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F.C.Porto 1 - B.Leverkusen 3. Muito pouco Porto, passou a melhor equipa


Tinha dito após o jogo na Alemanha que para chegar aos oitavos-de-final era preciso muito mais Porto. Hoje não houve esse Porto, o Leverkusen venceu com naturalidade e com toda a justiça, segue para os oitavos a melhor equipa. E quase não era preciso dizer mais nada. Melhor, o início do jogo disse quase tudo sobre as duas equipas.

Nós, boa entrada em jogo, duas belas jogadas de envolvimento, más definições no último passe, nenhuma consequência para os alemães.
Eles, na 1ª jogada bem construída, melhor definição, passe bem executado e no momento correcto, jogador sozinho na cara de Marchesín e a não falhar.
Dragões sem capacidade para reagir forte a que se juntou a contrariedade da lesão de Luis Díaz, Bayer tranquilo no jogo.
Resultado ao intervalo ajustava-se ao desenrolar da partida.

Na etapa complementar, Dragões pareciam empenhados em dar a volta, mas ainda só tinham decorridos 5 minutos - 50 no jogo - mais uma vez com processos simples, a equipa de Leverkusen marcou o 2º aos 57 fez o 3º, também num contra-ataque bem delineado, reduziu Marega aos 65, resultado com que terminou a partida, não sem que Soares, ainda tenha visto e bem, o cartão vermelho.

Notas finais:
Uma prestação europeia muito aquém das expectativas.
Pela sua história nas provas da UEFA, pelo que gastou e pelo orçamento que tem, o F.C.Porto não pode ser apenas isto... O Bayer Leverkusen é uma boa equipa, sem dúvida, mas está longe de ser um dos tubarões do futebol europeu. Já para não falar nas receitas que estavam orçamentadas para a Liga Europa e não se cumpriram, nem na valorização de activos que uma boa prestação europeia sempre proporciona, num clube que precisa de vender como de pão para a boca.

Agora e até Maio, apenas com o campeonato para disputar, definitivamente, deixemo-nos de desculpas com faltas de união e outras tiradas do género, concentremo-nos na melhoria da qualidade de jogo, pois só assim conseguiremos ganhar jogos, estar na luta pelo título até ao fim.

PS - Futebol português sem equipas nas provas europeias a partir de Fevereiro. É a consequência do Benfica hegemónico e do estado lampiânico. Agora vêm as lágrimas de crocodilo de muitos daqueles que têm grandes responsabilidades nesta situação, daqueles que, como não me canso de repetir, o futebol português pode estar na lama, ser uma sucessão de escândalos, mas se o clube do regime tiver sucesso... está tudo bem e não se passa nada.
Lamentavelmente o F.C.Porto está na mesma onda.

F.C.Porto 1 - Portimonense 0. Uma bomba de Alex Telles colocou os Dragões na liderança provisória


Uma 1ª parte igual a muitas outras... Um Porto com mais bola, mas tudo muito previsível, pouca dinâmica e inspiração. Duas oportunidades, tantas como o Portimonense, sendo que as dos algarvios foram mais flagrantes, uma das quais um penálti - analisado à lupa pela dupla Bruno Esteves no VAR e Hugo Miguel no campo. Já nem falo do lance sobre Zé Luís, muito semelhante ao que deu origem ao penálti contra o F.C.Porto, mas que pena estes senhores não serem tão rigorosos e criteriosos com outros clubes... - que Jackson desperdiçou atirando por cima da barra.

A 2ª parte começou com o F.C.Porto a ter as mesmas dificuldades da 1ª, Sérgio Conceição aos 54 minutos tirou Soares e Uribe, meteu Zé Luís e Nakajima, mas só a partir do minuto 70 os Dragões carregaram, obrigaram os algarvios a ter mais dificuldades, embora sem criar grandes oportunidades. E quando o empate ameaçava, ao minuto 87, Alex Telles arrancou uma bomba do outro mundo e colocou o F.C.Porto na liderança, pelo menos até amanhã.

Nota final:
A exibição, mesmo com a atenuante do cansaço do jogo da Alemanha, não foi famosa, mas como o que conta são os resultados, foi mais uma vitória e mais 3 pontos.

PS 1 - Continuo a pensar que o melhor caminho para chegar às vitórias é jogando bem. Mas como sou apenas um treinador de bancada, um bitaiteiro que só sabe teclar... siga!

PS 2 - Pergunta para sondagem no site de A Bola: "Jackson devia ser sido o escolhido para bater o penálti contra o F.C.Porto?"
O chiqueiro da queimada ao nível do pior da lixeira da manhã. Escumalha!

Do meu facebook e Twitter...
De repente, sem nada que fizesse prever, o F.C.Porto encostou no Benfica. Por coincidência, sim, no futebol português tudo são coincidências, um jogo à porta fechada relativo à final da Taça de Portugal disputada há 9 meses, participação da polícia, um inquérito por insultos racistas no jogo de Moreira de Cónegos, participação da GNR. E assim, a Liga NOS tem mais um protagonista...

B.Leverkusen 2 - F.C.Porto 1. Para chegar aos oitavos é preciso muito mais Porto na 2ª mão


Frente a um adversário organizado, intenso, sem grandes estrelas, mas composto de jogadores que tocam e passam bem, sabem quando devem jogar curto ou esticar, ter bola, um Leverkusen de futebol simples, mas prático e objectivo, o F.C.Porto fez uma primeira-parte muito fraquinha.
Incapaz de ter bola, jogar, fazer uma jogada com princípio, meio e fim - quase sempre um toque a mais, um passe ou uma opção errada -, a equipa de Sérgio Conceição só ameaçou iam decorridos 43 minutos, remate de Uribe para uma defesa difícil do guarda-redes dos alemães.
Assim, podem os portistas dar-se por felizes por chegarem ao intervalo a perder pela diferença mínima. O Leverkusen foi muito melhor em todos os capítulos do jogo.

Na segunda-parte, no início vimos um F.C.Porto mais equilibrado e a pressionar melhor, com mais posse, mas quando tudo parecia estar no bom caminho e a reacção portista se notava, Manafá fez um grande disparate, agarrou um adversário dentro da área, penálti. Marchesín ainda defendeu, mas o VAR mandou repetir, golo - se nos penáltis, o VAR estiver sempre com esta atenção, com este olho de lince, só vir o comportamento do guarda-redes e esquecer o do marcador do penálti, então muitos penáltis falhados vão ser repetidos.
Os Dragões acusaram o toque, abanaram, mas Sérgio Conceição mexeu, tirou Manafá quase de seguida Soares, meteu Nakajima e Zé Luís - mais tarde saiu Luis Díaz e entrou Danilo -, o F.C.Porto reagiu, reduziu através de Luis Díaz após excelente cabeçada do Zé Luís, resultado com que terminou a partida e permitiu aos portistas saírem com tudo em aberto da Alemanha.

Tudo somado, vitória justa do Leverkusen, uma má exibição do F.C.Porto na primeira-parte, melhor na segunda, mas muito longe de ser brilhante. Para chegar aos oitavos é preciso muito mais Porto na 2ª mão.

Notas finais:
Uma arbitragem miserável em claro prejuízo do F.C.Porto.

O apoio dos adeptos do F.C.Porto à sua equipa, foi mais um vez, fantástico. Continuam a dar muito mais do que recebem.
Que fique claro, o problema do F.C.Porto nunca foi falta de união nem de apoio dos adeptos. Tem muito mais a ver com a qualidade ou falta dela, de jogo.

Vitória S.C. 1 - F.C.Porto 2. Dragão encosta na águia num dia em que a ralé foi protagonista


Com a vitória do S.C.Braga na Luz, o F.C.Porto tinha uma grande oportunidade de encostar no Benfica. Conseguiu e a conquista do título que há poucas semanas parecia uma miragem, agora já não é assim.

Não vi o jogo todo, vi metade da 1ª parte e o início da 2 e por isso não posso falar do jogo. Do que vi, uma entrada fortíssima do F.C.Porto, pressão, dinâmica, um golo bem construído, marcou Sérgio Oliveira aos 10 minutos. Vi e não gostei nada do início da etapa complementar, de ver o F.C.Porto sofrer um golo após uma sucessão de erros que começaram numa perda de bola meio-campo, continuaram nas facilidades que vários jogadores portistas deram a Ola John para cruzar, e terminaram numa abordagem que nem sei explicar de Marchesín. Marega recolocou o F.C.Porto de novo na frente, resultado com que terminou o jogo.

Se após a derrota frente ao S.C.Braga e ficamos a 7 pontos, era mais coração que razão, tudo parecia reduzido à matemática, disse:"Agora é ir jogando, procurar ganhar e esperar", depois do Benfica, que vinha de uma volta completa apenas com uma derrota, em duas jornadas ter perdido 6 pontos e o Dragão ter encostado na águia, continuamos a não depender de nós, mas agora está tudo em aberto, há razões para acreditar.

O episódio com Marega é vergonhoso, mas não é surpreendente. Os adeptos do Vitória são pródigos em episódios merecedores das mais veementes censuras. Se eles são assim feios, porcos e maus com os deles, não admira que façam estas nojeiras com adversários.

A propósito deste lamentável episódio vamos ver até onde vai a desfaçatez de alguns contorcionistas, cartilheiros e freteiros.
Aliás, já começou com esse pobre de espírito que, pasme-se, é deputado da nação, chamado André Ventura.
- André Ventura, não prestas, mesmo!, mas és um digno representante da cultura vieirista que está instalada no Benfica.
Bendita democracia que permite a gente como tu estar no Parlamento.

No site do jornal A Bola:
"Dragão a um ponto do líder após jogo marcado por insultos";
"Marega abandona o campo devido a insultos".
Insultos RACISTAS, perceberam? Têm medo de quê, seus cobardes?

No futebol há uma máxima que quase todos respeitam: o que se passa no campo, fica no campo. E por isso acho muito bem que o F.C.Porto não seja um clube de queixinhas, de chorinhas, qualquer coisinha lá vai uma participação para o Conselho de Disciplina. Mas se o Benfica de Vieira, useiro e vezeiro nesse expediente, fez queixa de Pepe e Marega, mesmo que seja apenas para polemizar, lançar a confusão, agitar, então com essa gente não podemos contemporizar. Não sei se ainda podemos fazê-lo, mas se for possível façamos queixa de Vinícius pela cotovelada em Corona.

Morreu Pedro Baptista.
Paz à sua alma. Os meus sentidos pêsames para a família e amigos.
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F.C.Porto 3 - Académico de Viseu 0. Dragões no Jamor para defrontar o Benfica e até já há árbitro... António Rola!


Um F.C.Porto pouco inspirado, venceu naturalmente e sem discussão o Académico de Viseu e está de volta ao Jamor, desta feita para defrontar o Benfica. E até já há árbitro... vai ser António Rola, na impossibilidade de vir um juiz estrangeiro.

Frente a uma equipa que naturalmente colocou sempre muita gente atrás da linha da bola, o F.C.Porto foi lento, previsível, facilitou a vida à equipa viseense. Não admira por isso que na 1ª parte o conjunto de Sérgio Conceição fizesse apenas um golo, Alex Telles na transformação de uma grande penalidade, iam decorridos 19 minutos.
A diferença mínima com que se chegou ao intervalo, era um resultado que se ajustava ao desenrolar dos primeiros 45 minutos de jogo.
Dragões superiores, mas incapazes de criar muito perigo, réplica possível por parte da equipa da 2ª Liga.

Na 2ª parte, foi tudo muito semelhante à 1ª, só após o 2-0, Zé Luís ao minuto 64, as coisas melhoraram um pouco. Ficaram definitivamente resolvidas quando Sérgio Oliveira passados 8 minutos aumentou a contagem e colocou o marcador no 3-0 final.

Nota final:
Há jogadores que pensam que se andarem muito tempo com a bola no pé, dão mais nas vistas, mostram mais serviço. Não é verdade, principalmente se for muita parra e pouca uva. Foi o caso de Nakajima no jogo de hoje.

Quem mais beneficia da inacção das instituições, no desporto, mas não só, que o Benfica e o seu presidente?


A polémica do momento só pode surpreender quem anda muito distraído ou vive noutro planeta. É sempre assim quando as coisas não correm bem ao S.L.Benfica. Apenas na última década, foi assim em 2010, 2011, 2012, 2013, não foi assim em 2014, 2015, 2016 e 2017 porque as coisas correram bem ao S.L.Benfica, voltaram ao mesmo em 2018 e no início de 2019 - quando Vieira condicionou e coagiu tudo e todos após o F.C.Porto - S.L.Benfica para a meia-final da Taça da Liga - e está a acontecer agora porque o clube do regime pensava que ia ser um passeio até ao final do campeonato e as coisas complicaram-se. E se a fórmula deu o resultado que deu na época passada, porque não repetir?
Depois, como o clube de todos os regimes conta com uma máquina de propaganda cheia de prostitutos da escrita e da palavra - como se pode ver o chiqueiro da queimada continua fortíssimo e muito à frente da concorrência, apesar das lixeiras da Cofina -, cheia de gente que se for o F.C.Porto a queixar-se logo vêm a conversa que se tratam de desculpas esfarrapadas para desviar atenções, mas se for o Benfica extrapolam até aos infinitos e dão destaques diários, a polémica veio para durar. Não admira por isso que Vieira, protegido por um enorme chapéu, vista o fato de treino, mostre e sua verdadeira dimensão chunga-mor, desate a dizer as maiores barbaridades. O cúmulo desfaçatez deste sem vergonha vai ao ponto de se queixar das instituições, quando ele e o seu clube são dos maiores beneficiários da inacção das instituições, estejam elas no desporto ou fora dele.
É isto constantemente: só há verdade desportiva e o futebol é fantástico, quando a vida corre bem ao Benfica, mesmo que aconteçam os maiores escândalos.

Como se pode ver NESTE POST e podia ver-se em tantos e tantos outros que foi publicando ao longo dos tempos, nada disto é novo.

"Vimos diversas Casas do Benfica a serem vandalizadas em diversas localidades apenas porque nessa semana havia um FC Porto-Benfica."

"Fazemos o apelo para que a Liga Portugal e a FPF ponderem recorrer à nomeação de árbitros estrangeiros para os jogos do Benfica e FC Porto até final desta época porque existe um clima de coação e ameaça sobre os árbitros portugueses e as suas famílias que está em crescendo."

Para António Bagão Félix, conhecido papa-hóstias, o abraço entre Rui Vitória e Bruno Paixão, muito mais suspeito que o abraço entre Manuel Mota e Pepe. As razões são tão óbvias que nem vale a pena explicar...

Duarte Gomes, Dudu, podes fazer o pino, dar cambalhotas em frente, à rectaguarda, saltar, gritar, apelar a todos os santinhos, bater no peito para dizer que és o tipo mais sério do mundo, só acredita quem quiser. Para mim, és como comentador de arbitragem, aquilo que foste enquanto árbitro: um servidor do Benfica. A marca está de tal maneira agarrada à tua pele que não há conversa, produto nem lavandaria que resolva.



F.C.Porto 3 - S.L.Benfica 2. Num belo jogo, vencedor justíssimo e a luta pelo título continua


Entrada forte do F.C.Porto, uma clara oportunidade que Pepe desperdiçou, um excelente golo de Sérgio Oliveira, vantagem merecida. Reacção do Benfica, defesa de recurso de Marchesín a cabeçada de Chiquinho, Pepe pensou que a bola ia sair, reagiu tarde, golo de Vinícius. Prometia o clássico.
Depois, Artur Soares Dias, primeiro, perdoou o 2º cartão amarelo a Taarabt, não viu um penálti claro, teve de ser ajudado pelo VAR, para então ver o óbvio. Alex Telles colocou novamente os Dragões na frente, vantagem que aumentaria num auto-golo de Rúben Dias, após excelente iniciativa de Marega.
O intervalo chegou com os portistas na frente e por números correctos.

Na 2ª parte entrou bem o Benfica, uma oportunidade um golo, de seguida Pepe voltou a falhar um golo cantado - o central luso-brasileiro mostrou dificuldades próprias de quem esteve muito tempo parado. Um Pepe normal hoje tinha feito dois golos -, diferença mínima reposta, tudo em aberto quando ainda faltava muito tempo para o fim.
Com o Benfica mais assertivo e na procura do empate, faltou ao F.C.Porto ter mais bola, circular, controlar, aproveitar os espaços, definir melhor, marcar outro golo que daria mais justiça ao resultado. O lance de Luis Díaz já no fim do jogo é daqueles que não se pode desperdiçar.

Tudo somado, belo jogo, uma boa exibição do F.C.Porto, melhor na 1ª que na 2ª parte e um resultado justo... mesmo que outro um golo desse um colorido mais de acordo com o desenrolar do jogo.
Agora a quatro pontos, continuando a não depender apenas de si, resta à equipa de Sérgio Conceição fazer o que precisa de ser feito, ganhar, ganhar e esperar.
Como tinha dito na antevisão, estas partidas não se jogam, ganham-se. Ganhamos um jogo e espero, a confiança necessária para que a 2ª parte da época possa ser melhor que a 1ª.

Nos dois jogos frente ao Benfica, atendendo à valia do adversário, viu-se o melhor F.C.Porto da época.
Faço votos que a partir de agora não aconteça o que aconteceu na época passada, com paixões, pinheiros, miguéis e afins, a carregarem o andor vermelho.

Mais uma vez, tem sido uma constante, grande apoio dos adeptos do F.C.Porto. Aliás, em apoio dos adeptos, o F.C.Porto é líder destacadíssimo.

A táctica é simples: Duarte Gomes, vulgo Dudu, inventa, muda as regras, lança o mote, o árbitro prejudicou o Benfica. O clube do regime aproveita, coloca a cassete - pela milésima vez lá estava a invasão do centro de treinos de árbitros na Maia -, vitimiza-se, a máquina de propaganda amplifica, está lançada polémica que, como sempre que se trata do SLB, tem pilhas Duracell. Coitadinho do SLB que tem tantas razões de queixa... Não tem, mas como o objectivo é apenas tirar benefícios futuros... Mas onde a piada atinge a dimensão suprema, é quando o SLB diz querer árbitros estrangeiros para os seus jogos e os jogos do F.C.Porto.
Eh, pá, vamos a isso!... mas alguma vez eles trocariam os pinheiros, costas, miguéis e afins desta vida, por árbitros estrangeiros? Não, claro que não, as provas da UEFA são como o algodão, não enganam.
Temos de desmontar e dar combate sem tréguas a esta táctica requentada e bafienta de um estado lampiânico sem vergonha na cara.

Pois é, só se falava no Super-Rafa. Mas alguém viu o Super-Rafa ontem no Dragão? Não, Corona reduziu-o a pó. A defender não lhe permitiu nada, a atacar chegou a humilhá-lo.

Twittadas e facebokadas:
Um carroceiro sem nível e sem educação, não deixa de ser tudo isso e mais alguma coisa, só porque é presidente do Benfica.
A tua sorte, Luís, é estarmos em Portugal, caso contrário já estavas dentro há muito tempo.
Made in Porta 18:
Espectáculo dantesco e degradante numa tradicional imagem de estados de narcotráfico.

F.C.Porto - S.L. Benfica. Estas partidas não se jogam, estas partidas ganham-se


frase é do mexicano Miguel Layún, foi dita antes do FC.Porto - Benfica de 20 de Setembro de 2015, jogo que os Dragões venceram por 1-0, golo de André André. E na altura acrescentei: é a mensagem perfeita para transmitir o sentimento que deve reinar entre os portistas, técnicos, jogadores e adeptos. Sim, porque um Porto - Benfica nunca é apenas mais um jogo, é o jogo. Ao clube do regime queremos ganhar sempre, mesmo que seja ao berlinde.

O SLB pode fazer e dizer o que quiser, repetir até à exaustão as mentiras que são a sua prática diária - voltou a não faltar a questão da invasão do centro de estágio dos árbitros, na Maia. Que falta de imaginação! -, mas não vai impedir que o F.C.Porto e o portismo repitam que aquilo que se tem passado na arbitragem portuguesa ultrapassa todos os limites da decência. em que os episódios lamentáveis que acontecerem na última terça-feira, na Luz e no Fontelo são mais dois bons exemplos.
Pena, muita pena que o F.C.Porto seja muito rápido a reagir institucionalmente e a disparar em algumas situações, mas entregue outras que deviam merecer o mesmo tipo de reacção a segundas, terceiras e quartas figuras, por mais respeito que tenha por elas.

Alguém é capaz de me explicar porque carga de água, Rui Cerqueira, cansado de saber o que quer o "jornalista" da lixeira da cofina, persiste em dar a palavra a um recadeiro que só está na conferência de imprensa para tentar criar polémica? Hoje foi mais um episódio...

Académico de Viseu 1 - F.C.Porto 1. O F.C.Porto não pode ser isto... e a dupla Pinheiro e Xistra tem de se explicar


Uma exibição muito abaixo dos mínimos exigíveis a uma equipa do F.C.Porto, frente a uma equipa de meio da tabela da 2ª Liga.
Sérgio Conceição pode falar de união, desunião, no que quiser, mas por mais voltas que dê não consegue justificar este tipo de exibições.

O lance sobre o Corona já no final do jogo, em que árbitro e VAR não assinalaram um penálti do tamanho da Torre dos Clérigos, é outro sintoma de neste momento estes artistas do apito e afins. não têm nenhum respeito pelo F.C.Porto. Mas calma, está quase a sair a Revista Dragões...

Só por cegueira, má-fé, condicionamento ou cobardia alguém pode dizer que o lance sobre o Corona não é penálti.

Parabéns aos adeptos que estiveram no Fontelo, pelo apoio e, principalmente, pela paciência!

Porque os outros se calam, mas tu não...
Este artista de cachecol do SLB, é António José Vilela o "jornalista" que assina a peça da Sábado.
O problemas das toupeiras é que deixam sempre um grande rasto. Isto para não falar no cheiro...
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