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À atenção do chiqueiro da queimada, também porque o tumor continua a alastrar


À atenção do chiqueiro da queimada.
Porque o chiqueiro, dentro daquele espírito já bem conhecido, de estar sempre muito preocupado com os interesses do F.C.Porto e só querer o melhor para o campeão nacional, que quer muito ver bicampeão, diz que Sérgio Conceição "exige" mais reforços. Concretamente, três jogadores, um lateral-esquerdo, um médio e um avançado. O Dragão até à morte, sempre na vanguarda da informação, sabe que Jorge Nuno Pinto da Costa vai satisfazer o desejo do seu treinador. Até ao fim do mês vão chegar três craques, craques daqueles que fazem o adepto mais exigente ficar satisfeito e abrir a boca de espanto. Como até me custa a acreditar, abstenho-me de dizer os seus nomes... mas que ser vão umas bombas, vão!

SLB, o tumor que continua a alastrar...
Mentem, manipulam, provocam, insultam, agitam, chantageiam e com a cumplicidade de uma comunicação social sem ética, deontologia e vergonha na cara; uma comunicação social que é, com cada vez menos excepções, composta por cartilheiros, freteiros, recadeiros, prostitutos da escrita e da palavra, o Benfica utiliza as piores práticas da propaganda nazi, os seus métodos fazem lembrar o modus operandi da Mafia. Isto é tão óbvio, os exemplos são tantos e tão conhecidos que nem vale a pena falar do último, a forma miserável como eles abordaram o caso entre Brahimi e um jogador do Desportivo de Chaves - foi um comportamento para, no máximo, amarelo, que tem de ser evitado no futuro. Eles sabem de onde vem o maior perigo. É apenas mais um... Mas não devíamos ser nós, seja nas redes sociais afectas ao F.C.Porto, seja no Porto Canal ou nas diversas plataformas de comunicação portista, a denunciar estes constantes comportamentos altamente condenáveis, lesivos da verdade desportiva e que contribuem para uma rivalidade cada vez mais doentia - no caso do F.C.Porto, tivemos demasiado tempo mudos e quedos, era o que faltava continuarmos a assistir a todas estas tropelias sem dizer e fazer nada. Não, deviam ser os órgãos desportivos e os organismos estatais que têm a seu cargo a supervisão destas questões e destes comportamentos.
No caso da comunicação social, se os trato assim, é porque, um, sei como eles nos escrutinaram, escrutinam e tratam; dois, porque sei que se as notícias e os escândalos que envolvem o SLB e quem o dirige, tivessem origem no Dragão, já tinham caído o Carmo e a Trindade...

Paradigmático:
Então, exaltam, bebem até à última gota e destacam as palavras do presidente do Benfica e depois, quando passadas poucas horas, aquilo que Vieira diz, é mandado para as calendas gregas por funcionários menores do SLB, não há ninguém que chame a atenção dessa grosseira contradição que não é nova, nem surpreendente?

Se fizemos um exibição de luxo, porque não devemos dizê-lo com satisfação?


Perante mais uma grande enchente, 46.509 espectadores, o campeão nacional, F.C.Porto, estreou-se no campeonato, Liga NOS, com uma goleada e uma exibição de luxo. Foram cinco, podiam, sem qualquer favor ou exagero, ter sido dez.

Foi uma exibição que teve todos os ingredientes para satisfazer o mais exigente dos adeptos. Alicerçada num colectivismo forte e que potenciou o talento - Brahimi acima de todos, mas outros estiveram a um nível muito próximo do argelino - grande dinâmica, ritmo alto, pressão constante, jogo interior e pelos flancos, qualidade de passe - uma boa novidade. Não foi uma ou outra excepção à regra que ofusca esta verdade que espero seja para continuar -, o conjunto de Sérgio Conceição procurou e quase sempre conseguiu, encontrar as melhores opções e como a isso juntou segurança defensiva, um meio-campo activo e criativo, e um ataque que apesar de alguma falta de eficácia, correspondeu, tudo somado, resultou num daqueles jogos que motivam, mobilizam, chamam público aos estádios.

A equipa mantém a mesma atitude, o mesmo compromisso e a mesma determinação. E se nem sempre se pode fazer exibições como a da conseguida frente ao Desportivo de Chaves, quando essas premissas estão presentes, para além de se estar sempre mais perto da vitória, até quando não se joga bem, quando não se ganha não há nada para apontar.

Nota final:
Se quando a qualidade baixa, jogamos mal e ficamos aquém daquilo que podemos e devemos fazer, não douramos a pílula, não temos qualquer relutância em apontar erros e defeitos, era o que faltava se quando jogamos a um nível elevadíssimo, como foi o caso, devessemos ter qualquer pejo em o dizer. Para desvalorizar os nossos méritos, destacar os nossos sucessos e extrapolar os nossos defeitos, já bastam os que não gostam de nós. Portanto, se na 1ª jornada, frente ao Chaves, tivemos uma entrada à campeão, mostramos credenciais, deixamos sinais muito positivos, vamos dizê-lo e repeti-lo, com satisfação e orgulho. Nada de triunfalismo, nem arrogância, mas chega da conversa, tipo, não vamos embandeirar em arco, isto ainda agora começou, o Chaves isto e mais aquilo, etc., até porque não é preciso. Estes jogadores e esta equipa sabem muito bem que não podem relaxar, baixar a exigência, perder a humildade e a capacidade de trabalho. Não apenas para uma jornada, mas para a época toda.

Para o clube do regime, com amor:
Dass, ó SLB, vocês queriam um castigo para o Sérgio Conceição, não conseguiram, mas já voltaram à carga, agora querem castigos para Maxi e Brahimi? Compreende-se porquê, aquilo anteontem assustou um bocadinho, mas dando de barato que pregam a paz e fomentam a guerra, tanta grandeza apregoada, tantos anos à frente da concorrência e já estão cheios de medo, todos borrados? Calma, não comecem já a dar parte de fracos, isto ainda agora começou. E o Jonas até já renovou e com ele, se a espondilose não atrapalhar, até ficam mais fortes...


Parabéns Raúl Alarcón e W52-F.C.Porto pela conquista individual e colectiva da Volta a Portugal em Bicicleta.


Última hora:
O clube do regime falar de promiscuidade entre jornalistas e o F.C.Porto, é o cúmulo da desfaçatez, a completa perda da noção do ridículo, a desorientação total.
- Ó "Ventoinha", manda-os ficar quietinhos e caladinhos!

Benfiquistas, sei que não gostam muito de pensar, mas façam um esforço e pensem...


- Benfiquistas, incluindo os do twitter para os amigos, mesmo sabendo que se pensarem muito temos um problema e nos tempos que correm isso torna-se muito complicado e perigoso,  vá lá, façam um esforço e pensem comigo.
Num lance não muito longe do banco de suplentes, um treinador vê um seu jogador, no caso, o capitão, ser vítima de um chega para lá e que chega para lá!, claramente faltoso e que o deixa com o sobrolho em baixo e a sangrar abundantemente. Como não é um robot, nem um sonso, reage e grita:
"Vocês têm de marcar estas faltas". O árbitro assistente ouviu e porque tem a sensibilidade à flor da pele, chama o árbitro principal. Este vem ao banco, dá ares de grande senhor e expulsa o treinador. Já expulso, o Mister e ponham Mister nisso, que não é robot nem sonso, atira:
"Vocês têm de ter as bolinhas no sítio. Isto não é nada, carago!"
Pergunto: Acham que o treinador, um, devia ter sido expulso? Dois, se os regulamentos só prevêem castigo que impeçam os treinadores de estar no banco, em situações de ofensa à honra dos árbitros, acham que Sérgio devia ser castigado, impedido de orientar a sua equipa e assim ser vítima de uma dupla injustiça? Nem precisam responder. Concordam comigo e dizem, não! Uma multa está bem e resolve o problema.
Estão a ver como não custa nada? Não cheira a queimado e nem foi preciso chamar os bombeiros?

O mercado inglês fechou e Marega não vai para Inglaterra. Só pode ficar surpreendido quem goste de novelas de pocilga, saídas da mente de cartilheiros ou pseudo jornalistas, que ganham a vida a encher chouriços.

Noutros tempos, um jogador com o histórico de conflitualidade que tem Marega e estando no pico da valorização, havendo uma proposta, mesmo que fosse abaixo da cláusula de rescisão, tinha saído no final da época. Claro que paralelamente, o substituto já cá estava ou então sinalizado, pronto a rapidamente viajar para o Dragão. Só que agora as coisas são muito mais complicadas, tudo está muito mais difícil, se quem tem pasta não tem vida fácil, pior para quem tem pouca.
Agora, a bola está no lado de Marega. Ou percebe que tem de mudar de comportamento, respeitar a instituição com quem um contrato livremente assinado, os técnicos, companheiros e adeptos, ser apenas uma coisa, profissional, ou então não terá vida fácil. No F.C.Porto não se condena ninguém ao degredo, mas não gostamos muito aqueles que se esquecem do símbolo que trazem ao peito quando vestem a camisola do F.C.Porto.


O F.C.Porto começa hoje a defender o título. Com um Dragão cheio e a fervilhar de entusiasmo, estão reunidas as condições para uma entrada com o pé direito. Sim, mesmo que o Chaves, agora de Daniel Ramos, conhecido por organizar bem as suas equipas, defensivamente, não vá ser um adversário fácil.
Ah, já me esquecia, começamos em alta velocidade, de Ferrari...

"O acentuar do desequilíbrio do futebol português", por Gil Lopes


Desde sempre existiu uma diferença significativa entre os chamados 3 grandes e os pequenos - recém-promovidos ou clubes sem capacidade económica e social de 1ªdivisão.
Mas num determinado período - final década 90 até perto de 2010 - este fosso diminuiu com mais clubes de classe média a conseguirem manter os seus melhores jogadores ou a irem buscar boas e baratas alternativas para os seus plantéis.
Mas desde há algum tempo a esta parte, 7, 8 anos que se deu um crónico acentuar de clubes pequenos e com isso a redução da qualidade do futebol praticado.
Para mim, um dos problemas teve a ver com a repartição dos direitos televisivos e que começou quando o benfica optou por efetuar uma negociação com um operador a título individual, deixando os outros na mão.
Assim, em vez de se optar pelo modelo inglês, onde a Premier League negoceia com as televisões e depois reparte o bolo por todos, optamos por negociar individualmente. E tirando o futebol espanhol - modelo parecido com o nosso -, é o futebol inglês que melhor tem aproveitado esta situação, pois clubes “pequenos” lá conseguem contratar bons jogadores por 30 ou 40 milhões, o que equilibra por cima a qualidade do futebol.
Mas nós cá e como o benfica optou por querer ser grande á força, tentando diminuir a competição interna - percebe-se porque não gostam de competir na Champions -, deixando assim na mão os clubes mais pequenos que não tiveram a mesma hipótese de negociar bons contratos dos direitos televisivos  - que a Sport TV tem aproveitado a seu belo prazer...

Assim, o que esperar deste campeonato ao nível da qualidade do jogo táctico e técnico?
É que com a saída dos jogadores de "classe média" do nosso campeonato, conjugado com uma não divisão justa e equitativa dos direitos de transmissão de jogos, originou um claro enfraquecimento do nosso futebol.
Obviamente, os clubes de classe média perderam bons jogadores e de boa qualidade que optaram por ir ganhar mais dinheiro no estrangeiro e hoje temos muitos mais clubes que jogam um futebol fraco e que perderam qualidade individual e claro, a qualidade coletiva ressente-se. Aliado a este facto,r temos ainda que o campeonato português passou de 16 para 18 equipas. Ou seja, temos mais jogos de fraca qualidade, que não cativam adeptos e assim cada vez mais os estádios estão vazios ou perto disso. Logo, o retorno financeiro para o clube é só através da venda de um ou outro jogador, ou das fracas receitas de bilheteira, com bilhetes caros para o espetáculo praticado. Não admira por isso, que muitos clubes se tornem dependentes de outros que jogam na mesma liga para assim receberem jogadores emprestados, algo que já há muitos anos deveria ter sido corrigido.

E é aqui que acho que a Liga e a FPF deviam intervir e rectificar o que está errado, tentando elevar a qualidade do futebol praticado.
Para isso e uma vez que o campeonato ficou mais fraco, poderíamos optar por passar a ter apenas 12 equipas, os 3 grandes, mais uma classe média interessante - por exemplo, Braga, Guimarães e apenas um clube na Madeira -, mas com real força e mais 6 equipas, fazendo uma primeira fase com 22 jogos a duas voltas - todos contra todos - e depois uma fase final dos 6 primeiros a lutar pelo titulo - exactamente com os mesmos pontos conquistados na 1ªfase - e outra dos 6 últimos - na luta pela permanência, descendo apenas 2.
Na 1ª Liga teríamos com toda a certeza uma qualidade muito maior, pois mais clubes de classe média iriam ter mais jogadores de qualidade comprovada, muito mais adeptos nos estádios, maior interesse televisivo.

Depois deveria existir uma divisão na 2ª Liga em zona norte e zona sul - 18 equipas em cada divisão - e no fim os 2 primeiros classificados de cada divisão jogavam numa fase final entre si, meias-finais e quem ganhava ia á final e subia á 1ª Liga e o vencedor da final seria campeão.
Isto originaria 48 equipas de futebol profissional na liga, e com menores despesas de deslocação principalmente na 2ª Liga.
Nesta altura temos 18 + 24, ou seja, 42 equipas, mas com despesas muito maiores devido a deslocações e poucos espectadores para fazerem essas deslocações longas. Mas 18 equipas em cada divisão iriam originar mais jogos a nível regional, o que iria motivar mais espectadores e participarem e a apoiarem as suas equipas dentro e fora de casa - deslocações mais curtas.
Na Taça de Portugal, independentemente do sorteio, a equipa melhor classificada à altura do sorteio, jogaria sempre fora e apenas a um jogo desde o início até ao fim.
Na Taça da Liga, metodologia igual à Taça de Portugal na fase a eliminar e na fase final de 4 grupos, os 2 melhores classificados de cada grupo jogariam apenas 1 jogo em casa e 2 fora, e manter a final- four como foi o ano passado, pois é interessante esse modelo.
Julgo que estas medidas iriam elevar os índices competitivos e de qualidade do futebol em Portugal com uma 1ª Liga de valor acrescido, onde se iria valorizar a qualidade dos atletas e uma 2ª Liga com menores encargos, podendo assim os clubes que querem lutar para subir ter mais dinheiro para contratar jogadores de qualidade.
E claro, assim o clube do regime iria ter mais dificuldade em controlar 6 ou 7 clubes que jogam atualmente na 1ª Liga, pois não se poderia emprestar jogadores, fosse de forma direta, fosse de forma encapotada como o fazem atualmente.
Possivelmente esta ideia para um campeonato mais competitivo não interessa à maioria dos clubes em Portugal, pois seriam menos 6 clubes na 1ª Liga, logo menos 3 jogos por jornada. Mas sejamos sinceros, são cada vez mais os adeptos que preferem ver jogos internacionais e menos o campeonato português devido á fraca qualidade apresentada e assim com os jogadores de classe média melhor distribuídos por menos clubes na 1ª Liga, acredito que seria uma 1ª Liga mais interessante, e onde um “Leicester” podia ganhar um título de 5 em 5 anos, ou pelo menos ficar bem perto.

Éder Militão: esperar para ver. Mas há muito mais...


Já chegou e foi apresentado, Éder Militão, brasileiro, ex-S.Paulo, cujas referências são as melhores. Não conheço, por isso vou dar tempo ao tempo. Desejando que se integre facilmente, o mais rapidamente possível possa vir a confirmar todo o talento e potencial que o recomendam como um jovem de grande futuro. Está num clube que recebe bem; numa cidade de gente boa e que facilita a integração; junto de adeptos apaixonados, exigentes, mas que reconhecem, acarinham e apoiam todos aqueles que servem o F.C.Porto com profissionalismo e dedicação.
Sobre a polivalência, se por um lado é óptima, permite várias soluções ao treinador, por outro e já vimos muitos polivalentes a perderem-se porque andaram a saltar de posição para posição e não se afirmaram em nenhuma, é preciso algum cuidado...

Quando no final do F.C.Porto 3 - D.Aves 1, o Benfica reage, com o pensamento na máxima da máquina de propaganda nazi - uma mentira muitas vezes repetida, passa a ser verdade - e na defesa de um dos seus meninos queridos, Luís Godinho, volta a falar do caso do centro de treinos da Maia, só mostra a sua verdadeira faceta. Desde logo, mostra a quem ainda tivesse dúvidas, que as preocupações de Vieira expressas nos Estados Unidos, com o clima que afecta o futebol português - clicar para ler na foto do lado direito - são, utilizando uma expressão que os brasileiros usam muito, conversa para boi dormir.
Depois, mostra que este Benfica não tem pudor e vergonha na cara. Sim, um clube que teve um adepto condenado em tribunal por invadir o campo e apertar o pescoço a um arbitro assistente; adeptos condenados em tribunal por ameaças ao árbitro Jorge Sousa e seus familiares; o comportamento pernicioso e sistemático contra o árbitro Pedro Proença e que culminou com um adepto condenado em tribunal por agredir o actual líder da Liga Portugal e talvez o melhor árbitro da história do futebol português; e os insultos que na BTV são o pão nosso de cada dia, contra Artur Soares Dias; devia ficar calado. Não fica, porque o Benfica não gosta dos melhores, gosta dos Godinhos, Almeidas, Motas, Esteves, Capelas, Paixões e Ferreiras. E porque, como está mais que provado, aquilo que o presidente diz é apenas conversa da treta, vou-me repetir:
Ou as entidades desportivas, mas não só, aproveitam esta oportunidade para parar o tumor que significa este Benfica de Vieira, um tumor que já está metastizado, ou o futebol português vai continuar num clima muito pouco saudável e a verdade desportiva será sempre questionável.

Soltas e boas, fresquinhas:
Sem dúvida! 6 jogos, 6 derrotas, 14 golos sofridos, 1 golo marcado, último lugar, pior prestação de sempre de uma equipa portuguesa na Fase de Grupos da Champions League.

Por muito que se ponha em bicos dos pés um anão nunca deixa de ser um anão.

Inês Henriques, mais uma vítima da conjuntura...

SLB também 10 anos à frente da concorrência na língua portuguesa.
Enquanto nós ainda estamos em arremesso, eles já vão em arremeço.
Alô, alô Galamba, alô, alô Galamba, é favor interromper as férias e apresentar-se no estádio da Luz.

Já sabíamos que ele para lamber o Vieira, atira-se a toda a gente. Mas lá porque não gostou do que disse Jorge Nuno Pinto da Costa, acerca das declarações que Vieira fez nos Estados Unidos, tinha de insinuar que a Afurada não é terra de gente boa? 
Na Afurada ninguém toca!

70 milhões pelo Alisson; 80 milhões pelo Kepa.
Temos o Iker pelo preço da uva mijona.
- Cala-te, pá, que alguém pode ouvir...

Não sabes o que é SER PORTO?
Pergunta ao Rui Vinhas...

F.C.Porto 3 - D.Aves 1. Com um Super-Maxi, Dragões vencem com justiça e conquistam a 21ª Supertaça


Em Aveiro, a sua cidade talismã no que diz respeito à Supertaça - sempre que lá jogou, ganhou -, num dia, mais um, de grande calor, o F.C.Porto venceu com toda a justiça o D.Aves e conseguiu o 21º Troféu Cândido de Oliveira - tem mais sozinho que todos os outros clubes juntos.

Entrando com Casillas, Maxi - melhor, Super- Maxi -, Felipe, Diogo Leite e Alex Telles, Ótavio, Herrera, Sérgio Oliveira e Brahimi, Aboubakar e a grande surpresa, André Pereira, a equipa de Sérgio Conceição até entrou a prometer muito. Ainda não tinham decorrido 5 minutos e numa excelente jogada entre os dois homens mais avançados, Aboubakar obrigou o guarda-redes do Aves a uma grande defesa para evitar a abertura do marcador. Só que a promessa não foi cumprida, tirando esse lance apenas já muito perto do intervalo o F.C.Porto voltou a dar um ar da sua graça, esteve perto de marcar. Nos entretantos, com Ótavio e Sérgio Oliveira muito mal - Sérgio Conceição esteve quase a mexer na equipa e ainda muito cedo no jogo -, praticamente só com Herrera no meio-campo, a equipa de José Mota encontrava espaços para sair, conseguiu ameaçar, marcou, esteve por mais duas vezes perto de marcar - numa salvou Casillas, noutra a bola rasou o poste. Os três lances, têm, porém uma particularidade: foram todos precedidos de irregularidades. No golo, antes há uma falta que Luís Godinho não assinalou; nos outros dois, fora-de-jogo que Ricardo Santos, que esteve desastrado, talvez para não ficar atrás do seu chefe de equipa, o internacional de pacotilha e minúsculo, Godinho. não assinalou. Ao golo do Aves respondeu o F.C.Porto com outro, este tirado da cartola de Yacine Brahimi, quase logo a seguir obrigado a sair, vítima de uma das muitas entradas dos jogadores avenses.
Resumidamente, má 1ª parte do F.C.Porto, Aves muito bem, resultado justo ao intervalo.

Na 2ª parte foi bem diferente.
Sem chegar ao brilhantismo - ainda houve algumas más decisões, opções e passes errados na transição ofensiva que impediram o aproveitamento dos espaços que o Aves concedeu -, mas com aqueles que não tinham estado bem a subirem de rendimento - Corona a mostrar que esta pode ser a sua época; Alex Telles a subir para níveis perto de Maxi; e Herrera a alcançar patamares de excelência -, o conjunto de Sérgio Conceição passou a ser superior, dominador, raramente permitiu veleidades ao Aves, deu a volta numa jogada muito bonita entre Otávio e Maxi, consolidou a vantagem através de Tecatito e colocou o resultado numa diferença mais de acordo com o desenrolar dos segundos 45 minutos Foi num magnífico remate de fora da área, após excelente passe de Óliver - o espanhol entrou hesitante, preocupado em jogar pelo seguro, mas foi crescendo, acabou em grande.

Concluindo, a equipa pode não ser exuberante, nem se pediria que fosse nesta altura, mas mantém a atitude, carácter e compromisso que fazem dela uma equipa sempre competitiva.
A época começou bem dentro e fora do campo, com o Mar Azul a fazer-se sentir com a mesma mobilização e apoio que caracterizou a temporada anterior.

Notas finais:
Maxi Pereira, 34 anos, várias vezes campeão, mais de uma centena de internacionalizações pelo Uruguai, está a ganhar bem menos que quando ingressou no F.C.Porto vindo do SLB. Mas quem o viu na noite de ontem, em que foi muito justamente, o Homem do Jogo, se não o conhecesse diria estar na presença de um jovem vindo da formação e cheio de vontade para agarrar uma oportunidade na equipa principal do F.C.Porto.
Maxi não é portista desde pequenino, não faz juras de amor eterno, não beija por tudo e por nada o emblema, mas é um profissionalão, alguém que gosta muito de estar aqui e prova-o em campo, não com frases feitas nem conversa da treta.
Maxi é um exemplo que deve ser seguido e o seu comportamento devia fazer corar de vergonha algumas pulgas que andam cheias de catarro.

Se sobre a lesão de Brahimi, para além do seu talento, nada há a  apontar ao argelino, já na de Soares não é bem assim. O brasileiro ganhou o lance, a posição, em vez de seguir com a bola ficou à espera do contacto, o choque aconteceu e a lesão também. Esperemos que não seja grave, mas fica a lição para futuro.

Paz, tranquilidade, harmonia, um futebol português mais sereno e mais pacífico. OK, qualquer adepto subscreverá. Mas isso é possível, quando, por exemplo, temos na Supertaça um árbitro sem nível e competência, incapaz de ver um lance de clara irregulariadade sobre Herrera e que deixou o capitão do F.C.Porto com o sobrolho em muito mau estado? Se para além do árbitro, árbitro assistente em cima do lance e 4º árbitro também não vêem nada, é natural que isso origine uma reacção, como aconteceu com o banco portista. Sérgio Conceição foi expulso, poderá ficar impedido de estar a orientar a sua equipa, no banco, frente ao D.Chaves. Luís Godinho, esse, até porque é dos árbitros fetiche de alguém - só assim se compreende que sendo tão fraco, seja internacional -, quase de certeza estará  apitar um jogo da Liga NOS.

António Lourenço, o homem do trompete,  conhecido adepto e sócio do F.C.Porto, foi impedido, por causa do trompete, de entrar no Municipal de Aveiro. Ao fim de 36 anos a acompanhar o seu clube, de animar com a música do seu trompete os vários estádios de Portugal e da Europa, António Lourenço foi barrado pela empresa de segurança 2045, ao serviço da FPF. Este episódio, por si só, já é um escândalo. Mas por exemplo e comparativamente, sabendo-se que as claques ilegais do SLB, na época passada tiveram carta branca, para antes do jogo, colocar tarjas, o escândalo é ainda maior.
O presidente da FPF, Fernando Gomes, devia apresentar um pedido de desculpas a António Lourenço, através do F.C.Porto. Sim, não é exagero. Quando se defende e se procura um futebol melhor e mais saudável, não se deve impedir a entrada daqueles que dão contributos positivos, fazem do futebol uma festa. Deve-se sim, ser rigoroso, não ter contemplações e impedir de entrar, os que vão para o espectáculo com intenção de armar confusão e criar problemas.

Momento da lágrimas no canto do olho:
Vieira tinha em Jonas um grande berbicacho. O brasileiro, melhor marcador do campeonato e figura preponderante nos últimos títulos do SLB - igual influência só tiveram alguns padres e meninos queridos -, com 34 anos e com problemas de espondilose, não gostou nada de saber que o argentino Ferreyra tinha vindo ganhar muito mais do que ele e disso deu conta. Como resolver o problema, sem Vieira ser afectado? Pois, tentando passar para a opinião pública que Vieira não queria, batalhou, mas quem quis muito foi Jonas. Fazem uns telefonemas para o antro desportivo da cofina e lá está: "Balneário do Benfica sensibilizado com atitude de Vieira."


"O fascismo do clube do regime", por Gil Lopes


Na ânsia de vencer, o presidente do clube da luz cercou-se de todos os esquemas (que pomposamente catalogou de “Estamos 10 anos á frente dos outros”) para conseguir que o “seu atual clube” recuperasse o caminho dos títulos que o FCPORTO conquistou desde que estamos em Democracia.
Assim, criou um império com pés de barro, como fica demonstrado em todos os processos judiciais que pendem contra eles, mas infelizmente estamos num País onde se privilegia o bajulamento até á exaustão e parece que pelo segundo ano consecutivo, desde a divulgação dos emails no inicio da época desportiva do ano passado que nada se passa de errado na principal competição de futebol profissional em Portugal.
Todos fingem que está tudo bem, desde a Comunicação social desportiva, ou generalista até aos supostos órgãos que deveriam gerir e ditar regras no futebol profissional...
Mas se o clube do regime fez todos os esquemas possíveis e imaginários para vencer títulos de forma ilegítima, o que falta para a sociedade em geral perceber que mais processo, menos processo, que toda esta estrutura (vulgo polvo) acabará por ruir tal como todos os Impérios alicerçados no poder pela força?
Será que neste País todos os legítimos poderes têm medo de afrontar este fascismo desportivo orquestrado pelo benfica, e assim desde os órgãos políticos, judiciais e desportivos (FPF e Liga) parece que ninguém se importa verdadeiramente com o mal com que os dirigentes atuais do benfica trazem a uma competição que perde a sua valorização a cada semana que passa, pois as suspeitas vão-se transformando em certezas, e em mais esquemas elaborados de corrupção, como se comprova com a ultima descoberta de que uma toupeira ao serviço do clube do regime adulterou processos da justiça para os beneficiar, e quantas mais toupeiras ainda haverá por descobrir? Mas os órgãos da justiça desportiva continuam a olhar para o lado, a fingir que nada de anormal se passa. Pior, a fazerem tudo por tudo para calarem quem se manifesta contra este “Status quo”, chegando ao cúmulo de aprovarem novas regras á pressa para impedirem que o Porto Canal ou que o diretor de informação do FCPORTO possam falar sobre o assunto. Regras ao pior estilo do fascismo que se julgava erradicado, mas neste País quem não cumprir as regras do benfiquistão passa a ser considerado inimigo e alvo a abater. São as chamadas diferenças de tratamento consoante os interesses do patrão.
Será que dentro de alguns anos (ou antes até) não se irá descobrir que o Meirim não é mais do que um Ricardo Costa (versão II) que trabalhava de uma forma declarada para o clube do regime e que com as suas decisões que deveriam ser isentas, mas eram tudo menos isso e visavam unicamente favorecer o clube para o qual trabalhava, isto quando estava em posições de decisão da justiça desportiva?
São estas pessoas que ao abdicarem de prestar um bom serviço à justiça em Portugal e que deixam de ter coluna vertebral que ajudam a desvirtuar uma competição que se quer limpa, e não é mais do que uma competição que se desvaloriza dia após dia, pois enferma do mal de tráfico de influências em muitos casos e noutros mesmo de corrupção.
Triste País este que se deixa aprisionar por um presidente de um clube de futebol e onde os políticos lhe prestam vassalagem e lá vão ao beija mão, moldando as mentes dos mais incautos, transformando um País onde a Democracia existe apenas no papel, pois na prática quem ousar mostrar que o Rei vai nu é logo subjugado aos interesses instalados do fascismo do benfiquistão... Assim, neste País onde a cultura desportiva se perde cada vez mais em detrimento da bajulação doentia ao clube do regime (veja-se o caso paradigmático da chegada dos sub-19 onde o repórter da TVI queria tanto falar no “jota” que nem interessava qual era o jogador que de facto capitaneou a seleção e que trazia a taça, que era o nosso defesa central Diogo Queiroz).
Logo resta ao FCPORTO continuar a denunciar todas as práticas ilegais, continuar a preparar o melhor possível a época desportiva que aí vem, seja no futebol seja na formação, seja em todas as modalidades do clube, mas acima de tudo compete ao FCPORTO demonstrar em campo a diferença de valores com que se regem as nossas Vitórias.
E que hoje na Supertaça seja a primeira do ano...

"Eu acredito!", por Felisberto Costa


Sábado começa oficialmente a nova época para nós - e já agora, para o Desportivo das Aves também - com a disputa do troféu que o FC PORTO mais tem no seu Museu que todos os outros vencedores juntos! Falo obviamente da Supertaça Cândido de Oliveira. Que venha a 21ª que a gente não se importa nadinha.
Como é dos livros e da mentalidade humana, nada como começar a ganhar para dar embalo a mais uma época que se afigura difícil tanto a nível interno como externo. A nível interno vai ser uma luta renhida a 4 - incluo aqui o Sporting… de Braga que em pezinhos de lã, vai cada vez mais encurtando distâncias para os 3 grandes. E difícil também porque há um clube, que por decreto divino ou extra-terrestre ou o raio que o parta joga, e de que maneira, como um craque fora das 4 linhas! Apesar da vergonha ser imensa - alguns já arrepiarem caminho -, ainda há muito tentáculo que não foi extirpado apesar de denunciado. A nível externo, compraz-nos fazer boa figura na fase de grupos da Champions e passar se possível aos oitavos-de-final. A partir daí tudo o que reluzir será ouro. É o F.C.PORTO que vai defender o titulo! Somos nós os campeões e portanto vamos ter pela frente 17 equipas que nos vão querer abater de qualquer maneira e feitio, fazendo dos jogos contra nós, a exibição da vida deles. Contudo não é nada que não estejamos habituados, sejamos ou não os campeões. E como creio ainda no nosso presidente, creio também no núcleo que o rodeia (pelo menos no que diz respeito ao jogo jogado, não ás finanças ou relações públicas, porque isso está longe de ter gente competente), acredito plenamente que temos todo o direito de dizer: os favoritos somos nós!
Mesmo com um Sérgio Conceição que tem o coração muito perto da boca e diz em público o que deveria gritar em privado, acredito que o plantel do F.C.PORTO, reforçado com os jovens que despontam, sobretudo os Diogos - todos eles vão ser craques se não se ajoelharem aos pés dos empresários ou aos caprichos dos papás -, pois acho que está na hora do Sérgio mostrar que também é um líder não só de um plantel feito, mas um treinador que não tem medo de arriscar em jovens. Para quê termos uma equipa B se não fizermos uso dela com alguns dos seus elementos na principal? E depois, se já vencemos uma II Liga, se brilhamos na Youth League, é porque os nosso rapazes sabem dar pontapés no esférico, caramba! Nunca fiz ídolos na minha vida. E já vi passar pelo F.C.PORTO enormes jogadores, de classe mundial, tanto estrangeiros como portugueses. Por isso é que parafraseando o mister das tácticas, Jorge Jesus, se sair o Manel, fica o Quim, se sair o Quim, fica o Tone e sair o Tone, de certeza que entraremos em campo sempre com 11 jogadores e mais sete no banco. Porque no meio disto tudo e é isso que também torna o futebol um desporto invulgar, há sempre alguém que aproveita estas oportunidades para mostrar ao mundo que também sabe jogar á bola. E coincidência das coincidências, Vítor Baía não se sagrou campeão europeu porque ficou no F.C.PORTO a treinar e agora idem aspas para o puto Diogo Leite! Ah, valentes bruxas! Muita água irá correr debaixo das pontes. Estou certo que não naufragaremos. Bem antes pelo contrário, seremos a nau que atingirá, forte e segura, um bom Porto. Tenho a certeza que os nossos darão tudo em campo, porque está visto que temos um treinador que nem a feijões admite perder. E quando por vezes a vontade supera o talento - não é assim, oh Marega? - não há força que nos derrube, toupeira que nos faça tropeçar, nem vídeo-árbitros para os apanhados do costume!
Rumo ao bi-campeonato minha gente!
Eu acredito!

Apresentação do F.C.Porto versão 2018/2019


Muita gente, exactamente 43.829 espectadores, muito entusiasmo e muita paixão, o Mar Azul regressou em força e em forma no dia da apresentação do F.C.Porto versão 2018/2019. E a equipa correspondeu. É verdade que o resultado não foi além de um nulo, mas a exibição foi bastante boa, em particular na segunda-parte. Parafraseando Sir Bobby Robson, o homenageado na tarde/noite de ontem, fizemos uma excelente exibição, faltou apenas uma pontinha de sorte e killer instinct.
No primeiro jogo que vi nesta pré-época, gostei, fiquei com a certeza que estamos no bom caminho e daqui para a frente só vamos melhorar.

A equipa mantém as virtudes que a levaram ao título na temporada passada e para princípio de época até está já acima das minhas espectativas. A atitude e o compromisso continuam lá, apareceu um F.C.Porto solto, compacto, organizado e que raramente se desequilibrou - não é um ou outro erro que vai alterar esta constatação, foram apenas excepções à regra - um Porto rápido a reagir à perda, dinâmico e que procurou diversificar, atacando pelas laterais, pelo meio, tudo já com uma intensidade muito aceitável. Foi Dragão muito superior ao seu adversário, dominador no jogo todo e que criou e desperdiçou várias e claras oportunidades, algumas por alguma falta de eficácia - o tal killer instinct de que falava Bobby Robson. Se a isso juntarmos também alguma falta de sorte - duas bolas nos ferros - e guarda-redes inspirados, temos a explicação para o empate sem golos, num jogo em que o conjunto de Sérgio Conceição deixou boas indicações, sinais muito positivos, sinais que indiciam estar pronto e preparado para começar oficialmente a temporada 2018/2019 e para colocar no Museu o primeiro troféu em disputa, a Supertaça Cândido de Oliveira.

Nota final:
Pareceu-me ver jogadores com um espírito diferente, Corona e Hernâni e não fiquei surpreendido por ver Maxi e Herrera, mesmo que tenham regressado mais tarde, já capazes de aguentar o ritmo da equipa que não foi lento em nenhum momento. A isso chama-se profissionalismo.

Se sobre João Pedro e Marius - quando entrou já eu tinha saído - preciso de ver mais, já sobre Diogo Leite, até porque o conhecia, se é muito cedo para fazer afirmações peremptórias, não creio estar a exagerar se disser que Diogo Leite tem tudo para poder ser uma opção fiável. Vai errar, claro que vai, mas vai aprender e crescer com os erros, chegar a um rendimento que o coloca no patamar de mais um excelente central made in F.C.Porto.

PS - Obrigado Vítor Kasparov Pastel de Belém Serpa por nos lembrares que as equipas da Premier League são ingénuas, suaves, mal preparadas...

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