Besiktas J.k 1 - F.C.Porto 3. Heróis de Inonu
Não devemos embandeirar em arco, mas depois do que vimos hoje, no inferno de Inonu, temos todas as razões para ter confiança neste Porto, que a cada dia que passa está mais consistente, mais forte, mais equipa.
Temos todas as razões para encarar o futuro com grande tranquilidade, na certeza, que temos gente que merece todo o crédito.
Quando o colectivo é a força de uma equipa e hoje, principalmente a jogar com dez, foi o colectivo que marcou pontos, não gosto de individualizar, mas não posso deixar de destacar Helton e Hulk pela positiva e Fernando e Maicon pela negativa.
O guarda-redes, foi na fase difícil e por várias vezes, o garante de segurança que a equipa precisava e evitou, por três ou quatro vezes, que o Besiktas marcasse.
Fernando: uma noite para lembrar e nunca mais repetir. Mal a defender, mal a passar, mal nos dois lances que lhe valeram a expulsão. Não pode ser...
Maicon: tudo bem que Fernando não deu a cobertura que devia, mas um central não pode só jogar de frente para a bola. Tem de saber fechar nas costas e hoje, Maicon, falhou uma, duas e à terceira foi expulso. Bem expulso, se bem que na primeira-parte, o árbitro espanhol nem falta tenha marcado, num lance em que Falcao, sózinho na área e só com o guarda-redes pela frente, foi derrubado por trás.
Critérios de um juiz que já não se usa...
Besiktas J.k - F.C.Porto. Sair incólume do inferno turco
Na antevisão do jogo, frente a uma equipa que não vai contar com os seus dois principais jogadores, Quaresma e Guti, mas que de certeza, contará, tal como aconteceu em 2007, com o fortíssimo apoio de um público fantástico, deixo o mesmo apelo que deixei antes desse jogo, em que saímos do Estádio Inonu com um pé nos oitavos-de-final da C.League, depois de termos vencido por 1-0.
Dizia eu na altura:
«Só um F.C.Porto, valente, corajoso, audacioso, de pêlo na venta, pode aspirar a passar incólume no vulcão de Inonu. No passado recente esta era a imagem de marca do clube portista, quanto piores eram os ambientes, mais a aquipa se agigantava. Acredito sinceramente que os profissionais de hoje, saberão honrar o passado e em Istambul, paredes meias com a Ásia, a Alma e a chama do Dragão vão aparecer e escrever mais uma página bonita na história do clube da cidade Invicta.»
Em 2007 houve Porto, espero que amanhã a história se repita...
O árbitro é o espanhol Clos Gomez, auxiliado pelos seus compatriotas, Juan Galindo e Luís Martinez.
Convocados do F.C.Porto:
Guarda-redes: Helton e Beto,
Defesas: Sapunaru, Fucile, Maicon, Rolando, Otamendi e Álvaro Pereira,
Médios: Fernando, Belluschi, Moutinho, R.Micael e Guarín,
Avançados: Ukra, Varela, Hulk, Falcao, Walter e C.Rodríguez.
Duas notas sobre a convocatória: uma, para dizer que seis avançados é um sinal positivo, sinal que vamos lá para ganhar.
Outra, sobre James que continua a não ter muitas hipóteses. Compreendo: é um jogo importante, o ambiente é complicado, C.Rodríguez é mais experiente... Mas eu quero ver o miúdo jogar...
Equipa provável:
Helton, Sapunaru, Rolando, Maicon e Álvaro, Fernando, Belluschi e Moutinho, Hulk, Falcao e C.Rodríguez.
Beşiktaş JK - FC Porto
DOSSIER DE IMPRENSA
Retrospectiva
Uma figura de peso mudou de equipa em relação à última vez que o Beşiktaş JK defrontou o FC Porto, com ambos a liderarem o Grupo L da UEFA Europa League antes do seu confronto na terceira jornada.
Jogos anteriores
• Os dois jogos anteriores entre os dois clubes aconteceram na fase de grupos da edição 2007/08 da UEFA Champions League, com o FC Porto de Jesualdo Ferreira a bater as "águias negras" de Ertuğrul Sağlam por 1-0 em Istambul e por 2-0 em Portugal. Ricardo Quaresma – contratado pelo Beşiktaş este Verão – marcou para o FC Porto nos dois jogos.
• As equipas iniciais do jogo em Istambul, no dia 3 de Outubro de 2007, foram as seguintes:
Beşiktaş: Hakan Arıkan*, Serdar Kurtuluş (Ali Tandoğan, 71), Gökhan Zan, Delgado, Bobô* (Mert Nobre*, 27), Rodrigo Tello, Cissé, İbrahim Üzülmez*, Serdar Özkan, İbrahim Akın (Higuaín, 67), İbrahim Toraman*.
Porto: Helton*, Bruno Alves, Stepanov, Assunção, Quaresma*, Lucho, Lisandro (Adriano, 75), Bosingwa, Fucile*, Raul Meireles (Leandro Lima, 88), Sektioui (Čech, 66).
*disponíveis para esta partida.
Retrospectiva
• Para além dos dois jogos frente ao FC Porto, o Beşiktaş venceu por 3-1 em casa do V. Guimarães na fase de grupos da Taça UEFA em 2005/06. O registo da formação turca frente a adversários portugueses é de uma vitória e duas derrotas (uma derrota em casa).
• O FC Porto enfrentou equipas turcas em seis ocasiões, registando cinco vitórias e um empate (três vitórias em casa). Todas elas foram conseguidas com a margem de pelo menos dois golos. O Fenerbahçe SK perdeu por 3-1 na UEFA Champions League em 2008/09, enquanto o Denizlispor foi goleado por 6-1 na Taça UEFA de 2003/04.
• O Beşiktaş venceu os últimos quatro jogos em casa nas competições europeias sem sofrer golos, enquanto o triunfo por 1-0 frente ao PFC CSKA Sofia, na primeira jornada, pôs fim a uma série de três jogos sempre a perder em fases de grupos.
• O FC Porto venceu os quatro jogos disputados em casa esta época nas competições europeias, bem como quatro dos cinco últimos realizados fora, com uma derrota por 5-0 frente ao Arsenal FC, nos oitavos-de-final da UEFA Champions League da época passada, pelo meio.
Ligações entre as equipas
• O Beşiktaş precisa de mais quatro golos para atingir os 100 na Taça UEFA/UEFA Europa League.
• O FC Porto conquistou 24 cantos nos dois primeiros jogos da fase de grupos; mais do que qualquer outra equipa
na competição.
• Treinador do Beşiktaş desde Junho, Bernd Schuster iniciou a sua carreira no 1. FC Köln, mas passou os melhores anos como médio no FC Barcelona, Real Madrid CF e Club Atlético de Madrid. Retirou-se em 1997, com três campeonatos espanhóis, seis Taças de Espanha, a Taça das Taças de 1981/82 e o Campeonato da Europa de 1980 no currículo.
• Regressou ao Real Madrid como treinador em 2007, conduzindo os "merengues" ao título, mas deixando o clube no final do ano.
• Schuster defrontou o FC Porto ao serviço do Barcelona na segunda eliminatória da Taça dos Clubes Campeões Europeus, em 1985/86. Marcou na vitória caseira da sua equipa por 2-0, com os catalães a apurarem-se graças aos golos marcados fora, apesar de uma derrota por 3-1 em Portugal. Acabaram por chegar à final, onde perderam ante o FC Steaua Bucureşti nas grandes penalidades.
• O treinador do FC Porto, André Villas-Boas, começou a sua carreira ainda adolescente, no departamento de prospecção do clube, e fez parte da equipa técnica liderada por José Mourinho quando os "dragões" conquistaram a UEFA Champions League em 2003/04. Seguiu o actual treinador do Real Madrid para o Chelsea FC e depois o FC Internazionale Milano, antes de enveredar pela carreira de treinador principal na Académica, na época passada.
O FC Porto contratou-o em Junho.
Mais informação, dossier completo, aqui: Dossier de Imprensa, Besiktas JK vs F.C.Porto
Em Istambul, a comitiva do F.C.Porto está instalada neste fantástico hotel: Grand Hyatt Istambul
Antevisão de André Villas-Boas:
Jogadores sem ansiedade
«O ambiente no Estádio BJK Inonu é tão bom como o clube, que é um dos melhores do Mundo. Para os jogadores é uma experiência única, mas acredito que estão preparados, pelo que não me parece que vá haver qualquer problema de ansiedade.»
Posse e circulação de bola em comum
«O Besiktas apresenta um futebol assente na posse e circulação de bola, tal como o FC Porto. Além disso, é importante recordar que tem feito excelentes resultados na UEFA Europa League, quer na Fase de Grupos, quer nas pré-eliminatórias.»
Triunfo deixa apuramento bem encaminhado
«Aceito a ideia de que este é o jogo mais complicado para ambas as equipas. As duas lideram o Grupo L, com seis pontos, e é justo dizer que quem vencer amanhã [quinta-feira], ainda que não garanta o apuramento, fica pelo menos bem encaminhado.»
FC Porto à imagem habitual
«Podemos esperar o FC Porto que se tem visto todas as semanas, o mesmo que nos levou a somar todas as vitórias que somamos. Acreditamos na organização forte que temos e na consolidação dos nossos princípios de jogo. Quanto ao Besiktas, não sei até que ponto não vai poder contar com tantos jogadores como se fala. Prefiro aguardar por amanhã para ver.»
Este vídeo mostra bem porque se diz inferno turco...
Miguel Sousa Tavares, António Simões e Labaredas
A Vitória que se cuide...
Ainda bem que hoje é terça-feira, dia dos artigos de Miguel Sousa Tavares e António Simões, caso contrário, não postaria nada. A vontade não é nenhuma, sinto-me impotente, roubado, às escâncaras e por ladrões de cara descoberta.
Quanto ao Labaredas, bonito, mas qual é o critério? Porquê esta reacção e às vezes, perante coisas iguais ou até bem mais graves, não sai chama nenhuma?
Como diz um amigo meu: o prometido é de vidro e aqui está o vídeo do Dia Seguinte de ontem. Não é de todo o programa, mas é um cheirinho bastante agradável.
Agradeçam ao Ruben.
Agradeci ao Ruben, mas também tenho de agradecer ao http://www.bestoffutebol.com/, já que foram eles que fizeram o vídeo.
Clicar nas imagens para ler
O "Mãozinhas" quer ser presidente da FPF...
Com a implementação do novo Regime Jurídico das Federações e logo que os estatutos sejam alterados, passarão para alçada da FPF a Disciplina e a Arbitragem, até agora na Liga PFP. O Benfica, na ânsia de controlar estas importantes áreas, quem sabe para colocar Ricardo Costa na Disciplina - na Arbitragem, como vimos há pouco tempos atrás, eles assobiam e o Pereira logo abana a cabecinha para cima e para baixo... -, lançou o seu candidato e já anda no terreno a promovê-lo. O candidato é Fernando Seara, também conhecido por "Mãozinhas", que tem o sonho de ser presidente da FPF e de mão dada, com o agora muito seu amigo, L.F. Vieira - lembram-se do beicinho, quase até às lágrimas, que Seara fez, quando o "Penhorado" invadiu os estúdios da Sic e em directo, lhe passou um atestado de incompetência? -, aparece em todo o lado a manifestar disponibilidade para o cargo.
Não é surpreendente, que este vaidoso, cínico e hipócrita, se proponha mandar às malvas quem o elegeu e esteja disponível para abandonar a Câmara Municipal de Sintra. Assim como não é surpreendente que o Pasquim da Queimada, sem vergonha e sem pudor, ache natural a candidatura, a apoie e promova. E também não surpreende, que alguns adiantados mentais, sempre muito atentos ao que se passa a Norte, sobre isto não digam nada. Para esta gente, não é promiscuidade, nem merece qualquer reparo, que um político no activo e com mandato até a 2013, abandone, a meio, os compromissos assumidos com quem o elegeu, para se candidatar à presidência da FPF. Não, só cairia o Carmo e a Trindade se fosse um portista, por exemplo, o presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, Macedo Vieira ou o também portista e presidente da Câmara da Maia, Bragança Fernandes. Aí, tal como aconteceu no passado, lá teriamos os "moralistas" a falarem em escândalo, vergonha, e a dizerem: à política o que é da política, ao futebol o que é do futebol.
É caso para se dizer, meus caros amigos, tudo tem a ver com a côr. Quando a côr é vermelha, tudo bem, não se passa nada, tudo normal, na Santa Paz do Senhor. Quando a côr é azul, tudo mal, tudo é colocado em causa, as críticas não param, promiscuidade é a palavra que não sai da boca dessa gente ruím e rasca...
Aguardemos para ver o que se vai passar. Seara afirmou, que se Madaíl se recandidatar, não avança. Não acredito e acho que vai mesmo avançar, se necessário, contra o actual presidente. Nessa altura vai ser curioso saber qual a posição da Liga, que, com a alteração dos estatutos, tem uma palavra importantíssima, quiçá decisiva, na eleição.
Notas finais: o cavalheiro de quem se fala já mereceu a minha atenção, em algumas ocasiões, a última das quais foi neste post: As (des)cortesias do "Mãozinhas"
Ouvi na Antena 1, que Bruno Alves está descontente no Zénit e quer sair. Alguém fica surpreendido?
Neste país que temos e merecemos, já conheciamos a expressão, "A montanha pariu um rato". Dentro de poucos dias, vamos conhecer a expressão, "A montanha pariu um coelho"
Circo ambulante da Luz sempre a animar o povo...
Perante a atitude ridícula do "Penhorado" e seus servidores, com a requisição dos bilhetes para o clássico F.C.Porto/Benfica, a ser a última novela, a pergunta que se coloca é: o que vai fazer o clube, cada vez mais do regime, com os rectângulos que dão entrada no Dragão? Um amigo, mal soube da requisição, ligou-me a dizer: "vão fazer candonga..." - tem piada, mas é uma hipótese que não valorizo muito. Assim como não valorizo a notícia do Pasquim da
Queimada, caixa de ressonância e moço de recados do Benfica, que diz, como podem ver na foto: "Benfica pondera abrir clareira no Dragão"
Outra versão, de levar às lágrimas e a mais ridícula de todas, é esta: «O jogo do Porto é o único que não cumpre os pressupostos em que assentou o pedido dos órgãos sociais. O FC Porto, com esta Direcção, nunca se baterá pela verdade desportiva».
Falando a sério, a minha opinião é a seguinte: o presidente do Benfica está refém das claques - eles dizem que não existem, mas patrocinam-nas... -, como já foi "apertado" e não quer passar por uma situação semelhante à relatada na foto do lado esquerdo, foi obrigado a requisitar os bilhetes, para que os "Anjinhos" possam vir ao Dragão assistir ao jogo. É sempre melhor ser ridicularizado, fazer figuras tristes, que levar com a ira do Diabos ou dos No Name Boys...
O post devia ficar por aqui, mas ao passar os olhos pelo Record online, vi lá isto: "Batalha por um futebol respirável" e tinha de dizer qualquer coisa.
Carlos Móia, amigo do "Penhorado" e ligado ao Benfica, com o discurso que lhe encomendaram na mão - vejam a foto por baixo -, insulta de forma baixa e provocatória o F.C.Porto, numa claríssima estratégia benfiquista - para a qual conta com a ajuda de vários peões de brega -, que visa incendiar o ambiente, para depois fazerem o papel de coitadinhos, se vitimizarem e culparem quem não tem contribuído em nada para acirrar os ânimos.
Pensei dar-lhe troco, mas olhando bem para a cara do homem e para a mesa, acho que não vale a pena... Mas espero que quem de direito, sempre muito preocupada com o que se passa nos fóruns e blogs, tenha olhos para estes "senhores", que deviam ter contenção e são os primeiros a não ter tento na língua. Não nos peçam a nós o recato, que não exigem a quem tem muitas mais responsabilidades...Também podia acabar aqui, mas o Circo da Luz, não pára, é um regabofe, um delírio, a cada momento surgem coisas novas e surpreendentes - ou não! -, como esta que podem ler em na imagem do lado esquerdo - agradeço ao Fernando de Coimbra, a dica - e que é preciso denunciar, até para que possamos verificar como continuam em forma os Stewards na Luz. Já nem poupam os seus e agora foi o tratador da águia a vítima.
- Ó Barnabé, porque não soltaste a fera?
É caso para dizer: podiamos viver sem o Circo da Luz, sem o "Penhorado", o Móia, o Rui Gomes da Silva, o Vasconcelos, os papagaios, os fedorentos e afins? Podiamos...mas não era a mesma coisa!! PS- Coisa extraordinária, nunca vista neste país.
Há um pasquim, que em nome da melhoria do futebol português... hi, hi, hi... paga uma pipa de massa a alguns colunistas, para eles se entreterem a meterem-se uns com os outros...
- Aí Serpa! Também podiamos viver sem estas palhaçadas? Claro que podiamos... mas não era a mesma coisa! O Circo da Queimada também está em grande forma!
E para acabar em beleza: Andebol, F.C.Porto 32 - Sporting 25.
Parabéns a todos e em especial ao treinador Obradovic, sempre com uma palavra de agradecimento para o apoio dos adeptos.
F.C.Porto 4 - A.D.Limianos 1. "Bigorna" esfomeado, come o sarrabulho e devora o queijo
Se a Taça é festa, ela esteve hoje e na sua planitude no Estádio do Dragão. 41.118 espectadores, entre os quais 5000 vindos da bela Vila de Ponte de Lima e milhares de crianças, que provavelmente foram hoje pela primeira vez ao futebol, deram um grande colorido ao belíssimo anfiteatro portista e vibraram, saltaram, fizeram a Ola, festejaram os golos com grande entusiasmo e tenho a certeza, quer vencedores quer vencidos, saíram felizes e deram por bem empregue o seu tempo.
Do jogo, vitória natural, tranquila, mas escassa, do F.C.Porto - falhamos muitos golos cantados, junto com a grande exibição do guarda-redes da equipa minhota e um erro grave, da imitação foleira de Colina e seu auxiliar do lado poente, impediram que o resultado tivesse maior expressão... -, perante uma equipa que deixou uma bela imagem, apesar de ser impotente para contrariar a superioridade do conjunto orientado por André Villas-Boas.
Era um jogo propício ao lançamento de jogadores menos utilizados e o treinador, no fim dos 90 minutos, deve estar contente pela forma que Walter, Rafa e James, aproveitarm a oportunidade, menos contente com Guarín, Souza, Castro e Ukra, que não fizeram nada de especial e nada contente com Sereno e Otamendi, que fizeram um jogo muito fraquinho, pior até, o argentino, mal a entar às bolas por baixo e por alto e mal a passar. Beto, outro dos menos utilizados, não teve trabalho nem culpas no golo e portanto, não é deste filme.
Foi contra o Limianos, quero ver mais, em jogos com outro grau de dificuldade, mas vi coisas que me agradaram muito.
Com Varela na direita, "Cebola" ou James na esquerda, ao lado de Falcao ou tendo Hulk nas costas, não sei não, mas Walter promete muito...
Rafa: mostrou a Villas-Boas que pode perfeitamente dar algum descanso a Álvaro Pereira. É o melhor elogio que posso fazer ao ex-Académica.
James: já tinha dito há muito tempo atrás, que se este menino não der craque, eu não percebo nada de futebol. Tem tudo: técnica, velocidade, arrisca, vai para cima sem medo e tem um pé esquerdo que escreve. Andou desaparecido, mas a partir de agora é preciso contar com ele. Que se cuidem os que têm jogado na sua posição.
Dos mais utilizados, Hulk foi sério na abordagem ao jogo e fez uma exibição razoável - pena que a jogada fantástica, na segunda-parte, em que intervieram vários jogadores e que atirou ao lado, não tenha dado golo. Era de compêndio.
Sapunaru: foi hoje o "velho" Sapu, na exibição menos conseguida da época. Mal a defender e a atacar.
R.Micael: mais uma oportunidade perdida, de um jogador que nem parece o mesmo da temporada anterior. Complicativo, a errar muitos passes, assim vai ter muito que penar para ganhar lugar na equipa.
PS- R.M.Silva da Costa, mais um portista destas andanças da blogosfera, que tive o prazer de conhecer pessoalmente. Foi uma pequena, mas muito agradável conversa, que espero tenha continuidade numa próxima oportunidade.
F.C.Porto - A.D.Limianos. Objectivo Tri
Começa amanhã a participação portista na Taça de Portugal, com o F.C.Porto, vencedor da duas últimas edições e a contar para a 3ª eliminatória, a defrontar o Limianos, simpática equipa da bela Vila de Ponte de Lima.
Teoricamente, é um jogo sem história, tal a superioridade portista, mas convém não abusar e respeitar o adversário, para que não aconteçam mais Atléticos e Torreenses. É também, o jogo ideal para o lançamento dos jogadores menos utilizados e uma boa oportunidade para Sereno, Otamendi, E.Rafael, Walter e até James, poderem mostrar serviço. E chega...
O árbitro é Cosme Machado, auxiliado por Fernando Pereira e Inácio Pereira
Convocados do FC.Porto:
Guarda-redes, Beto e Kieszek,
Defesas, Sapunaru, Otamendi, Sereno, Maicon e Rafa,
Médios, Souza, Belluschi, R.Micael, Castro e Guarín,
Avançados, Varela, Falcao, Walter, Hulk, Ukra e James
Equipa provável: Beto, Sapunaru, Otamendi, Sereno e Rafa, Souza, Bellusci e R.Micael, Varela, Walter e Hulk.
Mais uma bela recordação, com ligação ao jogo de amanhã, aqui: A propósito do Porto-Limianos para a Taça de Portugal:recordando Luís Pereira...
Conferência de Imprensa de antevisão do jogo de André Villas-Boas, aqui, http://videos.sapo.pt/tUfcIwFZgnnNzo6lSJr6, para que fique registado e ninguém deturpe as palavras do treinador do F.C.Porto, como acontece muitas vezes.
O Penhorado, os cabelos de Jesus e dois excelentes artigos de Rui Moreira
Ao centro os pesadelos do Penhorado.
1- Jesus versão Abel Xavier
2- Jesus versão Nuno Gomes
3- Jesus versão Manuela Ferreira Leite
4- Jesus versão Paulo Bento
5- Jesus versão David Luiz
6- Jesus versão Maria José Valério
Eles são tão ridículos, tão patéticos, vejam aqui: Futebol: Benfica requisita 2500 bilhetes para o jogo com o F.C.Porto que só apetece brincar com eles... Entretanto falemos de coisas sérias, e coisas sérias são o artigo e entrevista de Rui Moreira à Bola e ao Jornal I, que aqui vos deixo.
«O fósforo na gasolina
A violência que não tem cor nem clube, não se desafia. Combate-se em todas as frentes, sem hipocrisias
É razoável que o Benfica receie que a sua caravana possa ser alvo de ataques quando se deslocar ao Dragão, porque se vive-se um tempo em que a saudável rivalidade entre clubes degenerou num antagonismo perigoso que é aproveitado por alguns, por fanatismo ou razões inconfessadas, para perpetrar actos condenáveis. O que não se entende é o presidente do Benfica aproveite o ensejo para fazer declarações incendiárias e desafios imprudentes à violência. Nessa linha, também o apelo ao boicote aos jogos que a equipa disputa em campos adversários é, um acto que desafia o bom senso, e o reaparecimento de escutas requentadas, que o Benfica fomenta nos “media” através dos papagaios amestrados, só serve para acirrar a intolerância.
Se receia o pior, e não quer encontrar pretextos, o Benfica deve condenar todos os actos dessa natureza, em vez de recorrer à auto-vitimização e à bravata. E, como o clube tem responsabilidade pelos conteúdos da Benfica TV, não se pode alhear do que tem sido dito nos seus programas por Pragal Colaço e quejandos, e não se conhece da parte de LF Vieira qualquer acto ou declaração de repúdio por esses incitamentos.
Cada acto de violência é, por si só, condenável e não pode ser relativizado com o argumento de que “os outros já fizeram o mesmo”, que só potencia a espiral de ódio, mas os benfiquistas sabem bem que o FC Porto tem muitas razões de queixa, algumas das quais aqui recordo:
-A Equipa de hóquei em patins do FC Porto foi vítima de emboscada no Estádio da Luz, planeada em pormenor. Dezenas de membros das claques do Benfica invadiram o autocarro com gás pimenta e tacos de basebol, causando graves lesões cerebrais ao hoquista Filipe Santos.
-Um autocarro de adeptos do FC Porto foi incendiado e destruído próximo do Estado da Luz, no dia em que aí se disputava o play-off do campeonato nacional de hóquei.
-O Team Manager do FC Porto, Acácio Valentim, foi agredido por seguranças no túnel da Luz. O acto foi captado pelas câmaras de vídeo, apesar de estas terem sido previamente desviadas, o que prova que houve premeditação.
-Pinto da Costa foi alvo de tentativa de agressão por parte de um adepto benfiquista, à porta do hotel, antes do jogo de futebol no estádio da Luz.
-O autocarro do FC Porto e viatura de Pinto da Costa foram apedrejados na A5, antes do jogo de futebol com o Estoril Praia.
-Os carros e as camionetas que transportavam adeptos do FC Porto foram apedrejados quando regressavam a casa, após a final da Taça, disputada no Jamor.
A violência, que não tem cor nem clube, não se desafia. Combate-se em todas as frentes, e sem hipocrisias. Compete às autoridades garantir a segurança a todos mas, na medida em que poderá haver manobras de diversão, gostaria de apelar às claques portistas para que não respondam às provocações e, em vez disso, vigiem os acessos ao Dragão, para que não haja inventonas ou imposturas.
A razão de RAP
Ricardo Araújo Pereira recorre à central de informações para me acusar de ter utilizado uma expressão que li na transcrição que o “Publico” divulgou de uma escuta. Quanto ao sucinto comentário sobre as consequências externas, e patentes na imprensa internacional, da divulgação de escutas a Sócrates, limitei-me a não ignorar o que era público, ainda que resultasse de uma ilegalidade. Ninguém se pode alhear do que é público e das suas consequências. Diferente é o acto de divulgar e promover escutas ou tentar reabrir, na praça pública, processos já julgados em tribunal. Por isso, ao contrário do que Eduardo Barroso julga, ele, o Miguel Sousa Tavares e eu, não fizemos o que A-P Vasconcelos fez.
O Auto de Fé
APV não se limitou a falar das escutas requentadas ou a referir as consequências que tiveram na imagem do FC Porto. Insistiu na divulgação específica dos seus pretensos conteúdos, desclassificou a justiça dos tribunais, e desenvolveu a tese de que o que importa é a opinião pública maioritária, o que corresponde a um auto de fé, como então expliquei, em coerência com o que disse no ViceVersa da RTP-N, em que me insurgi contra a divulgação das escutas do caso Face Oculta (usando os argumentos que invoquei no Trio d’Ataque), e com outras crónicas (Tenho medo in Publico - 2006 e As Farpas in JN-2010) em que condeno a divulgação de escutas e os julgamentos populares.
As caixas de ressonância
Por falta de pachorra e de tempo, não respondo ao afinado miar dos outros gatos (à melancia e ao Góis), nem dou troco a manhosos e a escribas com interesses nesta causa. Todos sabem que nunca censurei ninguém, e quem me lê e ouve sabe que nunca fui instrumentado. Gostava que RAP, num dos raros dias em que os cronistas do FC Porto não lhe dão ensejo para sobre eles escrever, explicasse o que pensa sobre a divulgação dos conteúdos de escutas na praça pública. Não ouso pedir-lhe que escreva sobre o deletério tema do futebol, mas gostaria de conhecer os seus padrões cívicos e éticos a propósito de um tema que só aborda para questionar e censurar a opinião alheia, sem nunca dizer o que pensa.
A reboque da águia
Vítor Pereira, reconheceu que não há necessidade de fazer um novo balanço às arbitragens à 10ª jornada. "Não andamos a reboque de ninguém. Fazemos quando achamos ser uma mais-valia, pode ser à 10ª ou à 15ª jornada", avançou Pereira, dando o dito por não dito. Fica assim demonstrado que a sua efémera aparição como comentador não era o início de um novo estilo de intervenção, como ele então anunciou e em que Cruz dos Santos acreditou. Justifica-se assim a suspeita, que alguns achavam infundada, de que a sua inovadora intervenção foi feita a reboque das exigências públicas do Benfica e percebe-se bem porque razão, na época passada, nunca teve cuidado de abordar os erros dos árbitros.»
Entrevista ao I, na parte que diz respeito ao futebol:
«Rui Moreira, adepto que do FC Porto que abandonou em directo o Trio de Ataque, da RTPN, diz que António-Pedro Vasconcelos é o porta-voz do Benfica e recusa ser carrasco ou testemunha em "tribunais de opinião pública". O ex-comentador defende Pinto da Costa e critica Luís Filipe Vieira por incitar à violência.
Como foi a experiência de abandonar um programa em directo? Há algum tempo que não ocorre algo semelhante.
Lembro-me de Francisco Sousa Tavares abandonar um programa em directo e de Santana Lopes. Na altura não me lembrei dos antecedentes. Não foi algo pensado. Não dei gritos, nem urros, nem atirei cadeiras. Sai de uma forma tão discreta que teve de ser o comentador a explicar que eu me tinha ausentado do programa.
Arrependeu-se?
Não. Acho que fiz aquilo que devia ter feito. Por um lado, o Hugo Gilberto tinha, por duas vezes, prevenido o António-Pedro de que estava a cometer uma ilegalidade e, em segundo lugar, eu tentei junto do António-Pedro, de uma forma razoável, admoestá-lo para as consequências do que estava a fazer. Isto não se enquadra na ideia que eu tenho do António-Pedro enquanto cidadão. Acho que há circunstâncias em que a melhor forma de interromper uma conversa é sair. Ele ficou lá e foi livre de dizer o que quis. Não censurei ninguém. Faria certamente a mesma coisa hoje.
Não estava à espera de que se falasse nas escutas?
Já no programa anterior o António-Pedro tinha feito uma referência a escutas. As escutas, quando surgiram, eram um facto público. Na altura, tive a oportunidade de ouvir as coisas que ouvi e de concordar com algumas no programa. Uma coisa diferente é tentar, relativamente a um tema que já foi julgado, levar isso para um julgamento público. O António-Pedro disse especificamente, antes de eu me levantar, que, independentemente do que aconteceu nos tribunais, entendia que o assunto devia ser julgado pela opinião pública. Comparando com o caso Casa Pia, e com o que aconteceu com o Carlos Cruz, este caso parece-me paradoxal. Nesse caso, independentemente dos direitos que tem de defender-se em recurso, ele foi julgado e depois houve um movimento nas televisões para o inocentar através da opinião pública. Não aceito isso e muito menos aceito que se faça o contrário. O senhor Pinto da Costa ganhou todas as acções que tinha em tribunal. Nuns casos nem chegou a ser acusado, num foi acusado e foi ilibado.
Se esta situação fosse sobre outro clube e incidisse sobre o presidente do Benfica, teria tido a mesma atitude?
Nós nunca sabemos o que fazemos. Só lhe posso dizer que espero que sim. Relativamente ao presidente do Benfica, defendi-o de uma insinuação que o António-Pedro fez há menos de dois anos. Numa altura em que o António-Pedro tinha uma visão diferente do Benfica e pôs em dúvida se o presidente do Benfica era benfiquista. Nessa altura disse que ia abrir uma excepção - nunca falo dos dirigentes dos outros clubes - e disse que achava inadmissível que um adepto do Benfica ou de outro clube pusesse em dúvida o benfiquismo ou o portismo do seu presidente. Não sendo uma situação análoga, já defendi o presidente do Benfica.
Já ouviu as escutas no Youtube?
Não, mas sei quais é que estão cá fora. O que está por trás disto é uma guerra que existe neste momento em que o Benfica conseguiu assumir o controlo sobre pessoas que participam em programas desportivos, e que anteriormente eram livres, como eu sou livre. E que passou a fazer com eles reuniões, que denunciei. Eu tinha denunciado dois programas antes do célebre almoço no Estádio da Luz em que estavam presentes Rui Gomes da Silva, António-Pedro Vasconcelos e a direcção do Benfica, em que foram decididas aqueles tomadas de posição que os órgãos sociais do Benfica vieram a concretizar no dia seguinte. Há um alistamento dos comentadores nos programas desportivos, o que altera as regras do jogo. Eu nunca fui representante do FC Porto.
Diz que não gosta de ouvir escutas particulares, mas em Fevereiro comentou o caso Face Oculta e as escutas ao primeiro-ministro. Vê de forma diferente as escutas a Sócrates e a Pinto da Costa?
Nada disso tem a ver com o que se passou. O que disse sobre as escutas do Face Oculta foi avaliar aquilo que era público. Tinha vindo da Alemanha, e pelo que li na imprensa internacional José Sócrates passara a fazer parte do problema. Em 2005 todos comentaram as escutas do FC Porto. Não podemos ignorar o que é público e avaliar o seu impacto. Isso é diferente de revelar conteúdos. Não li as escutas a José Sócrates. Admito comentar tudo aquilo que é tornado público, mas não cometo ilegalidades. Acho que não fiz nada que possa ser comparado com isto. Vivemos num país estranho. As pessoas que são constituídas arguidas são tomadas pela opinião pública como culpadas. A revelação de escutas torna-nos a todos em julgadores.
Mas chamou a António-Pedro Vasconcelos representante do Benfica.
Com certeza. De facto o que o António-Pedro passou a ser é um representante do Benfica. Eu nunca fui representante do FC Porto. Não só porque nunca me pediram, mas porque também não fazia sentido. Nunca pedi a autorização do Porto para ir fazer o programa. Muitas vezes critiquei e louvei dirigentes e actos da direcção e nunca ninguém discutiu comigo. Também nunca senti que alguém ia interferir.
Está a dizer que esta atitude de António-Pedro Vasconcelos é uma estratégia pensada com o Benfica?
Acho que sim. Isto tem a ver com uma estratégia que o Benfica arquitectou, de que fazem parte essas medidas, e de transformar as posições dos benfiquistas numa linha única.
É então uma espécie de porta-voz do Benfica na sua opinião?
Eu chamei-lhe isso e ele não negou.
A RTPN tentou convencê-lo a voltar?
Ninguém me tentou convencer. Dei explicações à RTPN verbalmente, na própria noite, e por escrito, no dia seguinte. A partir daí a RTPN tomou a decisão que tomou.
Foi dispensado do cargo de comentador desportivo. Se não tivesse havido essa dispensa voltaria?
Não voltaria a fazer um programa naqueles moldes e com aqueles princípios.
O que estava em causa com a divulgação destas escutas?
São os princípios da legalidade. Mas eu acho que, quando associamos a isto outras medidas que o Benfica anunciou, como esta posição estranhíssima de apelar aos seus adeptos para que não participem em jogos fora de casa, ao desafiar a violência relativa à sua vinda ao Porto... Estou de acordo que se combata a violência, mas outra coisa é desafiar a violência. Acho que as declarações de Luís Filipe Vieira são faíscas num depósito de gasolina. É uma táctica perigosa montada pelo que parece ser uma central de informações em que um conjunto de pessoas colabora numa estratégia de afrontamento.
Está a sugerir que o António-Pedro Vasconcelos colabora nessa estratégia através do Trio de Ataque? Não devia ser um programa normal?
Durante muitos anos o programa foi uma coisa normal. Depois houve um momento em que se transformou num programa pouco normal quando o António-Pedro começou a tomar uma posição activa num acto eleitoral do Benfica. Soube-se no Parlamento que chegou a convidar o José Eduardo Moniz para avançar para a presidência do Benfica. Depois houve uma conversão. Tenho amigos que mudaram de religião e respeito isso. As regras do jogo alteraram-se com a conivência da RTPN que deveria ter definido claramente o que entendia para o programa.
O comentador do Sporting também dizia o que pensava?
Nunca houve da parte do Rui Oliveira e Costa - ainda que nunca tenha omitido o facto de ter uma relação privilegiada com os dirigentes do Sporting - um alinhamento excessivo. Tanto não houve que o António-Pedro passava o tempo a acusá-lo de ser portista.
O que é o Trio de Ataque agora?
Será aquilo que as pessoas que lá estão fizerem dele.
O FC Porto emitiu um comunicado a dizer que não apoiará outro representante no programa nem lhe prestará informação.
Não tenho responsabilidades sobre o comunicado.
Qual é a sua opinião sobre o Miguel Guedes, que o substituiu?
Teve a consideração de me telefonar a perguntar se me importava que me substituísse. Também é verdade que em Agosto, quando não pude fazer o programa, sugeri o Miguel.
Vai continuar a ver o programa?
Certamente que não.
Aceitará propostas para comentador desportivo noutro programa?
Nos tempos mais próximos não.»
Villas-Boas, recordar é viver e mais um e-mail do JMC










Enquanto não se inícia o novo ciclo, que começa no próximo sábado, no jogo frente ao Limianos e como não quero falar da selecção, onde Bento já foi elevado à condição de salvador da pátria, uma espécie de D.Sebastião, pelos mesmos que, lá mais para a frente, serão os primeiros a trucidá-lo, como fizeram com C.Queiroz, aproveito para dar a dica sobre o primeiro ano, como treinador principal, de André Villas-Boas e que podem ver aqui Villas-Boas foi um jogador à Porto, em que fiquei a saber coisas curiosas: por exemplo, que o André jogou no Ramaldense F.C., clube que também representei e que jogou no futebol Amador, no Marechal Gomes da Costa, clube contra quem joguei, quando jogava no Ginásio da Ponte... Nada como ir ao baú de memórias e mostrar-lhes, das Revistas Dragões de Agosto e Setembro de 1986, o pleno do futebol jovem, onde é possível ver o entusiasmo e um apoio fervososo, que se perdeu com a ida para o Olival e que urge recuperar; uma entrevista do Grande Carlos Duarte; e uma reportagem com as obras do rebaixamento do saudoso Estádio das Antas.
Os e-mails do J.M.Conceição, dizem-me as estatísticas do blog, têm tido algum sucesso e assim, deixo mais um: "Ó Vila, o Ministro das Obras Públicas é benfiquista, não é? Só pode, tanta trapalhada, tanta incompetência, tanta mediocridade... só pode ser vermelho!
E mais à frente: "Olha lá, aquele surfista sul-africano e número 2 do mundo, tem 50 anos?
- Não, não tem, tem 22 aninhos, respondi-lhe eu
- Então porque será que o rapaz adora o Benfica?
PS- O papa hóstias, também tinha de se vir meter com o treinador do F.C.Porto. - Ó papa hóstias, que falta de originalidade!
- Não, não tem, tem 22 aninhos, respondi-lhe eu
- Então porque será que o rapaz adora o Benfica?
PS- O papa hóstias, também tinha de se vir meter com o treinador do F.C.Porto. - Ó papa hóstias, que falta de originalidade!
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