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BSAD 1 - F.C.Porto 4. Começou mal, mas acabou bem


Depois do empate do Benfica e frente a um adversário que lhe tem criado algumas dificuldades nas últimas épocas, o F.C.Porto venceu sem espinhas, manteve a liderança isolada e aumentou a vantagem para o 3º classificado.

Entrada em falso, um golo oferecido, BSAD na frente do marcador - tu queres ver que o F.C.Porto frente a um adversário fraco, sem identidade, sem adeptos, sem estádio, que é último classificado no campeonato e já vai no terceiro treinador, vai voltar a complicar, a história de perder pontos no Jamor vai repetir-se? 

Reacção começou a desenhar-se antes da expulsão, com a expulsão intensificou-se, Evanilson fez o 1-1, Taremi marcou, mas o VAR e bem, anulou, voltou a marcar, mas o árbitro marcou falta, resultado ao intervalo era um empate que castigava a entrada pouco inspirada da equipa de Sérgio Conceição, hoje substituído no banco por Vítor Bruno.


Na segunda-parte as coisas continuaram a melhorar, Evanilson bisou e consumou a reviravolta, Taremi, após passe açucarado de Fábio Vieira marcou e desta vez valeu. Mais tarde Evanilson numa noite de grande fulgor, fez um hat-trick, deu cor à vitória justíssima dos portistas - Ainda deu para Luis Díaz falhar um penálti. 


Tudo somado, mais três pontos, mais uma vitória clara, numa exibição que começou mal, mas acabou bem.


Duas notas finais:

Saúde-se e aplauda-se os milhares de portistas que num domingo à noite estiveram no Jamor no apoio à sua equipa.


Aplauda-se também a estreia dos jovens da equipa B, João Mendes e Gonçalo Borges no campeonato.


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F.C. Vizela 1 - F.C.Porto 3. Vitória justa, objectivo cumprido, numa exibição que não foi famosa.


Após mais uma ameaça de adiamento por efeitos do Covid e que, tal como no Estoril, voltou a não se confirmar, F.C.Vizela e F.C.Porto defrontaram-se nos quartos-de-final da Taça de Portugal. Os portistas venceram e estão nas meias-finais onde vão defrontar o Sporting. 

Estas notícias, adia-se, não se adia, não têm jogadores, mas depois já têm, parece que tem feito mal à equipa do F.C.Porto, que entra mal e depois sofre.


Entrada completamente a dormir da equipa do F.C.Porto e nem o efeito de marcar cedo, minuto 8, por Uribe, acordou a equipa de Sérgio Conceição. O Vizela que entrou bem no jogo, aproveitou esse marasmo, empatou e colocou justiça no resultado iam decorridos 24 minutos. Com o empate, os da casa  recuaram, o F.C. Porto teve mais bola, mas a qualidade do futebol pouco mudou, continuou lento, mastigado, de toques e toquezinhos, poucas vezes a baliza do Vizela correu perigo.


Resultado ao intervalo era justo. Castigava a má exibição dos portistas, premiava o bom jogo e determinação dos vizelenses.


No início da segunda-parte entraram Fábio Vieira e Pepê, saíram Corona e Taremi - mais tarde, minuto 83 saiu Vitinha, entrou Bruno Costa, no minuto 90 saíram Uribe e Luis Díaz, entraram Grujic e Francisco Conceição -, o F.C.Porto entrou mais rápido, melhor, dominava, mas continuou a mastigar muito, facilitou a vida à equipa do Vizela. Aos 64 minutos, penálti contra a equipa de Álvaro Pacheco, Fábio Vieira adiantou os portistas. Em vantagem o F.C.Porto foi à procura do terceiro, ameaçou, esteve próximo de fazer, não fez, baixou o ritmo, nunca controlou, o Vizela acreditou, os azuis e brancos correram riscos, que terminaram já quase em cima dos 90 minutos, quando Evanilson fez o terceiro.


Tudo somado, vitória justa, objectivo cumprido, numa exibição que não foi famosa.
A equipa parece cansada e tem limitações na defesa que são notórias, especialmente no lado direito.

Estoril 2 - F.C.Porto 3. Reviravolta contra a farsa e a pouca vergonha. Inchem, mas não rebentem...


Frente a um Estoril, completo! e que, segundo o seu treinador, afinal sempre quis jogar - isto há coisas curiosas....-, F.C.Porto, depois da derrota do Sporting e com possibilidades de liderar isolado, entrou de início com Diogo Costa, Corona, Mbemba, Fábio Cardoso e Wendell, Otávio, Uribe, Vitinha e Luis Díaz, Taremi e Evanilson, venceu de reviravolta após uma 1ª parte muito aquém das expectativas


F.C.Porto começou por cima, mais posse, mas um futebol mastigado, previsível, desinspirado, sem contundência no ataque, sem dinâmica no meio-campo, defesa apanhada em contra-pé e com alguns jogadores muito abaixo do que exigia, sendo Wendell o caso mais flagrante. O Estoril defendeu bem, saiu com organização e critério para o contra-ataque, marcou um golo que o VAR e bem, invalidou. Ficou o aviso, aviso que os portistas não levaram a sério e por isso foram castigados. Aos 38, Arthur com a colaboração de Mbemba, adiantou os canarinhos, Wendell atingiu o pico mais baixo da sua exibição ao minuto 42, cometendo penálti claro, Franco aumentou o marcador. E assim, com surpresa apenas para quem não estava a ver, Dragões foram para o intervalo a perder por 2-0, castigo justo para 45 minutos muito fraquinhos.


Na 2ª parte o F.C.Porto entrou com vontade de mudar o rumo dos acontecimentos e mudou.

Logo aos 49 minutos Taremi reduziu, surgiram mais algumas oportunidades claras para empatar e que o guarda-redes dos estorilistas evitou, por volta da meia-hora os Dragões baixaram o ritmo, o Estoril que jogou sempre muito bem, aos 63 ameaçou com um golo que foi e bem, invalidado. Era preciso dar um abanão, ele foi dado, as substituições começaram com a saída de Corona e a entrada de Pepê, continuaram com a saída de Vitinha e Evanilson para as entradas de Fábio Vieira e Toni Martínez e terminaram com a saída e Fábio Cardoso para entrar Francisco Conceição, e o F.C.Prto voltou a subir de rendimento. É verdade que correu riscos, mas chegou ao empate aos 84 por Luis Díaz, à vitória já perto dos 90, com Francisco Conceição a ser o herói, marcando o golo da vitória que isola os portistas na frente do campeonato com 3 pontos de vantagem para o 2º classificado. 


Nota final:

Foi uma vitória contra a farsa, contra um comportamento absolutamente miserável do Estoril - que tem de ser investigado. Quem joga assim, preparou muito bem o jogo, não podia andar a falar de adiamentos, dizer que não tinha as mínimas condições para jogar - e com a colaboração de alguma comunicação social sem escrúpulos, ética e vergonha na cara. Destaque para o panfleto da queimada e as lixeiras da Cofina, mais alguns escroques que comentam nas televisões.


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F.C.Porto 3 - S.L.Benfica 1. Foram três, foram três, foi a conta que Deus fez... Feliz Ano Novo!


Frente a um Benfica ferido no orgulho, a passar por uma grande turbulência após uma revolução em que os jogadores chicotearam o treinador e a dar tudo para não descolar ainda mais do duo da dianteira, o F.C.Porto, sem aquele que tem sido o seu elemento mais influente, Luis Díaz, alinhou de início com Diogo Costa, João Mário, Mbemba, Fábio Cardoso e Zaidu, Otávio, Uribe, Vitinha e Pepê, Fábio Vieira e Taremi e venceu sem discussão, marcando novamente três golos. 


Depois de um início de jogo com o Benfica atrevido, excelente reacção da equipa de Sérgio Conceição a partir do meio da primeira-parte, Dragões superiores e melhores no jogo, 2-0 ao intervalo - Fábio Vieira e Pepê -, resultado justo.


Sem nada que o justificasse, o Benfica beneficiou de alguma apatia da defesa portista, reduziu, o F.C.Porto acusou o golo, não foi capaz de manter o nível da primeira-parte.

Já com o Benfica reduzido a 10 por expulsão de André Almeida - devia ter vindo para a rua bem mais cedo -, Taremi quebrou o jejum, fez o  3-1, acabou com as dúvidas sobre o vencedor.


Concluindo, nada a opor à vitória dos azuis e brancos, num jogo em que Hugo Miguel não tendo influência no resultado, teve alguns erros em prejuízo do F.C.Porto.


Um Feliz Ano Novo para todos.


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F.C.Porto 3 - S.L.Benfica 0. A todos um bom Nataaaal, a todos um bom Nataaaal, que seja um bom Nataaaal...


Com o Dragão cheio e a fazer lembrar velhos tempos, antes da Pandemia, e num jogo em que ganhar não garantia nada, apenas a passagem aos quartos-de-final, mas perder significaria dizer adeus a mais um objectivo, o F.C.Porto de início com Marchesín, João Mário, Mbemba, Fábio Cardoso e Zaidu, Otávio, Uribe, Vitinha e Luis Díaz, Taremi e Eavanilson, venceu por 3-0 o Benfica, vantagem que até foi escassa. A equipa de Sérgio Conceição podia ter feito mais alguns golos, já que teve oportunidades e claras para isso, ao contrário do seu adversário. 


Entrada fulgurante do F.C.Porto, aos 6 minutos já vencia por 2-0 - Evanilson e Vitinha. Com o Benfica reduzido a bolas em profundidade para Darwin - o uruguaio até marcou, mas o VAR anulou -, o F.C.Porto fez o 3°, marcou novamente Evanilson, após grande assistência de Luis Díaz, podia ter marcado mais, não marcou porque o colombiano quis ser altruísta, perdeu dois golos cantados.

Com o Benfica a reagir, mas só a criar perigo e relativo, em cantos, já em cima do intervalo Fábio Verissímo mostrou o segundo amarelo a Evanilson, Dragões com dez para toda a segunda-parte.


A perder por três e com mais um, o Benfica mexeu no início da segunda-parte, meteu dois avançados, Everton e Yaremchuk, passou a ter muito mais bola, o F.C.Porto, naturalmente, recuou. Mas mesmo recuando, quando tinha bola procurou sair quase sempre por Luis Díaz e um grande Zaidu, teve a oportunidade mais flagrante de toda a etapa complementar, Taremi perto da baliza e com ela toda escancarada, atirou ao poste - e não foi a única oportunidade dos portistas, que também tiveram um golo bem anulado pelo vídeo-árbitro. Já o Benfica limitou-se a bombear bolas para a área, com excepção de um golo de Otamendi, anulado e bem pelo VAR, não teve grandes chances para marcar.


Resumindo, F.C.Porto muito melhor com onze, com dez defendeu mais do que atacou, mas como referi anteriormente, foi mais perigoso que o Benfica.

Passou aos quartos-de-final aquela que foi e de longe, a melhor equipa. 

Agora é descansar bem, passar um bom Natal e preparar bem o jogo do campeonato.

 

Aproveito para desejar a todos os meus amigos e suas famílias, um Santo e Feliz Natal, com, principalmente, muita saúde.


F.C.Vizela 0 - F.C.Porto 4. Começou difícil, mas tornou-se fácil, até deu para gerir


No jogo que antecedeu  os importantíssimos clássicos frente ao Benfica - taça e campeonato -, o F.C.Porto cumpriu a sua obrigação, foi até Vizela golear o clube local, mantém a liderança e pode encarar os dois próximos jogos com tranquilidade. 


Entrando com Diogo Costa, João Mário, Mbemba, Fábio Cardoso e Zaidu, Uribe, Vitinha, Otávio e Luis Díaz, Taremi e Evanilson, a equipa de Sérgio Conceição viu o Vizela bem no jogo, a pressionar alto e a dificultar a saída na primeira zona de construção. Com dificuldades em sair a jogar, o F.C.Porto, optou por um jogo mais directo aproveitou alguns espaços na defsa dos vizelenses, lançou na profundidade. Luis Díaz, começou por falhar clamorosamente uma excelente assistência de Taremi, mas rapidamente se redimiu, primeiro adiantou o F.C.Porto no marcador, de seguida fez um passe cantado para Otávio fazer o segundo.

A vencer por 2-0, os portistas abrandaram, relaxaram, podiam e deviam ter "matado" o jogo até ao intervalo. Não conseguiram porque foram displicentes, falharam golos fáceis, o Vizela ameaçou, valeu Diogo Costa a evitar o golo dos da casa. 


Assim e no final dos primeiros 45 minutos, o F.C.Porto perdeu uma grande oportunidade de resolver o jogo. Foi para as cabines com dois golos de vantagem, quando podia ter ido, pelo menos, com quatro. Não gostei nada da brincadeira - e Sérgio Conceição também não deve ter gostado. Há jogos que dá para tudo, mas há outros em que perder golos atrás de golos pode ter consequências graves.


Não podia ter começado melhor a segunda-parte. Zaidu fez o terceiro, vida facilitada para os Dragões que começaram a gerir e com a expulsão de Schettine, ainda geriram mais.

Aos 58 minutos saíram Otávio e Luis Díaz, entraram Fábio Vieira e Corona, mas com Vizela derrotado e o F.C.Porto sem muita vontade para grandes correrias, o jogo foi-se desenrolando numa toada morna, com os líderes do campeonato sem muita pressa. A exibição perdeu qualidade e fulgor, mesmo assim um auto-golo de Samu fez aumentar a contagem iam decorridos 64 minutos. Até final, nada de relevante, apenas referir as entradas de Sérgio Oliveira, Wendell e Bruno Costa, para os lugares de Uribe, Zaidu e Vitinha.


Tudo somado, num jogo que começou por parecer difícil, mas tornou-se fácil para os Dragões. Dragões que, com mais critério e eficácia, ainda podiam ter marcado mais alguns golos.  


Parabéns ao Hóquei do F.C.Porto pela conquista da Taça Intercontinental.


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F.C.Porto 1 - S.C.Braga 0. Difícil, mas justo

 

Após a saída da Champions, com tudo o que isso significa em desgaste físico e mental, o F.C.Porto venceu e com justiça, a difícil equipa do S.C.Braga, num jogo que podia ter tornado mais fácil, em particular no excelente início da segunda-parte.


Uma entrada em jogo que não foi famosa por parte do F.C.Porto, muitas dificuldades em romper linhas, muitos passes para o lado e para trás, cruzamentos para o guarda-redes, primeira jogada com algum perigo, remate de Vitinha aos 14 minutos. Na resposta e na primeira vez que o Braga chegou à frente, bola no poste de Diogo Costa.

Estava o jogo assim, quando Luis Díaz - quem havia de ser? -, após um passe fantástico de Uribe, adiantou o F.C.Porto, iam decorridos 22 minutos.

Pepe, lesionado, saiu quase ao bater da meia-hora e se o jogo dos portistas não permitia muito ao Braga, depois não fluía, faltava alguém que preenchesse o espaço que Taremi normalmente ocupa, muitas dificuldades em sair organizado, criar perigo, os passes para Diogo Costa continuavam, apenas os dois colombianos se exibiam a um nível alto. Já só nos descontos o golo esteve iminente, mas Grujic não marcou e se marcasse estava deslocado.


Assim, num jogo que não foi famoso, muita luta, mas pouca qualidade de jogo, a vantagem dos Dragões ao intervalo era justa.


No regresso entrou Zaidu, saiu Wendell, novamente lesionado.

E os portistas iniciaram bem a segunda-parte. Com mais qualidade no último passe e mais critério na definição - passar, cruzar, muito mal João Mário, ou rematar -, podiam ter aumentado a contagem.

Depois de Vitinha ter ameaçado, boa intervenção de Matheus e mais tarde, minuto 69, saírem Evanilson e Grujic, entrarem Taremi e Sérgio Oliveira, o Braga a desperdiçou um golo cantado, os azuis e brancos  corriam riscos. Riscos que podiam ser evitados, se Zaidu em boa posição, marcasse. Num período que já estava melhor a equipa de Sérgio Conceição podia ter feito o segundo, matado o jogo. Não fez, ainda sofreu num ou outro lance de bola parada, mas acabou por conquistar os três pontos, com inteiro mérito e manter a liderança.


Agora é descansar - o jogo da Taça da Liga é apenas para cumprir calendário -, e preparar bem o ciclo de jogos complicados que estão aí e vão durar até ao final do ano.


Sinceramente, não vejo qualquer razão para haver desconfianças em relação a Fábio Cardoso. Não há necessidade de Pepe correr riscos de agravar a lesão.



F.C.Porto 1 - Atletico de Madrid 3. A priori a Liga Europa seria excelente, hoje fica em sabor amargo


Se após o sorteio e tendo a sorte ditado que o F.C.Porto tinha de enfrentar o chamado grupo da morte - Liverpool, Atletico de Madrid e Milan - mandava o bom senso e o realismo que as expectativas de passar aos oitavos-de-final não fossem muito altas, pelo contrário. Só que as prestações da equipa no jogo de Madrid e nos jogos com o Milan, deixaram em aberto a possibilidade da equipa de Sérgio Conceição conseguir um feito surpreendente e de grande relevo, principalmente porque só dependia dela, ia discutir essa passagem em casa.

Só que este jogo foi um pouco o espelho da prestação do F.C.Porto na prova rainha da UEFA, excepção aos jogos com os ingleses, principalmente no jogo do Dragão.

Faltou eficácia e em desvantagem, tendo de correr atrás do prejuízo, a equipa acusou a responsabilidade, não se encontrou, atacou mais com o coração que com a cabeça, deixou espaços que os espanhóis aproveitaram para aumentar a vantagem, impedindo qualquer tipo de reacção dos azuis e brancos. Até porque quando tiveram hipóteses para marcar mais uma vez não foram eficazes.

Foi um jogo estranho, golos consentidos, uma arbitragem complicada, uma expulsão de Wendell que naquele momento não podia ter acontecido, uns espanhóis matreiros e um F.C.Porto que para marcar golos precisa de meter um requerimento.

Assim, depois de estar perto de conseguir uma prestação notável, acima das expectativas, o F.C.Porto acaba a fase de grupos num meritório 3º lugar, segue para a Liga Europa -
jogos à quinta-feira -, com tudo que isso implica na calendarização e na preparação dos jogos da Liga.


Agora, concentração total no campeonato, é aí que temos de apostar todas as fichas.


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Portimonense S.C. 0 - F.C.Porto 3. Vitória clara, com uma exibição que não sendo exuberante foi muito positiva


No final de uma semana em que teve destaques que nem quando ganha coisas importantes consegue, o F.C.Porto desceu até ao Algarve para defrontar o Portimonense, sexto classificado e uma das boas surpresas do campeonato, venceu por por números que não deixam dúvidas sobre  ajustiça do resultado e agora pode assistir tranquilamente ao dérbi lisboeta, sabendo que aconteça o que acontecer na Luz, continuará líder do campeonato.


Portimonense entrou subido, a pressionar a primeira zona de construção, dificuldades do nos primeiros 10 minutos para o F.C.Porto entrar em jogo, aos 6 minutos valeu Diogo Costa a evitou o golo dos algarvios. Depois os Dragões melhoraram, passaram a sair mais fácil, circularam bem, dominaram, tiveram excelentes oportunidades que Luis Díaz, Otávio e Teremi desperdiçaram. F.C.Porto superior, mas incapaz de materializar, pior, criar chances flagrantes de golo.

Já em cima do intervalo, falta quase em cima da linha da grande área, Luiz Díaz, adiantou os portistas - embora o golo tenha sido atribuído a um defensor da equipa de Paulo Sérgio.


Resumindo, não se pode falar em injustiça, mas foi uma primeira-parte não muito bem conseguida, particularmente nos últimos 20 minutos.

Laterais pouco inspirados, idem para os avançados, Vitinha bem, mas a demorar a soltar.


Em vantagem, o F.C.Porto veio para a segunda-parte com o objectivo de fazer mais um golo, mas faltou mais critério a definir e então a finalizar... um desastre, com Otávio em destaque.

Com o resultado na diferença mínima, o perigo de um golo do Porimonense, mesmo saído do nada, podia acontecer. Era preciso marcar o segundo e ele apareceu. Aos 70 minutos Vitinha mostrou como se faz, aumentou a contagem, deu alguma tranquilidade aos portistas. De seguida saiu Evanilson, entrou Grujic. 

Com uma vantagem confortável, mas não decisiva, era fundamental não relaxar, permitir que os algarvios entrassem no jogo. Otávio cansou-se de falhar, fez o terceiro aos 75 minutos, um excelente golo, concluindo um contra-ataque muito bem delineado, acabou com a história do jogo.

Otávio que saiu juntamente com Vitinha, entraram Pepê e Sérgio Oliveira, logo no minuto seguinte. Mais tarde entraram Corona e Wendell, saíram Luis Díaz e Zaidu.

A perder por três, o Portimonense tentou, mas até ao final houve sempre mais Porto, que podia ter marcado pelo mais golos.


Concluindo, uma vitória justa, clara, da equipa de Sérgio Conceição, com uma exibição que não sendo exuberante, foi muito positiva.


PS - Enquanto a equipa vai fazendo e muito bem o seu trabalho, os administradores, por sinal muitíssimo bem remunerados e que com a SAD numa situação financeira complicadíssima, até se atreveram a receber prémios de gestão, sujeitam-nos a ISTO


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