sexta-feira, 18 de Abril de 2014

Deco, oferecido pelo Benfica ao F.C.Porto


Anderson Luís de Souza, conhecido no mundo do futebol por Deco, um dos melhores jogadores do Mundo da sua geração, o mágico que era o número 10, fintava com os dois pés, era melhor que o Pelé e que ao serviço do F.C.Porto foi várias vezes campeão, vencedor de Supertaças, Taças de Portugal, uma Taça UEFA e uma Champions e que depois de todo o sucesso desportivo ao sair do F.C.Porto ainda rendeu uma pipa de massa, foi oferecido pelo Benfica ao F.C.Porto.
À atenção do jornalismo faccioso, rafeiro, badalhoco, manhoso, prostituído, vendido.

Nota pessoal sobre André Gomes:
Porque alguém que me é muito próximo jogava nos Infantis do F.C.Porto na mesma altura de André Gomes, acompanhei de perto e durante dois anos o seu percurso. Fazia parte de uma equipa muito boa, treinada por Álvaro Silva, onde entre outros, jogavam André Teixeira e Alves que estão no Belenenses, Carvalho que está no Feirense, o guarda-redes Igor Rocha que está no Arouca, Fábio Martins que esteve na equipa B do F.C.Porto e agora está no Desportivo das Aves. Não acompanhei quando passou a Iniciado, não sei a evolução. Mas se me pedissem opinião quando terminou o seu percurso nos Infantis, a minha opinião seria que, naquela equipa, era dos elos mais fracos, não fiquei admirado quando foi dispensado.
Dizer agora que ele ia atingir este patamar, é fazer prognósticos depois dos jogos e pura má-fé. Atirar com isso a Luís Castro é próprio de gente sem carácter e vergonha na cara, mas é uma lição para o actual treinador do F.C.Porto. 
Tanto faz ser bom ou mau, ter uma postura correcta ou incorrecta, se és do F.C.Porto, os porcos da bola, na primeira oportunidade, pisam-te em cima.

De todos os portistas que escrevem ou falam sobre oF.C.Porto, é com Pedro Marques Lopes que mais me identifico. Diz o que precisa de ser dito, critica o que tem de criticar, no entanto sempre com respeito pela Instituição e por quem a dirige, ou pelos profissionais que a servem, com contundência, mas sempre sem ultrapassar os limites.

Em época pascal, a "seriedade" do papa-hóstias.

Não sei se a peça é de autoria do Vara de Vinhais e portanto, não sei se a culpa é do fumeiro e do tinto, mas para a esmagadora maioria dos portistas, a Taça da Liga vai continuar a ser a Taça da Cerveja, Taça SLB - Senhor Lucílio Baptista -, a taça que durante anos fez a alegria de "seis milhões", mas que não fará alegria dos portistas, nunca salvará a época dos Dragões, nem fará esquecer tudo o que de mau aconteceu nesta temporada para lembrar e nunca mais repetir.

quinta-feira, 17 de Abril de 2014

O F.C.Porto não precisa de revoluções, precisa apenas de voltar a ser o que era


Esta época entra para pódio das piores épocas desde que Jorge Nuno Pinto da Costa chegou à liderança do F.C.Porto, primeiro, clube, agora clube e SAD e faz companhia às épocas 1988/1989 e 2001/2002 - a de 2004/2005 foi má, mas conseguimos Supertaça, Taça Intercontinental e o 2º lugar que nos dava entrada directa na Champions League. Fazer análises em cima de mais uma derrota e não uma derrota qualquer, uma derrota traumatizante e que me transportou para o passado, felizmente já longínquo e que não quero que volte, nunca mais!, de secas contínuas, de terror em jogar na Luz e em Alvalade e de uma época tão má, corre-se o risco de perder racionalidade, ser injusto, ter tendência a exagerar, como já vi por aí, dizer que é preciso uma grande vassourada. Não, não vou por aí. Mas como já disse e nunca me cansarei de repetir, no "meu Porto", não ganha o Presidente e perdem os outros todos, com o treinador à cabeça. Não, quem perde em primeiro lugar é o Líder e arranjar agora bodes expiatórios, culpando Paulo Fonseca e Luís Castro, Antero Henrique ou Adelino Caldeira, era considerar que Pinto da Costa já não manda, já não lidera, é uma figura decorativa. Para mim não é assim, porque na altura que pensar que é assim, então terei de dizer e direi, apesar de todo o respeito, consideração e gratidão portista, Senhor Presidente dê o lugar a outro. 
Dito isto, já tinha dito e também vou repetir: com a Taça da Cerveja a não contar e a classificação no campeonato garantida - recuso-me a pensar que F.C.Porto não vai segurar o terceiro lugar...-, é hora de Jorge Nuno Pinto da Costa falar à Nação do F.C.Porto. Dizer de forma clara e objectiva, sem desculpas típicas de outras paragens, isto é, não sacudindo a água do capote com os árbitros, porque razão as coisas correram tão mal, o que está a ser feito para que no futuro não volte a acontecer. Dizer que já na próxima época cada macaco estará no seu galho e nenhum invadirá o galho alheio - seja ele quem for...; que o F.C.Porto vai voltar a ser um F.C.Porto sem medo, activo e não reactivo; quem está no F.C.Porto terá de estar de corpo e alma, com coragem, determinação, pronto a queimar os dedinhos pelo clube, seja no banco de treinador,  na SAD, no clube, no Porto Canal, em qualquer lugar que seja F.C.Porto. Porque o F.C.Porto está acima de tudo e de todos. Ao fim e ao cabo, que o Líder, lidere, passe uma mensagem forte de esperança que as coisas vão mudar já na próxima época.

Notas finais:
Na altura que eu fizer o papel que faz, por exemplo, Eduardo Barroso, o paradigma do calimero, andar aqui a fazer classificações virtuais, culpar os árbitros de todos os males que acontecem ao F.C.Porto, então é a hora de fechar o tasco. Só quero um F.C.Porto fiel aquilo que o catapultou para patamares de excelência, um Porto forte e guerreiro, com a coragem dos grandes, dentro e fora do campo. Esse Porto até ao inferno ia buscar as vitórias. Este Porto e ontem foi apenas mais um exemplo, nem contra 10 é capaz de ganhar. Culpar o árbitro? Só se tivéssemos feito muito mais.

Eu quero lá saber porque o treinador do F.C.Porto foi expulso, queria era saber porque jogamos tão mal, porque com 11 fomos piores do que eles com 10; porque não entraram jogadores capazes de desequililibrar no último terço; porque fomos uma equipa sem carácter, sem alma e sem crença. Mas vi um treinador muito preocupado com a sua imagem, a querer justificar-se porque foi expulso, não vá alguém passar e vê-lo com outros olhos. Qual é o problema de ser expulso porque se mandou uma boca foleira a um árbitro, num momento de pressão de stress extremo? Nenhum! Todos os melhores já passaram por isso e não veio nenhum mal ao Mundo... Este espírito do bonzinho, perdemos, mas ficamos bem na fotografia, já me irrita e de que maneira! É um regresso ao passado de má memória, mas é uma filosofia cada vez mais presente no actual F.C.Porto.
Ah, o F.C.Porto sempre foi um baluarte de resistência contra o centralismo castrador, mesmo quando os meios escasseavam. Agora, quando nunca tivemos tantos meios, até gerimos uma televisão, passamos a ser mais do mesmo.

quarta-feira, 16 de Abril de 2014

S.L.Benfica 3 - F.C.Porto 1. Tenham dó!


O Benfica entrou forte, pressionante, mais organizado, mais perigoso, conseguiu um golo após um cruzamento largo que Alex Sandro, mal colocado, não desfez e nas costas Salvio abriu a contagem. Depois o F.C.Porto reagiu, conseguiu equilibrar, subiu, numa desses ataques Siqueira levou e bem amarelo, por travar um contra-ataque, o mesmo Siqueira que passados dois teve uma entrada duríssima e por trás, sobre Quaresma, novo amarelo, expulsão e Benfica com 10. Com menos um, o Benfica recuou, fechou-se e partir daí a equipa azul e branca dominou, teve muita posse, mas errou muitos passes, muitos cruzamentos, teve pouca contundência, não criou nenhum perigo. Muito por culpa dos médios mais adiantados, Herrera e Defour que raramente apareciam na zona de remate e quando apareciam rematavam mal. Ora, sem remates de fora, sem ninguém capaz de desmontar a teia benfiquista e com Jackson muito sozinho, não admira que a equipa de Luís Castro não causasse grande mossa à defensiva encarnada.
Assim e como resumo, vantagem da equipa da Luz que quando teve 11 foi melhor, melhorou o F.C.Porto depois da expulsão do lateral-esquerdo do Benfica, mas não teve nenhuma daquelas oportunidades que são consideradas flagrantes. Eliminatória empatada, tudo em aberto para a segunda-parte.

Dominando e tendo mais um jogador, mas faltando à equipa portista criatividade e génio, impunha-se a saída de um dos médios com vocação mais atacante, Defour ou Herrera, para a entrada de alguém capaz de aparecer mais próximo da área para rematar de fora ou para criar, assistir. Não entendeu assim Luís Castro, o F.C.Porto regressou com o 11 dos primeiros 45 minutos. 
Quando Varela fez o golo do empate, já na segunda-parte e com mais um jogador, o Benfica a precisar de ter de marcar mais dois golos, tudo estava do lado do F.C.Porto. Mas não esteve. Esta equipa do F.C.Porto é uma equipa sem cabeça, com jogadores a cometerem erros que não são admissíveis em alta competição, falhou clamorosamente, permitiu o impensável, que o Benfica marcasse os dois golos que precisava para chegar ao Jamor. Incrível, mesmo com menos um a equipa de Jesus foi mais perigosa e mereceu ganhar a eliminatória.

Notas finais:
Não percebo, estando Quintero para entrar, quando o resultado ainda estava em 1-0, depois quando foi o 2-1, entrou Josué, dando Luís Castro um sinal de medo, mesmo contra um adversário com menos um jogador. Quem não arrisca, quem não é audaz, arrisca-se a perder sem honra nem glória. Foi o que aconteceu.

O que começa mal, tarde ou nunca se endireita. Que esta temporada, talvez a pior dos últimos 10 anos, sirva de exemplo para que nada parecido se volte a repetir.

Se era preciso descer tão baixo, para agora tomar decisões, então mais baixo do que isto é muito difícil.

Falta quase tudo a este F.C.Porto. É uma época com o discurso do não temos explicação, temos de levantar a cabeça. Tenham dó!

terça-feira, 15 de Abril de 2014

S.L.Benfica - F.C.Porto. Não salva a época, mas queremos a taça


Temos valor suficiente para conseguir na Luz o resultado que nos coloque na final do Jamor. Mas para isso temos de ser o F.C.Porto de Nápoles e não o F.C.Porto de Sevilha. Não podemos ser uma equipa amorfa, sem concentração, sem pressão e sem capacidade de reacção, permitindo que os jogadores adversários recebam à vontade, pensem à vontade, executem à vontade, como fomos na capital da Andaluzia. Temos de ter atitude e carácter, coragem, temos ser uma equipa com raça, alma e crença, uma equipa a quem, se por acaso as coisas correrem mal e não obtivermos o resultado que nos leve à final, ninguém possa apontar nada. Perder custa sempre, mas custa menos, se tivermos a certeza que tudo se fez para evitar a derrota. A Taça de Portugal, se a conquistarmos, nunca salvará a época, mas mostrará que ainda há orgulho e alguma coisa que se pode aproveitar para o futuro. Porque ganhar a taça eliminando os dois finalistas da edição anterior, sendo um deles, o futuro campeão desta época, não nos faz esquecer tudo que de mau fizemos, mas melhora a auto-estima e faz bem ao ego.
Eles estão como nós gostamos. Veremos que F.C.Porto estará amanhã na Luz...

O árbitro é Pedro Proença, auxiliado por Bertino Miranda? e Tiago Trigo?

Lista de convocados:
Guarda-redes,
Kadú e Fabiano;
Defesas,
Danilo, Reyes, Ricardo, Maicon, Mangala e Alex Sandro;
Médios,
Herrera, Carlos Eduardo, Josué, Fernando, Quintero e Defour;
Avançados,
Ghilas, Varela, Jackson, Licá e Quaresma.

A minha equipa provável:
Fabiano, Danilo, Reyes(Maicon) Mangala e Alex Sandro; Fernando, Defour e Herrera(Josué); Quaresma, Jackson e Varela(Ghilas).

Miguel Sousa Tavares - António Simões

Não fiz qualquer referência ao artigo de António Simões, porque já tinha feito aqui

Nota do autor:
Meus amigos, ultimamente não tenho aparecido em algumas "tasquinhas" que habitualmente frequento. Não é por terem perdido qualidade, continuam a servir muitíssimo bem, é apenas porque estou envolvido numa coisita que me ocupa muito tempo.

segunda-feira, 14 de Abril de 2014

Serpa e Guerra: não é falta de memória, é falta de vergonha na cara!


O Arouca recebeu o Benfica em Aveiro, mas recebeu por exemplo, o F.C.Porto e o Sporting no seu estádio. O que disseram sobre isto Vítor Serpa, "director" do panfleto da queimada e um dos seus fiéis escudeiros, o nosso bem conhecido reco-reco Guerra? Nada, nadica de nada, no panfleto da queimada também ninguém ligou ao assunto, os realces foram «Onda vermelha em estádio cheio»; «Romaria em Aveiro». Mas quando na época 2011/2012 o Feirense, porque foi obrigado a fazer obras no seu estádio e jogou também com o Sporting e o F.C.Porto em Aveiro e depois do estádio estar pronto, recebeu o Benfica no Marcolino de Castro, quer um quer o outro, saíram a terreiro dizendo, um, o "director" que o Benfica pode queixar-se do seu concorrente mais directo, o F.C.Porto, ter jogado em Aveiro. O outro, atirou-se ao presidente do Feirense, quase o acusando de gestão danosa, por, pasme-se, querer jogar no seu estádio. Na altura fiz um post em que perguntava por onde andavam estes dois artistas de circo quando na vergonhosa época 2004/2005, Porto e Sporting jogaram no Estoril e em Moreira de Cónegos e o clube do regime jogou contra o Estoril no estádio do Algarve e frente ao Moreirense em Guimarães? Agora, em que mais uma vez eles mostram a sua verdadeira dimensão de jornalistas e seu carácter, apenas digo que não é falta de memória, é falta de vergonha na cara.
Serpa e Guerra continuam lixo do mesmo contentor.
Hoje continua a festa. Que interessa que o jogo tenha sido em Aveiro e não em Arouca? Ninguém se escandaliza, ninguém fala em concorrência desleal. País de vendidos!

Freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado, é óbvio que a época do F.C.Porto correu muito mal e como no F.C.Porto o responsável pelos sucessos e pelos insucessos, em primeiro lugar, é o Presidente, até concordaria com o duque com que brindaste Pinto da Costa. Só que tu não devias dar um duque ao Presidente portista e não devias, porque não tens autoridade moral para o fazer. Por uma razão e com um exemplo significativo: quando o F.C.Porto em 2010/2011 teve aquela época extraordinária em que ganhou tudo, incluindo um troféu internacional, não deste ao Líder portista um ás. Um "jornalista" que tem este critério, que apenas aproveita os factos negativos para atacar Pinto da Costa e nunca realça os factos positivos para elogiar o Líder dos Dragões, não passa de um rafeiro desonesto, um rato de esgoto, um freteiro com calo no cu.

A propósito de Víctor García.
O jovem venezuelano da equipa B, mostrou ontem, como já tinha mostrado frente ao Trofense, que tem capacidades. Não é um jogador feito, ainda tem muito para aprender e crescer, mas é um jogador fiável, merecia mais oportunidades. Não compromete a defender, sobe com critério, não treme, não nos transmite sensação de insegurança quando tem a bola nos pés. Quando em jogos de provas que não eram prioridades, nem os principais objectivos da época, Taça de Portugal e da Liga, andamos a fazer adaptações, por exemplo, utilizando Alex Sandro na primeira-parte e substituindo-o por Danilo na segunda, a questão que se coloca, é: porquê, se temos jovens na equipa B que podem fazer os lugares sem comprometer? «Ah, é preciso cuidado, podem dar barraca, ficarem perturbados, nunca mais recuperarem, perderem-se para o F.C.Porto», parece ser o argumento. Não concordo. É preciso metê-los à carga, ver se dão cascas ou casqueiros. Se derem barraca e não souberem reagir depois, está visto, não têm estaleca nem estôfo, para as exigências de um clube como o F.C.Porto. Mas pergunto, também não é mau para estes jovens, para o seu crescimento, eles que sonham jogar na equipa principal, trabalharem e cumprirem bem na equipa B e depois nunca terem oportunidades, mesmo em situações em que é preciso fazer adaptações na equipa A? Também passa muito por esta vertente o papel do treinador que estará no banco do F.C.Porto na próxima época. Seja quem for - o treinador é um peça fundamental, um bom treinador melhora mesmos os mais fracos, mas não faz milagres. Que Porto vamos ter, isto é, quem sai, quem entra, vamos continuar a desinvestir ou vamos investir, a aposta vai continuar a ser em jovens jogadores ou vêm alguns já mais velhos e experientes, etc, ainda não sabemos... - e qual for a política desportiva, tem de ser capaz de fazer evoluir e potenciar o talento dos jogadores, ter coragem e ousadia nas opções. É mais fácil falar que fazer, mas há quem seja capaz.

Para arrumar com a questão, nem Fernando Santos, apesar da consideração e respeito que tenho por ele, quer como homem quer como treinador; nem Marco Silva, apesar de reconhecer o grande trabalho que está a fazer no Estoril, são opções que me agradem para treinar o F.C.Porto na próxima época. Um, porque muitos portistas ainda não esqueceram a perda dos dois títulos após o Penta, saiu perdedor, mesmo ganhando duas Taças de Portugal e conseguindo algumas boas prestações europeias; o outro, porque o F.C.Porto não é o Estoril e depois da má experiência com Paulo Fonseca, seria um risco ter um treinador com um perfil semelhante. E Luís Castro? Mesmo reconhecendo que tem qualidades, está fazer um bom trabalho, não sei se qualquer outro, mesmo o mais pintado, poderia fazer melhor, mantê-lo seria um risco. Luís Castro, a partir do momento que foi apresentado como uma solução interina, em caso das coisas não começarem bem, começaria a constestação, teríamos mais um problema. Então quem? A minha preferência vai para treinador inglês ou holandês, um nome forte, alguém com provas dadas, com prestígio suficiente para resistir a um ou outro tropeção inicial, a focus de contestação. Sempre com alguém na equipa técnica que conheça bem o F.C.Porto e o futebol português... E aí, até pode ser o actual treinador. Nomes? Tenho alguns, mas não vou dizer os que tenho na cabeça. Mas atenção, como o F.C.Porto é dirigido de dentro para fora, vai decidir que tem de decidir, esta é apenas a minha opinião.

Nota final:
Tão importante como qual vai ser a política desportiva e o treinador, é que as coisas se clarifiquem totalmente no F.C.Porto... Cada macaco no seu galho e a não saltar para o galho dos outros. Em 2014/2015 não pode haver ninguém a encrencar.

domingo, 13 de Abril de 2014

S.C.Braga 1 - F.C.Porto 3. Ainda nos pusemos a jeito, mas safamo-nos


Entrando a jogar com uma equipa muito diferente daquela que tem sido habitual titular - dos que entraram de início hoje apenas Fabiano, Fernando, Varela e Jackson deverão ser titulares na Luz na próxima quarta-feira... - e frente a um S.C.Braga também em poupanças, o F.C.Porto foi claramente superior na primeira-parte, chegou à vantagem por Varela aos 23 minutos, após excelente passe a rasgar de Cha Cha Cha, podia e merecia ter marcado pelo menos mais um golo. Perante um conjunto bracarense totalmente inofensivo e que apenas podia marcar um golo num daqueles lances, abébias, quero dizer, em que a equipa azul e branca ter sido fértil esta época - quando a bola chega a alguns jogares parece que queima, estamos sempre à espera que possa sair qualquer coisa má...-, o conjunto de Luís Castro, mesmo sem grande intensidade de jogo, teve 45 minutos interessantes, dominou, circulou e controlou bem, mas quando chegava à zona de finalização, por um passe errado ou falhas no último passe, junto com algum atabalhoamento e por abordagens erradas - dois belos cruzamentos do jovem Víctor Garcia, um logo aos 2 minutos e outro ao minuto 41, podiam ter dado golo, caso Jakcson e Carlos Eduardo tivessem abordado os lances com convicção e cabeceassem com melhor direcção -, não chegou ao intervalo com uma vantagem que lhe permitia encarar a segunda-parte com outra tranquilidade.

A perder o treinador do Braga fez duas substituições para a segunda-parte, entraram Miljkovic e Rafa, saíram Núrio e Erivaldo e a equipa de Jorge Paixão dividiu mais o jogo, foi mais perigosa, obrigou o F.C.Porto a correr riscos de não ganhar. Se até ao golo do 1-1, o Braga, embora melhorando e dando mais réplica que aquela que tinha dado nos 45 mintos iniciais, não tinha feito muito para chegar ao empate. Mas chegou e depois do golo da igualdade a equipa bracarense em dois lances, por Éder e Rafa, podia ter-se adiantado no marcador, seria uma injustiça, é verdade, só que quem facilita tanto, dá tantas caixas, sujeita-se a ser penalizado. Hoje safamo-nos, marcamos dois golos já na parte final do jogo, 1-2 por Carlos Eduardo e 1-3 por Quintero - que entrou muito bem -, mas continuamos a ser muito irregulares, alternamos bons períodos com outros maus e quando é assim... Aliás esta irregularidade tem sido uma constante neste Porto 2013/2014.

Tudo somado, vitória justa do F.C.Porto que com este triunfo deve ter garantido o terceiro lugar. Não é grande consolação, mas numa temporada tão atípica...

Uma palavra para Víctor Garcia. Tinha sido utilizado frente ao Trofense para Taça de Portugal em 19 de Outubro do ano passado e nunca mais tinha sido chamado à equipa A. Hoje provou que tem capacidade, devia ter tido outras oportunidades, podia ter dado a Danilo o descanso que o lateral-direito precisava há muito tempo. Andamos a jogar em jogos frente a equipas claramente inferiores e em competições pela squais não temos grande apetência, Taça da Liga, por exemplo, sempre com os mesmos. Mas quando não há coragem, quando se tem medo até da própria sombra...

Outra para Josué. Um belíssimo jogo, num jogador que tem capacidade, mas que também tem sido tão irregular como a equipa.

sábado, 12 de Abril de 2014

S.C.Braga - F.C.Porto. É preciso reagir


Depois do descalabro de Sevilha, seremos capazes de estar completamente focados no S.C.Braga, reagir, resgatar o orgulho, mostrar que ainda há Porto nesta equipa e ganhar? Ou Braga é apenas uma etapa que temos de cumprir por obrigação, mas a cabeça já está no jogo da próxima quarta-feira na Luz? Esperemos para ver. Nesta altura dar palpites é correr riscos de dar tiros na água. Portanto, aguardemos... e, manda o coração dizer, confiemos que vamos ter uma agradável surpresa.

Afinal não estou sozinho, hoje o jornal O Jogo também dá um lamiré e também coloca o que vai ser o futuro na agenda. Depois de passarem por aqui, vejam aqui

O árbitro é Rui Costa, auxiliado por Miguel Aguiar e João Silva

Lista de convocados:
Guarda-redes,
Kadú e Fabiano;
Defesas,
Víctor García, Abdoulaye, Ricardo, Maicon, Mangala e Alex Sandro;
Médios
, Carlos Eduardo, Josué, Fernando, Quintero e Defour;
Avançados,
Ghilas, Varela, Licá, Jackson e Kelvin.

A minha equipa provável:
Fabiano, Ricardo, Maicon, Mangala e Alex Sandro; Fernando; Defour e Josué; Varela, Jackson e Ghilas


Serpa deixa-te de tangas e vê se deixar de tentar enganar incautos. O problema do jornal que era suposto dirigires, mas não diriges, não são os colunistas, são os jornalistas, melhor dizendo, alguns jornalistas. Por exemplo, eu posso não gostar da Pinhão, como certamente haverá benfiquistas que não gostam do Miguel Sousa Tavares, mas são colunistas, ninguém se pode admirar de puxarem a brasa para a sua sardinha. Agora dos jornalistas, espera-se isenção, rigor, equilíbrio, equidistância, para factos iguais , tratamento jornalístico igual. Ora, não é isso que acontece no panfleto que tu devias dirigir, mas não diriges. Delgado, Bonzinho, Guerra Pipa e tantos outros, são facciosos, sectários, não têm ética nem deontologia. Essa é que é a questão. Nesta altura do campeonato Miguel Sousa Tavares nunca teve tantos amigos, nem tantas solidariedades. Algumas, Minha Nossa Senhora... doem mais que os piores insultos!