segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Para fora e para dentro.


É uma constante, agora como sempre no passado mais recente ou mais longínquo. A procura sistemática de denegrir, sujar, enlamear as vitórias do FCP. Para isso mudam-se critérios de análise, retiram-se frases do contexto, passa-se para a opinião pública insinuações que permitem todo o tipo de especulação, mente-se descaradamente, anda-se de lupa à procura de qualquer coisa que possa ser motivo para enlamear o FCP. Mas depois se o treinador do FCP, cheio de razão, disser que o campeão é o alvo a abater, atiram-se a Francesco Farioli e dizem dele tudo e mais alguma coisa - exactamente o que fizeram com tantos que no FCP tinham todos os defeitos e fora do FCP até ficaram sem pele de tão lambidos que foram. Exemplo, José Mourinho e até Sérgio Conceição tão atacado e de quem se disse o Maomé não disse do toucinho, passou a ser um tipo porreiro, pronto a ser treinador do Sporting.

Depois de uma campanha miserável na época passada em que desde o primeiro dia se agitou contra o treinador do FCP o fantasma Ajax, agora é a má prestação na Champions que serve para atacar o campeão. O que faz a diferença, dizem eles num coro bem afinado, são as arbitragens a favor dos Dragões nas provas internas e nas externas como não é assim... Pasme-se, até a nomeação de Luís Godinho para o Gil Vicente vs FCP serviu para alimentar essa teoria. A desfaçatez foi de tal ordem que chegaram ao ponto de dizer que o árbitro natural de Borba e da AFE, era um árbitro querido do FCP, ele que tem um histórico sem fim de prejuízos ao clube que tem mais dos dobro dos títulos internacionais que todos os outros juntos. Ontem a pouca vergonha continuou com as declarações do treinador do Gil Vicente sobre as faltas. Luís Pinto falou que o FCP faz faltas, não como crítica, mas como exemplo de uma equipa agressiva na disputa da bola. Até porque o técnico da equipa de Barcelos não podia queixar-se das faltas, já que nesta matéria as equipas fizeram o mesmo número de faltas, concretamente 17. O que fez a sucursal do SLB com sede na Travessa da Queimada? Pois, descontextualizou e apresentou o FCP como uma equipa que usa a falta como a sua principal característica. Também o cartão vermelho ao jogador do Gil, já na parte final do jogo, foi motivo de críticas. Na Renascença um comentador de arbitragem sem currículo e que como 4° árbitro expulsou Brahimi em Braga porque disse que o argelino tinha dito alguma coisa em francês e ele mesmo não sabendo francês concluiu que eram insultos, deu nota negativa ao árbitro. Mas se esse aprendiz de feiticeiro não merece muita perda de tempo, o que dizer de Pedro Henriques? Lembram-se de um Benfica - FCP e de um lance entre Fábio Cardoso e David Neres ao minuto 19 da 1ª parte, sobre a esquerda e muito próximo do meio-campo? O defesa do FCP derrubou o avançado do Benfica, era o último homem, mesmo com jogadores do FCP ao lado e prontos a ir disputar a jogada, Fábio Cardoso foi expulso, o FCP jogou quase o jogo todo com 10. O que disse Pedro Henriques sobre esse lance? Que David Neres está a 12 metros da área - se cada marca do relvado como disse Pedro Henriques para dizer que os defesas do FCP estavam longe, são seis metros, então estava pelo menos a 24 metros da área -, tinha a bola controlada, era uma clara oportunidade de golo. Em Barcelos mudou a análise, o vermelho foi mal mostrado. Lances semelhantes, mais evidente o de Pepê, mas uma análise distinta, contra o FCP. Portanto, um lance a nove minutos do fim, já com o FCP em vantagem, dá mais polémica que um clássico em que o FCP ficou com 10 no minuto 19 da 1ª parte e o resultado estava em branco e terminou com a derrota do FCP por 1-0.
Quem não tem vergonha todo o mundo é seu. Esta é a linha editorial da esmagadora maioria dos OCS. Tendenciosos, facciosos, mudando ao sabor dos interesses de uns, sempre contra o mesmo - ver o vídeo:
https://www.tiktok.com/@abola/video/7284344543573511457

Reflectindo...
Se puxarmos a fita atrás e formos rever o jogo já sem a pressão, nervosismo e ansiedade do directo, mesmo com a tolerância de um jogo na terça-feira que deixou marcas físicas e mentais, concluiremos que a quantidade de passes errados tiram o mais pacato dos adeptos do sério. E não estou a falar de passes de risco, de ruptura, difíceis. Não, estou a falar de passes fáceis para um colega sozinho, a poucos metros e sem obstáculos pela frente.
A culpa é do treinador, isso treina-se. Pergunto: será? Treinar e sistematizar passes de ruptura, difíceis? OK. Trabalhar a recepção simples e que permite ficar ali com a bola e iniciar a jogada pretendida? OK. Trabalhar a recepção orientada que permite em algumas circunstâncias ficar em vantagem sobre o adversário que pode ser decisiva? OK. Trabalhar a melhor opção de jogada, que muitas vezes é a mais simples? OK. Agora num clube como o FCP treinar um passe básico, que se aprende desde cedo e está ao alcance dos infantis, que se falha e há quem abuse, por desconcentração, excesso de confiança, displicência, isso não. Quem comete esses erros e, repito, demasiadas vezes, tem de levar nas orelhas.


Alô chiqueiros, lixeiras a céu aberto e de cheiro nauseabundo; alô freteiros, recadeiros, cartilheiros; alô para todos aqueles que fazem do mais miserável, básico e primário antiportismo o seu modo de vida. Já têm aqui muito com que se entreter.

Editorial do presidente do FCP na Revista Dragões. 
«Caros Portistas,
Outubro teve uma noite que nos mostrou, uma vez mais, a dimensão do FC Porto. Nos Dragões de Ouro, celebrámos muitos dos nossos campeões e distinguimos quem fez da época passada uma memória inesquecível. Diogo Costa (Atleta do Ano), Victor Froholdt (Futebolista do Ano), a equipa de futebol (Equipa do Ano) e Francesco Farioli (Treinador do Ano) receberam o reconhecimento de uma família que souberam unir e orgulhar. Claro está que o destaque do futebol não fez esquecer as restantes áreas: a renovação do Dragão e a Tétris, distinguida como Parceiro do Ano; o campeonato de basquetebol e a homenagem sentida ao Pedro Machado; a quarta Liga dos Campeões de hóquei em patins, representada no Dragão de Ouro de Gonçalo Alves; e a nossa extraordinária Carla Oliveira, que continua a amealhar vitórias e a espalhar sorrisos ao serviço do Clube. Com a atribuição do Dragão de Ouro de Atleta Revelação a Mateus Mide, reconhecemos o pleno histórico da formação e os miúdos que queremos ver escrever o nosso futuro.

Foi também uma noite de regresso às Antas, através das memórias que Cubillas e Futre transportam. Há jogadores que não ficam apenas nos registos: ficam nas tardes da nossa infância, nos abraços com os nossos familiares e amigos e na forma como aprendemos a amar o Futebol Clube do Porto. Honrámos também quem nos trouxe até aqui, com António Nicolau d’Almeida, o nosso fundador, a ser distinguido a título póstumo com o Dragão de Honra. O seu nome recorda-nos onde tudo começou e a responsabilidade de continuar uma História que atravessa gerações. A todos os Dragonados, aos presentes e às equipas que prepararam esta gala magnífica, o nosso agradecimento. Cada prémio tem por trás muitas pessoas que trabalham longe dos aplausos.

No campeonato, nove vitórias em nove jornadas confirmam um percurso notável. Farioli já conquistou o seu lugar na História dos treinadores do FC Porto, mas é sobretudo no futuro que estamos concentrados. O seu mérito está na qualidade do trabalho, na exigência diária e na capacidade de fazer todos compreenderem o peso da Instituição. Os jogadores acreditam no treinador, no método e uns nos outros, e essa confiança tem de continuar acompanhada por disciplina e humildade. Estamos orgulhosos deste arranque, mas o campeonato está longe de terminar e o compromisso com a vitória exige-nos a mesma união quando ganhamos e quando surgem dificuldades.

Na Liga dos Campeões, temos de fazer muito melhor. Ninguém no Clube está indiferente aos resultados, nem a qualidade do percurso interno compensa tudo aquilo que ainda não conseguimos fazer na Europa. Temos uma responsabilidade histórica que exige uma resposta em campo. A qualificação para os oitavos de final continua a ser possível, mas precisamos de transformar a História que temos na competição em intensidade, concentração e capacidade competitiva. Acreditamos nesta equipa e exigimos dela, como de nós próprios, a capacidade de responder. É assim que somos; é assim que é o FC Porto: foi sempre a exigência que nos elevou a patamares a que nenhum outro clube conseguiu chegar.

É precisamente essa exigência interna que parece levar ao desespero os comentadores afetos ao “Manto Marrom”. No clássico com o Benfica, o contacto de Samu nas costas de Bah foi promovido a “agressão bárbara”, com direito a uma reconstrução dramática digna de cinema. Curiosamente, na época passada, quando um toque de um dedo bastou para desequilibrar Hjulmand e sustentar uma decisão favorável ao Sporting, a sensibilidade dos mesmos vigilantes foi muito diferente. A força dos contactos mede-se pela camisola e a indignação pelo resultado. Uma absoluta anedota, construída por quem não consegue aceitar a vitória do FC Porto sem procurar uma explicação que a diminua, seja qual for a imagem ou o ângulo. Quando o futebol lhes estraga o guião, há sempre um estúdio disponível para o reescrever.

É também enternecedor assistir à súbita paixão do Benfica por lances, imagens, ângulos e análises, depois de mais de uma década a transmitir os seus jogos na BTV. Tanta exigência de transparência merecia começar em casa: que os lances incómodos tenham a mesma atenção, os mesmos ângulos e o mesmo entusiasmo nas repetições que aqueles que servem a narrativa. Ou a liberdade de realização é um direito adquirido na Luz e uma conspiração quando ganha o FC Porto? Estamos também a adorar a evolução desta comunicação de guerrilha: entre o reformista Grupo Unum e aquilo a que poderíamos chamar APEC, a Associação de Putativos ou Ex-Candidatos, vão-se multiplicando as mais hilariantes teses sobre o nosso Clube. Discordam sobre quem deve mandar no Benfica, mas encontram uma comovente unidade quando se trata de explicar os sucessos do FC Porto por tudo menos pelo seu mérito. Se as imagens não confirmam a suspeita, exigem-se outros ângulos; se os outros ângulos também não ajudam, questiona-se a realização. A conclusão está escolhida; só falta encontrar uma imagem que lhe obedeça. Valham-nos os ovos Matinados para nos trazer de volta à realidade, porque tanta teoria já só dá para uma omeleta.

Na Madeira, foi preciso um golo legal do FC Porto para ofender a “verdade desportiva” desejada pelos mesmos. Um centímetro em jogo é golo em qualquer lado do mundo, seja qual for a tecnologia, mas, na realidade virtual em que habitam, o golo legal do FC Porto não o deveria ter sido. “Investigue-se”, “é preciso perceber o que se passa”, dizem eles, porque a influência do FC Porto deve ser tal que até domina os centímetros. A conclusão estava escolhida antes de se desenharem as linhas: se o FC Porto ganhou, alguma coisa terá de estar errada. O problema não é o golo; é quem o marcou. E, quando os factos lhes retiram os argumentos, passam ao insulto pessoal.

Depois de Mário Figueiredo, jornalista e ex-atleta do Benfica, surge agora João Queiroz, assumido benfiquista e presença conhecida na BTV, a comparar o Presidente do FC Porto a Pinochet e a Fidel Castro. Importa enquadrar a comparação: falamos de governantes de regimes autoritários associados à tortura, a execuções políticas e à supressão de liberdades fundamentais. É a este ponto que chega o comentário televisivo. A palavra “supostamente” não serve de detergente para a comparação. Pedir rigor não é censurar, responder a falsidades não é reprimir e defender uma Instituição de Sócios não é exercer uma ditadura. A liberdade de expressão que tanto invocam parece ter uma regra muito própria: eles podem ofender, mas o FC Porto não pode responder. E quem não aceita ficar calado ganha imediatamente um lugar na galeria dos ditadores. É mais fácil desqualificar quem exige respeito do que justificar a falta dele. As duas intervenções deram origem a participações à ERC, envolvendo os conteúdos e as responsabilidades de quem os proferiu ou difundiu. Não pode valer tudo na televisão portuguesa.

Na mesma tónica, surge Frederico Varandas, que regressou às suas habituais tiradas de memória seletiva, nas quais o Sporting e o seu Presidente habitam o Olimpo da ética e dos valores, sempre impolutos e intocáveis, passando uma borracha sobre os infindáveis casos que envolveram o seu Clube no passado. À boleia de uma piada do primeiro-ministro, enfiou a carapuça e encontrou uma nova frente, dispondo-se a mobilizar as hostes do associativismo do seu clube para influenciar o rumo da política nacional. O presidente que prometeu não falar de arbitragem passou então, na sua versão 2026/27, a influencer político. Os seus associados avaliarão se esta nova versão do seu presidente justifica a remuneração choruda que lhe atribuem. Nós registamos o regresso das lições públicas de moralidade que até ao primeiro-ministro chegam. Confessemos que já tínhamos saudades!

Voltemos, porém, ao golo na Madeira, porque teve outro mérito: parece ter despertado o Conselho de Arbitragem do sono profundo em que as nossas propostas tecnológicas permaneciam. Discutem-se finalmente um calendário de implementação e o investimento necessário no fora de jogo semiautomático e na tecnologia de linha de golo, quando o FC Porto reclama melhores meios há duas épocas. Bem hajas, Pietuszewski: talvez tenhas sido a chave para abrir as portas do futuro a um futebol que teima em viver no passado. Esperamos agora decisões, financiamento e execução. Já perdemos demasiado tempo entre apresentações e intenções para aceitar que tudo volte a adormecer quando passar a polémica.

Mas a modernização não se faz apenas com equipamentos; exige também coerência nas decisões e nas explicações. A comissão técnica de arbitragem decidiu validar a atuação de João Pinheiro e do VAR no SC Braga-Sporting CP, perante uma mão na área que, para todos os especialistas e analistas de arbitragem, exigia a marcação de grande penalidade. Ao novo Diretor Técnico Nacional, pedimos a lisura e a clareza necessárias para vir dar explicações sobre todos os incidentes envolvendo todos os clubes ou, para não repetir o caminho do anterior responsável, cujas explicações tantas vezes confundiram os árbitros em vez de os orientar, remeter as discussões para sede própria, evitando lançar ainda mais dúvidas quando os casos são por demais evidentes. O problema de Braga não termina no penálti que ficou por assinalar: prolonga-se em justificações que, em vez de esclarecer, lançam confusão sobre os próximos lances. Que critério deverão os árbitros aplicar amanhã? O das decisões anteriores ou o da explicação que agora convém?

Enquanto isso acontecia, o Presidente do Conselho de Arbitragem estava na televisão a defender o seu bom nome. Um clube beneficiava de uma decisão errada da equipa de arbitragem e o responsável máximo do setor dividia-se entre o exercício do cargo e a sua defesa pessoal em canal aberto. Mas que normalidade é esta? O direito de defender o bom nome é inquestionável; o que contestamos há muito tempo é que o faça mantendo o pleno exercício das suas funções. O FC Porto pediu, e pede, uma suspensão temporária de funções do Presidente do Conselho de Arbitragem: a Instituição FPF e a credibilidade das competições assim o merecem. Mas essa medida não foi tomada e o clima de instabilidade mantém-se. A permanência neste quadro é insustentável e a passividade do Presidente da Federação Portuguesa de Futebol e do Presidente da Liga de Clubes agrava ainda mais o descrédito. O futebol português precisa de lideranças fortes e de confiança, não de ver cada polémica de campo acompanhada por uma crise institucional que ninguém parece disposto a resolver.

Felizmente, o FC Porto consegue superar todas as adversidades, e à Supertaça de futebol juntaram-se as de basquetebol e de voleibol feminino, modalidades em que se seguiram as primeiras vitórias nas respetivas Ligas dos Campeões. Ao Fernando Sá, ao Miguel Coelho, aos atletas e às equipas de apoio, muitos parabéns pelo arranque e pela ambição que demonstram. O andebol tem dado sinais promissores, tal como o futsal, e merece destaque o apoio no Dragão Arena. A ligação dos adeptos às nossas equipas não termina no estádio nem depende da modalidade. As magníficas assistências, a energia das bancadas e a presença nos momentos difíceis mostram que o ecletismo se vive e se constrói em conjunto. Esse apoio é precioso e aumenta a nossa responsabilidade.

É também essa ligação que torna tão importante preservar a memória de quem nos ensinou a competir. O documentário dedicado a Jorge Costa foi um momento de emoção profunda e uma homenagem que honra a sua vida, a sua família e o seu percurso no FC Porto. Agradeço à família, aos amigos e a todos os antigos jogadores e treinadores que participaram, nomeadamente ao Sérgio Conceição e ao Eng. Fernando Santos, pela generosidade com que partilharam memórias. Às equipas do Clube que o produziram, o nosso reconhecimento por permitirem a outras gerações conhecer o homem para além dos troféus. Há exemplos que continuam a exigir o melhor de nós muito depois da despedida. O do Jorge é um deles.

Caros Portistas, novembro pede-nos trabalho, concentração e a união que nos trouxe até aqui. Temos vitórias para defender, dificuldades para corrigir e objetivos que só alcançaremos se o coletivo continuar acima de cada um. O orgulho pelos Dragonados, a exigência de Farioli, a força das modalidades e o exemplo do nosso Capitão devem ocupar mais espaço nas nossas vidas do que o ruído de quem nos quer diminuir.

Continuaremos a defender o FC Porto onde for necessário, contra tudo e contra todos quando assim tiver de ser, mas sem perder o foco no que depende de nós. A melhor resposta continuará a ser dada em campo, com a coragem de quem sabe que o compromisso com a vitória se renova todos os dias.

Viva o Futebol Clube do Porto.»

22 comentários:

  1. Boa noite DVP e restantes Portistas , concordo em quase tudo o q diz, por isso é neste momento o único blog q sigo, mas para mim discordo do q diz do Luís pinto, o mesmo sabendo q a comunicação social tem apreço por ele tentou achincalhar o Porto com a questão das faltas porque neste momento é a narrativa dos cartilheiros/ agências de comunicação de Lisboa tentarem as pessoas intoxicar com as faltas, amarelos e não ganharmos na champions e penso q o cartão vermelho q o jogador do Gil Vicente leva é por agressão num murro q acerta no Pêpê.

    Estive a ver o jogo do Santa Clara e dos lampiões e fiquei com a sensação se os lampiões tivessem jogado ontem como o Braga não sei se teriam conseguido virar o resultado, q grande jogo fez o Tiago Ribeiro( um jogador da nossa formação) um pé esquerdo muito, muito bom a bater livres e cantos e com muita intensidade e verticalidade, só vi jogar hoje e fiquei com ideia q poderia dar um jeitaço assim como o defesa central canhoto Emanuel Fernandes com formação nos lagartos e com 23 anos( preparar a saída do Kiwior), gostei muito e irei acompanhar a carreira de ambos.

    O q se diria se fosse o Porto a fazer a 1 parte q a futura equipa campeão da liga Europa fez, na segunda parte o Tiago Ribeiro se faz bem o passe para o 2-0 seria o fim … não fez e depois entrou em campo o Perro Argentino e fez o q o Porto falha muita vezes, 2 oportunidades 2 golos … a vaca há-de azedar o leite e depois quero ver o diretor Mário Branco mais vezes a fazer no fim um final Sul-Americano … aquele comentador Luís Catarino é o Gabriel Alves dos tempos modernos, sabe tudo dos jogadores do Benfica, internacionalizações, idade e pasme-se até se lembrou de 2 golos no Açores dos lampiões no tempo do Jesualdo Ferreira … o q custou dizer q era penslty contra os lampiões.

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    1. Ouvi as declarações do Luís Pinto em directo e foi isto:
      "Nós chegámos muitas vezes ao meio-campo defensivo do FC Porto. Acho que podíamos ter sido mais capazes, sinceramente. Conseguimos sair muitas vezes por dentro da estrutura do FC Porto. Mas é um jogo muito difícil de se jogar, o FC Porto coloca uma intensidade muito alta e faz muitas faltas constantemente e fá-las bem para parar os ataques."

      O Luís Catarino é um ex-BTV se não estou em erro, é benfiquista e o mal da comunicação social é que estão cheios de comentadores que passam por isentos, equilibrados, equidistantes, mas não são nada disso. Há alguns exemplos flagrantes, sendo que o mais asqueroso de todos é o Luís Aguilar na SICN. E neste caso, a SICN acabou com programas de painel com adeptos de clubes porque dizia que se ultrapassavam os limites, era mais discussão que outra coisa qualquer, mas mantém alguns comentadores claramente antiportistas. O Mesmo na Média Livre...

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    2. O Catarino é um ex BTV, a par do Rui Amaro, este é filho do ex presidente da câmara da Guarda hoje está na RTP, e ambos comentavam a Premier na Bieira TV quando eles tiveram os direitos televisivos da PM.

      Hoje ao almoço, mais uma master class do Aguilar o verdadeiro fenómeno do Entroncamento, indignado com a expulsão do Durán, indignado com a arbitragem nos Açores, e passado mais de um mês, ainda indignado com a "agressão barbara" do Samu no Dragão, qual Zé fininho de Coimbrôes ou Zé Marinho, verdadeiros propagandistas da causa encarnada, o fenómeno é mais um "independente" que comenta na SIC com camisola, e cachecol, mas esta esta gente não tem mesmo VERGONHA?

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  2. Hoje o golo do Prestianni é um hino ao futebol e a como desmontar uma defesa… os defesas e o guarda redes deram tudo o que tinham… que gente abnegada, que gente cheia de raça e vontade de defender o clube… deram a vida pelo clube…. melhor jogador do campeonato s/ duvida… que classe…

    Petit em altas contra o mais maior grande: 1 vitória, 1 empate e 17 derrotas. Grande treinador, grande profissional. Um abençoado…

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    1. O do polaco na Madeira foi um escândalo. Nem devia ter sido sancionado porque a camisola do gajo é azul e branca. Ainda por cima em jogo, onde é que já se viu validar uma coisa destas.
      Para o ano o anão oxigenado será vendido por um preço estratosferico.

      A propaganda é de tal ordem que os meus filhos chegam a casa da escola (dois portistas no sul), a dizer que há miúdos que ficam aparvalhados e até um pouco assustados quando eles respondem á idiotica pergunta “és do benfique ou do smerding?”, de nenhum, sou do Porto. E que depois vem o chorrilho de asneiras “ah o Porto ganha mas é porque faz batota”. Isto são putos dos 6 aos 11 anos.
      A lavagem cerebral começa em casa e esses paineleiros analfabetos são os escravos que passam a mensagem dessa corja que ganha com as comissões. Entram pelas casas a dentro e os paizinhos gostam.
      País desgraçado.

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  3. Excelente artigo; aliás não é de esperar outra coisa do Sr Vila Pouca. Obrigado!

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  4. Jesus Cristo pregado na cruz dizia: Pai perdoa-lhes porque não
    ao sabem o que fazem. Nós dizemos, palavras de burro não chegam ao céu.

    Agarrados à cartilha de São Cipriano, onde os diabos vermelhos se regem, dizem aquilo que lhes mandam, é só velos a ler a cartilha nas Casas da Seita.

    Já estamos vacinados, antes do tempo do Calabote. É com esta critica do mal dizer, que nos vão dando mais força para os enrabar.

    Palavra do dia
    Quem nasceu para ser pirilampo nunca vai apagar o brilho de quem nasceu para ser Sol.
    FCP Sempre

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  5. Um desabafo.
    Presidente da CMP, já fez mais de um ano que Vossemecê preside, e não se viu uma obra digna de nome na cidade e deixaram-lhe tanta coisa no cardápio.

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  6. O novo senhor da futebol Português, que não falava de arbitragem, de seu nome Marco Silva, veio fazer figura de urso no final do jogo, ao defender um jogador seu, que acha ter sido mal expulso no final do jogo, quando deveria ter sido expulso ainda no tempo útil de jogo...

    Pelo meio ainda teve a lata de mandar bocas à Sport TV pela ausência de algumas repetições, quando os seus jogos em casa, transmitidos pela BTV, são claramente piores. Fosse Farioli a ter este tipo de declarações e teríamos mais uma semana animada nos programas de CMTVs, Nows, etc...
    Haja sonsice.

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    1. O Lenglet ficou por expulsar + que uma vez não foi só o Duran.

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    2. Alexandre, o Silva perde toda a credibilidade quando a BTV transmite os jogos da equipa dele, e alguém na CI o questionou sobre essa singularidade, ou seja, temos um clube na Europa a transmitir os seus jogos em casa? E eles mostram as imagens todas?

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  7. Os cães (sarnentos) ladram e a caravana passa.
    É continuarmos a ganhar títulos que é isso que + lhes dói, a esses cães com dono cheios de coceira das nossas vitórias.

    Ontem o benfas jogou nada, levou banho de bola, merecia ter perdido com folga, mas o Gonçalo Paciência, que os freteiros encornados não se cansavam de dizer que ia dar a vida contra o benfica, ficou de fora com um providencial hematoma lol.
    E o central Emanuel Fernandes do Santa Clara, de Lisboa, com formação no sportem e benfiquista, deu 2 golos na 2a parte, o 2° então é um autêntico tratado de como abrir as pernas sem pudor.
    E assim ganha o benfas sem jogar a ponta de um corno contra equipas satélite e filiais, onde o presidente é benfas, o treinador benfas é, os adeptos 99% benfas são, e abrem as pernas com gosto para o seu querido clube casa mãe ganhar à força.
    Aquele 2° golo é um caso de polícia, devia ser investigado.
    Depois ainda vêm portistas dizer que o Porto ganha mal, joga mal, que se põe a jeito a jogar assim e assado e cozido...
    A vitória do Porto em Barcelos ao pé da comprada do benfas foi um autêntico manifesto de superioridade futebolística.
    O Gil Vicente não existiu.
    O Santa Clara deu banho de bola.

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  8. Pelo que parece Jesus começa a meter o rabo entre as pernas... A ver a convocatória final.

    Temos ai uma fornada para estrear na taça da liga. Gostava de ver a defesa a descansar com a entrada de Smallig, Pripic e Souza. Depois o meio campo e frente de ataque também podia dar mais variações com os menos utilizados.

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  9. Quando alguém se quer mostrar dizendo merdas, toda a vida vai cheirar mal naquilo diz.

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  10. Já está no post o editorial do presidente do FCP na Revista Dragões.

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    1. "Continuaremos a defender o FC Porto onde for necessário, contra tudo e contra todos quando assim tiver de ser, mas sem perder o foco no que depende de nós. "
      Este Homem está a servir o FCPorto! Isso faz toda a diferença.
      Obrigado Presidente!
      Obrigado pela partilha,Sr.Vila!

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  11. Ao Sr. Vila-Pouca e ao NOSSO PRESIDENTE uma só palavra : BRAVO. VIVA O FCP.

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  12. Mais uma brilhante edição do nosso presidente na revista Dragões , é uma enorme "cacetada" aos nossos rivais !!!
    Gostei daquela dos ovos matinados , (ahahahahah)
    De facto é preciso uma grande lata para eles falarem do golo limpo na Madeira , quando eles na BTV fazem o que querem , omitindo a seu bel prazer o que lhe convém !!!

    Ontem nos Açores , o padre fez de tudo para eles ganharem , o segundo golo é precedido de falta do Lukebakio sobre um jogador açoriano .
    E depois no final do jogo as vergonhosas cenas lamentáveis , o arbitro esqueceu-se de expulsar mais dois jogadores do Benfica .
    O Mário Branco está sempre lá .
    O que não faltaria se fossemos nós , é que nem se ouve nada nos programas de futebol .

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  13. Muito sinceramente, quando votei AVB nas últimas eleições, fi-lo porque o clube não podia continuar nas condições em que se encontrava e porque acreditava que AVB fosse um bom presidente para o clube, mas está a exceder todas as minhas expectativas.

    Mais um editorial extraordinário, em que desde comentadores, rivais, liga ou federação, ninguém fica sem resposta. Inclusive recados internos, tanto para jogadores e treinadores, como para adeptos (alguns vivem uma espécie de Sportinguização), que tentam normalizar com um chorrilho de desculpas, um percurso na Champions que não é normal no nosso clube. "Foi sempre a exigência que nos elevou a patamares a que nenhum outro clube conseguiu chegar".

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  14. O editorial do presidente do FCP na Revista Dragões, criou alguma urticária a umas tristes criaturas do mal dizer. Sempre a tentos no que diz Farioli e AVB, estes paus de cabeleira, alcoviteiras de profissão do levar e trazer, são discos de vinil arranhados.

    A postura do treinador lampião em vários jogos é de alguém que, se a arbitragem fosse séria e sem medo, já o tinham várias vezes mandado pra rua dar milho ao milhafre.

    Sim, o Cris entra pela porta grande e o Jesus bazofias encolhe os ombros e abaixa a bola. O rapaz já não tem a mesma magia, mas tem um sonho, e quando um homem sonha blá, blá. Já despachou vários treinadores porque não um presidente....

    "Quem manda pode, obedece quem tem juizinho $$$$.

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  15. O que são ovos matinados by IA 😎

    São uma marca, não um tipo de ovo.

    *Ovos Matinados* é a marca premium do Grupo CAC - que é a maior produtora de ovos de Portugal, com sede no Minho.

    O nome vem de "matina" = manhã. A ideia é "ovo da manhã, posto de manhã, fresco".

    O que vendem como Matinados são ovos de produção alternativa:
    - galinhas criadas ao ar livre / livres (não em gaiolas)
    - e linha BIO

    Eles têm 2 milhões de galinhas em 25 quintas entre Minho e Serra da Estrela.

    Estão agora nas notícias porque o Villas-Boas usou a marca numa farpa ao Benfica ontem: _"Valham-nos os ovos Matinados para nos trazer de volta à realidade, porque tanta teoria já só dá para uma omeleta"_

    Creio se pode ver este producto promovido na publicidade dos galinheiros ……

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  16. Boa tarde cor DVP e restantes FCPortistas.
    Quanto ao seu texto, 'CCC' (claro conciso, certeiro)
    Quanto ao editorial, mai' nada AVB, o forte presidente que faz mais forte a forte gente. A nossa, claro.
    Continuemos juntos, viva o FCPorto.
    Luis Oliveira, de Lisboa, por naturalidade, apreciador de galinhas de cabidela e muito orgulhosamente FCPortista.

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