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O que pretende o clube do regime com estas atitudes? Ganhar o clássico, administrativamente, sem jogar?


Primeiro foi a muito badalada, promovida e folclórica ida ao Conselho de Arbitragem - o clube mais beneficiado pelos árbitros nos últimos anos queixar ao Conselho de Arbitragem... Depois foi a ausência na Gala da FPF, ausência justificada com um comunicado vergonhoso e insultuoso das instituições, de tal forma que imediatamente o Conselho de Disciplina lhes instaurou um processo disciplinar. Agora, nova falta de comparência, boicote, desta vez ao Portugal - Hungria que se disputa no estádio da Luz e um pedido de audiência à FPF e à LPFP. O que pretende o Benfica/clube do regime com estas atitudes? Ganhar o clássico do dia 1 de Abril, administrativamente, sem jogar? Não, como é óbvio, a desfaçatez não chega a tanto, embora eles gostassem muito. Visa apenas pressionar e condicionar tudo e todos, provocar, agitar e incendiar o jogo frente ao F.C.Porto. Apesar da derrapagens portista na última jornada, o medo, pânico mesmo, que o clássico lhes corra mal, apoderou-se do universo benfiquista, desde o topo até à base e é bem latente no que se vai lendo e ouvindo por aí, tanto na propaganda interna como na externa, leia-se, comunicação social capturada. Só isso justifica este desvario dos últimos dias. Mas preparemo-nos, até ao clássico ainda vem mais do mesmo. No que nos diz respeito, não nos devemos deixar perturbar, nem condicionar. Só temos de trabalhar com tranquilidade e bem para um jogo importantíssimo e que vai exigir muita disponibilidade física e principalmente, mental.

Notas finais:
Será que as manchetes do panfleto da queimada e da lixeira desportiva da Cofina, com o Portugal vs Hungria a ser colocado de ladeques para dar lugar a Mitroglou e Podence, já são consequência do boicote do Benfica/clube do regime, à selecção?

- Senhor Ministro das Finanças, senhor Ministro das Finanças, é verdade que o Governo vai criar um novo imposto? Isso já tem a ver com declarações do um vice-presidente que fala em apelo ao Governo?

- É verdade, é verdade...

- Mas porquê, o que levou o Governo a tomar essa decisão?

- Se o Benfica passa a vida a choramingar, considera-se desrespeitado pelas instituições que regem o futebol português, vitimiza-se, queixa-se, queixa-se, queixa-se e amua, amua, amua e faz queixa ao Governo... Criamos um imposto sobre o ridículo. Como eles abusam e são seis milhões... é só fazer as contas...

Agora são os bilhetes para o clássico de 1 de Abril


Comportando-se como jornal oficial do Benfica/clube do regime, eles aí estão, os vendilhões do templo, da queimada, promovendo o clássico como se só existisse uma equipa e um objectivo, a vitória do Benfica/clube do regime. Coerência na falta de isenção e na vergonha na cara, é o que não lhes falta.
Para além da manchete de hoje, mais uma ao nível de quase todas que são publicadas naquela quinta onde o cheiro é insuportável, hoje o freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado, junto com outro artista que emergiu não faz muito tempo e tem nome de craque da bola, Ricardo Quaresma, saíram a terreiro para mostrar preocupação com a questão dos bilhetes para o Benfica/clube do regime versus F.C.Porto. O freteiro, esse até vai mais longe, acha a declaração publicada pelo líder dos Super-Dragões no facebook, inaceitável, um apelo à subversão e estranha o silêncio, que qualifica de ensurdecedor, das entidades que devem zelar pelo futebol português.

Vamos lá ver: qualquer adepto do futebol que tenha bom senso, obviamente deseja que não haja problemas, tudo corra bem, o clássico seja um grande espectáculo dentro e fora do campo. O que é extraordinário é que esta gente da queimada só desperta para estas situações quando se trata da ida do  F.C.Porto à Luz, como se quando o jogo se disputa no Dragão não aconteça a mesma coisa. Ora, é ,preciso dizer a essa gentinha que as claques do F.C.Porto, Super-Dragões e Colectivo 95, estão legalizadas, sabe-se quem são os seus responsáveis, caso aconteça algum problema a polícia sabe a quem se dirigir... ao contrário das claques do Benfica/clube do regime, que estão fora-da-lei e sobre isso, nunca nenhum dos citados artistas mostra qualquer preocupação, nunca ouvimos ou lemos o freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado, mostrar preocupação, estranhar o silêncio das entidades que devem zelar pelo futebol português. Mais, nos últimos tempos e nos clássicos em Lisboa, tanto na ida do F.C.Porto a Alvalade como à Luz, não tem havido qualquer problema, o mesmo não acontece nas vistas de Sporting e Benfica/clube do regime, ao Dragão.

Há quem diga que não devemos ligar, eles sempre foram assim. Discordo. Temos de ligar, denunciar e combater esta escumalha. Foi assim, agindo sempre de forma sectária, facciosa e desonesta, que se foi criando uma imagem errada e que faz de nós, portistas, os maus da fita, gente com todos os defeitos, enquanto os nossos rivais e em particular o Benfica/clube do regime, aquilo é tudo boa gente, uns anjinhos a quem só faltam as asas. O caso das claques e dos bilhetes, é apenas mais um exemplo, como são exemplos o bom ou mau anti-jogo, como se viu ainda no último fim-de-semana; nas ameaças aos árbitros; nos méritos ou deméritos de quem ganha; ou em muito outros casos em que o F.C.Porto sai sempre a perder.

Nota final:
José Couceiro continua a tentar justificar o injustificável, o vergonhoso anti-jogo que a sua equipa praticou no Estádio do Dragão. Falar de possíveis erros do árbitro, em lances de difícil avaliação, para dizer que a sua equipa também tem razões de queixa, só dá vontade de rir.
- Ó homem, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Por mais que o panfleto da queimada te tenha aumentado o espaço para te justificares.

Senhores presidentes da FPF e LPFP, expliquem-me como se eu fosse muito burro...


- Senhores presidentes da Federação Portuguesa de Futebol(FPF) e da Liga Portuguesa de Futebol Profissional(LPFP), doutores Fernando Gomes e Pedro Proença, importam-se de explicar como se eu fosse muito burro, o seguinte:
Então o Benfica/clube do regime, faltou à Gala Quinas de Ouro da FPF e para justificar a ausência, publicou um comunicado arrasador para com as duas principais instituições do futebol português e que os senhores dirigem. Esse comunicado foi de tal ordem que valeu ao Benfica/clube do regime, um processo disciplinar instaurado pelo Conselho de Disciplina. E mesmo com esse processo a decorrer, os senhores marcaram presença na festa de aniversário do Benfica/clube do regime? Doutores Fernando Gomes e Pedro Proença, ao estarem presentes, prestaram um péssimo exemplo, deram um sinal errado para o país do futebol.
Senhores presidentes, devia haver limites para a vassalagem e subserviência.
Quem se deve estar a rir é Rui Gomes da Silva, o popular Chouriço, que hoje no panfleto da queimada rejubila com aquilo que define de luta contra o sistema - ah, ah, ah! Chama-lhe p... - ao mesmo tempo que reivindica os méritos da estratégia do Benfica/clube do regime, cujo lema, diz o Chouriço, tem de ser sempre, olho por olho, dente por dente.

Ainda a propósito e também na comemoração do 113º aniversário do Benfica/clube do regime e que teve lugar no Campo Pequeno - local apropriado e que revela bom gosto -, ao ver José Eduardo Moniz deitar faladura, não pude deixar de sorrir... veio-me imediatamente à memória o ditado, mudam-se os tempos mudam-se as vontades.
É meus amigos, como podem ver pela foto da esquerda, já passou muita água por baixo das pontes desde que José Eduardo Moniz era o ponta-de-lança dos espanhóis que que tentaram tomar de assalto o Benfica/clube do regime.
José Eduardo Moniz, dizia o panfleto, na altura pela pena do freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado, era apenas parte de uma estratégia de grandes dimensões.
Agora é vice-presidente e administrador do Benfica/clube do regime.

Nota final:
O Canelas devia agradecer ao Chouriço tanta publicidade. Convidem-no a ir a Canelas e se ele aceitar convidem-me também...

Aproveitar a pausa para limpar as cabeças, na Luz é preciso um Dragão mentalmente à prova de bala


Esta pausa para compromissos com as selecções, era, antes do que aconteceu na noite de domingo, para os portistas, uma pausa mal-vinda. O F.C.Porto estava com uma excelente dinâmica, nove vitórias consecutivas no campeonato, as duas últimas conseguidas com facilidade, de goleada, jogava bem, maldita paragem, era  o nosso sentimento. Ir à Luz, no mínimo, a um ponto do Benfica/clube do regime, era fundamental, bati várias vezes nessa tecla. É o que vai acontecer, mas com o empate frente ao anti-jogo sadino e desperdiçada a oportunidade de ir a Lisboa na frente do campeonato, as coisas alteraram-se, agora esta pausa até pode ser benéfica. E pode ser benéfica porque da equipa que em condições normais deve ser titular na Luz, Casillas, Maxi, Felipe, Marcano e Alex Telles, Danilo, Óliver e André André, Corona, Soares e Brahimi, só o lateral-direito uruguaio e o trinco internacional português, não estão a trabalhar no Olival. Nuno Espírito Santo(NES) pode assim trabalhar a parte física, a táctica, a estratégia e, principalmente, a mente com aquela que é, salvo as duas excepções referidas, a equipa que será titular na Luz. E se digo, principalmente, a questão mental, é porque embora haja sempre coisas a melhorar numa equipa de futebol, a equipa do F.C.Porto já tem automatismos, processos definidos, organização, à coesão defensiva que foi assimilada desde muito cedo na época, já junta um meio-campo que funciona - com três médios - e um ataque que ganhou muito com a chegada de Soares. Ora, tudo isso não se perde só porque um jogo não correu bem, não será na qualidade de jogo que se notarão diferenças no dia 1 de Abril. Penso até que nesta altura o F.C.Porto, como equipa, está mais forte que o Benfica/clube do regime. Portanto, é importantíssimo aproveitar bem estes dias para limpar cabeças, ultrapassar as expectativas defraudadas, o passo em falso de domingo passado, porque na Luz é fundamental um Dragão mentalmente forte, com raça, alma, coragem e nervos de aço. Só assim a equipa de NES estará em condições para enfrentar um ambiente difícil, onde as provocações vão ser muitas, a pressão também, uma arbitragem que terá vida complicada, em caso de dúvida, apitará contra o F.C.Porto, não tenhamos qualquer dúvida acerca disto.
Tenho lido declarações de vários jogadores do F.C.Porto, por exemplo, Herrera, Alex Telles, Felipe e Corona, que vão no sentido que o empate frente ao Vitória anti-jogo F.C., ficou para trás das costas, o Dragão estará na Luz com a chama alta e pronto para tudo, conseguir um resultado que lhe permita continuar na luta pela conquista o título. É um bom sinal e como esta equipa tem mostrado carácter, atitude e crença, merece crédito, que acreditemos que no dia dos enganos não seremos nós os enganados...
Quanto aos adeptos, esses, só não estarão na Luz muitos mais... porque não há bilhetes!

Notas do dia:
Dois dias seguidos com Ederson a ser o protagonista e a ter direito a manchete de capa, só prova que no panfleto do queimada já não há imaginação... nem para a falta de vergonha na cara!

A argumentação do actual treinador do Vitória anti-jogo F.C., para tentar justificar o vergonhoso comportamento da sua equipa no jogo frente ao F.C.Porto, é surreal. Couceiro não passa de um moralista de pacotilha.
Já o presidente dos sadinos, Fernando Oliveira, que disse que o F.C.Porto devia estar calado, tem toda a razão, devia sim senhor, principalmente que do outro lado do telefone está o líder setubalense a pedir jogadores emprestados.

A desfaçatez e a falta de vergonha do Benfica, um clube que não tem moral para nada


Como disse e repeti N vezes, aquilo do Benfica/clube do regime, bonzinho, generoso, muito desprendido e cheio de espírito desportivo, era só fachada, fruto das circunstâncias, a vida corria-lhes bem, o tetra era facto consumado, o Marquês estava reservado, até já tinham tirado a medida para as faixas. Também disse N vezes que ninguém tivesse ilusões, se a coisa apertasse, veríamos a verdadeira face do Benfica/clube do regime, feio, sujo, rasteiro, mau. E esse Benfica/clube do regime aí está em todo o seu esplendor. Não é preciso ser adivinho para saber se, como todos esperamos e desejamos, o título vier para a Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta Cidade do Porto, nunca será por mérito dos profissionais do F.C.Porto, do apoio dos seus generosos e sempre presentes adeptos, incompetência do Benfica/clube do regime. Não, será e está mais que visto, porque dois adeptos do F.C.Porto - deviam levar a marca na testa...- foram pressionar os árbitros à Maia.(*) Mas não fico satisfeito por ver a minha razão reconhecida, não, qualquer um que esteja a tento ao futebol português e tenha um pouco de memória, tiraria as mesmas conclusões, não se deixaria iludir com aquela conversa para enganar tolos.

Com Vieira calado, já tinha emergido um vice-presidente, Almeida Lima, mas como a cassete é sempre a mesma, Lima apitou, apitou, mandou umas bocas acerca do faroeste - resquícios do passado a ver muitos jogos e filmes de cowboys, a preto e branco -, mas não disse nada de diferente, tal como acontece com Vieira, foi apenas mais um leitor. Ontem, para justificar a falta à Gala Quinas de Ouro da FPF, o Benfica/clube do regime, julgando-se o dono disto tudo, fez um comunicado, comunicado esse que nos remete para outro, em 2010, para aquele miserável comunicado contra tudo e contra todos - ministros, secretários de estado, Olivedesportos, Conselho de Arbitragem, Liga, com ameaça de não participar na Taça da Liga, FPF....- e que terminava com o apelo para que os seus adeptos boicotassem os jogos fora da Luz, um apelo patético e criminoso, porque anti-futebol.
Ver o Benfica/clube do regime, sempre protegido por os poderes, desportivos e não só, com a ajuda da propaganda interna e externa, neste caso, leia-se, prostituição jornalística, fazer o papel de vítima, de coitadinho, é surreal, patético, o cúmulo da desfaçatez e da pouca vergonha.
É preciso dizer com veemência, alto e em bom som, que o Benfica/clube do regime, não tem moral para nada, nem para atacar ninguém. Os telhados de vidro do Benfica/clube do regime, são muito mais frágeis que os do F.C.Porto, não resistem a uma simples casca de tremoço.

Quem ganhou campeonatos que ficaram conhecidos como o campeonato dos túneis; quem ganhou um campeonato com o maior escândalo dos últimos 30 anos, o conhecido Estorilgate; quem ganhou campeonatos graças ao colinho vergonhoso e aos vouchers, devia estar calado.

Quem tem adeptos que foram julgados e condenados, um porque matou um adepto rival, outro porque invadiu o campo para agredir um árbitro assistente, outros porque ameaçaram árbitros e suas famílias, devia estar calado.

Quem tem adeptos que incendeiam autocarros de uma claque adversária ou invadem um autocarro de um clube rival e agridem barbaramente jogadores, mandando para o hospital e em perigo de vida um deles, devia estar calado.

Quem vê um seu dirigente, com gabinete na Porta 18 do estádio da Luz, ser apanhado com droga num carro do Benfica/clube do regime, devia estar calado.

Quem tem ao seu serviço - sim, são conhecidos os briefings com a comunicação oficial do Benfica/clube do regime - agitadores, pirómanos e incendiários como Pedro Guerra, Rui Gomes da Silva, Hugo Gil ou André Ventura, devia estar calado.

Quem tem um canal de televisão onde sistematicamente se insulta, achincalha e provoca uma Instituição Centenária como é o F.C.Porto, se fazem apelos às armas contra adeptos portistas e se deseja a morte de Jorge Nuno Pinto da Costa, presidente dos Dragões, devia estar calado.
No Porto Canal, canal de televisão gerido pelo F.C.Porto, mesmo nos espaços de conteúdo exclusivamente F.C.Porto, nunca e em momento algum, o Benfica/clube do regime, foi insultado ou achincalhado, idem para qualquer dos seus responsáveis ou profissionais. E quando Francisco J. Marques, director de comunicação do F.C.Porto aborda no Universo Porto - da Bancada, alguns assuntos, como, por exemplo, o caso dos cartões a Pizzi, não especula, não mente, apresenta sempre imagens que suportam a sua argumentação. Uma postura contrária à do Benfica/clube do regime, onde os assuntos no que diz respeito ao F.C.Porto, são apresentados de uma forma distorcida, extrapolada, fora de contexto, para além, como referi anteriormente, acompanhados por insultos, graçolas foleiras e de péssimo gosto.

Mas tudo isto tem um propósito e sabemos bem qual é: mesmo com o empate do F.C.Porto frente ao Vitória F.C., o buraquinho dos benfiquistas continua apertado e é preciso agitar, pressionar, condicionar, começar a preparar o clima para o jogo do dia 1 de Abril. O resto é conversa para boi dormir, como dizem os nossos amigos do outro lado do Atlântico.

(*) Bernardino Barros na TVI 24 de domingo passado, denunciou um caso muito mais grave que a ida à Maia dos dois pretensos adeptos do F.C.Porto. Compare-se a forma como a prostituição jornalística tratou dos dois casos...
Os nossos meios são incomparavelmente menores, mas mesmo assim as coisas já são diferentes, já vamos fazendo alguma mossa. Por isso, desenganem-se se pensam que nos vão calar. Não vão!

Nota final:
- Meu caro Zé Manel, nesta altura deves estar intrigado, a interrogar-te, então eu sou jogador do F.C.Porto, emprestado ao Vitória F.C., até marquei o golo que derrotou o Benfica/clube do regime e não tive nem um décimo do protagonismo que está a ter o João Carvalho, ele que apenas marcou o golo do empate no Dragão?
Deixa lá, não te preocupes, neste país é assim, há demasiados homitos, macacos e macaquitos e poucos homens. Queres um bom exemplo? A capa do panfleto da queimada de hoje. Aquilo é tão foleiro, tão rafeiro, tão miserável que só pode vir da cabeça de um macaquito.

Não sacudo a água do nosso capote, mas o anti-jogo agora já merece elogios?


Como digo sempre, nem oito nem oitenta. Se nunca estive eufórico, mesmo após o empate do clube do regime na Mata Real, agora não estou prostrado. É verdade que fiquei combalido, ainda não digeri totalmente, mas é preciso digerir, hoje já estou quase bem, amanhã estarei melhor.
É fundamental não deitar a perder tudo o que de bom foi conseguido, o balão não pode começar a esvaziar, é preciso manter esta onda, chama e entusiasmo, não perder a crença, alma, atitude e carácter que nos trouxe até aqui, acreditar convictamente que vamos à Luz ganhar, ser felizes em Maio, fazer uma festa como nunca se viu na Avenida dos Aliados.

A questão de saber quem tem ou não, estofo de campeão vai colocar-se com mais propriedade no jogo do dia dos enganos. Aí, no confronto directo, veremos quem lida melhor com a pressão - o empate em Paços de Ferreira mostrou um Benfica com dificuldades nessa matéria, o F.C.Porto também falhou muito na noite de ontem. Veremos quem sairá do jogo da Luz mais bem colocado para cumprir objectivos. Recorde-se que os Dragões já estiveram mortos para este campeonato, renasceram, estão na luta, apesar do inesperado contratempo, continuam a depender apenas de si para chegar ao título. Os outros, recorde-se, em Dezembro só lhes faltava colocar as faixas, porque o Marquês já estava reservado.

Entretanto, algumas perguntas que acho pertinentes e que não são apenas prognósticos no final do jogo - nem preciso de citar testemunhos acerca da minha reacção quando soube a equipa inicial -, são questões que entendo importantes, objectivas e construtivas. Para que este passo atrás signifique dois à frente no futuro próximo, isto é, a 1 de Abril.
Para quê mudar, quando a equipa tinha estabilizado com três médios, estava mais compacta, organizada, equilibrada, LIGADA, tinha conseguido uma série bonita de vitórias, aos triunfos, juntado boas exibições? Era preciso dar ritmo a Corona? OK, entrava na segunda-parte. Tinha de entrar de início? OK, Layún no lugar do castigado Maxi, outro médio no lugar de André André, Corona no ataque, André Silva no banco, como no Bessa. Podíamos ter ganho com este sistema e os dois médios? Claro que podíamos, tivemos ocasiões para isso, mas foi notório que a equipa perdeu consistência, muitas das virtudes anteriormente referidas. Ainda podia juntar que depois de um jogo muito exigente a meio da semana, do desgaste que desde cedo se notou em Danilo, ter apenas dois médios, é piorar a situação. Mais, com Corona sem ritmo e Brahimi cansado, para quê um sistema que os obrigava a maior desgaste?
Depois do jogo com o Benfica, ontem foi mais um penalty desperdiçado na hora H. Que o que aconteceu depois desse jogo não se repita agora, a equipa não abale, o momento Rui Pedro aos 90+5, frente ao S.C.Braga, aconteça já na Luz.
A próxima é a jornada das jornadas, aquela em que se vai ver quem é quem. Recuperar bem física e animicamente, entrar na Luz sem medo e para ganhar, é o que todos esperamos. Não mudo uma vírgula a isto que disse num dos posts anteriores, após a eliminação da Champions:
"Pode parecer um paradoxo, mas apesar da derrota e da eliminação, fiquei ainda mais animado e confiante para o que resta da época."

Depois de olhar para dentro, olhemos para fora. Que tínhamos de ganhar, até contra o árbitro, tínhamos. Mas se os lances sobre André Silva, porque são na molhada, ainda admito que Manuel Oliveira não visse, mas a forma como o guarda-redes dos setubalenses abalroou Brahimi, é um penalty descarado, porque não foi assinalado? Curioso, este árbitro que nunca se engana a nosso favor, é conotado pelos benfiquistas, alguns com responsabilidades na arbitragem, como pró-F.C.Porto.

Já levo mais de meio Século a ver futebol, nunca tinha visto uma pouca vergonha como a que a equipa de José Couceiro protagonizou na noite de ontem. Aquilo foi anti-futebol, uma crime contra o desporto-rei, pior, vinha do balneário, foi trabalhado, fazia parte da táctica e da estratégia. Como disse ontem, se fosse treinador de uma equipa com aquele comportamento... pelo menos, pedia desculpas ao público. Não devia valer tudo e ontem para Couceiro, jogadores e médicos, valeu. A esta gente eu não emprestava nem mais um jogador.

Os vendilhões da queimada:
Os primeiro vendilhão chama-se Vítor Serpa.
Habituado às facilidades que o Belenenses deu ao Benfica na penúltima jornada e ao ver o Paços lutar e criar problemas aos da Luz, Serpa não disfarçou a azia e o incómodo e não se coibiu de afirmar que a equipa da Capital do Móvel parecia estar a jogar a vida frente ao clube do regime.
O Paços estava a jogar a vida, o Vitória o que estava a jogar? O abono de família, não era Serpa?

Outro vendilhão, melhor, o vendilhão dos vendilhões é o freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado.
No Marítimo 2 - Benfica 1, ataque ao anti-jogo, à falta de fair-play. Hoje, nem uma palavra sobre o vergonhoso comportamento dos sadinos, grandes elogios ao treinador do Vitória de Setúbal.
Os dois devem achar natural um guarda-redes começar a queimar tempo no 1º minuto, cair e ficar a contorcer-se mesmo sem ninguém lhe tocar ou a equipa médica entrar três vezes em campo enquanto o resultado esteve zero a zero; não entrar nenhuma durante a vantagem do F.C.Porto; para depois, a partir do momento que o Vitória empatou, entrar mais quatro vezes. Devem ter achado muito bem que jogadores saídos de maca, completamente mortos, mal chegavam à lateral começassem a correr feito desalmados. Mas se estes e outros vendilhões do templo que andam por aí, estão muito preocupados com o facto do futebol português perder representatividade nas provas da UEFA e apontam vários problemas, porque não aproveitaram e carregaram sobre o vergonhoso anti-jogo dos setubalenses, condenaram o comportamento da equipa de Couceiro? Seria pedir muito, sobre isso, nada, zero, bola, nicles, deu um jeitaço ao Benfica e isso sobrepõe-se a tudo o resto.

O terceiro vendilhão chama-se Duarte Gomes, o novo comentador de arbitragem do panfleto da queimada. Que Duarte Gomes é benfiquista e conseguiu ver durante a sua carreira de árbitro, coisas do arco da velha que favoreceram o clube do regime, já sabíamos, mas é preciso ter uma grande lata para dizer que Brahimi obstruiu Bruno Varela, não há penalty no lance sobre o argelino do F.C.Porto ao minuto 50. Como se pode ver no vídeo, a bola está muito longe quando o guarda-redes vitoriano derruba o Brahimi. Era penalty, um penalty claro que só não viu quem e no caso, a partir da televisão, é cego ou está a fazer o frete ao clube do regime.

PS - Um jogo que não correu bem, as expectativas saíram defraudadas e a caixa de comentários dispara. Estranho portismo este. Alguns passam semanas sem aparecer, só aparecem nestas alturas para bater, pior, agoirar. Ainda nem jogamos na Luz e já desistiram.

F.C.Porto 1 - Vitória F.C. 1. Decepção, desilusão e azia, muita azia


Se antes do empate do Benfica na Mata Real, já era importante ganhar, depois do empate que o clube do regime cedeu frente ao Paços, a importância aumentou. A décima vitória consecutiva dava a liderança por direito próprio e dava também a possibilidade ao F.C.Porto de chegar à Luz com menos pressão, passava para o outro lado a obrigação de ganhar. Ora, esta equipa de Rui Vitória, frente a adversários com alguma qualidade, obrigada a correr riscos, expõe-se, tem dificuldades, dá-se mal, quando se dá bem, é quase tudo graças à sorte.

Portanto, o F.C.Porto não podia falhar, mas falhou, veremos as sequelas e as consequências deste empate comprometedor no jogo do dia dos enganos. E porque empatou o F.C.Porto? Empatou por culpas próprias, lá chegaremos, mas também porque aquilo que se assistiu esta noite num Dragão quase esgotado - 49.417 espectadores -, não é futebol, é a antítese do que é o futebol. Que uma equipa mais fraca não jogue o jogo pelo jogo, tenha cautelas defensivas, procure defender com muitos, jogar no erro, explorar o contra-ataque, nada contra, faz parte. Mas que uma equipa tenha e desde o minuto inicial, como estratégia e como táctica, atirar-se sistematicamente para o chão, interromper constantemente o jogo, para com isso enervar, perturbar, cortar o ritmo do mais forte, é criminoso, só não é veementemente condenado por todos, porque, obviamente, este empate deixa a maioria do país e dos prostitutos ao seu serviço, todos contentinhos da silva. O árbitro deu os descontos necessários, mas nem que desse mais tempo, nunca penalizaria o miserável comportamento da equipa de José Couceiro - este, sempre pronto a arvorar-se em moralista, preocupado com as condições para um futebol português melhor, devia ter um pingo de pudor, depois do vergonhoso comportamento da sua equipa no jogo desta noite. Talvez o abono de família aumente, mas o crédito de Couceiro, esse não fica pelas ruas da amargura pelas razões apontadas, mas que devia, devia. Eu tinha vergonha de ser treinador de uma equipa que utiliza estes argumentos para criar problemas ao adversário.

Mas se sobre o comportamento do Vitória F.C. estamos conversados, também há culpas do F.C.Porto pelo empate no jogo desta noite. Faltou à equipa de Nuno Espírito Santo, naturalmente, frescura, consequência do jogo frente à Juventus - jogar mais de 45 minutos com menos um, não mata, mas mói e de que maneira. 
Faltou eficácia, não foram muitas, mas foram quatro ou cinco oportunidades claras que os azuis e brancos falharam, umas por falta de uma pontinha de sorte - duas bolas nos ferros -, outras porque faltou capacidade e melhor abordagem dos lances, na altura de meter a bola lá dentro.
Faltou fluidez, circular bem e depressa, dinâmica e, acima de tudo, faltou meio-campo. Ora, é dos livros, que o meio-campo é um sector nevrálgico, um meio-campo equilibrado, rápido a pensar, executar e a servir os avançados, é fundamental no rendimento de uma equipa. E jogar com apenas dois médios, contra muitos do Vitória e para mais com Danilo muito desgastado, Óliver nem tanto, mas abaixo do seu valor, foi um dos grandes problemas que os Dragões enfrentaram, problema que nunca foram capazes de resolver.
Compreendo a entrada de Corona, precisa de jogar para ganhar ritmo - fez um grande golo -, mas porque não em 4x3x3, como no Bessa - enquanto o mexicano esteve em campo e nesse sistema, o F.C.Porto fez contra o Boavista uma das suas melhores exibições da época? Porque regressou o F.C.Porto a um 4x2x4? Hoje, com os laterais bloqueados ficou um espaço por preencher no meio, o jogo interior nunca existiu, já que Danilo e Óliver muito próximos um do outro e muito recuados, raramente apareciam junto à área sadina para criar, a assistir, rematar, os dois avançados que jogaram pelo meio, apenas uma ou outra vez recebiam a bola em boas condições. E nem com as substituições fomos capazes de resolver. Jota entrou para fazer as funções de Corona; Otávio que substituiu Layún, em vez de simplificar, complicou; Depoitre só entrou a 2 minutos do fim para o lugar de André Silva. Assim, sem frescura fisíca - Brahimi e Soares também acusaram o esforço do jogo de Turim -, sem discernimento, apenas com o coração, apesar do forte e constante apoio do público, o F.C.Porto não fez o golo que lhe daria a vitória que seria mais justa. Na noite de hoje venceu o anti-futebol.

Nota final:
Agora há a pausa para as selecções, o campeonato regressa com o clássico frente ao Benfica. É preciso reflectir sobre o que correu mal - para mim, é claro, em 4x2x4, não dá! -, limpar as cabeças, sarar as azias, acreditar que apesar desta decepção e da desilusão que nos consome neste momento, estamos na mesma situação que estávamos antes desta jornada. Ganhar hoje não faria do F.C.Porto campeão, não ganhar não acaba com a possibilidade de em Maio a festa ser na Avenida dos Aliados.

Nuno Espírito Santo, por Felisberto Costa


Não sei fazer futurologia, pelo que não posso afirmar que o F.C.Porto vai ser campeão já este ano. Eu e 99% dos adeptos portistas acreditam, devem acreditar e tem obrigação de acreditar.
Mas isto não foi assim que começou. Aquando da triste e vergonhosa época passada, sobretudo a parte final, onde os jogadores estavam anímica e psicologicamente de rastos, e num tempo em que não tivemos treinadores á altura de combater essa depressão, nós os adeptos também ficamos tão ou mais deprimidos que a equipa em si. Eram os assobios, as vaias, a ausência, até quase a chegar á indiferença, sobretudo daqueles que são F.C.Porto só nas horas de vitória.
Na ponta final desse triste campeonato, Pinto da Costa, fez saber que tinha contrato assinado com Nuno Espírito Santo e, aproveitaria o final da temporada para ver quem era ou não era PORTO!
Verdade seja dita, ninguém compreendeu a mensagem, clara e explícita do presidente! Todos nós olhamos para o lado. Todos nós achamos que estava a falar dos jogadores, da SAD, do roupeiro ou do tratador da relva. Mas essa mensagem também era para nós adeptos do F.C.Porto!
Pinto da Costa, no meu entender proferiu a sentença, abrangendo todo o universo azul-e-branco. Demorou, mas notou-se. As saídas, airosas ou honradas, como é apanágio deste enorme clube, mostraram quem não se adaptou. As entradas trouxeram gente que quer ganhar, que está disposta a sofrer para ganhar!
Como diz e bem o meu amigo Vila Pouca, Pinto da Costa é para o bem e para o mal, o responsável de todas as horas. O timoneiro, viu, compreendeu e… agiu! Bendita a entrada do engº Luis Gonçalves, homem que trouxe do frio do leste, o calor do Dragão!
Mas, faltava algo muito mais importante, e creio que ainda falta a uma pequena falange de portistas: convencer-nos que Nuno era o treinador que o F.C. Porto precisava.
O caminho foi árduo. As pedras e obstáculos que se depararam pela sua frente foram gigantescas, desde eliminações de taças internas por erros próprios de uma equipa ainda em recuperação psicológica e anímica, de uma equipa que nenhum treinador credenciado se atreveria a pegar, tendo como exemplo esse sumo-sacerdote da estupidez (não, não é o Jorge Jesus!), Manuel José de seu nome, ter dito que ele próprio não pegaria no F.C.Porto, a juntar ao facto de a maior parte dos árbitros cobardemente, implicitamente, maldosamente sonegar ao F.C.Porto 18 ou 19 grandes penalidades escandalosamente à vista de todos que não houve meio de serem camufladas. O exemplo mais flagrante está na nossa passagem à Champions, onde e com um árbitro imparcial a equipa mostrou que sabia jogar futebol.
Mas a cada jogo menos conseguido e a cada jogo roubado, NES tinha atrás de si um séquito de mãos ameaçadoras, de vozes discordantes, discursos que serviam na perfeição a estratégia dos rivais. Eu mesmo cheguei a embarcar na onda (foi contra o Belenenses, onde insultei barbaramente o nosso treinador) mas depois racional e mais a frio saltei fora dessa onda negativista e populista. E o que fez NES? NES juntou à sua volta um grupo mais que unido. Fechou a porta aos discursos pessimistas vindos da própria casa - foi preciso Pinto da Costa, dizer no seu jeito inconfundível de ironia e gozo, que os assobiadores do Dragão, não eram portistas, eram convidados das empresas que tem direito a bilhetes - e, sem jamais levantar a voz, com um discurso sereno, profiláctico, mas extremamente conciso, levou os bastidores do futebol a emendar a mão. E agora quem chora baba e ranho, quem vocifera quem foi buscar a cassete do apito dourado ao baú, foi o clube do joguem mas é á bola! Cá se fazem, cá se pagam! Foi NES que trouxe a invasão tanto ao Dragão como nos jogos fora. Foi NES que fez de Brahimi um gajo que é capaz de correr um campo inteiro para vir desarmar um adversário junto à nossa linha de canto! E Corona igual! E Marcano que não tinha lugar no Gervide, como diziam muitas bocas? E até o próprio e consagrado Casillas está a fazer uma época de eleição!
Muito caminho se fez caminhando. Muita falta de paciência e calma por nossa parte foi compensada por coragem, abnegação e altruísmo da nossa prinicpal equipa!
E considero-me um tipo feliz, porque sei que este F.C.Porto ainda é só 50% daquilo que pode vir a ser! Mesmo que saiam 2 ou 3 pérolas do nosso colar!
Por tudo isto quero deixar o meu singelo mas orgulhoso tributo ao jovem treinador do F.C.Porto! Foi ele que herdou um grupo de alcoólicos transformando-os em puros abstémios. Foi ele que querendo compreender a equipa, implantou dois sistemas de jogo, que para gáudio dos comentadeiros profissionais, dizem que não é sistema á F.C.Porto! Pois bem, eu digo, um sistema á F.C.Porto é… vencer! O resto é distribuir a rapaziada pelo campo e extrair deles o talento, o suor e a vontade de ganhar!
Uma coisa é certa: com a vitória no campeonato, até os que continuam a desenhar NES irão levantá-lo ao ar! Eu por mim só vou parar na Avenida dos Aliados!

Ivan Marcano e ainda o regresso do PERDOA-ME


Muito boa a entrevista de Ivan Marcano a Rui Cerqueira na noite de ontem no Porto Canal. O espanhol tem ideias claras, um discurso fluente, aborda os assuntos com frontalidade e assertividade. O capitão do F.C.Porto no jogo de Turim tem feito uma excelente época, qualidades que o recomendam como jogador dos Dragões e deve ter convencido até os mais cépticos sobre o seu real valor - a SAD quer prolongar o contrato.
Marcano, tal como outros, Casillas e Casemiro, por exemplo, foi no passado vítima de uma conjuntura que não foi a melhor e do preconceito anti-espanhol, contra Lopetegui - lembram-se da armada espanhola e de outros mimos? - por parte de uma comunicação social sem escrúpulos, que começou no primeiro dia em que o actual seleccionador do país vizinho começou a trabalhar no F.C.Porto e que não foi combatida por quem de direito.

Marcano:
Dar títulos aos adeptos: "Está claro. Estou aqui há dois anos, dois anos sem títulos. Eu venho da Rússia, sobretudo porque quero viver o futebol de uma forma forte, intensa, e sei que o FC Porto vive o futebol dessa maneira. Quero viver para ganhar, quero jogar para ganhar e não conseguimos isso nestes dois anos que cá estou. Fiz um esforço real para vir para aqui e tentar ganhar e ainda não consegui, imagino os adeptos que são de um clube grande e estão habituados a ganhar. Quando se habituam a ganhar, querem ganhar sempre. Por nós e por eles, temos que ganhar".

A fortaleza, tão falada por Nuno Espírito Santo: "Sim, mas nós é que temos de fazer com que os adeptos queiram vir ver os jogos. Nós é que precisamos deles, nós temos que dar tudo para que eles venham. Este ano, que as coisas estão a correr bem, eles acompanham-nos não só em casa, mas também fora. A partida no Bessa espetacular, as seguintes também. Este ano há uma grande comunhão entre adeptos, jogadores e clube".

Bessa e não só, mas no Bessa foi um apoio muito forte: "Foi como jogar em casa. A comunhão adeptos/jogadores foi incrível. Essa partida também marca um antes e um depois de como os adeptos vêm a equipa, que creem que esta temporada pode ser".

Capitão de equipa: "É um orgulho enorme, num clube tão importante. É algo grande, mas não há distinções no grupo. Somos todos muito unidos, todos temos grau de importância grande, está-se a notar. Quando as coisas correm bem, fala-se do grupo, é bom, mas há que revitalizar".

Primeiro amarelo por protesto, em casa com o Chaves: "É algo bastante familiar. O meu pai, desde que eu era muito pequeno, era muito chato em algumas coisas. Sempre fui humilde, ele sempre me dizia que tinha de respeitar os árbitros, que eles estão a fazer o seu trabalho, sempre a pôr-me essas coisas na cabeça, desde pequeno. De facto, foi o primeiro amarelo que vi por protestar. Pensei logo no meu pai, que ele me estava a ver e a pensar: 'não, isto não pode ser.' São coisas que passam".

Arbitragens: "Foi difícil de digerir, porque foi tudo seguido. Se fosse uma partida, depois passam quatro normais... Mas não, foi tudo seguido. Além disso, as coisas não estavam a correr muito bem, notava-se muito os erros. Eram erros graves que nos penalizavam muito, a equipa estava a perder o foco. Mas há gente no clube para falar destas coisas, nós [jogadores] temos de manter o foco no futebol. Mas é certo que estávamos focados no facto de nos estarem a penalizar e o mister teve que falar um pouco connosco sobre isso".

Comparações com Ricardo Carvalho e poucos cartões: "Não quero comparações. A verdade é que não nos estão a criar muitas ocasiões no jogo corrido e é certo que nos podem causar mais danos nas bolas paradas, com livres perto da área, por isso é importante que as faltam sejam feitas mais à frente no terreno. Temos que tentar fazer poucas faltas cá atrás".

Cinco golos marcados: "Esta temporada, de todos os que marquei, creio que o do Rio Ave foi o mais importante. O Benfica estava em vantagem, ajudou-nos com dinâmica positiva".

Golo de Rui Pedro ao Braga: "Foi um golo-chave. Não só pelo que representou em termos de pontos. Na nossa cabeça, como aquela situação dos árbitros, também já estava a ideia de não conseguirmos marcar golos. Pensávamos demasiado nisso e esse golo libertou-nos. Foi uma festa que até foi excessiva, se se pode dizer assim, mas ajudou-nos a crescer".

Elogio de Pinto da Costa: Marcano e Felipe uma das melhores duplas da história do clube: "É uma honra. Há que ser humilde, o FC Porto tem uma grande história, teve centrais muito grandes, não posso falar de todos, mas há o Ricardo Carvalho, que é provavelmente o central que mais admiro, não só do FC Porto, mas de todo o mundo... Por um lado, creio que o presidente é inteligente, porque nos motiva, por outro penso que o clube já teve grandes centrais".

A dupla: "Pelos vistos, ele é muito bom no basquetebol, mas eu não, eu só gosto de ver. Gosto muito de ver NBA. São coisas diferentes, ele é bom a jogar, eu sou bom a ver. Quanto à dupla, afinal estamos bastante concentrados, nota-se. As coisas menos boas que um possa ter são complementadas pelas qualidades do outro, e assim as coisas estão a ir muito bem".

Conversas e reprimendas: "Sim. Sempre aceitei bem os conselhos dos companheiros. Eu e o Felipe ajudamos muito um ao outro".

Telles ou Layún muitos ofensivos na esquerda. A chave que fecha o Cofre? "Sim, são ofensivos, mas regressam rápido. Dois bons defesas, às vezes Danilo e Rúben também vão aquelas zonas, são muito importantes quando eles sobem. Fecham a defesa, completamo-nos nos equilíbrios bastante bem".

Só três jogadores puramente defensivos: "Sabemos que os da frente também fazem um sacrifício muito grande para nos ajudarem na defesa. Fala-se muito do Brahimi, porque houve uma mudança no seu jogo, André Silva e Soares, que ajudam muito. Fala-se de todos. Jota é outro caso, Óliver e André André também têm feito um trabalho espetacular a defender. Corona também. Recordo-me de uma partida, em que fez uma recuperação espetacular até à defesa. Estão a fazer todos um trabalho espetacular, porque sabem que estamos todos juntos no mesmo barco. Quando vês que te estás a esforçar muito e que estás a ajudar a equipa, dá-se um clique que é importante para crescer e melhorar".

Ajudar Casillas a bater recordes: "O importante é ganhar os jogos. Claro que é importante para um defesa que não te metam golos, mas o mais importante é ganhar. O que todos queremos é isso".

Mike e Melga apresentam: PERDOA-ME!, uma super-produção de Gonçalo Guimarães para o Panfleto da Queimada.
- Dois amigos desavindos pelas circunstâncias da vida, Luís Filipe Vieira e Jorge Jesus, encontraram-se, saudaram-se, sentaram-se, conversaram. Lindo, emocionante, comovente!
Será que Luís Filipe Vieira, que note-se e sublinhe-se, foi obrigado pela estrutura a processar o seu amigo JJ e pede 14 milhões de euros de indemnização, vai perdoar e retirar a queixa? Se o fizer, quando será? No final da época? Antes do Sporting-Benfica? Depois do derby?
Não deixe de seguir o PERDOA-ME, esta série de culto que o genial Gonçalo produziu e o Panfleto da Queimada colocou no ar pelo preço de um euro. Uma verdadeira pechincha.

A piada do dia:
José Manuel Antunes, vice-presidente de Vale e Azevedo - o que é um belo cartão de visita. Como capricha a RR nos convidados... -, na Bola-Branca apitou muito, mas a piada foi dizer que a nomeação de João Mostovoi Pinheiro, é uma provocação ao Benfica.

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