Populares Mês

S.C.Vila Real 0 - F.C.Porto 6. Póker de Adrián López na festa da Taça


Não vi o jogo, por isso não posso dizer muito... embora pelo resultado se possa concluir que a equipa claramente favorita, justificou o favoritismo, venceu natural e tranquilamente, por números que dizem tudo acerca da sua superioridade. E se no resultado não houve Taça - isto é, não houve surpresa -, já em tudo o resto o espírito da Taça esteve bem presente em Vila Real.
Desde logo, jogo disputado na casa da equipa que saiu no sorteio e com o F.C.Porto a dar uma grande ajuda, colaborando no sentido que se reunissem as condições ideais para que o jogo fosse disputado no Monte da Forca - o mesmo não fez o SLB na Sertã. Mas compreende-se, as toupeiras precisam de relvados de excelência para poderem fazer bem o seu trabalho.
Também porque os jogadores do S.C.Vila Real jogaram no seu habitat natural, com as vantagens inerentes. Se a diferença de valores é enorme e está bem expressa no resultado, se o jogo fosse disputado noutro estádio a diferença ainda seria muito mais notória.
Sem esquecer que assim foi possível haver festa fora e dentro do campo, a capital de Trás-os-Montes receber o campeão nacional, com tudo o que isso significa para os transmontanos, incluindo o comércio da cidade.
Como normalmente nestes jogos frente a equipas inferiores, os treinadores aproveitam para fazer alterações, dar oportunidade aos menos utilizados, sem poder falar de João Pedro, Jorge, Bazoer ou Marius, aquisições desta época, importa destacar o póker de Adrián López. Mesmo frente a uma equipa muito inferior, quatro golos são sempre quatro golos. Disseram-me maravilhas da exibição do Óliver, mas como quem me disse é suspeito...
Para terminar, pelo que li, ouvi e me contaram, o F.C.Porto respeitou o adversário, fez um jogo sério e competente.
Agora preparar bem o jogo de Moscovo, frente ao Lokomotiv. Uma vitória na capital da Rússia é colocar um pé nos oitavos-de-final da Champions.

Coitados!
O chiqueiro da queimada de anteontem traz em destaque de capa que Andreia Couto, ex-directora executiva da Liga, foi despedida e está a ser investigada por ter passado contratos para o exterior - ontem, não deixando os seus créditos por mãos alheias, o lixo da manhã junta-se à festa, faz um grande filme, sempre com direcção bem definida.
Reacção e conclusão dos benfiquistas:
Andreia Couto, irmã de Fernando Couto; Fernando Couto, F.C.Porto; logo, o F.C.Porto está metido no assunto; afinal também há toupeiras azuis e divagações até ao delírio.
Se lessem uma das peças que está no interior do chiqueiro, facilmente constatariam que não é bem assim.
Ora vejamos:
«Discreta, mas assertiva, foi muitas vezes objecto da eterna guerra de bastidores entre F.C.Porto e Benfica, sendo, a partir de determinado momento, vista pelos Dragões como alguém que tinha grande proximidade com as águias.»

E agora a melhor parte:
«Recentemente o seu nome foi associado ao caso dos e-mails, tendo vindo a público uma troca de correspondência com Paulo Gonçalves, ex-director jurídico do Benfica, em Outubro de 2013, a propósito da destituição de Mário Figueiredo. Entretanto o Expresso divulgou, a 24 de Junho de 2017, um e-mail de Paulo Gonçalves para Luís Filipe Vieira, a pedir bilhetes para a final da Liga Europa diante do Sevilha, em 2014, para quatro pessoas que tinham ajudado o Benfica no passado, por inexcedível cuidado e apreciação de todos os requerimentos do SLB ao longo da época. Uma das pessoas era Andreia Couto»
Coitados!

Que o Rui Pedro Braz não passa de um faccioso, tendencioso e sectário, um cartilheiro sem ética e ao serviço do SLB, tem barbas, já não é de agora. Que é capaz de dizer uma coisa e o seu contrário sempre com o objectivo de servir o clube do regime, idem aspas. Portanto, como já disse e repeti, mais que bater no rato de esgoto, é preciso colocar em causa e agir contra quem sabendo que o Brazzado é isso tudo, o mantém em espaços onde devia haver rigor, isenção, equilíbrio e equidistância, a TVI. Enquanto isso não for feito, não adianta nada bater na criatura, ele não tem vergonha na cara, nunca vai mudar.



Nem fazendo um grande esforço consigo ultrapassar


Há quem, a olhar para um filme chamado F.C.Porto, e porque apenas quer bater no produtor, realizador, intérpretes, tenda a ver apenas as partes más, as boas passam-lhe ao lado. Como não funciono assim, procuro aprofundar, vou deixar mais uns bitaites, alguns que já não são novidade para quem frequenta o Dragão até à morte, há algum tempo.
Alguém acredita que se o F.C.Porto, clube grande, mas da segunda cidade de um país pequeno, pobre e descaradamente centralista, não ousasse, arriscasse, apenas se limitasse a gerir os recursos disponíveis, alguma vez tinha ganho o que ganhou cá dentro e principalmente lá fora? SETE títulos internacionais, vão muito para além do sonho. Não, não acredito e ninguém de boa-fé acredita. Mas ganhou. E ganhou porquê? Por muitas razões, mas particularmente porque TINHA uma liderança forte, corajosa, o melhor gestor de riscos do futebol mundial, Jorge Nuno Pinto da Costa.

Dois exemplos que até são anteriores à SAD:
Começou logo com a contratação de Fernando Gomes, ao Gijón, quando o F.C.Porto não tinha dinheiro nem para mandar cantar um cego. Um acto de gestão arriscado, complicado, mas bem sucedido e cujo sucesso foi indiscutível.
Em 1987, o FCP tinha um plantel com Madjer, Futre, Gomes, Juary, Casagrande, Jaime Magalhães - para referir apenas os atacantes -, muito acima das suas possibilidades, tanto que após uma derrota comprometedora em Alvalade e que praticamente nos afastou do título, Pinto da Costa disse no balneário, ou eliminamos o Brondby, ou vamos ter graves problemas até ao final da época. Fomos campeões europeus, um feito extraordinário, o pequeno F.C.Porto derrotou o gigante Bayern.

Depois, já com SAD, foi com uma política desportiva que passava por contratar bem, valorizar, transferir com mais valias, reinvestir, mais uma vez ousando e arriscando, que o F.C.Porto venceu a Taça UEFA e no ano seguinte conseguiu esse feito notável e único que foi vencer a Champions League.
Posteriormente, foi também assim que o F.C.Porto foi tetra - Co Adriaanse e Jesualdo Ferreira - e podia ter sido novamente penta, não fossem alguns fenómenos que à luz do que se vai sabendo hoje, se explicam facilmente. Mas se não foi penta, após um hiato de apenas um ano, voltou a ser tri - André Villas-Boas e Vítor Pereira - e a fazer novamente história, vencendo mais uma prova europeia, a Liga Europa - durantes estes anos também se cometeram muitos erros, não há nenhum clube que não os cometa, perfeição no futebol é utopia, mas o saldo era claramente favorável. 

Depois tudo se precipitou, o F.C.Porto entrou no ciclo mais negativo do longo consulado de Jorge Nuno Pinto da Costa - 4 épocas sem meter a mão ao prato -, felizmente quebrado na época passada, mas é notório, pelo menos para mim, este já não é o mesmo F.C.Porto.
Quando no F.C.Porto um treinador teve tanto poder como teve Julen Lopetegui, ao ponto de até lhe ser permitido assinar contratos com jogadores? Mas ao mesmo tempo como foi possível não o apoiar, deixá-lo desde o primeiro dia ser cozinhado em lume brando e a lutar sozinho contra um polvo gigantesco? E se as coisas já não estavam muito bem, não foi aqui que começaram a descambar para a situação muito complicada que enfrentamos neste momento?

É verdade e tenho plena consciência disso, os tempos são outros, mas neste Porto dos últimos seis anos estão a acontecer coisas que são a antítese do que era o F.C.Porto do passado, acontecem coisas que por mais esforços que façamos, não conseguimos compreender e essas não são apenas consequência da conjuntura, são manifestamente culpa de quem dirige.

Ter como capitão de equipa um jogador que não saiu quando devia e pode sair a custo zero no próximo Verão - depois de já terem saído também a custo zero, Reyes e Marcano -, quando podia ter rendido perto de duas dezenas de milhões de euros; ou ter uma SAD que julga estar a fazer um trabalho tão bom que até se acha no direito a ser aumentada em 17%, em tempos de crise e com o F.C.Porto sob a alçada da UEFA, por ter violado o fair-play financeiro, são dois exemplos significativos, mas que estão muito longe de ser as excepções que confirmam a regra.

Como saímos daqui? Sinceramente, não sei. Em 2010, após a perda do campeonato do túnel da pouca vergonha, vi - e escrevi - o presidente a dar um murro na mesa, determinado em dar a volta. Deu. Agora, tirando uma ou outra declaração, não vejo a mesma coisa. Mais e pior, quando o F.C.Porto enfrenta uma situação muito complicada, com as contas a serem motivo de grande preocupação, um passivo que é o maior de sempre e depois de já terem aumentado os lugares anuais mais de 8%, saber que o presidente e os restantes administradores aceitaram um aumento salarial de 17%, é, repito, algo que nem fazendo um grande esforço consigo ultrapassar.

Se há momentos que nos fazem vacilar, a vontade de dizer chega, é muita, este seguramente é um deles. Sinto-me, enquanto portista, totalmente desrespeitado.

"Comunicação Social do Porto", por Gil Lopes


Como não sou da cidade do Porto, gostaria de perceber o porquê de na 2ª maior cidade do país não existir comunicação social que represente devidamente o que de bom se faz na cidade, nas cidades periféricas, no distrito do Porto e até na região norte do país. É algo que não compreendo e que gostaria que alguém me esclarecesse, porquê é que as forças vivas da cidade, as suas gentes, a sua industria, a sua força política deixou que a cidade se subalternizasse ao poder de Lisboa e consequentemente à comunicação social que vem da capital. É que com isso vem também o poder da influência, o poder de manipulação das mentes mais desatentas que assim vão consumindo uma informação adulterada à partida e que apenas olha para o bem da sua capital, deixando de propósito o resto de lado.
E isto não se vê apenas num sector, observa-se em muitos sectores e assim a manipulação da informação vai crescendo, e no futebol então nem se fala: todos os órgãos de Comunicação Social de Lisboa manipulam no que concerne á informação que passam para todo o pais, pois defendem em primeiro os clubes mais representativos da capital e em muitos casos, consideram até os adversários de outras cidades como inimigos dentro do próprio pais. E dai eu perguntar: mas será que na cidade do Porto, as pessoas, os consumidores de Comunicação Social não se apercebem dessa manipulação?
E se se apercebem, o que fazem realmente para combater este estado de coisas?
Será que não há empresários ou empresas com capital económico e social no Norte, que em conjunto com as suas gentes e com o poder político não consigam criar e manter um ou vários Orgãos de Comunicação Social(OCS) para que se possa equilibrar o estado actual?
Se olharmos para cidades que não são a capital de muitos países europeus, verificamos que têm localmente OCS que lutam pelos interesses da sua região, em vários sectores.
E pergunto, qual foi o maior porta estandarte da cidade do Porto nos últimos 40 anos por esse Mundo fora?

Para mim, a resposta é óbvia, foi o F.C.Porto, que através das suas conquistas internas - mais que muitas - e principalmente externas - 7 internacionais.
Agora imaginemos uma cidade do Porto apenas com conquistas residuais internas e sem conquistas externas, como um ou dois títulos de 10 em 10 anos, será que a cidade do Porto teria o reconhecimento que tem hoje pelo Mundo fora? Ou estaria já completamente subalternizada pelo poder colonial de Lisboa?
Será que as vitórias do F.C.Porto não trouxeram à cidade e ao norte em geral um retorno, seja financeiro, seja comercial, seja de visibilidade, logo turístico, seja até de alguma Comunicação Social estabelecida no Norte que conseguiu a seu tempo ter alguma repercussão a nível nacional?
Mas se é preciso avaliar que todas as conquistas do F.C.Porto trouxeram á cidade um reconhecimento novo - últimos 40 anos - e que não existia antes, de onde vieram muitos benefícios dessa nova situação, acredito que também se criaram novos “inimigos”, e este é um ponto onde quero chegar.
Neste momento existe um clube que domina claramente em vários aspectos o País, desde políticos até judiciais, passando claro pela Comunicação Social, e aí pergunto eu: se a cidade do Porto tivesse outra força, tivesse uma Comunicação Social própria, não deveria denunciar todas as práticas ilegais e de corrupção que vem sendo praticadas pelo clube do regime?
Não seria altura do Porto cidade, começar a criar valências próprias para combater o centralismo que existe em Portugal, e isto em todos os sectores, desde económicos, sociais e desportivos? É impossível que na cidade do Porto não exista mais massa critica para contrariar este estado de coisas.
É que por muito que nós tenhamos desejo que o país seja justo para todos, isso não vai acontecer sem que se faça algo. Deixar andar as coisas como estão atualmente só vai fazer com que o poder seja mais absoluto na capital e tudo ao seu redor seja realmente paisagem. Como eles querem, aliás.

Por todas as razões, Herrera devia ter saído no último mercado de transferências


Herrera, 28 anos, 6 anos de F.C.Porto, último ano de contrato, sem nenhuma perspectiva de renovar por valores dentro das nossas possibilidades; valorizado por um excelente mundial e por isso com propostas para sair por valores acima dos 20 milhões de euros; não era a hora de sair? Claro que era. Obviamente, como sempre acontecia, a substituição já estava tratada ou em vias disso. Porque não saiu? Expliquem-nos, mas sem sofismas, com conversas que só convencem quem quer ser convencido.

O treinador queria muito o jogador? OK, é compreensível, todos os treinadores funcionam assim, mas atendendo às circunstâncias referidas anteriormente e partindo princípio que ia ter um substituto para Herrera, Sérgio Conceição não era sensível aos superiores interesses do F.C.Porto?
E agora, com o estigma de quem está a pedir uma exorbitância para renovar, como vai ficar a situação do jogador e capitão!, junto de uma grande parte dos adeptos do F.C.Porto? Por exemplo, o que acontecerá se amanhã o mexicano cometer um erro grosseiro?
Sinceramente, há coisas a acontecer no F.C.Porto que, pelo contraste com o passado, só me fazem querer fugir para a ilha.

Só pode ficar surpreendido quem, desde que Vieira é presidente do SLB, viveu em Marte


Só pode ter ficado surpreendido com o que aconteceu antes e no final do Benfica - F.C.Porto, quem, desde que Vieira é presidente do SLB, tenha vivido em Marte. Aquele é o modus operandi do clube do regime. Exemplos que ultrapassam todos os limites são às centenas, começam no presidente, passam por outros dirigentes, continuam nos cartilheiros e paineleiros avençados e terminam naquele antro de má-língua que é a BTV. Podemos esperar que um clube presidido por alguém sem nível e sem educação, um carroceiro da pior espécie, tenha comportamentos dignos, correctos e com um mínimo de respeito pelos seus adversários? Não!

Outra pouca vergonha e um escândalo sem paralelo na europa do futebol e que aqui já tantas vezes foi falado, são os jogos do Benfica, em casa, serem transmitidos pela BTV.
Se em Portugal as instituições funcionassem e não tivessem medo do papão dos seis milhões; a comunicação social fosse séria e tivesse a mesma coragem que tem para apontar o dedo quando outros têm comportamentos desviantes, outro galo cantaria. Mas como para isso seria preciso uma nova revolução, tudo vai continuar na mesma. E nós F.C.Porto também temos culpa. Dou um exemplo simples e recente:
Quando aquela pocilga que tem sede na Travessa da Queimada, acha normal e natural - foi apenas uma escolha peculiar, disseram eles -, a música escolhida para provocar o F.C.Porto, desde os seus profissionais até aos seus adeptos, mas depois diz que Sérgio Conceição incendiou a Luz, quando na saída do campo apontou para o emblema do F.C.Porto - não foi certamente porque lhe estavam a atirar pétalas... -, na próxima conferência de imprensa de antevisão, se o chiqueiro se atrever a fazer perguntas, espero que o Sérgio reaja e diga aquilo que precisa de ser dito.

Notas finais:
Ou pegamos nisto a sério e vamos até às últimas consequências, exigindo a quem de direito que tome providências, ou tudo vai continuar na mesma. Sim, porque, por mais que nos nossos espaços de comunicação denunciemos estas nojeiras, apenas lhes estamos a fazer umas cócegas.
Podem dizer que sou fundamentalista e radical, mas lamento que haja portistas que tendo oportunidade de dizer olhos nos olhos, cara a cara, algumas verdades a certos escroques que apenas existem para fazer fretes ao SLB e alimentar o mais primário anti-portismo, se encolham e não digam nada.

Também há quem na nossa casa, nos nossos espaços de comunicação, se porte como uma espécie de provedor, não do adepto, mas contra o adepto, seja muito lesto a apontar o dedo e já sobre as constantes poucas vergonhas de que o F.C.Porto é vítima, aí já não há tesão...

Mesmo quando não reagimos às mais foleiras provocações e temos comportamentos exemplares, andam sempre à procura de qualquer coisa para se meter connosco. Passamos sempre pelos maus da fita. E então nós quando temos toda a razão do nosso lado, parece que temos receio de ir para cima deles com tudo?
Meus amigos, está visto que com esta gente que está actualmente no Benfica e com esta prostituição jornalística, não podemos ser bonzinhos, fazer concessões... ficamos sempre a perder!

Quantas vezes o F.C.Porto foi vítima de erros grosseiros das duplas árbitros e VAR? Muitas, nestes últimos dois anos tem sido uma farturinha. Quantas vezes a dupla de vermelhos encardidos, Serpa e Delgado, saíram a terreiro a clamar por explicações do Conselho de Arbitragem(CA)? Nenhuma. Mas sobre o lance do Braga vs Rio Ave - derrube a Galeno - e do Benfica vs F.C.Porto - expulsão de Lema -, aí a dupla já achou que o CA devia vir explicar-se. Nem disfarçam estes escroques. Só se doem pelo SLB.

Há dias foi notícia que um dos advogados do Benfica - não sei se foi o Ronaldo, Neymer ou Messi -, tem fundadas expectativas que a SAD do SLB não venha a sentar o cu no mocho, no processo E-Toupeira. Só vejo uma razão para isso ser notícia:
Como ninguém estava à espera que um advogado pago a peso de ouro, viesse dizer algo diferente, trata-se de um recado com destinatário conhecido...

SLB 1 - F.C.Porto 0. Quem joga para empatar... Faltou Porto na Luz

Estes são os únicos que nunca faltam, até nem reclamam e estão sempre em grande forma!

Se fosse resumir tudo numa frase, diria:
A sensação que fica é que na época passada jogamos para ganhar, ganhamos, esta jogamos para empatar, perdemos.
Até determinda altura do jogo ainda pensei que a forma como o F.C.Porto se estava a exibir tivesse como primeira causa o desgaste provocado por um jogo da Champions muito competitivo, mas depois do golo do Benfica, ver como a equipa de Sérgio Conceição foi capaz de correr atrás do prejuízo, teve uma boa reacção, essa teoria desapareceu, as razões porque até aí nunca apareceu um Porto pró-activo e afirmativo na procura da vitória, foram outras.
Este é sempre um daqueles jogos em que é preciso mais qualquer coisa, mas também pelo passado nos confrontos entre os dois clubes, mais o facto do treinador do Benfica nunca ter ganho ao F.C.Porto, esperava-se e pedia-se um Porto ambicioso, a entrar forte, determinado, capaz de colocar o adversário em dificuldades, mas apareceu um Porto abúlico, na expectativa, conformado com o nulo e que só foi reactivo quando ficou em desvantagem.

Da primeira-parte não há muito a dizer... foi um jogo muito disputado a meio-campo, quelizento, muitas faltas, pouca qualidade, nenhuma oportunidade.

Se a primeira-parte foi muito fraquinha, a segunda dificilmente podia ser pior. Sem atingir grande qualidade, os segundos 45 minutos tiveram bastante mais motivos de interesse.
E se o Benfica veio diferente, para melhor, das cabines, para o F.C.Porto o intervalo não trouxe qualquer tipo de melhoria. A equipa de Sérgio Conceição voltou a não entrar bem e não só nunca foi capaz de pegar no jogo, impor-se, como não acompanhou a melhoria do adversário, permitiu que o conjunto do sonso Vitória estivesse por cima, dominasse, mostrasse mais argumentos. E se é verdade que Casillas não teve grande trabalho, também é verdade que eram os da Luz que se mostravam mais capazes, atacavam mais, era junto da baliza do F.C.Porto que o perigo rondava.

Assim, não admirou que aproveitando uma má abordagem do centro da defesa portista, Seferovic marcasse e desse vantagem aos lisboetas. Ainda havia tempo para alterar o rumo dos acontecimentos. O treinador dos Dragões que já tinha substituído Otávio por Sérgio Oliveira, substituiu Maxi por Corona - mais tarde sairia Soares para a entrada de André Pereira - e o F.C.Porto, apesar de nunca conseguir atingir os níveis que se exigiam, reagiu, reacção que se intensificou quando Lema foi expulso, acabou o jogo em cima do rival, a mostrar que tinha argumentos para conseguir outro resultado. Lamentavelmente, muito por culpas próprias, não conseguiu,

Notas finais:
Na época passada o F.C.Porto teve apenas duas derrotas, duas derrotas já têm os Dragões à 7ª jornada desta temporada. Que quem de direito aproveite a pausa que está aí para reflectir e perceber as razões porque depois de muito prometer no início do campeonato e de seguida baixar bruscamente de rendimento, quando parecia que estava novamente no bom caminho, a equipa voltou a ter uma prestação aquém das expectativas e com consequências que custam a engolir. Não porque esteja alguma coisa perdida, não está!, mas porque perder com um Benfica que mereceu ganhar, diga-se, mas precisou de fazer muito para ganhar. E como se viu quando apareceu um Porto melhorzito, estava perfeitamente ao alcance de um Porto normal.

Perder na Luz nos últimos anos não está nos hábitos do F.C.Porto.

A conversa de que quer Ópera vai ao S.Carlos ou espectáculo vai ao Coliseu, não é nova e como digo sempre, os adeptos do F.C.Porto são exigentes, mas percebem de futebol e são justos. Portanto, quando reclamam, mais que ter reacções de prima dona, própria de alguém que parece zangado com tudo e com todos - porquê, Sérgio? -, deve-se ponderar, analisar, ver se não têm razão. Quem sabe não se evitavam derrotas como a de ontem? Os sinais estavam aí...

E já agora, aproveite-se a oportunidade e estenda-se a reflexão à equipa B.

Quem não quer ser lobo não lhe veste a pele


Segundo diz o Pedro Marques Lopes no seu artigo de hoje no chiqueiro da queimada - quem, entre tantos outros defeitos que vão desde um sectarismo doentio pró-Benfica, até à cobardia e se alimenta de denúncias anónimas muito convenientes em vésperas de um clássico (ainda há quem ache que estas coisas produzem efeito na equipa do F.C.Porto?), é o quê? Obviamente, um chiqueiro. Mas também pode ser uma pocilga, antro ou outros mimos ainda piores -, António Bagão Félix, o nosso amigo Papa-Hóstias, pelos vistos não tem gostado muito do que o colunista e adepto do F.C.Porto tem dito sobre os escândalos que envolvem o clube do regime. É preciso ter lata, um grande descaramento.

Alguém que, como não me canso de repetir, está sempre de garras afiadas para atacar o F.C.Porto e quem o serve; alguém que  repete a cassete dos cartilheiros Pedro Guerra, João Gobern, André Ventura, Telmo Correia e afins, com o F.C.Porto quase sempre a ser o bombo da festa; alguém que não raras vezes ultrapassa todos os limites - podia colocar mais de uma dezena de artigos com o que diz Bagão Papa-Hóstias Félix acerca do F.C.Porto, mas não vale a pena, ficam apenas alguns exemplos: AQUIAQUIAQUIAQUI e AQUI; fica incomodado, acha um exagero que perante o maior escândalo da história do futebol português, Pedro Marques Lopes coloque o dedo na ferida? Atendo às práticas do passado recente e menos recente - já lá chegaremos -, o que faria Bagão Félix se toda esta pouca vergonha fosse com o F.C.Porto?
Por onde andava o Papa-Hóstias quando altos responsáveis do Benfica não se cansavam de apitar, mesmo depois do F.C.Porto e o seu presidente terem sido totalmente ilibados nas duas justiças, desportiva e civil?
Por onde andava Bagão quando diariamente na BTV se violava a lei e se insultava, denegria, achincalhava, provocava e gozava com o F.C.Porto e o seu líder?
Porque nunca foi capaz de dizer nada quando na televisão do seu clube se faziam programas com graçolas de péssimo gosto e até se desejava a morte do Jorge Nuno Pinto da Costa e apelava às armas contra os adeptos do F.C.Porto?
Porque nunca foi capaz de dizer, como fez António Simões, por exemplo, que Pedro Guerra envergonha o Benfica, é indigno de frequentar os canais de informação do SLB?
Porque nunca achou que o Benfica estava a ir longe de mais quando cavalgava a onda e só queria o F.C.Porto a pagar em todas as frentes?
Porque fez côro quando João Gabriel, responsável pela comunicação do Benfica, atirava: A classificação está aldrabada pelos árbitros ou O título do F.C.Porto é um tributo dos árbitros, numa atitude reveladora da mais primária falta de fair-play?

É meus amigos são estas virgens ofendidas, estes campeões do cinismo e da hipocrisia, estes ratos de sacristia que dizem tudo e mais alguma coisa, mas quando levam troco fazem papel de vítimas, gritam que não pode ser, estão a ser ultrapassados todas as linhas vermelhas.
Haja pachorra para esta moral de pacotilha.
Pedro Marques Lopes até é muito brandinho... este Benfica de Vieira, a sua tropa de choque, os seus cartilheiros e a sua máquina de propaganda cheia de prostitutos da escrita e da palavra, merecia muito pior.
Quem não quer ser lobo não lhe veste a pele. Ou a teoria do olho por olho, dente por dente, é uma criação portista? E só tem uma via?

Claro que sim, até nem eram precisos tantos, o Artur tratou de tudo. Uma jogada de golo iminente, cortada em claro benefício do infractor; dois penálties claros por assinalar, sendo que um ainda custou amarelo por simulação e como era o segundo, veio o vermelho, duplo erro. As camisolas do SLB tinham o nome de Eusébio gravado, a do Artur não tinha, mas o nome do falecido esteve todo o tempo de jogo na sua cabeça.

F.C.Porto 1 - Galatasaray 0. Difícil, mas justo, num jogo que mostrou um Dragão a subir de rendimento


Champions é Champions, a mais importante prova entre clubes que se realiza no mundo, na Champions não há almoços grátis, é preciso trabalhar e lutar muito, ter competência, sem esquecer a sorte, para ganhar pontos e euros. Ontem, em jogo a contar para a 2ª jornada da Fase de Grupos, o F.C.Porto teve quase tudo o que era necessário e num belo jogo de futebol, venceu o Galatasaray por 1-0, golo de Moussa Marega. depois de na 1ª jornada ter empate em Gelsenkirchen, frente ao Schalke 04.

Foi uma vitória difícil, sofrida, pela qualidade do adversário - indiscutivelmente uma boa equipa e com alguns excelentes jogadores; também porque os Dragões, em particular na primeira-parte, cometeram alguns erros que podiam ter custado caro. Mas tudo somado, foi uma vitória justa, por uma diferença que também é justa, embora o jogo merecesse mais golos.

A primeira-parte foi equilibrada, repartida, nenhuma equipa se superiorizou, apesar do F.C.Porto ter tido mais posse. Nós últimos 10 minutos, mais por erros próprios que por virtudes do Galatasaray, os Dragões sofreram, o campeão turco teve três oportunidades flagrantes, em duas valeu Super-Iker. Antes desse período complicado, a equipa de Sérgio Conceição também teve boas chances, numa valeu Muslera com uma grande defesa, na outra Marega foi altruísta quando devia ter sido mais egoísta e como a qualidade do último passe foi um desastre...
Assim, quando as equipas regressaram às cabines, apesar do nulo, saíram mais contentes os pupilos de Fathi Terim.

O intervalo fez bem à equipa do F.C.Porto e a segunda-parte foi diferente.
Sem conseguirem atingir o brilhantismo de outras ocasiões, nem um grande domínio e superioridade - porque os turcos nunca o permitiram e foram sempre capazes de replicar -, os azuis e brancos melhoraram bastante, estiveram mais compactos, não cometeram os erros dos últimos 10 minutos da primeira-parte, marcaram cedo, com mais critério a sair e a definir, mais eficácia a finalizar, podiam ter conquistado mais um golo de vantagem, ter evitado que o espectro do empate pairasse até ao fim, mesmo que nos segundos 45 minutos só por uma vez o campeão turco estivesse muito próximo do golo.
De registar também a boa entrada em jogo de Óliver - substituiu Corona aos 69 minutos - e de André Pereira - entrou para o lugar de Otávio aos 80. Uma asistência aveludada que Marega desperdiçou e um golo falhado na cara do guarda-redes, em 10 minutos, é uma bela amostra da vontade com que o jovem avançado entrou no jogo -, já Sérgio Oliveira - saiu Herrera aos 89 - entrou apenas para que se perdessem mais uns segundos.

Resumindo, empate fora, vitória em casa, liderança repartida com os alemães do Schalke 04, um saldo muito positivo para a equipa de Sérgio Conceição. Num grupo equilibrado, importante conseguir no mínimo quatro pontos nos confrontos com os russos do Lokomotiv de Moscovo. Não garante logo o apuramento, mas deixa os oitavos, objectivo mínimo na prova, a um pequeno passo. Temos capacidade para mais uma vez chegar à fase seguinte.

Notas finais:
Tirando alguns erros individuais que ainda se vão cometendo e que têm de ser evitados e as dificuldades para marcar golos, mesmo quando se criam boas oportunidades, o F.C.Porto dá mostras de estar a melhorar. E mesmo num jogo frente a um adversário bem mais difícil que alguns que já defrontou nas provas internas e com a diferença no marcador a ser apenas de um golo, já houve um Dragão mais consistente, mais assertivo na posse, não pareceu aquele nervosismo na gestão da vantagem que se viu em alguns jogos anteriores. São bons sinais para o próximo jogo na Luz.

Mais uma bela casa no Dragão, 42. 711 espectadores, mais uma vez o Mar Azul disse presente e nunca deixou de apoiar.

Para terminar, uma nota que não tem nada a ver com o jogo, mas que não podia passar ao lado:
O Ronaldo, Messi e Neymar da advocacia que a SAD do SLB contratou a peso de ouro para a sua defesa no E-Toupeira, só conseguiu alegar que a SAD do SLB nunca sube de nada. Paulo Gonçalves, para a defesa do SLB, era um corpo estranho, um ET que tinha rédea solta, andava pela Luz, mas ninguém sabia o que ele andava por lá a fazer. Vieira e seus pares na SAD, são uma espécie de Vítor Serpa, umas rainhas de Inglaterra, umas marionetas que o Paulo Gonçalves manipulava a seu belo prazer. O Paulinho era o dono daquilo tudo. A defesa do Benfica no escandaloso e grave E-Toupeira, é um atentado à inteligência de quem tem de fazer justiça e aos portugueses.

"FPF ou Federação Benfica de Futebol?", por Gil Lopes


Ouvir o Presidente da FPF elogiar tudo o que de bom fez o Luisão pelo Futebol em Portugal só pode ser uma piada de mau gosto. O Luisão? A sério que a promiscuidade entre o Presidente da FPF e o clube do regime chegou a este ponto? Ainda se fosse um atleta que tivesse jogado por Portugal, que tivesse elevado o nome de Portugal, enfim, mas não estará o Presidente da FPF aprisionado nos e-mails do benfica ou nos sms que lhe foram roubados - e que antes de toda a gente saber, pelos e-mails - já antes o Pedro Guerra que teve acesso a eles e se veio vangloriar disso na praça publica como forma de fazer pressão sobre o presidente da FPF.

Já não bastava ver o clube do regime a mandar nas camadas jovens da FPF, como se constata nos e-mails que reflectem essa situação, onde LFVieira diz claramente que o importante é ter os homens certos nos lugares certos do futebol em Portugal.
Todos nos lembramos de vários treinadores das camadas jovens da FPF em algum momento convocaram até suplentes das camadas jovens do clube do regime em detrimento de jogadores de outros clubes, sem que nunca algum destes treinadores tivesse sido chamado a explicar o porquê destas situações estranhas. Mas que depois de conhecidos e-mails sobre o modus operandi do benfica na FPF, se percebe o porque destas situações... isto aliado a uma comunicação social subserviente que nem isto coloca em causa, não estará a FPF aprisionado no jugo do clube do regime?

Lembro ainda que José Manuel Meirim, ligado ao benfica, foi convidado em abril de 2016 para ser candidato á presidência do conselho de disciplina da FPF, ele que em processos contra o FCPORTO ainda antes de ser presidente tomou claramente partido contra o FCPORTO.
Quem nos diz que agora não irá fazer tudo para que os processos que o benfica tem na justiça civil não tenham impacto na justiça desportiva, visto ser ele o presidente do conselho de disciplina.
E para isso basta recordarmos os 2 pesos e 2 medidas com que actua quando tem de julgar a favor do benfica ou contra o FCPORTO.

E como se não bastassem as ligações de ex-jogadores e ex-dirigentes do benfica na FPF, agora temos também mais nomes associados à cartilha do benfica que irão brevemente para cargos da comunicação social na FPF, nomes como Nuno Santos e Carlos Daniel já confirmados na FPF e ainda Afonso de Melo (avençado do jornal I) se lhes poderá juntar.
E qual o problema destas Pessoas associadas brevemente à FPF?
São pessoas que demonstraram no seu passado fortes ligações ao benfica nos lugares que ocupavam e que são claramente parciais nas suas condutas de tratamento jornalístico, ora destratando uns, ora elevando outros, sendo assim, e uma vez que não são isentos nas suas apreciações jornalísticas, ao irem para a FPF vão mudar de comportamento ou irão continuar com o mesmo modus operandi?

É que se a FPF quer criar e dinamizar uma TV interna, então tinha muito por onde escolher, com muitos nomes na nossa praça, todos com clubes, mas independentes na forma de fazer jornalismo no seu passado. Agora estes nomes escolhidos a dedo estão directamente ligados a práticas cometidas por eles em prol da defesa de um único clube e isso não pode acontecer.
E assim, a FPF começa com o pé esquerdo uma nova fase que até podia ser interessante, mas deste modo, não é mais do que perpetuar na nova comunicação social da FPF os vícios antigos que estas pessoas já empregavam nos anteriores órgãos onde trabalhavam.
Ou seja, será que não existe na sociedade portuguesa outros jornalistas - seja de que clube forem - que possam desempenhar bem estas novas funções na FPF, sem estarem associados de forma negativa ao clube do regime?
É que por aqui também se vê a forma de como o SLB actua, sempre a colocar os seus peões ou homens de mão em cargos importantes ou de decisão em lugares de destaque no futebol português. Claramente isto segue uma estratégia de monopolizar a FPF com pessoas que eles possam manobrar à vontade e assim inquinar o futebol em Portugal.
E quando refiro futebol, vai desde as equipas de formação na federação até á principal equipa da mesma.

Deixo aqui um exemplo do que pessoas ligadas diretamente a este poder do clube do regime são capazes de fazer para caírem nas suas boas graças.
“O comentador e ex-diretor da BTV, Pedro Guerra, teve acesso a documentos internos da Federação Portuguesa de Futebol, avança esta quarta-feira a revista Sábado. Segundo aquela publicação, Pedro Guerra recebia documentos com as auditorias trimestrais da FPF através de um "espião". Tais documentos, que não eram de divulgação pública, foram entregues ao comentador por Horácio Piriquito, gestor e membro do Conselho Fiscal da Federação.
FPF faz denuncia à PJ e à PGR sobre alegada 'fuga' de documentos internos A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) anunciou esta quarta-feira ter feito uma denúncia à Polícia Judiciária (PJ) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) da alegada partilha de documentos internos do organismo com pessoas externas. "Por em causa poder estar a violação de segredo, a FPF denunciou o referido facto à Polícia Judiciária, disponibilizando-se para os procedimentos entendidos por convenientes", lê-se num comunicado da FPF, que vai propor a destituição de Piriquito. Ler mais em 15-11-2017, aqui
E é este estado de coisas que tem de terminar, não pode existir um clube que através de “espiões” colocados nas mais diversas entidades saiba e manipule as informações a seu belo prazer e é isto que o benfica faz, viciando assim a competição, que dessa forma deixa de ser justa.
Mas na federação o que se assiste é uma completa complacência e inacção para com todas as práticas já denunciadas na comunicação social, onde um clube está a ser alvo de vários processos judiciais, mas para a FPF parece que está tudo bem e que não se passa nada, donde concluo que devem estar todos com o rabo preso nas manobras do clube do regime.

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