Populares Mês

Bem pregam os Frei Tomás da nossa praça...


O jornalismo e a democracia, no editorial de Vítor Serpa.
Como disse no e-mail que lhe enviei, qualquer um subscreverá, sem hesitações, o editorial do director, entre aspas, da Bola, que podem ler clicando da foto ao lado. O problema é que no caso concreto, como os exemplos que se seguem mostram bem, na prática a letra não bate com a careta. E assim, o editorial não passa de conversa fiada, olhem para o que digo, não olhem para o que faço.
Um presidente está calado, mas os outros falam muito, conclusão, todos são iguais e só fazem ruído desnecessário.
Um responsável de comunicação apresenta factos verdadeiros e outro denúncias anónimas, conclusão, são os dois muito mauzinhos, têm demasiado protagonismo, só querem criar um clima de ódio, pior, agem assim para desviar atenções.
Um árbitro errou contra determinado clube - SLB -, não pode ser, o Conselho de Arbitragem tem de dar explicações, mas se errar contra outro - F.C.Porto -, aí, deixem os árbitros em paz, errar é humano, coitados dos árbitros.
Um clube - F.C.Porto - quando dominava o futebol português, fazia umas gracinhas nas provas europeias. O outro - SLB - domina, mas nas provas europeias faz seis jogos, seis derrotas, um golo marcado e quatorze sofridos. O ex-dominador era atacado por todos os lados, acusado de tudo, o outro que domina agora, mesmo com tantas evidências, não se pode tocar nem com uma luva de pelica.
Os Apitos, foram e continuam a ser usados e abusados, servem constantemente de arma de arremesso contra o F.C.Porto, mesmo já estando totalmente ultrapassados - com o F.C.Porto e o seu líder totalmente ilibados na justiça desportiva e civil. Mas agora, quando está à vista o maior escândalo do futebol português, há um silêncio e um branqueamento quase absoluto. Enquanto no passado se acusava com ligeireza, nem se esperava pelas decisões da justiça e esta era boa ou má, consoante acusava ou ilibava o F.C.Porto, agora atacam-se e criticam-se aqueles que já têm juízos definitivos.
São alguns exemplos, podia dar centenas - estão por aí, é só pesquisar -, sobre práticas do jornal A Bola que mostram claramente que o panfleto da queimada não é isento, equilibrado, equidistante, trata factos semelhantes da mesma maneira. Mostram que nunca o pasquim da queimada esteve tão de cócoras, capturado e ao serviço do Benfica, como nos últimos anos. E assim, bem eles podem pregar sobre a essência do bom jornalismo, que a prática demonstra claramente que apenas são comerciantes de papel, cujo raciocínio é simples:
O SLB é o mais clube português, tem, dizem eles, seis milhões de adeptos, logo são os clientes alvo, agradar-lhes é a prioridade do jornal. Não admira que depois se fabriquem Eusébios com a maior das facilidades ou faz-se tudo, mesmo tudo - desde pisar o rigor, isenção, ética e deontologia -, para que o público alvo ande feliz, compre o pasquim. Por exemplo, o futebol português está cada vez pior no ranking da UEFA? Que importa? Desde que o SLB ganhe...

A defesa da cartilha pelo cartilheiro Bagão Félix. Ele pensa que comemos gelados com a testa.
É óbvio, natural e legítimo que em casos específicos, em nome da informação correcta e da verdade que deve ser transmitida a leitores, ouvintes ou telespectadores, um clube, seja ele qual for, esclareça os seus comentadores ou colunistas. Nestas circunstâncias a ser cartilha, seria uma cartilha benigna, que visaria esclarecer para evitar especulações, deturpações, que a mentira propagasse. Mas não é isso que se passa com a cartilha do Janela. Não, a cartilha de que se fala, é maligna, é mais um instrumento do Benfica para confundir, intimidar, coagir, criar problemas aos adversários, árbitros e a todos os que têm influência no futebol, como se tem visto e que as denúncias anónimas são apenas a cereja no topo do bolo - a última vítima de denúncia anónima é o guarda-redes do Marítimo. Lá está bem escarrapachada no site do panfleto da queimada, com número e tudo e é mais um exemplo do tal jornalismo credível que fala Serpa. E quando os comentadores afectos ao Benfica, muitas vezes em simultâneo, falam ou escrevem, por exemplo, sobre os trezentos e não sei quantos dias sem ser marcado um penalty contra o F.C.Porto, colocam tabelas com o números de árbitros da AFP que arbitraram o Benfica, isso é apenas a constatação de uma evidência, sem nenhuma segunda intenção? É claro que não. Faz parte de uma estratégia consertada e com origem bem definida para perturbar e pressionar, na expectativa de colher dividendos. E não há dúvidas, nos últimos eles estão à vista.
Já a tomada de poder, para além de ser óbvia - só não vê quem é cego ou anda distraído -, só foi atenuada com o chamado caso dos e-mails. Caso contrário estaríamos entregues a pires, piriquitos, pavões, adões e afins, sim porque o 1º ministro Vieira é extraordinário e agora o Benfica manda mesmo.

A importância do 25 de Abril no desporto português.
Quando se escreve sobre a importância da Revolução de Abril no desporto português, é natural que se fale sobre o ouro olímpico de Carlos Lopes, Rosa Mota, Fernanda Ribeiro ou Nélsón Évora, a  conquista do Euro 2016 pela selecção portuguesa de futebol. Mas quando se omitem os sucessos do F.C.Porto - uma Taça dos Campeões Europeus e particularmente uma Champions, são exemplos de feitos estrondosos e que só por má-fé podem ser ignorados quando se fala no desporto do pós-25 de Abril -, clube da 2ª cidade de um país pequeno, pobre e descaradamente centralista, está tudo dito sobre quem escreveu. Se disser que foi o freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado, a reacção só pode ser, eu vi logo...
Não são uma surpresa as omissões deste vendilhão em relação às coisas boas conseguidas pelo F.C.Porto, mas são mais uma acha para a fogueira de práticas que não têm nada a ver com as teorias apregoadas.

Nota final:
- Senhor Pedro Azevedo, como responsável pelo desporto da Renascença, é capaz de nos explicar porque a Bola-Branca ignora a notícia da Revista Sábado sobre o powerpoint de Domingos Soares Oliveira e hoje abre com a notícia da Bola sobre a denúncia anónima envolvendo o F.C.Porto e o guarda-redes do Marítimo?
Não acha, senhor Pedro Azevedo, que estes casos que se têm multiplicado de dois pesos e duas medidas, não abonam nada a uma informação que se pretende isenta, equilibrada e séria num orgão de comunicação social com as responsabilidades da Emissora Católica?
Vá lá, faça um esforço, seja líder e acabe com estas poucas vergonhas.

Sobre a vitória de ontem e as denúncias anónimas, rabo escondido com gato de fora


Em vésperas do 25 de  Abril, dia da Liberdade - a importância da revolução no aparecimento de um Grande F.C.Porto foi notória e já aqui afirmada e reafirmada em alguns posts - e após uma noite tranquila para o universo que gosta do F.C.Porto - rapidamente a equipa fez o que era preciso e acabou com todas as dúvidas sobre qual ia ser, mais golo menos golo, o resultado do jogo e também com algum nervosismo que ainda pairava no Dragão, resquícios de um jogo da época passada frente ao mesmo adversário e em circunstâncias semelhantes e que correu mal -, é tempo para aproveitar e desfrutar, antes de um fim-de-semana que vai ser quente, com o líder a viajar até à Madeira para um confronto pode dizer muito sobre a luta pelo título.

Enquanto não chegam as 18 horas de domingo já podemos concluir que, independentemente da análise que cada um fará após o 13 de Maio, dia que terminará o campeonato, para mim já não há dúvidas que a época 2017/2018, no que ao F.C.Porto diz respeito, é um verdadeiro caso de estudo.
Neste momento apenas direi que ver Marega ser indiscutível e fundamental - o ai valha-me Deus que se lesionou outra vez, não exagerarei se disser que era o sentimento no estádio quando o maliano com a mão na coxa veio ao banco. Já eu, com o resultado em 4-1, só dizia, poupa-te, Marega, carago; e, ó Sérgio, tira o homem -, diz tudo e é uma lição. Permite afirmar que no futebol nunca devemos ter certezas absolutas, tudo muda, às vezes muito rapidamente.
O mesmo poderia dizer acerca de Hector Herrera e embora num patamar inferior, também sobre Sérgio Oliveira - apesar do médio da formação do F.C.Porto, estar a fazer uma grande temporada, a melhor de sempre de Dragão ao peito.

Depois de se ter conhecido mais uma vaga de e-mails altamente comprometedores e que mostram práticas que fazem a Camorra corar de vergonha; transformam este caso no maior escândalo da história do futebol português e reduzem o Apito Dourado a uma brincadeirinha de crianças. Quando, consta que, nos próximos dias ainda vão sair mais; o Benfica desesperado, feito barata tonta e sem imaginação, recorre à requentada táctica das denúncias anónimas para tentar desviar atenções, daquilo que já está aí e do que está para vir.

Com a ajuda de alguns prostitutos da escrita e da palavra, até podem colocar isso na ordem no dia - o anonimato já não incomoda alguns destes vendilhões... deve ser porque são anónimos escondidos com o rabo de fora, daqueles que lhes passam o número do processo, atribuído à denúncia anónima - com mas já só convencem os mais incautos ou os pobres de espírito mais ou menos gordinhos. Trata-se claramente não de gato escondido com rabo de fora, mas de rabo escondido com gato de fora.

Também podem continuar a criar e alimentar as mais tenebrosas teorias da conspiração, agitar o velho papão do malandros lá de cima - o F.C.Porto dá sempre um grande jeitão -, mas isso foi chão que já deu uvas, agora já só convence as figurinhas referidas anteriormente... se bem que como se vê em gente que pelas responsabilidades, deviam ter cuidado e tento na língua, às vezes tenho dúvidas que seja mesmo assim. Mas que no último Benfica - F.C.Porto a tribuna da Luz já não parecia uma reunião do Conselho de Ministros, é um facto.

F.C.Porto 5 - Vitória F.C.1. Foi uma goleada de cinco a um


Estádio cheio, 45.311 espectadores, grande e fervoroso apoio, uma vitória sem mácula e por números esclarecedores. Uma entrada em jogo anti-pressão e desde muito cedo ficou claro que os três pontos não fugiam e a liderança seria recuperada com tranquilidade.

Entrando forte e com vontade de resolver rapidamente, o F.C.Porto iam decorridos apenas 16 minutos e já vencia por 3-0 -  Marega aos 6 minutos, Marcano aos 13 e Brahimi aos 16 marcaram os golos. Depois aproveitando alguma turbulência e desconcentração no lado portista, muito por causa de uma paragem no jogo e Herrera lesionado, ter vindo ao banco receber assistência, o Vitória numa jogada bem delineada, reduziu aos 24 por João Amaral - depois de ter sido poupado frente ao Benfica, ainda bem que está totalmente recuperado. Era fundamental voltar a colocar a cabeça no sítio, não permitir que os sadinos acreditassem, ampliar a vantagem. Assim foi. Corona fez o 4-1 ao minuto 35 e acabou com quaisquer dúvidas, deu a machadada final nas já pouquíssimas possibilidades dos setubalenses causarem qualquer dano nas pretensões dos azuis e brancos.

Com o jogo resolvido e vindo de dois jogos desgastantes física e mentalmente, era expectável que na segunda-parte os Dragões aproveitassem para gerir, jogassem com o relógio, guardassem energias para as duras batalhas que se adivinham. Os cinco minutos iniciais até pareceram contrariar esta ideia, o F.C.Porto voltou a entrar forte, criou duas grandes oportunidades que Soares e Brahimi desperdiçaram. Depois sim, o jogo entrou numa toada confusa, trapalhona, portistas com pouca bola, vitorianos mais subidos, o jogo ficou mais repartido, mas nunca a equipa de José Couceiro incomodou Casillas. Já depois de Sérgio Conceição ter mexido - entrou Óliver e saiu Marega, mais tarde saíram Ricardo e Soares entraram Maxi e Gonçalo Paciência -, aos 72 minutos, num livre superiormente marcado por Alex Telles, o F.C.Porto aumentou a contagem, chegou a uma goleada de cinco a um.

Resumindo e concluindo:
Liderança recuperada, Felipe não levou cartão, todos os objectivos cumpridos.
Agora descansamos amanhã e depois começamos a preparar um jogo muito importante, quiçá decisivo na luta pelo título.
Por mais que se diga que não, que todos são importantes, há uns que são mais que outros. E neste F.C.Porto, versão 2017/2018, Marega é um desses.

F.C.Porto - Vitória F.C.. Vamos Dragões, o crime não pode compensar!


Depois de dois clássicos separados apenas por três dias e em que, pelo menos para mim, a alegria da vitória na Luz supera claramente a tristeza da derrota e eliminação em Alvalade, o F.C.Porto volta a jogar amanhã frente ao Vitória F.C.. É mais um jogo para vencer, só vencendo a equipa de Sérgio Conceição mantém a liderança isolada, os dois pontos de avanço sobre o 2º classificado. Apesar do grande desgaste físico e emocional que o jogo de quarta-feira deixou; das dificuldades que os setubalenses ainda na luta pela sobrevivência, vão certamente criar, jogando fechados e com o relógio, à imagem e semelhança do que fizeram na época passada; acredito e confio que com o colinho de um Dragão cheio e fervoroso no apoio, mais a enorme vontade de uma equipa que quer muito ser campeã, evitar que neste campeonato o crime compense, os azuis e brancos vão conseguir conquistar os três pontos e dar mais um passo em frente a caminho dos Aliados.

A minha equipa:
Casillas, Ricardo, Felipe, Marcano e Alex Telles, Herrera e Sérgio Oliveira, Corona, Marega, Soares e Brahimi.

Há uma constante nas intervenções do VAR: intervém quando não devia ou não intervém quando devia, mas sempre em benefício do Benfica. Ontem no golo anulado ao Estoril, manifestamente não devia intervir. Mas se tivermos em consideração que o director para o futebol do SLB, Tiago Pinto, foi logo reclamar a intervenção do VAR, é amigo e da terra do árbitro que estava na Cidade do Futebol, Gonçalo Martins, e que este é afilhado de Nuno Cabral, servidor do clube do regime e implicado no caso dos e-mails, concluiremos que não há coincidências.
Foi a forma que o menino querido teve de agradecer a quem o colocou neste patamar. E o Conselho de Arbitragem, que sabia dos antecedentes, é conivente com estas poucas vergonhas.

Outra constante:
Mais uma vez no final do jogo as claques do Benfica fizeram trinta por uma linha. Já têm no seu currículo duas mortes, mas mesmo assim ninguém faz nada. Se amanhã acontecer outro incidente do género, com as mesmas consequências, há responsáveis a quem é preciso apontar o dedo, para além dos autores e dos dirigentes do SLB: Presidente da República - sim, porque é que alguém que está sempre muito preocupado em prevenir para que situações graves do passado recente não se repitam, não mostra a mesma preocupação sobre este comportamento de grande violência recorrente nas claques do Benfica? - Governo - Ministro da Educação, Secretário de Estado da Juventude e Desporto e IPDJ -, Conselho de Disciplina(CD) e em particular o seu líder, José Manuel Meirim - quando a UEFA ameaçou tomar medidas contra o Benfica por causa do comportamento dos seus adeptos, o clube do regime fez de tudo para que nada acontecesse, em Portugal, como o CD assobia para o lado, alguém vê a mesma preocupação? -, FPF - o cavalheiro que a dirige, quando foi ao Parlamento, mesmo tendo tantos e tantos exemplos de variadíssimas ameaças e até pior que isso, agressões a árbitros, levou para mostrar um sms de adeptos do F.C.Porto a ameaçar um árbitro, mas sobre a violência semanal dos adeptos do Benfica, nem tuge nem muge. Será que, como diz um amigo meu, está preso pelos guizos? - e LPFP - o presidente lá solta que há um sistema, mas fazer alguma couisa para acabar com ele...


Notas finais:
Vou estar atento à análise e que vão dizer alguns papa-hóstias, avantajados e bonzinhos, que na semana passada reclamaram penalty de Ricardo sobre Zivkovic, sobre o lance entre Fejsa e Allano na área do Benfica.

- Mas ó Paulo Baldaia, as características do sonso não são exactamente essas? Rui Vitória é um sonso!

"De luto até aos Aliados!", por Felisberto Costa


Com a descoberta de algo que todos nós já sabíamos ou prevíamos do maior assalto ao futebol português, por parte do benfica, (sim, com letra minúscula!) apetece aos que sentem que o desporto em geral e neste caso, o futebol em particular é uma escola de virtudes, tudo largar, nada ver, nada ouvir, nada falar! Apenas vomitar de nojo naquilo que se transformou o futebol com a conivência de quem se deixou comprar por tuta e meia.
Não são as palavras dos adeptos como Bagão Félix, como Pedro Guerra, como Gobern, como o Carlinhos de Paredes, em suma, não é a cartilha que me incomoda. Bem pelo contrário, até me dá vontade de rir, o aspecto trágico-cómico de ouvir todos eles a dizer a mesma ladainha como se fossem monges gregorianos a desfiar o latim. Dá-me vontade de desatar ás gargalhadas, ver um ex-ministro - por aqui se vê o grau de cultura do nosso país!!!-, sacristão de vocação e papa-hóstias por afeição, invocar que se fosse ao contrário, ou seja se fosse no estádio do Dragão, o árbitro não se equivocaria, passando-se à boa maneira grosseira por adepto irracional, sobre o escandaloso penalty cometido pelo Luisão e pelo ainda mais escandaloso golo anulado ao Herrera por um fora-de-jogo que só o bandeirinha viu! Raramente, muito raramente ouço programas desses, mas por segundos que veja e ouça, a cartilha faz-me bem ao fígado; faz-me desopilar! O que me incomoda, são os actos danosos e gravosos de quem tem uma mente perversa, louca, nazista! E esta porcaria toda até me faz apetecer desistir de ver futebol se não forem tomadas medidas intervencionistas por parte de quem tem direito a tal.
Por isso:
Apetece-me dizer que todos os nossos clubes se borram de medo perante um só!
Apetece-me dizer que neste país de brandos costumes, a brandura é mais cobardia que tolerância!
Apetece-me dizer que mesmo que o FC PORTO seja campeão, um feito que será inumano e ainda por cima com um plantel super limitado e que bem merecem ser levados em ombros desde o Dragão até aos Aliados, desde 2012 - onde andavas tu ó Rui Vitória? - que o futebol português está inquinado, está moribundo, está canceroso como diz o Vila Pouca, por falta de acção enérgica de todos os que se sentiram enganados, por uma estratégia que só de 1933 a 1945 assim foi pensada. Tomar o poder como absoluto!
Apetece-me dizer que mesmo sendo o futebol apenas e só a parte mais importante das menos importantes das nossas vidas, tudo e todos os que estão ligados ao poder do desporto se deveriam demitir! Ir para a rua! Dar o fora como dizem os brasileiros. Desde o secretário de estado da juventude e desporto, ao imbecil do IPDJ, ao comissário da policia de trânsito, ao provedor da comunicação social, passando por uma limpeza a sério no jornalismo de sarjeta em que se transformou A Bola, único jornal a não mencionar tudo o que de grave se passa com o seu querido clube! Mas o tacho é demasiado bom para o largar com dignidade, quando a honestidade há muito zarpou!
Apetece-me dizer que o Olympiacos á beira do benfica, é um anjo!
Apetece-me dizer que o futebol português está de luto até a competição terminar, ou por outras palavras, eu sinto-me de luto até aos Aliados!
O FC PORTO em 2 jogos contra os beneficiados da corrupção, ganhou brilhantemente um e perdeu aos penalties, outro. E, no caso das grandes penalidades, à que ir ao fundo da questão pois não são só os artistas principais que falham. Até os mais novos já foram atingidos por esse nefasto síndroma, desiderato que os impediu de ultrapassar o Chelsea e chegar à final da Youth Champions League. No meu tempo de jogador e num clube microscópico de terra - mal - batida, era da praxe no último dia de treino antes dos jogos, a equipa toda treinar penalties. Não batíamos só um, batíamos vários. E depois para acabar em beleza, os que marcavam iam para o banho, os que falhavam, voltavam para o final da fila para bater de novo. Hoje, ouço treinadores dizerem que só treinam esses aspecto quando há jogos onde eventualmente possa acontecer esse pormenor. Ora bolas!
No meio de tanta desgraça e, como não sou, nunca fui, nem a vida me permitiu ser pessimista, vejo com agrado que cá se fazem, cá se pagam. E o que é que quero dizer com isto? É pelo simples facto da Sport TV na sua abominável vassalagem ao clube conspurco, ter decidido que o FC PORTO jogaria sempre após os outros 2 rivais até ao final do campeonato. E para mim, isto é um handicap que joga a nosso favor. Estar sentado de cadeirinha a ver os adversários jogar primeiro sabendo que não podem falhar um milímetro.
Não acredito em justiças divinas. Acredito, apesar de tudo e mesmo com provas contra, na justiça dos homens. E por acreditar na justiça de quem cá anda, de quem é tão mortal como eu, mesmo que possa ter muito dinheiro, muito poder, ou muita… bazófia, que mesmo assim sei de antemão, com a convicção de ser de um clube que desde a sua fundação sempre lutou contra todos os obstáculos que nem sequer fazem parte da cena desportiva, que…
Espero por vós nos Aliados!

Sem querer tirar protagonismo ao Felisberto, uma nota final:
É isto, apenas isto - podem ler clicando na foto ao lado - que traz o jornal que no passado mais cavalgou os apitos, dourado e final, sobre os últimos desenvolvimentos do escandaloso caso dos e-mails. Devia haver limites para a falta de vergonha na cara, mas não há. A Bola do Serpa, Delgado, Quaresma, Bonzinho, Baninho, Guerra e afins, sem pudor, nem disfarça, porta-se como uma prostituta sempre pronta a servir o SLB.

Não, não é um polvo, é um cancro que está a matar o futebol português


Youth League, meias-finais, F.C.Porto 2 - Chelsea 2, 4-5 nas grandes penalidades.
É a nossa triste sina perder nos penalties. Mas se perdoamos aos adultos, porque hveríamos de não ter a mesma tolerância com os miúdos?

Quando a BTV tem como comentador alguém como José Manuel Antunes, capaz de mentir, inventar e traçar cenários mirabolantes ou as mais tenebrosas teorias da conspiração, para atacar um clube, como já aconteceu muitas vezes com o F.C.Porto, está tudo dito. Mas como aconteceu esta semana, se para atacar um árbitro, no caso concreto Artur Soares Dias, vai mais longe, traz à colação e faz insinuações torpes e baixas sobre o antigo árbitro e pai do actual juiz internacional da AFP, o já falecido Manuel Soares Dias, isso diz tudo sobre essa miserável e repugnante criatura. Mas também diz tudo sobre a BTV. Se de facto os responsáveis do Benfica quisessem um futebol melhor, estivessem verdadeiramente interessados na defesa da chamada indústria, pugnassem a sério pela paz, harmonia e serenidade, obviamente, um, só tinham de se demarcar imediatamente do que disse o troglodita e pedir desculpas ao árbitro e sua família; dois, nunca mais lhe permitir qualquer tipo de participação na BTV. Mas já sabemos que não é assim. Se eles não se demarcam de coisas piores, como haveriam de se demarcar de alguém que nem os mortos respeita? E que dizer da APAF e dos moralistas, aqueles que se preocupam tanto com o clima de ódio e estão constantemente a apelar ao respeito e fair-play? Não têm nada a dizer sobre aquelas e outras do género, obscenidades? E os organismos estatais vão continuar a não ver, ouvir ou ler nada com origem na Luz? As metástases do tumor que vai minando e destruindo o futebol português, estão diariamente à vista. Há meios para as eliminar, mas continua, agora como sempre, a faltar coragem.

Mas se sobre o Antunes, antigo vice-presidente e fervoroso apoiante de João Vale e Azevedo, estamos conversados, o que dizer de António Bagão papa-hóstias Félix? Sim, o papa-hóstias, embora sem descer tão baixo, também mostra que a doença é contagiosa, afecta mesmo aqueles que pelas responsabilidades que tiveram e ainda têm, deviam ter mais cuidado com o que dizem e escrevem. Bagão Félix no seu artigo da última quarta-feira no panfleto da queimada, como podem ler clicando na foto ao lado esquerdo, também fez referência a Artur Soares Dias. E lá estava a cassete. Como se constata, para além de mostrar que também não passa de um cartilheiro, pergunta-se: como é que alguém adepto de um clube que tem no seu currículo quem invada o campo e aperte o pescoço a um árbitro assistente; vários condenados em tribunal por ameaças a um árbitro e sua família; sem esquecer a bárbara agressão ao na altura árbitro Pedro Proença; tem o topete de se exprimir desta forma? Como é que perante tantas e tantas evidências e como se verá mais à frente, tantas práticas de violência, este cartilheiro se atreve a diabolizar uns, enquanto não é capaz de fazer uma crítica, por mais leve que seja ao que tem acontecido com as claques do Benfica e aconteceu no final do Benfica- F.C.Porto? Meninos de coro? Haja pachorra para tanta falta de vergonha na cara.

O e-mail que podem ler clicando na foto do lado, também é sintomático.
Um, porque são as duas principais figuras do Benfica, Luís Filipe Vieira e o seu número dois, Domingos Soares de Oliveira.
Dois, porque não deixa qualquer dúvida sobre aquilo que aqui tenho andado a dizer sobre a centralização dos direitos televisivos - freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado, a ti que andas muito preocupado com a falta de competitividade do campeonato português e culpas a disparidade entre os contratos televisivos dos grandes e os dos chamados pequenos, ofereço-te este e-mail para perceberes e poderes, se tiveres coragem, o que duvido muito, apontar na direcção certa. Três, este e-mail também confirma outra teoria por aqui muito apregoada: Fernando Gomes, presidente da FPF, é um quiduxo do SLB. Sim, porque ele não é parvo, sabe muito bem que apesar do bom trabalho que tem feito, em particular nas selecções, os elogios e o estado de graça que goza actualmente, só acontece porque tem coincidido com o domínio do Benfica.
Mais metástases AQUI.

Depois de práticas continuadas de violência - Vila do Conde, Vila das Aves, Santa Maria da Feira, por exemplo - e do que aconteceu no final do Benfica - F.C.Porto - foi entre adeptos do SLB, começou dentro do estádio, continuou cá fora, sete detidos e sete polícias feridos, palavras do Comissário da PSP de serviço na Luz -, estou muito curioso para saber o que vai fazer hoje o Conselho de Disciplina. Se não fizer nada, se mais uma vez ficar tudo apenas por uma multa ou adiar para final do campeonato uma decisão, então estamos perante um escândalo que ultrapassa os limites da decência. Como é possível esta gente estar preocupada com a violência, reunir no Parlamento para encontrar soluções para resolver o problema e depois, perante tantos e tantos comportamentos desviantes, violações sistemáticas da lei, o orgão que tem o dever de castigar, apenas se limita a adiar ou resolve com multas?

Significativo.
A senhora Procuradora Geral da República e a senhora Ministra da Justiça, saíram a terreiro para falar da divulgação pública, sem consentimento, dos interrogatórios da Operação Marquês e que envolve, entre outros, o ex-Primeiro Ministro José Sócrates. Uma ilegalidade punida pela lei, disseram ambas as duas. Pena que no passado nem o PGR, nem o Ministro da altura, tenham feito algo semelhante, tomassem qualquer posição, quando as escutas do Apito Dourado foram usadas e abusadas, sem consentimento, logo, violando a lei, por tanta e tanta gente. Mas compreende-se, se o F.C.Porto também não se importou muito, nunca se manifestou, nunca agiu juridicamente, contra essas sistemáticas poucas vergonhas...

Já coloquei no twitter e no facebook, coloco aqui dizendo apenas que o tumor de que venho a falar está bem explicado na capa do Jogo


É verdade que no futebol a linha que separa o bestial da besta é muito ténue, mas não vou por aí


Não gosto de analisar de forma simplista, é preto ou branco, indo mais longe e utilizando uma velha máxima de Cândido de Oliveira, quando corre bem o treinador é bestial, quando corre mal é uma besta. E entre a vitória na Luz e a derrota de ontem em Alvalade, parece-me que é essa a forma como Sérgio Conceição está a ser julgado nos dois clássicos.

Vamos lá a ver:
Se é verdade que no domingo houve mais ambição, um F.C.Porto inconformado e particularmente na segunda-parte sempre a procurar a vitória, também é verdade que no domingo a vitória era fundamental, a única possibilidade que os Dragões tinham de conseguir voltar à liderança, ficar a depender apenas de si para chegar ao título. Ontem foi um Porto mais na expectativa, mais calculista, mais a aguardar que a procurar fazer acontecer. Mas é preciso lembrar que o contexto era diferente, o empate chegava e ele esteve a vista, faltava pouco tempo para acabar quando o Sporting marcou. Se a isto juntarmos outros factores que fizeram a diferença, na Luz quando cometemos um erro, Casillas evitou o golo; ontem, quando erramos, a bola bateu no poste e entrou. Frente ao Benfica e no último minuto Herrera fez um golão, ontem no último minuto Brahimi, em melhor posição, atirou rente à barra. Mais, se concordo que as substituições não resultaram, tirando a última de Óliver por Reyes - embora possa ter sido um sinal errado, mas com o jogo no fim, o nulo a persistir e o Sporting a procurar chegar rápido e directo à frente, foi um absurdo? Não acho. E não acho porque o golo foi logo no minuto imediato e depois da entrada do mexicano não vimos um Sporting melhor e o Porto retraído, de tracção à rectaguarda e a jogar para os penalties -, a de Soares por Aboubakar já tinha acontecido na Luz - curiosamente, nesse jogo ninguém se lembrou de dizer que em vez do camaronês devia ter entrado o Gonçalo Paciência - alguém pode criticar a de Otávio por Sérgio Oliveira, mesmo com o brasileiro a jogar bem? Não creio, quando o objectivo foi libertar mais um grande Herrera.
Marega devia ter jogado? Eu também gostava muito, tanto que o coloquei na minha equipa, mas depois de ter estado parado mês e meio e jogado 90 minutos de um jogo intenso - Marega não se poupa - e com outro jogo importantíssimo na segunda-feira, será que não era um risco demasiado grande meter o maliano?

Portanto, apesar da frustração e a desilusão de ficar pelo caminho com o Jamor ali tão perto, não acho que seja justo usar a teoria do bestial e besta em relação ao treinador do F.C.Porto, embora de forma objectiva e com respeito, tenhamos o direito de apontar aquilo que achamos não esteve bem no jogo de ontem.
Porque estes jogos deixam marcas no físico e na mente, agora mais importante que olhar para trás é preciso descansar, limpar a cabeça e olhar para a frente. Segunda-feira há mais, temos um título para conquistar e ainda vai ser preciso dar muito ao litro e ultrapassar muitos obstáculos para o conseguir.

Resumindo e concluindo:
É pena que a paixão não nos deixe raciocinar como deve ser, caso contrário perceberíamos que os pormenores da bola que muitas vezes bate na trave e não entra versus bola que bate na trave e entra, faz toda a diferença e esse é um dos encantos que nos faz viver apaixonadamente o futebol. Mesmo assim, como não saímos da Taça de Portugal sem honra nem glória, aos pés de uma equipa qualquer - e isso já aconteceu várias vezes - e não houve superioridade flagrante de uma equipa sobre a outra na eliminatória, ao ponto de se dizer que foi uma grande injustiça, espero que possamos apoiar mais que dramatizar, por muito que o soco tenha doído. Por tudo, mas porque este campeonato representa muito, é um dos tais que, exagerando, vale por 10. E os adeptos sofredores, portistas praticantes, que dão muito e apenas querem alegrias e as maiores vêm com a conquista de títulos, merecem bem ter uma bem grande em Maio.

Nota final:
"O guarda-redes brasileiro Júlio César revelou um episódio depois da final da Taça das Confederações, de 2013, onde o Brasil derrotou o Espanha, por 3-0, e o guardião foi eleito o melhor jogador, onde José Mourinho enviou uma mensagem a dizer ao brasileiro que ele era substancialmente superior ao espanhol.
«Quando cheguei ao balneário recebi uma mensagem de Mourinho que dizia: Estás louco. O Casillas é que deveria colocar a tua camisola e não ao contrário. Tu com apenas um braço defendes mais do que Casillas»"

Absolutamente lastimável que Júlio César ande a divulgar publicamente mensagens que trocou com José Mourinho acerca de Iker Casillas. Quanto mais não seja porque Iker tem um currículo impressionante, quando arrumar as botas ninguém o vai recordar como um guarda-redes que numa meia-final do Campeonato do Mundo encaixou SETE golos.

Sporting C.P. 1 - F.C.Porto 0. 5-4 nas grandes gp. Há dias felizes e há dias assim...


Depois de ter vencido na Luz o clássico frente ao Benfica, para o campeonato, o F.C.Porto tinha outro clássico pela frente, agora com o Sporting, em Alvalade jogava-se a ida ao Jamor e a presença na festa da final da Taça de Portugal.
Iniciando o jogo com a vantagem mínima, escassa, mas que lhe permitia empatar ou se não ficasse em branco no marcador, até perder, desde que fosse por um golo de diferença, o F.C.Porto voltou a perder no desempate das grandes penalidades, novamente com uma bola a bater no poste e não entrar  a fazer a diferença. Desta vez foi Marcano que falhou, ele que também não tinha sido feliz no lance do golo do Sporting. Assim, o F.C.Porto ficou fora da final e só se pode queixar de si próprio. Há dias como o de domingo, felizes, porque procuramos a felicidade e há dias assim, como o de hoje, um jogo onde fica a nítida sensação que houve demasiado calculismo. O nulo foi-se mantendo e como era um resultado que servia, deixamos andar, confiamos que o jogo estava controlado, a partir de determinada altura apenas ficamos na expectativa, tivemos azar, não vamos ao Jamor.

Entrando com Casillas, Maxi, Felipe, Marcano e Alex Telles, Herrera, Óliver e Otávio, Ricardo, Soares e Brahimi - duas alterações em relação ao último jogo, entrada de Maxi e Óliver para as saídas de Sérgio Oliveira e Marega - e frente a um Sporting na máxima força - a excepção foi a ausência de William de Carvalho -, a equipa de Sérgio Conceição até iniciou bem o jogo. Sem aquela dinâmica e capacidade para pressionar alto e não deixar o adversário sair, que chegou a exibir durante grande parte desta época, mas com confiança e moral em alta, os Dragões sem serem muito perigosos, estavam melhor, estavam a levar a água ao seu moinho. O Sporting, a quem competia ter as despesas do jogo, não dava sinais de grande poder, tirando um lance de Gelson, não criou mais qualquer perigo para a baliza de Iker Casillas.
O nulo ao intervalo justificava-se e favorecia os interesses do F.C.Porto.

Na segunda-parte, os azuis e brancos estiveram pior, com as substituições não melhoraram nada, pelo contrário, Aboubakar então, esteve muito mal, o Sporting, sem ser exuberante, sem ser dominador nem muito superior, foi à procura do golo, ameaçou e acabou por marcar já na parte final do jogo. Depois a equipa de Jesus pareceu satisfeita, o prolongamento foi equilibrado, Brahimi no último minuto podia ter empatado, falhou por pouco e nos penalties, aconteceu aquilo que já tinha acontecido na Taça da Liga: desta vez o Sporting a marcou todos, o F.C.Porto a falhou um, mais uma vez com a bola a bater no poste.

Nota final:
Ser eliminado quando tínhamos boas possibilidades de passar, deixa sempre marcas, abala, um jogo intenso e com prolongamento, piora, acentua os problemas. Portanto, agora é preciso descansar, recuperar bem, mas é fundamental reagir. Segunda-feira temos outro jogo muito importante e não nos esqueçamos, o título é o principal objectivo da época.

Sporting C.P. - F.C.Porto. A mesma ambição e atitude do "joguinho" de domingo passado


Moralizado por uma vitória muito importante conseguida na Luz, o F.C.Porto volta a jogar um clássico em Lisboa, agora no outro lado da Segunda Circular, frente ao Sporting, jogo em que parte com a vantagem de ter vencido o jogo da 1ª mão por 1-0. É um confronto entre duas equipas desgastadas, mas que estão moralizadas. O F.C.Porto porque venceu um jogo daqueles que aumentam e muito a confiança e auto-estima e que o colocou novamente na liderança do campeonato, o Sporting porque mesmo sendo eliminado, venceu o Atletico de Madrid e vencer uma das melhores equipas espanholas é sempre motivo de satisfação, para além disso, ao vencer em Belém e beneficiando da derrota do Benfica, para além de continuar a olhar para o 1º lugar, passou a depender apenas de si para atingir o 2º, com tudo o que isso significa - a possibilidade de lutar pela entrada na Fase de Grupos da Champions League.
Os confrontos entre as duas equipas durante esta época saldaram-se por dois empates e duas vitórias do F.C.Porto pela diferença mínima, o que diz tudo sobre o equilíbrio entre as duas equipas e amanhã não se espera que seja muito diferente. Volta a ser um jogo de exigência máxima e só um Porto ao seu melhor nível, um Porto com a mesma ambição e atitude que mostrou no jogo de domingo passado, pode carimbar o passaporte para o Jamor.
Não é a primeira vez que o F.C.Porto parte para a 2ª mão com uma vantagem igual, aconteceu o mesmo na época de 2013/2014, quando sob o comando de Luís Castro, que tinha substituído Paulo Fonseca, defrontou o Benfica na Luz. E foi um jogo de muito má memória, fomos eliminados, quando tivemos tudo para passar. Já na segunda-parte e contra dez, com o jogo empatado 1-1, golo de Varela, o F.C.Porto relaxou, perdeu concentração, pensou que já estava feito, permitiu dois golos ao Benfica e perdeu-se uma grande oportunidade de chegar à final. Não é pessimismo, mas que esse jogo sirva de exemplo do que não se pode fazer amanhã.

A minha equipa:
Casillas, Ricardo, Felipe, Marcano e Alex Telles, Herrera, Sérgio Oliveira e Óliver, Soares, Marega e Brahimi.

Notas finais:
Na sexta-feira na inauguração da casa do Benfica de Alcácer do Sal, Luís Filipe Vieira, convencido que ia ganhar, deu uma de bonzinho e cheio de fair-play elogiou os adversários, quanto mais fortes, coesos e bem estruturados, melhor, isso só valoriza os sucessos do Benfica. Perdeu e aí está o clube do regime no seu registo normal, isto é, rasteiro e provocador, usando para isso a famosa cartilha e os seus cartilheiros de serviço.
Mais uma razão para ninguém facilitar, abrandar a vigilância, eles não vão parar, mesmo acossados por todos os lados, com as cumplicidades conhecidas, vão fazer tudo, não olhar a meios para atingir os fins pretendidos.

Victor Andrade, o tal que é do Estoril, mas ainda pertence ao Benfica e que para não jogar contra as papoilas, se fez expulsar quando estava no banco após ter sido substituído, apanhou 3 jogos. A atitude e a linguagem utilizada foi mesmo para o árbitro não hesitasse, o Conselho de Disciplina não pudesse ter alguma condescendência:
"O jogador foi considerado expulso porque encostou o corpo ao 4.º árbitro e disse-lhe 'Apita esta m... e não me toques. Filhos da p...!'"
São autênticos Kamikases. Se para não jogar frente ao clube do regime os mandassem atirar ao rio...

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