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F.C.Porto 2 - S.C.Braga 3. Demasiadas abébias para uma noite só

 

Um jogo que estava equilibrado, F.C.Porto lento e com dificuldade em sair, culpa da pressão alta do S.C.Braga, bracarenses sem conseguir criar perigo, de repente, culpa de erros inadmissíveis numa equipa campeã nacional - a organização defensiva do F.C.Porto foi um desastre, mas tem acontecido muitas vezes. Não há ajudas, não há compensações, a equipa dá muito espaço, permite que o adversário tenha tempo para pensar e executar à vontade -, Braga ficou a ganhar por 3-0 perto meia-hora. Reduziu Otávio logo de seguida, como de seguida Borja foi expulso, Dragões com mais de uma hora a jogar contra 10. 
Até ao intervalo apenas de referir um lance: Marega completamente sozinho não foi capaz de dominar bem e rematar para golo.

O treinador dos campeões que tinha feito duas substituições na 1ª parte, saíram Mbemba lesionado e  Grujic, entraram Zaidu e Taremi, fez 3 três na 2ª, Manafá, Uribe e Sarr, deram lugar a Sérgio Oliveira, Evanilson e Francisco Conceição e o F.C.Porto dominou totalmente. Os azuis e brancos atacaram muito, mas com pouco critério e discernimento. O conjunto de Sérgio Conceição em vez de simplicar, complicou; em vez de jogar simples, forçou; em vez de soltar a bola no tempo certo, perdeu demasiado tempo a andar com a bola; fez muitas más opções, não foi contundente. Se a isso juntarmos a incapacidade notória para ganhar bolas aéreas e a forma organizada como o Braga foi defendendo, está explicado porque os Dragões apenas conseguiram reduzir por Marega. É verdade que houve oportunidades para fazer mais um ou outro golo, mas faltou inspiração e quando o golo esteve iminente, valeu Matheus. Assim, o F.C.Porto nem sequer conseguiu empatar. E sem tirar mérito a um belo Braga, principalmente na 1ª meia-hora, foram demasiadas abébias para o noite só.

Notas finais:
Depois na antevisão Sérgio Conceição ter dito que o Braga é a melhor equipa a atacar, como é possível dar 3 golos de vantagem a uma equipa com essas capacidades, claramente demonstradas no jogo de hoje?
 
A forma como o F.C.Porto entrou no jogo, sem raça, sem alma, amorfo e desconcentrado, é inadmissível. 

Com o título muito longe, fora da Taça de Portugal e sem tempo para descansar nem se lamentar, é fundamental limpar a cabeça e regressar às vitórias em Barcelos. Há ainda muita coisa em jogo...

Jornalista? Não me façam rir! Mais um número do Vieira. E não há pachorra para o choradinho leonino

 


Alguém que vai para um estádio preocupado com quantas vezes se levantam os bancos e depois faz perguntas notoriamente tendenciosas e que tresandam a encomenda, é um jornalista sério, vou mais longe, pode ser chamado de jornalista? Porque não se preocupa o Sindicato dos Jornalistas com o jornalismo sem rigor, isenção, equilíbrio, equidistância, ética e deontologia, freteiro, recadeiro, cartilheiro e com peixeiradas diárias que prolifera?


O CNID também não podia deixar de vir bitaitar. Há quem não consiga disfarçar o ressabiamento, confunda tudo... mas o que esperar de uma instituição que considera jornalista do ano alguém como o ratinho Santos?


Se o Benfica teve um surto de Covid, a responsabilidade é interna (*). Acossado e contestado por todos os lados, Vieira fez um número. É preciso ter uma grande lata para vir dizer que se não houver imunidade de grupo, o Benfica na próxima época não se equipará em balneário algum.

(*) - Vamos ser sérios porque o assunto é sério. Já o referi anteriormente, mas volto a fazê-lo: se Jorge Jesus, nos variadíssimos testes que fez ao SARS- CoV-2 - o "Doutor do Povo"(como se pode apelidar alguém que trucida diariamente a língua portuguesa de "Doutor do Povo?) falou em centenas deles -, deu sempre negativo, mas tinha Covid, como se veio a verificar posteriormente; e contactava diariamente com os jogadores, dirigentes, staff técnico; há algum dúvida sobre quem esteve na origem do surto que afectou o SLB? Vir fazer insinuações rasteiras, torpes, passando as culpas de erros próprios, para terceiros, vindo de quem vem não é uma surpresa, mas não deixa de ser uma grande desfaçatez e falta de vergonha na cara.


Não tenho pachorra para a cultura, enraizada e que pega de estaca, do choradinho, vitimização, queixinhas e calimera, dos viscondes. E como já cá ando há uns aninhos e tenho boa memória, lembro-me de um presidente do Sporting que invadiu a cabine de um árbitro e o ameaçou de pistola em punho; de alguns árbitros que saíram de cena porque não faziam a vontade ao poder reinante; de um árbitro que arbitrou uma finalíssima da Taça de Portugal, entre Sporting e F.C.Porto, prejudicou descaradamente os Dragões e no dia seguinte embarcou para a China vestidinho com um fatinho onde o emblema do Sporting se destacava; lembro-me dos jogadores do F.C.Porto que venceram a Taça de Portugal terem sido atacados à predrada em plena tribuna do Jamor quando foram receber a taça; lembro-me da espera à equipa portista em pleno varandim de Alvalade, varandim que desabou e que terminou em tragédia - duas mortes - e nem o médico do F.C.Porto, Domingos Gomes, que logo acorreu para prestar o socorro às vítimas, foi poupado às pedradas; lembro-me de um vice-presidente leonino tentar tramar o árbitro assistente José Cardinal, depositando-lhe dinheiro na conta; e lembro-me também da forma como o Sporting de Luís Duque a presidente da SAD, ganhou aquele campeonato na época de 1999/2000...

Portanto:

Só posso dizer aos sportinguistas, metam a vossa suposta superioridade moral pelo traseiro acima.


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F.C.Porto 0 - Sporting 0. Era imperioso vencer, o empate deixa tudo ainda mais difícil...

 


F.C.Porto foi melhor, não muito, mas foi; foi mais perigoso, teve as melhores oportunidades, que não foram muitas; podia ter ganho, não conseguiu, muito por culpa própria. Era preciso um Porto muito mais contundente, assertivo e eficaz.

O Sporting com 10 pontos de avanço, veio jogar para o empate, empatou, sai do Dragão contente. 

As coisas já estavam complicadas, com este empate, num jogo em que era imperioso vencer, o F.C.Porto está cada vez mais longe do título. Mas não podemos desligar, há muita coisa em jogo...

O tempo de desconto foi ridículo, houve alguns lances duvidosos, mas hoje não foi pelo árbitro que os Dragões não venceram.

Nota final:
Ainda bem que Palhinha jogou, se não jogasse o choradinho típico dos calimeros de Alvalade não pararia. Mas este caso diz muito sobre o futebol português. Um jogador leva o 5º amarelo em 26 de Janeiro, já devia ter cumprido um jogo de castigo, mas passou um mês e ainda não cumpriu o castigo, continua a jogar. 
Agora que o jogo do Dragão já passou, eh, pá, resolvam lá o problema e acabem com esta pouca vergonha. Se fosse com um jogador do F.C.Porto já teria caído o Carmo e a Trindade.

Marítimo 1 - F.C.Porto 2. Díficil, como são todas as vitórias conseguidas nos Barreiros

 


Frente a um Marítimo necessitado de pontos - está em último -, o F.C.Porto, versão campeonato, a sua pior - especialmente, há jogadores que não têm a mesma concentração nas provas internas -, venceu, mas apenas em cima do minuto 90, marcou Otávio de penálti. 

Foi uma vitória difícil, sofrida, como são todas as conseguidas nos Barreiros, valeu à equipa de Sérgio Conceição, um Marchesín em grande e a manter o empate, já a 2ª parte ia bem adiantada, a irreverência e talento de Francisco Conceição.

Agora é descansar bem - os jogos da Champions deixam sempre marcas - e preparar o jogo com o Sporting, onde só a vitória permite ao F.C.Porto manter-se vivo na luta pelo título.

Os jogadores portistas são expulsos, às vezes sem fazerem nada - veja-se os casos Corona e Luis Díaz frente ao Braga. Nem falo na equipa B... -, mas quando são vítimas de entradas claramente às pernas e que até deixam marcas, como aconteceu hoje, não se passa nada. 

PS - Estamos todos contigo, Alfredo Quintana!

F.C.Porto 2 - Juventus F.C. 1. Sabe a pouco...

 

Frente a uma equipa que lhe é teoricamente superior, logo, favorita a chegar aos quartos-de-final, o F.C.Porto fez um jogo Champions. A equipa de Sérgio Conceição foi competente, melhor, venceu com justiça, pena que o resultado saiba a pouco. Por o que fez e por que não deixou a Juventus fazer, os Dragões mereciam ir a Turim com uma vantagem de dois golos. Na 2ª mão não vai ser fácil, mas pelo que se viu na noite de hoje, num estádio, lamentavelmente, vazio, está tudo em aberto e sim, nós podemos.


Como é que este F.C.Porto que ganha à Juventus e não perde com o super-Manchester City, por exemplo, está a 10 pontos do 1° lugar de um campeonato como o português? 

Podem dizer-me que a montra Champions transcende, o espírito e a concentração são outros, mas prefiro dizer que são mistérios em que este Portugal dos pequeninos é fértil.


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Reacções à la carte e os desmemoriados

 

 

Eles queixaram-se e ameaçaram, o que fez Vítor Pereira, na altura presidente do CA e um dos grandes coveiros da arbitragem portuguesa, o outro foi Ferreira Nunes? Pôs-se de cócoras, arranjou umas desculpas esfarrapadas e numa originalidade à la carte, lá veio dar-lhes razão.

O que faz este CA? Se o F.C.Porto for beneficiado, mesmo que as dúvidas sejam muitas, quem errou vai ao PERDOA-ME - vide Vasco Santos após um Portimonense - F.C.Porto -, mas se o F.C.Porto for prejudicado, nem uma palavra, quanto mais não seja para clarificar, disfarçar, mantêm a dúvida que origina a especulação e mantém acesa a polémica. E olhem que as coisas agora estão muito pior...

 

Os desmemoriados.

Duarte Gomes(Dudu) e Rui Ratinho Santos, ontem, lá estavam a falar do que se tem passado na arbitragem, com Dudu a dizer que os árbitros não estão unidos, não reúnem, não são solidadários e o Ratinho a carregar na tecla.

Todos condenamos as ameaças aos árbitros, mas é coisa nova? Não! Já houve adeptos condenados por ameaças ao ex-árbitro Jorge Sousa e família, um dos melhores árbitros portugueses, de sempre, foi agredido à cabeçada, por exemplo e só quando o F.C.Porto está na berlinda é que tudo atinge dimensões estratosféricas?


Alguém rasgou as vestes quando o Benfica pegou fogo ao futebol português, com variadas ameaças, desde a não participação na Taça da Liga, até ao apelo, patético, aos seus adeptos para boicotarem os jogos fora?


Alguém rasgou as vestes quando o director de comunicação do Benfica, João Gabriel, disse que o título do F.C.Porto era um tributo dos árbitros ou a classificação estava aldrabada pelos árbitros? Nada! Eram tempos em que os directores de comunicação eram bons moços, tinham grande protagonismo, mas ninguém se importava, como vêem, até lhes davam corda e destaque, agora Francisco J.Marques é o mau da fita...

 

Tenham vergonha, nós, ao contrário de vocês, temos memória e se querem paz, harmonia, tranquilidade, que tal começarem a tratar os clubes por igual? Acham que nos vergam com essas campanhas extrapoladas, tratando uns como filhos e o F.C.Porto como enteado? Não, não vergam... nem nos calam!

 

Apanha-se mais depressa um bazófias que um coxo.

- Cala-te, ó nabo, não vês que a culpa é do Covid?


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F.C.Porto 2 - Boavista F.C. 2. Quem dá 45 minutos de avanço sujeita-se a não ganhar

 

1ª parte muito fraquinha, do pior que já vi e vi muito, do F.C.Porto. Uma equipa sem alma, sem raça, sem nada.


Marcou cedo o Boavista, 8 minutos - num canto mal assinado e com Sarr e Diogo Leite a dormir -, reagiu o F.C.Porto, mas de uma forma lenta, denunciada, mal executada, sem criar lances de perigo, oportunidades, os boavisteiros até estiveram mais próximo do 0-2, valeu Marchesín. Guarda-redes que nada pôde fazer já no tempo de descontos, mais uma jogada sem pressão no meio-campo, com a defesa novamente a dormir. Boavista foi para o intervalo com dois golos de vantagem. Resultado que só podia surpreender quem não viu o jogo.

Na 2ª parte, Sérgio Conceição fez três substituições, saíram Diogo Leite, Fábio Vieira e João Mário, entraram Zaidu, Grujic e Otávio, o F.C.Porto veio apostado em dar a volta aos acontecimentos. 
Entrou forte, reduziu aos 54 por Taremi. Não conseguiu manter o ritmo, voltou a carregar nos últimos 15 minutos. Após a entrada de Francisco Conceição, que revolucionou o jogo dos Dragões, Evanilson foi derrubado na área, penálti que Sérgio Oliveira transformou no empate a dois. Mais tarde  Francisco Conceição também foi carregado, mais um penálti claro, que o mesmo jogador, desta vez, lamentavelmente, desperdiçou. Mas o miúdo estava endiabrado, não quebrou com o infortúnio, foi para cima deles, esteve na origem de um golo que não valeu - a bola bateu na mão de Evanilson. Foi um ressalto, mas a lei é para cumprir, nada a dizer. Foi mais uma contrariedade que o F.C.Porto, pelo que fez na 2ª parte, não merecia. Mas quem dá 45 minutos de avanço sujeita-se a não ganhar. 

Se já era muito difícil, agora... ficou quase impossível.
Haja pachorra para os comentários do Manuel Queiroz na Antena 1... tresanda a ressabiado.


Os queixinhas da APAF, corporativistas e defensores da mediocridade


É preciso ter lata, um enorme descaramento, não ter um pingo de vergonha na cara.

Este artista do Luciano Gonçalves, mais os seus companheiros da direcção e AG da APAF, com estas atitudes corporativistas levadas ao extremo, persecutórias, não só não são capazes de fazer auto-crítica, como só contribuiem para fazer durar a polémica, juntar confusão à confusão.

Eh, pá, tenham a humildade de reconhecer que alguns árbitros e algumas arbitragens, têm errado demais, usam critérios à la carte, têm muitas responsabilidades no momento conturbado porque passa o futebol português e, principalmente, deixem de ser queixinhas.


Não, não quero acreditar que o Conselho de Arbitragem aceite a expulsão de Luis Díaz como bem analisada. Seria o cúmulo da pouca vergonha, uma desfaçatez sem limites. Errar, OK, mas já é muito difícil de engolir, persistir no erro, é indigno de gente de bem. 



Aposto singelo contra dobrado, que se todas estas diatribes que têm o F.C.Porto como alvo e tanto o têm prejudicado, se passassem com o clube querido deles todos, tal como em 2010, não sobraria pedra sobre pedra, o futebol português estaria a ferro e fogo, aqueles que agora são tão lestos a disparar contra o Grande Clube da Invicta, do Norte e de Portugal, não só estariam calados como ratos, como até, estariam a colaborar na elaboração de comunicados, fariam capas a ajudar a passar a mensagem.



Segue-se extractos de um comunicado do SLB, época 2010/2011, quando se sentiu prejudicado pelas arbitragens.
Recorde-se que nessa época o F.C.Porto "apenas" venceu Supertaça, Campeonato, Taça de Portugal e Liga Europa, com os pormaiores do título festejado com a Luz apagada e o sistema de rega ligado, uma remontada na Taça de Portugal verdadeiramente histórica, sem esquecer os inesquecíveis 5-0 no Dragão.
Comparar a reacção do presidente do F.C.Porto na sala de imprensa da "Pedreira", com esta reacção do SLB, acusar Jorge Nuno Pinto da Costa de ser responsável de tudo o que possa vir a acontecer, não é sério, é própria de ratos e ratinhos, homitos, macacos e macaquitos.
 

«A falta de credibilidade que está a atingir a arbitragem enfraquece o futebol e só quem não está preocupado com o futebol pode estar satisfeito com a presente situação. Não é ilibando, nem protegendo aqueles que reiteradamente erram que se protege o futebol. Há quem veja e queira fazer-se de cego. A esses, essa cegueira tem de custar-lhes caro.
 

O futebol protege-se agindo, assumindo as medidas necessárias para que a transparência regresse à nossa arbitragem. Quem tem responsabilidades perante a actual situação tem de se fazer ouvir.
 

Compreendemos e associamo-nos ao movimento de indignação que desde sexta-feira varre o país. Face à adulteração da verdade desportiva, queremos pedir aos sócios e adeptos do Benfica que continuem a apoiar, de forma inequívoca e sem reservas, a equipa nos jogos que o Benfica realiza no Estádio da Luz, mas que se abstenham de se deslocar aos jogos fora de casa.
 

Equacionar, em face do desgaste e da falta de garantias de isenção na arbitragem agora evidenciadas, a participação na presente edição da Taça da Liga.
 

Solicitar à comunicação social que, fazendo o seu trabalho, denuncie quem adultera as regras. Que investigue as notas que alguns observadores têm atribuído a algumas actuações de árbitros. Que compare aquilo que sucedeu no campo com a nota posteriormente atribuída.
 

Declarar o Secretário de Estado 'persona non grata' pelo trabalho que prestou ao futebol português. Abandonou a anterior Direcção da Liga no seu combate pela credibilização do futebol português, alheou-se - por completo - do processo "apito Dourado". É, ainda, o responsável por nada fazer para aplicar a lei, pelo que a arbitragem e a Comissão Disciplinar continuam na Liga, quando já deviam estar na Federação Portuguesa de Futebol desde 1 de Julho.
 

Para além de tudo isto, lamentar as declarações desrespeitosas que o Secretário de Estado teve para com o Sport Lisboa e Benfica e que branqueiam o comportamento daqueles que adulteram a verdade desportiva.
 

Quem se demite das suas responsabilidades, deve saber que isso tem consequências.»


Saúde-se o regresso do morto!

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