Populares Mês

F.C.Porto 1 - A.Académica 0. Faltaram golos à revolução azul


Para este jogo o objectivo era poupar, ganhar e ninguém se lesionar. Se à vitória fosse possível juntar uma boa joga, óptimo, mas se a exibições não fosse das melhores, paciência, todos os portistas perceberiam as razões e não reclamariam - a esmagadora maioria dos Dragões sabe quando deve ou não deve ser exigente. E depois de se ver a revolução, a rotatividade levada ao extremo, que Julen Lopetegui levou a efeito - dos que entraram de início frente ao Bayern apenas jogaram Fabiano e Alex Sandro, mas este último uma grande parte do jogo a central...-, então é ninguém pensou em mais nada, apenas na conquista dos três pontos, nem que fosse na amarra. Conseguimos e a exibição não sendo famosa, foi simpática, a vitória é justíssima, mas o resultado é curto. A revolução azul levada a cabo na tarde de hoje merecia pelo menos mais dois ou três golos - não faltaram ocasiões para isso, algumas flagrantíssimas. Com esta vitória a desvantagem para o primeiro lugar mantém-se, o desafio é difícil, mas continuamos a depender apenas de nós para atingir a liderança.

Quando digo que a exibição foi simpática, tenho no pensamento o conjunto de jogadores hoje utilizados - alguns já não jogavam há muito tempo e não sei se alguma vez jogaram juntos, logo não têm ritmo, nem rotinas; a primeira-parte onde o F.C.Porto dominou totalmente, marcou um golo, devia ter marcado mais; a Académica, tirando uma abébia de Alex Sandro que podia ter custado caro, não criou qualquer problema, foi inofensiva. Mesmo com alguns jogadores abaixo do que se pedia, Aboubakar e Quintero, em particular; mesmo sem as dinâmicas e os automatismos que este onze não podia ter; mesmo com algumas cautelas para não correr riscos; os azuis e brancos estiveram sempre por cima, conseguiram algumas boas jogadas, criaram oportunidades, fizeram o suficiente para chegar ao descanso com um resultado mais tranquilo. E atendendo às circunstâncias referidas... marcar o segundo seria muito importante.

A perder pela diferença mínima, a Académica na segunda-parte melhorou, arriscou, apareceu mais na frente, ganhou alguns cantos e livres, mas salvo numa situação em que a defesa não foi lesta a despachar, nunca Fabiano esteve em perigo. Com o jogo mais repartido e a vencer apenas por um golo,  o treinador do F.C.Porto mexeu, tirou um inoperante Quintero, meteu Marcano, passado poucos minutos lançou Óliver para o lugar de um Campaña claramente a perder gás. Com as alterações a organização e qualidade melhorou, a equipa  soltou-se mais, Hernâni e a dupla José Angel e Alex conseguiram alguns belos cruzamentos, mas não era dia de Aboubakar - o ponta-de-lança camaronês nunca estava no sítio certo para finalizar. Lopetegui ainda tentou com Jackson, com colombiano as coisas melhoraram, mas nem com Cha Cha Cha, a bola entrou - uma vez porque o guarda-redes da equipa da Coimbra fez uma extraordinária defesa com o pé, outra com Jackson a falhar incrivelmente. Às vezes quem não marca sofre, paga caro e hoje seria caríssimo: significaria o fim das aspirações na luta pelo título. Não aconteceu e tudo está bem quando acaba bem. Não era dia para pensar em mais nada, era preciso apenas ganhar, ganhámos, objectivo cumprido, os Dragões estão aí.

Uma palavra para Diego Reyes:
- Ok, Diego, tens jogado pouco e isso serve de atenuante, falta-te ritmo, rotina, confiança. Mas um central do F.C.Porto há uma coisa que nunca pode perder: concentração.

 Agora é tempo para descansar, amanhã começar a pensar no Bayern.
Caixa de comentários 

F.C.Porto - A.Académica. Vamos malta! Vale sempre a pena e a nossa alma não é pequena


Fazer três jogos em menos de uma semana, todos eles de grande importância e quase sem qualquer margem para errar, é obra, obriga a um grande desgaste físico e mental, os jogadores são seres humanos, não são máquinas - basta ver o que se está a passar com os alemães do Bayern. Mas, lamentavelmente, não há alternativa, só temos que jogar e ganhar. Não vai ser fácil, pelo adversário, porque é preciso gerir, porque perante a possibilidade de continuar a sonhar e a fazer história, mesmo com todos os avisos, é muito complicado colocar na cabeça dos jogadores que é só na Académica que temos de pensar. Apesar de tudo, porque esta gente, salvo raras excepções, em todos os jogos tem tido um comportamento louvável, uma atitude e um espírito correctos, juntos, equipa e público, vamos conseguir derrotar a Briosa e continuar a depender apenas do que formos capazes de fazer para chegar ao título.
- Vamos malta, já falta pouco, está a aproximar-se a hora da verdade, aquela que distingue os bons dos outros. Como disse o poeta, vale sempre a pena quando a alma não é pequena. E a alma do Dragão, como tão bem ficou demonstrado na última quarta-feira, é enorme e faz sonhar.

 
O árbitro é Duarte Gomes, auxiliado por André Campos e Nuno Vicente.

Convocados do F.C.Porto e equipa provável só amanhã... 


Antevisão de Julen Lopetegui.
Que dificuldades espera no jogo de amanhã?
Amanhã temos um jogo tremendamente importante, contra uma equipa que vem de uma série quase imaculada, com apenas uma derrota nos últimos dez jogos. A Académica cresceu muito nos últimos tempos e é capaz de ser a equipa mais em forma de toda a segunda volta. Isto implica que façamos um grandíssimo esforço para poder vencer e por isso estamos focados a cem por cento e de corpo e alma no jogo de amanhã. Não pode ser de outra maneira. A Académica encaixou apenas quatro golos nos últimos nove jogos antes da Luz, é muito forte defensivamente e faz boas transições. Demonstra ser uma equipa tremendamente organizada, tem bons jogadores, jogadores de qualidade e recupera dois elementos importantes para amanhã. Insisto: vai ser um grandíssimo jogo e estamos num momento em que teremos de dar uma resposta forte»

Pensamento nos estudante e apelo aos adeptos:
«A nossa prioridade é sempre o jogo seguinte e a competição em causa. Agora estamos na Liga, é o mais importante para nós, queremos continuar a ganhar e a lutar pela prova. Repito-me, mas amanhã queremos fazer um grande jogo e precisamos da ajuda dos adeptos para o conseguir. Nesta altura da temporada, o seu apoio, a sua força, o seu calor, são muito importantes. O ambiente de amanhã no Dragão vai ser muito importante

Porque não foi adiado o jogo com a Académica?
«Quisemos alterar e havia datas disponíveis. No entanto, alguém decidiu assim. Por vezes não há alternativas, mas neste caso havia. Temos de dar uma resposta à realidade.»

Sobre o interesse do Real Madrid:
«Isso não tem qualquer interesse. Estou muito contente por ser treinador do FC Porto, sinto-me muito feliz por encabeçar um projeto de três anos. Estou numa grande equipa»
 
Porque não há lista de convocados?
«Temos de recuperar os jogadores, muitos deles ainda não estão recuperados. Amanhã [sábado] veremos o estado físico de cada um e procuraremos escolher o melhor onze possível para dar uma boa resposta no jogo com a Académica»
 Soltas e loucas:
Mudasti, Quaresma? Para mim, ainda bem. Estás muito melhor...

Pinto da Costa não quer olhar para trás. Uffa, que alívio! Depois da última entrevista à Revista Dragões/Porto Canal, cheguei a pensar o contrário - ver tudo sobre a entrevista do Presidente do F.C.Porto ao Jogo, aqui.

Li que o F.C.Porto-Bayern tinha sido o programa mais visto do ano. Ingénuo, perguntei ao Mike como era isso possível? Ele, sempre bem disposto e disponível, lá me explicou:
- Vila Pouca, nem parece teu. Com seis milhões de benfiquistas, mais três milhões de sportinguistas, colados à televisão à espera de ver o F.C.Porto ser goleado...
- OK, OK, já percebi...

Estes espanhóis estão todos apanhados, já confundem Julen Lopetegui com Jorge Jesus. E por falar no Catedrático, não viu o F.C.Porto-Bayern, esteve a ver o PSG-Barcelona. E disse: "O triunfo do F.C.Porto só demonstra o valor do Benfica." Ahahahahahah! Ó Micas, traz a fralda!

Coincidências, apenas coincidências...
No momento que o treinador do F.C.Porto - que por acaso é espanhol, mas não se chama Camacho nem Quique, mas Julen Lopetegui - está a brilhar na Champions League - como é possível, ele que não tinha experiência nenhuma na mais importante prova entre clubes, do Mundo e ia ser um desastre? - e dois dias depois na excelente vitória sobre o Bayern, o panfleto da queimada publica um trabalho sobre o sucesso dos treinadores portugueses por esse Mundo fora. Como sabemos que no panfleto "dirigido" pelo sempre coerente pastel de Belém, nada é feito com segundas intenções, o rigor, equilíbrio, isenção e sensatez, são a marca da queimada, só podemos interpretar a saída dessa peça agora, como uma coincidência. Tal como o editorial do freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado, sobre o mesmo assunto, é outra coincidência.
- Quem não acredita em coincidências que levante o braço... Ena tanta gente!

Felizes, orgulhosos, até vaidosos, mas já com a Académica no pensamento


Notas de abertura:
Para alvos que estão bem identificados, nem preciso de dizer o nome, repito o que disse em 9 de Abril de 2009: Os cantos cínicos e hipócritas de algumas Sereias.

Para outros e são muitos a enfiar a carapuça, Inveja palavra tipicamente portuguesa e que significa: sentimento de desgosto pelo bem alheio.

Orgulho tripeiro, raça de Dragão...
Foi uma grande noite europeia a recordar tantas outras que já vivemos no mais belo estádio do Mundo. Foi uma grande vitória, indiscutivelmente daquelas que consolidam o prestígio internacional que já é muito, natural que a esmagadora maioria dos portistas hoje se sintam felizes, orgulhosos, vaidosos, pela forma como o seu clube olhou de frente, olhos nos olhos, o todo poderoso Bayern. Mas não há tempo para embandeirar em arco, até porque foi apenas a primeira-parte de uma eliminatória que ainda está em aberto, antes do Bayern temos de pensar na Académica que está ao virar da esquina. E como queremos muito ser campeões... é hora de todos olharmos para a Briosa. E a esse propósito é importante dizer o seguinte:
Ontem a raça do Dragão esteve presente, fez-se notar dentro do campo e também fora; ontem apoiamos a equipa, nunca a abandonamos nos momentos difíceis, guardamos os assobios para quem deve ser assobiado, o adversário, árbitro e auxiliares, fomos Porto. Faço um apelo para que sejamos Porto também no sábado. E ser Porto depois de amanhã, é ter consciência que a equipa foi sujeita a um grande esforço físico e mental e mesmo que vitórias como estas dêem uma grande moral e confiança, também temos de perceber que jogos como o de ontem deixam marcas em quem tem de jogar passadas apenas 70 horas, sabendo que vai voltar a jogar passadas 72 um jogo de mata mata. Assim, frente à Académica, jogo às 18 horas, uma hora boa para ir ao futebol, tenhamos um estádio cheio e com o espírito do jogo frente ao Bayern. Se formos capazes, isso ajudará muito a nossa equipa, provocará danos numa Briosa que vem ao Porto para complicar a vida ao F.C.Porto.

Nota final:
Para que não fiquem dúvidas: complicar a vida, dar o seu melhor, procurar ganhar, mesmo contra os mais fortes, é a obrigação de todas as equipas, foi o que fez o F.C.Porto contra o Bayern. Não é minha norma andar a lamentar e a choramingar que as equipas só jogam frente ao F.C.Porto e contra o Benfica, nosso grande rival, abrem-se se todas. E como tal, quando vejo alguém colocar em causa as vitórias do meu clube, utilizando esses argumentos, reajo, como ainda reagi ontem contra mais um artigo muito infeliz de Bagão Félix, deixando-lhe um recado no sítio certo, apelando à memória sobre uma ilha que para uns é encantada e para outros é de pesadelo. Mas quando um treinador dá ordens para que um jogador force a mostragem de um cartão que o impede de jogar na Luz e o coloca em condições de jogar no Dragão, esse treinador, no caso, José Viterbo, está a dar sinais e a passar a mensagem que frente ao Benfica era um jogo perdido antecipadamente, já frente ao F.C.Porto não é assim. Por isso digo que o jogo para o líder do campeonato foi fácil, mas vai ser um jogo difícil e exigente para o segundo classificado. É nessa perspectiva que a comunhão público/equipa é muito importante, tem de funcionar como no jogo de ontem.

PS 1 - Felizes e significativas as fotos do Pedro Blue, Fotos da Curva, no momento dos golos de Quaresma e Jackson, segundo e terceiro do F.C.Porto. Ver Manuel Neuer, melhor guarda-redes do Mundo, de gatas, não é muito comum. São fotos para a posteridade.

PS 2 - Octávio Lacrau Machado, solicitadíssimo pelas rádios e televisões públicas e privadas, bem por tudo quanto é jornal, para analisar e comentar o F.C.Porto 3 - Bayern 1, perante tanta solicitação e por manifesta incapacidade de atender a todos, para não privilegiar ninguém em particular, pediu desculpa, mas manifestou-se indisponível.

Uma adivinha:
Quem já é conhecido no futebol mundial pelo coxinhas?
Como essa era fácil, vou colocar outra adivinha. Quem disse:
«... o F.C.Porto tenha mesmo aproveitado este imenso palco da Champions, todo ele virado para o mundo, para marcar muitos pontos num prestígio internacional que o coloca, lá fora, como a mais forte, mais prestigiada e mais emblemática equipa portuguesa da actualidade»

F.C.Porto 3 - F.C.Bayern Munique 1. E o sonho continua vivo


Estádio completamente cheio, grande ambiente, grande entusiasmo, F.C.Porto com uma grande surpresa na equipa inicial, Jackson titular contra todas as expectativas. Havia consciência do enorme desafio que tínhamos pela frente, mas a esperança que o conjunto de Lopetegui fosse capaz de dar uma resposta positiva, atravessava todo o universo portista. Sabíamos também que só um Porto de qualidade superior, colectivamente forte, corajoso, atrevido, coeso, solidário, muito concentrado e muito organizado, podia derrotar o gigante bávaro. Esse Porto esteve esta noite no Dragão, curiosamente, em termos de qualidade de jogo, mais na segunda que na primeira-parte, ganhou com toda a justiça e por números justos. Mas ainda estamos a meio da eliminatória, vamos ter de sofrer muito em Munique. Os alemães vão entrar com tudo, a pressão sobre a nossa equipa e sobre o árbitro vai ser enorme, teremos de ter um grande coração, um grande espírito de sacrifício e nervos de aço. Teremos, como aconteceu hoje, mostrar a raça e a chama do Dragão, o nosso estofo europeu, ser capazes em Munique de voltar a espantar o mundo do futebol, deixar os invejosos cheios de azia. Continua a ser um desafio colossal, mas estamos agora em melhores circunstâncias de fazer história que estávamos antes deste jogo em que muito poucos apostavam no F.C.Porto.

Não podia ter começado melhor o jogo para o F.C.Porto. Demérito da zona central do Bayern, defesa e médios, mas mérito do F.C.Porto, Jackson e Quaresma que com a lição bem estudada, pressionaram alto e obrigaram Xavi Alonso no lance do primeiro golo e Dante no do segundo, a cometerem erros que fomos capazes de aproveitar. Ainda não havia tendências, mas ficou logo à vista que era assim que os azuis e brancos iriam tentar levar a água ao seu moinho. A vencer por 2-0 aos 10 minutos e só não ficando também em vantagem númerica porque o árbitro, lamentavelmente, encolheu-se e não expulsou Neuer - como é possível, se o guarda-redes ao ser ultrapassado derrubou Jackson que ficava sem mais ninguém pela frente para atirar para a baliza? -, o F.C.Porto não aproveitou a esse facto para se soltar e ganhar confiança, não foi capaz de ter bola e trocá-la como tão bem sabe, permitiu a reacção do Bayern, foi penalizado por isso, sofrendo um golo que, diga-se, fazia justiça ao intervalo. Não tinha havido durante os 45 minutos iniciais Porto para uma vantagem de dois golos.

O descanso fez muito bem ao F.C.Porto. Não sei o que Lopetegui terá dito aos seus pupilos, sei que o F.C.Porto surgiu muito mais desinibido, muito mais assertivo, muito mais confiante, a jogar muito melhor futebol. Foi um Porto que entrou forte, personalizado e se continuou a pressionar alto, deixou de ter medo de ter a bola, quando a tinha trocava-a naquele futebol rendilhado e de toque que é a sua imagem de marca, estava melhor e bem mais perigoso que o Bayern, se não fosse Neuer ter feito um milagre, podia ter aumentado a vantagem mais cedo. Mas se não aumentou nesse lance, viria a consegui-lo aos 65 minutos por Jackson. O Cha Cha Cha - esteve parado um mês? - contornou o melhor guarda-redes do mundo e tocou para baliza deserta, colocando o marcador em 3-1, diferença de dois golos que o F.C.Porto justificou. Daí até final houve uma natural reacção dos pupilos de Pep Guardiola, mas aí já não foi o Porto da primeira-parte, o jogo estava repartido, se os alemães tiveram mais posse, foi muito menor que na primeira-parte, o F.C.Porto soube sempre controlar, raramente a baliza de Fabiano correu perigo iminente.

Num jogo histórico, foi a primeira vez que uma equipa portuguesa venceu o Bayern em jogos a eliminar, houve algumas grandes exibições na equipa portista. Mas quando o colectivo funciona, mesmo os que não estiveram tão inspirados deram o litro, não costumo destacar ninguém. Hoje abro uma excepção para destacar o marcador dos dois primeiros golos do F.C.Porto, Ricardo Quaresma. Vi um dos melhores Quaresmas de sempre, mérito dele, mas também de Julen Lopetegui. Este Quaresma, que junta ao talento, atitude, espírito de equipa, comprometimento, podia ser capitão, é o melhor que vi ao serviço do F.C.Porto.

F.C.Porto - F.C.Bayern Munique. Só um Dragão de chama alta pode derrubar o gigante alemão


Guardiola sobre Herrera: «falso lento, muito potente, que joga em toda a linha»
Como se pode pedir a quem via Candeias e não via Moutinho, que veja o que o treinador do Bayern vê?

Bayern, Viena, História, O despertar do monstro. O monstro cresceu tanto, tanto que nem nos apercebemos O que foi preciso andar para aqui chegar... Amanhã e muitos anos depois dessa Valsa Maravilhosa, o F.C.Porto volta a enfrentar os alemães do Bayern, desta feita para os quartos-de-final da Champions League. E como não sou irrealista, nem megalómano, daqueles com a mania que o F.C.Porto é o mais maior, melhor, grande clube deste desta planeta e dos outros, tenho consciência e não me custa reconhecer que esta época e pela primeira vez, mesmo jogando em casa, o meu clube não é o favorito. Não é favorito porque vamos jogar com um dos maiores e mais ricos clubes do Mundo; que tem um dos melhores treinadores do Mundo; vários dos melhores jogadores do Mundo; vários Campeões do Mundo; e que fazem com que o Bayern seja uma equipa forte em todos os sentidos, uma das três melhores equipas do Mundo. Os campeões da Alemanha são fortes física e tecnicamente, intensos, rápidos a pensar e a executar, com uma enorme capacidade de tiro, têm vários jogadores que fazem a diferença. Enfim, o conjunto treinado pelo espanhol Pepe Guardiola, preenche todos os requisitos necessários para que olhemos para ele com o respeito devido a um adversário poderosíssimo. Mas se devemos ter respeito, não devemos ter medo, nem entrar em campo derrotados. Não somos um clube de prestar vassalagem e estender a passadeiras a ninguém. E como no futebol as surpresas estão sempre a acontecer, lembremo-nos de Viena, o Bayern também era o grande favorito e foi vergado pela qualidade e a magia de um Dragão ambicioso, corajoso e destemido. Podemos voltar a fazer história, tal como em 27 de Maio de 1987, podemos voltar a espantar o mundo do futebol. Para isso temos de ser uma equipa concentrada - ao mínimo erro eles penalizam - unida, coesa, solidária e soltando a qualidade que também temos. Só um Dragão de chama alta pode derrubar o gigante alemão.
O estádio está esgotado, mas apesar dos muitos alemães que estarão a apoiar o Bayern, nós estamos em esmagadora maioria. Não é todos os dias que temos jogos como este, desfrutemos e apoiemos a nossa equipa, sempre, principalmente nos momentos mais difíceis de um jogo em que poderemos ter períodos de muito sofrimento.

Nota:
Alguma da queriduxa e muito nossa amiga comunicação social, fala na falta de seis habituais titulares no Bayern, coloca mais ênfase nas baixas dos alemães que nas do F.C.Porto, como se a importância de Jackson - está convocado, mas não acredito que tenha condições para jogar de início...-, Tello e até Marcano, fosse menor nos Dragões que as de Robben, Ribery ou Alaba nos bávaros, por exemplo. Como se um ataque com Gotze, Lewandowski e Thomas Muller, fosse fraquito; como um meio-campo que tem Xavi Alonso e Thiago Alcántara não tivesse qualidade; uma defesa que tem à frente de Manuel Neuer, Lahm, Boateng, Dante e Bernat, fosse fácil de ultrapassar. Enfim, nada de surpreendente, mas que convém sempre registar.

O árbitro é Carlos Velasco Carballo, auxiliado por Roberto Alonso e Juan Yuste, tendo como árbitros de baliza Carlos Del Cerro e Jesús Gil Manzano e como quarto árbitro Raúl Cabanero, todos espanhóis

Convocados do F.C.Porto:
Guarda-redes, Fabiano e Helton;
Defesas, Danilo, Reyes, Maicon, Martins Indi e Alex Sandro;
Médios, Rúben Neves, Brahimi, Evandro, Quintero, Óliver, Herrera e Casemiro;
Avançados, Quaresma, Ricardo, Jackson, Hernâni, Gonçalo e Aboubakar.

Equipa provável:
Fabiano, Danilo, Maicon, Martins Indi e Alex Sandro, Casemiro, Óliver e Herrera, Quaresma, Aboubakar e Brahimi.

Antevisão de Julen Lopetegui:
«Não paramos para pensar em quem é o favorito. A nossa energia está focada em dar uma boa resposta, frente a uma equipa extraordinária como o Bayern. Queremos ser protagonistas, independentemente do adversário. Penso que esta é uma das melhores equipas de sempre do Bayern, pelo que teremos de fazer muito bem as coisas»

«Começámos esta aventura sem bilhete, os jogadores conquistaram o direito de participar na competição de clubes mais importante do Mundo e defrontar equipas como o Bayern»

«Não valorizo as baixas do rival nem as nossas. O Bayern vai ter oito ou nove campeões do Mundo em campo. Já quase todos tocaram a glória mundial»

«Os jogadores que estão disponíveis são aqueles que terão de ajudar-nos a alcançar o objetivo que pretendemos. Temos um desafio colossal pela frente»
 
Antevisão de Hector Herrera:
«A trabalhar a cem por cento e a acreditar em nós mesmo, penso que podemos passar à fase seguinte, mesmo sabendo que vamos jogar contra oito campeões do mundo»

«Sempre que compito é para ganhar. Temos de respeitar os adversários mas ter sempre a ilusão de que podemos vencer».

«É bom ver o nosso trabalho reconhecido e fico contente com os elogios mas os únicos que importam são os do meu treinador»

O Menino Jesus


Enquanto não chega a hora de falar do Bayern, embora os alemães já estejam e de que maneira, no pensamento, apetecia-me falar de alguns amancebados catadores de defeitos, aqueles que mesmo perante uma primeira-parte de excelente qualidade como a que o F.C.Porto conseguiu em Vila do Conde, passam metade da crónica do jogo a falar de um possível penalty de Marcano que podia ter mudado a história do jogo; a dizer que o F.C.Porto que até no seu melhor período, os primeiros 45 minutos, esteve longe de deslumbrar. Mas não vale a pena, seria mais do mesmo, já sabemos que quando o F.C.Porto joga bem ou muito bem, há sempre alguma coisa para tirar brilho às exibições portistas... Já no que toca aos nossos rivais, fazem ao contrário, omitem os aspectos negativos, extrapolam os positivos. Um exemplo rápido, Benfica 3 - Nacional 1: quando os insulares fizeram o golo e ameaçaram com o segundo, ouviram-se assobios na Luz, porquê? Porque a qualidade baixou bastante, mas alguém falou disso? Ninguém. O fundamental era passar a mensagem que não se deve assobiar e aí a comunicação social junto com os recadeiros vermelhos fizeram-no como deve ser, este sábado não houve assobios durante o jogo entre o clube do regime e a Briosa... que de Briosa não teve nada. Como disse um amigo meu, já deviam estar com a cabeça no Dragão... O que dizer então, quando só dá Bayern? Olha, vou falar do vídeo que faz parte de uma campanha publicitária que brevemente será pública e que tem como lema, "O Menino Jesus". Fica um cheirinho:
Take 1 - O Menino Jesus aparece a mascar chiclete, todo gingão, depois de ter ido ao cabeleireiro fazer uma mise e que o fez ficar com o penteado versão Manuela Ferreira Leite. Começa a música do Nelo Monteiro e ouve-se uma voz de fundo: "Menino Jesus não batas na polícia". O Menino Jesus faz cara de desentendido, passa a mão pelo cabelo, coloca o sorriso malandro que é sua imagem de marca, pisca o olho para câmara e segue o seu caminho cantando a canção do conquistador.
Take 2 - O Menino agora está no estádio, dentro das quatro linhas, alguns figurantes equipados com uma camisola às riscas pretas e brancas, nova música, desta vez é Ágata, novamente a voz: "Menino Jesus não dês bofetadas nos jogadores". O Menino Jesus faz cara feia e dispara: "Quem se mete com o Je leva que contar". Um ruído estranho torna-se incómodo, mas ainda dá para ouvir: "Um cretino é um cretino, um vintém é um vintém".
Take 3 - O Menino agora está sentado na sala de imprensa, a música do Melão arranca e com a música...: "Menino Jesus não coloques em causa a honra dos juízes". O Menino fica zangado, faz aquele esgar como quem puxa para dentro, coloca a chiclete na palma da mão e atira: "É melhor estar calado!" Volta a pôr a chiclete à boca, levanta-se e sai.
Take 4 - Com a música do Avô Cantigas muito baixinho, é a vez de se ouvir: "Menino Jesus, porque você não vai para a escola aprender português?" O Menino, fica desesperado, bate com a cabeça na parede, abana a cabeça, desabafa, "Olha se não tinha esta farta cabeleira..." e com a voz arrastada: "Posse não saber Latim, mas sou um Doutor do Povo, um Catedrático, Iron Man, Mestre da Táctica e Exterminador implacável, ganho 4 milhões e meio, com o interesse do Fenerbahçe quem sabe não passo para os 5? Eheheheh!"

Arrogantes, prepotentes, trauliteiros, pimbas


Com uma exibição que na primeira-parte foi muito boa e na segunda não teve a mesma qualidade, facto a que não será alheio a vantagem de dois golos e a Champions estar ao virar da esquina - o que queiramos ou não, tem sempre influência na cabeça dos jogadores, mesmo que muito alertados para o perigo de baixar a intensidade e, principalmente, a concentração... o golo do Rio Ave teve duas más abordagens, pior a de Maicon que a de Danilo, por exemplo -, o F.C.Porto cumpriu a sua obrigação, ganhou com toda a justiça e continua a depender apenas de si na luta pelo título. Mas enquanto o F.C.Porto arrumada a questão do Rio Ave, tem muito em que pensar - quarta-feira defronta uma das melhores equipas do Mundo, para a prova entre clubes mais importante do Mundo -, quem só tem o campeonato para jogar tem de se entreter com alguma coisa. 
Depois se esse clube tem como imagem de marca a arrogância, prepotência, populismo e o trauliteirismo pimba, não admira que apareçam campanhas de péssimo gosto que uma comunicação social prostituída promove como se fosse uma grande coisa, algo muito bonito e muito didáctico. Como disse há dias atrás que esperar de um bando de vendilhões sem coluna e sem vergonha na cara, que hostilizavam o português José Mourinho, treinador do F.C.Porto, enquanto lambiam o cu do espanhol Camacho e agora têm Lopetegui como alvo preferido, atacando o técnico portista com laivos de xenofobia rafeira, enquanto o agora designado Happy One é tratado nas palminhas das mãos? Nada, é a corja de sempre. Apenas mudou a postura do F.C.Porto na forma como reage a essa escumalha. Mas não perdendo o fio à meada e regressando ao Benfica, eu gosto deles assim, arrogantes, eufóricos, cheios de peito e de tesão, demolidores e a respirar confiança. Veremos quando chegar a hora da verdade se tudo isso é real, tem consistência, ou não passa da bazófia típica do clube do regime e dos seus avençados da comunicação social.

Nota para desopilar:
Como ele processa tudo que mexe, dou a notícia sobre reservas, não vá ele também andar por aqui e obrigar-me a sentar o cu no mocho. Então é assim: segundo fontes bem informadas - não digo quem são, nem sob tortura -, Bruno de Carvalho vai processar o jornal Marca. O diário espanhol diz que James vale bem os 80 milhões que o Real deu por ele, contrariando assim a teoria do presidente do Sporting sobre a  cabala portista, quando do negócio James e Moutinho, 45+25, para o Mónaco

Nota final:
Vão surgindo notícias que confirmam tudo aquilo que se foi dizendo sobre alguns artigos, análises e comentários de algumas figuras com um grande passado no F.C.Porto...Não é, senhor Baía? Só não me sai o euromilhões...

Foto José Jesus, Joaquim Jesuíno, Júlio Jesualdo... na versão Abel Xavier.

Rio Ave F.C.1 - F.C.Porto 3. Excelente primeira-parte numa vitória sem discussão


Sem qualquer margem para errar e sem tempo para pensar no Bayern que está à vista, o F.C.Porto deslocou-se  a Vila do Conde para defrontar o Rio Ave que no último jogo em casa tinha conseguido a proeza de derrotar o líder e só tinha uma alternativa: ganhar. Não admira por isso que Lopetegui tenha feito entrar aquela que é a equipa mais forte do momento, Fabiano, Danilo, Maicon, Marcano e Alex Sandro, Casemiro, Óliver e Herrera, Quaresma, Aboubakar e Brahimi. Era um sinal claro dado pelo treinador da importância do jogo, era também uma manifestação de coerência, como que dizer na prática, aquilo que tinha dito na teoria: só pensámos no Rio Ave, o Bayern vem depois. E tirando os primeiros cinco minutos em que a equipa de Pedro Martins beneficiando de ter o vento pelas costas e de alguma dificuldade de adaptação a esse factor por parte do F.C.Porto, pressionou, atrapalhou a fase de construção da equipa portista, criou dificuldades. Depois desse período os Dragões começaram a tomar conta do jogo, a recuperar e a sair rápido para o ataque, aproximarem-se com perigo da baliza de Ederson e após cruzamento de Quaresma na direita, Brahimi fez um golo que, inexplicavelmente, o árbitro invalidou, num dos mais escandalosos erros que tenho memória. Incrível! Apesar desse autêntico crime de lesa futebol, não se deixou perturbar o conjunto de Lopetegui, que continuou a jogar bem, a trocar bem a bola e ora atacando pela direita ora pela esquerda e, hoje, envolvendo muitos jogadores em jogadas ofensivas. Esperava-se a qualquer momento o golo do F.C.Porto, tal era o domínios dos azuis e ele podia ter acontecido 14 minutos quando três jogadores, Brahimi, Óliver e Quaresma, todos em excelente posição, não conseguiram desfeitear o guarda-redes vilacondense; podia ter acontecido depois quando Aboubakar em dois lances quase consecutivos e tendo dois colegas bem em boa posição para ficarem na cara do golo, errou os passes e as jogadas perigosas perderam-se. Mas quem joga assim, quem cria tanto perigo, mais tarde ou mais cedo, só por muito azar  não chega ao golo. E assim foi. Mais uma boa jogada, Quaresma remata à barra, a bola sobra para Danilo, o capitão e número 2 a ser derrubado, penalty bem assinalado e exemplarmente marcado por Quaresma, Porto em vantagem, mais que merecida.
Conseguido o mais difícil, que Porto a partir daí, atendendo ao que tem acontecido em alguns jogos e com a Champions à porta? Um Porto a manter a dinâmica, a pressão, a concentração e a qualidade, atento à reacção do Rio Ave e na procura do segundo golo? Ou um Porto apenas preocupado em controlar e a facilitar a vida ao adversário, como aconteceu na Madeira frente ao Marítimo? Tirando um ou outro erro, algumas perdas de bola, Herrera, principalmente, mas um Porto atento, determinado, nunca deixando de tentar aumentar a contagem. Que aconteceu em cima do intervalo e com o golo de Danilo, grande golo diga-se, fez-se justiça, F.C.Porto com dois golos de vantagem, tudo bem encaminhado para sair de Vila do Conde com os três pontos. Mas era preciso não abrandar, não relaxar, um golo do Rio Ave podia relançar o jogo e não convinha nada, por todos os motivos.

Mantendo os mesmos jogadores para os segundos 45 minutos, F.C.Porto entrou bem, a atacar logo com perigo, um sinal que indiciava que a equipa vinha desperta das cabines. E foi assim, se a equipa não atingiu o brilhantismo dos primeiros 45 minutos, tirando um lance de Jebor, quando o Rio Ave reduziu a vantagem, não tinha feito muito para isso, apesar de algum adormecimento natural - Bayern no pensamento -, o F.C.Porto podia antes ter matado o jogo. Sem Quaresma substituído por Hernâni e com o golo de Tarantini, as coisas podiam complicar-se, os vilacondenses acreditaram, reagiram, mas nunca estiveram perto do empate. Lopetegui mexeu, retirou Brahimi e meteu Rúben, acautelou-se, a equipa ficou com mais gente no meio-campo, não permitiu grandes veleidades e quando Hernâni fez o 3-1, o jogo ficou decidido e bem para o conjunto da Invicta. Evandro só entrou para marcar o ponto.

Resumindo, magnífica primeira-parte do F.C.Porto que chegou ao intervalo com uma vantagem escassa para o seu domínio e a sua qualidade de jogo. Uma segunda pior, já com muita Champions na cabeça, mas sem colocar em causa uma vitória claramente justa.
Era preciso ganhar, ganhámos e sem discussão, estamos aí na luta pelo título.

Como é possível invalidar este golo de Brahimi?

Rio Ave F.C. - F.C.Porto. 100% focados


Lopetegui:
- Meus amigos, estamos a chegar à hora da verdade, ao momento em que tudo se vai decidir, em que se vê quem é quem. O Rio Ave é tão importante como o Bayern... Fabiano?
- Totalmente concentrado no Rio Ave e nos seus jogadores. Danilo, Marcano... podem estar tranquilos.
- Danilo?
- 100% focado, Mister, quero dedicar a vitória ao meu filho.
- Maicon?
- 120% focado, o Rio Ave é mais forte que o Bayern.
- Marcano?
- Não estou disponível para defrontar os alemães, até como a relva dos Arcos.
- Alex?
- 200% acordado, Mister.
- Casemiro?
- Não sei jogar sem ser a 100%
- Óliver?
- O Mister conhece-me, nem precisa perguntar...
- Herrera?
- Não quero ir para a bancada frente ao Bayern.
- Brahimi?
- Sou acusado de só jogar na Champions, vou provar que não é assim...
- Abou?
- Sempre a mesma atitude e o mesmo espírito.
- Ricardo Quaresma?
- Depois do grande jogo frente ao Estoril, não quero dar razão a alguns que dizem que sou um jogador de altos e baixos.
- OK, fica registado tudo o quer disseram. Agora vamos reunir a rodinha e dar o grito:
- Somos Porto!
- Sempre!

O árbitro é Vasco Santos, auxiliado por Bruno Trindade e Sérgio Jesus

Convocados do F.C.Porto:
Guarda-redes, Fabiano e Helton;
Defesas, Danilo, Reyes, Maicon, Marcano, Alex Sandro e José Ángel;
Médios, Rúben Neves, Brahimi, Evandro, Óliver, Herrera e Casemiro;
Avançados, Quaresma, Ricardo, Hernâni, Gonçalo e Aboubakar.

Equipa provável:
Fabiano, Danilo, Maicon, Marcano e Alex Sandro, Casemiro, Óliver e Herrera, Quaresma, Aboubakar e Brahimi.

Antevisão de Lopetegui:
«Como sempre falamos, cada jogo tem muitas dificuldades e neste caso falamos de uma equipa com experiência europeia, uma boa equipa que leva quatro jogos sem perder na Liga e tem uma vitória recente frente ao Benfica. Temos de fazer um jogo muito bom a todos os níveis. Não olho para um jogo do passado, que já foi há muito tempo, o Rio Ave tem um plantel interessante e que nos vai colocar dificuldades.»

«Bayern? Temos apenas um jogo agora, que é o Rio Ave. Não há outra possibilidade. Temos isso claro nas nossas cabeças.»

«Estamos focados no nosso jogo, nada mais. Isso já é trabalho suficiente e toda a nossa energia tem de ir nesse sentido. O resto não depende de nós.»

«Sobre a questão dos árbitros, não sei exatamente qual é o problema de origem mas confio e espero que tudo se resolva. Mas não é algo da minha competência nem que me preocupe demasiado.»

«Todos têm de estar motivados e preparados para a ajudar a equipa nesta fase final da temporada e Adrián não é exceção»

«Nunca falámos em prazos para arecuperação de Jackson. Todos estão a trabalhar e ele, também, para o que o regresso seja o mais cedo possível.»

- Copyright © Dragão até à morte. F.C.Porto, o melhor clube português- Edited by andreset