sábado, 12 de setembro de 2026
Numa tarde de muito calor e frente a um adversário que lhe infligiu a 1ª derrota no campeonato da época passada, o FCP de início com Diogo Costa, Alberto Costa, Bednarek, Kiwior e Francisco Moura, Pablo Rosario, Gabri Veiga e Inbeom, William Gomes, André Silva e Pepê, entrou muito forte, dominador, vários cantos, uma grande oportunidade, Gabri Veiga ao poste. A partir dos 15 minutos o ritmo baixou, a qualidade de jogo e o domínio também, o Casa Pia aproveitou, teve dois lances de perigo. No 1° valeu uma excelente defesa de Diogo Costa. Ao minuto 40, do nada, após um canto, corte em falso de Pablo Rosario apanhou o pé do adversário, penálti contra o FCP. Chamado a marcar, Henrique Araújo adiantou o Casa Pia. Já no tempo de descontos, novo canto, Pablo Rosario aproveitou um ressalto, tocou para André Silva, que não estava feliz, empatar.
O intervalo com o jogo empatado a um, resultado que se podia considerar justo. O FCP não pode jogar 15 minutos a um nível alto e depois baixar tanto.
A arbitragem foi uma vergonha e em prejuízo do FCP.
Logo no minuto inicial guarda-redes deu um murro em Bednarek, no final do tempo de descontos, agressão a André Silva, árbitro e VAR não viram nada.
O FCP regressou com o mesmo onze para a 2ª parte.
Dragões entraram novamente a dominar e a ganhar cantos. Num deles, golo, marcou finalmente a valer, Jakub Kiwior.
Após duas substituições, saíram William e André Silva, entraram Borja Sainz e Santiago Giménez. Quase de seguida o espanhol aproveitou um erro defensivo e fez o terceiro golo.
Aos 62 minutos saiu Inbeom - abaixo das expectativas -, entrou Alan Varela.
O FCP com dois golos de vantagem, abrandou, alguns jogadores começaram a inventar, agarrar-se à bola em vez de circular, tocar, aproveitar os espaços que o Casa Pia dava. Não havia necessidade.
Ao minuto 80 saíram Alberto Costa e Gabri Veiga, entraram Martim Fernandes e Seko Fofana.
O jogo caminhava para o fim, FCP em serviços mínimos, até algo displicente. Em cima do minuto 90 penálti sobre Santiago Gimenéz. Chamado a bater, o mexicano não bateu bem, mas fez o quarto.
Depois da derrota para a Champions League num jogo muito exigente e passados três dias, numa tarde de muito calor, o campeão e líder isolado, venceu sem discussão. Não foi brilhante, longe disso, mas também não foi preciso para ganhar tranquilamente.
Agora é descansar bem e preparar o jogo do próximo domingo frente ao super-Benfica, do Marco Guardiola Silva e com três, pelo menos, Maradonas: Palhinha, Prestianni e Schjelderup.
Agora preparemos-nos para uma semana de ataques ao FCP, em particular por parte das lixeiras da Média Livre, que já começou hoje, com alusões ao túnel do Dragão.


