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Champions League, Fase de Grupos, F.C.Porto no Grupo G com Leicester, Brugge e Copenhaga


Grupo A: PSG, Arsenal, Basileia e Ludogorets;
Grupo B: Benfica, Nápoles, Dínamo Kiev e Besiktas;
Grupo C: Barcelona, M.City, B.Mochenglabdach e Celtic;
Grupo D: Bayern, A.Madrid, PSV e Rostov;
Grupo E: CSKA, B.Leverkusen, Tottenham e Mónaco;
Grupo F: Real Madrid, B.Dortmund, Sporting e L.Varsóvia;
Grupo G: Leicester, F.C.Porto, C.Brugge e Copenhaga;
Grupo H:Juventus, Sevilha, Lyon e Dínamo Zagreb

Quando são os jogos?
13–14/09/16: Fase de grupos, primeira jornada
27–28/09/16: Fase de grupos, segunda jornada
18–19/10/16: Fase de grupos, terceira jornada
01–02/11/16: Fase de grupos, quarta jornada
22–23/11/16: Fase de grupos, quinta jornada
06–07/12/16: Fase de grupos, sexta jornada

14–15/02/17 e 21–22/02/17: primeira mão dos oitavos-de-final
07–08/03/17 e 14–15/03/17: segunda mão dos oitavos-de-final

11–12/04/17: primeira mão dos quartos-de-final
18–19/04/17: segunda mão dos quartos-de-final

02–03/05/17: primeira mão das meias-finais
09–10/05/17: segunda mão das meias-finais

03/06/17: Final (National Stadium of Wales, Cardiff)

Calendário de jogos:
1ª Jornada, F.C.Porto - Copenhaga, 14 de Setembro;
2ª Jornada, Leicester - F.C.Porto, 27 de Setembro;
3ª Jornada, C.Brugge - F.C.Porto, 18 de Outubro;
4ª Jornada, F.C.Porto - C.Brugge, 2 de Novembro;
5ª Jornada, Copenhaga - F.C.Porto (risco de temperaturas muito baixas, até neve)
6ª Jornada, F.C.Porto - Leicester, 7 de Dezembro.

Verbas a distribuir pelos clubes em função do rendimento desportivo:
Valor base de cada clube presente na fase de grupos: 12,7 milhões.
Prémios de desempenho na fase de grupos: 1,5 milhões de euros por vitória e 500 mil por empate.
Montantes não distribuídos (500.000 euros por empate) serão reunidas e redistribuídos entre os clubes participantes na fase de grupos em montantes proporcionais ao número de vitórias.
Oitavos-de-final: seis milhões de euros
Quartos-de-final: 6,5 milhões
Semifinalistas: 7,5 milhões
O vencedor da UEFA Champions League pode contar com 15,5 milhões e o finalista vencido com 11 milhões, incluindo já a sua parte da receita da venda de bilhetes da final (não será paga nenhuma verba suplementar aos finalistas em resultado da bilhética, como era habitual no passado).
Ainda há a acrescentar o market pool (direitos televisivos)

Depois de um sorteio no play-off que foi o pior possível e que colocou a Roma no caminho do F.C.Porto, com o resultado conhecido, desta vez tivemos mais sorte, mas não vale a pena estar a conjecturar, traçar cenários, já vimos sorteios teoricamente fáceis que se complicaram muito e não seguimos em frente, já vimos o contrário. Portanto, calharam estes, a seu tempo pensaremos neles, veremos o que é preciso fazer para os ultrapassar e chegar aos oitavos-de-final.

Óliver Torres já é oficial. Empréstimo de ano e meio, até 31 de Dezembro 2017, com opção de compra não declarada.
Gostei das palavras do jovem espanhol, onde e para além do prazer de regressar, se nota o compromisso com os valores e as causas do F.C.Porto.
Bem-vindo, Óliver!


Continuando a falar da importantíssima vitória de ontem


Quando vamos assistindo com um enorme sorriso nos lábios, a alguns números do mais brilhante contorcionismo, números que fariam dos artistas, verdadeiros candidatos a medalhas nos últimos Jogos Olímpicos; e enquanto outros, também grandes artistas, não disfarçam a azia que a extraordinária vitória do F.C.Porto na casa da super-favorita, ainda mais após a primeira-mão, A.S.Roma, lhes provocou, é tempo de falar com mais calma do jogo e apelar contra os excessos de euforia, normalmente, tão perniciosos. Estes sucessos dão tranquilidade, transmitem uma grande dose de confiança, melhoram a auto-estima - este, por variadíssimas razões, desde as desportivas (quanto valem agora alguns dos jogadores que estiveram no jogo do Olímpico?)até às financeiras, muito mais ainda -, mas o caminho é longo e cheio de obstáculos, não podemos nem devemos andar a saltar entre o 8 e o 80. E vamos ao jogo.

Nuno Espírito Santo(NES) escalou Casillas, Maxi, Filipe, Marcano e Alex Telles, Danilo e Herrera, Corona, André André e Otávio, André Silva, uma equipa mais provável para o jogo do Dragão que para o do Olímpico, mas era preciso arriscar, era preciso marcar. E depois de um susto logo no 1º minuto, quando Nainggolan rematou para uma excelente defesa de Iker Casillas, com réplica quase imediata de André André - este com um remate à entrada da área tão fraquinho que o guarda-redes da Roma nem precisou de se esforçar para defender -, o F.C.Porto que estava de lição bem estudada, personalizado e sem tremeliques, chegou à vantagem iam decorridos 7 minutos. Filipe, após livre de Otávio, que tinha sofrido a falta, subiu ao terceiro andar e de cabeça fez golo, colocou os Dragões na frente da eliminatória, abriu uma janela de esperança. Estava feito o mais difícil, melhor início e melhor tónico não podia ter acontecido. Sabendo que em desvantagem a equipa italiana ia reagir forte, que Porto iríamos ter? Um Porto a recuar, procurar apenas defender a vantagem, ou um Porto mais cuidadoso, mas atrevido, tentando assustar os romanos, obrigando-os a ter cuidados sob pena de sofrerem mais dissabores? A Roma, naturalmente reagiu, mas o conjunto de NES nunca se decompôs, nunca perdeu a concentração, organização, os equilíbrios, o sentido de baliza, se os italianos tiveram uma boa ocasião - excelente, Casillas. Guarda-redes de equipa grande é assim, decisivo no momento certo -, o F.C.Porto com mais critério a definir e na hora de concretizar, também podia ter marcado. O intervalo não chegou sem que antes De Rossi, com uma entrada brutal às penas de Maxi, fosse expulso. À vantagem no marcador, juntava-se a vantagem numérica, tudo a correr bem para os Dragões no regresso às cabines para os 15 minutos de descanso.

O F.C.Porto voltou do intervalo com as virtudes que tinha exibido na primeira: sereno, imperturbável e a Roma, sem grandes soluções, ia ficando cada vez mais intranquila, de cabeça quente, ao minuto 51 foi a vez de Emerson ter uma entrada brutal sobre Corona, foi e muito bem, expulso, italianos a jogar com nove - teve muito Porto na forma como o Céu caiu sobre a cabeça dos romanos. Tudo ficava mais fácil para os Dragões. Mas por mais paradoxalmente que possa parecer, o F.C.Porto teve mais dificuldades em jogar com mais dois. Ficou como que perturbado, espantado, de alguma forma até parecia paralisado, a equipa de Spalletti, arrebitou, incomodou, os azuis e brancos raramente fizeram bem, quando fizeram, primeiro por Otávio e depois por Herrera - não há dúvidas, o golo ao Rio Ave foi a excepção à regra. Ontem, em zona frontal não rematou, passou para trás, outra, já dentro da área fez um passe a Szczesny - podiam ter feito o segundo golo e acabado com o jogo. Sim, porque como se verificou após o excelente lance de contra-ataque, que Layún, superiormente, concretizou, a Roma caiu, ficou sem capacidade anímica, logo a seguir Corona em mais um excelente lance individual fez o terceiro e daí até ao fim foi só deixar passar o tempo. Estava consumada um grande e surpreendente vitória, uma vitória importantíssima que permitirá ao F.C.Porto estar amanhã e pela 21ª vez no sorteio da Fase de Grupos da UEFA Champions League

Notas finais:
Grandes claques tem o F.C.Porto! Podem estar em clara minoria, os resultados e as exibições não ajudarem, mas nunca se calam no apoio aos Dragões. Enormes!

Óliver Torres está no Porto e se nada de anormal acontecer, vai assinar pelos Dragões. Não sei as condições, não vou especular. No entanto, apesar de gostar muito do jogador e com ele o F.C.Porto ficar mais forte, não seria a minha prioridade. Mas como o mercado só fecha à meia-noite da próxima quarta-feira... Óliver apenas é o dossier que está mais adiantado.

Maxi Pereira teve uma lesão grave e já foi operado, não se sabendo o tempo de paragem. Espero que recupere rapidamente. Força Maxi!

Nunca tive dúvidas acerca de quem foi quem na transferência de Rafa para o Benfica e este comunicado do S.C.Braga explica tudo. Mas ainda não perdi a esperança que o presidente do F.C.Porto, agora que recuperou a voz, diga qualquer coisa sobre o assunto.

Roma 0 - F.C.Porto 3. Amo-te Porto! As notícias da tua morte eram manifestamente exageradas


Frente a uma Roma compacta, organizada, com processos bem consolidados e recheada de bons e experientes jogadores, uma Roma que está há oito meses com este jogo no pensamento, confessou-o o seu treinador Luciano Spalletti; e que no Dragão tinha deixado bem vincada toda a sua capacidade, principalmente na primeira-parte, em particular na meia-hora inicial; só um Porto de alto nível, como tinha dito no post de lançamento do jogo, podia ter hipóteses de conseguir um resultado que lhe permitisse seguir para a fase de grupos da Champions. E, meus amigos, foi um Porto GRANDE, de nível internacional, confesso, acima das expectativas, aquele que hoje fez história na capital italiana, vencendo e convencendo, deixando claro que as notícias da sua morte eram manifestamente exageradas. Estamos no nosso habitat natural, vamos entrar na 21ª participação na prova Rainha da UEFA, a Champions League e vamos entrar pela porta grande, pela porta da Cidade Eterna. Amo-te PORTO!
Parabéns ao Mister e aos seus rapazes que honraram o manto sagrado e colocaram o F.C.Porto nas bocas do futebol Europeu e Mundial.

E não tenho mais nada para dizer hoje. Amanhã falarei do jogo com calma, a hora é de festejar mais um grande feito, de um Porto que me deixou com a lágrima no canto do olho.
As aves de mau agouro, as aves de rapina, aqueles que tinham feito o funeral, quando ainda ninguém tinha morrido, podem sempre arranjar escapatórias para a sua frustração e dizer que a Roma jogou com menos dois jogadores.

No Olímpico de Roma tem de estar um grandíssimo Porto


É já amanhã no Olímpico de Roma que o F.C.Porto tem o primeiro de dois jogos de grande grau de dificuldade e exigentes testes ao seu actual momento - o outro é no domingo em Alvalade -, antes da paragem para compromissos com as selecções. Se no confronto com a equipa do arrogante e petulante Jorge Jesus, aconteça o que acontecer, nada ficará em causa, já no jogo com a Roma é diferente. Não eliminar os italianos é falhar a fase de grupos da Champions League, passar para a Liga Europa, com o que isso significa em prestígio, sem esquecer a muitíssimo importante parte financeira. E o que se pode esperar do decisivo jogo da capital italiana? Na primeira-mão, olhando para a primeira-parte do jogo do Dragão, mais concretamente os 25, 30 minutos iniciais, só há razões para encarar o jogo com preocupação. Mas se esquecermos esse período e nos focarmos no que foram os últimos 45 minutos, podemos encontrar motivos para optimismo. Para além disso, não há dois jogos iguais, quem acompanha o futebol e o F.C.Porto em particular, sabe que os azuis e brancos já partiram em dificuldades para o segundo jogo e saíram-se bem e também já aconteceu o contrário.
Uma coisa todos temos a certeza: tem de ser um grandíssimo Porto. Um Porto com respeito por um adversário poderoso, mas sem tremeliques e sem medo; um Porto preparado para defender, se for o caso, muito, com bola, sem receio de atacar ou contra-atacar. Um Porto  concentrado, coeso, solidário e com aquela capacidade, se necessário, ir lá ao fundo, à transcendência, buscar a felicidade. Sim, porque se há jogos que podem mudar muita coisa, este Roma - F.C.Porto é um deles. Um F.C.Porto capaz de ultrapassar um obstáculo desta dimensão e seguir em frente na prova rainha da UEFA, olhará para o futuro com muito mais confiança e tranquilidade.

Chegou de férias e começou logo a animar e espicaçar as tropas. Obrigado, Miguel Sousa Tavares.

O derivado do porco, concretamente o Chouriço, é um dos vários rostos do Benfica de Luís Filipe Vieira: um Benfica trauliteiro, populista, sem respeito por nada nem por ninguém, julga-se acima de tudo, goza de uma impunidade que mais ninguém tem no desporto português.
O Dragões Diário chamou-lhe SACANAGEM eu concordo:
«O ex-ministro do PSD desejou ontem na SIC a derrota "por muitos" do FC Porto em Roma, o que é um grande alívio, porque a última coisa que qualquer adepto do FC Porto quereria era ter a criatura do nosso lado. De qualquer forma, fica mais uma vez evidente o caráter do senhor que um dia veio ao Dragão condecorar o FC Porto pelas conquistas internacionais. Apetece citar o dramaturgo e jornalista brasileiro Nelson Rodrigues, que um dia disse, eventualmente referindo-se a Rui Gomes da Silva, 'quem não é sacana na véspera é sacana no dia seguinte'. Na mouche

Outro sacana, sem um pingo de vergonha, ética e deontologia, um lambe traseiros de Vieira e do Benfica, da pior espécie, é Fernando Guerra, o Reco-reco anormal.
Nunca o vendilhão do templo se preocupou que árbitros com grande currículo de prejuízo ao F.C.Porto, posteriormente tenham sido nomeados para jogos dos Dragões, mas Manuel Oliveira, porque na época passada tinha sido a excepção à regra e prejudicou o Benfica, já não podia ser nomeado para um jogo do Benfica. Como foi, diz o Reco-reco, foi uma prova de força do novo CA, no mínimo insensata ou até provocatória.  

A 22 de Julho, como a foto demonstra, dizia com grande destaque na capa, o panfleto da queimada: Talisca, 25 milhões, negócio fechado. Pois, Talisca, 25 milhões de grilo, foi emprestado ao Besiktas. Feios, porcos, maus e cada vez mais mentirosos. Novamente o prémio Banha da cobra vai para o jornal, não, pasquim, "dirigido" por Vítor Serpa, novamente graças às peças de Nuno Traumatismo Ucraniano Paralvas. Mas temos de dar um desconto: o rapaz desde o Euro 2012 e o episódio na Ucrânia... nunca mais foi o mesmo, às vezes tem estes delírios.

- Mike, Pinto da Costa e Antero Henrique estiveram juntos em Roma. Não é extraordinário?
- Claro que é, Melga, um fenómeno, algo nunca visto...

O clube do colinho e dos vouchers a queixar-se do árbitro?


Ouvir o treinador do Benfica, clube do colinho e dos vouchers, queixar-se do árbitro do jogo que empatou frente ao Vitória F.C., quando o árbitro fez uma arbitragem normal, é o fim da picada, é preciso ter uma grande desfaçatez e falta de vergonha na cara. Mas compreende-se, está habituado a que os árbitros empurrem, quando não empurram - como é possível os sadinos terem acabado o jogo com onze jogadores? Como é possível só quatro minutos de desconto? Deviam ter sido seis, sete, os necessários até o Benfica marcar o golo da vitória ...-, lá vem o choradinho e as queixinhas, não tem razão de queixa, só que o objectivo é outro e fica a dupla mensagem: para o Conselho de Arbitragem e para o árbitro do próximo jogo do Benfica. A seguir os vendilhões do templo vão fazer o seu papel, amplificar, os silvas, guerras, cervans não se vão calar, o juíz do jogo com o Nacional, já vai estar pressionado e condicionado.
Luís Filipe Vieira, para o vice-presidente do Conselho de Arbitragem:"Como é que nomeiam este tipo?"
Olha, olha, o tal que não fala de arbitragem, queria o Capela, ou será que queria o Ferreira? Não, queria o Paixão ou o Almeida. Queriam, ele e o Vitória, um árbitro eficaz.
Isto está a começar bem... Espero que esta época o F.C.Porto não fique calado, denuncie desde já esta nojeira.

F.C.Porto 1 - Estoril 0. Merecia muitos mais golos a exibição portista


Depois do Rio Ave, antes de Alvalade e entre os dois importantes jogos do play-off de acesso à fase de grupos da UEFA Champions League, com a Roma, o F.C.Porto tinha pela frente o G.D.Estoril Praia. Com o desgaste inerente a uma partida muito disputada na última quarta-feira, onde, primeiro, teve de correr muito atrás da bola e depois, durante cerca de uma hora, foi obrigado a todas as despesas do jogo; e já na terça tem a segunda e decisiva, mão, seria importante para o conjunto de Nuno Espírito Santo (NES), entrar forte e bem, simplificasse, fizesse um jogo que lhe permitisse gerir esforços. Os Dragões, pode dizer-se, fizeram tudo para resolver cedo o jogo, mas apenas por uma vez encontraram o caminho da baliza. Foi uma vitória justíssima, mas quem tem tanto domínio e tanta superioridade, não pode ter tantas dificuldades para ganhar.

O F.C.Porto entrou com algumas alterações em relação à equipa que entrou de início frente à Roma: na baliza continuou Casillas, na defesa mantiveram-se Maxi, Filipe e Marcano, Layún substituiu o castigado Alex Telles; no meio-campo Rúben Neves substituiu Danilo, Herrera ficou, Otávio passou para o centro, na direita Corona, do outro lado e alternando com o mexicano, Varela; e como homem mais avançado André Silva. E que dizer da primeira parte? Que foi de claro domínio e superioridade do F.C.Porto, que entrou bem e forte, dinâmico e pressionante, atacou pela direita, pelo meio e pela esquerda, criou lances de perigo, Moreira com algumas excelentes defesas e a barra, numa circunstância, evitaram que na saída para o intervalo a equipa de NES estivesse em vantagem, que justificava e não apenas por um golo.

E que dizer da segunda? Foi mais do mesmo. Com o empate a zero e tudo em aberto, o  F.C.Porto precisava de manter as mesmas virtudes dos 45 minutos iniciais e meter a bola na baliza. Nuno tirou Varela e meteu Adrián López e os Dragões partiram ao assalto da baliza do Estoril. Foi sempre a atacar, mas umas vezes porque Moreira tudo parava e outras por falta de calma, mais assertividade a controlar e a finalizar, evitaram que o golo tardasse. E foi já com Sérgio Oliveira e André André nos lugares de Herrera e Otávio, que a bola, finalmente, entrou. Tudo aconteceu aos 83 minutos, após um belo cruzamento de Layún e que André Silva, finalmente, marcou, num excelente golpe de cabeça.

Notas finais:
Depois de um grande desgaste frente à Roma, o F.C.Porto respondeu bem, foi capaz de manter um ritmo alto durante 90 minutos, nunca virou a cara à luta, nunca desanimou, foi justamente recompensado.
Esta equipa tem atitude e tem carácter, até podia não ter ganho, mas fez tudo para ganhar.

André fez o golo da vitória, tem marcado em todos os jogos, mas continuo  apensar que estamos a colocar nas costas de um miúdo que precisava crescer naturalmente. Como hoje não houve Depoitre por lesão, André em menos de 8 dias vai fazer três jogos. É muito!

Eles são os mesmos, nós é que mudamos. A escumalha deve ser tratada como tal...


Como a foto da esquerda mostra, primeiro colocaram Falcao no Benfica, mas como se pode ver na foto da esquerda, Falcao acabou no F.C.Porto. Nessa altura foi a ganância de Falcao que abriu a porta do F.C.Porto. Agora foi Rafa que fez força para rumar à Luz, não foi o pilim nem a ganância. Escumalha, eles sempre foram escumalha, mas a diferença é que agora deixamos de tratar a escumalha como ela merece... Ontem lá estava a Bola Tv na conferência de imprensa de antevisão do jogo e a segunda pergunta a NES até lhes pertenceu.
Para além da gestão desportiva ter de melhorar e muito, ou nós começamos a encarar esta gentalha como ela merece e dar-lhes as respostas que merecem, ou eles vão continuar a minar, manipular e dividir à vontade, a dizer o que lhes apetece, a extrapolar ou branquear conforma lhes dá jeito, mas sempre contra o F.C.Porto. Há quem ache que isto não passa de teoria da conspiração... para mim é uma guerra que temos de travar e já!

Acabou a novela Rafa. Durou um ano e o F.C.Porto "morreu" no fim, traído por um amigo de outrora


Não, não vou relembrar as novelas Bernard e Lucas Lima, cujo desfecho foi o mesmo, apenas quero dizer que o fundo a que se referiu o senhor presidente Jorge Nuno Pinto da Costa, numa das últimas entrevistas ao Porto Canal, era, afinal, muito mais abaixo. Não me lembro de um mercado, entradas e saídas e uma formação do plantel, tão desastrada, tão incoerente, tão amadora, tão pouco F.C.Porto, isto depois de três épocas a seco de títulos. Se o F.C.Porto não fosse um clube de futebol, onde ainda há respeito, memória e gratidão, já todos tinham ido para a rua, como é, isso não vai acontecer. Mas cuidado, não abusem, o que é demais é moléstia e a paciência tem limites... É que não estamos a falar de carolice, estamos a falar de dirigentes profissionais e muito bem pagos.

Agora que Rafa já não vem, não vou mudar de opinião: era um jogador com características que podiam ajudar,  mas mantenho: sem loucuras. E os números que circulam são loucura, disse-o em Janeiro, não é o despeito a falar. Não veio, não sei as razões, mas por favor não digam que não estávamos interessados. Falem, assumam as consequências, digam o que aconteceu, se alguém faltou à palavra - mais uma cria que faltou ao respeito e se virou contra o criador - se agora não só já não há respeito, como ainda brincam connosco. Digam que não há Rafa, mas vai haver outro qualquer, desta vez há um plano B e não é nenhum Osvaldo. E digam também como foi o comportamento do presidente do Braga nesta novela e como vão ficar as relações com António Salvador.

Nota final:
Ainda na sequência do post anterior, nem quero imaginar o que se diria se Rafa viesse para o Dragão e na Supertaça falhasse um golo de baliza aberta como aconteceu no jogo frente ao clube que agora vai representar... Talvez em vez do Carmo e da Trindade, caísse também a Torre dos Clérigos e a Ponta da Arrábida.

PS - Apoiar o F.C.Porto, sempre e para sempre. Mas apoiar o F.C.Porto não é ficar calado quando acontecem coisas que são a antítese do que é ser Porto, do que foi ser Porto e nos colocou num patamar sem paralelo no futebol português.

Entre a Roma e o Estoril


A Roma tem um potencial económico e financeiro muito superior ao F.C.Porto e naturalmente isso permite-lhe ter um plantel mais forte, formar uma equipa com mais qualidade que a dos Dragões. Assim, quando se colocou o favoritismo para o play-off de acesso à fase de grupos da Champions League, no lado romano, não foi nada mais que ser realista. Aliás, mesmo que o F.C.Porto, leia-se SAD, tivesse feito bem as coisas, não tivesse cometido erros e omissões flagrantes, o conjunto de Spalletti seria na mesma favorito, talvez a percentagem de favoritismo diminuísse e o nosso optimismo aumentasse - tal como acontecia e não faz muito tempo, mesmo quando tínhamos de enfrentar algumas das mais poderosas equipas europeias. Mas aqui chegados, ontem e durante 25 minutos, mais coisa menos coisa, vimos uma Roma claramente por cima do jogo, a justificar no terreno o seu valor e o seu favoritismo, embora e na parte que me toca, não esperasse um Porto tão pequenino. Depois e em particular na segunda-parte, a reacção do F.C.Porto foi muito boa, empatou e podia ter ganho, não ganhou porque faltou eficácia, mas assertividade na zona de finalização. Ai e tal, a Roma só tinha 10 jogadores. É verdade, mas estamos na presença de uma equipa bem estruturada, recheada de bons e experientes jogadores, bem orientada. Com menos um, como boa equipa italiana, baixou as linhas, apenas deixou Dzeko na frente, procurou sair pela certa, raramente perdeu organização. Tudo somado, noutra conjectura estaria triste, no momento actual e sendo pragmático, não estou. Fiquei com uma certeza: para a Liga dos Campeões é, como seria sempre curto - com isto não quero dizer que não podemos lá chegar, refiro-me  apenas a qualquer ambição de vitória -, para consumo interno, não é preciso muito mais - com dois ou três reforços cirúrgicos, o problema fica resolvido -, para podermos lutar pelos nosso principal objectivo, o título. (*)
Somos Dragões, não somos perus, não morremos de véspera. A tarefa na capital italiana é hercúlea, mas já fomos capazes de grandes feitos e em circunstâncias tanto ou mais difíceis.

Se Nuno Espírito Santo (NES), merece críticas, critique-se, mas pela positiva. Não faz sentido, num momento como este, começar já a crítica fácil, a má-língua, as faltas de respeito. Aqui, mesmo quando a preferência ia para outros técnicos, os escolhidos são sempre respeitados e defendidos, ninguém vai abandalhar NES. Até porque Nuno ontem pode ter errado, mas nos últimos tempos é dos treinadores do F.C.Porto, aquele que está a ter a vida mais difícil.

(*) - Não gosto e já aqui o disse por várias vezes, da comunicação do Sporting, agora as coisas parece que estão mais calmas, mas até há pouco tempo era um ver se te avias, começava no Bruno de Carvalho, continuava com Octávio, Inácio, director de comunicação e sem esquecer os chamados peões de brega, alguns instalados em várias redacções. Apesar disso, no panfleto da queimada de sábado passado, o ex-dirigente leonino, Dias Ferreira, afirmava: "Perdemos o campeonato na comunicação e não podemos continuar assim, sob pena de se perder todo o esforço que temos feito nas últimas três épocas, no campo desportivo e financeiro." No mesmo artigo, Dias Ferreira falava de uma comunicação social que trata os assuntos com voz e olhos avermelhados, citava vários exemplos da forma diferente como são tratados casos semelhantes, um era o caso dos vouchers versus as viagens dos Secretários de Estado à Final do Euro. Se o Sporting fala assim, apesar de ter tirado imensos benefícios da gritaria que foi fazendo, imagine-se o que acontece a um F.C.Porto silencioso e que nunca reage a nada. Porquê? Alguém tem dúvidas se a pouca vergonha de dois anos de vouchers fosse com o F.C.Porto tinha caído o Carmo e Trindade? Alguém tem dúvidas que se o protagonista do famigerado caso da Porta 18, fosse o motorista de vários anos de Pinto da Costa, depois transformado em director com gabinete na Luz e carro do Benfica, a traficar droga no Dragão, era o fim da picada, ia ser o bom e o bonito? E até passo por cima do chamado jogo da mala e das poucas vergonhas com o campeonato da segunda liga, onde o clube do regime se salvou, sabe Deus a troco de quê...
Sei que não é fácil lidar com uma comunicação social centralizada e recheada de vendilhões do templo, mas que diabo, podíamos e devíamos fazer muito mais. Agora que o campeonato ainda está no início, esta guerra não pode ser perdida por falta de comparência. Portanto, senhores do F.C.Porto vamos lá deixar de salamaleques, pegar o touro pelos cornos, ir à luta. Vamos lá senhores de cargos com nomes pomposos, façam pela vida, não tenham receio de queimar os dedinhos. Se esta época é na atitude, espírito de luta e de combate, não pode ser apenas dentro do campo e nas bancadas. Deixem lá a marca, somos um clube de futebol e não da indústria do calçado. Ou ganhamos ou lá se vai a marca para o galheiro, como diz um amigo meu. A voz do presidente sempre foi a voz do F.C.Porto, mas se Jorge Nuno Pinto da Costa, como se tem visto, agora aparece pouco... temos de mudar de estratégia.


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