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Senhor Presidente, elogios ao director da Bola?


Num artigo publicado ontem no JN, Jorge Nuno Pinto da Costa, Presidente do F.C.Porto, clube e SAD, realça e apelida de acto de nobreza, a presença de Vítor Serpa, director da Bola, na homenagem a Pedroto levada a efeito no ISMAI há poucas semanas.
- Senhor Presidente, com todo o respeito e consideração, nobreza? Não, Senhor Presidente, demagogia, cinismo, hipocrisia interesseira. Sabe por acaso o Senhor Presidente que na mesma altura em que Serpa estava no ISMAI, no site do jornal A Bola se insultava Pedroto do piorio, desde vigarista até corrupto? Onde fica a nobreza no meio desta contradição? Talvez não saiba, mas Senhor Presidente, elogios ao director de um jornal onde o Senhor e pasme, até a sua mulher, são insultados? Elogios ao director de um jornal onde o F.C.Porto é constantemente maltratado, ignorado, boicotado, achincalhado, tratado como um enteado? Elogios ao director de um jornal que foi conivente e promoveu algumas das mais vergonhosas campanhas contra o F.C.Porto, desde a tentativa miserável de afastar o F.C.Porto da Champions em 2008, até ao F.C.Porto fora da Taça da Liga, passando pela abjecta campanha no caso do túnel da pouca vergonha? Elogios ao director de um jornal que troca os destaques merecidos a um F.C.Porto campeão, por parangonas com o responsável pela comunicação do Benfica a dizer que o "título do F.C.Porto foi um tributo dos árbitros" ou Vieira a dizer que "Houve resultados viciados"?
Elogios ao director de um jornal que tem jornalistas como freteiro Delgado ou reco-reco Guerra, sempre prontos a zurzir e dizerem tudo que lhes apetece sobre o Senhor, sem nunca serem capazes, já não digo da exaltação muitas vezes mais que merecida, mas fazer um elogio, por mais pequeno que seja? Elogios ao director de um jornal que quando o Benfica é beneficiado ou o F.C.Porto prejudicado, branqueia, mas se é ao contrário lá vêm os destaques, "Fora-de-jogo", "Xistra decide o que já estava decidido", "Até tu Pedro?", etc? Não acha Senhor Presidente que a Bola com este "jornalismo" tem grandes responsabilidades no condicionamento dos árbitros e assim, como aconteceu em Paços de Ferreira, Bruno Paixão na dúvida marcou um penalty inexistente e não marcava um claro? E, Senhor Presidente, podia continuar, continuar, continuar, eles na queimada têm um repertório que nunca mais acaba... 
Ah, Senhor Presidente, lembra-se o que disse Vítor Serpa quando o F.C.Porto foi jogar a São Petersburgo e o Senhor não pôde ir porque ficou a acompanhar a delicada operação do seu filho? E o que eles disseram e fizeram durante o Apito Dourado? Senhor Presidente, com todo o respeito e consideração, não sei o que levou o Senhor a elogiar o director da Bola, mas sejam quais forem as razões, não compreendo.

Nota final:
Estarei a ser radical? Mais papista que o papa? Não sei, acho que não. Mas sei que ontem a malta que esteve comigo antes e a outra que esteve durante o jogo, também não gostou nada.

PS 1 - Por falar na Bola, o jornal faz hoje 70 anos. Deixando de lado as evoluções naturais, em termos de ética, deontologia, rigor, isenção, deve haver muita gente a dar voltas no túmulo.

PS 2 - Está a causar muita comichão na cabeça de algumas mentes privilegiadas, o facto de ter sido Nuno Roque, o auxiliar principal e que estava mais longe do lance, a dar indicação de penalty contra o Benfica no jogo da passada segunda-feira frente ao Paços. Mas não devia. O que devia causar comichão era porque razão quem estava mais perto, árbitro, quarto árbitro e o outro auxiliar, não marcavam um penalty nítido? Ou não será assim?

F.C.Porto 4 - Académica 1. Quem foi ao Dragão não deu por mal empregue o seu tempo


Depois da desilusão na Madeira, que a derrota do clube do regime atenuou, mais um jogo para a Taça da Liga, mais um jogo para ver aquilo que se designa por segundas opções e que tão bem se portaram fez hoje oito dias em Braga. E quem foi ao Dragão não deu por mal empregue o seu tempo. Não viu Ópera, nem um show de bola, mas viu um Porto sério, seguro, equilibrado e organizado; um Porto que dominou e controlou o jogo todo, com períodos muito interessantes.
Viu uma boa exibição, uma vitória clara e que peca por escassa; viu jogadas e golos bonitos - o segundo de Jackson e o de Gonçalo, são dois golões; viu juventude da formação portista, Gonçalo e Rúben, a jogarem como gente grande e a deixarem boas promessas para o futuro. Viu que Reyes, Marcano, José Ángel, Campaña, Evandro, sem esquecer o pau para toda a obra, Ricardo Pereira, mostrarem que são muito mais que segundas opções. Viu os Dragões qualificarem-se tranquilamente para as meias-finais, jogo onde esperam, não uma vingança, em futebol não há vinganças, mas que o F.C.Porto se desforre e impeça aquilo que para a equipa madeirense é um grande feito. E finalmente, viu mais um artista da arbitragem, Tiago Martins, árbitro da Associação Futebol de Lisboa, o substituto de Olegário Benquerença como internacional e que pela amostra vai longe. Fixem o seu nome e fixem o seu nome, porque como viu se hoje e pelo que se tem visto ao longo desta época com outros artistas do apito, estamos na presença de alguém com o perfil certo para fazer carreira na arbitragem chefiada por Vítor Pereira, SLB - Senhor Lucílio Baptista - e afins.
Um corajoso e um valente este rapaz. Não só não marcou um penalty claro sobre Jackson, como mostrou cartão ao capitão do F.C.Porto. Tão novinhos e já sabem a cartilha toda, o que têm de fazer para agradar à seita que domina  arbitragem.

Nota especial:
Jackson passou a ser o máximo goleador no Estádio do Dragão. Parabéns Cha Cha Cha!

Não há se nem meio se...; Bola-Branca? Não! Bola-negra; Paixão doentia; e a Taça da Liga


Se tivéssemos ganho o nosso jogo, ficaríamos a 3 pontos e a depender só de nós; se o clube do regime tivesse ganho, ficaríamos a 9 pontos, diferença que nos colocava fora da luta pelo título. Como o que não tem remédio, remediado está, deixemos os ses, encaremos a realidade: estamos a 6 pontos, é uma distância ainda grande, mas como se viu na Mata Real, ao contrário do que andavam a apregoar, eles sofrem golos, não marcam golos, perdem, pior, mostraram falta de estofo de campeão. Sim e sim! Uma equipa que joga depois de saber que o segundo classificado perdeu, que pode ampliar a vantagem para uns quase irrecuperáveis 9 pontos e nem sequer empata, mostra falta de estrutura mental, de estofo, pode vacilar. Isto apesar de mais uma vergonhosa arbitragem de Bruno Paixão de que falarei mais à frente. A questão que se coloca, é: teremos nós estofo? Seremos nós capazes de cumprir a nossa obrigação de ganhar, ganhar e ganhar? Depois de Braga, acreditava que sim, depois do que se passou no Funchal terá de ser a equipa a mostrar-me que é capaz de fazer o que é preciso. Estivemos quase mortos, continuamos em mau estado, mas vivos, conseguiremos recuperar completamente? Têm a palavra os profissionais do F.C.Porto.

Aquilo que o Programa Bola-Branca da Emissora Católica Portuguesa, Rádio Renascença, fez ontem ao F.C.Porto, é uma vergonha sem limites, é uma violação rasteira da ética e deontologia, não é jornalismo, é prostituição intelectual. As palavras não saíram da boca de Rui Viegas o responsável pela emissão, mas foi como se saíssem, foi ele o autor moral de toda a nojeira que podem ouvir aqui, Bola Branca 18h15 (26/01/2015). Explico e concretizo: desde que deixou o Dragão, em Janeiro de 2002, Octávio Machado, sempre que chamado a falar sobre o F.C.Porto mostra ser um pigméu, um mau carácter, um ressabiado que cospe no prato que lhe deu de comer, atira-se com tudo ao F.C.Porto. Sim, ao F.C.Porto, porque quando se ataca de forma baixa o Presidente do clube /SAD, para mim, é toda a Instituição que é vítima do ataque. Pois, mesmo sabendo que é assim, quando há um resultado negativo, alguma instabilidade, Rui Viegas e outros Viegas da Bola-Branca, quem vão ouvir? Octávio Machado, mesmo sabendo, à priori, que ele vai dizer obviamente mal e porcamente. Isto, repito, não é sério, é falta de ética, deontologia, isenção, é uma vergonha. Não tendo no blog as responsabilidades que tem quem faz jornalismo na Bola-Branca e não gostando nada de Ribeiro Cristóvão, nunca me passaria pela cabeça ir ouvir alguém que saiu da Renascença em conflito aberto com o ex-responsável pelo desporto da Emissora Católica, por exemplo, Valdemar Duarte. Uma tristeza e acima de tudo, uma enorme desilusão.
Nota: se forem à página de facebook do cavalheiro da foto, verão lá que ele não esconde nada, lá estão as simpatias pelo Benfica e pelos NN.
Sobre o Octávio, é a última vez que me refiro a tão triste criatura. Como diz um amigo meu, "Não ligues ao leitão. Ele nem altura tem para ser porco"

- Alô, alô Nuno, interrompo da Mata Real, penalty contra o Paços.
- Ok, Fernando, prioridade para ti. Mas diz-me, o penalty existiu?
- Apesar de Bruno Paixão ser peremptório, não é penalty. Foi um centro de muito perto, o jogador do Paços levou com a bola no braço, não teve qualquer intenção.
Lima parte para a bola... à barra! Deus escreve direito por linhas tortas, meu caro Nuno.

- Fernando, o que se passa na Capital do Móvel?
- Nuno, meu amigo, algo nunca visto, está fazer-se história no futebol português, Bruno Paixão marcou penalty contra o Benfica no último minuto de jogo.
- O quê, Fernando?! Não acredito, não pode ser verdade, estás mangar comigo.
- Não, não Nuno, ele hesitou, hesitou, não ia marcar, mas alguém lhe soprou pelo auricular que era penalty e ele lá marcou. Goooooolo do Paços, Sérgio Oliveira!

- Fernando, já foi levantada a placa?
- Já, Nuno, 6 minutos.
- 6 minutos?!
- Fernando, disseste 6 minutos, mas já passaram 7:30 e ainda não acabou?
- É verdade, Nuno, estão a dizer aqui ao lado que só acaba quando o Benfica empatar... Acabou!

- Jesus, você foi repreender Eliseu?
- Não, nada disso, fui apenas dizer-lhe para estar tranquilo.
- E acha que foi penalty?
- Não foi penalty nenhum, já vi as imagens e isso é claro.
- E o do Benfica foi penalty?
- Essa pergunta é provocatória, você tem alguma dúvida que foi penalty?
- Não, não tenho, foi clarinho.
- Olha lá, ó pá, então disseste que não era penalty e agora dizes ao JJ que foi clarinho?
- Meus amigos, a vida está difícil e temos de seguir a onda vermelha. É por isso que vou dar nota 6 ao árbitro.

Taça SLB - Senhor Lucílio Baptista: F.C.Porto - Académica de Coimbra

Convocados do F.C.Porto:Guarda-redes, Helton e Ricardo Nunes;
Defesas, Ricardo Pereira, Danilo, Martins Indi, Reyes, Marcano e José Ángel;
Médios, Evandro, Campaña, Rúben Neves, Óliver, Herrera e Quintero;
Avançados, Quaresma, Gonçalo Paciência, Tello e Jackson.

Equipa provável:
Helton, Ricardo Pereira, Marcano, Reyes e José Ángel, Rúben Neves, Campaña e Evandro, Quintero, Gonçalo Paciência e Tello.

O árbitro é Tiago Martins, auxiliado por Paulo Ramos e Pedro Mota.

Como depois do que vi em Braga e no Funchal, já nem sei quem são as primeiras ou as segunda escolhas,, em particular em três ou quatro lugares, espero que amanhã os que estiveram na "Pedreira" possam frente à Académica, sem o sacrifício de jogarem com menos dois, juntar à atitude, carácter e espírito Porto que demonstram na anterior jornada da Taça SLB, a qualidade que leve o treinador a fazer deles titulares também no campeonato. Agarrem a oportunidade, é no campo que se mostra valor e se provam as justiças ou injustiças das apostas técnicas. Não é com azias nem caras de amuado.

Uma derrota que é muito mais que apenas uma derrota


É uma derrota, apenas uma derrota; é futebol, apenas futebol; ganhar e perder tudo é desporto. Pois, quem me dera ver as coisas dessa maneira, mas não consigo.
Depois do que tem sido este campeonato; depois da nomeação provocatória de João Capela - sim, não é por ele ter feito uma boa arbitragem que mudo de opinião; depois do que aconteceu na última quarta-feira; e das declarações de Lopetegui na antevisão do jogo, "Temos de fazer mais do que os outros para ganhar", a que se junta outra declaração feita antes, "Vamos estar mais fortes na segunda-volta"; era preciso transcendência, era um daqueles jogos em que se tem de "comer a relva", deixar a pele em campo. E não foi isso que aconteceu. O efeito e o suporte anímico de um resultado conseguido em condições muito adversas e que tanta satisfação deu aos verdadeiros portistas, esfumou-se em apenas 4 dias. Todos pensávamos que Braga marcava o início de uma nova era, o ser Porto, com tudo o que isso significa, estava de volta, mas não está. Foi uma derrota que é muito mais que uma derrota, foi uma derrota que deixa marcas, uma grande desilusão, um verdadeiro murro no estômago.
O F.C.Porto não pode encarar e jogar assim um jogo decisivo. Tem de entrar com tudo, mostrar uma vontade e um espírito guerreiro que durante os primeiros 60 minutos nunca estiveram presentes. Não podemos ser competitivos em partes dos jogos, temos de ser competitivos sempre e em todos os jogos. Não pode haver gente que faz cara feia quando não joga e depois, quando joga, não dá uma para a caixa. Não pode haver gente que entra triste e sai triste do campo, como se fazer um jogo fosse um frete e não um prazer, para mais bem pago. Não podemos estar revoltados e depois não transmitir no campo esse sentimento de revolta. Não foi apenas a derrota significar quase o fim da esperança no título, é a sensação que esta equipa não é capaz de nos dar os estímulos necessários para que nunca nos faltem as forças e a vontade de combater tanta nojeira de que o nosso clube é vítima. Se as tropas no campo de batalha dão parte de fraco, mesmo quando tudo indicava que estavam fortíssimas, fica complicado manter a chama acesa, perde-se o ânimo, confiança, crença, vontade de lutar. Como podemos acreditar, se quando pensávamos que já não havia hipóteses de retrocesso, ele aí está, com as consequências trágicas no principal objectivo da época e quando Maio ainda está tão longe? Claro que não atiramos a toalha, era o que faltava, profissionais baixarem os braços, não serem capazes de honrar o Manto Sagrado; claro que os verdadeiros Dragões não desistem e vão continuar a apoiar e marcar presença - quarta-feira, se Deus quiser, lá estarei -, mas vai ser preciso recuperar de uma derrota marcante, da sensação que demos vários passos atrás, vai ser preciso começar quase do início. O poeta diz que tudo vale a pena se a alma não é pequena. Nos últimos tempos, alma grande só têm tido os mesmos de sempre...

Nota final:
Já vi o F.C.Porto perder 1-0 na Madeira, com o Marítimo, ser eliminado da Taça de Portugal, mas a equipa a ser enaltecida, elogiada e aplaudida. Época 1994/1995, meias-finais, Bobby Robson treinador dos Dragões. Foi um massacre, um domínio total, vontade, determinação, do primeiro ao último minuto, aí sim, foi pura falta de sorte. Nesse jogo fizemos tudo para ganhar. Ontem, para além de falta de sorte, num ou outro lance, houve outras e já apontadas coisas que estiveram na origem da derrota.

Marítimo 1 - F.C.Porto 0. Não foi apenas falta de eficácia...


Depois de um F.C.Porto de grande carácter, unido, coeso, solidário, heróico, capaz até de resistir a um forte abalo cósmico como o que aconteceu em Braga e que mereceu o justo reconhecimento do universo portista, orgulhoso da sua equipa, a expectativa era grande para o jogo frente ao Marítimo, adversário sempre incómodo nos Barreiros. Numa altura em que qualquer ponto perdido podia ter consequências graves e irrecuperáveis na luta pelo título, era fundamental um Porto com todas as virtudes que mostrou na "Pedreira", mas que a esse espírito guerreiro, juntasse uma qualidade de jogo capaz de lhe permitir ultrapassar uma equipa que ia dar tudo para conseguir um resultado positivo. Só que esse Porto fez gazeta durante uma grande parte do jogo, só carregou com tudo na última meia-hora, teve oportunidades flagrantes, mas não foi capaz de marcar um golo. E quem tem três ou quatro oportunidades claras e não consegue marcar, enquanto o Marítimo só precisou de uma... perde e não se pode queixar de nada, só de si próprio. Nem adianta estar a reclamar da atitude do Marítimo no jogo de hoje em comparação com o de domingo passado. Já sabíamos que ia ser assim. Também não podemos reclamar do árbitro, não foi por João Capela que o F.C.Porto hoje perdeu. E como não acredito em milagres... coração de lado na luta pelo título.

Tendo mais bola e saindo bem da tímida pressão que o Marítimo tentou exercer na fase de construção, o F.C.Porto que entrou com Fabiano, Danilo, Maico, Martins Indi(depois Rúben Neves aos 63 minutos) e Alex Sandro, Casemiro, Herrera(Gonçalo Paciência aos 59 minutos) e Óliver, Quintero(Tello ao intervalo), Jackson e Quaresma, teve mais posse, circulou, dominou, mas tudo muito lento, muito previsível, sem dinâmica, sem objectividade, sem contundência, raramente colocando em dificuldades a defesa dos madeirenses. Estava o jogo nisto, quando aos 31 minutos, na primeira vez que foi à área do F.C.Porto e contra a corrente do jogo, a equipa da casa adiantou-se no marcador - pouco lesta a atacar a bola e desfazer o perigo, a defesa portista, foi surpreendida pelo remate feliz de Bruno Gallo. Obrigado a correr atrás do prejuízo, os azuis e  brancos nunca foram capazes de reagir em força, continuaram lentos a pensar e a executar, começaram a procurar resolver individualmente, só por uma vez e aos 40 minutos, Salin foi chamado a uma defesa com alguma dificuldade a remate de Quaresma.
Resumindo,  o resultado ao intervalo beneficiava o Marítimo que não fez praticamente nada para estar em vantagem e penalizava a apatia, falta de intensidade e qualidade do jogo portista.

Para a segunda-parte, Lopetegui tirou Quintero, meteu Tello, pedia-se uma entrada forte, muita pressão, muita dinâmica, uma abordagem mais assertiva a um adversário que ia procurar defender com tudo a vantagem. Mas durante os primeiros 15 minutos nunca se viu a raça, vontade, determinação e qualidade capaz de fazer desmoronar o muro dos verde rubros, tirando uma oportunidade de Martins Indi, num canto, pouco mais perigo criou o conjunto de Lopetegui durante esse período. Apenas nos últimos 30 minutos os Dragões carregaram, atacaram em força, encostaram o Marítimo lá atrás, ameaçaram muito, mas não passaram disso. Salin, algumas opções erradas na hora de definir, mais algumas faltas de concentração que originaram passes errados e alguns desastrados, junto com falta de clarividência e frieza na hora de meter a bola na baliza, penalizaram os azuis e brancos que saíram derrotados. Injustamente, é verdade, mas faltou mais que apenas falta de eficácia. Uma equipa que tinha de ganhar, teve uma hora para dar a volta ao resultado e não conseguiu...

Nota final:
Depois daquilo que a equipa foi capaz de mostrar em Braga e que já foi devidamente enaltecido, esperava-se mais, muito mais do F.C.Porto no jogo de hoje. Nos Barreiros e do espírito da Pedreira, apenas se salvaram os adeptos. Não houve um único jogador que fizesse um jogo acima da média, houve muita gente a um nível muito baixo, sendo o caso mais evidente, Casemiro.

Marítimo - F.C.Porto. Para os Dragões nunca há facilidades nos Barreiros


Meus caros amigos, profissionais do F.C.Porto, se viram o último Marítimo-Benfica e por acaso lhes passar pela cabeça que aquele Marítimo é real e tão fraco como mostrou frente ao clube do regime, esqueçam: para os Dragões nunca há aquelas facilidades nos Barreiros. Primeiro, já vai estar na baliza Salin, que, azar dos azares, estava lesionado na jornada anterior e Salin é o habitual titular; a seguir, o público madeirense que normalmente torce pelos verde rubros, ao contrário do que aconteceu frente ao Benfica, não vai estar dividido, com claro prejuízo do Marítimo, vai estar unido contra o F.C.Porto; ainda, porque não vai haver a falta de agressividade de que Leonel Pontes se queixou e que foi notória na passadeira vermelho estendida no primeiro golo do clube do regime, eles virão com tudo para cima de vocês; portanto e concluindo, espírito guerreiro, a mesma vontade e determinação do jogo de Braga, nervos de aço para resistir e não reagir a qualquer capelada, qualidade para vencer e continuar na luta.

O árbitro é João Capela, auxiliado por Ricardo Santos e Tiago Rocha

Convocados do F.C.Porto:
Guarda-redes, Fabiano e Helton;
Defesas, Danilo, Maicon, Marcano, Martins Indi, José Ángel e Alex Sandro;
Médios, Rúben Neves, Casemiro, Campaña, Herrera, Óliver e Quintero;
Avançados, Quaresma, Tello, Jackson, Ricardo Pereira e Gonçalo Paciência.

Equipa provável:
Fabiano, Danilo, Maicon, Martins Indi e Alex Sandro, Casemiro, Herrera e Óliver, Quaresma, Jackson e Tello.

Antevisão de Julen Lopetegui
O jogo com o Marítimo:
«Sem dúvida que vai ser um jogo muito complicado. Historicamente é um jogo difícil. Assim dizem os dados, as estatísticas. É realmente uma equipa que coloca muito muitas dificuldades, mais ainda no seu estádio, e temos de fazer um grande jogo para vencer. Não tenho nenhuma dúvida»

Sobre a nomeação de João Capela:
 «A minha responsabilidade é preparar a minha equipa para um jogo muito difícil. Muito diferente do que o Benfica teve, seguramente. Tenho de preparar a equipa para superar essas dificuldades. O resto não é o meu trabalho»

Focados no que temos de fazer:
 «A equipa tem estado sempre focada em dar a melhor resposta, no limite do esforço. Temos de fazer mais do que os outros para ganhar. Esse é o nosso objetivo, para superar os adversários. O resto não podemos controlar e temos de nos focar em dar essa resposta. Temos consciência que temos de fazer mais do que os outros, e assim faremos»

Sobre Braga:
«Já falámos do jogo de Braga, do que sentimos. A equipa fez o que tinha de fazer: havia que correr, defender, ser organizada, perante uma situação de dificuldade máxima - 55 minutos com nove jogadores contra uma equipa que tinha todos os jogadores em campo. Fizemo-lo e ainda tivemos uma ou duas ocasiões mais para marcar. Em relação à união, temos estado sempre a trabalhar nessa linha. Quem está no FC Porto tem de saber que o coletivo está sempre acima de qualquer individualidade e que temos de fazer mais do que os outros para conseguirmos o nosso objetivo», frisou. «Iremos de frente contra as dificuldades»

Nota final:
A forma como algumas figurinhas falam do F.C.Porto até parece que chegamos agora de outro planeta. Criticar árbitros, mesmo quando estamos cheios de razão? Nunca se viu nada igual. Reacções como a que teve Antero Henrique no intervalo do Braga-Porto? Idem aspas. O Presidente falar em vergonha? Não pode. Isso é para algumas ratazanas que não têm nada que as recomendem, as suas obras são apenas  inventar as mais tenebrosas teorias da conspiração e depois passarem tempos infinitos, sozinhos, sem qualquer contraditório, a dissertar sobre coisas que e a maioria das vezes, são apenas factos criados pela sua conspurcada imaginação.

Rúben Neves versus Sérgio Oliveira, sem esquecer Gonçalo Paciência

 
Ainda não há confirmação oficial, mas parece que Sérgio Oliveira, (SO)actualmente no Paços de Ferreira e que foi uma das grandes promessas da formação do F.C.Porto, regressa na próxima época ao Dragão. É uma ideia que me agrada, tenho pena que agora não seja possível avaliar o que teria sido a carreira do jovem internacional sub-21, se na altura devida tivesse sido uma aposta de Jesualdo Ferreira. Recorde-se que Sérgio era considerado um craque em potência, tinha uma cláusula de rescisão de 30 milhões de euros - sinal claro de que era tido em muito boa conta por quem manda no F.C.Porto -, estreou-se com 17 anos num F.C.Porto-Sertanense para a Taça de Portugal e mostrou capacidades que recomendariam uma aposta na sua capacidade e no seu talento. Não são prognósticos no final do jogo, disse-o aqui, reafirmei-o aqui. Quando vejo o que está  acontecer com Rúben Neves, o exemplo de SO salta sempre à memória. É verdade que Rúben, para além do talento e potencial, parece um jovem sereno, tranquilo, equilibrado, maduro, nem parece que tem apenas 17 anos. Não sei como era na altura SO, se gostava de trabalhar, aprender, tinha paciência para esperar, mas tenho pena que nunca tenha tido as oportunidades que Rúben está a ter. Há quem dia que é um sinal dos tempos, hoje de vacas magras, naquela altura de vacas gordas. OK, mas não foi apenas isso. Teve também a ver com as apostas ou faltas delas de Jesualdo. SO nunca devia ter voltado aos juniores, devia passar a trabalhar com os seniores. Mais, o Professor preferiu num determinado jogo em que tinha 3 médios lesionados, Tomás Costa, Valeri e outro que não me lembro, levar dois centrais para o banco num jogo do campeonato, que levar SO que já tinha jogado no jogo referido anteriormente e num jogo da Taça da Liga frente ao Leixões. De louvar por essa razão a aposta em Rúben Neves e espero que também em Gonçalo Paciência e Ivo. É que quando vejo  a capa do Jogo de hoje e que lá diz: "Lopetegui pede outro avançado", temo que Rúben seja apenas a excepção que confirma a regra. Aboubakar e Brahimi em meados do mês que vem já estarão de volta. Só se for um negócia da China, isto é, um jogador de créditos e experiência confirmados e sem grandes custos para o F.C.Porto.

Três notas finais:
Se uma Instituição Centenária como o F.C.Porto é tratada no panfleto da queimada por F.C.Porco, ainda há alguém que tenha coragem de me vir dizer que exagero na forma como trato alguns "jornalistas" do pasquim dirigido por Vítor Kasparov Serpa, conhecido também pelo Pastel de Belém?

No mesmo panfleto fizeram uma pergunta: "O F.C.Porto foi prejudicado pela arbitragem frente ao S.C.Braga na Taça da Liga? 64% disseram que não, 43% que sim. Melga e Mike, mal conheceram o resultado, gritaram em coro: que surpresa!

Bernardo Silva, como a pescada... antes de ser já era.
Não discuto a bondade do negócio - à priori excelente, à posteriori, veremos...-, mas o facto de dizerem que estava emprestado, ia voltar para ser uma aposta de futuro, quando há muito que se sabia que ia ficar no Mónaco. Quem deve estar triste são alguns que apelidaram Bernardo Silva de menino de Ouro e agora vêem o menino de ouro voar para o principado, quando já estavam a imaginar tanta coisa...

Muito do que se está a passar é de nossa exclusiva responsabilidade


Quando tive a noção do que era a blogosfera e mesmo tendo consciência que um blog é apenas um blog, uma minuscúla gota num oceano de comunicação, disse que mesmo estando atento a tudo que acontece no interior do F.C.Porto, as minhas melhores energias seriam aplicadas no combate externo, contra todos aqueles que não respeitam uma Instituição que tantos e tão relevantes serviços presta ao desporto português, futebol em particular. Nos últimos tempos quem me segue, sabe que, e por muitas vezes, disse que este Porto silencioso, passivo, conformado, olimpicamente cristão e a dar a outra face perante as maiores barbaridades, sem o espírito de luta e guerreiro que era a sua marca, estava a dar o flanco, a por-se a jeito, eles estavam a perder o respeito - já perderam completamente -, passou a valer tudo e mais alguma coisa contra os Dragões. Critérios arbitrais completamente antagónicos e arbitragens vergonhosas que cavaram uma diferença que não justifica nem reflecte o futebol jogado pelas equipas; nomeações de árbitros onde o pudor desapareceu e tudo é feito à escancara; omissões, branqueamento ou extrapolações por parte de uma comunicação social prostituída e vendida, que analisa conforme dá jeito, sempre, mas sempre contra o F.C.Porto, como se viu no jogo de Penafiel, no pós e vergonhoso Braga-Porto - os minhotos queixarem-se do árbitro só pode ser piada... - tornaram-se o dia a dia do futebol luso.
Isto não é choradinho, calimerismo, arranjar desculpas para erros próprios que temos e nunca foram desvalorizados nem omitidos, são factos. Estes escândalos sucessivos, só não atingem proporções muito maiores, incendeiam o futebol português, primeiro, porque e como já disse, os responsáveis do F.C.Porto perderam o fulgor de outras épocas; segundo, porque neste país o F.C.Porto é um alvo a abater e como se tem visto, ser isento, rigoroso, dar aos Dragões o tratamento justo não rende prestígio, vende papel, dá audiências. E o que vemos? Um Zé porco/baleia a perguntar de que se queixa o F.C.Porto no jogo de ontem, como se ficar a jogar com menos dois, uma grande parte do jogo, por culpa de um miserável critério disciplinar do árbitro, fosse coisa pouca. Vemos um ex-árbitro a analisar lances com imagens que não mostram nada, mas a concluir que o F.C.Porto foi beneficiado. Vemos programas de televisão onde se analisa com a camisola do anti-portismo vestida. Vemos qualquer pingarelho, qualquer anão a por-se em bicos dos pés para crescer às custas do bom nome do F.C.Porto. E que tem feito o F.C.Porto? Nada! Amanhã, ou depois, na antevisão do Marítimo-F.C.Porto, que Lopetegui fará, lá estarão alguns dos que nos tratam mal a passearem-se à vontade nas nossas instalações e até a fazerem perguntas ao Mister. Já disse, mas vou repetir: não defendo um Porto de comunicados por toma lá aquela palha; não defendo um Porto a reagir a tudo, a todos e a todo o momento; mas defendo um Porto a reagir, forte e feio, no momento certo e no tempo oportuno e não um Porto que reage e muito bem, contra a vergonha que foi a Gala do Centenário e depois, quando acontecem coisas que colocam em causa tanta coisa - bom nome, possibilidade de conquistar títulos, etc -, não diz nada ou pouco diz.
Que o jogo de ontem faça despertar definitivamente quem e em primeiro lugar tem de defender os interesses do F.C.Porto... Até porque quem não ouve e sente o pulsar dos seus... corre o risco de ter surpresas desagradáveis.

Notas finais:
Ontem alguns portistas, aqueles que falam e xingam nos espanhóis, devem ter ficado envergonhados. Marcano, José Ángel, Campaña e mesmo Tello - não tem a raça e o mesmo espírito dos outros, mas como uma vez me disse o Nuno Capucho: "Não podes pedir que eu tenha as mesmas características do Paulinho Santos. "Pois não, mas nem 8 nem 80", disse-lhe eu. O mesmo diria a Tello -, já que Adrián saiu muito cedo, mostraram uma raça, uma alma e uma vontade que pareciam portistas desde pequeninos. Idem para o Mister. E se Lopetegui ontem, perante tamanho despautério, disse ao quarto árbitro que a continuar assim, mais valia sair do campo, só tenho de lhe tirar o chapéu e dizer: Mister, estou consigo!

As nomeações de Paixão e Capela para os jogos de Benfica e F.C.Porto.
Se fossemos anjinhos e ingénuos, até poderíamos pensar que nas nomeações de Bruno Paixão para o Paços de Ferreira-Benfica e João Capela para o Marítimo-F.C.Porto, faltou apenas bom senso. Mas como não somos uma coisa nem outra...
Depois do que se passou no Nacional-F.C.Porto da época passada e que na altura foi esmiuçado aqui e aqui, nomear novamente João Capela, cujo perfil é aqui retratado, tresanda a provocação e tem tudo para correr mal. É verdade. Ou o árbitro faz uma arbitragem exemplar e ninguém fica com razão de queixa, ou se erra para qualquer um dos lados vai dar polémica e da grossa. Explico, começando por dizer que já pensava assim antes do que aconteceu ontem na "Pedreira": se Capela errar contra o F.C.Porto, os portistas, repito, mesmo que ontem tudo tivesse corrido bem, vão-lhe cair em cima, recordar-lhe o que aconteceu na Choupana em 30/03/2014. Se errar contra o Marítimo, os vermelhos, porque maritimistas e benfiquistas é quase tudo a mesma coisa - não foi o Guardanapo que disse esperar que o público dos Barreiros não se enganasse na sua paixão clubista, puxasse pelo Benfica em vez de puxar pelos verde-rubros? -, vão dizer que se quis limpar, cedeu às pressões, etc.
Já sobre Bruno Paixão... bem, o seu percurso e o seu currículo são de tal maneira conhecidos que não vale  a pena dizer mais nada. Apenas que sendo natural de Lisboa é filiado na A.F.Setúbal...

Alguns dos que falam agora em empolamento, como é o caso, por exemplo, de Luís Sobral, mas não só, são os tais prostitutos que me referi anteriormente, os tais que se fosse com o clube do regime reagiam como reagiram em 2010, fazendo coro com o Benfica naquela vergonhosa tomada de posição que incluiu apelos aos adeptos de boicote aos jogos, ameaças de não participar na Taça da Liga, idas aos ministérios e afins.
Lembram-se de uma capa de jornal com destaque: "Xistra decide o que já estava decidido?" Lembram-se que foi também em Braga e só porque o famoso caceteiro Javi Garcia foi expulso? Que foi numa época em que o F.C.Porto apenas ganhou Supertaça, Taça de Portugal, Campeonato, com apenas 3 empates cedidos e Liga Europa?

PS 1 - Maurício, jogador do Sporting e que tinha uma cláusula de rescisão de 30 milhões de euros, foi emprestado à Lazio com opção de compra obrigatória de 2,650 milhões.
- Bruno, tão novinho e já com tão poucas faculdades?

PS 2 - Ribeiro Cristóvão continua a provar em cada intervenção que faz sobre o F.C.Porto que nunca conseguiu ultrapassar o complexo do careca/gay. Ou então está a ficar gago e qual papagaio, repete sempre as mesmas coisas na esperança que uma mentira muitas vezes repetida passe a ser verdade: "O Porto foi beneficiado em Penafiel, o Porto foi beneficiado em Penafiel..."

S.C.Braga 1 - F.C.Porto 1. Nem o ladrão careca abateu os Super-dragões


Frente ao Braga com vários dos habituais titulares, o F.C.Porto com uma equipa nova, Helton, Ricardo Pereira, Reyes, Marcano e José Ángel, Campaña, Rúben Neves e Evandro, Adrián, Gonçalo Paciência - estreia absoluta na equipa principal em jogos oficiais - e Quintero, sem rotinas e sem automatismos, foi extraordinário na atitude, na raça, no espírito de sacrifício, conseguiu um empate a jogar com 9, contra 11 do Braga e um ladrão careca.

O Braga entrou forte, agressivo, pressionante, rápido a sair para o ataque, foi a primeira equipa a criar perigo, valeu Helton com uma excelente defesa a evitar que os bracarenses se adiantassem no marcador. Aos poucos o F.C.Porto foi tendo bola, conseguiu repartir o jogo, mas algumas displicências que resultaram em perdas de bola - Quintero abusou -, os da casa, com pragmatismo e objectividade, aproveitavam para colocar a baliza do capitão portista em sobressalto, embora sem lances de golo eminente. No primeiro ataque bem construído pelo F.C.Porto, a bola foi metida na área do Braga, Sasso derrubou Gonçalo Paciência, penalty bem assinalado e Evandro a marcar superiormente. Estava o jogo assim, até que um palhaço careca, sem ofensa para os palhaços e para os carecas, resolveu entrar em cena, mostrou de que massa é feito. Cosme Machado expulsou, bem, Reyes - anjinho no duplo amarelo -, mas perdoou a expulsão a Sasso e como se fosse pouco, deu vermelho directo a Evandro. Foi uma expulsão vergonhosa, um absurdo total, o jogador do F.C.Porto, quanto muito, devia ter levado amarelo. Dragões com 9, jogo estragado.

Na segunda-parte, com menos dois e com o empate a surgir muito cedo, 5 minutos, foi resistir, resistir, aguentar de forma heróica, conseguir um resultado fantástico que coloca o F.C.Porto com um pé nas meias-finais. Se o Braga, naturalmente, dominou e teve várias oprtunidades, a equipa de Lopetegui também criou as suas, teve duas e claras - Tello e Marcaño.

Se Helton foi um Monstro, todos os outros não lhe ficaram atrás e meus amigos... que CLAQUE TEM O F.C.PORTO! Muito, mas mesmo muito, orgulhoso desta equipa, deste treinador e destes adeptos. Vi jogadores que chegaram este ano ao Dragão a terem uma atitude e um espírito Porto que já não via há vários anos.

Que esta pouca vergonha seja a gota de água que, definitivamente, faça com que os responsáveis portistas reajam e gritem bem alto que não vamos permitir que isto continue.Se por muito menos, os vermelhos incendeiam o futebol português, porque assistimos mudos e quedos a tanta nojeira?

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