece não vai chegar mais ninguém para o F.C.Porto. Falarei disso na próxima semana.


Naval 1º de Maio - F.C.Porto. Um Porta-Aviões, forte e sem traumas


Passado o frenesim, natural, do sorteio da Liga dos Campeões, é a altura de nos concentrarmos no jogo frente à Naval, última equipa, faz perto de 10 meses e 25 jogos passados, a derrotar o Dragão na principal prova do calendário futebolístico português.
Um F.C.Porto mal na Mata Real, bem melhor frente à forte equipa do Nacional - parabéns pelo fantástico feito frente ao Zénit -, vai defrontar uma equipa que teve um mau início de época, mas que foi bem "abanada" pelo seu técnico, depois do jogo perdido em Belém e já a pensar na recepção ao Tetracampeão. Não vai ser fácil - há muito que acabaram os jogos fáceis -, mas espera-se da equipa de Jesualdo, ainda sem Hulk, o seu jogador mais forte e de melhor rendimento, nos jogos fora de portas, uma atitude, uma qualidade e uma determinação igual à do jogo frente à equipa de Manuel Machado, com uma diferença: a eficácia tem de ser melhor. Não se podem desperdiçar tantas oportunidades!
Não é altura para dar abébias e seria difícil de entender, que na "batalha Naval, o Porta-Aviões" fosse ao fundo em duas épocas seguidas!

O árbitro é Elmano Santos, auxiliado por Sérgio Serrão e por Valter Oliveira.

Convocados do F.C.Porto:
Guarda-redes:
Helton e Beto;

Defesas: Bruno Alves, Fucile, Rolando, Álvaro Pereira, Maicon e Sapunaru;

Médios: Fernando, Raul Meireles, Guarín, Belluschi e Valeri;

Avançados: Falcao, Mariano, Rodríguez, Varela e Farías.

Equipa provável: Helton, Fucile, Rolando, Bruno Alves e Álvaro Pereira, Fernando, Meireles e Belluschi, Mariano, Falcao e Varela.

Dificuldade elevada
«Vai ser uma deslocação difícil, porque a Naval é uma boa equipa, joga num estádio pequeno e que, por ter perdido o último jogo, vai apresentar uma motivação acrescida ao defrontar o FC Porto. Teremos pela frente, como temos sempre nos jogos fora de casa, um jogo de grau de dificuldade elevado»

Estabilidade do adversário
«A Naval mantém praticamente os mesmos jogadores que tinha na época passada, tem um plantel que já se conhece e um treinador que conhece bem os seus jogadores. Por estes motivos todos, será sempre um jogo de grande dificuldade para nós»

Rotina e segurança
«Só no final da semana de trabalho é que irei debruçar-me sobre a equipa a escolher. Certamente que as estruturas da equipa que apresentam mais rotinas de jogo são aquelas que nos dão mais segurança para esta partida»

Muito trabalho pela frente
«O facto de a nossa equipa ter estado bem no jogo com o Nacional não retira nada ao nosso momento, à nossa realidade. Temos muito trabalho pela frente, muita margem para crescer e estamos ainda longe daquilo que pretendemos para a equipa. Acima de tudo, temos a consciência clara do que temos pela frente. O jogo com o Nacional não alterou nada neste contexto, foi um bom teste, mas a nossa realidade é a de que temos de trabalhar muito»

Falcao e Lisandro
«O Falcao e o Lisandro são jogadores completamente diferentes. A análise que devemos fazer é a comparação do Falcao que acabou de chegar e do Lisandro quando chegou ao FC Porto. O Lisandro de hoje é diferente daquele que chegou ao FC Porto. Fico sempre satisfeito que um ex-jogador do FC Porto marque golos e esteja bem, desde que não os faça a nós. O que considero é que o Falcao, no momento actual e nas suas características, é um jogador acima do que era o Lisandro na altura em que o encontrei no FC Porto»

Preparar jogadores para a equipa
«Até ao dia 31 [de Agosto] o plantel não está fechado, mas reforço o que já disse antes: em função dos jogadores que temos no plantel, são esses jogadores que temos de preparar para a equipa. Temos uma base que venceu o Tetra e que já trabalha connosco há algum tempo e um conjunto de jogadores que chegaram agora e que tem de fazer o seu percurso. Temos, por isso, muito trabalho pela frente. Não perdemos de vista os caminhos que queremos seguir e queremos ter sempre um quadro de jogadores apto a estar presente em todas as competições que o FC Porto enfrenta»

PS-
Porque faz hoje 15 anos que faleceu Rui Filipe e em alguns comentários isso foi lembrado, quero dizer a todos que em 28 de Novembro de 2008 o "Dragão até à morte" publicou um post sobre o falecido loirinho com o título: Ai que saudades...Rui Filipe o craque simples!.
Quem quiser ver - acho que vale a pena - basta clicar no link.

Liga dos Campeões, sorteio da fase de grupos

Pote 1 - FC Barcelona (ESP, campeão) Chelsea FC (ENG) Liverpool FC (ENG) Manchester United FC (ENG) AC Milan (ITA) Arsenal FC (ENG) Sevilla FC (ESP) FC Bayern München (GER)

Pote 2 - Olympique Lyonnais (FRA) FC Internazionale Milano (ITA) Real Madrid CF (ESP)PFC CSKA Moskva (RUS) FC Porto (POR) AZ Alkmaar (NED) Juventus (ITA) Rangers FC (SCO)

Pote 3 - Olympiacos FC (GRE) Olympique de Marseille (FRA) FC Dynamo Kyiv (UKR) VfB Stuttgart (GER) ACF Fiorentina (ITA) Club Atlético de Madrid (ESP) FC Girondins de Bordeaux (FRA) Beşiktaş JK (TUR)

Pote 4 - VfL Wolfsburg (GER) R. Standard de Liège (BEL) Maccabi Haifa FC (ISR) FC Zürich (SUI) FC Rubin Kazan (RUS) AFC Unirea Urziceni (ROU) APOEL FC (CYP) Debreceni VSC (HUN)

Datas dos jogos:
1ª Jornada
- 15 e 16 de Setembro
2ª Jornada- 29 e 30 de Setembro
3ª Jornada- 20 e 21 de Outubro
4ª Jornada- 3 e 4 de Novembro
5ª Jornada- 24 e 25 de Novembro
6ª Jornada- 8 e 9 de Dezembro

Sorteio dos oitavos de final - 18 de Dezembro
Oitavos de final 1ª mão - 16 e 23 de Fevereiro
Oitavos de final 2ª mão - 9 e 16 de Março

Sorteio dos quartos e meias finais - 19 de Março
Quartos de final 1ª mão - 30 e 31 de Março
Quartos de final 2ª mão - 6 e 7 de Abril

Meias finais 1ª mão - 20 e 21 de Abril
Meias finais 2ª mão - 27 e 28 de Abril

Final 27 de Maio no Estádio Santiago Bernabéu.

Prémios na Liga dos Campeões
Entrada na fase de grupos: 7,1 milhões de euros
Na fase de grupos: vitória 800 mil euros
Na fase de grupos: empate 400 mil euros
Passagem aos oitavos-de-final: 3 milhões de euros.
Passagem aos quartos-de-final: 3,3 milhões de euros.
Passagem às meias-finais: 4,2 milhões de euros
Passagem à final: 5,5 milhões de euros
Ganhar a final: 3,5 milhões de euros

A estes valores devem ser acrescentados os direitos televisivos, que no caso de Portugal, revertem na totalidade para o F.C.Porto, como único representante do futebol luso na Liga dos Campeões.
Esse valor ainda não é conhecido.

Grupo A - Bayern; Juventos; Bordéus; Maccabi Haifa

Grupa B - Manchester United; CSKA Moscovo; Besiktas; Wolfsburgo

Grupo C - Milan; R.Madrid; Marselha; Zurique

Grupo D - Chelsea; F.C.Porto; A.Madrid; Apoel

Grupo E - Liverpool; Lyon; Fiorentina; Debrecen

Grupo F - Barcelona; Inter; D.Kiev; Rubin Kazan

Grupo G - Sevilha; G.Rangers; Estugarda; Unireia Urziceni

Grupo H - Arsenal; Az Alkmaar; Olympiacos; S.Liège

15 Setembro: Chelsea-FC Porto
30 Setembro: FC Porto-Atlético Madrid
21 Outubro: FC Porto-APOEL
3 Novembro: APOEL-FC Porto
25 Novembro: FC Porto-Chelsea
8 Dezembro: Atlético Madrid-FC Porto

A minha análise: muito difícil!
Três galos para dois poleiros e um outsider, Apoel, que tem valor. Mas neste momento não vale a pena estarmos a tecer grandes conjecturas, até porque, antes da L.Campeões há uma Naval para derrotar...

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