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Vitória S. C. 0 - F.C.Porto 2. Excelente primeira-parte


Depois de dois jogos no México, o F.C.Porto praticamente nem descansou, defrontou na noite de hoje o Vitória S.C., em Guimarães. Mais um particular, mais um teste, um passo no caminho traçado para que o conjunto de Sérgio Conceição possa estar pronto e à altura das circunstâncias no dia 9 de Agosto, dia em que defronta no Dragão, o Estoril, jogo a contar para a 1ª jornada do campeonato, Liga NOS. E foi um passo em frente, positivo, com muitas coisas interessantes, em particular na primeira-parte, aquele que deu o F.C.Porto na Cidade Berço.
O caminho faz-se caminhando, sem excessos nem euforias prematuras, mas com a consciência que estamos a fazer bem.

Entrando com Casillas,  Ricardo, Filipe, Marcano e Alex Telles, Danilo, Óliver e Otávio, Corona, Aboubakar e Soares, o F.C.Porto entrou forte, dominador, com uma dinâmica muito apreciável e uma intensidade que merece elogios, encostou o Vitória lá atrás e começou cedo a ameaçar. Otávio aos 4 e 7 minutos, Soares aos 16, ficaram muito próximo do golo, mas pela forma como estava o jogo, pela qualidade que a equipa do F.C.Porto apresentava, chegar à vantagem era uma questão de tempo. E o golo, melhor, os golos, não tardaram: Aboubakar aos 21 e Soares aos 26 colocaram a bola lá dentro, deram cor e justiça ao excelente futebol dos pupilos de Sérgio Conceição. Claramente por cima no jogo e no marcador, uma questão se colocava: ia o Dragão manter o ritmo, a intensidade e a concentração, a chama alta? Manteve, não fez mais nenhum golo até ao intervalo, mas foi sempre melhor, nunca permitiu à equipa de Pedro Martins arrebitar cabelo. E assim, no final dos primeiros 45 minutos, vantagem de dois golos, justa, indiscutível e que até podia ser maior, do conjunto azul e branco que se exibiu em bom nível.

No início da segunda-parte entraram José Sá, Maxi e André André, saíram Casillas, Danilo e Corona, com o caxineiro a jogar no meio-campo, o uruguaio no seu lugar habitual e com Ricardo a subir para o lugar do mexicano. Mais tarde saíram Aboubakar, Alex Telles, Otávio, Soares, Ricardo, Óliver e Filipe, entraram Herrera, Marega, Brahimi, Layún, Indi, Mikel e Hernâni

E a etapa complementar, pela expulsão de André André, logo aos 7 minutos e pelas alterações, obviamente não podia ter atingido a qualidade da primeira, no que ao F.C.Porto diz respeito. Mas apesar de jogar com 10 e o Vitória ter aproveitado para subir de rendimento, só por uma vez, quando Filipe cortou uma bola que ia para a baliza, a equipa vitoriana criou verdadeiro perigo. No resto, se é verdade que os portistas foram obrigados a defender mais, não tiveram tanta bola, também é verdade que estiveram sempre bem e organizados na função defensiva, quando tinham bola procuraram jogar.
Pena que as condicionantes do jogo e as sempre necessárias nestes jogos, substituições, não tenham permitido ver até onde teria ido aquele Porto da primeira-parte...

Nota sobre o árbitro, João Pinheiro:
Se André André foi imprudente e viu bem o vermelho, porque não veio também Vigário para a rua, por exemplo? Já começam os critérios desiguais? Entradas duras são vermelho para jogadores do F.C.Porto e amarelos para os adversários? Espero bem que não... porque se isto for para continuar vão levar connosco desde a 1ª jornada. Depois digam, lá estão eles, deixem os árbitros em paz, joguem à bola, etc.

Sobre os dois jogos no México

 
Nota de abertura:
O presidente do F.C.Porto está hospitalizado, mas a recuperar bem. Tal como aconteceu em outras ocasiões, há muito javardo neste país que confunde os desejos com a realidade. Curiosamente, há quem tenha sido muito lesto a fazer editoriais de condenação aos cânticos da maior claque do F.C.Porto, mas não tenha dito nada contra as resmas de comentários abjectos a propósito do acidente que atirou Jorge Nuno Pinto da Costa para o hospital. E não podem dizer que não os conhecem... porque quando lhes interessa andam muito atentos às redes sociais.

E agora, algumas análises individuais, talvez prematuras, valem o que valem, mas também é para isso que existe o Dragão até à morte.

Vaná:
Jogou muito pouco, não há nada que se possa dizer em seu favor ou contra. Parte, a priori, como terceiro guarda-redes...

Ricardo: o que mais me impressionou nos dois jogos. No F.C. Porto já dava indícios de ser um jogador com potencial, tecnicamente interessante, rápido com e sem bola, polivalente, precisava de jogar regularmente para crescer, deitar cá para fora tudo o que se adivinhava. Em França teve essa possibilidade, jogou muitos jogos numa boa equipa e num bom campeonato, impôs-se, foi uma das figuras do terceiro classificado da Liga francesa. Regressou e mostrou que pode ser um jogador importante no Porto de Sérgio Conceição. Defende bem, ataca bem, tanto vai por fora como interioriza, dá profundidade, tem uma grande capacidade de rapidamente transformar uma recuperação perto da área do F.C.Porto, numa jogada de perigo na área adversária.

Martins Indi:
Fez uma bela época na Premier League ao serviço do Stocke, mas vá lá saber-se porquê, os ingleses não se quiseram chegar à frente - estarão a guardar-se para o final do mercado, esperando que nessa altura ou em Janeiro o F.C.Porto venda a preço de saldo? Ficam à espera mais um ano e no próximo ficam com o jogador a custo zero? Porque alimentou essa possibilidade, Indi, pareceu no México um jogador triste, cumpriu, mas sempre deixando a ideia que tem a cabeça noutro lugar. É canhoto, não há muitos por aí, adapta-se bem a um sistema com três centrais, pode dar um jeito na lateral em caso de emergência, razões para veja com bons olhos a sua continuidade... mas de corpo e alma e com a possibilidade de uma saída sem que o F.C.Porto receba aquilo que é justo, afastada..

Rafa:
Não acompanhei a época que fez no Rio Ave, mais li que foi excelente, o mesmo pensou o F.C.Porto, Rafa regressou, integrou o estágio, foi para o México. Nos dois jogos que lhe vi, fiquei com a ideia que tinha dele quando jogava no F.C.Porto B. Bem com bola e para a frente, dificuldades sem bola a defender. Quer frente ao Cruz Azul, quer com o Chivas, deu espaço nas costas, no primeiro jogo a bola foi às malhas laterais, no segundo começou na má colocação dele o golo do 2-2. É um jovem, tem potencial, se for capaz de corrigir estes defeitos defensivos, ser mais agressivo e mais rápido a atacar a bola, pode vir a ser um lateral-esquerdo com capacidade de no futuro e não a muito longo prazo, ser o dono do lugar no lado canhoto da defesa do F.C.Porto.
 
Sérgio Oliveira:
Talento, tem. Coisas que mais nenhum outro médio do F.C.Porto, capacidade de tiro, também tem. Falta-lhe intensidade e capacidade física para ir e vir, acreditar no seu valor, querer muito. Apareceu muito bem no México, ainda é um jovem, está muito a tempo de ser o jogador que tanto prometeu quando jogava nos juniores e era chamado à equipa principal. Comigo, no mínimo, pelo menos estava sempre entre os 18.

Mikel:
Não tendo ainda a experiência e a qualidade de Danilo, o nigeriano pode ser uma boa alternativa ao internacional português, mas são jogadores de características semelhantes. Têm ambos dificuldades em jogar longo, com um passe de 30 ou 40 metros, transformar uma jogada defensiva numa oportunidade de golo. Quando é sabido que o F.C.Porto em muitos jogos vai enfrentar equipas muito fechadas e que dão poucos espaços, não ter um jogador na chamada posição 6, o trinco, com essas capacidades, é para mim é uma lacuna. Danilo ainda é capaz de ter umas arrancadas, transportar a bola, já Mikel... Talvez em determinados jogos, jogos em que praticamente só se ataca, fazer uma adaptação, jogar com Herrera a trinco. Eu sei que o mexicano às vezes desconcentra-se, inventa, facilita, mas como acho importante tem um jogador diferente nessa função...

Aboubakar:
Regressou melhor que aquele Aboubakar da segunda metade da época 2015/2016, mas não diferente do Aboubakar que tanto prometeu no início da mesma época, quando já dizíamos que tinha feito esquecer Jackson Martínez. É um bom avançado, dificilmente encontraríamos melhor em circunstâncias normais, com o aperto financeiro, então é que nem se fala. Mas é uma situação difícil de gerir, está no último ano de contrato, ganhava muita pasta no Besiktas...

Galeno:
Não se pode pedir a um jovem que veio da equipa B, está a dar os primeiros passos no plantel principal, conhecer colegas, treinador, adaptar-se a um forma diferente de jogar e outra exigência, está cansado e as pernas pesam, chegue e brilhe a grande altura. Jogadores desses são muito poucos. Vamos indo e vamos vendo, mais à frente há tempo para decidir o que fazer com o jovem brasileiro. Recorde-se que nos dois jogos no Olival, frente à Académica e Rio Ave, marcou...

Hernâni:
Outro que esteve muito bem na época anterior, no caso ao serviço do Vitória S.C.. Mas Hernâni para mim continua a ser um mistério. Olha-se para ele, parece triste, quando devia estar feliz, tentar agarrar com tudo e de sorriso nos lábios, mas uma oportunidade de ficar e contar, no principal plantel do F.C.Porto. Tanto faz coisas magníficas, como se perde num futebol inconsequente e que não leva  alado nenhum. Se não for agora, quando será?
 
Dito isto, ainda temos três jogos, dois antes da apresentação e da selecção que vai ter de ser feita, digo eu. Há tempo para trabalhar, a equipa crescer, agora que as pernas começam a pesar menos, não há os problemas que a digressão mexicana acarretou, continuar a ver e avaliar evoluções colectivas e individuais.
Há uma certeza que tenho:
Se não sair ninguém, não houver gente amuada porque queria sair e não saiu, ao contrário do que vou ouvindo e lendo, o F.C.Porto de Sérgio Conceição, em termos de opções, não está mais fraco que o de Nuno Espírito Santo, mesmo que a única aquisição seja Vaná.

Nota Final:
Marega, pelo que vou lendo e ouvindo, ainda não se apresentou. Não sei as razões, mas seria muito estranho que ainda fosse uma hipótese para o plantel da época que para o F.C.Porto, começa dia 9 de Agosto às 19 horas no Estádio do Dragão frente ao Estoril.

Chivas 2 - F.C.Porto 2. Houve evolução e isso é que importa nesta altura


No segundo jogo em terras mexicanas, em Guadalajara, frente ao Chivas, vencedor do torneio Clausura, teoricamente um adversário mais forte que o Cruz Azul, com quem empatou a zero na madrugada da última terça-feira, mas já mais adaptado ao fuso horário, menos desgastado​ e sem o problema da altitude, esperava-se um Porto mais solto, capaz de mostrar outros argumentos, que está a evoluir. E assim foi. A equipa de Sérgio Conceição fez uma boa primeira-parte, chegou ao intervalo a vencer por 2-0 e podia ter feito pelo menos mais um golo, muito pelo efeito das substituições, não esteve tão bem na segunda, deixou-se empatar, mas merecia ter ganho.

Entrando com Casillas, Ricardo, Filipe, Marcano e Alex Telles - único sector onde não houve mexidas em relação à equipa que iniciou o jogo anterior -, André André e Óliver no meio, Hernâni na direita e Otávio na esquerda e dois avançados, Soares e Aboubakar, o F.C.Porto arrancou uma primeira-parte de bom nível.
Entrando a pressionar bem e beneficiando dessa pressão, iam decorridos apenas 2 minuto e já conjunto de Sérgio Conceição estava em vantagem. Corte defeituoso da defesa do Chivas e Aboubakar a aproveitar muito bem para fazer golo. Melhor era impossível. Também pelo  tónico de estar por cima do marcador, viu-se um Dragão mais solto, mais rápido e mais equilibrado, mais equipa que no jogo anterior. Tendo mais bola e trocando-a com propósito, já mais rápido a pensar, executar e sair para o ataque, os Dragões com dois laterais a darem profundidade e Óliver com a batuta, foram claramente superiores. O segundo golo surgiu naturalmente, obtido por Otávio e numa jogada de compêndio, não permitiram nada aos mexicanos, tiveram algumas oportunidades para chegar ao intervalo mais confortáveis no marcador.

Antes do intervalo, ao intervalo e com o desenrolar do jogo as substituições aconteceram - Casillas((José Sá aos 35 e depois Vaná aos 81); Ricardo(Corona aos 46); Filipe(Indi aos 46);Marcano(Jorge Fernandes aos 81); Alex Telles(Rafa aos 74); André André(Sérgio Oliveira aos 46); Óliver(Herrera aos 35, depois Mikel aos 74); Hernâni(Maxi aos 35, depois Layún aos 67), Aboubakar(João Carlos Teixeira aos 67); Soares(Galeno aos 46); Otávio(Brahimi aos 46) - e naturalmente isso teve reflexos no rendimento da equipa.
Na segunda-parte, a entrada voltou a ser forte, nada se alterou em relação ao que de bom tinha acontecido na primeira, o terceiro golo esteve a vista. Mas quando e ser ter feito nada por isso, o Chivas reduziu, num lance caricato e que não devia ter sido validado, as coisas começaram a mudar. Não é que os mexicanos fossem muito superiores, nada disso, mas tiveram mais bola, chegaram mais vezes e com mais perigo à baliza do F.C.Porto, viriam a conseguir o empate numa desatenção da defesa portista - muito espaço nas costas de Rafa, Jorge Fernandes batido e Layún mal colocado, o defeito que tarde em corrigir, a deixar o marcador golo sozinho nas suas costas. Foi pena, até porque nos entretantos, com mais discernimento e assertividade no último passe, os Dragões podiam ter feito outro golo.

Nota final:
Nestes particulares de pré-época, mais importante que saber se o adversário estava desfalcado na primeira-parte e mais completo na segunda - com o F.C.Porto passou-se o contrário -, é ter a consciência que não podemos nem devemos fazer juízos definitivos, num sentido ou noutro, sejam colectivos ou individuais, ficar deslumbrados, extrapolar coisas normais, nem arrancar cabelos porque houve coisas erradas. Não, mas podemos ver se há evolução, se a equipa cresce fisicamente e no ritmo de jogo; melhora na ocupação os espaços, se os processos defensivo e ofensivo vão a sendo assimilados. Se pressiona com critério ou de forma desgarrada; o que faz quando tem bola ou o que procura fazer para a recuperar rápido; se há trabalho nas bolas paradas ofensivas e como aborda as bolas paradas defensivas, etc., etc.. E o que vi agradou-me, mesmo que ainda haja muito para melhorar... seria absurdo que com pouco mais de duas semanas já tudo estivesse bem.
Curiosamente, alguma comunicação social aborda os jogos no México e diz: F.C.Porto não ganhou nenhum jogo. Que chatice...digo eu!

Túnel da Luz, mais uma vergonhosa parceria entre Benfica e Ricardo Costa


Agora que o apito morreu e a reacção do Benfica, à morte, só mostra a sua - e dos prostitutos ao seu serviço -, verdadeira dimensão, há outro processo, outra pouca vergonha com alguns dos mesmos protagonistas do processo dos apitos, Dourado e Final, que convém não esquecer: refiro-me ao chamado caso do túnel da Luz ou da pouca vergonha, após o Benfica - F.C.Porto de 20/12/2009, mais uma vergonhosa parceria entre Benfica e Ricardo Costa.

Resumidamente: no final do jogo, houve problemas entre alguns dos jogadores do F.C.Porto, particularmente, Hulk e Sapunaru e alguns stewards estrategicamente colocados no túnel de acesso aos balneários. João Ferreira, conhecido nas escutas a Luís Filipe Vieira, como, João, pode ser o João Ferreira, quarto árbitro desse malfadado jogo, fez queixa ao árbitro principal, Lucílio Baptista, conhecido por SLB - Senhor Lucílio Baptista -, a Comissão Disciplinar da Liga(CDL), presidida por Ricardo Costa, conhecido pelo Pavão Vermelho, suspendeu preventivamente os dois jogadores portistas. Porque, principalmente Hulk, era um jogador importantíssimo, decisivo, o melhor jogador do campeonato, o F.C.Porto tentou acelerar o processo, facto que a CDL não atendeu - aqui. Mais tarde saiu o castigo: quatro meses para o brasileiro, seis para o romeno. O F.C.Porto, obviamente, recorreu para o Conselho de Justiça(CJ) e esse orgão deu provimento ao recurso. Hulk viu os quatro meses passarem a 3 jogos, Sapunaru os seis meses a 4 jogos. Só que entretanto - foquemo-nos apenas em Hulk, pela importância que tinha na equipa e recordemos que após o regresso do Incrível o F.C.Porto venceu os jogos todos até ao final da época -, Hulk já tinha cumprido 18 jogos, isto é, 15 a mais do que devia cumprir. Quando foi conhecida a decisão do Conselho de Justiça, o F.C.Porto reagiu através do comunicado que podem ler a seguir. No ponto 8 e que tive o cuidado de sublinhar, o F.C.Porto fazia tensão de recorrer à justiça para ser ressarcido dos prejuízos causados por tão aberrante decisão - a propósito, ainda há poucos dias, Manuel Jesualdo Ferreira, treinador dos Dragões, na altura, responsabilizava o caso do túnel pela perda desse campeonato. Como estamos acerca disto? Já foi esquecido? O processo continua a percorrer os lentos caminhos da justiça? É que quando vimos o Pavão Vermelho ainda cheio de peito, de empáfia e com tom provocatório, sem esquecer que pertence ao Tribunal Arbitral de Desporto, depois de ter perdido em toda a linha, mete cá uma confusão...

Comunicado do F.C.Porto:   
«1 – O CJ da FPF decidiu convolar as penas de quatro e seis meses aplicadas a Hulk e Sapunaru, pela Comissão Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, em consequência das ocorrências no túnel do Estádio da Luz, após o Benfica-FC Porto de 20 de Dezembro de 2009;

2 – Depois de analisar o recurso apresentado pelos atletas do FC Porto, o CJ decidiu punir Hulk com suspensão de três jogos e multa de 2.500 Euros e Sapunaru com suspensão de quatro jogos e multa de 4.500;

3 – Ao contrário da CD da LPFP, o CJ da FPF concluiu que a conduta de Hulk e Sapunaru «integra, por violação do disposto no art. 18º, nº 4 do RC, a infracção disciplinar grave» punível «pelo art. 120º, j) do RC da LPFP com suspensão de 1 a 4 jogos e multa de 750 a 3750 Euros»;

4 – Fica assim desmontada mais uma habilidade despudorada perpetrada pela CD da LPFP e exibida em praça pública por uma lamentável sede de protagonismo. Resta saber se o «acto de contrição» que agora se impõe terá o mesmo exibicionismo mediático;

5 – Desde a suspensão imposta pela CD da Liga a Hulk e Sapunaru passaram 17 jogos das competições nacionais e mais de três meses. Como teria sido o desempenho do FC Porto nestes compromissos, caso os dois atletas estivessem, como deviam ter estado, disponíveis e quais os reflexos desta aberração na classificação da Liga 2009/10? Será que a verdade desportiva foi defendida?;

6 – Fica novamente comprovada a perseguição da CD da LPFP ao FC Porto e a cegueira persecutória de Ricardo Costa, ratificada, ao melhor estilo de Pôncio Pilatos, pelo presidente da LPFP, Hermínio Loureiro. Recorde-se que, ainda recentemente, o mesmo Hermínio Loureiro afirmou que o seu papel se limitou a criar condições para que os órgãos da LPFP funcionem. Nem que seja sem rigor, de forma grosseira e com arbitrariedade…;

7 – Este, de resto, será o facto mais marcante do mandato dos actuais órgãos dirigentes da LPFP. O futebol não esquecerá o péssimo serviço que lhe prestaram nesta matéria e, por conseguinte, só lhes resta uma saída: Obviamente, demitam-se!;

8 – A FC Porto – Futebol, SAD já deu instruções aos seus advogados para intentarem as competentes acções de responsabilização e indemnização, quer dos membros da CD da LPFP, quer da própria instituição.»

Para finalizar, façamos um pequenos exercício e imaginemos o que teria acontecido neste país com o seguinte cenário:
O túnel era o do Dragão, o caso passava-se com jogadores do Benfica, concretamente, Di María - estava na altura para o clube do regime como Hulk para o F.C.Porto - e o argentino era castigado nos mesmos moldes que foi o jogador do F.C.Porto, cumpria mais 15 jogos que o devido, o Benfica perdia o título para o F.C.Porto?
Não é difícil de imaginar, pois não?
Os anos passam a sensação continua: o clube do regime é um caso à parte no desporto português, futebol em particular. Goza de uma impunidade e privilégios que mais nenhum clube tem neste país.
 
Já agora, imaginemos também que André Ventura, esse cartilheiro, provocador, agitador, mentiroso e racista, era portista - Deus nos livre e guarde! , director de campanha de Pinto da Costa?

E ainda, que alguém que tinha sido motorista de Pinto da Costa, durante muitos anos, o presidente tinha com ele tinha uma relação tão especial, tão especial que até o nomeava para um cargo importante de director com regalias que incluíam carro e gabinete na Porta 18 do Dragão. E depois esse personagem era apanhado a traficar droga?
Não vale dizer que a emoção de PC era hipocrisia e cinismo, as lágrimas eram de crocodilo...

Cruz Azul 0 - F.C.Porto 0. (3-2) no desempate por pontapés da marca de grande penalidade

 

Na cidade do México, no Estádio Azul, frente aos mexicanos do Cruz Azul, conhecidos por La Máquina e a contar para SuperCopaTecate, o F.C.Porto fez na madrugada de hoje o seu primeiro jogo particular da pré-época - os jogos-treino disputados no Olival com a Académica, empate a 2 golos e frente ao Rio Ave, vitória por 4-0, para mim não contam. No final dos 90 minutos os Dragões empataram a zero, perderam por 3-2 no desempate por pontapés da marca de grande penalidade.

Porque estes jogos mais que tudo, servem para treinar, dar pulmão, ver como se comportam os jogadores em conjunto e individualmente, verificar se os métodos estão a ser assimilados, há evolução na organização, nos processos, nos automatismos, temos sempre de ter alguma calma e distanciamento, ter vários factores em conta. No caso concreto do F.C.Porto, que é o que nos importa, temos de analisar tendo presente que há um treinador novo, com tudo o que isso implica; o cansaço próprio e natural num início de temporada forte; uma viagem longa e para um Continente com fuso horário diferente, mais a questão da altitude; um adversário mais rodado e por isso com mais ritmo. E porque no futebol não há milagres, não é carregar no botão e já está, convém não dar muita importância ao resultado - obviamente, desde que não descambe para um resultado desprestigiante...-, embora, pelo que fez na segunda-parte, o F.C.Porto merecesse ter ganho.

O treinador Sérgio Conceição escalou de início, Casillas, Ricardo, Filipe, Marcano e Alex Telles, Mikel e Óliver, Corona, Otávio, Soares e Brahimi. Portanto, tirando uma ou outra alteração, sendo que a mais lógica será a entrada de Danilo e saída de Mikel, uma equipa muito próxima daquela que, se não houver surpresas - mercado ou lesões -, será a equipa chamada de titular - embora no actual futebol, equipa titular seja um conceito cada vez mais ultrapassado - e a primeira-parte, no que aos Dragões diz respeito, não teve grandes motivos de interesse. Frente a um adversário mais fresco, mais solto e mais ligado, foram naturais as dificuldades do conjunto de Sérgio Conceição. Com as pernas a pesarem tudo fica mais difícil, lá se vai a clarividência e o discernimento, a capacidade para decidir e definir bem. Não se estranhou por isso a pouca bola, os problemas na saída a jogar, a pouca ligação das jogadas e as poucas oportunidades que os portistas tiveram, nem o nulo ao intervalo, resultado que se ajustava ao desenrolar da partida - os mexicanos também só por uma vez estiveram muito próximo do golo.

Como é hábito neste tipo de jogos, ao intervalo houve várias substituições e no início da segunda-parte o F.C.Porto começou com José Sá, Maxi, Filipe - viria a sair para a entrada de Jorge Fernandes ao minuto 81 -, Martins Indi e Alex Telles - Rafa aos 64 -, André André - 81 Herrera -, Óliver - 64 Sérgio Oliveira - e Otávio - 64 João Carlos Teixeira -, Hernâni - 81 Layún - Aboubakar e Galeno - e, ao contrário das expectativas, a etapa complementar foi mais conseguida que a inicial.
Não foi um Porto de nível superior, seria pedir demasiado, mas foi melhor. Pressionou bem, teve mais bola, mais organização, critério na saída para o ataque, mais intensidade, criou várias e algumas claras, oportunidades, apenas pecou no ultimo passe, não teve eficácia na hora de meter a bola lá dentro. Merecia pelo menos um golinho e ganhar o jogo.

Assim, a conclusão a retirar deste jogo é positiva. Não seria exigível, nesta altura, pedir muito mais a este Porto versão 2017/2018.
Acredito que mais adaptado, menos cansado, logo, mais solto, o F.C.Porto vai evoluir, estar melhor no próximo jogo frente aos também mexicanos do Chivas.
Há a sensação que temos ali gente que bem preparada, orientada e motivada, pode ser uma surpresa. Dois exemplos: Sérgio Oliveira - ou vai ou racha - e João Carlos Teixeira - tem muito talento, só precisa que o ajudem a deitá-lo cá para fora. Não com um futebol curto e lento, de muita parra (fintas) e pouca uva (objectividade e capacidade de explosão), mas com um futebol capaz de ser produtivo, render golos e assistências.

Nota final:
Que é feito da Carolina? Boa pergunta. 
- Alô, alô Carolina, que é feito de você? 

Agarrem o clube do regime, senão...


Depois de ter sido conhecida a decisão do Conselho de Justiça sobre os Apitos Dourado e Final, total absolvição do F.C.Porto e do seu líder, agora também na justiça desportiva - um dia destes falaremos de outro processo, o famoso caso do túnel da Luz e do comportamento lamentável, mais um, de Ricardo Costa, o Pavão Vermelho - como era de esperar, o clube do regime reagiu. Mas não reagiu formalmente, nada disso, reagiu utilizando a estratégia já conhecida e utilizada sistematicamente, fonte do Benfica. Isto é, o clube do regime através do seu departamento de propaganda, manda o que lhe interessa para algumas redacções - no caso, foi um comunicado com vários pontos e que podem ver ao lado - e aí, os prostitutos, cartilheiros, freteiros e recadeiros - no caso do panfleto da queimada, foi Fernando Urbano, o Baninho, um benfiquista empedernido e sempre pronto a fazer o que for preciso em prol do seu amado clube, a fazer o papel de putinha de serviço -, encarregam-se de passar para a opinião pública a posição do clube da Luz - desta feita é uma espécie de, agarrem-me senão... 
É bom vê-los assim, armados em virgens ofendidas, como se fossem um clube sem telhados de vidro. Não são! Mesmo com a complacência e conivência de tantos que deviam ser isentos, equilibrados e equidistantes, mas esquecem-se das suas obrigações - não falo apenas na comunicação social, também aponto ao poder político e judicial -, cada vez vai ficando mais claro, mesmo para os mais cépticos - alguns não escondem o incómodo - que os telhados do clube do regime nem a uma casca de tremoço resistem.

Depois de darem o penta como um dado adquirido e já pensarem no hexa - lembram-se? Falei disso na devida altura... -, alguns, os mesmos vendidos de sempre - alô freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado, nem um duquezinho para a goleada sofrida pelo Benfica? - agora para não perturbarem o ambiente, tendem a desvalorizar o descalabro que foi o último jogo do clube dos e-mails. São jogos de pré-época, servem para isso mesmo. Pois, até sou capaz de concordar. Como digo muitas vezes, já assisti a pré-épocas fantásticas que se transformaram em grandes desilusões, como já vi o contrário. Mas que diabo, há sempre um prestígio a defender e uma imagem a preservar.
- Não sejas burro, Vila Pouca, são dores de crescimento...

Entretanto, lá pelo México, onde está o F.C.Porto - amanhã pela tardinha falaremos do jogo desta madrugado frente ao Cruz Azul, conhecido por La Máquina -, mais um que não se ia apresentar, Diego Reyes, já está a trabalhar junto com o grupo.

- Fábio, Fábio, mas o que é isso, ó meu? Depois de tantas juras de amor... não havia necessidade. Mas as virgens ofendidas que estejam caladinhas...

Os Apitos Dourado e Final acabaram. Que comece o Apito Amolgado ou Encarnado...


Como podem constatar aquiaqui, finalmente, ao fim de mais de 9 anos, terminou o Apito ou os Apitos, melhor dizendo, Dourado e Final, mas já havia decisões que indiciavam que isto ia acontecer, pena que a justiça tarde - aqui, mas tudo começou com gato escondido com rabo de fora. Fez-se justiça ao F.C.Porto, é um dia feliz para o portismo e perdoem-me a imodéstia, para mim e para tantos como eu, gente que dentro das suas limitadas possibilidades, deu o corpo ao manifesto pelo F.C.Porto.
Independentemente do que vem já a seguir, a questão que se coloca, é: e agora? Durante anos o F.C.Porto, quem o lidera e os seus adeptos, foram sistematicamente afrontados, achincalhados, acusados de corrupção, mesmo que a justiça que conta, a de toga preta, nos tenha ilibado de todas as acusações, eles não paravam, a cada oportunidade lá vinha  conversa da treta, foram acusados, comeram e calaram, não recorreram. À pergunta: e agora? Respondo: não sou jurista, não sei o que podemos fazer, mas sei que numa decisão semelhante, a FPF foi obrigada a reintegrar o Boavista no principal campeonato do futebol português. Portanto, vamos ver e se houver uma hipótese, por mais remota que seja, vamos para cima deles com tudo.
Pela parte que me toca, não perdoo nem esqueço o que nos fizeram - Por istoistoistoistoisto, istoisto. Não conseguiram, mas tentaram destruir o F.C.Porto, colocá-lo numa situação muito complicada e impedi-lo de lutar por objectivos grandiosos. Estão nos links alguns dos que nos tentaram destruir, mas também não podemos nem devemos esquecer todos aqueles que na altura em vez de tentarem perceber a estratégia do F.C.Porto em não recorrer - era o que eles queriam. Arrastavam a decisão, decidiam contra os nossos interesses, na época 2008/2009 ou na seguinte, entrávamos com menos 6 pontos - juntaram-se ao coro de interesses que não tinham nada a ver com  os nossos. Será que agora alguns desses vão ser capazes de fazer mea culpa, reconhecerem que estavam errados, ou vão fazer de conta, na esperança que o tempo tenha apagado da memória o seu comportamento dúbio, numa altura difícil e que todos eram precisos?

Notas finais:
Há quem esteja preocupado, ache que esta decisão do Conselho de Justiça traz água no bico, é um indício que o Apito Amolgado ou Encarnado não vai dar nada. Calma, atrás do tempo tempo vem. No caso dos e-mails há situações de uma gravidade tal que as autoridades não podem assobiar para o lado, vão ter de agir. Seria o cúmulo da pouca vergonha, a prova provada que em Portugal, o Benfica, para além de ser o clube do regime, goza de impunidade de privilégios que mais ninguém goza.

Vaná, ex-guarda-redes do Feirense, ingressou no F.C.Porto. Compreendo a contratação que deve obedecer a esta lógica: José Sá precisa de jogar, com a continuidade de Iker Casillas as oportunidades seriam poucas. Com a contratação de Vaná, Sá pode ser emprestado, jogar - fundamental numa posição tão específica -, ficamos com garantias caso haja um contratempo com Iker.

Continuo no vamos indo e vamos vendo


Dragões Diário:
«Bola ao ar
Já sabe que as janelas de transferência são períodos de algum desvario jornalístico, com nomes a serem atirados para o ar ao ritmo de 140 carateres de um qualquer anónimo. Não é por isso de estranhar que os três principais jornais desportivos portugueses tivessem ontem trazido na capa a notícia, veiculada pela 'Sky Sports', de que o FC Porto teria uma proposta de cerca de 15 milhões de euros do Stoke City por Martins Indi. Pois bem, 'Record' falava num negócio hipotético, 'O Jogo' referia (e bem) a fonte inglesa, enquanto 'A Bola'... fechava o negócio! "Saída definitiva", lia-se na capa. Um destes dias, 'A Bola' ainda há de acertar numa primeira mão que não venha da Catedral da Cerveja.»

Depois disto e até porque a Sky Sports não é propriamente a lixeira da Cofina, mais vale continuar no lema: vamos indo vamos vendo e na altura própria faremos o balanço. Veremos com que plantel ficamos e aqui, se tivemos ou não capacidade para fazer um ou outro ajustamento importante para termos um plantel à altura das responsabilidades de um clube que joga sempre para ganhar; como resolvemos o problema dos excedentários e de alguns jogadores importantes que vão entrar no último ano de contrato; se conseguimos facturar verbas com algum significado e que nos permitam resistir melhor a alguma ofensiva de última hora - mesmo tendo consciência que com o mercado a fechar apenas a 31 de Agosto e com a agitação que vai por aí... Assim, conforme as coisas forem acontecendo e se tornem oficiais, vamos comentando.

No mais, tudo continua igual, desde a história dos e-mails que os vendilhões do templo tentam desvalorizar, ao mesmo tempo que tentam, com notícias feitas sem o mínimo de ética e deontologia, denegrir o nome do F.C.Porto, como ainda aconteceu hoje a propósito da pirotecnia.

Quem me segue no facebook e no twitter já conhece, fica a também a foto para os que apenas acompanham através do blog.

 

Apesar da penúria os adeptos do F.C.Porto continuam entusiasmados e apaixonados


Como ficou bem demonstrado no último sábado à noite na Ribeira, quando da apresentação dos equipamentos do F.C.Porto para a época 2017/2018, a paixão dos Dragões continua bem à vista, apesar de quatro anos de penúria. Sendo assim, se se diz que o melhor capital de um clube são os seus adeptos, então o F.C.Porto está bem e recomenda-se.  Mas... vamos às outras partes, aquelas que não me entusiasmam tanto. Pelo que tenho visto, ouvido e lido, tudo gira à volta de Sérgio Conceição. É o portismo e a raça do Sérgio; são os métodos do Sérgio; as ideias, tácticas e modelos do Sérgio; é mais uma época que se inicia com muita responsabilidade e muita pressão em cima das costas do treinador. Sérgio é apresentado como uma espécie de salvador da pátria e isso não é bom. Por isso, torno a bater na mesma tecla e ao mesmo tempo que faço votos para que Sérgio não defraude as expectativas, seja o tal, para bem do portismo, espero também que haja para com ele a mesma tolerância e o mesmo apoio de que gozou Nuno Espírito Santo na temporada passada.

Muitos dos problemas que afectam o F.C.Porto e levam ao descontentamento dos adeptos, eu incluído, têm origem num silêncio que às vezes se torna ensurdecedor. Há quem diga que este silêncio é bom, significa um regresso ao passado, falar pouco e fazer muito. Mesmo acreditando que estamos a fazer o que é preciso - esse balanço será feito mais lá para a frente, sobre isso, não saio do vamos indo e vamos vendo, porque Dragão escaldado de água fria tem medo... -, uma coisa não impede a outra. Tratar com discrição e recato tudo que sejam saídas e possíveis entradas; formar um plantel com competência e à altura das responsabilidades do F.C.Porto, OK; mas como disse há coisas em que o silêncio se vira contra o próprio F.C.Porto. Não temos do nosso lado uma imprensa amiga, sempre de pernas abertas para passar as nossas mensagens, dar destaque, vender - procuram é fazer o contrário. A propósito: qual é o problema do F.C.Porto ainda não ter feito nenhuma aquisição? Se um dos centrais que são nossos, Indi ou Reyes, for integrado, para que precisamos de outro? Se Aboubakar continuar, com Soares e Rui Pedro, não fica o problema resolvido? O que fica a faltar? Um 8 diferente, como já aqui fiz referência na época anterior? Sim, mas é apenas uma aquisição, não há dramas. Claro que se sair alguém importante, aí já é outra história, temos de estar preparados, resolver em tempo útil. Portanto, parem lá com essa história, deixem de repetir o mesmo disparate que só serve para meter bichinhos na cabeça de alguns portistas mais ansiosos -. por isso temos de falar, repetir, motivar e mobilizar o portismo, para que cada um, dentro das suas possibilidades, use os meios ao seu alcance para dar o destaque que o F.C.Porto justifica e merece por direito próprio - o chamado caso dos e-mails e a onda que gerou no universo portista foi sintomático. Ora, como já aqui disse e repeti, com a voz do F.C.Porto a ser quase em exclusivo a voz do presidente e com Pinto da Costa calado, fica complicado, aparecem as mais inverossímeis teorias da conspiração, especulações gratuitas e que só servem para criar ruído à volta do F.C.Porto. Se a isso juntarmos a informação que os portistas deviam ter e em primeiro lugar, através do seu clube, mas não têm, como se viu em vários exemplos já falados - Depoitre, Casillas, Rúben Neves, Boly e agora Moreto Cassamá; o silêncio sobre o que correu mal e o que estamos a fazer para que corra melhor - era o mínimo que se exigia a quem dirige o F.C.Porto e uma consideração que os portistas, pelas razões que apontei anteriormente, merecem -,  estão encontradas as razões para o descontentamento que existe, por mais que alguns tentem negar. A comunicação tem feito progressos, mas ainda está longe do que um clube como o F.C.Porto, precisa.
 
Vi na capa da lixeira desportiva da Cofina, não sei se é verdade, mas se for é uma vergonhosa originalidade que vai manter-se. A BTV vai voltar a transmitir os jogos do Benfica disputados na Luz. O escândalo continua. A FPF e a Liga têm que tomar uma posição, não podem ter medo dos gritos com origem no clube do regime, sejam eles do bronco e iletrado Luís Filipe Vieira, sejam dos paineleiros e cartilheiros benfiquistas, sejam eles dos jornalistas entre aspas, aqueles que não fazem outra coisa senão lamber e fazer fretes aos vermelhos.
Digam um, apenas um país onde no principal campeonato de futebol, haja um clube que transmite os seus jogos em casa através do seu canal de televisão? Não há!
Agora que o vídeo-árbitro vai ser utilizado na Liga NOS, a BTV continuar a transmitir os jogos do Benfica não contribui nada para que o clima de suspeição diminua. Porque faz tanta questão o clube do regime que os seus jogos em casa sejam transmitidos na BTV?

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