sábado, 31 de janeiro de 2026

Editorial de AVB na Revista Dragões



“Há lugares que guardam histórias e há Instituições que as escrevem todos os dias, com trabalho, coragem e compromisso. Entrámos em janeiro com essa consciência, a de que o futuro não se prevê, constrói-se. E constrói-se com decisões claras, com pessoas certas nos lugares certos e com a fidelidade inegociável aos valores que fazem do FC Porto aquilo que hoje é: um Clube exigente, com uma identidade muito própria.

É por isso que a renovação de Francesco Farioli representa muito mais do que a continuidade de um treinador. Representa a continuidade de um método. De uma forma de estar. De uma cultura de trabalho que encaixa no que somos. Desde o primeiro dia, Farioli compreendeu que o FC Porto não vive de atalhos nem de facilidades: vive de rigor, de trabalho, de ética, de simplicidade e de uma obsessão saudável pelo detalhe. Compreendeu também que, aqui, não há vitórias “a prazo” - há responsabilidade diária. A forma como tem desenvolvido a equipa, como tem valorizado os jogadores, como trabalha em estrutura, como se relaciona com a sua direção, e como coloca sempre o Clube acima de qualquer ego, confirma-nos aquilo que vemos no Olival: competência, coerência e ambição. 

Os resultados, que nunca são obra de um homem só, mas sim de um coletivo que trabalha bem, são um reflexo dessa seriedade. O melhor arranque de sempre na nossa História no campeonato, os resultados históricos alcançados, a entrada direta nos oitavos de final da Liga Europa, a maturidade competitiva com que a equipa tem respondido às exigências, tudo isso tem assinatura: do grupo, do treino, do método, da liderança, do compromisso. E é isso que queremos preservar e potenciar. Renovar é acreditar. Renovar é dar estabilidade a um projeto que pretende devolver o FC Porto, de forma sustentada, ao lugar natural onde sempre esteve: o lugar dos títulos. 

A escolha do local para anunciar essa renovação não foi ao acaso. A Livraria Lello Porto, que celebrou 120 anos de história, é uma das grandes instituições da nossa cidade. Um património que atravessa gerações, que liga a cultura ao orgulho de ser do Porto, e que representa valores que também são nossos: o respeito pela memória, a ambição de futuro, a exigência, a ligação à comunidade, a projeção internacional. Ao juntarmos a Livraria Lello Porto e o FC Porto, fizemos aquilo que o Clube tem a obrigação de fazer: reforçar a ligação entre cidade e emblema, entre Porto e FC Porto, entre a nossa identidade local e a nossa presença global. 

E também aqui Francesco Farioli percebeu a essência. Porque quem lidera o FC Porto tem de entender que este Clube não vive apenas dentro das quatro linhas. Vive de símbolos, de cultura, de pertença. Vive daquilo que nos une e nos distingue. E quanto mais o nosso treinador e a nossa equipa compreenderem essa dimensão, mais fortes seremos como projeto desportivo, mas também como Instituição. 

No plano competitivo, janeiro trouxe-nos aquilo que define os grandes grupos: capacidade de sofrer, de resistir, de responder sob pressão e de vencer em contextos difíceis. As vitórias fora frente ao Santa Clara e ao Vitória de Guimarães, em dois campos exigentes, foram provas claras de maturidade e de carácter. Não foram jogos “fáceis”, nem poderiam ser. Foram jogos de determinação, de coragem e de espírito de luta, esse ADN que os outros invejam e que faz com que o FC Porto nunca se esconda, nunca se renda e nunca abdique. 

A isto somámos um triunfo frente ao Benfica na Taça, que nos coloca nas meias-finais e nos abre a porta para uma eliminatória decisiva com o Sporting CP ou contra o AVS SAD. 

Na Liga Europa, o percurso está a ser marcado por uma enorme demonstração da nosso ADN. Plzeň foi o espelho desse caminho, um jogo de uma dureza que só um querer imenso conseguiria vergar. Com o Rangers, o que começou com uma adversidade, transformou-se num jogo em que toda a equipa mostrou que tem argumentos para passar à próxima fase com a sua ambição reforçada. 

Mas nada está ganho. O caminho que temos pela frente continua exigente. Continuaremos a disputar tudo, contra tudo e contra todos: contra adversários fortes e em contextos difíceis, contra a narrativa carbonizada e plasmada de alguns “comentadores”, que de isentos têm pouco, em meios de comunicação social, que anseiam pela nossa queda, chegando até a prevaricar com a honra dos atletas das equipas que defrontam o FC Porto e que dedicam horas a esmiuçar , em “loop” e com lupa, imagens à procura de penáltis inexistentes contra o FC Porto, sustentados por ex-membros de comissões não permanentes de arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol que continuam a intoxicar o trabalho dos árbitros a cada fim de semana. 

Por tudo isto, fevereiro será um mês determinante na nossa caminhada, onde a união em torno da equipa e dos seus objetivos é fundamental. 

É por termos plena consciência dessa exigência que atuámos no mercado, reforçando a equipa de acordo com as necessidades identificadas pelo treinador e pela estrutura. As chegadas de Thiago Silva, de Óscar Pietuszewski e de Terem Moffi respondem a uma lógica clara: qualidade, perfil, carácter e utilidade para o projeto e as nossas ambições. E assim seguindo uma estratégia pensada, continuamos atentos ao que faz sentido, sempre com a mesma matriz: responsabilidade financeira e ambição desportiva. 

Esse futuro constrói-se também fora do relvado, com a internacionalização contínua do FC Porto. Foi com entusiasmo que assinamos o protocolo de cooperação com o FC Cincinnati, da MLS. Um parceiro que representa uma visão moderna e exigente do futebol: profissionalismo, seriedade, qualidade de infraestruturas, capacidade de desenvolver jogadores e, sobretudo, uma cultura de crescimento sustentado. Para o FC Porto, esta parceria significa abrir portas e criar pontes num mercado estratégico como os Estados Unidos, aproximando o Clube de novos públicos e consolidando a nossa presença global. 

No continente africano, os países de língua portuguesa em particular continuam a ser uma prioridade e a ser olhados com muita atenção. Nessa senda, o FC Porto reforçou a sua expansão neste continente com o lançamento da Dragon Force Black Bulls Mozambique, em parceria com a Associação Black Bulls. Este projeto, que arranca de imediato, focar-se-á na exportação da nossa metodologia de formação e na identificação de talentos locais com potencial para serem integrados em programas de alto rendimento, consolidando Moçambique como um território de enorme relevância estratégica, após aberturas semelhantes no Zimbabwe e em Cabo Verde. 

E não ficaremos por aqui. As próximas semanas poderão trazer novidades importantes para a nossa expansão para a Ásia. Porque o FC Porto tem de ser, cada vez mais, um Clube do Porto para o mundo, sem nunca perder a identidade, sem nunca abdicar dos valores, sem nunca esquecer de onde vem a nossa força. 

Uma palavra sobre o nosso ecletismo, que é parte inseparável da identidade do FC Porto. A nossa equipa feminina de voleibol tem feito um percurso muito positivo e queremos que continue a demonstrar toda a sua capacidade para nos devolver um título que nos escapou na época passada. O apoio dos Sócios e Adeptos tem sido fundamental e continuará a ser decisivo. 

No hóquei em patins, a mudança na equipa técnica trouxe uma transformação visível: na forma de jogar, na confiança dos atletas e na qualidade coletiva. É gratificante ver essa evolução, jogo após jogo, e saudar o grupo pelos resultados recentes com a ambição de manter este crescimento em fevereiro e continuar a lutar pelo título com a mesma intensidade que sempre nos caracterizou. 

No andebol e no basquetebol, a exigência é total. Faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para alcançar os resultados que ambicionamos. Não podemos ceder em nenhuma das frentes em que estamos envolvidos e levar o nosso compromisso com a vitória até ao final da temporada. 

O FC Porto é isto: trabalho, identidade, coragem. Um Clube que se renova, que vence, que cresce e que não se desvia do que é essencial. Cada jogo é uma Arena. Cada mês é um capítulo. E o próximo capítulo escreve-se com foco, com união e com a ambição de sempre. 

Conto convosco. Sempre. 

Viva o Futebol Clube do Porto!”

17 comentários:

  1. José Mourinho sabe que em Espanha, Itália ou Inglaterra não podia agir assim, fazer conferências de imprensa de antevisão ao canal do clube. Mas em Portugal faz o que lhe apetece, ignora, discrimina, goza com os jornalistas e já vai em não sei quantas antevisões em exclusivo à BTV. E os jornalistas sempre muito incomodados e com comichão, sem vergonha na cara e brio profissional, de cócoras, logo se aprestam a publicar e comentar o que Mourinho diz.

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  2. Era para comentar este tópico no post anterior , mas ainda bem que não o fiz .

    Este editorial na revista Dragões por parte de AVB é sublime , impecável e certeiro .
    Vai ao encontro daquilo que eu (e outros) que aqui comentam neste espaço .
    Não podemos baixar a guarda , estamos a fazer um campeonato e uma temporada fantástica , mas ainda não ganhamos rigorosamente nada , as armadilhas estão em todo o lado , a começar por este jogo de segunda feira que antecede o clássico com o Sporting .
    Muito se vai jogar nos bastidores , com os padres e sacristões á lá carte , e uma comunicação social totalmente controlada pelos da segunda circular .
    Temos de estar preparados para tudo , e ir para os jogos com o mesmo espírito e garra com que temos ido em todos os jogos , melhorar a vertente de transição ofensiva , e os nossos avançados e extremos decidirem melhor .
    Os reforços vão ajudar e muito , se vier um médio seria bem vindo , se não paciência .

    Agrada-me este protocolo além fronteiras na América com o FC Cincinnati , e expansão e países africanos .

    Para o ano teremos de reforçar a equipe feminina no futebol para rivalizar com os nossos rivais .

    Quanto ás modalidades amadoras , há trabalho a ser feito , mas lá chegaremos , confio no presidente e nas pessoas que o rodeiam .





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  3. Mais uma excelente vitória do FCP B desta feita frente ao Farense em Faro, 3-2.

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  4. O editorial é muito bom na generalidade do seu conteúdo, principalmente no que ao futebol diz respeito, e todas as jogadas que vamos vendo nos bastidores. Felizmente, não tem havido casos significativos nos jogos do Porto, apenas contra, mas sabemos que será assim até ao final. Há que seguir o trabalho, porque só no fim se pode festejar.

    O caso do Porto B, continua a não convencer e continuo a achar que o treinador não é o indicado para o projeto em mãos. Deveria um espaço de crescimento de jogadores, e posterior aproveitamento na equipa principal, mas não temos visto isso. Creio que alguns jogadores não terão a motivação porque entendem que não têm hipótese de lá chegar, e não vimos nenhum a chegar ou a ter oportunidade (não conto com o Alarcon porque foi contratado ao Barcelona para a A implicitamente). O Vonic que no ano passado marcava muitos golos e era um finalizador nato, o Melninchenko que tem bons pés e muito potencial e até o Domingos Andrade, dá-me a ideia de andarem desmotivados. Vão sair e ir para outras paragens onde podem vingar ou não... Já aconteceu no final da época passada e no final desta época será semelhante, digo eu. O Mora e o Mide, simplesmente não precisam (precisaram) de passar pela B, têm qualidade nos pés e vontade de vingar... ainda.

    Nas modalidades, acho que ele está apenas a ser optimista quando todos vemos que apenas o andebol está bem (apesar de não estar ao nível deste Sporting ainda, mas no bom caminho), e o futebol feminino que parece ser um projeto sólido. O resto é um pouco de desilusão, nos basquetebol, e no hóquei. Curiosamente, vemos o Sporting a recrutar ex-jogadores do Porto para ter sucesso nas modalidades (Edu Bosch no hóquei e Ricardo Santos no andebol), e isso era algo que o Porto fazia nos "antigamentes". Não é queixa, apenas uma nota importante. Precisamos de contratar competência, não apenas por serem portistas, se forem ambos tanto melhor.

    Saudações portistas.

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  5. É um magnífico texto, em que nada fica por abordar e que está à altura da grandeza do Porto.
    Acho que estamos só no princípio dum futuro radioso, porque temos uma direcção muito competente, com honestidade à prova de bala e com uma enorme paixão pelo FCP.
    Estou convicto de que vamos voltar a ganhar muitos títulos cá dentro, e quem sabe, até lá fora.

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  6. Sim AVB, com os pés bem assentes na terra seguimos enfrente orgulhosamente de sermos Porto com historia em todo o mundo. Está bem vincado com letras de ouro o que fomos e somos na Europa e no mundo.

    Há muito rato na CS, apoiados por vários canais desportivos e não só que se riem, quando dizemos contra tudo contra todos. Até parece que é difícil fazer a analise! Sabemos que não é fácil essa gente digerir quando vamos na frente ou ganhamos. Temos que dar tudo e transpirar mais, para conseguir os objectivos, Contra tudo e Contra todos.

    Quanto difícil foi ao presidente Pinto da Costa fazer a grande história do clube que tanto nos orgulhamos, contra tudo e contra todos.

    Depois de um momento menos bom, difícil do clube, eis que apareceu alguém que tirou das garras de alguns aventureiros e deu ao clube dignidade e alguma saúde financeira, bem haja AVB.

    Vamos continuar a criar mais urticaria, mais azia a todos aquelas tribos de piratas e provocadores.
    FCP Sempre.

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  7. A equipa B do FCP parece que acordou. O mister Brandão tem que dar o grito de chefe guerreiro que somos Porto que llutam até ao fim, nunca vamos atirar a toalha ao chão.
    FCPSempre.

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  8. Basquetebol, FCP 85 - Oliveirense 62.
    Boa vitória, belíssimo jogo frente a um adversário difícil. Esperemos que seja para valer, não voltemos a ter uma recaída, depois de um bom jogo um mau, às vezes péssimo.

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  9. Boa tarde DVP e restantes portistas, tenho andado ausente das escritas e leio sempre que posso, sou do distrito de Leiria e trabalho também no distrito de Leiria, agora faço a antiga… oiço os relatos.

    Acerca dos jogos para as competições europeias ouvi no relato os 3 jogos, então o Paulo Sérgio e Pedro Henriques na Antena 1 que acompanhavam os lagartos em Bilbau só sabiam dizer que aqueles lances que foi revertido aos lagsrtos, penalty e golo se fosse em portugal não era assim… mas estavam na champions e tinham de cumprir as regras. O Nuno Matos nos lampiões era tudo vermelho.

    Gostei da vitória contra o Rangers, e gosto como Farioli faz a gestão do plantel, parece matemática( penso que o último treinador que fez uma gestão assim foi precisamente o AVB e fizemos o triplete), assim tem sempre os jogadores prontos para accão.

    Acerca do José Mário de Setúbal, teve uma vaca na quarta-feira, para tirar as dúvidas vamos ver no play-off se o Real Madrid dá tantas abebias.

    Acerca da equipa B que vi hoje, a jogada e o golo de Mide são de craques … acho que a equipa B foi uma boa ideia, mas gostava mais e tivemos muitos frutos quando os jogadores eram emprestados a equipas da 1 divisão, os jovens teriam de ver como era jogar nas equipas mais pequenas, teriam de crescer mental e fisicamente em clubes que não tem o que o Porto oferece.

    Acerca da entrevista de AVB gostei, acertivo, a dar recados aos adversários e gostei princípalmente no toque que da aos isentos da comunicação social. É sinal que não se pode dizer tudo do Porto.

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  10. Grande editorial , com a assertividade e categoria habituais do Presidente AVB.
    Pena mais uma vez o Sborden marcar na última jogada, algum dia a vaca leiteira há-de secar !! Estou a ver o Super Zé a justificar o empate em Tondela!
    Amanhã vamos com tudo l! Temos de chegar ao derby com os 7 pontos!

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  11. E já lá vai, sei lá quantas jogos, que o clube do enfermeiro bandido (não é insulto)ganha no ultimo minuto.
    Mais logo temos que dar tudo e trazer os Três pontos. e depois só pensar nos Calimeros.

    O Zé-zé mourinho, mais uma vez foi pedir satisfações ao sr árbitro e cartão zero, o capitão Oto... até se deu ao luxo de pegar no braço do arbitro e manda-lo ver as horas cartão do sr arbitro zero. tudo como dantes para não fugir á regra.
    FCP Sempre,

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  12. O jogo de hoje será difícil , vamos ter um relvado alagado , pesado , mas também muita chuva e vento que dificultará imenso o nosso trabalho .
    Depois contar com uma arbitragem que vai-nos ser hostil , até por as palavras de ontem do Mouro...inho ao fim do jogo deles em que empataram .
    Este é um jogo de risco elevado para nós , máxima empenho e concentração a 100% , para que possamos sair com os 3 pontos de Rio maior e manter a vantagem de 7 pontos para os sortudos lagartos .

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  13. «O FC Porto chegou a acordo com o Stade Rennais FC para a cedência a custo zero, a título de empréstimo válido até 30 de junho de 2026, dos direitos de inscrição desportiva de Seko Fofana.
    O acordo não inclui opção de compra dos direitos económicos.
    O FC Porto declara que esta cedência não contou com qualquer intervenção de intermediação.»
    Seja bem-vindo e muito feliz.
    Não conheço o suficiente, não comento, espero que ver. É um princípio que mantenho. Mas estranho não haver uma opção de compra. Se o jogador chegar, mostrar serviço, capacidade para ser uma mais valia no futuro, como é? Porque não uma opção de compra não obrigatória?

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    1. Também achei estranho não haver opção de compra , mas deve haver uma razão ...

      Que seja bem vindo Seko Fofana , um 8 , com chegada á área .
      Vai permitir ao Froholdt descansar , gerir da melhor forma .

      O Froholdt está em dúvida para hoje , está com febre .
      Se não recuperar a tempo , será mais uma contrariedade .

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  14. Boas
    Sou da opinião,que Veron devia ter tido esta meia época para mostrar atributos no clube.
    Acho que seria uma mais valia.
    Sobre basquete,apenas assisto aos play offs da nba,por terem todos os requisitos que aprecio no jogo.Dito,uma intensidade de jogo,que não fica só na beleza proporcionada por os atletas como na temporada regular.
    Dito isto segui algo da carreira do treinador do Porto.
    E gostaria que alguém explicasse,se o Sá acabou a carreira no Porto com mais pontos ou faltas pessoais no clube.
    Porque ele como jogador de basquete era mau demais,mas bota mau jogador ai.

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  15. A ausência de uma opção de compra, estou a especular, pode ser devido ao salário alto do jogador.

    Uma opção de compra vincularia o clube ao salário atual ou perto dele. Assim abre portas para negociar por valores mais baixos um contrato de inicio e maior liberdade para ficar ou não com o jogador.

    Por outro lado, estão 3 partes no negócio. O clube de origem pode não ter aceite.

    Há ainda a questão da idade do jogador.

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