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Para fechar a época...


Terminou com uma dobradinha à moda do Porto - conquista do campeonato e Taça de Portugal -, a época mais longa, mais atípica e mais difícil, mas muito saborosa, da história do F.C.Porto - as razões, todas as dificuldades que foi preciso ultrapassar, antes do Covid, durante o tempo de confinamento, em que o futebol esteve parado e após o recomeço. Um futebol sem público, sem o entusiasmo e a paixão dos adeptos

É o momento para dizer alguma coisa em jeito de balanço que está de alguma forma condicionado - não vi os últimos 10 jogos, e se é impossível desligar, a disposição para futebóis não era a mesma que antes da pandemia.
E se em 2018, no 1º título de Sérgio Conceição, disse isto:
«Sabem todos que no "meu Porto", em primeiro lugar, para o bem e para o mal, responde o líder do clube e SAD, Jorge Nuno Pinto da Costa. É assim agora que ganhamos, foi assim quando perdemos, é assim que deve ser sempre, na minha opinião. Elogiar e responsabilizar o presidente pelos sucessos, desresponsabilizá-lo e arranjar bodes expiatórios nas alturas em que os objectivos não são atingidos, é um exercício de desonestidade intelectual que me recuso a seguir. Portanto, em primeiro lugar, parabéns ao presidente por mais um título e que título! Mas se é verdade que a escolha de Sérgio Conceição, como está à vista e contra factos não há argumentos, foi uma escolha correcta e esse é mérito deve ser creditado ao líder do clube e SAD - não vou usar o passado recente como contraponto... -, também não deixarei de dizer, porque para mim é uma verdade incontestável, desde que Jorge Nuno Pinto da Costa é presidente nunca a influência de um treinador foi tão notória e contribuiu tanto para a conquista de um título como esta época com Sérgio Conceição na cadeira de sonho. Aliás, esse reconhecimento foi expressado/cantado de uma maneira extraordinária. Tanto que na minha já longa caminhada a acompanhar o F.C.Porto, posso dizer que se já vi treinadores a serem muito exaltados e o seu trabalho de excelência também muito enaltecido - Pedroto, Artur Jorge, Mourinho ou André Villas-Boas, por exemplo - nunca vi nada igual ao que vi domingo no Estádio do Dragão. Se tenho claro que é impossível um treinador ter um apoio unânime, tenho também a certeza que nunca um treinador foi tão consensual, teve do seu lado a esmagadora maioria do portismo, como Sérgio Conceição.»

E mais umas coisas que podem ver AQUI, esta época há muito mérito do treinador, como é óbvio - estes tempos, como disse em Maio de 2018, não são tempos em que quem treina o F.C.Porto arrisca-se a ser campeão. Não, é muito mais difícil agora. É indiscutível e seria preciso muita má-fé ou o cúmulo da desonestidade intelectual não o reconhecer, mas ao contrário do título de 2017/2018, há também muita estrutura - incluo na estrutura o departamento médico superiormente comandado pelo Doutor Nélson Puga, Nélson Puga que junta à competência profissional um portismo praticado que importa realçar - e principalmente, muito Jorge Nuno Pinto da Costa - o facto de ter na minha qualidade de portista muitas críticas a apontar ao presidente e cuja linha vermelha foi o prémio de meio-milhão de euros, numa altura em que o F.C.Porto atravessa uma grande crise financeira, não me impede de elogiar quando entendo que os elogios se justificam. Em vários momentos desta temporada e logo na pré-época, Pinto da Costa teve de intervir e fê-lo bem, unindo as pontas, evitando danos que poderiam ser irreversíveis. Continuou após a eliminação da Champions e em outros momentos em que o sangue ferveu e voltou a tomar posição importante, já depois do recomeço, após o empate na Vila das Aves. Mas onde Pinto da Costa mostrou toda a sua capacidade, sabedoria e experiência, foi no pós-final da Taça da Liga, quando as coisas estiveram muito difíceis e a um passo da ruptura. Nessa semana muito complicada, a intervenção presidencial não só evitou o pior, como criou condições para a retoma que veio a culminar numa dobradinha à moda do Porto. Ganhar campeonato e Taça de Portugal numa época que pelas circunstâncias que a envolveram, pelo tempo que durou, foi muito difícil, é um feito notável e  mostra a verdadeira força de um clube que não se verga. E se esta época teve no presidente e no treinador, os dois principais artífices, sem esquecer todos os que estão ligados ao futebol do F.C.Porto, os jogadores - são eles que no campo conseguem os resultados que dão títulos -, deve ser elogiado também os adeptos do F.C.Porto, claques, mas não só, porque nunca desmobilizaram, mesmo em momentos que tudo parecia perdido.
Para ver tudo isto destacado ao nível do feito conseguido, teríamos que reinventar Portugal - ver à frente mais umas coisas sobre o assunto.

Dito isto, porque o futebol não pára e a próxima época é já ali, importa referir mais o seguinte:
Este título foi por muitas razões, importantíssimo - nem quero imaginar o que aconteceria se o F.C.Porto não fosse campeão, tivesse de disputar uma pré-eliminatória da Champions e regressar ao trabalho já na próxima semana -, mas não é a panaceia que de repente vai resolver todos os problemas do F.C.Porto e que são muitos.
O passivo continua em valores demasiado elevados - perto dos 450 milhões de euros -, os capitais próprios continuam negativos - acho que em cerca de 80 milhões -, entre outros encargos, há no próximo ano dois empréstimos obrigacionistas para pagar - 70 milhões. Portanto, vamos ter de vender - espero e desejo que o façamos bem -, mas em simultâneo temos de formar um plantel que esteja à altura das responsabilidades do F.C.Porto, permita ao treinador lutar por todos os objectivos internos - contra um rival que tem um presidente capaz de todas as loucuras para continuar a liderar o clube do regime. Vieira que mantém o discurso populista, demagógico e trauliteiro que o caracteriza, Vieira que promete agora aquilo que prometeu há mais de uma década e nunca conseguiu. Vieira que tem consciência que sem o chapéu do SLB, o fantasma do que aconteceu a João Vale e Azevedo o vai atormentar e de que maneira no futuro a muito curto prazo. E como treinador um bazófias, arrogante, endeusado e idolatrado, a quem tudo é permitido - e fazer boa figura na Champions, mantendo intocável o prestígio que adquiriu e o mantém como único clube fora dos cinco principais campeonatos do futebol europeu a ganhar a prova rainha da UEFA. Um feito notável, extraordinário, mas que nunca teve neste país o destaque merecido, é preciso repeti-lo até à exaustão.
Seria sempre uma tarefa hercúlea e um grande desafio em tempos normais, muito mais difícil em tempos de pandemia... Mas que vamos ter que ultrapassar e vencer. Espero sinceramente que os erros que atiraram o F.C.Porto para uma situação dificílima não se repitam.

O feito do F.C.Porto, CAMPEÃO e VENCEDOR DA TAÇA DE PORTUGAL, numa das épocas das mais ricas da história do futebol português, já passou para terceiro plano. Sim, pelas circunstâncias em que foi disputado; pelas alternâncias na classificação ou sobre oportunidades perdidas para remontar, ou consolidar; sobre quem se adaptou melhor a este futebol sem alma, sem entusiasmo e sem a paixão da essência do futebol, os adeptos, que ficaram do lado de fora do estádio. Pelo que foi dito sobre quem queria e não queria jogar; sobre quem trabalhou sempre ou sobre quem fez férias; sobre a influência da vitória portista no jogo do Dragão com o Benfica; sobre a entrada em falso dos azuis e brancos a que se juntou uma eliminação na pré-eliminatória da Champions que deixou marcas profundas; ou chegar a Janeiro a sete pontos do líder e a recuperação final, mesmo que ainda tenham acontecido vários sobressaltos, é um verdadeiro caso de estudo. Este campeonato e este Porto CAMPEÃO e VENCEDOR DA TAÇA DE PORTUGAl, devia merecer um tratamento justo e detalhado, honras de vários programas de rádio e televisão, destaque nos jornais. Mas como temos assistido não é nada disso que acontece. E o que vemos agora? Agora vemos novamente a exaltação e a apologia da mediocridade. Os que rasgaram as vestes pela saída de Jesus para o Sporting, já se juntaram à festa, a prostituição intelectual está aí e em força. Só dá Jesus. Voltaremos ao tempo do Iron Man, do Catedrático, Mestre da táctica e afins, a arrogância e a bazófia estão de regresso, as calinadas e pontapés na gramática voltarão a ser perdoadas, porque o homem, pasme-se, é um Doutor do Povo.

Duas notas finais:
O que fica para a história são os títulos, não há campeonatos onde se apurem campeões de show de bola, recitais, nota artística, ópera... Mas se este Porto é, foi sempre competitivo e não há nada a apontar à atitude, espírito de sacrificio e devemos elogiar a capacidade desta equipa para nunca ter ficado no chão, quando caiu logo se levantou. E nesta matéria é justo referi-lo, o treinador teve um papel decisivo - a chamada azia boa, que dá ganas, obriga a reagir, a uma mudança rápida de comportamentos, a depressão nunca se instalou, a vontade de querer alterar e mudar a situação, em contraponto com a azia má, aquela que deixa as pessoas incapazes de reagir, prostradas -, bem como dizer que este Porto é dos melhores de sempre no trabalhar e aproveitar os lances de bola parada, é importantíssimo no futuro melhorar na qualidade exibicional. Por todas as razões, mas porque é uma máxima do futebol, quem joga bem está sempre mais perto de ganhar.

Se o Benfica levou uma lição daquelas que devia levar a reflectir, mas pelo que vamos vendo, não aprenderam nada, o que dizer de alguns comentadores, analistas, jornalistas, supostamente isentos? Uma vergonha, um escândalo, comportamentos que nem no tempo da outra senhora se viam.
Que dizer de alguns desses moralistas que se apresentam como defensores de um futebol português mais competitivo, equilibrado, por isso, melhor, mas que fazem tudo e quando digo tudo, é mesmo tudo, até se prostituírem, para que o clube do regime tenha sucesso? O que dizer de alguns ratinhos, pequenos em tudo, que sonhavam com um Benfica a esmagar a concorrência e agora até estrebucham, perdem completamente a compostura e não conseguem disfarçar o incómodo que lhes causou este sucesso do F.C.Porto? Dizer-lhe, inchem, inchem muito, mas não rebentem, vocês são muito importantes para manter o F.C.Porto e os portistas em estado de alerta. Até podemos andar desencantados, tristes, zangados com algumas coisas que se vão passando no nosso clube, mas quando tocam no F.C.Porto... tocam em todos e nessa altura estamos unidos, fortes, somos sempre solidários.
A coisa está de tal maneira em alguma comunicação social, que chegam ao ponto de mentir, sabem que estão a mentir descaradamente, mas nem se preocupam, nem se importam de ser gozados e ridicularizados. Ética, deontologia, rigor? Mas o que é isso? Dizer que Cavani pode vir para o Benfica por 2,5 milhões/líquidos /ano, mesmo com um prémio de assinatura de 8 milhões, é um bom exemplo...

PS - Espero que o pequeno e 10 anos atrasado, clube lá do Norte, como eles costumam dizer, não seja um dos principais temas de conversa nas eleições do mais maior, melhor, grande, clube do planeta...

Terminou com uma deliciosa dobradinha à moda do Porto, uma época que chegou a parecer perdida


A pressão e coacção sistemática do Benfica e da sua propaganda de cartilheiros, freteiros e recadeiros, acerca da pseuda invasão do centro de treinos dos árbitros, na Maia, com falsas ameaças a Artur Soares Dias, junto com o ataque descabido sobre a arbitragem do árbitro da AFP, no último F.C.Porto 3 - Benfica 2, em que Luís Filipe Vieira fez alusão à pastelaria do arbitro, razão para que Artur Soares Dias tenha prejudicado o SLB, uma mentira esfarrapada, deu nisto. Cobarde até dizer basta, pressionado e coagido, Artur Soares Dias prejudicou gravemente o F.C.Porto - já vi os lances, o duplo amarelo e expulsão de Luis Díaz, é surreal -, mas nem assim impediu a vitória dos Dragões.
Ganhar ao Benfica, a jogar com 10 desde o minuto 38 da 1ª parte, foi um belo postal do que foi esta temporada. Quando ninguém esperava, o F.C.Porto levantava-se do chão, era capaz de lutar, como aconteceu hoje, contra 14 e surpreendia até os menos crentes.
Terminou assim, com uma deliciosa dobradinha à moda do Porto, uma época muito cumprida, difícil e que chegou a parecer perdida.

Como digo e repito muitas vezes, seria tudo tão maravilhoso no futebol e porque não, no desporto português, se o F.C.Porto estendesse a passadeira, prestasse vassalagem, se contentasse apenas com umas migalhas. Temos pena, mas não somos dessa raça...

Nota final:
Quando houver oportunidade falaremos desta época, uma época que fica para a história como um verdadeiro caso de estudo.




Qual Jorge Mendes, qual carapuça...


Mas quem é que a SIC pensa que engana?
Os precursores de programas onde a ética e a deontologia eram sistematicamente violadas, como Os donos da bola, mais tarde rebaptizado pelo povo do futebol, para Os porcos da bola; uma estação de televisão que num dos programas que agora termina, O dia seguinte, permitiu durante anos e anos as maiores tropelias a Rui Gomes da Silva e que só o mandou para canto quando ele se afirmou como candidato às eleições do Benfica e começou a cascar em Vieira; SIC que mantém um programa, Tempo extra, com Rui Santos, esse rato de esgoto, cuja única virtude é ser um anti-portista e pintista primário e que foi apenas com base nessas premissas que emergiu e se mantém; que escolheu Rui Santos ara participar no Play-off, junto com duas grandes figuras de F.C.Porto e Sporting, como são Rodolfo Reis e Manuel Fernandes, mais Ricardo Rocha, que não estando para o Benfica como os citados estavam para Dragões e leões, foi campeão na Luz e internacional português, apenas para perturbar, confundir, desestabilizar; sem esquecer os pré e pós match, onde alguns analistas e comentadores têm um histórico de má-língua contra o F.C.Porto, que é bem conhecido; ou, para terminar, o "Mercado aberto" em que o tempo de antena dado ao Benfica, através desse cartilheiro e vendedor de banha da cobra, Luís Aguilar, é esmagador; vêm agora falar em toxicidade, quando, no "Dia seguinte" de agora, com Vasco Mendonça, Rodrigo Roquette e Paulo Baldaia, não há qualquer comparação com o passado? Mas quem é que a SIC pensa que engana?
Tudo isto está relacionado com as eleições do Benfica, eleições em que Vieira, acossado por todos os lados, pela 1ª vez vai ter oposição a sério. O resto é tanga...

É falso! Sei de fonte fidedigna que quem está reservado é Nélson Veríssimo.


Claro que o Fofa com U, não é tóxica, é uma quiduxa!



É verdade, senhor presidente, tem toda a razão. Mas os clubes têm muitas culpas no cartório. Os clubes, como grandes sustentáculo do desporto em Portugal e que, particularmente no futebol, pagam milhões de impostos, dão empregos, directos e indirectos, a milhares de pessoas, ajudam e de que maneira, a restauração, transportes e tantas outras actividades económicas, deviam estar unidos e sem complexos, exigirem aquilo a que têm direito. Mas como andam sempre entretidos em guerras, não raras vezes, de alecrim e manjerona, dão pretextos ao governo e no caso à DGS, para tomar decisões que são autênticas aberrações. Eles sabem que tirando uma ou outra declaração, como aconteceu agora com Jorge Nuno Pinto da Costa - que nesta matéria, justiça lhe seja feita, tem sido caso único nesta luta que até ao momento é uma luta perdida -, ninguém lhes cobra nada quando tomam estas decisões, Mais, os clubes e quem os representa na FPF e LPFP, no caso do futebol, e outras federações nos chamados desportos de pavilhão, por exemplo, quando os políticos aparecem a colar-se a sucessos desportivos, colectivos e individuais, deviam ser duros a dizer-lhes que não são bem-vindos e mais que parabéns e palavras bonitas e de circunstância, querem coisas concretas e que os ajudem a ultrapassar este momento difícil, exactamente como fazem com qualquer outra actividade económica.
E porque vem a talhe de foice, li que o governo vai autorizar a reabertura de bares e discotecas..., mas e não se riam, obriga-os a fechar às 20 horas. Se isto não é gozar com quem está ligado a estas actividades, é o quê? 

Goleada de 6-1 ao Moreirense e despedida em beleza de um estádio do Dragão, lamentavelmente vazio


Como não consigo ver estes jogos, socorro-me da opinião dos amigos, dos resumos, do que leio e oiço. E é unânime: o F.C.Porto fez uma exibição de qualidade, com a segunda-parte de alto nível. Houve jogadas muito bem delineadas, golos bonitos, enfim, uma despedida em beleza do Dragão.
Dito isto, importa dizer mais o seguinte:
O que fica a história são as vitórias e os títulos, amanhã quando se recordar a época 2019/2020, a mais longa e mais difícil da história do futebol português - as razões nem precisam de ser assinaladas...-, ninguém vai querer saber se as exibições são boas, assim-assim ou más. Não há campeonatos de notas artísticas. Como não há nenhum adepto que prefira perder  fazendo uma exibição de gala em vez de ganhar a jogar mal. Mas, se não se pode jogar sempre a um nível alto, o F.C.Porto tem e a espaços provou-o, gente para juntar o útil ao agradável. Até porque e é uma máxima do futebol, quem joga bem está sempre mais perto de ganhar.

Nota final:
Quem é apaixonado pelo futebol e pelo F.C.Porto e assiste pela televisão àquela cerimónia da chamada dos jogadores e técnicos, ao palco, entrega das medalhas e da taça de campeão, com o entusiasmo dos adeptos a ficar do lado de fora e um estádio vazio, só pode sentir uma grande tristeza, torcer para que tudo seja diferente no futuro próximo.

PS 1 - Enquanto o F.C.Porto festeja, os propagandistas e vendedores de banha da cobra passam horas e horas de novela em novela, nem que para isso tenham que inventar cenários mirabolantes, contratações estratosféricas primeiro de técnicos e agora de jogadores e que sabem a priori serem uma impossibilidade.

PS 2 - Regressa hoje do exílio no Brasil, D.Jesus, o Salvador da Pátria.
Soltem os foguetes, saltem, cantem, dancem, bebam até cair para o lado. Portugal está salvo.
"Bem-aventurados os pobres de espírito, pois deles é o Reino dos céus."

PS 3 - Nakajima jogou, foi campeão, não esteve no Dragão, não foi chamado ao palanque, não recebeu a medalha.
Salvaguardando as questões mais delicadas e que podem estar relacionadas com a intimidade pessoal do jogador e família, sobre  aquestão profissional, não havia possibilidade do F.C.Porto dar uma explicação que clarificasse e acabasse com as muitas especulações que estão por aí?

PS 4 - Estas aves marcianas com tentáculos de polvo, devem ser investigadas até às últimas consequências. A peça do Público sobre a promiscuidade e os negócios altamente suspeitos entre o Aves e Benfica, toca em muitos pontos da ferida e nãoo pode cair em saco roto.

PS 5 - James, Cavani e Everton Cebolinha, mais Jesus e Deus... vou fugir para a ilha!

Parabéns, F.C.Porto, bicampeão nacional 2019/2020


Não, não é engano. O F.C.Porto ganhou o campeonato num futebol normal e ganhou o campeonato numa espécie de futebol. Sim, porque quando a alma, entusiasmo e paixão ficam do lado de fora do estádio, isso, para mim, não é futebol.

Como sabem a minha opinião era que o campeonato devia ter terminado quando foi interrompido. Não foi assim e já que pelas razões conhecidas teve de se jogar, ficou provado que, ao contrário do que o Benfica e os seus propagandistas andaram a dizer, o F.C.Porto não tinha medo de jogar.


É mentira!


Não, não e não! É mentira! Um, porque o saco não pode ser azul. Dois, porque não vem nas lixeiras da cofina. Três, mas o que é que o Vieira tem a ver com o Benfica? Quatro, porque Vieira é um anjinho que não se mete em nada dessas coisas...



Só o F.C.Porto é que atrapalha...
Ontem, um treinador teve a vergonha que faltou ao árbitro e substituiu um jogador aos 33 minutos, tantas ele tinha feito para ser expulso, mas safou-se com apenas um amarelo: hoje ficamos a saber que o TAD ilibou o SLB de cumprir cinco jogos de castigo; se a isto juntarmos a novela Jesus, que, como boa novela até mete traições; ou a forma complemente distorcida e intelectualmente desonesta como são analisados por alguns comentadores cartilhados a assuntos que envolvem o Benfica; facilmente constataremos que com Covid ou sem Covid, o futebol português continua sob os efeitos de um polvo gigantesco com tentáculos que se multiplicam a toda a hora, mal um é abatido logo outro se levanta.



Não estou minimamente preocupado com a estética...


Sejamos claros: depois de em determinada altura da época o campeonato parecer perdido - agora que as coisas melhoraram substancialmente não falta quem diga que acreditou sempre. Enfim, o cinismo, mentira e a hipocrisia são uma característica muito comum entre os portugueses e nesta matéria não há factores clubísticos que os distingam -, não vale a pena conjecturar muito...
Sei e sou apologista da tese: quem joga bem está sempre mais próximo de ganhar. Mas a importância deste título para o F.C.Porto é tal que não estou minimamente preocupado com a estética... e se no futebol normal, digamos assim, o F.C.Porto raramente jogou bem, nestes jogos à porta fechada, sem o entusiasmo e a paixão do público, as expectativas de shows de bola eram muito reduzidas.
Resumindo, estamos numa situação privilegiada, mas estes não são tempos para bazófias nem arrogância.

Que nenhum portista se preste a estas chouriçadas.


Notas finais:
De facto o Aves é fod...o. Pena que o empate com o F.C.Porto só tenha rendido um ponto e não dez...

Vieira, dizem, deixou no ar a possibilidade de não se recandidatar e parece que há quem acredite nessa hipótese. Não me façam rir... qual é a alternativa à presidência do Benfica? A choça?


Senhor Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, depois de ter condecorado o Vítor Serpa, director da Bola, que pena o Senhor não ter aproveitado a oportunidade para condecorar também o sub-director, Fernando Guerra, o conhecido Reco-reco anormal. Seria uma espécie de dois em um. Basta ler o artigo em cima para perceber a injustiça cometida.

"Só quem nunca jogou à bola é que não vê que é falta sobre Rúben Dias."


A Bola deu nota negativa - 4 numa escala de 0 a 10 - ao árbitro João Pinheiro, no Benfica 3 - S.Clara 4. Porquê? Não era penálti de Rúben Dias. "Só quem nunca jogou à bola...", diz esse catedrático do futebol chamado Hugo Vasconcelos - será que também é das escolas do Damaiense? O moço ficou da tal maneira zangado e aziado que descarregou a frustração em João Pinheiro e até contrariou o insuspeito Duarte Gomes, que não viu falta nenhuma e considerou a arbitragem, excelente.

Ao ouvirem e lerem tudo o que as virgens ofendidas, ratos de esgoto e ratos de sacristia, freteiros, recadeiros, cartilheiros e afins, disseram sobre os ataques sofridos por Nuno Santos, após a expulsão no Rio Ave 1 - Benfica 2, Jackson Martínez e todos aqueles que não vai há muito tempo foram vítimas das mais tenebrosas campanhas, com denúncias anónimas na PJ em jogos frente ao F.C.Porto, não conseguem encontrar explicações e só se interrogam: até onde vai a desfaçatez, falta de pudor e vergonha na cara de alguns contorcionistas e malabaristas com coluna de plasticina da nossa praça?

É tão fácil sem bom rapazinho quando tudo corre maravilhosamente...
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Obrigado, Facadinhas!


O centralismo doentio em todo o seu esplendor, sob os auspícios do Facadinhas - só faltou o Vieira.
O que é bom para Lisboa, é bom para Portugal. E até 2026 já está prometida a migalha, uma final europeia no Porto.
Obrigado, Facadinhas!

Ninguém ganha guerras, no caso uma guerra sem quartel contra um polvo de muitos e gigantescos tentáculos e contornos mafiosos, com tropas que no campo de batalha nem os mínimos conseguem fazer.
Isto não vai lá com gritos de revolta, rodinhas e beijos no emblema. Temos de ter qualidade de jogo, competência, eficácia, fazer os diagnósticos correctos, encontrar as melhores terapias.
Que todos estejam cientes da importância que tem para o F.C.Porto a conquista deste título.

Na época passada quando liderávamos o SLB estava a sete pontos, Rui Vitória tinha saído e na Luz se cantava, já só falta o Vieira, também por culpa própria - sim, não podemos reduzir tudo aos erros dos árbitros -, desperdiçamos a vantagem, deixamos fugir o título, demos-lhes um balão de oxigénio, permitimos o regresso da arrogância, do trauliteirismo, da bazófia. Que depois de uma recuperação que parecia improvável e irreversível, mas que aconteceu - com o mérito inerente a quem nunca desistiu -, não deitemos agora novamente tudo a perder, não voltemos a dar pérolas a porcos.

E já agora, também dos Senhores Presidente da República, Assembleia da República, 1º Ministro, Ministro da Educação e como os últimos são os primeiros e ex-aequo, os grandes obreiros da CL em Lisboa, os notáveis Fernando Gomes e João Paulo Rebelo.

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