Populares Mês

Haja paciência e pachorra para esta ERC sem pudor e vergonha na cara


A ERC, cega, surda, muda, desaparecida em combate sobre programas e órgãos de comunicação social onde a ética, deontologia, respeito pelo rigor, equilíbrio, equidistância e isenção é constantemente violada e que nunca tomou qualquer decisão a condenar alguns programas onde quase se chega a vias de facto, tomou as dores do Benfica e censurou com veemência o Porto Canal por colocar a nu comportamentos e práticas do SLB cuja justiça investiga e onde já existem arguidos e indiciados por crimes de corrupção activa e passiva, ligados ao clube da Luz.
Haja paciência e pachorra para a falta de pudor e vergonha na cara desta ERC que apareceu agora a dar prova de vida com uma decisão absolutamente lamentável.

Bruno, amigo, o carroceiro está contigo!


No último post antes do tasco encerrar, como acontece todos os anos por esta altura - mas agora e graças às novas tecnologias, sempre com um olho no burro e outro no Quaresma -, vamos falar de Bruno de Carvalho, o melhor amigo do carroceiro que preside aos destinos do clube do regime, de jogadores do F.C.Porto e terminamos em beleza a falar do chiqueiro, cada vez mais chiqueiro, da queimada.

Ontem à noite na TVI 24, mas sem cartilheiros - o que se saúda, porque se pôde assistir sem ser acometido de um mal estar profundo -, o assunto era recorrente, Sporting, leia-se, Bruno de Carvalho. Um dos convidados, Samuel Fernandes de Almeida, jurista e sportinguista, para além de ter abordado esta crise leonina que nunca mais acaba, disse que Bruno já merecia uma Águia de Ouro pelos serviços prestados ao SLB. Não posso, podemos, estar mais de acordo.
Em dia de Assembleia Geral do Benfica, uma AG que tinha tudo para ser quentinha, por culpa de uma época desastrosa, muito por causa do que se passa no outro lado da Segunda Circular, Vieira saiu dela sem grande contestação. Para isso usou a velha táctica populista e demagógica de sempre, tentou desviar as atenções dos processos em que ele e Benfica estão envolvidos, remeteu tudo para a inveja - como se alguém pudesse ter inveja deste Benfica com práticas mafiosas e metido na porcaria até ao pescoço -, negou sacos azuis ou de outra cor - como se alguém estivesse à espera que confirmasse. Só o chiqueiro é que se lembraria de puxar para a capa a frase de Vieira: "Aqui não há sacos azuis" -, afirmou que os sócios do Benfica podem andar de cara levantada - podem, claro que sim, já o presidente do SLB, esse, por mais que arvore em anjinho, só engana quem quer ser enganado, no Benfica e fora dele - e terminou com a ameaça de contratar jogadores do Sporting que rescindiram o contrato, usando para isso uma desculpa que diz tudo sobre o carácter de Vieira: há 25 anos o Sporting ter ido buscar à Luz, Pacheco e Paulo Sousa. Este comportamento de ave de rapina, qual abutre, de Luís Filipe Vieira, não surpreende ninguém. Já no passado, concretamente em 2008, o F.C.Porto foi vítima do SLB, quando o clube do regime, 4º classificado e a 23 pontos do campeão F.C.Porto, de forma miserável e que nunca devemos esquecer nem perdoar, tentou ir à Champions League pela porta do cavalo. Para além disso, estava atitude tem outro efeito, acalmar as hostes, aproveitar as rivalidades doentias para limpar a face.
Para quem gosta de apregoar a paz e bons costumes, enche a boca com a defesa da indústria do futebol, não há dúvidas, é um comportamento que só pode servir os instintos do benfiquismo mais fundamentalista, acirrar ânimos, colocar gasolina na fogueira. Curiosamente, aqueles moralistas que falam sistematicamente em clima de guerra, acham este comportamento natural, ninguém se atreve a criticar Vieira.

O futebol tem a virtude de ser constantemente uma caixinha de surpresas. Se há dois anos alguém dissesse que Moussa Marega ia achar que o pé dele já é demasiado grande para o sapato do F.C.Porto, íamos rir às gargalhadas, dizer que o maliano tinha-se passado dos carretos. Mas a realidade é o que é, Marega fez declarações a dizer que gostava de sair do F.C.Porto, quer a Premier League. Reconhecendo a importância que teve no título conquistado, das qualidades que o recomendam para o futebol de Sérgio Conceição e do espírito positivo e guerreiro de quem não vira a cara à luta, desde que apareça uma boa proposta - não vou indicar valores, mas pode ser abaixo da cláusula... por mim, boa sorte e muitas felicidades, Moussa!
A razão é apenas porque tenho a sensação que atingiu na época que terminou em Maio, o máximo do seu rendimento, dificilmente repetirá uma época semelhante e quando é assim...

Mas se todos os jogadores do F.C.Porto deviam ser iguais, tenho pena, para mim há uns mais iguais que os outros. Portanto, se no caso de Marega não ficava muito triste, já no caso do menino que está na foto do lado, Alex Telles, acho muito bem, aplaudo com as duas mãos que o F.C.Porto vá até ao limites do possível para segurar um jogador de grande qualidade e que me parece estar totalmente comprometido.
Sendo assim, como isto ainda nem começou, fico a torcer e faço votos para que não apareça nenhum tubarão, daqueles a quem é quase impossível dizer não, a bater a cláusula e a levar o jogador. O mesmo direi sobre Hector Miguel Herrera, Felipe e Danilo Pereira e Yacine Brahimi - é verdade que o argelino ainda podia render mais, não rende porque às vezes exagera, complica em vez de simplificar, mas é importante ter um jogador daqueles que, pelo génio, criatividade, é capaz de tirar coelhos da cartola, desbloquear jogos.

Quem merece mais destaque? João Sousa, vencedor do Estoril Open ou Fernando Pimenta tricampeão europeu de canoagem em K1 1000? Depende. Se houver um qualquer Castillo, recentemente contratado pelo clube do regime, a dizer uma banalidade, como:"Venho para dar tudo", destaque para Castillo, Pimenta tem direito a uma nota de rodapé. Mas se o F.C.Porto se sagrar campeão nacional de futebol após um interregno de 4 anos, aí é preciso destacar o feito do tenista de Guimarães, o título do F.C.Porto vem depois.

Nota final:
O mundial ainda nem começou e já está mais pobre. Vítor Serpa, após ter estado nos últimos oito mundiais, não marcará presença na Rússia. Que pena!

Começa numa lavandaria, passa por Diogo Dalot e termina em João Pedro


Nota de abertura:
Atendendo à enorme quantidade de volumes para lavar e branquear, com origem no seu principal cliente, o conhecido SLB, a lavandaria da queimada informa que não pode aceitar encomendas nos tempos mais próximos.

Agora que está confirmada oficialmente a saída de Diogo Dalot e a entrada de João Pedro, mais uns bitaites.

1 - Repito:
Vender um miúdo de 19 anos feitos há pouco, por 22 milhões de euros, é um excelente negócio para o F.C.Porto. Ai, é da formação, lá se vai a mística, o sentir Porto, etc., cada vez mais é conversa da treta. Os tempos são outros, agora aos 14 anos, até com menos idade, eles já têm representantes, já pensam mais na pasta que na parte desportiva, alguns até nem se importam de ir jogar para clubes que em comparação com o F.C.Porto não são nada no contexto do futebol europeu - este bitaite não é para o Rúben Neves, acredito que o Rúben saiu por uma questão de necessidade premente do F.C.Porto.

2 - Repito:
Desportivamente Diogo Dalot só teria a ganhar em ficar mais dois ou três anos no F.C.Porto.

3 - Se o actual treinador do Manchester United fosse Alex Ferguson, alguém que sempre mostrou uma grande capacidade e sensibilidade para lidar com jovens talentos, descobriu, preparou e formou uma geração de grandes jogadores e que ganharam tudo, irmãos Neville, Giggs, Scholes, Beckham, Cristiano Ronaldo, etc., provavelmente já não diria a mesma coisa, mas como o treinador do MU é José Mourinho, por várias razões - agora muito menos próximo dos jogadores, muito mais resultadista, por isso muito menos paciente com os jovens, muitas vezes com um discurso arrasador, etc. -, tenho dúvidas. Obviamente, porque não desejo mal nenhum a Diogo Dalot, espero estar enganado, que tenha sucesso, seja muito feliz. Quis sair? Saiu, só fazem falta os que cá estão. Ponto.

A este propósito:
Sempre fomos um clube formador, que investiu bastante na formação e já lucramos muito com isso. Apesar dos tempos, como referi anteriormente, já não serem o que eram, com as adaptações necessárias e olhando para os nossos miúdos de outra forma mais distanciada, também no que toca à nacionalidade, a aposta tem de continuar. Ano passado saiu o Rúben, este o Diogo. Custa um bocado, mas como não podemos ter Sol na eira e chuva no nabal, é fundamental encarar estas saídas como naturais. Obviamente, dentro do possível - sim, não depende apenas de nós e é preciso ter sempre presente que temos de gerir com sensatez e equilíbrio, não um ou dois jogadores, mas plantéis - procurando sempre defender bem os nossos interesses.

João Pedro.
Nota prévia:
Como não sou adepto de alimentar teorias da conspiração, parto do princípio que quando contratamos um jogador, no caso João Pedro, é porque ele tem capacidades e características que entendemos podem ser úteis e não encontramos em jogadores que já pertencem aos quadros do F.C.Porto.

Não conheço o jovem brasileiro, portanto não vou dizer nada, vou esperar para ver - é verdade que vi uns vídeos e coisas interessantes, mas sobre isso e como sabem os que frequentam o tasco, sou como São Tomé... No entanto, achei curioso que o jornal O Jogo, num dia tenha destacado que João Pedro tinha virtudes, mas não sabia cruzar e defendia mal, no outro, que era uma espécie de clone de Ricardo Pereira. Dando de barato que é um jovem e quando há qualidade é sempre possível melhorar, passar a defender e a cruzar, melhor, é preciso acrescentar mais alguma coisa:
Se Ricardo tinha muitas virtudes e tinha, não era certamente pelos cruzamentos que fazia. E não defendendo mal, não era propriamente um muro. Ricardo foi importante e um dos obreiros do título, primeiro, porque dava à lateral direita uma profundidade, uma intensidade e uma capacidade de sair por fora e interiorizar, uma velocidade que rapidamente transformava uma jogada defensiva num contra-ataque mortífero. E como no futebol português, os laterais do F.C.Porto, na esmagadora maioria dos jogos, quase só atacam, estou mais levado a acreditar que foi por aí que passou a opção em João Pedro.
Desejo as boas-vindas e muitas felicidades a João Pedro. Vem para um clube que respeita e trata bem quem o serve com dedicação e profissionalismo. Os exemplos de brasileiros que chegaram e partiram e têm o F.C.Porto são muitos...

Se devemos continuar a apostar na formação, paralelamente devemos continuar com a fórmula que nos levou ao sucesso - para além do sonho! -, fórmula que nos últimos tempos parecia desaparecida, mas há bons indícios que parece reencontrada. E que é simples:
Contratar bem, preferencialmente jovens com talento e potencial, fazê-los evoluir, valorizá-los, colocando-os numa das maiores montras do futebol mundial, a UEFA Champions League, transferi-los com mais valias...
Dalot e Ricardo, deixaram 44 milhões de euros nos cofres do F.C.Porto, investimos quatro no substituto, João Pedro. Não é fácil, a concorrência é muita e têm muito mais meios, mas não há outro caminho.

F.C.Porto, clube e SAD, uma marca de referência, credível e de confiança


A emissão de obrigações da F.C.Porto - Futebol, SAD para o triénio 2018/2021, foi mais um enorme sucesso, com a procura a quase duplicar a oferta.
Sem a arrogância de estar 10 anos à frente da concorrência, nem se arvorar no mais maior, melhor, grande clube do mundo, nem andar constantemente a apregoar uma grandeza que pelo que vamos conhecendo é cada vez mais pífia, o F.C.Porto mesmo quando está a atravessar um processo de reestruturação financeira e sob a alçada da UEFA, continua a ser uma marca de referência, credível e de confiança.
Fosse Portugal um país diferente e outro galo cantaria para os lados do Dragão.

Já o referi anteriormente, mas aproveitando a embalagem que o artigo de Miguel Sousa Tavares proporciona, repito:
O Benfica de Luís Filipe Vieira é um antro de podridão, um tumor que se vai alastrando e que se não for parado, E ESTE É O MOMENTO, vai acabar por destruir o futebol português.
O actual Benfica, à imagem e semelhança do seu presidente, é um clube que vive de esquemas, trambiques, práticas que fazem corar de vergonha a Mafia.
O actual Benfica não tem fair-play, respeito pelos adversários, não quer um futebol melhor e com um ambiente mais sereno e tranquilo, só quer ganhar a qualquer preço.
O actual Benfica, com a ajuda de uma comunicação social de paus mandados, freteiros, recadeiros e cartilheiros e onde alguns se portam como autênticos prostitutos da escrita e da palavra, não olha a meios para atingir os fins, usando para isso práticas que nos remetem para a propaganda que nos faz recordar o terror nazi.

Cresci a ver o F.C.Porto, no que ao futebol diz respeito, perder muito mais do que ganhar, até costumo dizer que atravessei um longo deserto de 19 anos com apenas uma garrafa de água, a vitória na Taça de Portugal de 1968. Mas apesar do Benfica ser o principal responsável pelo meu clube não ganhar, se sonhava com o momento da viragem, pelo momento que podia ser eu a gozar e dar baile, nunca fui anti-benfiquista, tornei-me quando o Benfica foi sempre incapaz de reconhecer o mérito e competência do F.C.Porto, fez sempre tudo, muitas vezes ultrapassando todos os limites da decência para denegrir, provocar, achincalhar e insultar o F.C.Porto. Nem quando o F.C.Porto provou de uma forma que não deixou dúvidas a ninguém, que ganhava porque era muito melhor, o Benfica de Vieira foi capaz de ter o recato devido ao F.C.Porto vencedor da Taça UEFA e Champions League, pelo contrário iniciou uma das mais ferozes campanhas contra o F.C.Porto. Não teve sucesso, perdeu em toda a linha, mas não aprendeu a lição, continua com as mesmas práticas.
Estamos hoje, mais do que ontem, em melhores condições de lhe fazer frente. E eles sabem bem que quando o Dragão está forte... é churrasco pela certa!

Bruno de Carvalho, presidente adepto... mas de vitórias!
Ter um presidente adepto, é dose. Ter um presidente adepto de vitórias, que quando ganha entra em campo, festeja como um louco, abraça toda a gente, mas quando não ganha, desanca e arrasa tudo e todos... é o fim da picada!
Neste momento, também a crise leonina que os chiqueiros do regime, como a Bola, alimentam até à náusea, desvia as atenções da enorme podridão que grassa pelas bandas da Luz.

Notas finais:
Artur Soares Dias foi o melhor árbitro desta época, para além disso subiu à categoria de Elite na UEFA.
Tal como acontecia com Pedro Proença, porque será que o clube do regime não gosta destes árbitros, quere-os longe dos seus jogos?

Já tinha colocado a foto, Parabéns, Bicampeãs, no twitter e no facebook, hoje está no blog. Quando um site de um jornal se confunde com o site do Benfica, está tudo dito sobre o que é esse jornal. A Bola já deixou de ter pudor e vergonha na cara há muito tempo, mas capricha em ir sempre mais além. Os fundadores do jornal e muitos dos que o serviram profissionalmente, apesar de esmagadoramente benfiquistas, devem dar voltas no túmulo ao verem naquilo em que a Bola se transformou.

"O país faz-de-conta", por Felisberto Costa


Olá!
Sou natural de um país onde a mediocridade é medalhada, elogiada e faz escola. Um país onde se assaltam bancos sem metralhadoras nem encapuçados. Um país onde se discute a morte sem primeiro se discutir a dignidade da vida. Um país onde um (verdadeiro) herói recebe uma reforma de 300 euros enquanto um deputado que só frequenta meia dúzia de vezes a Assembleia da República leva num tempo recorde 5.000 euros para casa. Um país onde num estádio onde se traficou cocaína, onde se armazenam armas brancas e de outra cor, onde faz bancada uma claque ilegal com o beneplácito de todos, sim todos, os políticos deste país que assobiam para o lado, onde se mais parece um conselho de ministros, com os ditos cujos a ladearem o maior assaltante de bancos português. Um país onde a descoberta de manigâncias é mentira, para depois ser roubo de correspondência.
Sim, sou natural de um país faz-de-conta, que apesar de ser bastante bonito, com um clima agradável, uma história que até determinado tempo nos orgulha, tem um enorme defeito: é povoado por portugueses! Não creio que nós lusos, tenhamos inventado a palavra saudade. Acho que a invenção a que temos direito é na palavra inveja! Amesquinha-se quem vence e louva-se quem constantemente perde, mesmo que os perdedores tenham direito à admiração digna de quem os vence. E se o vencedor se situar bem longe do umbigo da nação, então meus caros, isso é tornar a inveja em ódio. E com ameaças de morte.
Talvez, somando tudo isto, é natural que haja um clube que não dê os parabéns ao nosso FC PORTO por ter sido campeão. A inveja é tremenda quando os arranjinhos saem pela culatra.
É perfeitamente normal que um clube que vence intramuros, mas também conquista títulos lá fora seja enxovalhado por um centralismo doentio e único a nível mundial. Sim é que nem na Coreia do Norte. É perfeitamente normal que para se poder passear nas ruas da capital do Império com uma imagem de distanciamento regional ou provinciano, se declare promiscuidade o receber na Câmara anos a fio uma equipa que não só deu o nome da cidade a conhecer aos 4 cantos do Mundo, como também o nome de Portugal. Um clube que se tornou ele próprio maior que a sua própria cidade, tendo hoje em dia adeptos em todos os 4 cantos do Mundo (apesar de em Portugal sermos meia dúzia deles, visto os outros 2 compinchas perfazerem 9,5 milhões, bebés e sem-abrigo incluídos!).
Como é normalíssimo, que todas as televisões e rádios ditas nacionais, estejam sediadas na cidade do costume. E que seja lei que após o abandono chocante, direi mesmo criminoso, de catadupas de governos, sobre a interioridade de Portugal, promulguem uma lei em 3 dias e a façam cumprir sob pena de coimas e retomas em 3 meses para a protecção da nossa floresta. Afinal o parque Eduardo VII é tão gaymoso, quer dizer, glamoroso. Mas o manto diáfano da corrupção continua a mostrar que o rei se não vai nu vai com pouquíssima roupa. E assim se vê como um presidente de um certo clube se diz sério (esforço-me para não desatar às gargalhadas) apesar de estourar com a banca, de comprar por x terrenos que valem y e depois avaliá-los por z, sem que nada aconteça, bem antes pelo contrário.
Por tudo isto meus amigos, mesmo que exagere, mesmo que seja insultado por 9,5 milhões de portugueses, há sempre meia-dúzia de portistas que estarão de acordo comigo: este título do FC PORTO, não foi contra tudo e contra todos. Foi apenas e só a vitória do bem sobre o mal. Foi a vitória do que sofre sobre quem o faz sofrer. Foi a vitória dos esquecidos, dos injustiçados, dos revoltados. Foi a vitória do Portugal ultrajado sobre o Portugal virtual centralista, elitista e corrupto. Foi a vitória da verdade sobre a mentira, perante um sistema (agora sim é que existe um… sistema e que bem complexo ele é!) cuja finalidade é bem simples e esse pequenino ser abjecto de corpo e mente (sabem bem quem é? o RGS!) o afirmou: aniquilar todos os outros para poder reinar á vontade! Algo que me faz lembrar um certo Reich por mil anos…

Até á próxima época meus amigos, porque o melhor… ainda está para vir!

A propósito da provável saída de Diogo Dalot


Se um jogador - mais a família e o empresário -, que tem 19 anos feitos há pouco tempo, que chegou ao F.C.Porto ainda com ranho no nariz, está num clube de topo, com óptimas condições de trabalho e onde é estimado; um clube que é um dos recordistas de participações na Champions League - prova que mais uma vez vai disputar, entrando directamente na Fase de Grupos -, com tudo o que isso significa, tem possibilidades de ser titular, evoluir naturalmente, crescer, ganhar mais experiência e maturidade e porque o F.C.Porto nunca cortou as pernas a ninguém, se a evolução que o seu talento e potencial permitem adivinhar, se confirmar, daqui a dois ou três anos pode sair já mais bem preparado e pronto para jogar em campeonatos muito mais exigentes e em clubes que cobram muito mais, não coloca no prato da balança nada disso e só pensa em ir com toda a sede do mundo, ao pote, então esse jogador que vá à vidinha dele. Só lhe desejo muita sorte e que não seja a versão portista do Renato Sanches. Isto serve para o Diogo Dalot, se se confirmar tudo o que vem na imprensa - oficialmente nada transpira. E se compreendo que o segredo é a alma do negócio, quando começam a surgir todo o tipo de notícias, algumas que colocam o F.C.Porto mal na fotografia, na minha opinião, devia surgir um esclarecimento, nem que fosse numa pequena nota no twitter -, como serve para todos os outros.
Dito isto, porque é que sempre que há um negócio destes o assunto não é encarado com normalidade, há sempre quem faça um grande filme de terror, apresente as mais tenebrosas teorias da conspiração?
E a propósito, agora que o chiqueiro da queimada já anda à procura de sucessor de Jorge Nuno Pinto da Costa - para mim, é claro, antes de Abril de 2020 a questão não se coloca. Depois veremos. Por isso não contem comigo para alimentar novelas que de certeza e neste momento, não interessam ao F.C.Porto. Quando a questão se colocar, entre os muitos milhares de portistas, haverá certamente quem se apresente. E será nessa altura que temos de dar ao assunto a atenção que ele merece -, pelo que vejo sobre a capacidade de gerir que alguns demonstram, o futuro vai ser ainda mais risonho. Com os grandes gestores que pululam por aí, tudo vai ser um mar de rosas, vão fazer-se sempre grandes compras e grandes vendas, qualquer puto com 14 ou 15 anos que faça umas gracinhas com a bola, pumba, cláusula à Bruno, toma lá com 50 milhões, ganhar títulos todos os anos. Sim, porque eles nunca se enganam e raramente têm duvidas.

Notas finais:
Quem já viu partir grandes craques e o F.C.Porto continuar no seu caminho de sucesso, vai agora preocupar-se com a saída de um miúdo que tem grande talento e potencial, é verdade, mas que ainda é apenas uma promessa? Eu não me preocupo nada e como não sou visionário nunca colocaria no Diogo Dalot uma cláusula de ponta-de-lança. Sim, até porque este frenesim Dalot já se passou, por exemplo, com Rui Pedro e viu-se no que deu...

Pelos vistos há quem defenda a teoria que os contratos agora não são para respeitar, não valem nada. Por exemplo: fazemos um contrato com um jogador por 3 ou 4 anos, mas se as coisas correrem bem ao jogador, temos de lhe melhorar o contrato recentemente rubricado, sob pena de termos um jogador descontente ou ainda pior, no futuro e no tempo próprio, recusar-se a qualquer negociação? Não, não podemos, nem devemos, ceder a pressões, ameaças, chantagens, assinar contrato num ano e no ano seguinte já estarmos a ser confrontados com pedidos de alterações salariais. Tem de haver boa-fé, respeito de ambas as partes pelo compromisso assinado, não podem ser apenas os interesses do jogador a serem salvaguardados, se alguns não corresponderem também temos o devr de cumprir sempre e até ao fim do contrato. Lamentavelmente, nos últimos tempos, UEFA e FIFA têm olhado muito mais para os interesses dos jogadores que dos clubes e se os abusos devem ser reprimidos, não pode haver grandes desequilíbrios entre os interesses de uns e outros.

Ainda sobre Dalot:
O F.C.Porto é demasiado grande para que façamos um drama pela saída de um jogador que ainda tem muito que caminhar.
Esta minha posição não é agora, já aqui tinha falado sobre o assunto. Por isso, para mim, dispenso bem juras de amor, frases feitas, tipo, Somos Porto, beijinhos no emblema, etc. Se forem bons profissionais e respeitarem o F.C.Porto... para mim, chega e sobra.

Marcano, embora não seja uma novidade, foi hoje oficialmente confirmada a saída. Sai a custo zero, mas o rendimento desportivo, particularmente nas duas últimas épocas, foi muito bom e nem sempre se consegue juntar o útil ao agradável.
Tenho pena que saia, desportivamente, mas não só - trata-se de um profissional a quem não se pode apontar nada. Acredito que tentamos renovar, não foi possível, paciência. Não podemos é voltar a cometer as loucuras que nos colocaram sob a alçada da UEFA.
Que seja feliz na Roma. Mas que se prepare, a A.S.Roma não é o F.C.Porto, nem Roma, por muito bonita que seja, é o Porto.

Uma pergunta muito simples:
O que fez de relevante Patrick para ser contratado pelo Benfica? 

A renovação de Sérgio Conceição e uma breve passagem pelos 14 anos de Gelsenkirchen


Embora no futebol já nada me surpreenda e o que é verdade hoje, muitas vezes é mentira amanhã, a renovação de contrato de Sérgio Conceição por mais uma ano, até 2020, é a certeza da continuidade do treinador na cadeira de sonho e é uma óptima notícia. É também um sinal que a competência, profissionalismo, rigor, exigência, atitude, ambição, paixão e grande vontade de vencer, vão ser a marca do F.C.Porto em 2018/2019. Para além disso, saber que os processos, modelos e métodos vão ser os mesmos, logo é só ir aperfeiçoando, junto com a menor pressão sobre os jogadores derivada da conquista do título, faz com que tudo se conjugue para que o F.C.Porto da próxima época possa ser melhor do que a que terminou há pouco e que já foi muito boa.

Sobre entradas, saídas, plantel, etc., passo, mesmo que alguns zum zuns me deixem cheio de curiosidade.

Esta semana um jornal desportivo recordava o 30º aniversário de uma final europeia, Taça dos Campeões Europeus, que o Benfica perdeu nos penalties frente aos holandeses do PSV - curiosas as recordações deles... Daí para cá, o F.C.Porto já conquistou quatro troféus internacionais, uma Taça UEFA, uma Liga Europa, uma Taça de Campeão do Mundo e uma Champions League.
Assim e porque hoje em Kiev se disputa a final da prova rainha da UEFA e também passam 14 anos que o F.C.Porto derrotou o Mónaco por 3-0, no Arena Auf Schalke de Gelsenkirchen, importa lembrar e repetir que esse é o maior feito colectivo conseguido por um clube na história do desporto português. Sim, porque já na altura o modelo da Champions League não tinha nada a ver com o da Taça dos Campeões Europeus que vencemos com brilhantismo em Viena, apenas para não ir mais longe... E se agora acreditar que esse sonho pode voltar a concretizar-se quase que nos leva para o campo da utopia, para mim é claro que nessa utopia, em Portugal, só o F.C.Porto se pode permitir sonhar.
A propósito, quando o F.C.Porto em Fevereiro de 2008 defrontou o Schalke 04 - numa eliminatória da Champions dramaticamente e injustamente perdida no malfadado desempate nas grandes-penalidades. Mesmo com 10 contra 11 durante uma parte dos 90 minutos e todo o prolongamento, o conjunto de Jesualdo foi muito superior e merecia ter seguido em frente -, apesar de na altura se pensar, como agora, que ir novamente a uma final europeia era quase impossível, não faltava quem  acreditasse que não era bem assim. Eu era um deles e por isso na antevisão do jogo da 1ª mão, disputado em Gelsenchirchen, disse algo como isto:
«Gelsenkirchen terra iluminada, onde a glória ainda está bem presente na nossa memória. Não por nostalgia passadista, mas porque lá foi inscrita mais uma página dourada da nossa fantástica história.
Não há nostalgia, porque nós acreditamos que podemos de repetir e temos legitimidade para isso; e também podemos sonhar, porque os nossos sonhos são construídos com os pés bem assentes na terra, sem megalomanias ou faraónicas ambições.»
Não demorou muito a cumprir-se o sonho, passados 3 anos fomos a Dublin disputar a final da Liga Europa. E como ninguém nos rogou pragas e as finais são para ganhar, ao som do venceremos, venceremos, venceremos outra vez, o Porto vai ganhar a taça, como em 2003. E ganhou!

Estorilgate? Que falta de imaginação, ó gabinete de crise...


- Ó Vila Pouca, sei que estás a relaxar e descomprimir, gozar o título, por isso desculpa incomodar-te, mas o Benfica no twitter para os amigos veio falar no Estorilgate. E como sei que sabes umas coisas sobre o Estorilgate... pensei que podias dizer algo sobre esse caso. 

- OK. O que não faço pelos amigos...

Estorilgate:
O director-executivo da Liga que autorizou a passagem do jogo do Estoril para o estádio do Algarve foi Cunha Lealex-dirigente e responsável pelo futebol do Benfica.
Na altura o responsável pelo futebol do Estoril era António Figueiredotambém ex-dirigente e responsável pelo futebol do Benfica.
O accionista maioritário da SAD estorilista era José Veiga que em simultâneo era o homem forte do clube do regime para o futebol.
Durante a semana elementos ligados ao Benfica, com o famoso primo Fernando o tal que foi visto a agredir o empresário de Moreto no aeroporto, perante a passividade da polícia -, à cabeça, foram ao Estoril e fizeram as maiores pressões e ameaças a jogadores do Estoril, facto denunciado por elementos da equipa técnica do clube da Linha.
Um jogador do Estoril, já com cartão amarelo, fez outra falta e foi expulso, ainda não tinham passados vinte minutos do jogo
O árbitro, Élio Santos, para além de estar na pré-reforma e ser um conhecido adepto do Benficaesqueceu-se das botas e arbitrou com umas botas emprestadas pelo Benfica.
O Estoril - Benfica disputado no Algarve jogo foi muito importante, decisivo até, para a atribuição do título 

O Estorilgate foi na época 2004/2005, onde só em sumaríssimos, alguns profissionais do F.C.Porto cumpriram mais de uma dúzia de jogos. Benni McCarthy, um dos melhores avançados dos Dragões e melhor marcador da temporada anterior, só à sua conta, cumpriu 9 jogos, repito, 9 jogos. Na Comissão Disciplinar da Liga dessa altura, fazia parte o Dr. Juíz Pedro Mourão, que podemos ver em amena cavaqueira na tribuna do estádio da Luz, ao lado de Vieira e Joe Berardo.
Esse campeonato ganho pelo Benfica de Giovanni Trapattoni, uma equipa vulgaríssima, que não jogava a ponta de um corno, foi o maior escândalo do futebol português dos últimos 30 anos e no que diz respeito ao Benfica, só os recentes escândalos dos e-mails, vouchers, jogo duplo, e-toupeira podem colocar essa nojeira sem limites em plano inferior.

Nota final:
Num dia que saíram mais notícias que colocam o Benfica muito mal na fotografia e que mostram que as toupeiras espiaram e transmitiam informações sobre os árbitros, ao clube do regime - com tudo o que isso significa, pressões, ameaças, chantagens... -, o SLB só tem para se defender a mesma cassete de sempre e pasme-se, vem falar em Estorilgate? 

PS - Sobre as capas com estilo, a oferta é muita, a escolha é difícil, mas a minha preferida é a do Makukula.

Que chato, até aparecer o Bruno nunca tinha havido fenómenos de populismo no futebol português


Partindo do artigo de Miguel Sousa Tavares, gostaria de dizer mais umas coisas, muitas das quais já não são novidade para quem frequenta o Tasco. Sim, porque os gravíssimos acontecimentos de Alcochete despoletaram uma série de reacções em cadeia e transversais, tanto que até parece que vivemos num país onde não se passava nada, mas de repente, passou-se tudo, parece que até aparecer o Bruno, nunca houve fenómenos de populismo no futebol português. Só que não é assim...

Quantas vezes nós aqui reflectimos sobre alguns programas desportivos em que em nome das audiências, valia tudo, quanto pior melhor, programas esses que não servem para mais nada que incendiar e fomentar rivalidades doentias, prejudicando e lesando gravemente o futebol? Muitas.

Quantas vezes reflectimos sobre a falta de profissionalismo, ética, deontologia, rigor, equilíbrio na informação, muitas vezes entregue a comentadores e analistas que são apresentados como independentes e não passam de gente alinhada e que segue uma cartilha? Muitas.
Um exemplo:
Nuno Farinha, até há pouco sub-director da lixeira desportiva da Cofina, a propósito de um e-mail que circula por aí sobre pagamentos do Benfica a jornalistas, disse no twitter e cito de cor, qual é o problema de um jornalista receber dinheiro de um clube? Acho que nem é preciso dizer muito mais, apenas, não me admira que o tenha dito, era sobejamente conhecido como um servidor do SLB no Rascord, como não me admira que tenha durado tanto tempo no jornal. Gente desta e com estas práticas, tem raízes profundas naquela lixeira. Mas é um bom exemplo do que não deve ser o jornalismo. São muitos como este, gente com comportamentos altamente censuráveis, que não ouve, vê ou lê quando se trata de um e não deixa escapar nada, extrapola até à náusea quando se trata dos outros, que contribui para uma realidade que agora todos condenam.

Quantas vezes aqui falamos sobre as provocações, ameaças, insultos, faltas de respeito para com o F.C.Porto e quem o dirige e serve profissionalmente, bem como contra os portistas e que são prática na BTV? Muitas.

Quantas vezes nos revoltamos contra comportamentos de uma claque fora-da-lei que espalha o terror por onde passa, sem que algumas vez o seu comportamento tenha merecido por parte de quem de direito,  organismos desportivos, mas não só, a atitude e o tratamento que devia? Muitas.

Quantas vezes aqui chamamos a atenção para a postura populista, demagógica, desrespeitosa de Bruno de Carvalho? Muitas.
Outro exemplo:
Ontem, o freteiro Delgado, um autêntico rato de esgoto, numa espécie de mea-culpa, dizia que se em retrospectiva, há algo a criticar à comunicação social no caso de Bruno de Carvalho, foi o escasso escrutínio a que foi sujeito quando apareceu na cena pública.
É preciso ser muito cara de pau, é preciso ter uma grande lata, uma falta de pudor e vergonha na cara sem limites, para dizer uma coisa destas.
Se há algo que se viu desde o início do mandato de Bruno de Carvalho, é que ele sempre foi aquilo que se vê, mas que só agora alguns parece que perceberam e as razões são simples: enquanto o presidente do Sporting se entreteve a mandar umas bocas foleiras, a dizer a maiores barbaridades, a mentir, como se veio posteriormente a concluir, no caso do problema com Adelino Caldeira no Algarve, aí o chiqueiro da queimada, não só não o criticava, como alimentava o seu ego, dava-lhe corda e todo o destaque. Agora, ai que temos escrutinar melhor estes fenómenos.
Pois, até parece que também Bruno de Carvalho foi uma originalidade, não tinha havido um João Vale e Azevedo e... Luís Filipe Vieira! Sim, o actual presidente do Benfica também é um demagogo, um populista, um arruaceiro, um carroceiro sem respeito e sem educação, alguém que invade estúdios de televisão, insulta tudo e todos, tem tiradas de péssimo gosto, como, por exemplo, aquela do estrebuchar do morto.
E para se perceber, Vale e Azevedo, mal chegou ao futebol o que fez? Exactamente o mesmo que fez Bruno de Carvalho: virou a artilharia para Norte. E que o fez também Vieira, mal saiu do Alverca e chegou à Luz, ele que até tinha excelentes relações de amizade com Jorge Nuno Pinto da Costa?

- Meus senhores, não pode ficar a sensação e ela para mim, existe, que se fosse com o Benfica todos estes tristes e lamentáveis acontecimentos, nunca teriam tido estas repercussões.
O futebol português tem de mudar, todos queremos que mude. Mas só mudará quando se atacar a fundo e sem medo, o tumor chamado Benfica. Sim, por mais condenável que seja o que se passou em Alcochete e em Alvalade e os comportamentos do líder leonino mereçam censura.

Nota final:
Quando disse muitas vezes, é mesmo muitas vezes, mas para não estar a maçar com vários exemplos, deixei apenas um... se for preciso mais... é só dizerem.

PS - Como hoje é dia do abraço, sintam-se abraçados.

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