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F.C.Porto 0 - Juventus F.C. 2. O peso da Velha Senhora


Nestes jogos manda o bom senso que sejamos realistas, percebamos quem está do outro lado, tenhamos consciência que em condições normais eles são melhores e no futebol a maioria das vezes ganham os mais fortes. Apesar disso, há e não são tão poucas vezes quanto isso, excepções à regra, o futebol está cheio de favoritos que perderam. Era esse o grande desafio que o F.C.Porto tinha pela frente: contrariar a lógica, fazer surpresa, num desafio que significava um teste de elevadíssima exigência ao seu momento actual.
Não houve surpresa, prevaleceu a lógica, o poder da Velha Senhora fez-se notar e de que maneira! Na qualidade colectiva e individual de uma equipa superior ao F.C.Porto, fortíssima, formatada e preparada para lutar pela Champions; numa arbitragem que desde o 1º minuto tratou uns, os italianos, como filhos, os outros, os portuguesinhos, como enteados. E assim, apesar da sensação que com mais ou menos dificuldades o campeão italiano acabaria por se superiorizar, a expulsão de Alex Telles deixa a dúvida: até onde iriam os Dragões neste jogo, onze contra onze?

Entrando com Casillas, Maxi, Felipe, Marcano e Alex Telles, Danilo, Rúben Neves, Herrera e Brahimi, André Silva e Soares, o F.C.Porto teve muitas dificuldades em ter bola, sair para o ataque, levar perigo à baliza de Buffon. Tirando um livre perto da área, ainda não tinham passado 10 minutos, nunca mais os pupilos de Nuno Espírito Santo chegaram a criar problemas ao último reduto dos campeões de Itália.
Se frente a onze a Juventus já estava a dominar, quando o F.C.Porto ficou com dez, por expulsão de Alex Telles, esse domínio acentuou-se, os italianos estiveram quase sempre no meio-campo portista, foi preciso muito sacrifício, Iker e alguma sorte, para ao intervalo o resultado estar em branco.
E como é obrigatório falar da expulsão, pelo influência que teve no jogo, importa dizer que o primeiro amarelo é um exagero e se é verdade que o lateral-esquerdo dos Dragões foi imprudente na abordagem ao lance que originou o segundo, mas também é verdade que o árbitro não ia mostrar novamente o cartão, só mostrou por pressão dos jogadores da Juventus. O peso da Velha Senhora fez-se sentir, se fosse ao contrário, à luz do comportamento de Felix Brych para com alguns jogadores do campeão italiano, não se tinha passado nada. Resta dizer que depois da expulsão, saiu André Silva e entrou Layún e o intervalo chegou com uma igualdade a zero, lisonjeira para o F.C.Porto.

Na segunda-parte a Juventus continuou a dominar, a ter muita bola, mas o F.C.Porto melhorou na organização, esteve mais equilibrado, compacto, os italianos não estavam tão confortáveis, assertivos, nem tão perigosos como na primeira. Até que começaram as substituições e aí Allegri foi feliz, NES nem tanto - se Rúben estava nas lonas e precisava de sair, porque não outro médio em vez de Corona? Mesmo assim, foi preciso duas ofertas para que os transalpinos chegassem à vantagem. Primeiro, aos 72 minutos, foi Layún, claramente fora de forma, que cortando mal, fez uma assistência para Pjaca - um dos que tinha entrado - marcar; depois, passados apenas 2 minutos, foi Daniel Alves - outro que entrou - que beneficiou de uma desatenção e falta de marcação de Diogo Jota, fez o segundo e não se pode dizer que o resultado é exagerado, apesar da forma digna como o F.C.Porto se bateu.

Notas finais:
Agora temos de ser realistas, esquecer a Champions, recuperar bem do desgaste, pensar no campeonato e no próximo e difícil jogo do Bessa. Essa é que é a nossa grande guerra.

Não estou triste, nem desiludido, estou conformado. Se onze contra onze já era uma tarefa hercúlea, onze contra dez ficou uma tarefa impossível. Estes jogos não me deixam marcas, os que deixam marcas são aqueles em que somos claramente superiores e não nos conseguimos impor.

Grande ambiente e grande público no Dragão. Nunca ouvi uma assobiadela tão forte a um árbitro, como hoje ao alemão Brych. Ele mereceu! O estado em que ficou o pé de Hector Herrera é um exemplo significativo dos critérios utilizados pelo artista do apito. Foram só 17 pontos...

F.C.Porto - Juventus F.C. Vamos a eles, Dragões, temos muito mais a ganhar que a perder.


Para qualquer portista da minha geração, a primeira coisa que nos vem à memória e associamos quando se trata da Juventus, é Basileia, final da Taça das Taças, época 1983/1984. Os portuguesinhos do Porto, quase uns ilustres desconhecidos na europa do futebol - em anos anteriores já tínhamos eliminado o Barcelona e o Milan, criado grandes problemas ao Real Madrid, mas foram apenas uns fogachos, as excepções que confirmam a regra -, depois de deixarem pelo caminho Dínamo de Zagreb - derrota em Zagreb por 2-1 e vitória nas Antas por 1-0; Glasgow Rangers - nova derrota fora por 2-1 e nova vitória em casa por 1-0; Shakhtior Donetsk, agora Shaktar Donetsk - vitória nas Antas por 3-2, depois de termos estado a perder 2-0 e empate em Donetsk, 1-1; e nas meias-finais o Aberdeen, campeão em título da prova e na altura uma das melhores formações do Reino Unido, com uma vitória no saudoso Estádio das Antas por 1-0, resultado claramente lisongeiro para os escoceses e 1-0 na Escócia, aí, no terrível ambiente de Aberdeen, fruto de uma exibição irrepreensível - vejam os vídeos aqui, aqui, aqui e aqui e reparem naquele futebol, o agora chamado Tic-tac...- e de um sublime momento de inspiração de Vermelhinho, chegaram à final(*).
Como é conhecido, o F.C.Porto perdeu a final, injustamente e muito por culpa de uma arbitragem vergonhosa de um alemão de leste - na altura a Alemanha estava dividida e separada por um muro - chamado Adolf Prokop, frente a uma equipa que na altura era a base da selecção transalpina, campeã do Mundo no Mundial de 1982 em Espanha - Gentile, Scirea, Cabrini, Tardelli e Rossi -, reforçada com dois dos melhores jogadores da Europa, Boniek e Platini.
Agora voltamos novamente a defrontar a Juventus e tal como em 1984 os italianos são favoritos.
A Juventus, também conhecida por Velha Senhora, é crónica campeã de Itália, vai bem lançada para o sexto título consecutivo. O conjunto orientado por Massimiliano Allegri - dizem que está de saída para a Premier League, com o Arsenal na linha da frente -, é uma equipa muito experiente, bem organizada, colectivamente muito forte, recheada de craques - Buffon, Daniel Ales, Bonucci, Alex Sandro, Pjnanic, Khedira, Marchisio, Dybala, Higuaín, etc. -, daquelas que se facilitas, ao mínimo deslize castiga-te, resumindo, uma equipa e um plantel montado para lutar pela Champions, algo que o campeão italiano já não vence desde 1996.

Por tudo isso, repito, a equipa de Turim é favorita. Mas se devemos ter isso bem presente e respeitar a Velha Senhora, não devemos, nem podemos ter medo, entrar tolhidos, ser subservientes. Não, um F.C.Porto concentrando, personalizado, ousado, capaz de manter a coesão defensiva, equilíbrio no meio-campo e agressividade no ataque, pode, com a ajuda e o apoio de um Dragão cheio e a fervilhar de entusiasmo, criar dificuldades aos italianos, conseguir um resultado que lhe permita ir a Itália discutir a passagem aos quartos-de-final..
É um jogo e uma eliminatória muito difícil, mas a nossa História foi construída nas dificuldades, ao F.C.Porto nunca ninguém deu nada de mão beijada.
Vamos a eles, Dragões, temos muito mais a ganhar que a perder.

A minha equipa:
Casillas, Maxi, Felipe, Marcano e Alex Telles, Danilo, Herrera, Óliver e Brahimi, André Silva e Tiquinho Soares.

O árbitro de amanhã é também alemão, Felix Brych. Que seja mais feliz que o da final de Basileia e no fim do jogo nenhuma equipa tenha razões de queixa.

(*) Bem, logo no final do jogo foi uma grande festa, festa essa que se espalhou por todos os lados, mas com o epicentro a ter lugar no aeroporto de Pedras Rubras que foi literalmente invadido, pista e tudo, ao ponto do avião que transportava a equipa ter de ser desviado para Lisboa.

Fujam, vem aí o Sonso!


No panfleto da queimada de ontem, uma peça extraordinária e digna de ficar para memória futura. O título é, Rui Vitória: Não brinquem com o meu trabalho! e começa assim:
«A arbitragem do jogo de anteontem no Dragão foi talvez a gota de água que fez transbordar o copo da paciência de Rui Vitória... o tom de voz alterou-se e Rui Vitória deixou avisos em defesa do grupo. Não quero ser o bom aluno da turma... sou muito tolerante, mas há uma coisa [pancada na mesa] que tenho a dizer: [pancada na mesa]não brinquem com o meu trabalho [pancada na mesa], nem com o trabalho dos meus jogadores [pancada na mesa], nem se aproveitem do meu trabalho, porque sei que se tiver atitude acicatada aqui ou dentro do campo tenho seis milhões atrás de mim que se revêem muito naquilo que eu digo»

Apetece dizer:
Ui, que medo medo, fujam, vem aí o Sonso!
- Come a sopa, Maria, olha que eu chamo o Sonso!
Deixa a consola, Manuel, olha que o Sonso anda por aí...
Chegado agora de Marte e desconhecedor das práticas do clube do regime - Ó Sonso, o teu clube e o clube que representas profissionalmente, é useiro e vezeiro em colocar em causa o trabalho e os méritos de todos aqueles que lhe fazem frente. O teu clube e o clube que representas profissionalmente, colocou em causa um dos melhores treinadores do mundo, José Mourinho, alguns dos melhores jogadores do mundo, Deco, Vítor Baía, Ricardo Carvalho, etc., a melhor equipa da Europa e do Mundo, nos anos de 2003 e 2004. Querem respeito e reconhecimento, quando não respeitam e não reconhecem ninguém? -, o Sonso faz papel de anjinho, cara de mau, esperneia, e até dá pancadas na mesa. Pior, é preciso cuidado, até ameaça de soltar os "seis milhões. Mas quem pensa ele que é? Pensa que só porque representa o clube do regime, tem por trás uma comunicação social subserviente que lhe apara todos os golpes - não faz isso pelos teus lindos olhos, ó Sonso, faz com todos os treinadores do Benfica, com todos os jogadores, dirigentes... olha, até Vale e Azevedo era lambido...-, pode dizer o que quer? Não pode e se disser... não leva na cabeça dos vendilhões do templo, mas leva aqui, por exemplo.
Hoje, lá está o panfleto que o Serpa devia dirigir, mas não dirige, a elogiar o fair-play do Sonso, porque cumprimentou o árbitro que o expulsou.
Será que ainda não perceberam porque chamam Sonso ao Vitória? Será que o Sonso tinha cumprimentado o árbitro se tivesse perdido ou empatado? Eu acho que não, colocava a mão na boca e era de doutor até engenheiro, para cima.

A lixeira da manhã veio exigir uma acção do estado contra criminosos. Não sei a quem se referem, acho que ainda vivemos num estado de direito, não cabe à lixeira da manhã fazer justiça, dizer quem é criminoso ou quem não é. Deus nos livre de alguma vez aquela estrumeira ter esse poder... embora, como temos visto, eles são capazes de transformar o branco em preto e há quem jure que é preto. Mas se eles podem exigir, eu posso ao menos, perguntar:
Porque não fecha o estado aquela lixeira a céu aberto? Razões? Jornalismo não é mentir, insultar, caluniar, denegrir, manipular, não ter ética e deontologia.
Para que serve a ERC?

Ainda a propósito, o omnipresente.
Rui Pereira tem todo o direito de ser um benfiquista ferrenho, mas pelas funções que exerceu, devia ter algum recato, evitar participar em programas sem rigor e isenção, programas que não passam de autênticos libelos persecutórios, manifestos do mais primário anti-portismo, made in lixeira da manhã. Mas é pedir demasiado, se Rui Pereira quando era Ministro da Administração Interna não tinha pudor em ser um ferrinho na tribuna da Luz, estava sempre de pernas abertas para receber o clube do coração no ministério, não hesitou em colocar o Grande Porto numa espécie de estado de emergência para que o clube do regime não fosse perturbado, vai ter agora que já não é? Na mesma linha do Chouriço, Rui Pereira porta-se como um adepto que não se distingue nada daqueles adeptos tão criticados e apelidados de fundamentalistas e fanáticos.

Aqui; aqui; aqui; aqui, algumas pérolas de Rui Pereira quando era Ministro da Administração interna e a foto da tribuna da Luz, onde também aparece o actual Primeiro-Ministro, o na altura Ministro da Justiça, Alberto Martins, e mais atrás, cheio de inveja de não estar na primeira fila, a espreitar, está o Chouriço.

O freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado, esse rasteiro ao serviço do clube do regime, quando o F.C.Porto cheio de razão, manifestava a sua indignação contra algumas arbitragens, dizia que eram desculpas para esconder contestação interna, más opções, maus resultados. Agora o Benfica faz o mesmo e já não há problemas, pode manifestar toda a indignação do mundo, só não deve deixar que o ruído chegue à cabine.

Já a Renascença, antes, quando queria alguém para dizer cobras e lagartos do F.C.Porto ia ouvir o Octávio Machado. Agora, na impossibilidade de ouvir o vocês sabem do que estou a falar, vai ouvir outro artista, António Figueiredo, alguém ligado ao maior escândalo do futebol português nos últimos 30 anos, o escabroso Estorilgate. São os chamados critérios católicos, escolhem alguém que já sabem que vai dizer as coisas mais rascas contra o F.C.Porto. Que tal gravarem e colocarem a cassete? É que a figurinha diz sempre as mesmas coisas...

Temos assistido nos últimos dias, melhor, a partir do momento que o F.C.Porto encostou no Benfica e ficou a depender apenas de si próprio para chegar ao título, a uma espécie de vale tudo, a máquina de propaganda está afinada e tem imensos tentáculos. Mostram-se imagens que dá jeito e escondem-se as que provam o contrário; repete-se até à exaustão aquilo que interessa e omite-se o que não interessa; é a teoria que uma mentira muitas vezes repetida passa a ser verdade. Não, não passa, por mais que que os prostitutos ao serviço do clube do regime, tentem.

PS - Um amigo lançou hoje um blog sobre as modalidades do F.C.Porto, o link já está em baixo, mas fica também aqui

Lisboa: menina e moça? Ou velha e caduca? Por Felisberto Costa


Lisboa é a capital do nosso país.
Situada numa zona de imensa beleza, com o estuário do Tejo a entrar preguiçosamente mar adentro, a capital portuguesa tornou-se num rainha-má. Não admite que possa haver cidades tão ou mais belas que ela! E como tal, Lisboa distribui maçãs envenenadas a torto e a direito ao resto do país, sendo o Porto a sua Branca-de-Neve preferida.
Deixando de lado a vertente político-social, pois isto é um post de um portista sobre o F.C. PORTO, para portistas em geral e alguns submarinos que entopem a Lipor, e concentrando as nossas atenções na modalidade rainha que é o futebol, Lisboa, representada ao alto nível pelos dois clubes da 2ª Circular, e bem publicitada por uma imprensa falada, escrita e digital bem organizada, bem montada, que faz de Goebbels, um amador, estes 2 clubes só por si representam à escala nacional, 9 milhões de portugueses. O milhão restante é a dividir pelas 33 equipas profissionais que disputam as 2 Ligas profissionais. O que dá a linda e poética média de 30 mil adeptos por clube! Ah! Pois! Eles contam que os portugueses são mestres na arte de adorar dois clubes em simultâneo! Pelo que a média sobe ligeiramente para todos os clubes, excepto para o F.C. PORTO! Coitados de nós! Ainda vamos receber um subsídio estatal por nos considerarem uma raça em vias de extinção!

Mas os devaneios de Lisboa não se ficam por aqui. Toda uma primeira volta, o clube dos 6 milhões foi levado escandalosamente ao colinho, e dando de barato os dois últimos campeonatos ganhos, onde também tivemos imensas culpas no cartório, gerando uma onda de revolta e nojo (sim, nojo!) de quem gosta mesmo de futebol. Foi o FC PORTO a ter que pedir uma reunião extra ao Conselho de Arbitragem para denunciar todas as alarvidades que os árbitros cometiam todas as semanas. E como não poderia deixar de ser foi um clube de Lisboa, que ficou com a fama de ser ele o responsável por essa onda de indignação. Já estamos habituados, portanto nada que não nos surpreenda. Como não nos surpreende, que o Sporting jamais foi o rival do clube 6 milhões! Não!! O único é o F.C. PORTO! Nós é que somos o inimigo a abater! Nós é que somos corruptos com fruta e chocolate, quando um simples voucher que é bem mais caro e atractivo que uma ida ás meninas, e esse presente é extensível a todos os árbitros sem excepção, enquanto com a fruta, não estou a ver árbitros casados e pais de família a escorregarem em cascas de banana, não passa de uma simples recordação!
A entrevista do Coroado ao jornalista do Observador (o único jornal digital onde consigo passar os meus olhos sem me indignar!), passou a 200 milhas oeste ao lado da imprensa lisboeta! Se fosse o F.C. PORTO…
As tradicionais esperas e invasões no Seixal, coisa que estou esperançado que em breve aconteçam, são tratadas em letras miudinhas, estilo contratos de seguro! No FC PORTO 2 tipos ameaçam o Soares Dias, e foi a claque dos Super Dragões em peso, a ser escarrapachada nas manchetes dos diários lisboetas!!!
E como a arrogância não conhece pudor, um orgão intoxicante de informação, exige do estado que o Ronaldo, perdão, que o Madureira, seja julgado por um microfone. Como é chão que jamais dará uvas, esse orgão agora vai perseguir, esmiuçar, chafurdar (coisa que são especialistas!), na vida intima do Super Dragão! Vá lá, ao menos o Sócrates já não estará só em manchetes desse pasquim!
Lisboa adora ser arrogante com os humildes. E torna-se tão pequenina, tão insignificante com os grandes!
Lisboa adora chamar Norte a quem é acima do Mondego, mas não tolera que lhes chamem sulistas!

Agora que vamos coladinhos a eles, e á hora que escrevo até vamos á frente, ainda que á condição, Lisboa perdeu as estribeiras, mandou á malvas o seu triste humor (#aculpaédobenfica#), e já histericamente pede reuniões de urgência ao mesmo conselho de arbitragem que semanalmente lhe presta vassalagem!
É de loucos? Não é Portugal no seu melhor!
É hora de estarmos unidos! É hora de estarmos atentos! É hora de apoiarmos os nossos! É hora de acabarmos com a treta de que NES não é treinador para nós! É hora de acabar com o estigma de quanto custam os nossos jogadores! Será Lisboa a fazer trinta por uma linha esse papel!
Neste momento andam 6 milhões de indivíduos com dores de cabeça. Neste momento é que faziam falta os vouchers, carago! Então, os gajos que nem 30 mil são estão á nossa frente! Com um bocadinho de jeito o filme “300” será proibido em Lisboa!
Há pânico no galinheiro!

Apetecia-me escrever sobre futebol. Apetecia-me escrever sobre o nosso FC PORTO. Mas este triste e patológico ódio a quem não é de Lisboa, leva-me a isso. Não admito que dois factos iguais, se tornem em duas verdades diferentes!
Apenas termino dizendo que ao falar em Lisboa, é claro e cristalino que não me refiro a todos os alfacinhas! Apenas e só aos arrivistas que lá desembarcaram com ou sem mala de cartão, e ficaram quais bois a olhar para um palácio! A estes migrantes que se transformaram em lisboetas mais lisboetas que um lisboeta original! Sobretudo a miseráveis portuenses que trocaram a cidade e o clube natal, por um tacho na capital!
Mas a esses ainda bem que migraram para lá. Afinal não é o Porto o destino mais escolhido pelos… estrangeiros!?

Estão borrados? Aproveitem os saldos e comprem fraldas


Pois é, meus amigos, toda esta gritaria e que até envolve pedidos urgentes de reuniões ao Conselho de Arbitragem, só pode surpreender os mais distraídos e quem não os conhecer. Como os conheço bem e não ando distraído, sempre disse que o Benfica anjinho, bonzinho, muito caladinho e desprendido, só ia durar enquanto as coisas lhes corressem bem. Falar de árbitros e arbitragem? Nem pensar, joguem mas é à bola,  tudo era maravilhoso, o futebol português um mar de rosas, o tetra estava quase no papo, ai de quem se atrevesse a colocar em causa a credibilidade do futebol luso, tocasse, nem que fosse com uma luva de pelica nos méritos do clube do regime. É a verdade de sempre para as bandas de Carnide, quando a vida lhes corre na perfeição, é tudo sempre muito limpinho, limpinho, a verdade desportiva em todo o seu esplendor.
Mas tudo mudou, o F.C.Porto aproximou-se, hoje, mesmo que à condição, já é líder e caiu-lhes a máscara. O Benfica que abdicou do Chouriço, anda agora a reboque do Chouriço. O que ontem era verdade hoje já mentira e ela aí está, a verdadeira face do clube da Luz, dos prostitutos ao seu serviço e sempre prontos a vender a alma ao Diabo, dos seus peões de brega, em toda a sua plenitude. A tenda está montada, o circo desceu à cidade, há atracções para todos os gostos e o barulho vai ser ensurdecedor. Podem contar com Vieira na pele do Rei Midas, com um número extraordinário e que consiste em mostrar que é bem verdade, tudo em que toca, vira... dívidas de centenas de milhões aos bancos. Podem contar com o Sonso que tem como lema, não gosto de ser comido de cebolada - se for de escabeche... ainda vá lá -, que quando se zanga até o circo abana e é uma espécie de mímico que não se expressa por gestos, coloca a mão à frente da boca e chama doutor a toda a gente... sim, porque ele não é cínico nem hipócrita, é um cavalheiro, com nome de rainha. Também há números com animais e aí há os ratinhos e ratazanas sic, há baleias e cachalotes na televisão do estado e na que começou por ser da Igreja e há macacos, mas com calo no cu, e sem esquecer os reco-recos, especialistas em números do mais arriscado contorcionismo. Também há os palhaços, ricos e pobres, alguns, coitados, não lhes chegam as tristes figuras que fazem na política, têm de vir meter nojo para a rádio. Para terminar e o circo acabar em apoteose, há o número do andor, onde, sentado numa cadeira e em cima de três almofadas, vem o anão, conhecido pelo nome de Chouriço. É um final glorigozo, um delírio, a multidão levanta-se, começa a bater palmas e a gritar: Chouriço! Chouriço! Chouriço! Chouriço!, o Chouriço, cresce, incha, pede que lhe retirem as almofadas e de repente... faz-se silêncio. Onde está o Chouriço que ninguém o vê?
É uma pena, mas o circo só não tem números com fogo. Compreende-se...

Podem gritar, apitar, espernear, utilizar a máquina de propaganda e todos os vendilhões do templo que não importa, vão ter de levar connosco. Podemos não ganhar, mas recolham a passadeira, tirem a tarja do Marquês, o Dragão voltou. Estão todos borrados? Olhem, aproveitem as promoções e comprem fraldas.
Àqueles que ainda tinham dúvidas sobre quem é o grande inimigo, com quem não devemos querer qualquer tipo de conversa em circunstância alguma, espero que já as tenham dissipado, daquela gente queremos distância.

In Dragões Diário:
«Medo:
Só assim se explica o pedido de reunião de emergência com o Conselho de Arbitragem feito pelo Benfica. Pela primeira vez na história do futebol português - e provavelmente do futebol mundial - um clube pede uma reunião com os dirigentes da arbitragem não estando a ser prejudicado. Em quase todos os jogos têm ficado penáltis por marcar na área do Benfica, a que se juntam agressões claras que não são punidas com o cartão vermelho. Na verdade, fazer um pedido de reunião a uma sexta-feira e publicitá-lo não é mais do que uma triste tentativa de coagir a arbitragem do jogo de amanhã em Braga. E por que faz isto o Benfica? Porque está com medo, porque sabe que o FC Porto está forte e porque tem consciência de que ao nosso clube foram subtraídos muitos pontos na classificação devido a decisões erradas de alguns árbitros, de resto como afirmam todos os especialistas minimamente independentes.Só assim se explica o pedido de reunião de emergência com o Conselho de Arbitragem feito pelo Benfica. Pela primeira vez na história do futebol português - e provavelmente do futebol mundial - um clube pede uma reunião com os dirigentes da arbitragem não estando a ser prejudicado. Em quase todos os jogos têm ficado penáltis por marcar na área do Benfica, a que se juntam agressões claras que não são punidas com o cartão vermelho. Na verdade, fazer um pedido de reunião a uma sexta-feira e publicitá-lo não é mais do que uma triste tentativa de coagir a arbitragem do jogo de amanhã em Braga. E por que faz isto o Benfica? Porque está com medo, porque sabe que o FC Porto está forte e porque tem consciência de que ao nosso clube foram subtraídos muitos pontos na classificação devido a decisões erradas de alguns árbitros, de resto como afirmam todos os especialistas minimamente independentes.»

F.C.Porto 4 - C.D.Tondela 0. Segunda-parte fortíssima merecia ainda mais golos


Jogando antes do Benfica, podendo, em caso de vitória, dormir, pelo menos duas noites no 1º lugar, o F.C.Porto defrontava o último classificado, Tondela, equipa que na época passada venceu no Dragão e com esse surpreendente resultado, ao mesmo tempo que fez o F.C.Porto bater no fundo, partiu para uma recuperação a todos os títulos notável e que lhe permitiu manter-se no principal campeonato do futebol português.
Em vésperas de um jogo muito importante para a Champions, frente à Juventus, todo poderoso campeão italiano, Nuno Espírito Santo fez alterações, poupou Danilo, Herrera e Brahimi, titulares em Guimarães, colocou nos seus lugares Rúben Neves, Corona e Otávio e o F.C.Porto, depois de uma primeira-parte que não foi famosa, fez uma segunda de alto nível, venceu por quatro golos sem resposta, podia, sem favor, vencer pelo dobro

Entrada forte dos Dragões, boa dinâmica, aos 4 minutos cabeçada de Soares para grande defesa de , prometia a equipa de Nuno Espírito Santo. Foi sol de pouca dura, muito por culpa de um meio-campo onde André André não é um organizador e Rúben Neves ainda acusava a paragem, o mesmo se podia dizer de Otávio, o jogo dos azuis e brancos tornou-se pastoso, muito coração, mas pouca razão, o Tondela soltou-se, foi aparecendo, obrigou a defesa portista a expor-se, Felipe e Marcano foram obrigados a arriscar, para safar jogadas de perigo, levaram amarelo. Quando já estava à vista o intervalo e o nulo teimava em manter-se, penalty sobre Soares aos 43 minutos, André Silva transformou, F.C.Porto em vantagem. Depois e já no tempo de desconto, Osório foi expulso e bem, Dragões com vida facilitada para a segunda-parte.

Na segunda-parte o conjunto de NES entrou muito e a jogar muito bem, lamentavelmente desperdiçou vários golos cantados, nos 15 minutos iniciais, sem qualquer exagero, o F.C.Porto podia estar a ganhar por 5-0, só estava a vencer por 2-0. Inacreditável a forma com vários os jogadores dos Dragões falharam golos feitos, foi preciso Rúben Neves marcar um golo extraordinário, num grande pontapé de fora da área, para que o F.C.Porto aumentasse a vantagem, porque, convém repetir, oportunidades de baliza aberta, falhadas, eram umas atrás das outras. Depois e até final continuou a superioridade total e absoluta do conjunto da casa - Casillas não fez uma defesa -, mais dois golos - o terceiro por Tiquinho Soares e de qualidade superior; o quarto também excelente de Diogo Jota - e outros tantos ou mais, falhados.

Tudo somado, vitória clara e indiscutível do F.C.Porto, 45 minutos magníficos, pena que  André Silva, muito precipitado e perdulário, tivesse faltado à chamada.
- Calma, André, forçar e demasiada sofreguidão não leva a nada, os golos vão surgir naturalmente, não compliques, simplifica.

Notas finais:
Fizemos a nossa obrigação, conseguimos a sexta vitória consecutiva,  lideramos à condição, aguardemos o que faz o Benfica em Braga.

As vitórias dão moral, aumentam a confiança, transmitem tranquilidade. A Juventus é outra dimensão, mas chega na melhor altura. Confio que estaremos à altura de um confronto muito exigente.

- Pepa, surreal és tu, meu mouro encardido. Não estás a falar para agradar a quem te paga, estás a falar com a tua costela benfiquista à flor da pele, para quem te encomendo o sermão, meu rafeiro!
Levaste quatro e dá-te por contente, podias ter levado oito!

- José Lopes, Xebeu, autêntica mago da bola, cada palpite é cada melro. Não dá sobre o euromilhões, nem totoloto, só sobre o F.C.Porto e é apenas para os amigos.

Maxi, Casemiro e uma grande defesa que afinal nunca existiu


Que Maxi não está em pleno, nota-se bem, mas isto só pode ser uma piada!
Então o F.C.Porto estava a vencer o Moreirense por 2-0 ao intervalo e claramente por cima no jogo, a equipa de Moreirense de Cónegos estava com 10 jogadores - Francisco Geraldes tinha sido expulso quase no final da primeira-parte -, Maxi lesionou-se aos 20 minutos, estava em sacrifício e veio para a segunda-parte, correndo riscos de agravar a lesão que mesmo assim o impediu de jogar com o Rio Ave, porquê?

Ao ver Casemiro jogar no Real Madrid, afirmar-se como um jogador importante, nuclear, até, aquele que equilibra a equipa e permite soltar Modric e Kroos e ainda por cima marcar um golão, num grande remate de fora área, não pude deixar de recuar ao tempo que o brasileiro serviu o F.C.Porto. Casemiro foi mal-amado, assobiado, no jogo frente ao Athletic de Bilbau, insultado, apenas porque naquela altura havia a fobia contra quem vinha de fora e indicado por Lopetegui, também porque havia quem quisesse à força que o seu lugar na equipa fosse de Rúben Neves. Hoje, vendo o apoio interno - que diferença na comunicação dos Dragões... - e externo a NES, cada vez me convenço mais que se Julen Lopetegui tivesse tido o mesmos apoios... não havia tanto colinho, o F.C.Porto tinha sido campeão na época 2014/2015.
Que atitudes dessas deixem de acontecer, acabem os patinhos feios, quem tem comportamentos profissionalmente correctos e honra a camisola - jogar mal é outro filme...-, seja respeitado.

A pedido de várias famílias, aqui está o ambientador que uso por causa dos maus cheiros. Se é 100% eficaz em relação à Tânia Laranjo, também é em relação aos benfiquistas que constantemente vêm aqui chamar-me doutor.

- Iker, aquela grande defesa que fizeste no último minuto do jogo frente ao Sporting e que correu mundo, afinal e segundo o Chouriço, nunca existiu. Como aquela mente suja e emporcalhada, semanalmente, diz que o Sporting queria perder, esse lance não existiu, foi ficção, tu não tiveste de te esticar todo e fazer uma das melhores defesas da tua carreira.

Pode dizer-se que uma equipa defendeu bem, mesmo não sofrendo golos, se essa equipa permitir meia-dúzia de oportunidades claras ao adversário, em lances de bola corrida, para além de um penalty que não foi transformado e outro que não foi assinalado? Acho que não, mas como cada vez percebo menos de bola...

Pensando no F.C.Porto vs Tondela, olhando para o toque de Midas, para o Benfica - Dortmund e um PS com o Brise na mão


O gráfico da classificação, no que diz respeito ao F.C.Porto, mostra bem as razões para algum nervosismo que se instalou para os lados de Carnide. Depois de ter sido dado como praticamente morto à 11ª jornada, o Dragão arrebitou, mesmo que à condição, já dormiu no 1º lugar, se vencer na próxima sexta-feira o Tondela, volta a ser novamente líder e pode esperar tranquilamente pelo que vai acontecer na Pedreira - muitos dos que vão assistir ao Braga-Benfica, vão estar divididos, nem sabem para que lado cair.
E a propósito do jogo frente à equipa do Distrito de Viseu, Nuno Espírito, disse: «Não existe outro jogo que não o Tondela. Não existe Juventus até sexta-feira. É um jogo que queremos vencer e os jogadores não vão cair no erro de pensar mais para a frente». É bom que assim seja, o Tondela estava praticamente na 2ª Liga na época passada, ressuscitou no Dragão, não podemos facilitar, temos de estar concentrados, totalmente focados, o campeão italiano vem depois. Não há adversários fáceis e os jogos frente a equipas que se fecham muito, não saem para jogar, obrigam a jogar em ataque continuado, não têm sido peras doces para o F.C.Porto.
A minha equipa é esta:
Casillas, Maxi ou Layún (o uruguaio está desgastado, o mexicano precisa de voltar, espero que agora mais próximo da sua capacidade, o que não era o caso quando jogou contra o Rio Ave), Felipe, Marcano e Alex Telles, Danilo, Herrera e Óliver, André Silva ou Corona, Soares e Brahimi.

Como podem ver e pelo que se vai sabendo, não há qualquer dúvida, Luís Filipe Vieira tem mesmo o toque de Midas. Basta ver as dívidas ao Novo Banco, dívidas essas que ele vai pagar, obviamente. Como? Provavelmente como pagou os 17 milhões do BPN. Ai não pagou, o Estado assumiu as dívidas? Privilégios do clube do regime.
Nota: a laranja os devedores, Benfica, accionista da SAD encarnada e empresas ligadas a Luís Filipe Vieira.

Sobre o Benfica - Dortmund de ontem:
Parem de brincar com a minha inteligência, o jogo foi transmitido pela televisão em canal aberto e eu vi. Vi que o Benfica, mais uma vez e em jogos frente a equipas com valor, Nápoles, F.C.Porto, Sporting ou B.Dortmund, não é nada daquilo que os vendilhões do templo andam constantemente a apregoar. O Benfica está cada vez mais à vista, é uma equipa forte com os fracos, fraca com os fortes, muito inferior na prática às teorias que sistematicamente vemos propagandeadas. Ontem ganhou, mas fez uma exibição miserável. Tirando os 5 minutos iniciais da primeira-parte e os primeiros 5 da segunda, foi uma equipa totalmente dominada, massacrada, o B.Dortmund criou e desperdiçou meia-dúzia de oportunidades claríssimas de golo, incluindo um penalty. Na etapa complementar, depois de um golo, limitou-se a defender no último terço do campo, raramente teve bola, quando a teve nunca soube o que fazer com ela, sair a jogar, apenas a despachava sem qualquer sentido e critério. Foi uma vitória caída do céu, daquelas que acontecem de longe a longe.
Se fosse o F.C.Porto, mesmo vencendo, fizesse uma exibição daquelas, era arrasado, basta ver o que disseram da segunda-parte dos Dragões no último F.C.Porto - Sporting. Mas como foi o clube do regime, outros interesses se levantam, é preciso branquear umas coisas, extrapolar outras, mimar e não desestabilizar. Idem para alguns dos jogadores. E nesse particular, com Pizzi a ser o melhor exemplo de um jogador normal transformado em craque por uma comunicação social de freteiros e recadeiros.

Mesmo sendo um adepto ferrenho do F.C.Porto sou muito mais sério a analisar jogos do meu clube que alguns que têm o dever de ser isentos e rigorosos, mas vêem sempre branco, mesmo quando entra pelos olhos dentro que é preto.

PS - Só pode ser piada, a lixeira da manhã a fazer um apelo ao Estado, porque alguém pediu emprestado o microfone da que cheira mal... Mas esta escumalha acha que em nome da liberdade de informação vale tudo, obrigar quem não quer falar a falar, nem que para isso lhe metam o microfone pela boca dentro? A lixeira da Cofina só sobrevive porque Portugal é um país de brandos costumes. Se fosse num país onde quem difama, calunia, mente, provoca, tivesse que pagar as consequências, há muito tempo que a lixeira da manhã tinha passado à história.

A propósito de André Silva e Soares, no F.C.Porto não queremos titularidades por falta de comparência de alternativas


Ele é o André Silva que perdeu visibilidade e esta à sombra de Soares, ou o Layún e Depoitre que custaram 6 milhões cada um, agora não jogam e são muitos milhões em segundo plano, foram apenas mais dois exemplos que li ontem num jornal desportivo, concretamente no panfleto da queimada. E exemplos destes sobre o F.C.Porto são uma constante, proliferam numa comunicação social que salvo raríssimas excepções, está sempre à procura de coisas negativas para dar à estampa, com objectivos bem definidos e que nem preciso de dizer, estamos todos cansados de saber. Já no caso do Benfica, é o contrário, andam sempre à procura de qualquer coisinha, por mais insignificante que seja, para exaltar as virtudes do clube do regime. Veja-se o caso de Carrillo. Entre o que o Benfica pagou ao empresário e paga ao jogador, o peruano é mais caro que qualquer um dos dois jogadores do F.C.Porto, citados, Carrillo não tem jogado nada, nunca ninguém se preocupou. Agora parece que fez um jogo bom, aí está ele a ser todo lambido - a propósito deste benfiquismo bafiento, até o 1º Ministro não se inibiu de numa visita não sei a onde, perguntar: foi golo do Benfica? Ainda bem, o dia não podia começar melhor; também num programa da RTP1, só porque uma concorrente escolheu um circulo vermelho, logo saltou, pois, o vermelho é que é bonito, eu sou vermelho, disse um membro que fazia parte do júri, para alegria de uma parte da plateia. Mas nós os que não somos do Benfica, temos de levar com isto constantemente? Tenham um bocadinho de pudor, nem nos tempos de Salazar o Benfica era tão exaltado e nessa altura isso dava muito jeito ao ditador...

Voltando à questão Soares/André Silva que já anda a germinar, mas que temos de matar rapidamente. No F.C.Porto não queremos titularidades por falta de comparência de alternativas, queremos concorrência que obrigue todos a dar à pinhanha, evite que alguém adormeça à sombra da bananeira, sabendo que estando bem ou mal, tem sempre o lugarzinho garantido. Depois, compete e quem de direito, no caso o treinador, fazer opções e aí, já sabemos, acontece o que acontece em todos os clubes, não há unanimidades, mas quem for escolhido tem de ser apoiado.

Notas finais:
Óliver é jogador do F.C.Porto, é novo, tem talento, um enorme potencial. Sobre o preço veremos no futuro se foi caro ou barato. Será que o jovem espanhol vai ser mais um estigmatizado por causa do que custou, na mesma linha de outros, como se o jogador tivesse alguma culpa por o F.C.Porto ter pago por ele 20 milhões de euros?

Nestes longos anos a ver futebol, já vi capitães chatos para os árbitros, para que os discípulos do Chouriço não fiquem com comichão, alguns do F.C.Porto. Mas nunca vi um capitão passar 90 minutos à volta do árbitro como vi Adrien fazer no último F.C.Porto vs Sporting - fiz referência a isso logo na altura, acho que no post do jogo.Talvez essa intimidade com os árbitros seja a razão para que não tenha sido expulso em Moreira de Cónegos. Sobre Adrien concordo com a análise do MST - ver artigo no post anterior.

Digamos que a pedido de várias famílias, foi ver o Dia Seguinte de ontem. Só aguentei até à parte em que o Chouriço acusava Guilherme Aguiar de estar a dar um recado. Antes tinha dito estes mimos: fartaram-se de gamar; roubado escandalosamente. Gamar e roubar, compreende-se, são termos caros ao Chouriço, à traumas que dificilmente se ultrapassam, já chamar recadeiro a alguém que está no programa de forma pachorrenta e raramente se chateia - mesmo quando devia, porque tinha razões mais que suficientes para isso -, é o fim da picada, vindo de alguém que recebe a agenda e muitas vezes é apanhado a dizer ipsis verbis o que diz Pedro Guerra noutro programa de género e que vai para o ar à mesma hora.

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