Resultado da reunião MAI/Benfica
Os "anjinhos da Luz" fizeram queixinhas e logo o Ministro da Administração Interna, o benfiquista Rui Pereira, sempre preocupado com o que possa acontecer aos seus meninos, principalmente aquele que pensava com os pés e agora pensa com tudo???, recebeu uma delegação benfiquista liderada por Vieira e de que faziam parte o porta voz, Luís Nazaré - novo papagaio - e o famoso ex-papagaio, verde de bico encarnado, João Gabriel.
Rui Pereira, consciente dos "perigos" que significam os "malandros" do Porto, ao contrário da gentinha boa, pacata, que não mata uma mosca, da capital, gente incapaz de atirar pedras a carros de dirigentes e adeptos, autocarros de clubes e muito menos de lhes pegar fogo, tinha uma grande surpresa para apresentar a Vieira e companhia: a oferta de um veículo, acabadinho de comprar, novinho em folha, para, sempre que o Benfica se deslocar à Invicta, não ter qualquer tipo de problemas.
O presidente do clube do regime, sensibilizado e emocionado, com dificuldades em se expressar, enquanto Gabriel oferecia uma camisola autografada, por todo o plantel, ao Ministro, apenas conseguiu balbuciar: "podemos pintá-lo de vermelho?"
Sobre o mesmo assunto, um post muito interessante, aqui: http://renovaroporto.blogspot.com/
Villas Boas e a insatisfação de Hulk: «Desde que não me bata...»
Queriam polémica? Vão bater a outra porta...
O Xistrema e o animador do dia seguinte
Xistrema: Carlos Xistra, árbitro de Castelo Branco, especialista em prejudicar o F.C.Porto e em permitir, que autênticas caças ao homem, com agressões bárbaras, como aconteceu em Guimarães e na Amadora, em épocas anteriores, passem completamente impunes.
Meus amigos, vejam este vídeo e digam-me se temos ou não razões para estarmos preocupados?
Acho que temos e por isso é necessário um grande trabalho de mentalização, principalmente com Hulk, que anda muito excitado, reclama muito e como este senhor permite, como o vídeo mostra claramente, tudo, todo o cuidado é pouco.
Ainda sobre o jogo de ontem, mais uma nota: na 2ª parte e a partir dos 10 minutos, deixamos de abordar o jogo da melhor forma, descomprimimos demasiado, a concentração foi-se e isso podia ter tido consequências graves. Não pode voltar a acontecer! Nos melhores períodos temos de matar o jogo e não permitir que adversários mais fracos, por nossa culpa, arrebitem cabelo e nos causem problemas. Temos de fazer, ao fim e ao cabo, o que fizemos na parte final, onde voltamos a dominar e a ter possibilidades de marcar mais golos.
Só num país como Portugal, pequeno em todos os sentidos, esta figurinha patética e ridícula, pode ser Deputado e pior, chegou a ser Ministro...????
CSKA de Sófia 0 - F.C.Porto 1. Dominar, ganhar e poupar
Depois de um início de partida surpreendente, por parte dos búlgaros, que subidos no terreno, tentavam perturbar as saídas para o ataque do conjunto azul e branco e que durou pouco tempo, cerca de 5 minutos, o F.C.Porto tomou conta do jogo e jogando um futebol bonito, a toda a largura do campo, dominou, pressionou, marcou e podia ter chegado ao intervalo com uma vantagem mais dilatada, se na hora da finalização, não houvesse tanta precipitação, tanta sofreguidão e fossem escolhidas as melhores opções para fazer golo. Foi, em resumo, uma primeira-parte de qualidade da equipa portista, um Porto do melhor e que não deixou o adversário colocar o pé em ramo verde. Não tiveram os jogadores do país de leste, nenhuma oportunidade de golo e isso diz tudo sobre o domínio e a exibição da equipa de André Villas-Boas.
Parecia, no início da segunda-metade, que o F.C.Porto vinha apostado em repetir o que de bom tinha feito na primeira e "matar" o jogo rapidamente, o que podia ter acontecido em duas boas possibilidades, uma por Falcao e outra por Rodríguez. Mas não foi assim: a partir dos 10 minutos, a equipa portista começou a pensar em Guimarães, abrandou, deixou de ser tão pressionante, teve algumas desconcentrações e podia ter sofrido um golo, o que pela qualidade do seu jogo e superioridade que tinha exercido, seria muito injusto. Concluindo: mais uma vitória, a 11ª, justa, indiscutível, fruto de uma exibição muito boa na primeira-parte e início da segunda. Depois foi controlar e poupar, com as saídas de Hulk, Falcao e Belluschi.
2 jogos, 6 pontos e um pé na fase seguinte. Falta apenas um exame para a conclusão do 2º ciclo, não vai ser fácil, mas esta equipa está cada vez melhor, mais personalizada, mais competente, tem treinador e tem jogadores, para continuar em grande.
Como a exibição valeu pelo colectivo e não vi nenhum destaque particular, vou apenas falar de Souza - estreia a trinco -, Otamendi e Falcao.Começando pelo marcador do golo: hoje sim, gostei do colombiano. Activo, a jogar simples, procurando a baliza, mas com discernimento, R.Falcao juntou ao golo, uma qualidade que tinha andado afastada. É, os avançados, quando marcam, parecem outros...
Otamendi: gostei muito mais hoje que frente ao Olhanense. Um central que joga à direita, à esquerda, com Rolando ou com Maicon e mostra qualidade. Com o argentino não há aquelas "paneleirices" que não se adapta ao parceiro, joga melhor sobre um lado ou sobre o outro... Quando se tem categoria, mostra-se logo e ponto final.
Souza: se alguém ainda tinha dúvidas da qualidade de jovem brasileiro, elas hoje ficaram dissipadas. Sempre bem colocado, sempre a dar linhas de passe, nunca se perturbando com a pressão e sabendo sair dela, este jovem, vai longe e é uma aquisição fantástica.
Portistas oferecem extremo Candeias por troca da alienação do direito de opção
O Marítimo vai 'perder' o avançado Kléber em Janeiro. Segundo apurou o DIÁRIO, o acordo entre os verde-rubros e o FC Porto já está selado e inclui a cedência a título definitivo do extremo Candeias, que se apresenta neste momento cedido ao Portimonense.
Fica assim concluída uma das maiores novelas do defeso, com os maritimistas a assegurarem algumas contrapartidas que inicialmente não estariam nas pretensões dos portistas. O Marítimo, recorde-se, tinha o direito de opção na compra do atleta cujos direitos desportivos detinha até ao final da presente temporada (Junho).
Em troca da alienação do direito de opção dos verde-rubros, os portistas cedem o 'passe' de um extremo que está a rubricar um bom início de temporada em Portimão, desconhecendo-se, todavia, se existirão outras formas de compensação envolvidas.
O DIÁRIO sabe que o FC Porto teve de despender uma avultada quantia para assegurar o concurso de Kléber, elemento a quem os portistas auguram muito sucesso. Os direitos desportivos estavam divididos por Atlético Mineiro (50%), Agência Traffic (30%) e jogador (20%) - se bem que exista a indicação que Kléber terá negociado a sua parte com o empresário que conduziu o processo de negociações com o FC Porto, António Araújo - e os dragões terão desembolsado um total de 6,4 milhões a dividir pelas partes.»
Com a colaboração de um leitor do blog, JL
Acredito que Kléber venha, em Janeiro, para o F.C.Porto, mas não acredito nos valores da transferência.
CSKA de Sófia - F.C.Porto. Se o nosso destino é ganhar...
Regressa, para a 2ª jornada da Fase de Grupos, a Liga Europa. Depois de um percurso, em jogos oficiais, totalmente vitórioso, 10 jogos, 10 vitórias, 25 golos marcados e 4 sofridos, o F.C.Porto viaja até à capital búlgara para defrontar o CSKA de Sófia e só um pensamento atravessa o grande universo portista: continuar neste rumo, continuar a ganhar. O adversário não é do topo do futebol europeu, não está bem no campeonato - 9º lugar -, não tem nomes sonantes, mas em casa, com o apoio do seu público, tudo vai fazer para conseguir um brilharete, uma gracinha, à custa de um dos clubes mais prestigiados do Vellho Continente. Para que isso não aconteça, para que o clube onde o ex-jogador portista, E.Kostadinov - era um craque, com técnica, velocidade, bom jogo de cabeça... pena ser do tipo que só jogava quando queria...-, é agora Director Desportivo, não consiga causar uma surpresa, é fundamental um Porto desperto, atento, consistente e a jogar bem.
Se, como disse o Presidente da Assembleia Geral do F.C.Porto, Sardoeira Pinto, o nosso destino é ganhar, ganhemos.
O árbitro é o israelita Alon Yefet, auxiliado pelos seus compatriotas, Shmuel Sheteip e por Danny Krasikow.
Convocados do F.C.Porto:
Guarda-redes, Helton e Beto
Defesas, Fucile, Sapunaru, Otamendi, Rolando, Maicon e Álvaro,
Médios, Guarín, Souza, Moutinho, Belluschi, Castro e Rodríguez,
Avançados, Hulk, Varela, James, Falcao e Walter.
Equipa provável: Helton, Sapunaru, Rolando, Maicon e Álvaro, Souza, Belluschi e Moutinho, Rodríguez, Falcao e Hulk
Antevisão de Villas-Boas:
Um passo para o apuramento
«Estabelecemos como objectivo interno conquistar duas vitórias ate à paragem do campeonato. Se triunfarmos aqui, chegamos aos seis pontos, o que nos deixa muito bem colocados face aos jogos que ainda temos para disputar no Dragão, ao mesmo tempo que nos dá margem de manobra para o encontro seguinte, na Turquia.»
Estilos definidos
«Apesar de não estar em primeiro lugar no campeonato búlgaro, o CSKA pode criar-nos problemas, porque tem um jogo agressivo e objectivo. É uma equipa que sabe esperar pelo momento certo para penalizar o adversário. O estilo de jogo do CSKA deve mudar pouco, porque eles jogam no seu terreno. O nosso também se manterá, porque acreditamos nas competências que temos demonstrado. Já sabem qual é a nossa estrutura de jogo: as alterações que temos feito fazem parte de uma lógica de oportunidades, porque há jogadores que demonstram competitividade para entrar na equipa. Se estivermos ao nosso melhor nível, estamos confiantes de que trazemos os três pontos para Portugal.»
Competitividade interna
«Sentimos que os jogadores estão num patamar muito elevado de rendimento. A competitividade interna que existe é louvável, porque nos permite tomar decisões de acordo com os jogos e com aquilo que idealizamos em termos estratégicos. Foi assim com o Olhanense e será assim com o CSKA. Vamos escolher o ‘onze’ ideal para vencer. O calendário é apertado e as oportunidades acabarão por surgir para todos.»
DOSSIER DE IMPRENSA DA UEFA - quem quiser ver o dossier completo: http://pt.uefa.com/printoutfiles/competitions/uefacup/2011/p/p_2002960_pk.pdf
Um passo para o apuramento
«Estabelecemos como objectivo interno conquistar duas vitórias ate à paragem do campeonato. Se triunfarmos aqui, chegamos aos seis pontos, o que nos deixa muito bem colocados face aos jogos que ainda temos para disputar no Dragão, ao mesmo tempo que nos dá margem de manobra para o encontro seguinte, na Turquia.»
Estilos definidos
«Apesar de não estar em primeiro lugar no campeonato búlgaro, o CSKA pode criar-nos problemas, porque tem um jogo agressivo e objectivo. É uma equipa que sabe esperar pelo momento certo para penalizar o adversário. O estilo de jogo do CSKA deve mudar pouco, porque eles jogam no seu terreno. O nosso também se manterá, porque acreditamos nas competências que temos demonstrado. Já sabem qual é a nossa estrutura de jogo: as alterações que temos feito fazem parte de uma lógica de oportunidades, porque há jogadores que demonstram competitividade para entrar na equipa. Se estivermos ao nosso melhor nível, estamos confiantes de que trazemos os três pontos para Portugal.»
Competitividade interna
«Sentimos que os jogadores estão num patamar muito elevado de rendimento. A competitividade interna que existe é louvável, porque nos permite tomar decisões de acordo com os jogos e com aquilo que idealizamos em termos estratégicos. Foi assim com o Olhanense e será assim com o CSKA. Vamos escolher o ‘onze’ ideal para vencer. O calendário é apertado e as oportunidades acabarão por surgir para todos.»
DOSSIER DE IMPRENSA DA UEFA - quem quiser ver o dossier completo: http://pt.uefa.com/printoutfiles/competitions/uefacup/2011/p/p_2002960_pk.pdf
Retrospectiva
O PFC CSKA Sofia espera que à sétima tentativa seja de vez, já que procura a primeira vitória sobre uma equipa portuguesa quando receber o FC Porto, em jogo do Grupo L da UEFA Europa League.
Jogos anteriores
• As duas equipas defrontam-se pela primeira vez nas competições europeias, e esta é a estreia do FC Porto frente a adversários búlgaros.
• Em seis jogos, o CSKA ainda não conseguiu vencer uma equipa lusa, contabilizando três empates e outras tantas derrotas (duas igualdades e um desaire em casa).
• O CSKA venceu os dois jogos realizados em casa esta época nas competições europeias, por 3-0, mas não ganhou as anteriores quatro partidas em Sófia, incluindo os três jogos na fase de grupos da UEFA Europa League da época passada. Durante esse período marcou apenas um golo.
• O CSKA terminou no último lugar do grupo nas cinco participações anteriores na fase de grupos. Nos cinco jogos realizados em casa até ao momento somou uma vitória, um empate e três derrotas. Marcou apenas três golos e sofreu sete.
• O FC Porto, estreante na fase de grupos da UEFA Europa League, perdeu três dos últimos dez jogos fora de casa nas competições europeias, todos em Inglaterra – dois com o Arsenal FC e um com o Chelsea FC.
Ligações entre as equipas
• Gjore Jovanovski foi contratado para treinar o CSKA em Agosto, substituindo Pavel Dochev. Antigo médio, passou grande parte da sua carreira na sua terra-natal, Skopje, ao serviço do FK Vardar, abraçando a carreira de treinador na selecção da ARJ da Macedónia. Mais tarde treinou o Samsunspor e vários clubes na ARJ da Macedónia, antes de rumar a Sófia.
• O treinador do FC Porto, André Villas-Boas, começou a sua carreira ainda jovem, no departamento de prospecção do clube, e fez parte da equipa técnica de José Mourinho, como assistente, quando os "dragões" conquistaram a UEFA Champions League em 2003/04. Seguiu o "Special One" para o Chelsea e depois FC Internazionale Milano, antes de iniciar a carreira a solo como treinador principal, na Académica, a época passada. O FC Porto contratou-o em Junho.
• Antigo avançado do CSKA e actual director-desportivo, Emil Kostadinov conquistou dois campeonatos portugueses e uma Taça de Portugal no FC Porto, entre 1990 e 1994, com outro jogador do CSKA, Petar Mihtarski, como companheiro de equipa em Portugal.
Tudo calmo no reino do Dragão e Miguel Sousa Tavares

É meus caros amigos, como dizia o outro,"no pasa nada", está tudo calmo no reino do Dragão. Começamos por ganhar a Supertaça; no campeonato vamos em 6 jogos, 6 vitórias e somos líderes destacados; na Europa, também só ganhamos: 3 jogos e 3 vitórias; na Taça de Portugal recebemos o Limianos e se não acontecer um desastre, estaremos na 4ª eliminatória - se o jogo fosse em Ponte de Lima... sai um sarrabulho para a mesa do canto! Temos um treinador - mais a equipa técnica - que já convence, até os mais cépticos - alguns dos quais, dão cambalhotas dignas dos melhores contorcionistas do Circo Du Soleil - e que tal como no passado, um pouco à imagem de todos os treinadores que fizeram história no F.C.Porto, já começa a ser apelidado de arrogante, vaidoso, pouco cavalheiro, etc. - mas ele não liga, pois quem acredita no seu valor e na sua capacidade, não precisa de ser politicamente correcto, estar preocupado com a imagem...; um plantel de qualidade, jovem, ambicioso, equilibrado, com soluções para todas as posições, onde até uma maçã podre, pasme-se, virou uma linda bravo de esmolfe...; uma estrutura que não é infalível e como tal, comete erros, mas que continua a funcionar bem e está atenta a todos os pormenores, um dos quais, a integração dos novos jogadores, é importantíssima e tem sido conseguida com sucesso - basta ler o que dizem as pessoas próximas de Nico Otamendi, sobre a forma como se sente no clube e foi recebido no Dragão, para se perceber; enfim, tudo na Santa Paz do Senhor - até o clube do regime e a sua máquina de propaganda, estão quietinhos. Estarão a fazer as coisa pelo outro lado? - e quando é assim, a vida fica difícil... No meu caso, valeu-me Miguel Sousa Tavares na sua Nortada e aí uma grande risada, para "o F.C.Porto (mesmo o último) de Jesualdo Ferreira jogava mais, melhor e mais espectacular futebol..." Terei lido bem? Importa-se de repetir? Depois desta brilhante análise, alguém partilha desta opinão?, dúvido, nem vale a pena dizer mais nada, sobre o que o Miguel escreve, a respeito do futebol portista, porque o resto do artigo está muito bom, desde as críticas ao Vítor Pereira, passando pela rasgadê-la ao realizador subsídio-dependente e terminando, com a conclusão, que nenhum benfiquista é capaz de reconhecer os méritos do F.C.Porto, mesmo quando o melhor clube português ganha a C.League, por exemplo.
PS- Adoro ouvir os grunhidos do Reco-Reco anormal!
Clicar nas imagens para ler
Pronto, sem problemas e mesmo que o site fale, como tinha a obrigação de o fazer, no 117 º Aniversário do F.C.Porto, fica aqui também a lembrança e com um vídeo sugerido pelo Steve Bracotelli.
Pronto, sem problemas e mesmo que o site fale, como tinha a obrigação de o fazer, no 117 º Aniversário do F.C.Porto, fica aqui também a lembrança e com um vídeo sugerido pelo Steve Bracotelli.
A suspensão do Atletismo do F.C.Porto, por Jorge Aragão
O prometido é devido e assim, da suspensão do Atletismo do F.C.Porto, fala quem sabe e quem sabe é o Jorge Aragão, ex-atleta da modalidade, no F.C.Porto, na foto - surripiada ao Blog do Armando Pinto, http://www.longara.blogspot.com/, que tem aqui Actualização Histórica do Atletismo do F. C. Porto , um texto que conta quase tudo sobre o Atletismo portista...-, o primeiro da esquerda, a vencer uma prova.
Um grande obrigado ao Jorge Aragão, pela disponibilidade em abordar um assunto, que não é fácil para nenhum portista, muito menos para quem envergou, como atleta da modalidade, a gloriosa camisola azul e branca do F.C.Porto.
«Em resposta a um pedido irrecusável do amigo Vila Pouca e como ex- praticante da modalidade nos idos anos 70, é com desgosto que aqui participo sobre a suspensão do Atletismo no FCP, o gosto e a honra de poder escrever algo para este Blog de referência Portista, o desgosto pelo que se passou.
É um facto que a modalidade no Clube tem passado por algum apagamento e algumas confusões às vezes lamentáveis, especialmente depois de Fernanda Ribeiro, o último nome sonante, mas tínhamos conseguido obter bons resultados individuais e colectivos, especialmente nos sectores mais jovens.
E quando parecia que a modalidade podia ressurgir fruto de contratações estrangeiras para a equipa feminina, que trazia a Portugal atletas de nomeada e com cartaz suficiente para atrair espectadores e até entusiasmar mais jovens para a prática da modalidade, eis que a Federação resolve mudar as regras do jogo e inventar um regulamento que apenas visa proteger sobretudo o Sporting, com restrições inadmissíveis e se calhar ilegais, como bem defendem os responsáveis do Clube, com um chorinho demagógico da defesa do atleta português e da sempre reavivada “verdade desportiva” quando se trata de vitórias azuis e brancas, como foi o caso.
Ora cada Clube deve jogar com as “armas” que tem à sua disposição, o FC Porto conseguiu contrabalançar a hegemonia sportinguista, dentro da lei, com toda a justiça, além de que, insisto, a vinda de atletas de grande nível são salutares para a competição e que a modalidade só tem a ganhar com isso. Com a saída do FCP é que não ganha nada.
É interessante notar que os atletas de selecção que neste momento mais nos dignificam lá fora, são naturalizados, e não é por isso que não torcemos por eles, tal como eu fiz aquando dos Campeonatos da Europa no duelo Naide – Radevica.
A tomada de posição do FCP em suspender a Secção até que a Federação reconsidere – o que duvido, pois o lobby verde e branco é muito forte e o Laurentino não quer saber destas coisas para nada – deixa-me consternado e preocupado.
Penso ter sido uma atitude algo exagerada, se bem que compreensível, mas o que é certo é que inúmeros atletas promissores estão sem clube, outros que vão despontando e que poderiam ter no FCP um espaço para poderem progredir em boas condições não o poderão fazer e corremos o risco de ver fechar para sempre o pano sobre uma modalidade histórica que tantos títulos e nomes importantes produziu, não merecendo este desfecho.
Lembro-me no meu tempo em que, por divergências com o funcionamento interno da secção, houve uma cisão que levou muitos valorosos colegas e amigos a sair, formando o C.A.P. ( Centro de Atletismo do Porto).
A equipa ficou muito enfraquecida mas quem ficou tentou mudar o que não estava bem – e não estava - por dentro, unimo-nos, ganhamos de forma dramática a meia final nacional ao … CAP e fomos campeões nacionais a seguir, ganhando o direito de estarmos presentes no Campeonato da I Divisão.
É evidente que é um facto diferente, mas com uma boa luta também se pode ganhar, recorrendo, protestando e o FCP, é seu apanágio, não é Clube que se fique, até porque a novel legislação é realmente ilegal.
Será possível reverter a situação no quadro actual?
Saudações Portistas.
Jorge Aragão»
A atracção de Jesus pelo azul ou...
Uma imagem vale mais que mil palavras e explica muita coisa...
Porque hoje é Domingo e para completar o post, made in http://www.vermelhices.com/
Joãozinho (Versão japonesa actualizada)
No primeiro dia de aulas de uma escola secundária, a professora apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, do Japão...
A aula começa e a professora: Vamos lá testar os vossos conhecimentos de história e política.
Quem disse: 'Dê-me a liberdade ou a morte'?
Silêncio total na sala.
Apenas Suzuki levanta a mão e diz:
- Patrick Henry em 1775 em Filadélfia.
Muito bem, Suzuki.
E quem disse: 'O estado é o povo, e o povo não pode afundar-se?'
- Abraham Lincoln em 1863 em Washington.
A professora olha os alunos e diz: Vocês não têm vergonha?
Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana do que vocês!
Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo: Vai levar no ... , japonês filho da p...!
Quem foi?! grita a professora.
Suzuki levanta a mão e sem esperar responde:
- General McArthur em 7 de dezembro de 41 em Pearl Harbour, e LeeIacocca em 1982 na Assembleia Geral da Chrysler.
A turma fica silenciosa, apenas se ouve ao fundo da sala: Acho que vou vomitar.
A professora grita:- Quem foi?
E Suzuki:
- George Bush (pai) ao Primeiro-Ministro Tanaka durante um almoço, em Tokio, em 1991.
Um dos alunos grita:- Chupa-me a gaita!
E a professora muito irritada, grita:
- Já chega! Quem foi agora?
E Suzuki, sem hesitações:
- Bill Clinton a Mônica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, 1997.
E outro aluno levanta-se e grita:- Suzuki é uma merda!
E Suzuki responde:
- Valentino Rossi após o GP de Motociclismo no Rio de Janeiro, em 2002.
A turma fica histérica, a professora desmaia, abre-se a porta e entra o director, que pergunta:
- Que merda é esta?! Nunca vi uma confusão destas!
E Suzuki continua:
-José Sócrates para o Ministro da Administração Interna ao ler o relatório sobre a coordenação do combate aos incêndios florestais.
O director fica irado com a indisciplina da turma e exclama:
- Cambada de mariquinhas, filhos de uma vaca, vocês tem que ser homens a sério!
E Suzuki fecha:
- Jorge Jesus, depois do Benfica-Académica, do Nacional-Benfica e do Guimarães-Benfica
F.C.Porto 2 - S.C.Olhanense 0. Se tivesse acabado ao intervalo...
Tinha sido óptimo. Gostei muito da primeira-parte do F.C.Porto.
Frente a um adversário fechado, com todos a trás da linha da bola, apenas apostado em não sofrer golos e que raramente saiu para o ataque, o conjunto de Villas-Boas, jogou bem, às vezes muito bem, chegando ao intervalo a vencer por 2-0, resultado que até podia, sem que fosse injusto para a equipa de Olhão, ser mais dilatado. Foi um Porto de qualidade, intenso, jogando um futebol bonito, de toque, envolvente, de movimentação constante, de controlo absoluto do jogo, que atacava bem, ora pelo meio, em tabelas, ora pelos flancos, com Hulk e Varela sempre perigosos, os médios p
Mas o jogo não acabou ao intervalo e na segunda-parte não apareceu o mesmo Porto. Ou porque o resultado era confortável, ou porque o efeito Liga Europa caiu no sub-consciente dos jogadores, ou porque o adversário não dava mostras de ser capaz de criar embaraços, a equipa portista ligou o complicador, desligou-se, baixou o ritmo, deixou de jogar em conjunto e a qualidadee baixou bastante, o que foi pena, já que na etapa inicial a exibição tinha sido de grande qualidade. Não que o controlo e o domínio de jogo se perdessem, não que não houvesse algumas oportunidades de aumentar a contagem, sem que isso fosse injusto para os algarvios, mas porque depois daquela primeira-parte, não se esperaria tão pouco...
Resumindo: no dia de estreia de Otamendi, um Dragão de duas caras, venceu com toda a justiça e segue líder destacado, com 6 jogos e 6 vitórias.
Os jogadores um a um:
Helton: sem nada de complicado que fazer, limitou-se a estar a
Fucile, Álvaro e Rolando, cumpriram, sem terem sido exuberantes.
Fernando: bem melhor na primeira que na segunda parte, foi dos primeiros a ligar o complicador. Errou muitos passes e falhou um golo certo.
Belluschi: muito bem no melhor período, menos bem, sem estar mal, na fase menos boa. Teve razão no lance do livre. Ali era ele a marcar.
Souza: entrou numa altura má e não ajudou a melhorar.
Idem para R.Micael.
Moutinho: grande jogo e que menos caiu de uma parte para a outra. Está em excelente forma e é ele que dinamiza todo o jogo do F.C.Porto.
Varela: outro que depois do descanso, piorou bastante, escolhendo quase sempre as jogadas mais difíceis.
Walter: pouco tempo em campo, numa altura má, não fez nada que mereça relevo.
Falcao: nada a apontar em entrega, em espírito de sacrifício, mas está desinspirado, cansado, quer marcar, força e depois
Hulk: o melhor, junto com Moutinho, em campo. Uma assistência, um grande golo - desde o roubo da bola, o toque a isolar-se, deixando o defesa pregado, até à excelente finalização. Quando começou a falar muito e jogar pouco, levou o amarelo e por isso, fez bem Villas-Boas em o retirar de campo.
Otamendi: havia uma grande expectativa em relação ao internacional argentino e ele não defraudou. Até não entrou bem, o que se compreende, era o primeiro jogo com a camisola do F.C.Porto e frente aos adeptos portistas, falhando dois cortes, mas depois, mesmo antes de marcar o golo, foi ganhando confiança, arriscando e fez um bom jogo, embora sem ser nada do outro mundo. Promete!
Será que nem à ofensa e à calúnia, o F.C.Porto reage?
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«Num artigo publicado neste jornal, no dia 17, Bruno Prata (BP) entendeu que o comunicado dos órgãos sociais do Benfica misturava "alhos com bugalhos". BP é um dos poucos jornalistas desportivos portugueses que aliam a isenção à competência e a lucidez à independência, o que torna a sua opinião sobre este tema mais relevante e, por isso, mais digna de ser rebatida.
Sou um benfiquista confesso, mas sou, acima de tudo, pela "verdade desportiva", frase que, de tão gasta, parece ter-se tornado descartável. Nunca me sentiria confortável se o meu clube ganhasse sem mérito, recorrendo à batota, à corrupção ou ao abuso do poder. Nunca aceitaria que a direcção do meu clube tomasse a iniciativa, participasse ou fosse conivente com práticas antidesportivas ou jogos de bastidores, corrompesse árbitros ou dirigentes, jogadores ou agentes desportivos. No tempo de Vale e Azevedo estive do lado dos que denunciaram as suas intenções e os seus métodos. E, relativamente ao consulado de Luís Filipe Vieira, tive ocasião de criticar algumas das suas escolhas no plano desportivo e de discordar de algumas decisões e atitudes. Mas sempre o apoiei na sua luta pelo apuramento da verdade no caso Apito Dourado.
Dito isto, entendo que posso dar algum contributo para rebater a ideia de que o comunicado "mistura alhos com bugalhos" e "dispara em todas as direcções". Pelo contrário, acho que, para quem queira ler nas entrelinhas, tem um alvo muito preciso e é de uma grande coerência. Mesmo na proposta, discutível e quiçá utópica, de pedir aos adeptos que não assistam aos jogos do Benfica no campo dos adversários.
Quais são as entidades visadas no comunicado? O secretário de Estado do Desporto, a Olivedesportos, a Liga (ao ameaçar boicotar a Taça) e a sua Comissão de Arbitragem, os outros clubes e o ministro da Administração Interna (MAI). O que liga tudo isto? Uma ideia muito simples: a de que o futebol, para além de ser um desporto e uma paixão, é uma indústria e um negócio. O que exige regras claras e práticas transparentes e o primado da lei e da justiça. Ora, aquilo a que o país inteiro assistiu nestes últimos vinte e alguns anos foi à montagem e consolidação de um sistema de viciação dos resultados, que transpareceu nas escutas e nas investigações posteriores, e que levaram, por exemplo, aos castigos aplicados no processo do Apito Final. Mas que deixaram impunes todos os envolvidos nos processo-crime levantados pelo Ministério Público, o que manchou a credibilidade dos juízes e dos tribunais e deixou campo livre aos prevaricadores para voltarem a agir nos bastidores. É o que se percebe que está a acontecer neste campeonato, em que o FC Porto conta, na actual Liga, com uma maioria de elementos afectos ao clube e em que se tem assistido a uma escandalosa viciação dos resultados em seu favor e em claro prejuízo do Benfica. A verdade é que no pequeno mundo do futebol nacional reina a ideia da retomada em mão dos destinos do campeonato pelo clube dirigido por Pinto da Costa.
O que o comunicado do Benfica diz, ao atacar Laurentino Dias por se ter mantido em silêncio durante a farsa jurídica do Apito Dourado (quando não hesitou em tomar partido sempre que estava em causa outra forma de viciação dos resultados como é o doping, cuja autonomia deveria, nesse caso, igualmente ter respeitado), é que, tendo falhado qualquer esperança de que a Justiça venha, em prazo útil, a pôr ordem e verdade no futebol, o Benfica, como maior clube português e aquele que mais adeptos mobiliza, só tem um modo de fazer ouvir a sua voz e repor a verdade nas competições: atacar onde dói. E onde dói é nos cofres dos clubes e das instituições que vivem do negócio do futebol: Liga e Olivedesportos. O que o comunicado diz é que não contem com o Benfica para pactuar com a batota, e que os clubes e as instituições têm que assumir as suas responsabilidades, deixar de ter medo e colaborar na limpeza do futebol profissional.
Por fim, pede-se a intervenção do MAI. A razão é simples: o Benfica não está disposto a ser impunemente agredido, no campo, fora dele e nas suas casas regionais, como forma de intimidação, sem que isso tenha consequências nem se tomem medidas que previnam a sua repetição. Portugal não é um país violento, e a briosa e pacata cidade do Porto não é Palermo. O que se espera, então, para prevenir futuros desacatos e castigar exemplarmente os agressores e identificar os seus mandantes?»
Os sublinhados são meus...
Não vou dizer nada sobre este miserável artigo, definidor do carácter deste realizador, subsídio-dependente, mas espero que o F.C.Porto não fique mudo e quedo, perante tantas ofensas e tantas calúnias.
Com amigos destes, mais vale ter inimigos!






