Populares Mês

Peço desculpa, mas para mim o título vai ser: Já há cor para a Santa Aliança entre SLB e SCP. É marrom!

André Villas-Boas assina o editorial da Revista Dragões

Caros Portistas,
“A 28 de setembro, o Futebol Clube do Porto celebra 133 anos de História, de crescimento e de superação em torno dos valores da cidade que lhe deu o nome e das pessoas que fizeram dele uma parte inseparável das suas vidas. O FC Porto é hoje parte fulcral do bater do coração da Cidade: vive do amor visceral dos Portistas, mas também contribui para a atividade económica, para a saúde e a prática desportiva de centenas de jovens e para a riqueza cultural e social da comunidade. A ligação entre Clube e Cidade, entre Clube e País e entre Clube e Mundo está hoje em pleno crescendo. Está nas famílias que se encontram no Dragão, nas modalidades, na formação, no Museu, nas nossas Casas e em cada camisola azul e branca que leva o Porto para além das suas fronteiras. Somos o Clube português mais titulado no futebol nacional e internacional e somos também uma marca única, construída sobre um património humano que nenhum balanço consegue medir e que temos a obrigação de preservar.

Celebrar este aniversário é reconhecer quem nos trouxe até aqui e assumir a responsabilidade por aquilo que ainda queremos construir. Os nossos Sócios não nos pedem que administremos a memória; pedem-nos que a honremos com trabalho, que defendamos a Instituição e que continuemos a ganhar. Fazemo-lo conscientes de que a dimensão do FC Porto não se esgota no futebol, nem a sua importância pode ser reduzida ao resultado de um domingo. O que representamos na vida das pessoas exige rigor na gestão, ambição desportiva e respeito por uma identidade que atravessa gerações.

No campeonato, somamos sete vitórias em sete jornadas. É um arranque que distingue o trabalho de Francesco Farioli e de uma equipa envolvida num espírito profundo de Portismo e que quer sempre mais. O treinador mantém a exigência de quem sabe que um bom começo não dispensa uma época inteira de concentração, e os jogadores respondem com compromisso, disciplina e confiança no seu método. A união que nos levou ao título não ficou apenas na fotografia da festa: continua a sentir-se na preparação dos jogos, na reação às dificuldades e na responsabilidade com que cada um assume o seu lugar no grupo. Há muito campeonato pela frente, muitas armadilhas e nenhuma razão para facilitar. Sete vitórias são sete passos importantes; não são uma autorização para começar a festejar.

A vitória no clássico teve, por isso, um significado que ultrapassou o relvado. Vencemos o adversário e respondemos à arrogância de quem passou semanas a tentar diminuir o FC Porto, os seus adeptos e o seu grupo de trabalho. Foram insultos, suspeitas fabricadas e tentativas de condicionamento, servidos em monólogos em que a clubite aguda substituiu o contraditório. Os comentadores do “Manto Marrom”, essa mistura de verde e vermelho que tão bem traduz o alinhamento da Segunda Circular, parecem já ter fundado um novo clube. Ainda não lhes conhecemos o estádio, mas a sede funciona em vários estúdios e a política de comunicação está perfeitamente coordenada: a necessidade de atacar e menosprezar tudo o que tem a ver com o FC Porto. O pacto de sangue é tal que o telespectador menos atento pode até ficar confundido sobre qual a cor clubística de cada um. A nossa equipa não precisou de responder-lhes ao microfone. Respondeu em campo, com futebol, personalidade e uma vitória que nenhuma discussão de rodapé consegue desfazer, levando-os a ter de lamber as feridas uns dos outros, enlutados pela dor comum de uma vitória do FC Porto.

Mas o insólito não se ficou por aqui. As direções e as equipas editoriais dos órgãos de comunicação social, que gastam milhares de euros em especialistas de arbitragem, nacionais e estrangeiros, decidiram fazer vista grossa à opinião dos mesmos, unânimes na apreciação da excelente arbitragem de Miguel Nogueira no clássico. Atrevo-me a dizer que todos estarão com o lugar em risco, porque a isenção neste país conta pouco. Nem especialistas nem ex-árbitros nem diretrizes da UEFA vão prevalecer sobre as opiniões das redações tendenciosas e dos seus diretores e editores executivos, bem como da parafernália de adeptos, ex-funcionários, ex-candidatos, ex-jogadores e ex-colaboradores do Benfica que invadem os espaços de opinião, e tiveram o seu expoente máximo de fanatismo no comentador que afirmou que Gabri Veiga deveria ter sido expulso, e o FC Porto ficar reduzido a 10 jogadores, num momento em que o próprio já não se encontrava em campo. É este o nível de credibilidade da informação desportiva portuguesa.

O absurdo ganha novos contornos quando a suspeita se estende também à Sport TV, num campeonato em que o mesmo clube detém os direitos sobre as transmissões televisivas dos seus jogos em casa, num conflito de interesses estrutural e flagrante que, noutras latitudes, seria considerado incompatível com qualquer pretensão de isenção. Que o detentor desses direitos possa decidir, sem escrutínio externo, quais as imagens que chegam ao público e quais permanecem na sala de montagem, é uma situação que dispensaria comentários se não fosse tão conveniente para quem dela beneficia. Haja decoro. Haja decoro! O FC Porto pede há dois anos uma revolução tecnológica para o setor da arbitragem: melhores câmaras, maior número de câmaras, melhores ângulos, melhor definição, tecnologia de fora de jogo semiautomática e tecnologia de linha de golo. E todos, sem exceção, assobiaram para o lado!

Trocado por miúdos e para simplificar: o país ia parar porque o Benfica ia ganhar e ninguém ia trabalhar. Para que isso acontecesse, Miguel Nogueira deveria ter sido “padre”, mas não foi: foi apenas árbitro, isento e sério, em mais um clássico do futebol português. Mas vejamos o lado positivo: com a vitória do FC Porto, perderam-se horas de diretos e filmagens do autocarro do Benfica e assim se pouparam milhares de euros em gasolina, que está muito cara.

Que lindo que estava o nosso Dragão nessa noite! Inesquecível!

Setembro marcou também o nosso regresso à Liga dos Campeões, competição em cuja era moderna somos o quarto clube com mais participações e uma referência incontornável do futebol português. Voltámos a um palco que conhecemos e onde construímos uma parte essencial do nosso prestígio internacional, mas que hoje exige uma leitura desportiva e económica particularmente atenta. O formato de liga abriu uma nova dimensão competitiva e o ciclo comercial de 2027/31 traz perspetivas de crescimento que queremos aproveitar. A nossa responsabilidade é elevar os pergaminhos do Clube sem ignorar que, entre os emblemas do Pote 1, estão potências com uma capacidade financeira que torna cada vez mais difícil equilibrar a competição apenas através do mérito e da qualidade do trabalho.

O encontro com o Manchester City mostrou bem essa distância. De um lado, um investimento de cerca de 526 milhões de euros no mercado; do outro, os 32 milhões do FC Porto. Um clube adquirido em 2008 por cerca de 200 milhões de libras é hoje avaliado em aproximadamente 4,1 mil milhões de libras. Não apresentamos estes números como desculpa para uma derrota, mas como retrato da escala em que somos chamados a competir. Encurtar estas distâncias exige astúcia, determinação, investimento criterioso e uma gestão que não confunda coragem com imprudência.

Haaland decidiu o jogo, demonstrando a diferença que um dos melhores avançados do mundo pode fazer. Perdemos e temos de retirar desse encontro tudo o que nos permita crescer, sem procurar transformar uma derrota numa vitória moral. Também houve reconhecimento internacional da qualidade dos nossos jogadores e da capacidade competitiva deste grupo. O FC Porto dispõe hoje do plantel mais valioso da sua História, do jogador mais valioso do campeonato e de uma combinação de juventude, experiência internacional e formação da casa que nos dá motivos para acreditar. Preservar o núcleo competitivo da equipa campeã, reforçá-lo e continuar a valorizar os seus jogadores é parte do trabalho de construção de um Clube mais forte e sustentável.

Curiosamente, aquilo que merece reconhecimento fora de portas provoca cegueira e coceira entre os especialistas do “Manto Marrom”. Passaram o verão a fazer contas às nossas dificuldades financeiras e agora parecem particularmente incomodados por nos verem conservar talento e somar vitórias. Há avaliações que sobem com a camisola certa e desvalorizam o vizinho por obrigação editorial. Entre os potes dos sorteios e os preços que se atribuem ao talento, fica a pergunta: quanto vale um Pote? A resposta não pode depender da cor do cachecol de quem segura a calculadora.

Num plano bem diferente, setembro voltou a expor a crise que envolve a liderança do Conselho de Arbitragem e as denúncias de Duarte Gomes. O FC Porto foi, tanto quanto é público, o único clube a defender expressamente a suspensão temporária de funções do Presidente do Conselho de Arbitragem enquanto são esclarecidos os factos e o próprio defende o seu bom nome. Fizemo-lo publicamente e através de comunicações institucionais à FPF e à Liga Portugal. Não confundimos uma investigação com uma condenação, nem pretendemos substituir-nos à justiça. O arquivamento do processo disciplinar deve ser respeitado, tal como deve ser esclarecida a matéria sob investigação judicial. Mas a proteção da credibilidade das competições não pode ficar dependente de uma espera indefinida enquanto a suspeição se instala sobre quem dirige a arbitragem.

Entre os apoios públicos à continuidade de Luciano Gonçalves destacou-se o apoio de Frederico Varandas. Registamos essa posição, como registamos a diferença entre a prontidão de certos votos de confiança e a indignação imediata que surge quando o nome do FC Porto entra numa discussão. Para nós, o critério não muda com o destinatário: importa proteger as competições, os árbitros e a independência das suas decisões. Continuaremos a promover as diligências necessárias para obter esclarecimentos e a defender o afastamento temporário do presidente deste órgão. Um voto de confiança não substitui uma explicação, nem a defesa do bom nome de alguém exige que se exponha toda a competição ao desgaste da dúvida.

É neste contexto que quero distinguir a coragem de Tiago Silva. Perante uma abordagem televisiva que procurou transformar a indignação pública e institucional do FC Porto sobre uma nomeação numa suspeita de interferência, defendeu o Clube sem se intimidar com o peso da redação ou com a autoridade que alguns julgam adquirir por ocuparem uma cadeira num estúdio. Questionou os rodapés, confrontou a narrativa e recusou aceitar que o FC Porto fosse apresentado como suspeito apenas por ter exercido o direito de discordar. Não pediu tratamento de favor; exigiu que não se confundisse a defesa da Instituição com aquilo que se pretendia insinuar contra ela. Essa frontalidade merece reconhecimento, sobretudo quando seria mais cómodo baixar a cabeça e deixar a emissão seguir.

No dia seguinte à reação do Clube, a suspeita mudou de roupa. A jornalista reconheceu que o FC Porto não estava sob suspeita, mas, já sem Tiago Silva no estúdio e perante uma plateia bem menos empenhada em contrariá-la, trocou “suspeitas” por “pressões”, como se uma mudança de vocabulário apagasse a mensagem que tinha sido transmitida. Uma investigação verdadeiramente prodigiosa: quando o suspeito não serve, muda-se o substantivo. O que não mudou foi a realidade de uma posição pública, assumida e conhecida desde janeiro, que não passou a ser clandestina por receber um rodapé vermelho em setembro. Quem reclama autoridade para escrutinar os outros tem de aceitar que também lhe sejam pedidas contas sobre o que afirma.

A mesma jornalista terminou recentemente uma crónica com a máxima “primeiro os factos, depois os comentários”. Um excelente princípio, cuja aplicação parece ter sido suspensa quando surgiu o nome do FC Porto. Neste caso, chegaram primeiro os rodapés, depois as insinuações e só mais tarde a necessidade de corrigir a história. O rigor não pode ser uma frase de assinatura que desaparece quando os factos estragam a narrativa; tem de existir precisamente nos momentos em que contraria preferências, audiências ou conveniências.

Pior, talvez, seja a facilidade com que esta confusão entre profissão e bancada passa para a narração e o comentário dos jogos. No Benfica-FC Porto de andebol, na RTP, ouvimos “temos quatro golos para recuperar”. No NOW, durante o clássico de futebol, surgiu outra manifestação de isenção: “Espero que o Benfica marque e equilibre o jogo”. Ficámos esclarecidos sobre quem precisava de recuperar e sobre quem desejava o empate. Falta apenas perceber por que razão se insiste em apresentar como neutralidade aquilo que a primeira pessoa do plural e a expressão de um desejo tornam tão transparente. Cada um é livre de apoiar o clube que entende; o que não pode é exigir ao público que confunda esse apoio com informação imparcial.

Caros Sócios e Adeptos, o melhor modo de honrarmos estes 133 anos continua a ser manter os pés assentes na terra e o foco no essencial. Temos uma equipa em quem acreditamos, um treinador exigente, talento para desenvolver e uma massa associativa que nunca nos deixa sozinhos. Nada disso nos dispensa de trabalhar mais, de corrigir o que estiver errado e de permanecer unidos quando o caminho apertar. Que a nossa cultura, o nosso desejo e a nossa sede de vencer nos tragam muitas vitórias e a alegria de responder em campo às tristes almas que vivem mais preocupadas com a nossa queda do que com o seu próprio sucesso. O FC Porto continuará a crescer com a sua cidade, a honrar os seus e a procurar novas conquistas, porque a História que celebramos não nos pede descanso: exige-nos continuidade.

Viva o Futebol Clube do Porto.”

A grandeza do FCP assenta em bases sólidas, é granítica como a cidade que lhe deu nome.

Continuem a subestimar a grandeza do FCP e depois queixem-se...


Vivem uma realidade alimentada a coiratos, vinho de pacote e lixo não reciclável de uma comunicação social que lhes enche a cabeça de uma grandeza que, ao contrário do que apregoam, não esmaga a concorrência, em particular aquela que se situa na Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta" cidade do Porto. Se tivessem um pouquinho de humildade ou fossem mais inteligentes, saberiam, porque já têm obrigação de saber, do que massa é feita o FCP. O FCP quebra, mas não torce, o FCP não presta vassalagem, não estende a passadeira, não se curva perante ninguém. Pode até estar por baixo, mas nunca mais será um regresso ao passado, quando o Benfica dominava a seu belo prazer e o FCP não passava de um clube simpático, fidalgo a receber, cheio de fair-play, mas que não ganhava nada. Quando começou a ganhar e a ganhar muito, passou a ser encarado como o mau da fita, tem todos os defeitos do mundo. Isto que repito agora, não é novidade, é aquilo que disse, vejam bem, em 2010 - ver mais abaixo - e já tinha dito antes e é um pensamento que me acompanha desde os finais da década de setenta do Século passado. Sim, quando interiorizei e o futuro deu-me razão: futebol português nunca mais será o mesmo, o FCP veio para ficar e vai ficar. Mas confesso, nunca esperei com tantas e tão grandiosas vitórias. Não me refiro à vitória de ontem, essa foi saborosa, claro que sim, mas foi normal, natural, não foi épica, para além do sonho, como algumas que o FCP já conseguiu. E agora citando alguém: vocês sabem do que estou a falar...

Como se viu e expressei num texto após a vitória do Benfica em Milão, soltou-se a arrogância, a bazófia, a teoria do mais, melhor, grande clube do mundo. O FCP foi tratado como coisa menor, uma equipa de 3ª categoria, ia perder, só faltava saber por quantos. Ganhou e claro, agora é preciso arranjar desculpas para justificar junto daqueles que não são capazes de ver mais que uma pequena árvore numa grande e densa floresta. Isto repete-se e torna a repetir-se. Porque não aprendem? Muito provavelmente a resposta está no início do texto.

Marco Silva quis fazer um número com a comparação entre o futebol português e inglês. Como anda desactualizado e ninguém o informou que o clube que durante a semana, directa e indirectamente - leia-se através dos seus cartilheiros, freteiros, recadeiros e afins -, mais pressiona, é o clube que treina, teve azar, foi apanhado naquele provérbio: apanha-se mais depressa um mentiroso que um coxo - ver foto demonstrativa.

Adorei ver um vídeo do Trio D' Ataque no rescaldo do clássico de ontem, onde o papagaio verde dos Gift, Nuno Gonçalves, fez coro com o benfiquista e elegante João Gobern. 
Tão solidários que eles estão contra o FCP. Será agora que regressa a Santa Aliança? Ou, indo mais longe, se fundem?

06 de Maio de 2010:
«Já aqui demonstrei, suportado em vários exemplos vermelhos e com imagens que não deixam dúvidas, que a violência, os comportamentos incorrectos, as atitudes provocatórias e reprováveis, não têm, infelizmente, cor, que nesta matéria não há anjos e demónios, não há inocentes e culpados. Mas como se viu antes, durante e depois do F.C.Porto/Benfica, a propaganda não faz outra coisa senão culpar o F.C.Porto e os portistas do que aconteceu e do que tem acontecido. Já aqui falei do vergonhoso comportamento da SIC - a PSP, segundo sei, manifestou junto da estação de Carnaxide o mais vivo repúdio pela reportagem, mas desse repúdio, ninguém deu conta, apesar de haver Órgãos de Comunicação Social que tinham a notícia...O que demonstra bem ao que isto chegou. Tão valentes para atacar e denegrir o F.C.Porto, tão cobardes quando se trata de tocar no Benfica! -, da pouca vergonha que é a Benfica TV, mas podia também falar do pasquim da Queimada, do Record, do C. da Manhã, da TVI, de colunistas homens e mulheres que parecem homens, de paineleiros com problemas nas mãozinhas, ou e para finalizar, de "senadores patetas", que não fizeram e fazem outra coisa, senão apregoar que a violência é azul e o F.C.Porto é o império do mal. Ora, meus caros amigos, esta gente que tanto fala em paz, em harmonia e em tranquilidade para o futebol português, não quer a paz, ou então a paz que eles desejam é à custa da abdicação do F.C.Porto. De um F.C.Porto que não represente perigo, à custa de um F.C.Porto perdedor - ao fim e ao cabo, um regresso ao passado, um F.C.Porto que aceite tudo, que não reclame, mesmo quando é vítima e em variadíssimas circunstâncias, de tratamento desigual, de perseguições inqualificáveis, de achincalhamentos na praça pública... Eles bem tentaram, bem tentam e vão continuar a tentar, mas nós nunca permitiremos que aconteça e por isso tirem o cavalinho da chuva... Se de facto querem um futebol melhor em Portugal, é fácil: comecem por tratar o Grande Clube da Invicta, seus dirigentes, profissionais e adeptos com respeito e dêem-lhe o destaque que merece, por tudo o que tem feito pelo desporto em geral e pelo futebol português em particular. Vão ver que a paz regressa rapidamente ao futebol...»

F.C.Porto 3 - S.L.Benfica 1. Dragão derrota a arrogância, a bazófia e o jornalismo rasca e de vão de escada.


Diogo Costa, Alberto Costa, Bednarek, Kiwior e Martim Fernandes, Pablo Rosario, Froholdt e Gabri Veiga, William Gomes, André Silva e Pepê foram os escolhidos para entrar de início e jogo começou com o Benfica mais ligado e mais perigoso nos primeiros 20 minutos. A partir daí o FCP melhor, começou a chegar à frente com mais perigo, como corolário dessa melhoria chegou ao golo - grande golo de Gabri Veiga aos 32 minutos. Aos 35, já com amarelo, Lenglet levou o segundo, Benfica com dez. Quase de imediato saiu Gabri lesionado? e entrou Inbeom. Com mais um e em vantagem, o FCP não podia facilitar. Ao minuto 41 William sozinho na cara de Samuel Soares falhou duas vezes. Já na parte final da 1ª parte, portistas desatentos e Pavlidis ameaçou o empate.

O intervalo chegou com portistas em vantagem pela diferença mínima e a jogar contra um adversário reduzido a dez. Era importante que o FCP, mesmo com mais um, não perdesse concentração, rigor, organização, aproveitasse os riscos que o Benfica ia correr e para sair com critério, para se possível aumentar o resultado.

Para a 2ª parte o campeão regressou sem mexidas.
E o jogo recomeçou com o FCP por cima e a chegar bem e com algum perigo na frente. Mas do nada, o Benfica que ainda não tinha ultrapassado o meio-campo, quando ultrapassou e chegou à frente, com Martim Fernandes e Pepê a nanar, Bah, o lateral-direito, empatou. Reagiu rápido a equipa de Francesco Farioli e Victor Froholdt - que grande jogo fez o dinamarquês... - a passe de André Silva voltou a adiantar os portistas. O 3º não tardou, mais uma assistência de André Silva - fez um grande jogo, o melhor desde que regressou ao FCP -, para um excelente golo de Inbeom.
Ao minuto 69 saíram Martim Fernandes e William, entraram Francisco Moura e Borja Sainz. 
O jogo foi caminhando para o fim com o FCP mais perto do 4º que o Benfica do 2º - apenas por uma vez Diogo Costa foi chamado e correspondeu com uma bela defesa. 
Ainda deu para os regressos de Samu e Oskar Pietuszewski e o jogo terminou com a vitória justíssima do campeão. A sétima em sete jogos.

Notas finais:
O FCP é campeão nacional em título, tinha seis jogos e seis vitórias, jogava num Dragão a fervilhar de entusiasmo, mas pareceu que o Benfica ia ali jogar contra o Cascalheira, uma equipa de 5ª categoria. O FCP ia perder, só faltava saber por quantos. Fizeram a festa, deitaram os foguetes e agora vão carregados de canas para Lisboa. E, claro, quase que aposto, com o apoio dos seus peões de brega, vão atirar-se ao árbitro. É assim que eles e o jornalismo sem rigor, isenção, ética, vergonha na cara, funciona. 

O super-Benfica, do super-Marco Silva, mais super-Palhinha e todos os outros super, que já não perdia há não sei quantos jogos, perdeu hoje e sem apelo nem agravo, podia ter perdido por mais.

Uma das lixeiras da Média Livre, antes do jogo passava nos seus miseráveis rodapés: "Ambiente intimidatório para a equipa do Benfica"; "Benfica já sente o clima de tensão no Dragão". Para o próximo FCP - Benfica, fica desde já prometido: vão ter uma passadeira vermelha, ladeada de fores, obviamente, vermelhas.

Quem se deve estar a rir é José Mourinho. Veio para empatar, levou um pontinho. super-Marco veio para conquistar os três pontos, leva as canas.

Registe-se a saúde-se os regressos de Samu e Oskar Pietuszewski. Se tudo correr normalmente e não houver nenhum azar, o FCP no regresso após as pausas das selecções, estará bem mais forte.

O portismo já está todo a calmantes, ninguém consegue dormir, vem aí o bicho papão...


E assim será que vale a pena ao FCP entrar em campo no próximo domingo no jogo frente ao SLB? Não seria melhor fazer falta de comparência, perdia 3-0 e assunto resolvido? O que me deixa tranquilo é um amigo que diz: gosto de os ver assim, cheios de tesão, arrogância e de bazófia...


 

Hoje vou falar de vários assuntos e do Zé, o Zé Nunes.


 O Zé estava na rádio e televisão pública, saiu para o NOW. E se no serviço público, mesmo tentando disfarçar o seu benfiquismo e antipatia para com o FCP, já era notório. Agora no canal da Média Livre não é preciso e o Zé ontem tinha de seguir a cartilha do canal que lhe paga. Assim, a propósito da vergonhosa edição de uma das lixeiras da Media Livre em que se tentou colar o FCP aos escândalos que envolvem a arbitragem e estão sob investigação, o Zé disse algumas coisas que se podem ver já a seguir.

Recuemos no tempo. 
Primeiro e é um facto que faz toda a diferença: uma coisa é um árbitro prejudicar uma equipa e passado algum tempo ser nomeado para arbitrar essa equipa e isso não cair bem na equipa que tinha sido prejudicada, outro é haver um contencioso, um processo pendente no Conselho de Disciplina entre o árbitro Fábio Veríssimo e o FCP - o chamado caso das imagens na cabine do árbitro no jogo entre o FCP e o SCB. Ora, o Conselho de Arbitragem à revelia do mais elementar bom senso nomeou o árbitro para o FCP - SLB para a Taça de Portugal. O FCP, naturalmente, fez o que qualquer clube faria, reagiu contra essa nomeação sem sentido, fê-lo publicamente e disso deu conta a quem de direito. Felizmente, o árbitro fez uma arbitragem que não mereceu grandes reparos, o FCP venceu e qualificou-se para a eliminatória seguinte. Pois o benfiquista José Nunes, no canal NOW, de camisola do Benfica vestida,  teve o desplante de dizer que a pressão resultou. Falou de um possível penálti contra o FCP que não foi assinalado. Sinceramente alguém se lembra? Pergunto: o Benfica foi eliminado por culpa do árbitro? Não! Só se foi o árbitro o culpado por aquele falhanço do Pavlidis nos últimos minutos... 


José Nunes é mais um no canal NOW contra o FCP. Mas o curioso é que se ataca o FCP por fazer aquilo que devia e quem fez aquela barbaridade de uma nomeação que tinha tudo para correr mal - se o árbitro tivesse decisões polémicas em desfavor do FCP, o que teria acontecido no Dragão atendendo aos antecedentes? -, passou ao lado dos problemas, quase ninguém lhe tocou. Isto demonstra bem o sectarismo, facciosismo, falta de isenção de alguns contorcionistas que falam e escrevem sobre o futebol português. Aliás, compare-se este caso com o que aconteceu antes da supertaça entre Benfica e Sporting em 31 de Julho de 2025. Relembremos que o Benfica, ANTES DO JOGO, a fez um comunicado a contestar e arrasar a nomeação, apresentou o árbitro como por coincidência, Fábio Veríssimo, como sportinguista e publicou o currículo dele com os erros e favorecimentos a um e prejuízos a outro. Isso mereceu horas e horas de discussão? Edições especiais? Alguns que agora estão de facas afiadas contra o FCP, nesse comunicado de pressão inaceitável a um árbitro antes de um jogo, rasgaram as vestes? A resposta é: não! 

Com o Benfica pressionado por não ganhar o campeonato há três épocas e Rui Costa com a cabeça no cutelo - se não ganhar esta época não vai ser bonito -, o Sporting a apostar forte para se libertar do fantasma de Rúben Amorim, todo este frenesim com o FCP não surpreende. O FCP voltou a ser o alvo a abater o que é óptimo, muito mais, se não faz muito tempo ninguém dava nada pelos Dragões. 
Os golpes de rins, os números de contorcionismo, as cambalhotas em frente e à rectaguarda, as inventonas, especulações, mentiras descaradas, são o modus operandi de alguns órgãos de comunicação social que têm sempre a mira apontada a Norte. A Santa Aliança está mais próxima do que nunca.
Os "especialistas" andam às voltas sobre os jogos do FCP e é um corrupio. Ora, é porque a qualidade de jogo do FCP não é famosa; ou é porque tem um grande guarda-redes; também são os lances de bola parada; sem esquecer os poucos remates. 
O treinador do Casa Pia até sacou um coelho da cartola: fizemos cinco remates e o FCP quatro. Fantástico! O Casa Pia ganhou 5-4, três pontos para o Casa Pia! Este senhor devia ter algum recato, depois do Benfica que tinha jogado a meio da semana na Escócia frente ao Hearts, ter ido a Rio Maior fazer um treino de recuperação e ter espetado 7-0 ao clube que treina.

Francesco Farioli no final do jogo de Rio Maior falou em coisas estranhas. Não é preciso fazer muito esforço, nem inventar para saber a que se referia o treinador do FCP. Pelo menos três coisas: penálti sobre Bednarek, agressão a André Silva que nem amarelo mereceu e um lance em que William fica isolado, é agarrado e o árbitro marca falta contra o FCP. Dou de barato o lance do penálti contra o FCP, mas não deixo de registar o número de contorcionismo e a desfaçatez de alguns que foram peremptórios a dizer que foi, mas no penálti sobre Fofana no FCP - Arouca da época passada tiveram certezas absolutas que não foi. Zé Nunes criticou as declarações de Francesco Farioli no final do jogo de Rio Maior, extrapolando sobre o clássico do próximo domingo. Era o que faltava que o treinador do FCP, no final de um jogo em que a sua equipa foi objectivamente prejudicada, não dissesse nada porque vem aí um FCP - SLB. Ainda sobre as declarações do técnico do FCP, o que acho estranho é o Benfica ter enfiado o garruço, retorquir às coisas estranhas de Farioli com um lance em que se sentiu prejudicado no jogo com o Gil Vicente. Estará o Benfica a pressionar a arbitragem do jogo da 7ª jornada? Repito, alguém acha que perante uma arbitragem como a de anteontem o FCP ia ficar calado, não ia criticar árbitro e VAR?

Casa Pia 1 - F.C.Porto 4. Agora descansar bem e preparar o jogo frente ao Super-Benfica...


Numa tarde de muito calor e frente a um adversário que lhe infligiu a 1ª derrota no campeonato da época passada, o FCP de início com Diogo Costa, Alberto Costa, Bednarek, Kiwior e Francisco Moura, Pablo Rosario, Gabri Veiga e Inbeom, William Gomes, André Silva e Pepê, entrou muito forte, dominador, vários cantos, uma grande oportunidade, Gabri Veiga ao poste. A partir dos 15 minutos o ritmo baixou, a qualidade de jogo e o domínio também, o Casa Pia aproveitou, teve dois lances de perigo. No 1° valeu uma excelente defesa de Diogo Costa. Ao minuto 40, do nada, após um canto, corte em falso de Pablo Rosario apanhou o pé do adversário, penálti contra o FCP. Chamado a marcar, Henrique Araújo adiantou o Casa Pia. Já no tempo de descontos, novo canto, Pablo Rosario aproveitou um ressalto, tocou para André Silva, que não estava feliz, empatar. 

O intervalo com o jogo empatado a um, resultado que se podia considerar justo. O FCP não pode jogar 15 minutos a um nível alto e depois baixar tanto.
A arbitragem foi uma vergonha e em prejuízo do FCP. 
Logo no minuto inicial guarda-redes deu um murro em Bednarek, no final do tempo de descontos, agressão a André Silva, árbitro e VAR não viram nada.

O FCP regressou com o mesmo onze para a 2ª parte.
Dragões entraram novamente a dominar e a ganhar cantos. Num deles, golo, marcou finalmente a valer, Jakub Kiwior.
Após duas substituições, saíram William e André Silva, entraram Borja Sainz e Santiago Giménez. Quase de seguida o espanhol aproveitou um erro defensivo e fez o terceiro golo. 
Aos 62 minutos saiu Inbeom - abaixo das expectativas -, entrou Alan Varela.
O FCP com dois golos de vantagem, abrandou, alguns jogadores começaram a inventar, agarrar-se à bola em vez de circular, tocar, aproveitar os espaços que o Casa Pia dava. Não havia necessidade.
Ao minuto 80 saíram Alberto Costa e Gabri Veiga, entraram Martim Fernandes e Seko Fofana. 
O jogo caminhava para o fim, FCP em serviços mínimos, até algo displicente. Em cima do minuto 90  penálti sobre Santiago Gimenéz. Chamado a bater, o mexicano não bateu bem, mas fez o quarto.

Depois da derrota para a Champions League num jogo muito exigente e passados três dias, numa tarde de muito calor, o campeão e líder isolado, venceu sem discussão. Não foi brilhante, longe disso, mas também não foi preciso para ganhar tranquilamente.


Agora é descansar bem e preparar o jogo do próximo domingo frente ao super-Benfica, do Marco Guardiola Silva e com três, pelo menos, Maradonas: Palhinha, Prestianni e Schjelderup.

Agora preparemos-nos para uma semana de ataques ao FCP, em particular por parte das lixeiras da Média Livre, que já começou hoje, com alusões ao túnel do Dragão. 


F.C.Porto 0 - Manchester City 2. Ter ou não ter um avançado que faça a diferença, eis a questão


Frente a um adversário forte, candidato a vencer a prova, o FCP de início com Diogo Costa, Alberto Costa, Nehuén, Kiwior e Martim Fernandes, Alan Varela, Pablo Rosário e Gabri Veiga, William Gomes, André Silva e Pepê, entrou bem, concentrado, procurando, primeiro defender bem, depois pressionar alto, mas sem perder a organização. Objectivo não sofrer e poder numa chegada na frente marcar. Foi assim que surgiu o primeiro lance de algum perigo e foi na baliza de Donnarumma. Aos 21 primeiro lance de golo iminente, Haaland de cabeça para uma enorme defesa de Diogo Costa.
Pena alguns lances perdidos, ora porque quem recebia não recebia bem - André Silva -, a tabela era mal feita, a bola não saía no tempo certo - Pepê - a definição não era a melhor.
Ingleses com mais bola, dominavam e eram mais perigosos, mas pela frente um Diogo Costa sempre muito bem a evitar o golo.
Aos 40 minutos uma entrada muito dura de Marc Guéhi, nem o amarelo mereceu.

O jogo chegou ao intervalo empatado a zero, resultado que se poderia considerar justo. Um Dragão muito bem defensivamente, mas não tão bem a atacar. 

Para a 2ª parte era importante um Porto ao mesmo nível defensivo, mas mais atrevido e melhor na fase ofensiva. Só que logo no início Haaland que já tinha ameaçado na 1ª parte, marcou de cabeça. Tudo começou num mau passe de André Silva no ataque. No contragolpe, a bola chegou na frente, cruzamento, golo. Portistas tinham de ir atrás do empate. E foram. Varela ameaçou. William também.
Ao minuto 68 saíram William e Alan Varela, entraram Borja Sainz e Inbeom. Os azuis e corriam riscos, mas quem não arrisca não petisca.
Farioli voltou a mexer aos 73 minutos saíram Martim Fernandes - belo jogo - e André Silva - não posso dizer o mesmo -, entraram Francisco Moura e Santiago Gimenéz.
Grande cruzamento do mexicano, Pepê sozinho quis rematar de primeira, falhou.
Aos 83 minutos saiu Gabri Veiga e entrou Seko Fofana.
Já no tempo de descontos, com Nehuén fora lugar - estava notoriamente cansado e a acusar o desgaste de uma longa paragem -, Haaland voltou a marcar e colocou um ponto final no resultado.

FCP bateu-se bem -  não tem de baixar a cabeça -, mas ainda lhe falta, principalmente na frente, um avançado, não digo como Haaland, mas capaz de um rendimento melhor. E hoje foi Haaland que fez a diferença. E sem Bednarek ainda se notou mais a qualidade do ponta-de-lança norueguês. André Silva trabalha muito, mas não tem contundência, raramente está no sítio certo, não tem golo.

Na Champions League e frente a adversários deste calibre procuro ser realista, pragmático, não exigir mais do que aquilo que podemos dar. Mesmo que o futebol esteja cheio de surpresas, nem sempre ganhe o favorito, só uma noite perfeita por parte do FCP junto com uma noite abaixo das suas possibilidades por parte do Manchester City podia fazer acontecer um resultado fora da grande maioria das previsões. Com algumas ausências importantes, com jogadores ainda a precisarem de tempo, a derrota do campeão português acaba por natural. 

São estes jogos que dão traquejo, fazem crescer os jogadores e a equipa. E este Porto mostrou hoje - houve vários jogadores que estiveram muito bem: Diogo, toda a defesa, Rosário, Gabri, William - que vai estar à altura dos grandes desafios que tem pela frente na Champions, vai ser mais forte a cada semana que passa.

F.C.Porto 2 - Moreirense 1. Merecia mais alguns golos a excelente 2ª parte do campeão.


De início com Diogo Costa, Alberto Costa, Bednarek, Kiwior e Francisco Moura, Pablo Rosario, Froholdt e Gabri Veiga, William, André Silva e Pepê, o FCP entrou a dominar, mas um erro grave na zona defensiva proporcionou ao Moreirense muito recuado uma grande oportunidade de golo. Na segunda vez que chegaram ao ataque os de Moreira de Cónegos marcaram mesmo.
Procuraram reagir os azuis e brancos, atacavam, mas sem contundência para marcar. William que tinha muita bola, ameaçou pela primeira vez. À segunda livre do mesmo jogador, Bednarek de cabeça fez o empate. Alguns dos problemas do conjunto de Francesco Farioli passavam Gabri com dificuldade em se soltar e por Froholdt trapalhão, lento a circular, perdia facilmente a bola.
Já nos descontos Gabri sozinho passou ao guarda-redes.

O jogo chegou ao intervalo empatado a um. FCP dominou, foi superior, mas frente a uma equipa com muita gente atrás, raramente encontrou espaços e as melhores soluções atacantes. Também porque nos 30 minutos iniciais não esteve a nível habitual atrás.

Com um resultado que não lhe servia no final dos primeiros 45 minutos, o treinador do FCP não mexeu. Esperava-se um Dragão igual a si próprio defensivamente e mais assertivo no meio-campo e mais acutilante no ataque.
Logo no minuto inicial Pepê podia ter feito muito melhor. O mesmo William na jogada seguinte. Mas estava bem o FCP. Alberto Costa falhou um golo feito porque abordou mal. O mesmo aconteceu com William. Já justificava o segundo o campeão. André Silva não acertava. Mas, finalmente, William o mais contundente e incisivo, marcou e consumou a reviravolta. Agora era preciso não adormecer, ir à procura do terceiro.
Aos 64 minutos saíram Francisco Moura e Gabri Veiga, entraram Martim Fernandes e Inbeom. Incrível a forma como André Silva  falhou dois golos - ponta-de-lança não pode falhar golos destes. Estes falhanços às vezes têm consequências. Dragões já mereciam mais golos.
Aos 74 minutos saíram André Silva e William,  entraram Borja Sainz e Santiago Giménez.
Incrível a forma como Froholdt falhou outro golo a um metro da baliza. Froholdt que melhorou muito na 2ª parte. Tanto domínio, algumas oportunidades claras e o golo não entrava. E ia entrando na baliza do FCP, valeu uma grande defesa de Diogo Costa. Tudo por uma hesitação na defesa e Inbeom a ver jogar em vez de atacar a bola. Victor Froholdt foi agredido com uma cotovelada. VAR interviu, o árbitro foi ver e expulsou o jogador do Moreirense, Guilherme Liberato.
Para o lugar de Victor Froholdt entrou Fofana e  Nehuén para o de Alberto Costa.
Gimenéz muito bem a obrigar o guarda-redes a uma grande defesa. E voltou a ameaçar logo de seguida. O FCP tentava, tentava, mas o terceiro não acontecia.

O jogo chegou ao fim com a vitória justíssima do campeão e líder do campeonato. Um FCP que pela excelente 2ª parte merecia marcar mais golos e ganhar por uma vantagem bem maior. Não se podem falhar tantas oportunidades claras como teve o conjunto de Francesco Farioli, em particular nos segundos 45 minutos.

Espero que esteja tudo bem com Victor Froholdt e a recuperação seja rápida.

Foi pouco tempo em campo, mas para quem esteve tanto tempo parado, gostei de Santiago Gimenéz que deixou a promessa de ser importante.

Agora é descansar e preparar a estreia na Champions League frente a um Manchester City que só para o meio-campo gastou 378 milhões de euros.

PS - Não sei o que se passa, não consigo publicar comentários. Já desde meio da tarde...


Académico de Viseu 0 - F.C.Porto 3. Grande eficácia numa vitória tranquila

 

Com Diogo Costa, Alberto Costa, Bednarek, Kiwior e Zaidu, Pablo Rosario, Froholdt e Gabri Veiga, William, André Silva e Pepê o  FCP entrou a marcar cedo por André Silva iam decorridos 5 minutos. Os viseense tentaram reagir, Zaidu ao fazer um passe lesionou-se, deu lugar Martim Fernandes. O jogo recomeçou com Dragões a aumentarem a vantagem. Jogada simples, Bednarek na profundidade para Pepê, este amorteceu de cabeça para Gabri e o espanhol fez um excelente golo. Portistas sem ser brilhantes, sempre que chegaram à área, ameaçaram ou marcaram. Aos 38 uma jogada notável dos azuis e brancos. Pepê acelerou, tocou em Gabri que controlou com classe e assistiu numa bandeja para William fazer o 3°. O Académico teve uma ou outra ameaça, mas sem criar muito perigo.

O jogo chegou ao intervalo com o campeão na frente com uma margem confortável e onde o grande destaque deve ser a grande eficácia do conjunto de Francesco Farioli.

Para a 2ª parte o treinador do FCP tirou Bednarek tocado e meteu Nehuén. E o FCP entrou tranquilo, pressionava, controlava, mas sem forçar e a definir mal no último terço. 
Aos 59 minutos saíram William e Pepê, entraram Inbeom e Borja Sainz. 
Ainda que sem ser intenso, fazendo tudo nas calmas, era o conjunto de azul e branco que estava mais próximo de marcar. Com o jogo fácil, na parte final a equipa descomprimiu, relaxou, brincou e isso ia causando problemas. Aos 82 saiu Alberto Costa, entrou Alan Varela. A prova disso é que o Académico de Viseu esteve muito perto do golo - bola na barra da baliza de Diogo Costa.
Depois e até ao fim nada de muito relevante. Com alguns jogadores desgastados, o FCP deixou de jogar, o jogo chegou ao fim com o resultado da 1ª parte: Académico 0 - FCP 3.

Vitória que não merece discussão, mais uma vez sem sofrer golos e uma exibição mais que suficiente para garantir os três pontos.

Agora é esperar para ver o que vai acontecer nos últimos dias de mercado.


Custou 27 milhões, foi apresentado como uma vitória do Benfica sobre o FCP, mesmo que o FCP ao saber do preço tenha logo desistido, sai emprestado para a Arábia Saudita. Vai ser giro ver os números de contorcionismo que alguns vão fazer...


Freddy Var, com a oratória de excelência que o caracteriza e sempre com o FCP no pensamento, atirou: "Se o Manchester City pagou 60 milhões pelo Nico, quanto não vale um Pote?" Pois é, Nico foi transferido por 60 milhões, até já saiu do City para o Newcastle por cerca de outros 60 milhões e Pote? Olha, sai emprestado para a Fiorentina, para já, o Sporting recebe 2,5 milhões, pode render no máximo, 25 milhões.
Fredy Var, é ridículo, uma piada que só não é mais explorada porque a grande maioria da comunicação social é sectária, facciosa, tendenciosa, muito valente para criticar o FCP e cobarde quando se trata de Benfica ou Sporting.

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