Porque para mim está aqui tudo; porque é isto que vou procurando transmitir, mas sem o brilhantismo do Professor Óscar Afonso; que resolvi replicar nas minhas redes sociais este brilhante texto. Apenas repito aquilo que tantas vezes digo: o FCP não se apregoa, pratica-se. O FCP não se explica, sente-se.
Viva o FCP, melhor clube português!
«Há um economista neste texto. E há um Portista. Neste momento, o Portista ganhou, porque há dimensões da vida humana que escapam a qualquer modelo, a qualquer equação e a qualquer análise racional.
Há cidades que existem. E há cidades que sentem. O Porto pertence à segunda categoria, e quem lá vive ou viveu, lá cresce ou cresceu, ou simplesmente aprendeu a amá-lo, sabe exatamente do que falo. É uma cidade que não pede licença para existir. Não se explica. Sente-se. O Porto é, antes de tudo, um estado de alma.
É também uma cidade que aprendeu, ao longo de séculos, a amar sem medir, a servir sem esperar recompensa e a anunciar o bem pela vida que vive, mais do que pelos discursos que faz. Numa região tantas vezes tratada como periferia por quem se julga centro do mundo, o Porto respondeu quase sempre da mesma forma: com trabalho, fé, orgulho e uma generosidade que desconcerta quem não a entende.
Ao cair do pano de uma época intensa, marcada por desafios dentro e fora de campo, ficou uma sensação clara: o Futebol Clube do Porto reencontrou-se com a sua identidade, com a sua união e com a sua ambição. As celebrações vividas na cidade foram a demonstração viva de um clube novamente ligado ao seu povo, à sua cidade e à sua essência. Uma comunhão rara, genuína e poderosa, que devolveu ao Portismo uma energia que há muito não se sentia com esta intensidade.
No sábado passado, a cidade sentiu de uma forma que muitos nunca tinham vivido e que os que já viveram muito garantem nunca ter visto com aquela intensidade. Do Dragão à Ribeira, da Ribeira aos Aliados, dos Aliados à varanda da Câmara, o Porto saiu à rua para celebrar um campeonato. O 31.º. Mas não foi a contagem que mais importou. Foi o significado daquela festa. Foi o que aquelas horas disseram sobre um clube, uma cidade e um povo que, perante cada adversidade, escolhem a alegria em vez da tristeza, a luz em vez das trevas e a esperança em vez do desespero.
Ao cair do pano de uma época intensa, marcada por desafios dentro e fora de campo, ficou uma sensação clara: o Futebol Clube do Porto reencontrou-se com a sua identidade, com a sua união e com a sua ambição. As celebrações vividas na cidade foram a demonstração viva de um clube novamente ligado ao seu povo, à sua cidade e à sua essência. Uma comunhão rara, genuína e poderosa, que devolveu ao Portismo uma energia que há muito não se sentia com esta intensidade.
Foi, nas palavras do próprio Presidente André Villas-Boas, provavelmente a maior festa de sempre do FC Porto. E quem esteve lá, ou quem viu pelas imagens, sabe que não foi exagero. Foi um reencontro. De um clube consigo mesmo. De uma cidade com a sua voz. De um povo com a certeza de que aquilo que ama continua vivo.
Uma história que pesa, honra e obriga
O FC Porto nunca foi apenas um clube de futebol. É uma forma de estar na vida. Nasceu à sombra de uma supremacia que raramente se justificou pelo mérito e muitas vezes se alimentou da proximidade ao poder. Cresceu contra esse sistema, conquistou espaço pela força dos resultados e pela verdade da sua ambição, e foi construindo, jogo a jogo, época a época, uma identidade que não se compra nem se empresta. Uma identidade que se herda, se aprende e se defende com raça, trabalho e o orgulho inconfundível de quem sabe de onde vem.
Contra uma comunicação frequentemente distorcida, contra uma mão invisível que raramente foi justa e contra o ruído de quem preferia ver o Porto enfraquecido, os Portistas responderam muitas vezes com a única força que nunca lhes puderam tirar: a fé. Não uma fé ingénua, mas a fé de quem já viveu demasiadas adversidades para se deixar vencer por elas.
Pedroto ensinou-lhe a ambição. Pinto da Costa deu-lhe o mundo. Artur Jorge, Mourinho e André Villas-Boas ofereceram-lhe a Europa mais improvável e mais gloriosa. E, ao longo de décadas, jogadores como Jorge Costa deram rosto humano a uma mística que transcende qualquer resultado. Porque o FC Porto nunca foi apenas sobre vencer. Foi sempre sobre como se vence. Com brio, com integridade, sem se dobrar ao que não é justo.
Jorge Nuno Pinto da Costa, o Presidente mais titulado da história do futebol mundial, e Jorge Costa, o capitão eterno, partiram ambos em 2025. E foi precisamente nesse ano, talvez o mais pesado em memória recente, que o FC Porto escolheu renascer. Como se soubesse que é nos momentos mais difíceis que as grandes instituições revelam de que são feitas. Como se a dor tivesse sido transformada, mais uma vez, em força.
Por isso, quando André Villas-Boas dedicou esta conquista a Pinto da Costa e a Jorge Costa, não fez apenas um gesto de circunstância. Fez justiça à memória. Reconheceu que há histórias que pesam, honram e obrigam. E mostrou que uma instituição verdadeiramente grande não apaga o passado para construir o futuro. Aprende com ele, agradece-lhe e procura estar à sua altura.
Liderar sem desculpas para transformar o que se recebe
Há dois anos, André Villas-Boas entrou num clube financeiramente fragilizado, institucionalmente desgastado, dividido em muitos afetos e habituado a gerir a urgência. Encontrou um clube com enormes dificuldades financeiras, com perda de identidade em vários planos e com uma relação com os adeptos que precisava de ser reconstruída. Entrou num lugar onde a luz parecia cada vez mais difícil de acender.
Quem o conhece sabia que ele não vinha para administrar o declínio. Vinha para o inverter. Sem rancor pelo que tinha sido mal feito, mas com plena consciência da gravidade do que tinha recebido. Com foco naquilo que era preciso reconstruir. Com a coragem de assumir um clube em estado crítico e a determinação de o recolocar num caminho de crescimento.
Em apenas dois anos, a transformação tornou-se visível. Cresceu o número de sócios. O clube aproximou-se dos adeptos. A experiência em dias de jogo melhorou. A comunicação tornou-se mais moderna, transparente e próxima. A estrutura desportiva foi reorganizada. O investimento foi pensado com outro critério. Nada disto resolve todos os problemas, porque a reconstrução está longe de concluída, mas revela um rumo claro e uma visão estratégica de que o clube precisava urgentemente.
Há líderes, em clubes, organizações e países, que passam demasiado tempo a explicar por que razão não conseguem fazer melhor. Invocam o passado, a escassez, o contexto, os constrangimentos, os erros recebidos, a resistência das estruturas ou a dificuldade da conjuntura. Muitas vezes, essas razões existem. Muitas vezes, o diagnóstico é verdadeiro. Mas a liderança não se mede pela sofisticação com que se descrevem os obstáculos. Mede-se pela capacidade de os enfrentar.
E talvez resida aqui uma das maiores lições deste ciclo. O que aconteceu no FC Porto não foi apenas a conquista de um campeonato. Foi uma demonstração de liderança e de gestão em contexto adverso. Uma prova de que a herança recebida, por mais pesada que seja, e as circunstâncias existentes, por mais difíceis que pareçam, não podem servir eternamente de desculpa para não fazer, para não decidir ou para não transformar.
Há líderes, em clubes, organizações e países, que passam demasiado tempo a explicar por que razão não conseguem fazer melhor. Invocam o passado, a escassez, o contexto, os constrangimentos, os erros recebidos, a resistência das estruturas ou a dificuldade da conjuntura. Muitas vezes, essas razões existem. Muitas vezes, o diagnóstico é verdadeiro. Mas a liderança não se mede pela sofisticação com que se descrevem os obstáculos. Mede-se pela capacidade de os enfrentar.
Quem é competente não ignora a realidade que recebe. Pelo contrário, começa por compreendê-la com lucidez. Mas não se refugia nela. Não transforma o passado em álibi, as circunstâncias em desculpa, a escassez em resignação ou a dificuldade em destino. A competência revela-se quando alguém olha para uma organização fragilizada e deixa de perguntar apenas “de quem é a culpa?” para perguntar, com seriedade e sentido de responsabilidade: “o que é preciso fazer agora?”
Foi isso que este FC Porto fez. Aprendeu com os erros, enfrentou o contexto, reorganizou-se, decidiu e uniu. Percebeu que a resiliência não é esperar que a tempestade passe. É trabalhar dentro dela. É agir quando os recursos são escassos. É escolher quando a escolha é difícil. É assumir responsabilidade quando seria mais cómodo distribuir culpas.
E há ainda uma dimensão essencial: ninguém transforma uma organização ou um país sozinho. Saber escolher uma boa equipa é também sinal de competência. Talvez seja mesmo uma das suas expressões mais exigentes. Um líder competente não se rodeia apenas de pessoas leais, rodeia-se de pessoas capazes. Não procura apenas concordância, procura critério. Não escolhe apenas quem confirma, escolhe quem acrescenta. Não teme a competência dos outros, mas convoca-a, organiza-a e dá-lhe condições para produzir resultado.
Essa é também uma lição de gestão. As grandes transformações não nascem de impulsos isolados, nem de vontades solitárias. Nascem de equipas bem escolhidas, de responsabilidades bem distribuídas, de uma cultura de exigência e de uma liderança suficientemente segura para confiar nos melhores. Quem sabe escolher, mostra visão. Quem sabe delegar, mostra maturidade. Quem sabe alinhar talentos diferentes em torno de um objetivo comum, mostra liderança verdadeira.
Villas-Boas não fez isto sozinho, e essa é parte importante da grandeza do feito. Rodeou-se de uma estrutura competente, preparada e alinhada com a exigência do cargo. Mas, sendo ele o líder deste novo ciclo e a escolha inequívoca dos sócios, é justo reconhecer que muito do que hoje se vive no universo Portista nasce da sua coragem, da sua lucidez e da sua capacidade de devolver ao clube uma ideia simples e poderosa: o FC Porto não nasceu para sobreviver, nasceu para vencer.
É uma lição de exigência, coragem e superação. Mostra que, com visão, cultura de trabalho, capacidade de decisão, boa escolha de pessoas e confiança no projeto, é possível alcançar objetivos que muitos julgavam inalcançáveis. No desporto, como nas organizações e na vida pública, os resultados aparecem quando existe liderança responsável, equipa competente, cultura de exigência e uma comunidade que acredita no caminho.
Por isso, esta conquista vale mais do que os pontos que a tabela mostra. É uma lição de exigência, coragem e superação. Mostra que, com visão, cultura de trabalho, capacidade de decisão, boa escolha de pessoas e confiança no projeto, é possível alcançar objetivos que muitos julgavam inalcançáveis. No desporto, como nas organizações e na vida pública, os resultados aparecem quando existe liderança responsável, equipa competente, cultura de exigência e uma comunidade que acredita no caminho.
À segunda época completa à frente do clube, André Villas-Boas viu a equipa sagrar-se campeã nacional. Tornou-se o presidente que mais rapidamente conquistou o título depois de assumir a liderança. Não é apenas um dado estatístico. É uma declaração de intenções cumprida.
No balcão dos Paços do Concelho, disse com simplicidade: “O FC Porto voltou graças a uma equipa única”. E talvez seja mesmo essa a melhor síntese. Uma equipa que escolheu a união em vez da discórdia e a confiança em vez do medo. Presidentes também marcam golos. E este marcou um dos mais importantes da história recente do clube, não apenas no marcador, mas no espírito.
A equipa que transformou saudade em força
Dentro do campo, Francesco Farioli construiu algo raro: uma equipa que acredita. Uma equipa que defende como se cada centímetro do relvado fosse sagrado, que sufoca o adversário com organização, que sabe sofrer, que sabe esperar e que sabe matar os jogos nos momentos certos. Uma equipa que, quando ficou sem dois pontas de lança, ganhou na mesma, porque o coletivo era maior do que qualquer indivíduo.
Há treinadores que montam equipas. E há treinadores que constroem convicções. Farioli fez as duas coisas. Pegou num grupo sujeito a pressão, dúvida e expectativa e deu-lhe uma ideia clara de jogo, mas também uma razão para acreditar. E isso, no futebol como em qualquer organização, faz toda a diferença. A estratégia importa. O talento importa. A preparação importa. Mas nada substitui a confiança coletiva, aquela força invisível que faz cada um sentir que o esforço individual tem sentido porque faz parte de algo maior.
No Dragão, quando o título foi conquistado, desceu ao relvado uma bandeira iluminada com um único foco de luz, entregue a Villas-Boas num estádio inteiro a gritar pelo nome de Jorge Costa. Farioli foi dos primeiros a prestar homenagem, lembrando que a força da equipa durante a época foi também Jorge Costa. Fisicamente ausente, mas presente no pensamento, na memória e talvez em muitas defesas que pareciam impossíveis.
Há títulos que se ganham. Há títulos que se dedicam. Há títulos que consolam. Este foi tudo isso ao mesmo tempo. Uma dádiva para os que ficaram, um consolo para a saudade e um sinal de que a memória dos que partem não se apaga. Transforma-se em força.
Diogo Costa foi, ao longo da época, a encarnação desse espírito. Guarda-redes, capitão e muralha. A figura que o clube soube segurar. Ficou e serviu quando, eventualmente, podia ter ido e ter brilhado noutro lugar. E ergueu a taça na varanda da Câmara perante dezenas de milhares de Portistas em delírio, sem arrogância, com a serenidade de quem sempre soube que estava no lugar certo.
A cidade que nunca se esquece de si própria
O presidente da Câmara Municipal do Porto, Pedro Duarte, disse aquilo que a cidade sentia: o FC Porto é mais do que um clube, representa a região, o trabalho, o esforço e o mérito. Representa a alma tripeira, a raça, o espírito e o caráter do Porto. E acrescentou que foi uma vitória contra tudo e contra todos, justa e indesmentível.
Foram palavras certas no momento certo. Porque o Porto não é uma cidade de adornos. É uma cidade de substância. Trabalha quando outros dormem. Sobe quando a empurram para baixo. Prefere a verdade ao erro e a compreensão ao julgamento fácil. Nunca precisou que lhe dissessem o que valia, porque sempre soube.
Para nós, nunca foi uma ofensa. Foi sempre uma pertença. Uma medalha discreta, mas funda, trazida no peito por quem sabe de onde vem. Como o minhoto, o transmontano e tantos outros filhos do Norte, também o portuense carrega terra nas raízes, carácter na voz e orgulho na pele. Ser do Norte, ser do Porto e ser Portista não é uma moda, nem apenas um sotaque. É uma forma de estar. É a teimosia granítica de quem cresceu a lutar contra a corrente, de quem aprendeu a conquistar sem pedir licença e de quem sabe que só é verdadeiramente livre quem não tem vergonha da sua origem.
Há quem ainda pense que chamar-nos “regionais” é uma forma de nos diminuir. Curioso equívoco. Para nós, nunca foi uma ofensa. Foi sempre uma pertença. Uma medalha discreta, mas funda, trazida no peito por quem sabe de onde vem. Como o minhoto, o transmontano e tantos outros filhos do Norte, também o portuense carrega terra nas raízes, carácter na voz e orgulho na pele. Ser do Norte, ser do Porto e ser Portista não é uma moda, nem apenas um sotaque. É uma forma de estar. É a teimosia granítica de quem cresceu a lutar contra a corrente, de quem aprendeu a conquistar sem pedir licença e de quem sabe que só é verdadeiramente livre quem não tem vergonha da sua origem.
É uma cidade que aprendeu a viver com a injustiça sem se tornar injusta. A receber o desprezo sem devolver desprezo. A manter a fé quando as circunstâncias convidam à dúvida. Não porque seja ingénua, mas porque sabe que o amor dura mais do que o ódio, que a alegria sobrevive à tristeza e que a luz, por mais pequena que seja, acaba sempre por vencer as trevas.
E o FC Porto é o espelho mais fiel dessa cidade. Com as suas fragilidades, as suas crises e os seus momentos de dúvida. Mas também com uma capacidade extraordinária de se levantar cada vez que cai, de recomeçar sem abandonar o essencial e de voltar a ligar-se ao seu povo quando essa ligação mais falta faz.
Na madrugada de sábado para domingo, quando Diogo Costa ergueu a taça na varanda da Câmara, milhares de Portistas celebraram um campeonato, mas celebraram muito mais do que isso. Celebraram o regresso de um clube a si próprio. Celebraram a união entre clube, equipa e adeptos. Celebraram a vitória de quem ama sem medir sobre quem apenas tolera quando convém.
O que esta festa ensinou ao mundo
Em Los Angeles, Portistas celebraram. Na Venezuela, Portistas celebraram. Por todo o mundo, Portistas celebraram. Em Évora, em Braga, em Lisboa, por todo Portugal, houve Portistas a celebrar. Porque o FC Porto não é apenas do Porto. É de quem ama o Porto. De quem carrega aquelas cores independentemente da latitude, da distância ou da circunstância.
Quem também muito carregou este ano foi a massa associativa. A gente humilde e trabalhadora que não precisa de convite para aparecer. Que está nos jogos bons e nos jogos maus. Que conforta quando outros recriminam. Que anima quando outros desistem. Que oferece o seu tempo, a sua voz e o seu amor sem pedir nada em troca.
Quatro anos sem campeonato. Quatro anos de crises, dúvidas e ruído, muito dele fabricado por quem nunca nos quis bem. Quatro anos a acreditar que o Porto voltaria, não pela força das circunstâncias, mas pela força do que é. E voltou. Com 88 pontos, de forma clara, inequívoca e à Porto.
Naturalmente, o futuro continuará difícil. O FC Porto ainda enfrenta obstáculos exigentes, e a reconstrução está longe de terminada. Mas existe hoje algo fundamental que durante demasiado tempo pareceu fragilizado: a união entre clube, equipa, estrutura e adeptos. E quando o FC Porto está unido ao seu povo, torna-se uma força extremamente difícil de derrubar.
Essa talvez seja a maior mensagem que esta festa deixou. O FC Porto não celebrou apenas porque ganhou. Ganhou também porque voltou a acreditar em conjunto. Porque os adeptos voltaram a sentir que faziam parte do caminho. Porque a equipa sentiu que não estava sozinha. Porque a estrutura percebeu que a confiança não é um detalhe emocional, é uma força produtiva. Porque a liderança compreendeu que nenhuma transformação séria se faz contra a comunidade, nem apesar dela, mas sempre com ela.
E é aqui que a celebração ultrapassa o futebol. Mostra que, nas organizações como nos países, não basta haver estratégia se não houver pertença. Não basta haver liderança se não houver confiança. Não basta haver competência se não houver capacidade de unir. Os projetos tornam-se verdadeiramente fortes quando deixam de ser apenas planos de quem lidera e passam a ser causa de quem participa.
Foi isso que se viu nas ruas do Porto e em tantos lugares do mundo. Não apenas adeptos felizes, mas uma comunidade inteira a reconhecer-se de novo no seu clube. Não apenas uma festa, mas a confirmação pública de uma transformação. Não apenas um campeonato, mas a prova de que uma instituição reencontra força quando volta a ligar liderança, equipa e povo em torno da mesma ambição.
Uma geração que não se esquece
Este campeonato pertence a todos. Como diz o slogan, “conseguimos juntos”. Mas pertence de forma especial a esta geração de dirigentes, treinadores e jogadores que, partindo de um clube fragilizado, construíram algo que demorava a construir, com paciência, entrega e a generosidade de quem sabe que reconstruir leva tempo, mas que vale a pena.
Pertence a Villas-Boas, que ligou a luz quando estava tudo escuro. Que foi eleito por amor ao clube e não por ambição de poder. Que escolheu a esperança quando havia razões de sobra para o desânimo e que preferiu a verdade mesmo quando a mentira seria mais fácil.
Pertence também à estrutura que o acompanhou. Aos que trabalharam longe das câmaras, aos que reconstruíram processos, aos que reorganizaram áreas, aos que devolveram método, critério e exigência a decisões que durante demasiado tempo pareciam tomadas pela urgência. No futebol, como nas organizações, há muito trabalho que nunca aparece na fotografia do título. Mas sem esse trabalho discreto não há vitória que resista.
Pertence a Farioli, que chegou como uma aposta e se tornou uma certeza. Que soube ganhar com o que tinha, transformar cada limitação numa virtude e criar dentro do grupo uma confiança que nenhuma adversidade conseguiu quebrar.
Há coisas que a economia não consegue medir: a intensidade de uma festa que começa num estádio e termina na varanda da Câmara, o orgulho de uma cidade que se reconhece num clube, a emoção de ver uma taça erguida por quem merece erguê-la e que a ergue também em nome dos que já não estão para a ver.
Pertence a Diogo Costa, que ficou quando podia ter ido. Que serviu quando podia ter partido. Que foi, ao longo de uma época inteira, a encarnação da fidelidade.
Pertence à memória de Pinto da Costa, o presidente que durante décadas fez o impossível parecer inevitável, e de Jorge Costa, o capitão que nunca parou de lutar. E pertence, acima de tudo, aos Portistas. Aos que foram ao Dragão e aos que viram de longe. Aos que choraram de alegria e aos que choraram de saudade. Aos que nunca deixaram de acreditar, mesmo quando havia pouco para acreditar.
Por isso, parabéns a toda a estrutura. E, de forma especial, ao Presidente André Villas-Boas, não apenas pelo título, mas pela coragem de provar que a dificuldade não é destino. Pode ser matéria-prima de transformação.
Porto é pertença
Há um economista neste texto. E há um Portista. Neste momento, o Portista ganhou, porque há dimensões da vida humana que escapam a qualquer modelo, a qualquer equação e a qualquer análise racional.
Há coisas que a economia não consegue medir: a intensidade de uma festa que começa num estádio e termina na varanda da Câmara, o orgulho de uma cidade que se reconhece num clube, a emoção de ver uma taça erguida por quem merece erguê-la e que a ergue também em nome dos que já não estão para a ver.
Mas talvez a economia e a gestão possam, ainda assim, aprender algo com isto. Aprender que as organizações não vivem apenas de ativos, orçamentos, estruturas ou planos estratégicos. Vivem de confiança. De cultura. De liderança. De memória. De pertença. De uma energia coletiva que não aparece nos balanços, mas que explica muitas vezes a diferença entre sobreviver e transformar.
O FC Porto não se explica. Sente-se. Vive-se. Ama-se sem medida, sem condição e sem esperar que o amor seja devolvido na mesma proporção. É esse amor que resiste ao centralismo, que sobrevive à injustiça, que perdoa sem esquecer, que se alegra quando há razão para se alegrar e que chora sem vergonha quando a saudade pesa demais.
O Porto nunca foi apenas um clube. O Porto é identidade, resistência e pertença. É união quando tudo parecia dividido. É ambição quando muitos aconselhavam prudência. É povo quando a instituição precisa de voltar à sua essência. É liderança quando a dificuldade deixa de ser desculpa e passa a ser caminho. É gestão quando a visão encontra método. É superação quando a exigência se transforma em cultura.
No sábado passado, o mundo inteiro sentiu. O campeão voltou. Com brio, profissionalismo, raça e à Porto. Como sempre foi. Como sempre será. O FC Porto está vivo, forte e de volta. E desta vez, veio para ficar.
Somos Porto.»

Perfeito, é isto tudo!
ResponderEliminarBoa tarde a todos.
ResponderEliminarTive o prazer de ter o Professor Oscar Atanásio Afonso (o nome do meio é tão incomum que nunca mais o esqueci) como meu professor na FEP, na altura na cadeira de Economia Internacional, 3 ano do Curso de Economia Pré Bolonha, corria o ano de 2003/2004. Grande ano. Lembro-me bem que as aulas dele eram às quartas-feiras e de ter falhado a aula dele e a dos outros todos num tal dia 26 Maio para ir a uma tal cidade de Gelsenkirchen ver um jogo de futebol que lá houve... Ricas memórias de estudante universitário na grande FEP, o meu amor, nos anos de glória europeia. Na altura um professor assistente da cadeira, foi dos professores que mais gostei de ter. Saber que ele é portista só elevou ainda mais a consideração que tenho a ele. Texto muito bem escrito. Outro bom professor que tive foi um tal Miguel Brás da Cunha, que os sócios do Porto conhecerão das listas ao Conselho Superior. Direito do Trabalho. Brilhante Professor aprendi muito com ele, ainda hoje aplico muito do que ensinou. Saudações a todos e desculpem o toque pessoal.
Excelente descrição do que é o FCPorto , ser portista , Porto cidade , ser do norte por parte do Óscar Afonso .
ResponderEliminarO futuro com muito trabalho, competência e sacrifício serão recompensadas com vitórias e títulos .
Boa tarde campeão DVP e restantes Portistas campeões, acerca do texto subscrevo quase na íntegra, tirando Lisboa onde tudo é permitido o resto do Pais tb é quase tudo igual ao pessoal do norte, isto é, resiliente, trabalhador e principalmente luta contra o centralismo, vivo no centro do país e conheço muita gente q sofre muito por ser do porto, muito vez injustiçado no meio social por ser do campeão Porto, já tive muitas chatices na vida por ser do porto, assim como muito Portistas q conheço, nesta fase final do campeonato onde era preciso ganhar enchemos o Estoril e a Amadora festejamos o título
ResponderEliminarno Marquês de pombal em Lisboa e não vi uma palavra de agradecimento quer de jogadores, treinador ou Estrutura ( ok, deve ter sido um lapso, cidade onde estão os nossos 2 maiores rivais) , autênticos Estádio do dragão com muitos adeptos do centro e sul, o clube devia criar um mecanismo para os adeptos q estão longe do Porto, nos jogos fora criar um cartão tipo os bilhetes do continente( onde esses bilhetes estão sempre esgotados para os adeptos portistas) para q os adeptos do centro e sul tenham oportunidade de apoiar ao vivo a sua equipa nos jogos fora.
Estive nas 2 festas, a 1 festa foi qd ganhamos ao Alverca e gostei muito muito, mas a festa do sábado passado fica na minha memória e do meu filho para sempre, 4 anos sem ganhar o campeonato e principalmente tínhamos medo q o grande Porto q ganhou tudo e q metia medo nessa Europa e mundo não voltasse, já agradeci e torno a agradecer ao AVB e a sua equipa q foi a guerra numa eleição contra PDC( q muitos como eu confundia o Porto com PDC devido a sua liderança e títulos q ninguém pensava ganhar) e trouxe um treinador novo q apaixonou e muito os Portistas até Novembro com o seu futebol, depois foi ficando a ideia q Farioli tinha sido apanhado pelo os colegas de profissão, mas com o mercado de janeiro conseguiu arrepiar caminho e ser campeão e tivesse uma alternativa atacante do calibre dos reforços q tivemos hoje estaríamos a jogar a final a final Europa e no domingo no estádio de Oeiras estaríamos a jogar a taça Sporting.
Com o circo montado nos lampiões, até o Prof Neca se recusa treinar a equipa do Rui dos túneis e as possíveis vendas dos melhores lagartos e Deus queira q os Aston Villa perca, temos de nos reforçar bem e rebentar logo no início com os nossos rivais … temos de ter a hegemonia do futebol português é a seguir das modalidades amadoras. Porto Sempre 💙💙💙
Caro DVP:
ResponderEliminarExcelente texto! A minha profunda vénia ao seu autor!
Dixit. Fantástico texto
ResponderEliminarE eu partilho um pequeno excerto, no qual me revejo.
ResponderEliminar«E com isso, com essas três cruzadas, saldei as minhas eventuais dívidas, para com uma cidade (Lisboa) que nunca verdadeiramente amei, e que nunca certamente, admirei.
Eu nasci no Porto, e aí vivi os meus dois primeiros anos de vida - talvez por acaso, mas não em vão. Há no Porto, um sentimento de cidade, de cidadania, que Lisboa não tem. No Porto há um orgulho no qual me revejo, mesmo não podendo dizer que compartilho por inteiro, pois lá não habito. Mas, 'quem vem e atravessa o rio...' reconhece de onde veio.
(Página 72, do livro, "Cebola crua com sal e broa" - Miguel Sousa Tavares)
Só posso dizer :
ResponderEliminarao Professor simplesmente BRILHANTE ao Dragão Vila Pouca
Muito Obrigado.
Viva o FCP .
Artigo brilhante. Não nasci na cidade do Porto, nem no Norte, mas revejo-me neste artigo e por isso sou do FC Porto. É como diz o autor, é uma maneira de estar na vida única.
ResponderEliminarOntem na assembleia geral da liga mais uma masterclass do nosso presidente. Os donos disto tudo tentam calar as críticas da arbitragem, enquanto o andor verde semana após semana rouba jogo atrás de jogo. O,sarcasmo de AVB foi simplesmente brilhante.
A hipocrisia do Vagandas não tem fim, aquela proposta sobre os cantos…..e a resposta de AVB foi simplesmente brilhante. Tanto essa como a de irradiar presidentes que chamam outros de cobardes!
Excelente texto que diz tudo sobre a nossa Cidade, o nosso Clube e a nossa identidade.
ResponderEliminarPena que muitas das nossas forças vivas se deixem enredar pelo centralismo, não resistem nem lutam e cada vez mais cedem aos interesses da capital, mudando as suas sedes para lisboa, por exemplo. (Tenho um Amigo que manteve a sede da empresa no Porto, lá em baixo abriam a boca de espanto, incrédulos perante tal "afronta", o que lhe dava um enorme gozo.), Pena também que alguns portuenses quando vão trabalhar para lá, adquiram os tiques da capital. ( Há uma rábula brilhante do Herman José quando fazia de Engenheiro irredutível do Nuorte, foi invadir lisboa e rapidamente mudou o sotaque para lisboeta ao chegar lá, para escândalo dos assessores).
20 valores, formidável, extraordinário!
ResponderEliminar"O FCPorto não se explica,sente-se"
Eles lá sabem Sr.Vila,somos únicos.
Viva o Futebol clube do Porto!
Alguém disse.
ResponderEliminarAlma e identidade. Os portuenses são conhecidos pelo seu bairrismo frontalidade e caracter hospitaleiro. A famosa pronúncia do Porto e as tradições locais como as festas de São João, criam um sentimento de pertença única.
Tal como vinho do Porto o FCP levou a cidade a todo o mundo. A festas de São João são antecipadas quando o FCP é campeão. O papa I do futebol português JNPC, enriqueceu a cidade com conquistas nacionais e internacionais, o sucessor AVB, o "milagreiro" já mostrou que trono foi bem entregue, (com grandes dificuldades financeiras) a procissão ainda vai no adro e já somos campeões.
O sentimento para com a cidade e o Clube é só uma, ou se AMA ou se Odeia...
FCP Sempre.
Excelente texto. Está lá tudo do que é a 'alma FCPortista'. Bem haja Oscar Afonso, é por si e por muitos outros que nunca nos vergarão.
ResponderEliminarObrigado DVP por partilhar.
Grande abraço e viva o FCPorto.
LO
Magnífico !
ResponderEliminarViva o FC do Porto!
O Thiago Silva está de saída do nosso clube .
ResponderEliminarDesejo o melhor sorte do mundo para ele , um obrigado a um grande profissional .
Muito contente que tenha passado por cá com sucesso num período em que era preciso. Para o ano, com o Nehuen de volta que foi caro e precisamos de valorizar, acho que a saída do Thiago acaba por ser a melhor solução
EliminarFantástico. Sem palavras. Para ler, reler e guardar.
ResponderEliminarMuito bem. O FCP é superior aos rivais graças a grandes pessoas que o amam. Exemplos maiores são o Presidente AVB e toda a equipa que o rodeia, bem como adeptos do gabarito do Sr. DVP e do Sr. Dr. Óscar Afonso. Bem-haja.
ResponderEliminarGrande texto do portista Professor Óscar Afonso.
ResponderEliminarEmpolgante e duma abrangência impressionante.
Sem estar a ser sectario nem maniqueista, cada vez acho + que o portismo é a melhor parte deste país.
Boa Tarde,
ResponderEliminarapós ler esta exposição acerca do FC Porto, só me restou..... ler novamente. Ainda existem pessoas inteligentes e com conteúdo alicerçado. O ruído que chega da descomunicação social da capital é de tal maneira confrangedor ( no patamar do IMBECIL), que quando lemos o texto que MVP publicou, fiquei surpreendido, mesmo muito. Estas vozes nunca chegarão á descomunicação da capital, eles preferem os estúpidos e tachistas.......
Dizem que o FCPorto esteve 4 anos sem ganhar a liga. Nunca percebi esta aritmética (pode ser problema meu...). NOs últimos 5 anos o FCPorto ganhou duas ligas, o steaua de lisboa 1 liga, o cska alvalade 2 ligas. Se nos ultimos 5 anos o FC Porto perdeu 3 ligas para os incumbentes, como é possível estar 4 anos sem ganhar ?????!!!
Saudações
Viva o FCPorto
Manuel Cardoso
O Porto esteve três épocas sem vencer a primeira Liga
EliminarConcordo plenamente. Independentemente das preferências clubísticas de cada um, há no portismo uma dimensão que ultrapassa o futebol: uma cultura de exigência, mérito, inconformismo e ambição que marcou profundamente o país nas últimas décadas. Talvez seja por isso que tantos textos sobre o tema acabam por tocar em questões económicas, sociais e até identitárias, e não apenas desportivas.
ResponderEliminarO Professor Óscar Afonso tem precisamente essa capacidade de enquadrar o fenómeno numa perspetiva mais ampla, sem cair em simplificações ou sectarismos. E, olhando para a história recente, é difícil não reconhecer que muito do que o FC Porto representou, competência, internacionalização, capacidade de competir contra adversidades e recusa de complexos de inferioridade, são valores que Portugal, como país, beneficiaria em cultivar mais vezes.
Óptimo texto VP. Obrigado por partilhar.
ResponderEliminarGrande texto. Grande orgulho em ser portista. Voltamos a ser um exemplo e um caso de estudo.
ResponderEliminarQuando falam mal de nós na comunicação social, o que trespassa é uma grande inveja.
Vão continuar a levar connosco.
Contra tudo e contra todos.
Caros Portistas,
ResponderEliminarBrilhante texto com o qual me identifico na totalidade! Basicamente o verdadeiro FCPORTO está de volta e cada vez forte e com mais pujança.
No texto também se percebe o porquê de lixoboa não querer a regionalização, eles sabem que em pouco tempo seriam altamente ultrapassados. Só não entendo como há pessoas do Norte a apoiar clubes de lixoboa, a maior parte deles nunca foi a lixoboa e os que foram são gozados pelos adeptos desses clubes, que sejam do Chaves, do Vila Real, do Régua, do Braga, do Guimarães etc das terras onde nasceram, agora dos clubes daquela gente é que não. Aquilo é quase tudo gente oportunista, sem valores e sem honestidade intelectual, basta ver os paineleiros das TVs. Há um livro que aconselho a ler, a queda de um anjo do Camilo Castelo Branco, está lá tudo, o grave é que conheço alguns que ficaram assim, continuam a ser Portistas mas sem identidade, vendidos, que tristeza...
Sou Portista desde sempre, digo-o sempre com vaidade lutarei até morte, pelo meu grande Porto clube da minha cidade...
VIVA O F.C.PORTO!
SEMPRE F.C.PORTO!
Há quase 200 anos já Lisboa era como agora, um lugar que apodrecia as pessoas, como muito bem escreveu o Camilo na obra "A queda de um Anjo".
EliminarSou de Viseu, o clube da minha terra até subiu à 1a liga ao fim de 30 e tal anos, mas é o FCP que me enche as medidas, sinto-me tão portista como o + portista dos portuenses.
Quem quiser ver a entrevista de Francesco Farioli ao Porto Canal pode ver aqui:
ResponderEliminarhttps://www.fcporto.pt/pt/multimedia/20260521-pt-entrevista-de-francesco-farioli-ao-porto-canal
Cada vez esta família portista está mais unida. Todos se respeitam, treinadores, jogadores, presidente todo Staff. Só assim conseguimos atingir os objetivos, remando todos para o mesmo lado.
ResponderEliminarPassou pela cabeça de muitos que ia ser o fim, principalmente de um super dotado habilidoso presidente, que ainda pode ganhar alguma coisa a custa dos seus amigos e arbitragens escandalosas.
A Providência encarregou-se de dar a todos que trabalharam com amor dedicação e honestidade como prémio, concretização de um objetivo, ser campeão.
Para tristeza de muitos, o Mundo Portista ficou abarrotar de alegria de um dever comprido, ser campeão, com direito a uma festa de arromba nunca vista...
Grande discurso! Foram muitas coisas, anos sem ganhar, mudança de presidência, partida de Jorge Nuno Pinto da Costa, Jorge Costa, primeiro título de Villas Boas, contra tudo e todos, que tornaram este título muito especial. Não haverá tão cedo outro assim.
ResponderEliminarPerdemos dois grandes jogadores,
ResponderEliminar2 Líderes de balneário!
O Tiago ontem,hoje o Luuk...
Muitas felicidades para os 2.
Deixei este comentário na página do FCP e na minha do facebook:
ResponderEliminarPena, muita pena, Luuk que uma grave lesão te tenha impedido de dar mais dentro do campo, mas fora dele também se pode dar muito. E tenho a certeza que deste. Felicidades para a tua vida e a certeza que serás sempre um de nós.
Se me permite Sr.Vila:
Eliminarhttps://www.ad.nl/voetbal/luuk-de-jong-vertrekt-al-na-jaar-bij-fc-porto-en-schept-meteen-duidelijkheid-over-mogelijke-toekomst-in-nederland~a2852ce7/ basta pedirem a traducao para Portugues... entrevista ao jornal holandes AD...vale a pena ler, que senhor!
Com tradução do Google:
EliminarComo estás, Luuk?
"Na verdade, estou bem, considerando as circunstâncias. Em dezembro passado, fui operado ao joelho. Agora já se passaram cinco meses e meio e estou no bom ritmo. Os médicos veem um joelho estável e, quando o carrego, não tenho reação. Além disso, acabámos de celebrar um campeonato com o Porto e está tudo bem com a nossa família.”
Então escolhes novamente partir, um ano após a tua chegada. Porquê?
"Sim, é verdade. Refleti bem sobre isso. No verão passado, queria ainda fazer uma última grande aventura. Isso foi o Porto. Maravilhoso: regressar ao sul da Europa e à cultura futebolística do sul da Europa que conhecia de Sevilha e do FC Barcelona.
No PSV vinha de uma época na qual tinha jogado tudo e estava em forma. Um ano depois, tudo é diferente. Uma lesão do ligamento cruzado requer nove meses. Antes de poder pensar em um regresso, será final de agosto. Então disse ao clube: ‘Nessa situação, não vou assinar um novo contrato. Isso não se sente certo.
‘Não para comigo mesmo e também não para vocês’. Isso poderia ter-te proporcionado alguma certeza. E, ao que parece, o Porto confia que ainda vais ficar em forma. ‘De facto. O clube acha lamentável. “Participaste em apenas cinco jogos, mas para nós sabe a mais”, dizem eles. Eu também acho lamentável, mas também tens de ser realista.’ ‘O Porto tem tempo para procurar mais. O clube tem um problema na frente, com Samu Aghehowa ainda a recuperar como avançado. Ele rompeu o ligamento cruzado anterior em fevereiro. Samu tem 21 anos, recupera um pouco mais rápido do que eu, mas também, por enquanto, ainda não joga.’ Na Holanda já te ligaram ao FC Twente, o teu antigo clube. ‘Posso ser claro sobre isso: na Holanda só jogo por um clube, o PSV. E em Eindhoven terminei de forma bonita. É o meu clube, mas um regresso como jogador ao PSV já não está em causa.’
Existe também a hipótese de acabares completamente?
„Sim, isso também é uma possibilidade. Vou deixar tudo em aberto nos próximos meses.”
Aceitarias se a tua carreira acabasse sem te despedires jogando?
„Quando te vais reabilitar por tanto tempo, também tens muito tempo para refletir. Também reavalias toda a tua carreira. Faço 36 anos em agosto. Não há nenhum desejo insatisfeito, nada que eu precise perseguir necessariamente. Esta é apenas a minha primeira lesão realmente longa, estou agora também a conhecer um ritmo de vida diferente. Não estou sempre em viagem para jogos e para o estrangeiro para a Taça da Europa, mas tenho mais tempo em casa.”
„E claro, há dias em que também sentes saudades do que conheces. Imagina: é setembro, reapareces num jogo europeu de um clube e cabeceias a bola para dentro mesmo antes do fim. Aquela sensação mágica de novo...’’
„Todas essas diferentes emoções passam pela tua cabeça. Vamos apenas ver em agosto como estão as coisas. Com o meu joelho e com os meus pensamentos.”
crianças. Eles vão à escola aqui. Li rumores de que teríamos de voltar para a Holanda devido a doença na família, mas isso não é verdade.’’ „No final de agosto, estarão passados nove meses desde que sofri a lesão. Caso eu volte a jogar nesse momento e haja interesse de clubes, poderei sempre ouvir a história deles. Mas não tenho pressa. E com esse joelho também não vou apressar nada. Tudo está em aberto. Esta é, por agora, a história honesta.’’ Maarten Wijffels Maarten Wijffels é especialista em futebol deste site e analisa o futebol de alto nível com análises, entrevistas e histórias de background. Ele acompanha a seleção holandesa como seguidor regular desde 2003. Leia todas as suas contribuições neste dossier!
Desfecho previsível , tal como Thiago Silva , desejo o melhor ao Luuk de Jong , que seja feliz .
ResponderEliminarTemos de ir ao mercado buscar dois avançados .
A tarefa “Hérculea” do FC Porto num país bacoco centralista e , com todas as letras, onde predomina a parolice através da ignorância e falta de seriedade da grande maioria da C Social, não se circunscreve a uma vitória num campeonato! Nós adeptos e o clube queremos muito mais e isso não vai ser fácil por todas as razões e mais algumas que bem sabemos! É evidentemente altura de festejar mas para o futuro convém ter consciência que isto não vai ser fácil ! Há que seguir juntos, focalizados e dar todo o apoio a quem gere o clube na pessoa do nosso presidente André Vilas Boas que muito nos deve de orgulhar, uma pessoa com um carácter que está a um nível como poucos neste país! Um orgulho ter este senhor como nosso presidente que deixa os 2 presidentes rivais a milhas!
ResponderEliminar«Quando disserem que o FCP é um clube pequeno, regional, provinciano, não percas tempo, não respondas, ri-te, perdoa a ignorância e pensa que já a Bíblia diz, bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles será o reino dos céus.»
ResponderEliminar«"O Benfica é um circo", esta frase, célebre, dita por Artur Jorge em 1995, passados 31 anos, sofreu uma nuance significativa. Agora não é, o Benfica é um circo, é, o Benfica é uma telenovela tipo mexicana.»
Coloquei estes dois textos na minha página do facebook. No primeiro caso acompanhado de duas fotos da Avenida dos Aliados no sábado à noite. No segundo, uma foto com o realizador Pedro Galo e o produtor Vítor Pinto, mais Rui Costa e Mourinho numa novela mexicana, Amor descarado. Fi-lo porque são significativas da grandeza praticada, versus grandeza apregoada.
Brilhante texto!
ResponderEliminarEspectacular festa!
Está forma de ser e estar das gentes do Norte não se compra , nem pela NET.
Os de lá de baixo perto do centro das decisões podem tentar tudo e mais alguma coisa!
Mas não tem esta gente! Que orgulho!
Espero continuidade e um futuro risonho.
Ainda me lembro quando ia do viso às Antas a penantes ver o Porto jogar , sem dinheiro sem bilhete, com 10 aninhos😄
Nunca fiquei cá fora!
Antes de ser sócios, quantas vezes entrei na base do "meu senhor, deixe-me entrar consigo"...
EliminarEra mm assim💙
EliminarO meu amigo de francos tinha sempre a mesma pessoa que o metia lá dentro, eu era cada jogo uma pessoa nova para entrar..
Fica na memória um senhor que me dizia para meter a camisola ou t shirt para dentro das calças 😂👍
Ou ir pra o monte em que só se via meio campo !!!
EliminarManel, essa é a razão de só ter entrado a sócio aos 11 anos, o cabedal já não dava para disfarçar, eh, eh...
ResponderEliminarMais um título, nos sub17, 13 anos depois, no mini salão de festas...
ResponderEliminarEsta época limpamos tudo no futebol... Hehehe...
Juvenis ... já está ... Campeões no salão de festas encarnado. Faltam os iniciados para fazer o pleno.
ResponderEliminarBoas portistas,mais uma taça, estamos imparaveis,nos merecemos o nosso presidente merece.
ResponderEliminarDepois de se ter sagrado campeão nacional de futebol em Sub-19, o FCP sagrou-se hoje campeão nacional de Sub-17 ao empatar no salão de festas do Seixal - Boa Zé! É mais um título muito saboroso e que é um exemplo que estamos a trabalhar bem e no bom caminho também na formação. Era um título que já não vinha para o Dragão desde 2012.
ResponderEliminarParabéns a todos os que colaboraram em mais um sucesso do futebol portista.
Boa tarde a todos.
ResponderEliminarNão é só no futebol. Hoje os sub 18 no basket sagraram-se campeões nacionais em Beja ao vencer os 3 jogos da fase final. O terceiro campeonato nos últimos 4 anos.
As coisas estão a compor-se.
Saudações Portistas
Ainda com muitas limitações físicas quer nas condições de trabalho desde campos para treinar e disputar jogos até a uma Casa dos Atletas melhor do que temos actualmente, a formação do FCP está aí. E se o importante é formar bem, jogadores à Porto e que possam chegar ao mais alto patamar, leia-se, equipa principal, formar a ganhar é sempre melhor.
ResponderEliminarParabéns á rapaziada dos juvenis Campeões.
ResponderEliminarAmigos,não me quero precipitar,mas fixem este nome para o futuro:Jamanca...a rever
Justiça Divina, e parabéns ao Torreense que sem trabalhar numa semana limpa - jogaram 4º feira com o Casa Pia, foram Gigantes. É "uindo" ver o eloquente e carismático gago inepto de trombas.
ResponderEliminarE recordo as palavras do nosso mental coach - qual Susana Torres?
"Vejo o presidente do FC Porto com muito medo. Ele foi treinador e olha para o campo para o mesmo que eu vejo, acha que a equipa dele não chega lá para ser campeã. Este é o medo dele, jogam pouco. Parece que eles nem sabem como lideram o campeonato".
Desculpem falar além do nosso porto mas dizia o rei de Mirandela "Difícil era estar em casa, a ver na televisão."
ResponderEliminarDeve ter sido bem melhor ver no relvado artista
Parabéns aos campeões juvenis.
ResponderEliminarDeus escreve por linhas tortas...o Sporting não merecia ter passado com o santa clara , mas assim também é bom.
O alheiras tem de comer muito canja e o varandinhas não vai dormir hoje
Lol... Grande Enorme Sportem... Looooooooool... Obrigado Cagandas...
ResponderEliminarParabéns á rapaziada dos sub -17 pelo título de campeão nacional da categoria , já não éramos campeões há 12 anos .
ResponderEliminarJoão Afonso (quase confirmado) , guarda redes do Santa Clara .
Deus não dorme e escreve por línhas tortas , grande vitória do Torreense .
Nem o facto do Torreense ter jogado a meio da semana foi impeditivo da sua brilhante vitória .
Foi feita justiça .
Alguém dê uma canjinha ao alheiras e ao Aiatolá .
Viscondres 1 - Torreense 2
ResponderEliminarJustiça tarda mas não falta. Desde os oitavos que deviam estar fora.
No entanto, a vacalhosa dá-lhes entrada directa na Champions. Tinha uma fezada que caíam no playoff...
Lá para Agosto pensamos no Torrense, vamos ver.
Grande abraço e saudações FCPortistas para todos. Vivamos nós, nação que nunca se verga.
LO
Caro DVP,
ResponderEliminarFutebol: AA's, meninas, sub's 15, 17, 19, B's, Hóquei, Volei, ... ESTE É O ANO 1 do DRAGÃO. Os alicerces foram lançados, a casa começa a tomar forma. A história só agora começou, (ainda no tempo do AVB) iremos fazer o que ainda não foi feito.
Adivinhem o que estamos a pensar???
Abç
LO
E tambem campeoes de basket sub19.
EliminarParabéns, duplos, Sport Clube União Torreense.
ResponderEliminar1º, porque com um percurso digno de registo, mereceram estar no Jamor, hoje fizeram um grande jogo, conquistaram com mérito a Taça de Portugal.
2º, porque com essa conquista evitaram que se consumasse o maior escândalo, a maior fraude da história da Taça de Portugal.
PS - A arrogância e a bazófia tiveram o que merecem.
O Porto não joga nada!! O presidente do Porto tem medo!!!!
ResponderEliminar😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂
Era exatamente o que ia escrever. Não vale tudo, vitoria justa do Torriense.
ResponderEliminarPoodles a ganir. Mostraram o que valem. Garganta. Muita. Força mental e física: pouca.
ResponderEliminarLevadinhos ao colo uma época inteira. Parece que até eles sabiam que não poderiam ganhar esta taça, tão vergonhosa foi a forma como alcançaram a final.
Um país demente. À imagem de quase todo o mundo ocidental. Lisboa é um cancro.
O karma tarda,mas não falha! Parabéns Torreense.chupa pavão varandas
ResponderEliminarBoa noite campeão DVP e restantes campeões Portistas, hoje escreveu-se. Direito por linhas tortas … por muito q roubes ha-de de chegar o teu dia, depois de ver a maior roubalheira q assiste na vida q levo na Taça Sporting ( mesmo assim o caldense das caldas da rainha ainda tentou evitar a vergonha da derrota … como é possível o cabrao das caldas ser o melhor árbitro depois de Braga) os lagartos caíram frente a um Torriense super competitivo e a fazer a ideia q o jogo nunca estava perdido … só espero q em agosto no jogo da Supertaca o Porto se lembre desta final.
ResponderEliminarOs lampiões terão q começar a época em finais de junho e terão 4 pré-eliminatórias até a fase final da taça Europa, os lagartos tiveram a sorte do Aston Villa, mas ficam com o Alheiras de Mirandela completamente descrebilizado e mascarado de Matrafona… só temos de fazer o q o melhor de AVB e Farioli fazem bem, planeiar e contratar bem, para rebentar com os rebolhos verdes e vermelhos no início d época para sermos campeões e voltar a ganhar a taça de portugal l.
Passado 2 anos da eleição de AVB vimos os nossos maiores rivais na rua da amargura … impensável depois de tudo o q passou desde a malograda assembleia geral … Viva o Porto 💙💙💙é para mim nunca me farto de ganhar e de gozar com os rebolhos verdes e vermelhos … q AVB nunca se esqueca disto 🙏🙏🙏
Espuma-te todo varandinhas. Retorna à tua insignificância e desaparece do panorama.
ResponderEliminarHoje fez-se justiça!
Absolutamente mágico o que o Torreense conseguiu!
ResponderEliminarO superdotado do mal dizer vagandas, engoliu em seco. A loira regateira que veio do frio, não jogou nada, mas teve descaramento de dizer mal dos colegas, que pensavam que era favas contadas e não respeitaram o adversário.
ResponderEliminarNunca mereceram estar na final, morreram na praia, houve justiça.
Sempre uma maravilha quando algum dos da 2a circular é derrotado, desta vez com estrondo e a repor justiça (devia ser o Santa Clara ou o FCP a estar na final) e baixar a crista ao seu inenarrável presidente. Ninguém está livre de uma coisa destas, mas dada a forma como tudo se passou, foi uma derrota bem merecida e justiça foi feita.
ResponderEliminarParabéns ao Torreense e ao David Bruno que foi nosso jogador durante uns anos nas camadas jovens e equipa B.
Foi um excelente fecho da época.
Também um alerta para o jogo da Supertaça em que não podemos facilitar, o aviso foi dado.
Agora teremos de continuar a aturar o romance Mourinho, a xaropada da seleção e a sily season onde vão sair disparates e mais romances a toda a hora, temos de manter a sanidade mental aguçando o espírito crítico e não vendo os programas tóxicos ditos desportivos.
Enquanto isso, o nosso Clube, Direção e Equipa Técnica vão continuar a trabalhar em silêncio, discretamente, para preparar a nova época e isso é que conta.
Caros portistas .
ResponderEliminarTemos tudo para ganhar na próxima época e ainda ser melhor que esta .
É continuar o bom trabalho conseguido e acertar nas contratações para a frente de ataque , se isso acontecer vamos de certeza ganhar o campeonato de 2026/2027 .
A casa dos lampiões está a arder , e cheira no ar o mesmo quando o Manuel Damásio estava á frente do Benfica em 1995 , com o Artur Jorge a dizer que era um circo , vão estar muitos anos sem ganhar o campeonato .
Quanto aos viscondes , mesmo levados ao colo pelos padres nada ganharam , que pena que o Aston Villa os ajudou !!! deviam de fazer as eliminatórias , era a cereja no topo do bolo .
Mas desconfio que o alheiras vai lá ficar pouco tempo , vai ser corrido , e com uma mudança profunda do plantel aquilo vai desabar , e aí o Aiatolá vai perceber que não foi graças a ele que ganhou dois campeonatos seguidos , esse crédito foi de Amorim e Hugo Viana .
Na Supertaça temos de respeitar o Torreense .
Não sou daqueles que exige ganhar todos os anos como os mente captos de alguns sportinguistas! Isso é tóxico para um clube. O Sporting era bi campeão, perdem o título um ano e ficam doentes. Quero um clube de gente inteligente, que torne o clube sustentável. Porque não esquecer de onde partimos, os problemas não estão resolvidos.
EliminarA anormalidade foi mesma essa , as lagartixas ganharem um bicampeonato .
EliminarQuantas vezes ganharam eles campeonatos nos últimos 44 anos ? 5 vezes !!!
O bicampeonato foi á boleia de um jogador excepcional (Gyokeres) , nunca mais vão arranjar um jogador como ele .
Este ano tudo flopou a excepção do Suarez .
Quanto á nossa situação financeira , e com o senhor Pereira da Costa como administrador financeiro , não podia estar mais descansado como portista , temos o melhor dos melhores gestores financeiros de Portugal , se calhar até da Europa .
Graças a restruturação , as Dragon Notes , que já foram copiadas pelos nossos rivais ...
Caros Portistas,
ResponderEliminarSugiro ouvirem o último Canto do Porto, um podcast do Zero Zero, onde esteve como convidado o João Brandão, treinador da B. Ouvindo a conversa, percebem-se bem as dificuldades que existiram a época passada e o início desta, nos resultados. Temos ali um portista que serve o clube e não se serve do mesmo.
Nunca tive dúvidas do portismo do João Brandão. Conheço-o desde miúdo, quando o pai, na altura ainda roupeiro, mais tarde técnico de equipamentos, de nome Fernando Brandão, conhecido pelo Moreno, o levava para as Antas. Também nunca julguei que o trabalho do treinador da equipa B, fosse uma tarefa fácil e disse-o várias vezes. Por isso, se houve um período muito difícil, com resultados muito maus e as críticas ao treinador são naturais, nunca disse que devia sair, quem tinha de avaliar era quem está lá, vê tudo. Esta temporada a partir de determinada altura as coisas começaram a mudar, os miúdos cresceram muito, puderam mostrar as suas capacidades e os resultados surgiram e em paralelo, muitos a subir de patamar, começando nos sub-17 até à equipa principal.
EliminarFica o link para que todos percebam as dificuldades:
https://www.bing.com/videos/riverview/relatedvideo?q=entrevista+ao+jo%c3%a3o+brand%c3%a3o+hoje&mid=D040F1B6304203FCB43CD040F1B6304203FCB43C&churl=&FORM=VIRE
Mas estas mensagens têm de passar, explicar o contexto, principalmente, nos momentos em que as coisas não correm bem e as críticas são muitas.
Hoje ao ligar a TV descobri um mundo novo. Então o Canja Alheiras nunca foi bom treinador, O Vagandas cometeu um grande erro ao renovar o contrato do Canja Alheiras, afinal o Sborden de Lisboa não joga nada e perdeu tudo e não ganhou um único jogo a uma equipa decente, até o Beto Chico na SIC se sai com esta, o Sborden nem merecia ter ido a final da taça depois do que se passou nos Açores , e ele nunca gostou do Canja Alheiras.
ResponderEliminarDe realçar que embora a notícia do dia seja a final da taça, todos abrem com o episódio 767 da novela Mourinho.
Da vontade de rir que há um ano , o Porto estava acabado e não contava para o totobola, um ano depois o Galinhas está em auto gestão, e o Sborden voltou a ser o Sborden, e o Porto? É campeão !
João Afonso, não conheço bem, mas pelo que vi parece-me um jovem com talento e potencial, internacional, uma boa oportunidade de negócio na relação qualidade/preço.
ResponderEliminarhttps://www.fcporto.pt/pt/noticias/20260525-pt-comunicado-joao-afonso
Na semana passada fiquei indignado quando no dia seguinte à festa do Campeão Nacional, alguma imprensa escrita/falada "censuraram" a notícia. Há uma semana fui à box, e fui rever os 45 minutos dos "monólogos da vagina", isto pós 24 horas a festa do Campeão Nacional. Vi e revi o capítulo nº 777 do "empata_fada" Joaquim Meirim, o "meia foda" deu-lhe nota 14 ou 15 pelo terceiro lugar invencível, e no "tele-tonto" leu uma carta aberta ao Mendes. Sobre o Campeão Nacional, e a sua festa? Rien, de rien, ou melhor, nem uma palavra, e no fecho do programa durante 5/10 segundos timidas imagens da festa do FC Porto, mas sublinho, sem qq palavra...
ResponderEliminarOntem, pensei, bom, tivemos no Domingo a Final da Taça e o seu desfecho imprevisto é notícia - tal como também era notícia a festa do Campeão na semana passada. Fiz o mesmo exercicio, voltei á box e fui rever os monólogios. Voltou a novela turca, com 50% dos monólogos a serem consumidos pela novela Meirim, e os restantes 50% reservados para a Final da Taça (e bem), que sublinho, era notícia, tal como era notícia na semana passada a festa do Campeão Nacional. Pois ontem o professor "meia-foda" deixou notas sobre a final, leu o "teletonto" e dirigiu-o ao gago inepto, e deixou-lhe conselhos amigos, mas ainda verberou o facto dos clubes numa AG da Liga de clubes ter chumbado algumas propostas do Novo Banco ...E para fechar os monólogos a despedida do Bernardo Silva do City, claro!
Alguém entende este critério editorial oposto, nestes dois exemplos separados por uma semana? É que jornalismo não é opinião disfarçada de notícia, mas é sobretudo: rigor, critério, equidistância, ética, e ainda mt respeito pela notícia.