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F.C.Porto 3 - S.L.Benfica 1. Dragão derrota a arrogância, a bazófia e o jornalismo rasca e de vão de escada.


Diogo Costa, Alberto Costa, Bednarek, Kiwior e Martim Fernandes, Pablo Rosario, Froholdt e Gabri Veiga, William Gomes, André Silva e Pepê foram os escolhidos para entrar de início e jogo começou com o Benfica mais ligado e mais perigoso nos primeiros 20 minutos. A partir daí o FCP melhor, começou a chegar à frente com mais perigo, como corolário dessa melhoria chegou ao golo - grande golo de Gabri Veiga aos 32 minutos. Aos 35, já com amarelo, Lenglet levou o segundo, Benfica com dez. Quase de imediato saiu Gabri lesionado? e entrou Inbeom. Com mais um e em vantagem, o FCP não podia facilitar. Ao minuto 41 William sozinho na cara de Samuel Soares falhou duas vezes. Já na parte final da 1ª parte, portistas desatentos e Pavlidis ameaçou o empate.

O intervalo chegou com portistas em vantagem pela diferença mínima e a jogar contra um adversário reduzido a dez. Era importante que o FCP, mesmo com mais um, não perdesse concentração, rigor, organização, aproveitasse os riscos que o Benfica ia correr e para sair com critério, para se possível aumentar o resultado.

Para a 2ª parte o campeão regressou sem mexidas.
E o jogo recomeçou com o FCP por cima e a chegar bem e com algum perigo na frente. Mas do nada, o Benfica que ainda não tinha ultrapassado o meio-campo, quando ultrapassou e chegou à frente, com Martim Fernandes e Pepê a nanar, Bah, o lateral-direito, empatou. Reagiu rápido a equipa de Francesco Farioli e Victor Froholdt - que grande jogo fez o dinamarquês... - a passe de André Silva voltou a adiantar os portistas. O 3º não tardou, mais uma assistência de André Silva - fez um grande jogo, o melhor desde que regressou ao FCP -, para um excelente golo de Inbeom.
Ao minuto 69 saíram Martim Fernandes e William, entraram Francisco Moura e Borja Sainz. 
O jogo foi caminhando para o fim com o FCP mais perto do 4º que o Benfica do 2º - apenas por uma vez Diogo Costa foi chamado e correspondeu com uma bela defesa. 
Ainda deu para os regressos de Samu e Oskar Pietuszewski e o jogo terminou com a vitória justíssima do campeão. A sétima em sete jogos.

Notas finais:
O FCP é campeão nacional em título, tinha seis jogos e seis vitórias, jogava num Dragão a fervilhar de entusiasmo, mas pareceu que o Benfica ia ali jogar contra o Cascalheira, uma equipa de 5ª categoria. O FCP ia perder, só faltava saber por quantos. Fizeram a festa, deitaram os foguetes e agora vão carregados de canas para Lisboa. E, claro, quase que aposto, com o apoio dos seus peões de brega, vão atirar-se ao árbitro. É assim que eles e o jornalismo sem rigor, isenção, ética, vergonha na cara, funciona. 

O super-Benfica, do super-Marco Silva, mais super-Palhinha e todos os outros super, que já não perdia há não sei quantos jogos, perdeu hoje e sem apelo nem agravo, podia ter perdido por mais.

Uma das lixeiras da Média Livre, antes do jogo passava nos seus miseráveis rodapés: "Ambiente intimidatório para a equipa do Benfica"; "Benfica já sente o clima de tensão no Dragão". Para o próximo FCP - Benfica, fica desde já prometido: vão ter uma passadeira vermelha, ladeada de fores, obviamente, vermelhas.

Quem se deve estar a rir é José Mourinho. Veio para empatar, levou um pontinho. super-Marco veio para conquistar os três pontos, leva as canas.

Registe-se a saúde-se os regressos de Samu e Oskar Pietuszewski. Se tudo correr normalmente e não houver nenhum azar, o FCP no regresso após as pausas das selecções, estará bem mais forte.

O portismo já está todo a calmantes, ninguém consegue dormir, vem aí o bicho papão...


E assim será que vale a pena ao FCP entrar em campo no próximo domingo no jogo frente ao SLB? Não seria melhor fazer falta de comparência, perdia 3-0 e assunto resolvido? O que me deixa tranquilo é um amigo que diz: gosto de os ver assim, cheios de tesão, arrogância e de bazófia...


 

Hoje vou falar de vários assuntos e do Zé, o Zé Nunes.


 O Zé estava na rádio e televisão pública, saiu para o NOW. E se no serviço público, mesmo tentando disfarçar o seu benfiquismo e antipatia para com o FCP, já era notório. Agora no canal da Média Livre não é preciso e o Zé ontem tinha de seguir a cartilha do canal que lhe paga. Assim, a propósito da vergonhosa edição de uma das lixeiras da Media Livre em que se tentou colar o FCP aos escândalos que envolvem a arbitragem e estão sob investigação, o Zé disse algumas coisas que se podem ver já a seguir.

Recuemos no tempo. 
Primeiro e é um facto que faz toda a diferença: uma coisa é um árbitro prejudicar uma equipa e passado algum tempo ser nomeado para arbitrar essa equipa e isso não cair bem na equipa que tinha sido prejudicada, outro é haver um contencioso, um processo pendente no Conselho de Disciplina entre o árbitro Fábio Veríssimo e o FCP - o chamado caso das imagens na cabine do árbitro no jogo entre o FCP e o SCB. Ora, o Conselho de Arbitragem à revelia do mais elementar bom senso nomeou o árbitro para o FCP - SLB para a Taça de Portugal. O FCP, naturalmente, fez o que qualquer clube faria, reagiu contra essa nomeação sem sentido, fê-lo publicamente e disso deu conta a quem de direito. Felizmente, o árbitro fez uma arbitragem que não mereceu grandes reparos, o FCP venceu e qualificou-se para a eliminatória seguinte. Pois o benfiquista José Nunes, no canal NOW, de camisola do Benfica vestida,  teve o desplante de dizer que a pressão resultou. Falou de um possível penálti contra o FCP que não foi assinalado. Sinceramente alguém se lembra? Pergunto: o Benfica foi eliminado por culpa do árbitro? Não! Só se foi o árbitro o culpado por aquele falhanço do Pavlidis nos últimos minutos... 


José Nunes é mais um no canal NOW contra o FCP. Mas o curioso é que se ataca o FCP por fazer aquilo que devia e quem fez aquela barbaridade de uma nomeação que tinha tudo para correr mal - se o árbitro tivesse decisões polémicas em desfavor do FCP, o que teria acontecido no Dragão atendendo aos antecedentes? -, passou ao lado dos problemas, quase ninguém lhe tocou. Isto demonstra bem o sectarismo, facciosismo, falta de isenção de alguns contorcionistas que falam e escrevem sobre o futebol português. Aliás, compare-se este caso com o que aconteceu antes da supertaça entre Benfica e Sporting em 31 de Julho de 2025. Relembremos que o Benfica, ANTES DO JOGO, a fez um comunicado a contestar e arrasar a nomeação, apresentou o árbitro como por coincidência, Fábio Veríssimo, como sportinguista e publicou o currículo dele com os erros e favorecimentos a um e prejuízos a outro. Isso mereceu horas e horas de discussão? Edições especiais? Alguns que agora estão de facas afiadas contra o FCP, nesse comunicado de pressão inaceitável a um árbitro antes de um jogo, rasgaram as vestes? A resposta é: não! 

Com o Benfica pressionado por não ganhar o campeonato há três épocas e Rui Costa com a cabeça no cutelo - se não ganhar esta época não vai ser bonito -, o Sporting a apostar forte para se libertar do fantasma de Rúben Amorim, todo este frenesim com o FCP não surpreende. O FCP voltou a ser o alvo a abater o que é óptimo, muito mais, se não faz muito tempo ninguém dava nada pelos Dragões. 
Os golpes de rins, os números de contorcionismo, as cambalhotas em frente e à rectaguarda, as inventonas, especulações, mentiras descaradas, são o modus operandi de alguns órgãos de comunicação social que têm sempre a mira apontada a Norte. A Santa Aliança está mais próxima do que nunca.
Os "especialistas" andam às voltas sobre os jogos do FCP e é um corrupio. Ora, é porque a qualidade de jogo do FCP não é famosa; ou é porque tem um grande guarda-redes; também são os lances de bola parada; sem esquecer os poucos remates. 
O treinador do Casa Pia até sacou um coelho da cartola: fizemos cinco remates e o FCP quatro. Fantástico! O Casa Pia ganhou 5-4, três pontos para o Casa Pia! Este senhor devia ter algum recato, depois do Benfica que tinha jogado a meio da semana na Escócia frente ao Hearts, ter ido a Rio Maior fazer um treino de recuperação e ter espetado 7-0 ao clube que treina.

Francesco Farioli no final do jogo de Rio Maior falou em coisas estranhas. Não é preciso fazer muito esforço, nem inventar para saber a que se referia o treinador do FCP. Pelo menos três coisas: penálti sobre Bednarek, agressão a André Silva que nem amarelo mereceu e um lance em que William fica isolado, é agarrado e o árbitro marca falta contra o FCP. Dou de barato o lance do penálti contra o FCP, mas não deixo de registar o número de contorcionismo e a desfaçatez de alguns que foram peremptórios a dizer que foi, mas no penálti sobre Fofana no FCP - Arouca da época passada tiveram certezas absolutas que não foi. Zé Nunes criticou as declarações de Francesco Farioli no final do jogo de Rio Maior, extrapolando sobre o clássico do próximo domingo. Era o que faltava que o treinador do FCP, no final de um jogo em que a sua equipa foi objectivamente prejudicada, não dissesse nada porque vem aí um FCP - SLB. Ainda sobre as declarações do técnico do FCP, o que acho estranho é o Benfica ter enfiado o garruço, retorquir às coisas estranhas de Farioli com um lance em que se sentiu prejudicado no jogo com o Gil Vicente. Estará o Benfica a pressionar a arbitragem do jogo da 7ª jornada? Repito, alguém acha que perante uma arbitragem como a de anteontem o FCP ia ficar calado, não ia criticar árbitro e VAR?

Casa Pia 1 - F.C.Porto 4. Agora descansar bem e preparar o jogo frente ao Super-Benfica...


Numa tarde de muito calor e frente a um adversário que lhe infligiu a 1ª derrota no campeonato da época passada, o FCP de início com Diogo Costa, Alberto Costa, Bednarek, Kiwior e Francisco Moura, Pablo Rosario, Gabri Veiga e Inbeom, William Gomes, André Silva e Pepê, entrou muito forte, dominador, vários cantos, uma grande oportunidade, Gabri Veiga ao poste. A partir dos 15 minutos o ritmo baixou, a qualidade de jogo e o domínio também, o Casa Pia aproveitou, teve dois lances de perigo. No 1° valeu uma excelente defesa de Diogo Costa. Ao minuto 40, do nada, após um canto, corte em falso de Pablo Rosario apanhou o pé do adversário, penálti contra o FCP. Chamado a marcar, Henrique Araújo adiantou o Casa Pia. Já no tempo de descontos, novo canto, Pablo Rosario aproveitou um ressalto, tocou para André Silva, que não estava feliz, empatar. 

O intervalo com o jogo empatado a um, resultado que se podia considerar justo. O FCP não pode jogar 15 minutos a um nível alto e depois baixar tanto.
A arbitragem foi uma vergonha e em prejuízo do FCP. 
Logo no minuto inicial guarda-redes deu um murro em Bednarek, no final do tempo de descontos, agressão a André Silva, árbitro e VAR não viram nada.

O FCP regressou com o mesmo onze para a 2ª parte.
Dragões entraram novamente a dominar e a ganhar cantos. Num deles, golo, marcou finalmente a valer, Jakub Kiwior.
Após duas substituições, saíram William e André Silva, entraram Borja Sainz e Santiago Giménez. Quase de seguida o espanhol aproveitou um erro defensivo e fez o terceiro golo. 
Aos 62 minutos saiu Inbeom - abaixo das expectativas -, entrou Alan Varela.
O FCP com dois golos de vantagem, abrandou, alguns jogadores começaram a inventar, agarrar-se à bola em vez de circular, tocar, aproveitar os espaços que o Casa Pia dava. Não havia necessidade.
Ao minuto 80 saíram Alberto Costa e Gabri Veiga, entraram Martim Fernandes e Seko Fofana. 
O jogo caminhava para o fim, FCP em serviços mínimos, até algo displicente. Em cima do minuto 90  penálti sobre Santiago Gimenéz. Chamado a bater, o mexicano não bateu bem, mas fez o quarto.

Depois da derrota para a Champions League num jogo muito exigente e passados três dias, numa tarde de muito calor, o campeão e líder isolado, venceu sem discussão. Não foi brilhante, longe disso, mas também não foi preciso para ganhar tranquilamente.


Agora é descansar bem e preparar o jogo do próximo domingo frente ao super-Benfica, do Marco Guardiola Silva e com três, pelo menos, Maradonas: Palhinha, Prestianni e Schjelderup.

Agora preparemos-nos para uma semana de ataques ao FCP, em particular por parte das lixeiras da Média Livre, que já começou hoje, com alusões ao túnel do Dragão. 


F.C.Porto 0 - Manchester City 2. Ter ou não ter um avançado que faça a diferença, eis a questão


Frente a um adversário forte, candidato a vencer a prova, o FCP de início com Diogo Costa, Alberto Costa, Nehuén, Kiwior e Martim Fernandes, Alan Varela, Pablo Rosário e Gabri Veiga, William Gomes, André Silva e Pepê, entrou bem, concentrado, procurando, primeiro defender bem, depois pressionar alto, mas sem perder a organização. Objectivo não sofrer e poder numa chegada na frente marcar. Foi assim que surgiu o primeiro lance de algum perigo e foi na baliza de Donnarumma. Aos 21 primeiro lance de golo iminente, Haaland de cabeça para uma enorme defesa de Diogo Costa.
Pena alguns lances perdidos, ora porque quem recebia não recebia bem - André Silva -, a tabela era mal feita, a bola não saía no tempo certo - Pepê - a definição não era a melhor.
Ingleses com mais bola, dominavam e eram mais perigosos, mas pela frente um Diogo Costa sempre muito bem a evitar o golo.
Aos 40 minutos uma entrada muito dura de Marc Guéhi, nem o amarelo mereceu.

O jogo chegou ao intervalo empatado a zero, resultado que se poderia considerar justo. Um Dragão muito bem defensivamente, mas não tão bem a atacar. 

Para a 2ª parte era importante um Porto ao mesmo nível defensivo, mas mais atrevido e melhor na fase ofensiva. Só que logo no início Haaland que já tinha ameaçado na 1ª parte, marcou de cabeça. Tudo começou num mau passe de André Silva no ataque. No contragolpe, a bola chegou na frente, cruzamento, golo. Portistas tinham de ir atrás do empate. E foram. Varela ameaçou. William também.
Ao minuto 68 saíram William e Alan Varela, entraram Borja Sainz e Inbeom. Os azuis e corriam riscos, mas quem não arrisca não petisca.
Farioli voltou a mexer aos 73 minutos saíram Martim Fernandes - belo jogo - e André Silva - não posso dizer o mesmo -, entraram Francisco Moura e Santiago Gimenéz.
Grande cruzamento do mexicano, Pepê sozinho quis rematar de primeira, falhou.
Aos 83 minutos saiu Gabri Veiga e entrou Seko Fofana.
Já no tempo de descontos, com Nehuén fora lugar - estava notoriamente cansado e a acusar o desgaste de uma longa paragem -, Haaland voltou a marcar e colocou um ponto final no resultado.

FCP bateu-se bem -  não tem de baixar a cabeça -, mas ainda lhe falta, principalmente na frente, um avançado, não digo como Haaland, mas capaz de um rendimento melhor. E hoje foi Haaland que fez a diferença. E sem Bednarek ainda se notou mais a qualidade do ponta-de-lança norueguês. André Silva trabalha muito, mas não tem contundência, raramente está no sítio certo, não tem golo.

Na Champions League e frente a adversários deste calibre procuro ser realista, pragmático, não exigir mais do que aquilo que podemos dar. Mesmo que o futebol esteja cheio de surpresas, nem sempre ganhe o favorito, só uma noite perfeita por parte do FCP junto com uma noite abaixo das suas possibilidades por parte do Manchester City podia fazer acontecer um resultado fora da grande maioria das previsões. Com algumas ausências importantes, com jogadores ainda a precisarem de tempo, a derrota do campeão português acaba por natural. 

São estes jogos que dão traquejo, fazem crescer os jogadores e a equipa. E este Porto mostrou hoje - houve vários jogadores que estiveram muito bem: Diogo, toda a defesa, Rosário, Gabri, William - que vai estar à altura dos grandes desafios que tem pela frente na Champions, vai ser mais forte a cada semana que passa.

F.C.Porto 2 - Moreirense 1. Merecia mais alguns golos a excelente 2ª parte do campeão.


De início com Diogo Costa, Alberto Costa, Bednarek, Kiwior e Francisco Moura, Pablo Rosario, Froholdt e Gabri Veiga, William, André Silva e Pepê, o FCP entrou a dominar, mas um erro grave na zona defensiva proporcionou ao Moreirense muito recuado uma grande oportunidade de golo. Na segunda vez que chegaram ao ataque os de Moreira de Cónegos marcaram mesmo.
Procuraram reagir os azuis e brancos, atacavam, mas sem contundência para marcar. William que tinha muita bola, ameaçou pela primeira vez. À segunda livre do mesmo jogador, Bednarek de cabeça fez o empate. Alguns dos problemas do conjunto de Francesco Farioli passavam Gabri com dificuldade em se soltar e por Froholdt trapalhão, lento a circular, perdia facilmente a bola.
Já nos descontos Gabri sozinho passou ao guarda-redes.

O jogo chegou ao intervalo empatado a um. FCP dominou, foi superior, mas frente a uma equipa com muita gente atrás, raramente encontrou espaços e as melhores soluções atacantes. Também porque nos 30 minutos iniciais não esteve a nível habitual atrás.

Com um resultado que não lhe servia no final dos primeiros 45 minutos, o treinador do FCP não mexeu. Esperava-se um Dragão igual a si próprio defensivamente e mais assertivo no meio-campo e mais acutilante no ataque.
Logo no minuto inicial Pepê podia ter feito muito melhor. O mesmo William na jogada seguinte. Mas estava bem o FCP. Alberto Costa falhou um golo feito porque abordou mal. O mesmo aconteceu com William. Já justificava o segundo o campeão. André Silva não acertava. Mas, finalmente, William o mais contundente e incisivo, marcou e consumou a reviravolta. Agora era preciso não adormecer, ir à procura do terceiro.
Aos 64 minutos saíram Francisco Moura e Gabri Veiga, entraram Martim Fernandes e Inbeom. Incrível a forma como André Silva  falhou dois golos - ponta-de-lança não pode falhar golos destes. Estes falhanços às vezes têm consequências. Dragões já mereciam mais golos.
Aos 74 minutos saíram André Silva e William,  entraram Borja Sainz e Santiago Giménez.
Incrível a forma como Froholdt falhou outro golo a um metro da baliza. Froholdt que melhorou muito na 2ª parte. Tanto domínio, algumas oportunidades claras e o golo não entrava. E ia entrando na baliza do FCP, valeu uma grande defesa de Diogo Costa. Tudo por uma hesitação na defesa e Inbeom a ver jogar em vez de atacar a bola. Victor Froholdt foi agredido com uma cotovelada. VAR interviu, o árbitro foi ver e expulsou o jogador do Moreirense, Guilherme Liberato.
Para o lugar de Victor Froholdt entrou Fofana e  Nehuén para o de Alberto Costa.
Gimenéz muito bem a obrigar o guarda-redes a uma grande defesa. E voltou a ameaçar logo de seguida. O FCP tentava, tentava, mas o terceiro não acontecia.

O jogo chegou ao fim com a vitória justíssima do campeão e líder do campeonato. Um FCP que pela excelente 2ª parte merecia marcar mais golos e ganhar por uma vantagem bem maior. Não se podem falhar tantas oportunidades claras como teve o conjunto de Francesco Farioli, em particular nos segundos 45 minutos.

Espero que esteja tudo bem com Victor Froholdt e a recuperação seja rápida.

Foi pouco tempo em campo, mas para quem esteve tanto tempo parado, gostei de Santiago Gimenéz que deixou a promessa de ser importante.

Agora é descansar e preparar a estreia na Champions League frente a um Manchester City que só para o meio-campo gastou 378 milhões de euros.

PS - Não sei o que se passa, não consigo publicar comentários. Já desde meio da tarde...


Académico de Viseu 0 - F.C.Porto 3. Grande eficácia numa vitória tranquila

 

Com Diogo Costa, Alberto Costa, Bednarek, Kiwior e Zaidu, Pablo Rosario, Froholdt e Gabri Veiga, William, André Silva e Pepê o  FCP entrou a marcar cedo por André Silva iam decorridos 5 minutos. Os viseense tentaram reagir, Zaidu ao fazer um passe lesionou-se, deu lugar Martim Fernandes. O jogo recomeçou com Dragões a aumentarem a vantagem. Jogada simples, Bednarek na profundidade para Pepê, este amorteceu de cabeça para Gabri e o espanhol fez um excelente golo. Portistas sem ser brilhantes, sempre que chegaram à área, ameaçaram ou marcaram. Aos 38 uma jogada notável dos azuis e brancos. Pepê acelerou, tocou em Gabri que controlou com classe e assistiu numa bandeja para William fazer o 3°. O Académico teve uma ou outra ameaça, mas sem criar muito perigo.

O jogo chegou ao intervalo com o campeão na frente com uma margem confortável e onde o grande destaque deve ser a grande eficácia do conjunto de Francesco Farioli.

Para a 2ª parte o treinador do FCP tirou Bednarek tocado e meteu Nehuén. E o FCP entrou tranquilo, pressionava, controlava, mas sem forçar e a definir mal no último terço. 
Aos 59 minutos saíram William e Pepê, entraram Inbeom e Borja Sainz. 
Ainda que sem ser intenso, fazendo tudo nas calmas, era o conjunto de azul e branco que estava mais próximo de marcar. Com o jogo fácil, na parte final a equipa descomprimiu, relaxou, brincou e isso ia causando problemas. Aos 82 saiu Alberto Costa, entrou Alan Varela. A prova disso é que o Académico de Viseu esteve muito perto do golo - bola na barra da baliza de Diogo Costa.
Depois e até ao fim nada de muito relevante. Com alguns jogadores desgastados, o FCP deixou de jogar, o jogo chegou ao fim com o resultado da 1ª parte: Académico 0 - FCP 3.

Vitória que não merece discussão, mais uma vez sem sofrer golos e uma exibição mais que suficiente para garantir os três pontos.

Agora é esperar para ver o que vai acontecer nos últimos dias de mercado.


Custou 27 milhões, foi apresentado como uma vitória do Benfica sobre o FCP, mesmo que o FCP ao saber do preço tenha logo desistido, sai emprestado para a Arábia Saudita. Vai ser giro ver os números de contorcionismo que alguns vão fazer...


Freddy Var, com a oratória de excelência que o caracteriza e sempre com o FCP no pensamento, atirou: "Se o Manchester City pagou 60 milhões pelo Nico, quanto não vale um Pote?" Pois é, Nico foi transferido por 60 milhões, até já saiu do City para o Newcastle por cerca de outros 60 milhões e Pote? Olha, sai emprestado para a Fiorentina, para já, o Sporting recebe 2,5 milhões, pode render no máximo, 25 milhões.
Fredy Var, é ridículo, uma piada que só não é mais explorada porque a grande maioria da comunicação social é sectária, facciosa, tendenciosa, muito valente para criticar o FCP e cobarde quando se trata de Benfica ou Sporting.

André Villas-Boas assina o editorial da revista Dragões


Pois é, pensavam que o FCP, ao mais alto nível, leia-se através do seu presidente, ia comer e calar, dar o flanco, permitir que fosse um pasto de má-língua, que qualquer papagaio sem ética e violando um princípio básico, ter recato, enganaram-se. Como se enganaram quando prognosticaram um FCP sem ganhar, leia-se, ser campeão, durante alguns anos. AVB é dos nossos, representa muito bem o que é o espírito do portismo e se isso provoca alguma azia ou mal-estar, como já temos ouvido e lido, paciência, habituem-se. 

“Caros Portistas,
A época 2026/27 começou e, com ela, renovam-se as expectativas, as ambições e a responsabilidade de representar o Futebol Clube do Porto em todas as competições e modalidades. Desejo aos nossos atletas, treinadores, equipas técnicas, funcionários, dirigentes, Sócios e Adeptos uma temporada de grandes conquistas, mas também de trabalho sério, união e coragem. Foi essa união, dentro e fora do campo, que permitiu às nossas equipas transcenderem-se, resistirem nos momentos de maior dificuldade e alcançarem os objetivos a que se propuseram. O nosso compromisso com a vitória não muda, tal como não mudam a exigência, o rigor no trabalho, a responsabilidade diária e a consciência de que, no FC Porto, ninguém está acima do Clube.

A Supertaça Cândido de Oliveira marcou o arranque oficial da temporada e trouxe-nos o primeiro título. Encontrámos em Coimbra, num relvado miserável, um Torreense valoroso, organizado e corajoso, capaz de confirmar que a conquista histórica da Taça de Portugal não tinha sido um acaso. A vitória exigiu-nos concentração, sofrimento e respeito por um adversário que discutiu a final até ao último minuto. Vencemos por 1-0, conquistámos a nossa 25.ª Supertaça e alcançámos o 88.º troféu oficial do futebol sénior masculino, assumindo isoladamente o estatuto de Clube mais titulado do futebol português.

Estes são resultados que nos agradam, mas que não autorizam qualquer distração ou euforia. Pelo contrário, obrigam-nos a trabalhar ainda mais. A equipa tem demonstrado compromisso, solidariedade, disciplina e vontade de responder às exigências de cada encontro, compreendendo que nenhuma vitória se transfere automaticamente para o jogo seguinte. Francesco Farioli tem sido determinante nesta transformação. Chegou, percebeu rapidamente o que é o FC Porto e soube agregar os jogadores em torno de uma ideia, de um método e de um objetivo comum. Num curto espaço de tempo, ajudou a inverter o rumo desportivo do Clube, devolveu-nos o título nacional, conquistou a Supertaça e criou uma relação de crença com um grupo que reconhece nele a competência técnica, o rigor, o altruísmo e a capacidade humana para liderar. O sucesso imediato não diminuiu a sua exigência. Aumentou-a. É com essa mentalidade que nos focamos na conquista do campeonato, o título que mais desejamos e que sabemos exigir uma época inteira de concentração, humildade e trabalho.

Infelizmente, as competições portuguesas começaram também exatamente onde terminaram na época passada. Voltámos a encontrar relvados vergonhosos, indignos de competições profissionais, bancadas vazias e transmissões televisivas que parecem descobrir sempre o ângulo perfeito para multiplicar o vazio. Tudo isto contrasta com prosas de autêntica ficção científica, publicadas em determinados jornais e espaços de opinião, nas quais o futebol português surge pujante, moderno, competitivo e irresistível, como se os seus autores habitassem uma realidade paralela. Não se trata de diminuir as nossas competições, mas precisamente de exigir mais a quem as organiza e promove. Uma Liga que quer crescer, internacionalizar-se e aumentar o valor dos seus direitos não pode aceitar campos impróprios, estádios desertos e um espetáculo que fica demasiadas vezes aquém do talento dos jogadores. O FC Porto continuará a defender um futebol português mais forte, mais bem organizado e mais credível, mesmo quando essa exigência incomoda quem prefere elogiar a aparência em vez de enfrentar a realidade.

Na arbitragem, porém, há uma notícia verdadeiramente reconfortante: a tão proclamada uniformização de critérios, afinal, existe! Enquanto os jogos do FC Porto se tornaram autênticos ensaios sobre a cegueira, com penáltis claríssimos a evaporarem-se até o VAR ter a seriedade de os devolver ao jogo, nos jogos do Sporting a casualidade arbitral revela uma aleatoriedade quase comovente: os lances capitais parecem encontrar sempre o mesmo sentido e o mesmo beneficiário. Entre golos mal anulados aos adversários e expulsões perdoadas, o ciclo repete-se com uma regularidade que deveria encher de orgulho quem prometeu uniformizar critérios. Não é fácil conseguir que tantas coincidências caminhem sempre na mesma direção ano após ano, ainda por cima com VAR, mas também aí se reconhece a qualidade do trabalho realizado. Aguardemos, por isso, pela próxima aparição do Presidente do Sporting, numa feira do livro qualquer, para nos elucidar sobre o tema. Talvez aproveite para apresentar o segundo volume da sua obra sobre verdade desportiva, desta vez com o sugestivo título: “A uniformização possível e o milagre da coincidência permanente”.

Já que entrámos no campo da literatura, das ficções e das alegorias, não podemos deixar de assinalar mais um espetáculo protagonizado pelo autoproclamado guardião da verdade desportiva portuguesa. O mesmo comentador que, perante o gravíssimo episódio envolvendo Prestianni, chegou a sugerir que o jogador poderia apresentar uma versão alternativa sobre a palavra utilizada, como forma de “esvaziar a carga negativa” do caso, decidiu agora batizar o Futebol Clube do Porto de “Futebol Clube Penálti”, por conta de grandes penalidades corretamente assinaladas. A UEFA acabaria por sancionar Prestianni por conduta discriminatória, mas nem a decisão de um órgão de ética e disciplina parece ter sido suficiente para provocar um momento de reflexão a quem prefere adaptar a verdade às necessidades do clube que pretende proteger. Transformar deliberadamente o nome de uma Instituição centenária num trocadilho de bancada não é análise, não é crítica e muito menos é jornalismo. É desrespeito puro. O mais extraordinário é ver esse comportamento partir de alguém que passa a vida a proclamar movimentos pela paz no futebol, a dizer “não à violência e ao ódio” e “sim ao respeito institucional”. O respeito institucional que tanto invoca termina, curiosamente, no instante em que começa o FC Porto. É a velha especialidade do falso moralismo de estúdio: incendiar o debate, alimentar a hostilidade e, logo a seguir, aparecer solenemente como bombeiro. Pode continuar a pregar a paz, mas não pode exigir que confundamos o sermão com a prática, nem a militância com isenção.

Mas não está sozinho. O mês de agosto foi pródigo em narrativas Anti-FC Porto. Ao seu lado surgem os habituais acólitos e cartilheiros do manto verde, entretanto convertidos em especialistas em Alta finança e Direito. Um deles, diretor executivo de um grupo de comunicação, decidiu ridicularizar a posição do FC Porto e do seu Presidente relativamente à eventual suspensão temporária do Presidente do Conselho de Arbitragem. Apoiado num parecer jurídico de vão de escada, garantiu que os estatutos não o permitiam e, não satisfeito com a demonstração de desconhecimento, resolveu transformá-la numa piada sobre gravidez e paternidade. O problema de improvisar aulas de Direito em direto é que os estatutos existem, podem ser lidos e não desaparecem por força de uma gargalhada no estúdio. Acabou com a viola metida no saco, em mais uma demonstração da inutilidade do seu “jornalixo”.

Mas nunca acertar parece ser um obstáculo menor quando a fidelidade à cartilha é irrepreensível. São também estes especialistas que desconfiam da informação comunicada à CMVM quando os factos contrariam a narrativa que desejam impor, mas encontram sempre uma explicação sofisticada para as operações do clube de coração que, se fossem realizadas pelo FC Porto, classificariam imediatamente como liquidação, destruição de valor ou venda a preço de saldo. Não acertam uma, mas não desistem. E, nesse particular, a perseverança merece reconhecimento.

Continuemos este capítulo com o SL Benfica na versão 2026/27, ainda sem “update” de software para o segundo clube português com mais títulos no futebol. Depois de negarem à Seleção Nacional a utilização do seu estádio, decidiram reservar ao Presidente da Federação Portuguesa de Futebol um lugar na sexta fila da tribuna, após a divulgação não consentida de excertos de conversas privadas que o próprio Pedro Proença classificou como truncados, incompletos e descontextualizados, mas onde o mesmo, afirmava ter sido chamado à Polícia Judiciária por diversas vezes no âmbito de processos relacionados com o Benfica e recordava que a instrução dos processos era realizada na Liga Portugal, instituição a que então presidia. Que forma tão cruel e desrespeitosa de tratar uma figura institucional da maior relevância. Para uma instituição que distribui lições permanentes sobre respeito, o mapa de lugares da tribuna transformou-se rapidamente num manifesto político. É pena que a renovada eficiência comunicacional, entre instituição e acólitos, não tenha sido mobilizada para esclarecer, com serenidade e transparência, o contexto de tantos processos e episódios que, com uma persistência notável, regressam continuamente à discussão pública. O respeito institucional, afinal, parece depender da conveniência do momento. Contra os aliados da Segunda Circular, porém, a indignação é habitualmente mais discreta, talvez por razões de vizinhança ou pela simples preservação desse histórico entendimento e lugar garantido na primeira fila.

No meio de todo este ruído, há também decisões que nos obrigam a falar de futuro, formação, sustentabilidade e da responsabilidade de governar um Clube que quer continuar a ganhar. Neste verão, dois jogadores formados em clubes portugueses chegaram ao futebol italiano através de operações com uma referência económica de 50 milhões de euros. Diego Moreira saiu do Benfica a custo zero, passou pelo Chelsea, pelo Lyon e pelo Estrasburgo e chegou agora ao AC Milan por 50 milhões de euros. Um talento formado em Portugal abandonou o clube que o desenvolveu sem qualquer retorno direto, percorreu diferentes campeonatos e acabou por gerar uma das maiores vendas do futebol francês. Não houve luto nacional, tribunais televisivos de contas, indignação permanente ou preocupação súbita com a perda de talento português. Houve silêncio.

Rodrigo Mora seguiu um caminho diferente: foi formado no FC Porto, cresceu no nosso Clube, encantou os nossos corações e chegou à AS Roma numa operação que o valoriza em 50 milhões de euros, garantindo ao FC Porto um encaixe imediato relevante e a preservação de uma participação determinante no seu futuro. De repente, instalaram-se a preocupação, a comoção, a tristeza e a fiscalização financeira, aos quais se juntou a típica memória seletiva da “painelada” nacional. Perder um talento a custo zero não merece comentário; valorizá-lo em 50 milhões de euros transforma-se num problema, desde que o mérito e o retorno fiquem a Norte.

Para completar o ramalhete, no meio da negociação da transferência de Rodrigo Mora para a AS Roma, entrou em campo um oportunista à procura de palco: um comentador, figura totalmente paralela e irrelevante a todo o processo mas com sede de protagonismo. Os seus serviços de advogado tiveram zero influência no desfecho das negociações entre Clubes mas as suas tristes opiniões obrigaram os pais do jogador a distanciarem-se das suas palavras e o agente do jogador a pedir desculpa à Instituição. A imoralidade da sua tomada de posição e a revelação dos contornos do negócio chocam com o dever de reserva e descrição profissional pelo qual se regem os advogados. O seu desrespeito pelo FC Porto e, principalmente, pelo treinador do FC Porto, jamais será esquecido.

O cenário perfeito será sempre aquele em que scouting, formação, sucesso desportivo e sucesso financeiro se encontram no momento certo: um Clube estável, poderoso, sem dívida, capaz de conservar os seus melhores talentos durante mais tempo e de escolher, sem constrangimentos, quando e em que condições os deixa partir. É para esse FC Porto que trabalhamos. Até lá chegarmos, o desporto é também feito de concessões, caminhos cruzados, decisões difíceis e da necessidade de proteger, simultaneamente, a sustentabilidade presente e futura, sem abdicar da obrigação de continuar a vencer. Rodrigo Mora junta-se a Vitinha, Rúben Neves, Diogo Dalot, Fábio Vieira e Fábio Silva, filhos da casa que partiram cedo para outras aventuras e que continuam a levar consigo uma parte da nossa identidade. Longe de casa mas perto do coração. Caro Rodrigo, o Dragão que te levou até Roma é o mesmo que, um dia, te trará de volta.

A todos os que nos criticam, aos que nos desvalorizam, aos que transformam cada decisão do FC Porto numa suspeita e cada sucesso num incómodo, deixamos também uma palavra de agradecimento. Não deixem de existir. Também vocês desempenham um papel principal na afirmação do maior Clube português. Obrigam-nos a estar atentos, a explicar melhor, a trabalhar mais e a recordar diariamente que, para o FC Porto, o caminho raramente é simples. Enquanto uns procuram diminuir-nos, nós continuamos a somar títulos. Enquanto uns constroem cartilhas, nós construímos equipas. Enquanto uns vivem do ruído, nós vivemos do trabalho, do rigor e da vitória.

Esta é a nossa ode ao FC Porto. Não uma canção de descanso ou uma celebração vazia daquilo que já conquistámos, mas uma declaração de compromisso com tudo o que ainda queremos vencer. Começámos bem, mas apenas começámos. A época será longa, difícil e cheia de obstáculos. Teremos de trabalhar mais, permanecer mais unidos e voltar a demonstrar que o todo é sempre maior do que a parte. O passado dá-nos orgulho, o presente exige-nos concentração e o futuro obriga-nos a não abdicar de nada.

Somos o FC Porto. O Clube com mais títulos do futebol português.
Viva o Futebol Clube do Porto.”

F.C.Porto 2 - F.C.Arouca 0. Excelente exibição, mas este ataque...

 

Com Diogo Costa, Alberto Costa, Bednarek, Kiwior e Zaidu, Pablo Rosario, Froholdt e Gabri Veiga, William, André Silva e Pepê, o FCP entrou forte, a pressionar alto, dominador, teve oportunidades, algumas claras, mas com um ataque de papel, desastrado, que tira do sério o adepto mais calmo, fica difícil marcar golos. E por isso não admira que a superioridade total e o bom jogo do campeão não fosse traduzida numa vantagem do marcador ao intervalo. O Arouca chegou uma vez à área do FCP e sem perigo.

Na 2ª parte o FCP entrou com o mesmo onze e com Pepê sozinho na área a atirar para a bancada. Aos 52 minutos Alberto Costa marcou um golo, anulado por falta inexistente sobre o guarda-redes. Logo de seguida Pepê à barra. William sozinho chutou fraquinho. Kiwior de longe, adiantou o FCP. Frango de Arruabarrena que tinha defendido tudo. Lance invalidade pelo VAR. Logo após incrível como a bola não entrou, mas André Silva... Aos 67 minutos e à terceira, foi de vez. Golo de Gabri Veiga - uma das melhores exibições de Dragão ao peito.
Importava não pensar em gerir na diferença mínima. Mas o FCP é assim, em vantagem recuou uns metros, procurou a transição, podia ter marcado, mas Froholdt falhou clamorosamente na cara do guarda-redes.
Aos 72 minutos saiu André Silva - uma absoluta nulidade - e entrou Deniz Gül.
Aos 79 saíram Gabri e William, entraram Borja Sainz e Inbeom.
Porto não podia facilitar, deixar o Arouca jogar. Gül entrou mal, não segurava uma bola, não fez nada de diferente de André Silva.
Aos 85 minutos Borja Sainz falhou um golo de forma inacreditável. Redimiu-se logo de seguida, fez o segundo após grande assistência de Pepê. VAR ainda analisou, mas desta vez validou. Ufa!
Perto dos 90 minutos saiu Bednarek e entrou Nehuén. Aos 90 o que falhou Froholdt...

Excelente exibição do FCP - equipa está a crescer -, com uma 2ª parte de alto nível, em particular os primeiros 30 minutos e uma vitória cristalina. Equipa intensa, dinâmica, rápida a executar, podia ter marcado vários golos. Tivesse o campeão um ataque, no seu todo, com mais capacidade para finalizar e mais golo e hoje o Arouca tinha regressado à Serra da Freita de saco cheio.

Também João Pinheiro devia explicar porque invalidou o golo de Alberto Costa. E o de Kiwior... 

Ah, estamos isolados na liderança.

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