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O escolhido será o treinador de todos...


Se a escolha de quem será o homem que ocupará o lugar que ainda é de José Peseiro - repito: seria a maior surpresa do longo consulado de Jorge Nuno Pinto da Costa, se o treinador natural de Coruche continuasse no cargo -, como treinador do F.C.Porto, fosse entre José Mourinho, Pep Guardiola ou Carlo Ancelotti, talvez os três melhores treinadores do mundo, provavelmente não haveria qualquer divergência, todos na SAD portista estariam de acordo, quer a escolha recaísse no português, no espanhol ou no italiano. Como isso não é possível, é perfeitamente natural que haja diferentes sensibilidades. Agora, há uma coisa que eu tenho a certeza absoluta, porque não pode ser de outra maneira: a partir do momento que for escolhido o novo treinador, ele será a escolha de todos, terá o apoio de todos os que têm responsabilidade no futebol dos Dragões. Desejo que o mesmo aconteça em relação a todos os adeptos do Grande Clube da Invicta.
Acredito que durante a próxima semana tudo ficará decidido, Sairá um e entrará outro, não haverá vazio, uma situação sempre pouco agradável.

Parabéns F.C.Porto, Campeão Nacional de Basquetebol.
Se me permitem uma palavra especial para Moncho López.
Alguém com um grande prestígio que lhe permitia ir para outras paragens, mas aceita ficar no F.C.Porto e iniciar um projecto a partir da Proliga, criando assim as condições para que a modalidade ressurgisse, é um DRAGÃO. Depois e logo no primeiro ano na Liga principal, conquista o título, é um SUPER-DRAGÃO.
Parabéns Moncho!

Ainda que sem confirmação oficial, tudo indica que o central Filipe, jogador dos brasileiros do Corinthians, será jogador do F.C.Porto. Não conheço, portanto, não dou palpites.

PS - Valeu malta, o almoço foi óptimo!

É preciso acabar definitivamente com este ruído...


Mete a cassete, Vila Pouca - é que já disse isto muitas vezes...:
Seria o fim da picada que um administrador da SAD e vice-presidente do F.C.Porto, recentemente eleito, fosse questionado e estivesse em guerra com um empresário de jogadores, alguém que se não fosse filho de Jorge Nuno Pinto da Costa, provavelmente nem existia no mundo do futebol. Alguém que no passado teve comportamentos que se não fosse quem é, nem perto da tribuna chegava... Mas o facto é que este ruído persiste e tem de terminar, definitivamente. Compete ao líder do clube e SAD por fim a esta questão que se arrasta. O F.C.Porto tem de ser sempre um clube unido, um por todos e todos por um, os interesses do F.C.Porto estão sempre acima de tudo e de todos. Só assim voltaremos ser um clube temido e ganhador. Enquanto adepto, sócio e accionista, começo a ficar farto destas merdas.

Ontem acabou a época, é agora a hora dos dirigentes


O F.C.Porto teve ontem o último compromisso da época, um particular em Oliveira do Douro - vitória dos Dragões por 2-1. Portanto, só a partir de hoje se esperam decisões, como disse no post anterior, importante e prioritária, a questão do treinador. Um treinador com o perfil certo, não resolve todos os problemas, mas, como sabemos pelo exemplo de José Mourinho ou de André Villas-Boas, minimiza-os, até pode transformar aquilo que agora é negro, num amanhã radioso - acho surreal haver gente que após a final da Taça de Portugal queria que fosse logo tudo colocado em pratos limpos. Seria uma grande falta de respeito, em particular para com José Peseiro, um treinador que não atingiu os objectivos pretendidos, mas é e foi no F.C.Porto, um profissional sério e digno. Mais, seria brilhante e genial, daria uma imagem fantástica do que é o F.C.Porto, se mal terminasse o jogo do Jamor fosse anunciada a lista de dispensas, dispensado o treinador, apresentado o novo Mister...
Já basta o que basta, o F.C.Porto, em matéria de treinadores, mas não só, estar a regressar a um passado de má memória

Mas se a questão do treinador é fundamental, há outras que questões também urgem resolver. Não podemos arrancar para uma nova e importantíssima época, permitindo que continuem a circular, quase diariamente, notícias que lançam a confusão e criam instabilidade que só aproveita aos nossos rivais e inimigos. Não podemos permitir, definitivamente, ficando mudos e quedos, que constantemente passem notícias que há divisões, facções, uns querem este e outros aquele, cada um defende os seus interesses, nenhum está preocupado com o F.C.Porto.

Também não podemos permitir, pelo silêncio, que passe para os portistas e não só, que os seus dirigentes perderam a noção da realidade, interiorizaram que ou Jorge Jesus ou o caos e assim, estavam dispostos a cometer loucuras para contratar o treinador do Sporting. Com ou sem Doyen e MEO, como se pinta por aí, seriam sempre loucuras, uma fuga para a frente cujas consequências não sabemos quais seriam.
Se há notícias que nem merecem comentários; outras que podem ser tratadas na Dragões Diário; há outras que têm de ser atacadas e não deixando margem para dúvidas, ao mais alto nível. Por isso, agora que é o momento das decisões, um apelo a Jorge Nuno Pinto da Costa:
- Senhor presidente, isto tem de acabar e é ao senhor que compete tomar decisões para que acabe. O F.C.Porto não pode a dar o flanco, permitir que aquilo que era a sua força, seja visto agora como a sua grande e principal fraqueza. Ou resolvemos tudo que temos de resolver e atalhamos caminho... não, nem preciso de terminar a frase, o senhor sabe muito bem o que pode acontecer. Teve uma pequena amostra na última Assembleia Geral do F.C.Porto, clube.

Continua o benfiquismo bafiento e salazarento.
Entrevista de Rui Vitória no Telejornal da RTP. Uau!, nunca se tinha visto nada semelhante. Mas clube do regime tem privilégios que mais ninguém tem.
O F.C.Porto, só neste Século, teve quatro treinadores, portugueses, que foram campeões: José Mourinho que ganhou dois campeonatos e mais uns trocos, como Supertaça, Taça de Portugal, Taça UEFA e Champions League; Jesualdo Ferreira que foi tricampeão e também ganhou mais uns trocos, Taça de Portugal e Supertaça; André Villas-Boas igualmente, campeonato e os respectivos trocos, Supertaça, Taça de Portugal e Liga Europa; e para finalizar, Vítor Pereira, bicampeão nacional. Apesar de todos eles terem conseguido esses feitos, nenhum teve direito a uma entrevista a passar no Telejornal da RTP, serviço PÚBLICO de televisão, como aconteceu ontem com Rui Vitória. Não sei se houve porrada entre Huguinho Gilberto e Carlos Daniel, o benfiquista de Paredes, sobre quem devia entrevistar o treinador do Benfica, mas sei que o nacional benfiquismo bafiento e salazarento, a cultura do clube do regime está de tal maneira enraizada que não sei como vamos combater isto. Talvez, citando uma expressão ontem deixada no Dragão até à morte, por alguém que se identificou como JPC, acabando com o PORTISMO FLÁCIDO, isto é e cito: "O portista moderno, com fair-play, que quando é roubado diz coisas politicamente correctas e quando falha diz que fez o seu melhor e que estamos de parabéns. Que assobia monumentalmente a equipa na jornada em que finalmente chega ao primeiro lugar mas aplaude-a quando perde como no domingo. Um portista que emprenha pelos ouvidos e é tão bom e excepcional na sua actividade profissional e vida que não percebeu que tudo o que o FCP conseguiu, conseguiu-o com suor, lágrimas e ódio, muito ódio aos inimigos."
Cá por mim, portista não flácido, para os inimigos, aqueles que amanhã dirão de nós aquilo que Maomé não disse do toucinho, diplomacia, cavalheirismo, fair-play? Nem pensar!

Alô, alô, é da CMVM?
Um jogador do Benfica, Nico Gaitán, disse que lhe tinha sido comunicado que a final da Taça da Liga era o seu último jogo pelo clube da Luz; comunicou a saída aos colegas; a comunicação social disse que o homem que chegou como Gaitán e sai como Nico, ia para o Atletico de Madrid e por 25 milhões de euros. Dando de barato os outros negócios, talvez mais panamianos que chineses, de muitos milhões, pergunto:
Não devia a entidade reguladora pedir explicações, quando se tratam de valores altíssimos e que podem influenciar a cotação na Bolsa? Será que as mirabolantes, mas sem conteúdo, Opas chinesas e Berardos, que fizeram entrar muita pasta na mão de alguns, não serviram de exemplo?

É hora das decisões e a mais importante é saber quem vai ser o treinador em 2016/2017


Disse quando saiu Julen Lopetegui: os problemas do F.C.Porto não se resumem ao treinador. Disse também que a  herança de José Peseiro era pesada, não esperava milagres, que por um toque de magia o novo treinador transformasse uma equipa que estava mal, em todos os sentidos, técnicos, físicos, anímicos, numa equipa ganhadora e capaz de dar grandes recitais. Mas se não esperava muito, não esperava que em 4 meses, o F.C.Porto de José Peseiro, tivesse 9 derrotas, 4 das quais no Dragão. Esperava sinais de retoma, sinais que me levassem a acreditar e ter esperança que José Peseiro podia ser o homem para dar a volta à situação, alguém capaz de na próxima época conseguir colocar o F.C.Porto a um nível quem tem andado desaparecido nos últimos anos. Enganei-me. Ontem, então, foi um pesadelo. Estou completamente de acordo que não há treinador que resista a erros daqueles, inadmissíveis em profissionais que competem ao mais alto nível, mas a exibição nunca atingiu a qualidade que se exigia a uma equipa que andou semanas a preparar esta final. Peseiro poupou, rodou, fez a gestão que quis, tudo para que a equipa se apresentasse forte na final. Após o jogo frente ao Boavista e quando alguns amigos me manifestaram preocupação porque a equipa não estava solta, rápida, intensa, tão perto do jogo frente ao Braga, a minha resposta foi que podia ter a ver com a preparação para o Jamor, havia uma semana para recuperar, na final a equipa ia aparecer bem e corresponder às expectativas. Mas era a minha esperança, mais que a minha convicção. Não apareceu e é caso para dizer: tanto tempo à espera para esta coisinha de nada.
- Não, senhor Professor, o F.C.Porto não fez uma grande exibição na segunda-parte de ontem. E como na primeira nem é bom falar e o prolongamento não foi nada de especial, tenho pena, mas a qualidade apresentada durante os 120 minutos, não me leva a concluir que apenas perdemos porque fomos traídos por dois erros grosseiros. Se tivéssemos feito um bom jogo, se a equipa no seu conjunto e não três ou quatro jogadores, fosse competente, mesmo dando aquelas abébias, tínhamos ganho! E essa forma de analisar os jogos, que já tinha acontecido várias vezes e que aqui fui dando conta - mesmo em jogos que vencemos...-, leva-me a dizer que de facto, o senhor nunca percebeu no clube que estava. Assim, na minha opinião, que vale o que vale, não sou eu que decido nem tenho qualquer responsabilidade nas decisões, o senhor não devia continuar.

Se disse que os problemas do F.C.Porto não se resumem ao treinador, obviamente está implícito que as maiores responsabilidades têm muito a ver com quem dirige o F.C.Porto. E aí, é conhecido o meu pensamento: quem em primeiro lugar responde nas horas boas e más, é o presidente Pinto da Costa e depois vem por aí  abaixo... Culpas, aliás, assumidas pelo líder do clube e SAD na entrevista ao Porto Canal, quando disse que o F.C.Porto bateu no fundo, mesmo que não contasse na altura que ainda íamos bater uns metros mais abaixo.
Assim, como não preciso que Jorge Nuno Pinto da Costa coloque à minha disposição o seu corpo para ser chicoteado, nem exijo a sua cabeça, espero que no imediato apareçam sinais que as coisas vão mudar e em todas as áreas. Prioridade: treinador! E rapidamente. Não podemos permitir que surjam especulações, apareçam vários nomes, quem for o escolhido seja logo apontado como segunda, terceira ou quarta escolha. Não podemos voltar a errar, num lugar importantíssimo, decisivo para o futuro do F.C.Porto. O escolhido tem de ter um apoio activo de toda a estrutura do futebol portista, não pode, como aconteceu com Julen Lopetegui, ser contratado para um projecto de 3 anos, darem-lhe um grande poder e depois deixá-lo ser cozinhado em lume brando desde o primeiro dia que chegou ao F.C.Porto. O tempo que qualquer um era campeão no Dragão, já passou, é preciso alguém com capacidade, personalidade e competência. Alguém que conheça o F.C.Porto, o futebol português e internacional. Alguém que tenha trabalho feito, as suas equipas sejam reconhecidas pela organização, equilíbrio e porque não, pragmatismo, defendam bem - salvo raras excepções, fundamental no futebol actual - e saiam com propósito para o ataque. Alguém que não tenha medo de dizer as verdades a alguns meninos mimados, não pape tudo que os dirigentes lhe colocam no prato e seja duro com uma comunicação social recheada de freteiros, recadeiros e vendilhões do templo.
Finalmente, alguém que tenha provas dadas de não ter medo de lançar jovens. Quem? Para mim e mais uma vez, vale o que vale, seria o actual treinador do Mónaco, Leonardo Jardim. Se não for, até na hipótese que de momento acho apenas académica, de continuar José Peseiro, respeitarei a decisão de quem de direito e estarei aqui para apoiar. Como faço sempre, dentro das premissas conhecidas: elogiar ou criticar, conforme as circunstâncias, nas críticas procurando ser objectivo e construtivo. Porque seja quem for, não podemos ser nós os primeiros a contribuir para criar problemas, fragilizar e diminuir o nosso treinador.

Notas finais:
Sei que se André Silva fosse jogador do clube do regime, mesmo perdendo a taça tinha tido todas as honras informativas. Mas recuso-me a colocar nos ombros de um jovem de 20 anos e que ainda tem muito para aprender e crescer, toda a responsabilidade inerente a um ataque com a exigência de um clube como o F.C.Porto e nas actuais circunstâncias.

Proponho que na próxima época, Somos Porto e temos de levantar a cabeça, deixem de pertencer ao vocabulário dos jogadores e treinadores do F.C.Porto.

F.C.Porto 2 - S.C.Braga 2. 2 - 4 nas GP. Oferecemos a taça. Porca miséria!


Poupamos, rodamos, fomos alterando a equipa, gerindo os jogadores para que na final do Jamor aparecesse, não um Porto de luxo, capaz de dar um grande recital, mas um Porto suficientemente competente de forma a trazer a Taça de Portugal para a Invicta. Aliás, ontem, no lançamento do jogo, José Peseiro disse e cito: "Desde que cheguei este é o nosso melhor momento em termos de organização, confiança, ritmo e intensidade". Se este é o melhor Porto que o treinador dos Dragões tem para apresentar, sejamos francos, é demasiado pouco. É verdade que não merecíamos perder, o Braga limitou-se praticamente, mesmo no desempate através das grandes penalidades, a aproveitar os nossos erros, erros inadmissíveis nos infantis, nem fala em profissionais e muito bem pagos, mas a qualidade de jogo dos azuis e brancos foi demasiado má.

Na antevisão disse: "Vamos ter pela frente uma boa equipa, uma equipa que vai ficar na expectativa, à espera dos nossos erros, vai explorar o contra-ataque, principalmente através de Rafa, jogador talhado para esse tipo de futebol." E foi o que aconteceu. Porto a ter mais bola, sem criar perigo, dominava, ganhou vários cantos, mas na segunda vez que vem à frente, numa jogada sem qualquer perigo, Braga em vantagem. Sim, sem saber ler nem escrever, Braga em vantagem, num golo para os apanhados e com Helton e Chidozie como grandes protagonistas. Se empatados os bracarenses já não saíam, a vencerem muito pior. Ficaram na expectativa, deram a bola à equipa de Peseiro, mas a forma como o F.C.Porto abordou os cerca de 35 minutos que faltavam até ao intervalo foi um desastre. Raramente, para não dizer nunca, os Dragões conseguiram uma  jogada com princípio, meio e fim, a primeira-parte do conjunto que viajou da Invicta, foi intragável.

A perder ao intervalo, Peseiro mexeu, tirou Chidozie e meteu Rúben Neves, recuando Danilo para central, o F.C.Porto voltou a entrar melhor que o Braga e melhor do que tinha entrado no início do jogo, parecia apostado em rapidamente chegar ao empate e até teve essa possibilidade. Só que não chegou e pior, na primeira vez que os minhotos ultrapassaram o meio-campo, mais uma inacreditável oferta, desta vez de Marcano, Porto a perder por dois golos de diferença. Com o requinte de quem fez o segundo golo foi Josué, jogador que o F.C.Porto emprestou ao Braga e jogou - se estivesse emprestado pelo Benfica e a final fosse frente ao clube do regime, Salvador, com a complacência de Paulo Fonseca, tinha arranjado uma diarreia de última hora. Inacreditável! André Silva, passados 3 minutos, reduziu e com mais de 30 minutos para jogar, esperava-se uma reacção forte da equipa portista. Não houve. Houve um Porto, como lhe competia, a dominar, a atacar, mas sem clarividência, sem organização, tudo muito atabalhoado, as jogadas não saíam em condições, não havia capacidade para pressionar, criar dificuldades ao sector defensivo do Braga, as oportunidades foram poucas, muito graças ao esforço de Herrera pela direita e ao espírito de luta de André Silva. E atrás, Meu Deus, os esforços que eles iam fazendo para oferecer outro golo ao Braga! Quando já poucos esperavam, novamente através da dupla citada anteriormente, o F.C.Porto chegou ao empate, num grande golo de André Silva. Ainda falavam uns minutos para o fim, mas ninguém quis correr riscos e o jogo foi para prolongamento. Do mal o menos.

Com o Braga a ver pairar o fantasma da época passada e o F.C.Porto com a força anímica de quem tinha conseguido chegar ao 2-2 quase no final, esperava-se que os Dragões fizessem um apelo à raça, cerrassem os dentes, fossem com tudo à procura da vitória. Mas se novamente tiveram as despesas do jogo, nunca se viu a qualidade e a alma capaz de desatar o nó e evitar o desempate através das grandes-penalidades. Apenas por uma vez e novamente por André Silva, Marafona correu riscos e já quase no fim do jogo. O  jovem ponta-da-lança demorou, quando rematou encontrou um corpo pela frente e gorou-se a possibilidade. Mas não podemos exigir a André Silva aquilo que outros com muito mais responsabilidades, não dão à equipa.
Depois, enquanto o guarda-redes do Braga defendeu dois pontapés da marca de grande penalidade, o do F.C.Porto não defendeu nenhum; os jogadores do Braga não falharam, Herrera e Maxi, dois dos melhores, falharam e Braga vence a Taça de Portugal. Melhor, F.C.Porto ofereceu a Taça de Portugal ao Braga. Porca miséria!

Nota final:
Nos próximos dias, com calma e de cabeça mais fria, falaremos do futuro.

F.C.Porto - S.C.Braga. As finais são para ganhar!


Como já disse, não é a vitória na Taça de Portugal que salva a época ao F.C.Porto, mas há uma grande diferença entre terminar a temporada com a conquista da segunda prova do calendário futebolístico português ou sem a vencer. Recordo que a vitória garante desde logo a disputa da Supertaça, frente ao campeão Benfica, foi com a conquista em Agosto de 2010 da Supertaça Cândido de Oliveira, também no confronto com o clube do regime, que se começou a desenhar uma das épocas mais bonitas da História do F.C.Porto. O jogo não é fácil, vamos ter pela frente uma boa equipa, uma equipa que vai ficar na expectativa, à espera dos nossos erros, vai explorar o contra-ataque, principalmente através de Rafa, jogador talhado para esse tipo de futebol. Assim, é preciso no Jamor, um Porto concentrado para não facilitar a vida ao adversário, com atitude, alma, carácter, um Porto capaz de colocar no rectângulo de jogo a sua maior competência colectiva e individual. Muitos dos que actualmente envergam o manto sagrado, nunca venceram nada de Dragão ao peito. Têm amanhã uma grande oportunidade de começar a fazer currículo. A oportunidade de alguma forma compensar todos aqueles adeptos que nos últimos anos deram muito e receberam em troca muito pouco. No F.C.Porto costumamos dizer que as finais são para se ganhar. Que esse bom hábito seja mantido e com a conquista da Taça de Portugal se inicie um novo e vitorioso ciclo para os Dragões.
Vamos F.C.Porto!!!

O árbitro é Artur Soares Dias, terá como auxiliares Rui Licínio e João Silva, como árbitros de baliza, Hugo Miguel e Tiago Martins.
Que este artista não tenha qualquer influência no resultado. Mas se errar que não seja por cobardia, como aconteceu no último F.C.Porto-Sporting e no Benfica-F.C.Porto da época 2013/2014.

Convocados ao lado... mas estão todos os que compõem o plantel, com excepção do lesionado Alberto Bueno.

A minha equipa provável:
Helton, Maxi, Martins Indi, Marcano e Layún, Danilo, André André e Herrera, Varela, Aboubakar e Brahimi.

Nota final:
Desejo ao meu amigo, Nuno Capucho, toda a sorte do mundo, agora que chegou à primeira Liga, como treinador principal do Rio Ave. O desafio é grande, a fasquia está alta, mas Capucho tem competência para levar o barco vilacondense a bom porto.
- Nuno, podes ganhar os jogos todos... claro, menos contra o F.C.Porto!
Ora aqui está um bom clube e um bom treinador, para alguns dos jovens talentos do F.C.Porto rodarem...

Sem surpresa, o novo D.Sebastião foi o mais votado na sondagem...


Terminou a sondagem, o total de votos apurados foi de 806, os resultados estão no quadro em cima.

Algumas notas:
Sem surpresa, André Villas-Boas, bisneto do 1.° Visconde de Guilhomil, sobrinho-bisneto do 2.° Barão e 1.° Conde de Paçô Vieira e trineto do 1.° Barão de Paçô Vieira e uma espécie de D.Sebastião para muitos portistas, foi o mais votado, conseguiu 30% dos votos.

Para mim, que fique claro, uma surpresa a votação em Marco Silva, 25% dos votos expressos. Digo que para mim foi uma surpresa, porque e deve ser defeito meu, embora reconhecendo ao actual treinador do Olimpiakos qualidades, não creio que tenha o perfil indicado para treinar o F.C.Porto, neste tempo que se quer de remontada.

Acho que Vítor Pereira deve os seus 10% às últimas notícias que o davam como preferido de Pinto da Costa.

Jorge Jesus, agora definitivamente descartado, penso eu de que, ficou em 3º lugar com 14 %, percentagem que baixou nos últimos dias, mas ainda assim há muitos portistas que queriam o "Catedrático" no Dragão. Não era o meu caso, já há uns anos expliquei porquê, não vejo razões para mudar de opinião. Não, não deixaria de pagar quotas, de ter lugar anual, mas teria de engolir, não um sapo, nem um elefante... seria um jardim zoológico completo.

Também votei, alguns dos meus amigos sabem quem é o meu preferido e vou falar sobre isso para a semana, mas sempre posso adiantar que ficou muito mal classificado...

O actual treinador, José Peseiro, só teve 4%, 35 votos...

Nota final: 
O F.C.Porto pagava a rescisão ao Sporting, 10 milhões de euros; oferecia-lhe 10 milhões/ano; colocava em cima da mesa 150 milhões para investimento no plantel. Nem assim Jorge Jesus sucumbiu ao canto da sereia, veio para o Dragão. Pelo contrário, prolongou o contrato com os viscondes de Alvalade. Ele hesitou, hesitou, consultou a Maya, o bruxo de Fafe, desta vez e ao contrário do que acontecia quando estava no Benfica, também apelou a Iemanjá, mas os adeptos leoninos com aquela reacção e apelo ao coração, no domingo à noite, mais a paixão por ele nutre de Bruno de Carvalho, levaram-no a acrescentar mais um ano ao contrato que era até 2018. E assim, em apenas 24 horas, tudo ficou resolvido... A novela durou pouco, mas rendeu o suficiente para uns pasteizinhos de Belém e um champanhe, nem que seja igual aquele que bebem em certos botecos as meninas de má fama.

 Pelos vistos eu e a Joana Marques estamos em perfeita sintonia...

O dia 1 de Abril é sempre que o panfleto da queimada quiser


10 milhões de euros de indemnização ao Sporting.
10 milhões/ano para Jorge Jesus.
150 milhões de investimento no plantel.
O dia 1 de Abril é sempre que o panfleto da queimada quiser.

Após a saída da convocatória para o Euro, coloquei isto na minha página do facebook:
«Quando as estrelas ficaram a descansar, foste esmifrado; fizeste dois jogos seguidos em condições muito difíceis, Sérvia e Luxemburgo; agravaste a lesão, tiveste de parar, ficaste de fora em vários jogos com prejuízo para ti e para o F.C.Porto. Agora que estás recuperado, foste descartado... porque em nome do nacional benfiquismo bafiento, é preciso levar a nova coqueluche.
Não desanimes, mas que saibas tirar as devidas ilações de tudo isto»

Eles são tão diferentes que a forma de mostrar fair-play é apagar as luzes e ligar o sistema de rega


Mas o que é que é isso, ó meus? Então quando fomos campeões na casa deles, eles reconheceram o nosso mérito, numa manifestação nunca vista de fair-play, trataram-nos a champanhe e como ele jorrava do chão!, apagaram as luzes para que pudéssemos cantar os parabéns ao campeão, iluminados pelos isqueiros e telemóveis e agora, nós, grandes ingratos, nem sequer temos uma palavrinha para os vencedores?
Então senhor presidente, Luís Filipe Vieira, esse grande estadista, na sua imensa generosidade e grandeza, felicita e agradece aos vencidos e nem assim nos tocamos? Vá lá, não seja mauzinho e dê uma palavrinha ao homem. Não, claro que ninguém vai pensar que é um exercício do mais puro cinismo e hipocrisia... Neste país cheio de medinas, temos de ser bons chefes de família, prestar vassalagem e engrossar a onda vermelha. E já agora, senhor presidente, intime o José Peseiro a dar os parabéns ao Rui Vitória. Não vê o que se está a passar com o Jorge Jesus? Como ele nos seis anos que esteve no Benfica, sempre que não foi campeão, foi um exemplo da fair-play, o primeiro a felicitar os treinadores campeões no F.C.Porto e agora não fez o mesmo ao treinador do clube da Luz, todos lhe caíram em cima. A nossa querida comunicação social, sempre muito isenta e equilibrada, não deixou passar e toca a malhar no "Catedrático... "Catedrático" o tanas! "Doutor do Povo"... "Doutor do Povo" o tanas! Ele nunca foi tão bronco, mau carácter e mau desportista como agora. Mas aquilo é maneira de mascar chiclete?

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