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Em nome da verdade


Os adeptos abandonam o estádio antes do final do jogo, são apoiantes de AVB que iam à espera de uma derrota e como não aconteceu... até parece que adeptos a saírem antes do final do jogo foi uma originalidade, nunca antes tinha acontecido - tenho um amigo que ainda hoje se martiriza por ter saído do estádio antes do fim naquele jogo do inolvidável golo do Kelvin.


Os árbitros prejudicam o FCP, no FCP B então tem sido uma farturinha, porque é que o AVB não diz nada? Pois, o AVB é que é o presidente em exercício, é ele que tem a obrigação de falar. Já o senhor presidente que disse e cito: "As pessoas do CA estão extremamente interessadas que a arbitragem melhore, reconhecem que não está bem e são de uma seriedade intocável", não tem de fazer nada, e portanto, o FCP apenas é vítima dos azares dos árbitros e VAR.


Se o AVB vai ao estádio é porque vai, se não aparece nas imagens ou não há fotos, é porque não vai, ou pelo menos não se sabe se foi. Idem ao pavilhão. Como se alguém que até há pouco tempo era profissional de futebol tivesse oportunidade de aparecer com frequência.


Se há casos na justiça que envolvem os rivais do FCP, o FCP muitas vezes fica mudo e quedo, mas o AVB tinha de vestir o fato de Tarzan e reclamar, qual lobo que dispara contra tudo que mexe.


Se o AVB disse que não se candidatava contra JNPC e se mudou de ideias, não foi porque, tal como muitos outros portistas, chegou à conclusão que o FCP não pode esperar mais, não, é porque está ao serviço de interesses obscuros.


Se AVB apresenta nomes para o seu projecto, logo os candidatos têm todos os defeitos, mesmo que tenham currículos que os recomendam e até tenham sido muito elogiados pelo senhor presidente.


Ontem o ponta-de-lança dos espanhóis que queriam tomar o Benfica de assalto, mas depois se tornou amigo de LFV e foi administrador da SAD do SLB, resolveu deitar porcaria pela boca fora, lá vem o AVB à baila, Mário Ferreira, dono da TVI, é apoiante de AVB, logo...


Se alguém que apoia AVB diz um disparate e disparates há muitos nas duas candidaturas, lá vem a conversa, querem que o FCP perca porque dá jeito ao seu candidato, como se no futebol um Dragão na CL não fosse melhor para um AVB presidente do FCP.


E podia continuar, mas não vale a pena... 

Agora que fique claro o seguinte: a minha página é fechada (*) não abro ao público nem aceito adeptos de outros clubes, com excepção daqueles que conheço, sei que respeitam o FCP e quem o dirige.  A ideia é que a página seja uma espécie de tertúlia onde portistas, de forma civilizada e com respeito pela diferença de opiniões ou posições seja elas sobre quais forem no Universo do FCP, possam bitaitar. Com as eleições e com o aparecimento de uma candidatura com potencial para vencer - para mim já venceu, independentemente do que acontecer em Abril, porque pôs a mexer um clube paralisado e acomodado -, os adeptos que no seu legítimo direito, resolveram apoiar AVB, passaram a ser tratados como uma espécie de portistas de 2ª ou 3ª, ingratos, sem memória, traidores e outros mimos semelhantes. Como não admito lições de portismo, seja de quem for; como respeito aqueles que apoiam a candidatura do senhor presidente; quem não respeitar o "meu" candidato, o insultar, portar-se como acontece em páginas onde adeptos do FCP e dos seus rivais se insultam constantemente, sai de cena. Se não abro a página para evitar chatices, não me vou chatear com aqueles que não aceitam algo que devia ser natural numa Instituição com a grandeza do FCP, haver alternativas ao status quo.


Até porque e não deixa de ser curioso, como podem ver na capa de O Jogo de 2016, JNPC desafiava os críticos a avançar. Apareceu um crítico que avançou, caiu o Carmo e a Trindade.


PS - João Koehler: "Mas foram aqueles que, ao criarem um exército de crítica e divisão nas redes sociais e beneficiarem tranquilamente do vento por trás para a a sua candidatura desta vergonhosa dualidade de critérios nos media, que permitiram que tudo isto escalasse a este ponto. Em vez de posts inúteis de suposta indignação, não era melhor um ataque feroz e sem cedências ao escandaloso Caso Boaventura, que lhes passou ao lado? Não devíamos todos colocar o Porto em primeiro lugar? Precisamos de um Porto Unido e de pessoas que ponham o FC Porto à frente das suas agendas e interesses".


Posts inúteis, defender o FCP de um ataque miserável? 


Ataque ao caso Boaventura? Um candidato? Essa não devia ser a função do senhor presidente, como tantas vezes foi no passado?


E por falar em defender o FCP, apresenta lá Koehler, uma intervenção tua na defesa do FCP, antes de ameaçares ser candidato em 2020?


E nesse ano o que dizias? "Temo que o FCP entre em falência", ou "Um dos principais agentes do FCP é filho do presidente, chama-se nepotismo."


Colocar o FCP em primeiro lugar é o quê? Exercer um direito de qualquer sócio do FCP que cumpra os pressupostos estatutários e ter a coragem que não tiveste em 2020 de se candidatar à presidência? 


Ganha tento e juízo, em termos de portismo és apenas alguém que só despertou agora e achas-te no direito de colocar em causa quem tem décadas de associativismo e portismo praticado, reduzes tudo a um exército de crítica e divisão nas redes sociais? Olha para o que está à tua volta sem palas e concluirás facilmente quem divide o quê.


(*) - Com as devidas adaptações, o mesmo se passa no blog.

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F.C.Porto 2 - Estrela 0. Regresso às vitórias com resultado justo e uma exibição que não foi brilhante


 

Depois de uma derrota altamente comprometedora em Arouca, o FCP não podia voltar a marcar passo, tinha de vencer o Estrela da Amadora. Venceu por 2-0, cumpriu a sua obrigação e fica à espera do que vão fazer os dois primeiros classificados.

Com Diogo Costa, João Mário, Pepe, Otávio e Zaidu, Francisco Conceição, Alan Varela, Nico González e Galeno, Pepê e Evanilson, o conjunto de Sérgio Conceição entrou a procurar o golo, aos cinco esteve perto de marcar, excelente defesa de Bruno Brígido.
Portistas instalados no meio-campo do Estrela que defendia com muitos e procurava sair no contra-ataque. Continuava a incapacidade dos azuis e brancos para aproveitar os lances de bola parada, cantos, muitos, livres também. Continuavam os passes errados.
Dragões tinham muita bola, mas demasiados passes para o lado e para trás, pouca profundidade e dinâmica, futebol muito previsível, raramente conseguiam uma jogada com princípio, meio e fim, vida facilitada para a equipa da Amadora que nos primeiros 30 minutos foi tão ameaçadora como a portuense.
Zaidu lesionado, pareceu com gravidade, foi substituído por Jorgie Sánchez aos 32 minutos.
Aos 35, numa saída rápida, após um ressalto, Galeno aproveitou e adiantou os portistas. Na resposta, Diogo Costa com uma grande defesa evitou o empate.
Aos 42 minutos, incrível a forma como Francisco Conceição desperdiçou um golo cantado. Sozinho e enquadrado, já bem dentro da área, acertou no guarda-redes.
O Estrela já nos descontos também podia ter marcado, perante uma defesa atarantada.

Ao intervalo, vantagem mínima do FCP, resultado bem melhor que a exibição.
Se nos primeiros 45 minutos produtividade de Pepê fosse igual às correias com bola...

Na segunda-parte, FCP com o mesmo onze que terminou a primeira. Mais uma vez a equipa de Sérgio Conceição demorou muito a regressar.
O início parecia mais do mesmo. A primeira grande oportunidade surgiu ao 55 minutos, Galeno para grande defesa do guarda-redes do Estrela, na jogada seguinte excelente golo de João Mário num remate cruzado.
Com dois golos da vantagem, o que lhe garantia alguma tranquilidade, confiança, a equipa soltou-se, conseguia chegar mais fácil à frente, gerir melhor a posse da bola.
Com mais critério a definir, podia ter feito o 3-0. Jorgie atrapalhou-se na hora de finalizar.
Ao minuto 69 entraram Ivan Jaime e Gonçalo Borges, saíram Francisco Conceição e Galeno.
No último quarto-de-hora, o FCP praticamente só controlava, deixava passar o tempo, o conjunto lisboeta subiu ss linhas, mas não criava perigo.
Ao minuto 87 Sérgio Conceição esgotou as substituições, saíram Nico e Evanilson e entraram Toni Martínez e André Franco.
Gonçalo Borges, mais uma vez, e desta feita com mais tempo de jogo, voltou a desiludir, voltou a entrar muito mal.
O jogo chegou ao fim sem que mais nada de relevante acontecesse.

Resumindo, regresso às vitórias, resultado que não merece contestação e uma exibição que não foi brilhante. 
Na próxima quarta-feira é preciso um Porto de muito mais qualidade.
Otávio estreou-se e sem deslumbrar, cumpriu.
Uma palavra de estímulo para Zaidu que saiu lesionado. Espero que regresse depressa.


F.C.Arouca 3 - F.C.Porto 2. O FCP é, tem de ser, muito mais que isto...


Depois de a meio da semana ter viajado até aos Açores para disputar um jogo que nunca se deveria ter iniciado, os Dragões voltaram a sair de casa, desta vez até à Serra da Freita para defrontar o Arouca. 

Sem qualquer margem de manobra, impedidos de perder mais pontos, os azuis e brancos iniciaram o jogo com Diogo Costa, João Mário, Pepe, Fábio Cardoso e Wendell, Francisco Conceição, Alan Varela, Nico González e Galeno, Pepê e Evanilson e entraram a sofrer um golo. Bola disputada e perdida a meio-campo, uma saída para o ataque muito bem trabalhada pelo Arouca, que culminou no 1° golo da partida.
Era preciso reagir, a reacção ainda não era notória, quando uma falta na área sobre Evanilson, penálti, que o brasileiro transformou e empatou o jogo.
Nos minutos seguintes parecia recuperada daquela entrada em falso a equipa de Sérgio Conceição e o perigo rondou a baliza de Arruabarrena, obrigado a aplicar-se. A pressão portista acentuou-se, a equipa saía com critério, trocava bem a bola e chegava bem ao último terço, mas faltava mais assertividade na hora de rematar à baliza - Francisco não pode sair bem do drible e na hora de procurar o golo, baixar a cabeça, não ver que tem um adversário em cima, o remate vai contra ele.
Porto jogava bem, mas contra a corrente do jogo, equipa descompensada, Pepe surpreendido pelo cruzamento, bola na mão, penálti. Arouca novamente na frente, injusto para os azuis e brancos.
Na jogada imediata Galeno, com o guarda-redes fora da baliza, não fez a melhor opção, o Arouca sempre que recuperava a bola criava perigo. 
Aos 34 Evanilson voltou a marcar, golo bem invalidado pelo VAR. O avançado estava fora-de-jogo.
Um disparate de Alan Varela, perda de bola em zona perigosa, ia custando caro aos da Invicta.
O argentino tocado deu lugar a Eustaquio.
O FCP perdeu consistência, organização, qualidade de jogo, começou a atacar com muitos, mas a recuperar com poucos, deu muito espaço, correu riscos.
O jogo chegou ao intervalo com o Arouca em vantagem por 2-1.
A forma como o FCP, com o jogo a chegar ao minuto final da primeira-parte, em posse, não foi capaz de colocar a bola na área, foi um claro sinal da forma como o conjunto de Sérgio Conceição estava a jogar.

Assim, resumindo, após o golo de Evanilson e até ao segundo do Arouca, minuto 30, foi um Porto em bom nível. Depois e até ao regresso às cabines o nível baixou muito, fez lembrar o Porto do início da época.

A perder, no regresso para segunda-parte, os Dragões que demoraram muito tempo a regressar, vieram com o mesmo onze que terminou a primeira.
No recomeço, Porto procurou chegar rápido à frente, cheirou o golo, desperdiçando uma clara oportunidade.
Coração e determinação, OK, mas era preciso ter a calma necessária para fazer e passar bem, não perder organização, não inventar com toques de calcanhar, não fazer disparates, perdendo bolas com a equipa descompensada, originando contra-ataques perigosos que só não deram golo porque Diogo Costa evitou com duas boas intervenções.
Evitou duas, não evitou à terceira. Equipa completamente a dormir, um livre marcado rápido, bola na frente, jogador do Arouca no um contra um contra Fabio Cardoso, levou vantagem, fez o terceiro.
Com dois golos de desvantagem, vida muito difícil para os azuis e brancos.
Aos 68 minutos saíram João Mário e Galeno, entraram Taremi e Gonçalo Borges. 
Depois de ter sofrido o terceiro golo, Porto acusou o toque, foi incapaz de se encontrar, Sérgio Conceição voltou a mexer aos 77, entraram Ivan Jaime e Toni Martínez, saíram Nico e Evanilson. Mas era o conjunto aveirense que em rápidos contra-ataques ameaçava.
Do lado dos portistas nada de relevante até ao minuto 87, altura em que Francisco Conceição reduziu para 3-2.
O tempo já não era muito, o árbitro deu oito minutos de descontos, mas ainda dava para tentar um forcing final, procurar pelo menos empatar. Mas não íamos lá com disparates como o de Fábio Cardoso, completamente desastrado a passar e a cortar.
A meio ainda se pediu penálti, mas não havia razão para os protestos dos portuenses.
Fábio Cardoso concluiu uma noite para esquecer com um amarelo, era o segundo, foi expulso.
 
O jogo terminou com a vitória do conjunto da Serra da Freita, uma vitória que acaba por ser justa, de uma equipa com uma ideia de jogo muito interessante e que deve ser realçada. Defendeu quando tinha de defender, mas com bola procurou sempre contra-atacar e fê-lo sempre com critério. Marcou três golos, dois em jogadas rápidas e a aproveitar a forma desorganizada como o FCP estava a exibir-se, ainda ameaçou por várias vezes um Diogo Costa que ainda fez pela vida, mas foi completamente impotente para evitar o descalabro dos que jogam à sua frente.

Resta à equipa do FCP, a sete pontos do segundo lugar e pode vir a ficar a dez primeiro, não baixar os braços, ir ganhando os seus jogos, dignificar um clube não está a ter uma época fácil.

Foi mais uma noite negra, mais uma noite em que o FCP foi uma caricatura do que deve ser uma grande equipa. O FCP é, tem de ser, muito mais que isto...
Quem perde 12 pontos com Arouca, Estoril, Rio Ave e Boavista, só por milagre será campeã.

A cada apresentação aumenta a convicção que fiz a escolha certa.


Com uma pontualidade britânica, AVB apresentou o administrador financeiro (CFO). Trata-se do doutor Pereira da Costa. Até há semanas não sabia quem era, procurei saber, quem o conhece diz que é competente e com provas dadas. Hoje na sua apresentação gostei do que ouvi. Não vou discutir as questões financeiras sob ponto de vista técnico, nem os números - alguns deles e por comparação, estarrecedores -, não tenho capacidade para isso, mas retenho uma parte e vai de encontro àquilo que tenho dito e repetido: é possível ganhar, manter a competitividade desportiva, com melhores contas.

Também gostei do discurso de introdução de  AVB. Foi curto, mas objectivo, tocou nos pontos, sem baixar o nível. Que diferença!


Nota final: 

Registo o facto do doutor Pereira da Costa ser sócio do FCP desde 1971 e não ter levado gravata...


Vídeo da apresentação: https://www.youtube.com/watch?v=FcHih_PGDcg



Não quero acreditar que isto que vem na Tribuna Expresso(TE) seja verdade. E como o FCP agora é muito rápido a fazer comunicados contra aquilo que é dito na candidatura de AVB, espero que agora faça um, a desmentir, categoricamente, que alguém manipulou as câmaras no sentido de esconder o que se passou naquela malfadada AG de 13 de Novembro.

Manipulação de câmaras remete-me para outra noite negra, a de 20 de Dezembro de 2009, a noite do célebre acontecimento que teve origem no túnel da Luz. Nessa noite era o Benfica a tramar o FCP. A ser verdade o que está na TE, seria o FCP a tramar os seus sócios.




Se alguém quiser descaroçar estes quadros, está à vontade, não sou especialista. Será que é verdade que estes 54,3 são as últimas verbas de um contrato que vai até 2028?

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Porque apoiar não é só dizer que se apoia, assinar o livro de apoio...

 

Também me custou muito a ultrapassar a saída do treinador do FCP, AVB. Custou até, mais que o senhor presidente que não demorou muito a entregar-lhe um Dragão de Ouro e na cerimónia de entrega fazer um discurso de grande elogio. Tanto foi assim que escrevi um post com o título, "Pinto da Costa perdoa, eu não. Sou mais papista que o papa". Mas foi há 13 anos, é passado. 
Portanto, se já queria a mudança em 2020, muito mais quero agora. E se nas eleições anteriores não apoiei ninguém porque achava que os dois candidatos, com todo o respeito, não tinham o perfil ideal, agora acho que AVB tem e por isso apoio a sua candidatura. É um direito que deve ser respeitado, como respeito o direito a outros de apoiarem a candidatura do senhor presidente. Mais, não ando pelas páginas, nem em outros locais dos apoiantes do status quo a insultar, mandar bocas foleiras, a dizer que são mais ou menos portistas aqueles que pensam diferente. Portanto, na minha página como no blog, exijo exactamente o mesmo comportamento que tenho para com os outros.

Digo mais, utilizar esse episódio, repeti-lo e repeti-lo, como arma de arremesso, OK, os portistas na altura própria dirão o peso que tem esse episódio do passado, mas usar José Mourinho como arma de arremesso contra AVB?
Exagerando, até me apetece dizer, se for preciso fazer um pacto com o Diabo, para atacar AVB, faça-se. 
Foi isto que me saltou imediatamente quando vi alguns apoiantes do senhor presidente usarem o nome de José Mourinho contra AVB. 
De que Mourinho estarão eles a falar, pensei eu? Do José Mourinho que andava a negociar com o dono do Chelsea, no restaurante Camelo, à revelia do FCP, leia-se, JNPC, esquecendo que nesse tempo o presidente do FCP sabia mais a dormir que eles todos acordados?

Do Mourinho que amuou e recusou-se a festejar e nem regressou com a equipa ao Porto após a conquista da Champions League e no dia seguinte estava em Londres a assinar pelo Chelsea?

Do Mourinho que quando veio ao Dragão com os ingleses, comparou a Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta cidade do Porto com Palermo, numa péssima alusão a práticas que me recuso como portista e portuense a aceitar?

Do Mourinho que ficou calado como um rato quando dos Apitos, mesmo que isso pusesse em causa muito do seu e dos seus jogadores mérito nas extraordinárias épocas de 2003 e 2004? A propósito desse silêncio, fiz este post:
«Porque não dizes nada, Zé Mourinho?
Falamos algumas vezes, mais no tempo do técnico inglês, menos quando eras o treinador principal dos Dragões, por isso e se me permites, gostaria de te dizer o seguinte: o período que está em causa nesta sórdida história dos Apitos, são dois anos de ouro do F.C.Porto - épocas 2002/2003 e 2003/2004 - em que dirigiste a equipa portista com o brilhantismo que te caracteriza. Agora, meu caro Zé, colocam em causa o teu trabalho, a tua competência, a tua condição de Special One e tu não dizes nada?
Colocam em causa todos os jogadores que orientavas, dizem, vê bem, que o F.C.Porto vencedor da Taça UEFA, Liga dos Campeões e Campeão do Mundo, só ganhava porque fazia batota, e tu, Zé, não dizes nada?
Dizem que V.Baía, P.Ferreira, J.Costa, R.Carvalho, N.Valente, Costinha, Maniche, Deco, P.Mendes, C.Alberto, Derlei, Alenitchev, B.McCarthy, P.Emanuel e outros, como os que estiveram na caminhada gloriosa e inolvidável, que culminou na noite inesquecível de Sevilha, só ganhavam porque estavam num clube de batoteiros e tu, Zé, não dizes nada?
O teu Presidente - não era assim que tratavas J.N.Pinto da Costa? - o homem que te deu todas as condições para ter sucesso, te apoiou em todos os momentos, mas principalmente nos maus - houve alguns, como bem sabes, muito complicados - é atacado, caluniado, vil e cobardemente, por todos os lados, e tu, Zé, não dizes nada?
A estrutura do futebol profissional portista, que tanto te ajudou e que tanto elogiavas, afinal é um mito, pois, dizem eles, são uns batoteiros e tu, Zé, não dizes nada?
O Bosingwa vai para o Chelsea, clube onde dezenas de muitos amigos e tu Zé, não os avisaste que estavam a comprar gato por lebre, que estavam a gastar 20,5 milhões de Euros num jogador que só ganhou muitos títulos porque estava num clube de batoteiros?
Diz-se Zé, que queres o Quaresma no Inter. Quaresma não tem capacidade, talento, génio, ganhou três campeonatos, uma Taça de Portugal, duas Supertaças e uma Taça Intercontinental, porque está num clube de batoteiros, e tu Zé, não dizes nada?
E que dizes de Pepe e Anderson?... Achas que os técnicos Alex Ferguson e Bern Shuster, assim como os seus Presidentes, gastaram 61,5 milhões de Euros em dois jogadores que não são famosos e só ganharam porque estavam num clube de batoteiros?
O B.Alves, o Lucho e o Lisandro que achas deles, são fraquitos, não são? Têm muitos títulos, são internacionais, mas é óbvio, que só têm tido sucesso porque estão num clube de batoteiros.
Vai longo, meu caro Zé, este meu desabafo é a hora de terminar.
Lamento que não tivesses colocado o teu grande prestígio ao serviço da causa portista. O futuro não o esquecerá!»

José Mourinho contra AVB? Poupem-me!


Se já estava com AVB, hoje ainda estou mais

 


Recandidatura de Jorge Nuno Pinto da Costa. Retocar para tudo ficar na mesma. 
Foi um discurso cheio de remoques sem sentido, deselegante, até de mau gosto. Se já estava com AVB, depois de ver o que se passou no Coliseu, ainda estou mais.
Desde a transmissão do Porto Canal que praticamente ignorou a candidatura de AVB e hoje esteve ao serviço da candidatura do senhor presidente - a isso chama-se discriminação, falta de ética e deontologia, isenção, mas também o receio que tomou conta do status quo -, passando por a declaração, "Cheguei a este púlpito sem segurança a acompanhar", terminando no apoio de um profissional do FCP, no caso o treinador Sérgio Conceição, que foi ao Coliseu tomar posição sobre as eleições de Abril - nunca tive dúvidas, mas esperava o recato devido. Também não posso esquecer a acusação a  AVB de querer usar o FCP para negócios, vender o clube aos árabes ou a declaração que o senhor presidente, figura número do clube e SAD, seu máximo responsável, portanto, não tinha nada a ver com os salários em atraso, a culpa era de Angelino Ferreira. É a velha máxima, para o senhor presidente ficam as coisas boas, para as más há sempre um bode expiatório, alguém que paga o pato.
Agora fico à espera e curioso para saber como se vão conseguir os capitais próprios positivos.
Porque se as contas positivas não serão novidade, verbas da transferência de Otávio+verbas da Champions, permitem essas contas positivas já os capitais é outra loiça. Espero que tudo seja claro, o FCP não fique agarrado a compromissos que possam ser perniciosos para o futuro.

Sobre a Academia estou como S.Tomé... até porque basta ver as declarações que se seguem.
Presidente Pinto da Costa em 2016 em entrevista ao JN:
"Quando assumi a presidência, só prometi dar o meu melhor no dia a dia. Nunca prometi um título e como é obvio não vou prometer. Queria um centro de treinos para jovens, estamos em conversações com a Câmara Municipal da Maia. Não podemos ter uma equipa B construída com base em nigerianos, etc, etc. Vamos tentar, mas não é uma promessa".

Sobre a Academia, presidente Pinto da Costa em 2020 ao Jogo:
"A  Academia custa 25MEuros, tem 8 hectares e não falta financiamento".

Sobre a Academia, presidente Pinto da Costa em 13 de Outubro de 2023 na apresentação das contas:
"Numa fase em que estamos a ultimar por escrito tudo o que está combinado não posso ainda revelar quem é, pois é uma entidade particular, mas reafirmo que está tudo com bom andamento. O projeto vai ser apresentado creio que no fim do mês pelo arquitecto Manuel Salgado, que é quem o está a realizar, e o financiamento está garantido". 

Veremos se a promessa de hoje é apenas mais uma promessa, mesmo que um dos pressupostos para a recandidatura fosse as máquinas no terreno.

E já que estamos com as mãos no teclado...
Sobre a entrevista a Fátima Campos Ferreira na RTP, apenas duas notas, sobre a questão do Sérgio ter os jogadores que quis; da obsessão de AVB ser presidente do FCP e ter o apoio da CS de Lisboa e dos inimigos do FCP, não vale a pena perder tempo, já foi tratado na altura própria e sabe-se lá porquê, foram cortadas da peça que foi transmitida na última quarta-feira.

Assim e porque não quero acreditar que o esquecimento sobre José Maria Pedroto teve a ver com o apoio da viúva do Mestre à candidatura de AVB, fico-me por o seguinte: 
Andei eu e muitos a dizer tudo de Luís Filipe Vieira e do Benfica, presidido por ele. Porque, em conluio com o Vitória S.C, e gente que estava em cargos importantes do futebol português, quiseram destruir o FCP durante os apitos, com gravíssimas repercussões na UEFA; porque trafulharam quando criaram um polvo gigantesco com as vantagens conhecidas; porque Vieira insultava o presidente do meu, nosso clube, desde, é o estrebuchar do morto, até ao, um ladrão não deixa de ser ladrão porque declama poesia ou visita o Papa; para agora ouvir Jorge Nuno Pinto da Costa dizer, tranquilamente, que tinha boas relações com Luís Filipe Vieira e continua a dar-se com ele?

Disse também o senhor presidente, puxando dos galões: "Conceição foi uma escolha minha contra a vontade de muita gente". 
Comentário, ainda bem que deu certo, senhor presidente. Mas pergunta óbvia: e Paulo Fonseca, Lopetegui, José Peseiro e Nuno Espírito Santo, também foram escolhas do senhor presidente, também contra a vontade de muita gente? Ah, pois, nesses casos claro que o senhor presidente não teve culpas de nada... 

Ah, não deixa de ser curioso que alguém que está há 42 anos à frente do FCP, já tem 86, acuse o AVB de ter obsessão por ser presidente do FCP. Deve ser por causa do currículo. Curioso, AVB veio treinar o FCP com apenas um ano de treinador a sério, não tinha, portanto, currículo, mas deu certo. Pode ser que o mesmo venha a acontecer se for presidente.

F.C.Porto 0 - Rio Ave 0. Muito injusto. Mas tanto domínio, superioridade, ataques, cantos, livres e nem um golo?


A passar por momentos muito conturbados, que saberá ultrapassar como já ultrapassou outros de semelhante gravidade no passado, o FCP recebeu o Rio Ave, merecia muito ganhar, mas empatou e perdeu dois pontos importantes na luta pelo título.


Com o onze base dos últimos jogos, Diogo Costa, João Mário, Pepe, Fábio Cardoso e Wendell, Francisco Conceição, Nico González, Alan Varela e Galeno, Pepê e Evanilson, o conjunto de Sérgio Conceição logo aos 3 minutos viu o árbitro assinalar um penálti, chamado pelo VAR, reverteu mostrou amarelo a Evanilson. Se o lance até pode ser duvidoso, amarelo porquê?
Não esmoreceu o FCP, continuou a pressionar, saiu bem, construiu bem, marcou, o VAR invalidou por 4 cm. Começava bem o jogo do Dragão. A dupla Nobre/Melo estava em grande.
De uma falta clara sobre Nico que não foi assinalada, o Rio Ave ameaçou.
Um fora-de-jogo de vários metros, não assinalado em devido tempo, originou uma lesão de Diogo Costa, felizmente sem gravidade. Se o internacional português se tem lesionado com gravidade de quem era a responsabilidade? Porque deixou seguir o lance o assistente, quando não era de forma nenhuma um lance duvidoso?
Em mais uma bela jogada, novamente o FCP a cheirar o golo. Estavam bem os azuis e brancos.
A única nota negativa era a incapacidade de Fábio Cardoso em jogar fácil, complicava, jogando muito para o guarda-redes.
Evanilson voltou a estar perto do golo. Não demorou muito a serem Galeno e Francisco a fazer o mesmo. Já merecia o golo a equipa da casa.
Aos 40, mais um golo invalidado ao ataque do FCP. Wendell estava deslocado antes da assistência para Evanilson. Depois de 4 cm, 19 cm.

Assim, excelente a exibição da equipa portista nos primeiros 45 minutos não foi premiada com golos. O nulo ao intervalo era lisonjeiro para o Rio Ave e castigo que o FCP não merecia.

Em equipa que está a jogar bem não se mexe, os Dragões entraram com o mesmo onze. E começaram cedo a pressionar, atacar, estiveram perto de marcar.
Francisco Conceição criava muito, mas estava difícil chegar ao golo.
Tantas cantos e livres e tão fácil para os defesas vilacondenses.
Tanta superioridade, tanto domínio e volume de jogo, mas zero golos. E oportunidades não faltavam.
Mais uma falta pertíssimo da área, a barreira estava em cima da bola, levou com ela.
Aos 74 minutos entraram Iván Jaime e Toni Martínez, saíram Nico e Galeno.
Francisco começava abusar, em vez de passar, rematava mal, cruzava mal.
Continuavam os cantos, continuavam os ataques, a bola só rondava a baliza do Rio Ave,  mas apenas pólvora seca.
Aos 85 minutos saiu João Mário, entrou Gonçalo Borges.
Mas o FCP já não escolhia as melhores opções, já usava mais o coração que a cabeça,   não encontrava o caminho do golo. Francisco, exausto - viria a sair aos 90, entrou Namaso -, perdeu clarividência, e como Iván Jaime não estava inspirado, faltavam criadores e desequilibradores.
Já nos descontos, mais uns não sei quantos cantos, já eram mais de vinte, mas nenhum golo. 

Resumindo, excelente primeira-parte, uma exibição muito positiva, os golos entraram, mas foram invalidados. Na segunda o domínio e a superioridade ainda se acentuaram, muitos ataques - o Rio Ave não criou um lance de perigo -, houve coração, mas faltou juntar ao coração a qualidade necessária para construir bem e finalizar. 
Um resultado muito injusto para a equipa de Sérgio Conceição.
Não vale a pena falar de arbitragens, nem do árbitro António Nobre e do VAR, Fábio Melo. 

Uns, antes de começar a época ameaçam que não querem prémios de fair-play, dizem que não vão ser bonzinhos, que vão reagir se não forem respeitados. Nós não fazemos nada. Na arbitragem é tudo gente muito séria, são apenas uns azarados quando arbitram o FCP.
António Nobre, o VAR do Farense versus FCP, porque foi "brilhante", teve como prémio vir ao Dragão mostrar toda a sua enorme "competência".

Está formalizado o apoio à candidatura de André Villas-Boas

 

No dia que juntamente com a minha mulher assinamos o livro e formalizamos apoio à candidatura de AVB, o FCP volta a estar na berlinda pelas piores razões. 

Importa por isso dizer três coisas: 

Uma, o FCP como Grande Instituição, tal como aconteceu no passado, vai saber ultrapassar este momento difícil.

Outra, a presunção de inocência não é um instrumento que se usa ao sabor das conveniências, quando dá jeito...

Finalmente, se não bastasse a gestão desportiva desastrosa, com uma planificação que não se recomenda, este caso Otávio é mais um bom exemplo - se algum portista que conheça bem o FCP me provar que este FCP é aquele FCP que já foi considerado um verdadeiro caso de estudo a nível mundial pela forma como contratava, valorizava e transferia com mais valias... calo-me, não bitaito mais -, temos estes tristes acontecimentos. Assim, se já era fundamental a mudança, agora ainda mais se justifica.


PS - No comunicado do FCP: "Se desta investigação resultarem mais factos, o FC Porto agirá em conformidade, tal como agiu em relação a três sócios que foram condenados a penas de suspensão entre seis meses e um ano na sequência dos acontecimentos dessa noite."

Então o FCP já tinha suspendido três associados - quem são? - pelos acontecimentos da malfadada AG de 13 de Novembro e não tinha comunicado nada, vem dizer agora a reboque destes tristes acontecimentos?


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S.C.Farense 1 - F.C.Porto 3. Este Porto está bem melhor, já não é qualquer pinheiro que o derruba... nem um nobre!

 

No regresso a Faro, ao São Luís, um estádio sempre difícil para o FCP, a equipa de Sérgio Conceição fez um jogo competente, venceu, segue no trilho das vitórias.


Entrando com Diogo Costa, João Mário, Pepe, Fábio Cardoso e Wendell, Francisco Conceição, Nico González, Alan Varela e Galeno, Pepê e Evanilson, os Dragões beneficiando da postura recuada dos algarvios, com mais posse, mas apenas conseguiam ganhar cantos. Faltava mais e melhor definição, qualidade de passe.
Aos 15 minutos Galeno muito bem colocado no interior da área, perdeu tempo de remate, deixou-se antecipar, perdeu uma boa oportunidade.
Na resposta, Farense mais prático, saía com critério, com Diogo Costa batido, a bola foi ao poste.
Na contra-resposta, Evanilson recebeu bem, mas atirou muito por cima.
Uma bola parada, livre junto à área, nem assustou. Uma perdida de Pepê originou uma transição que melhor trabalhada podia ter causado problemas ao FCP.
Aos 30 minutos, excelente recuperação ofensiva, Evanilson foi derrubado na área, João Pinheiro marcou penálti, chamado pelo VAR, reverteu a decisão.
Voltou a marcar penálti, agora na área do FCP, bola ressaltou do peito para o braço de Fábio Cardoso, desta feita o VAR achou que era, felizmente a bola foi para a bancada.
No minuto seguinte, magnífico contra-ataque, Galeno para excelente golo de Evanilson aos 36 minutos.
Para surpreender o Farense era preciso ser rápido a pensar e executar, mas há jogadores que parecem carteiros, têm de entregar a carta, bola ao pé do colega, em vez de tocar logo.
Num lance de bola parada, desta vez bem trabalhado, Francisco para Pepê, toque perfeito para remate certeiro de Alan Varela.
De repente, os Dragões conseguiram uma boa vantagem perto do intervalo.
Agora era preciso ter cabecinha. O Farense tinha de arriscar, ia dar espaço, importante sair bem, tentar marcar, ou pelo menos, não deixar os da capital do Algarve entrar no jogo.
Um lance já no tempo de desconto, foi bom bom exemplo, apenas a finalização não foi a melhor.

Com estrelinha no penálti desperdiçado pela equipa de José Mota, o FCP foi para as cabines com dois golos à maior, um resultado bom, mas não decisivo.

Nos segundos 45 minutos, portistas entraram com o mesmo onze, por cima e a criarem logo muito perigo. Galeno falhou por muito pouco.
Na resposta, bola perdida já na zona ofensiva do FCP, contra-ataque, remate para uma grande defesa de Diogo Costa.
Aos 53 minutos foi Wendell a falhar à boca da baliza.
Não demorou muito a equipa portuense a voltar a cheirar o golo, Francisco Conceição para excelente defesa de Ricardo Velho.
Numa displicência de Alan Varela, penálti, do nada, numa altura que só dava Porto, Farense reduz, quando o terceiro golo dos Dragões esteve várias vezes à vista.
Alan Varela parecia que queria voltar a fazer porcaria, quase que voltava a comprometer. Foi por pouco. E de repente uma boa exibição, deu lugar à intranquilidade, o que parecia fácil, tornou-se difícil, culpa exclusiva dos azuis da Invicta.
Aos 70 Pepê fez um grande golo, mas foi invalidado por fora-de-jogo de Galeno. Francisco Conceição só via a baliza, rematava em vez de passar.
Quatro minutos depois, o FCP voltou a ter dois golos de vantagem. Excelente passe de Pepê para a diagonal e golo de Evanilson.
Após o golo o FCP trocou Galeno por Ivan Jaime e ficou mais tranquilo.
Aos 87 Wendell, Nico e Francisco Conceição saíram, entraram João Mendes, Romário Baró e Eustaquio.
Aos 90 saiu Evanilson e entrou Namaso.
Nada de mais digno de registo, o jogo chegou ao fim com a vitória dos Dragões por 3-1.

Vitória justa, indiscutível e peca por escassa, num jogo que que tirando um ou outro período menos esclarecido, teve a suportá-la uma exibição com nota positiva.

Notas finais:
Ainda há coisas a limar: passar e definir melhor, ser mais eficaz, não jogar tanto com o guarda-redes, evitar as desconcentrações, mas este é, notoriamente, outro Porto. Muito mais solto, equilibrado, organizado. Não tem nada a ver com o Porto da primeira volta.

Todas as decisões de árbitro e VAR, foram em prejuízo do FCP. Mas quando se joga bem não é um qualquer pinheiro que nos derruba.

PS - Ainda bem que Nico está a jogar e a mostrar a sua capacidade. A sua possível saída, que chegou a ser noticiada, seria mais um crime de lesa FCP.

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