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sexta-feira, 4 de setembro de 2026


De início com Diogo Costa, Alberto Costa, Bednarek, Kiwior e Francisco Moura, Pablo Rosario, Froholdt e Gabri Veiga, William, André Silva e Pepê, o FCP entrou a dominar, mas um erro grave na zona defensiva proporcionou ao Moreirense muito recuado uma grande oportunidade de golo. Na segunda vez que chegaram ao ataque os de Moreira de Cónegos marcaram mesmo.
Procuraram reagir os azuis e brancos, atacavam, mas sem contundência para marcar. William que tinha muita bola, ameaçou pela primeira vez. À segunda livre do mesmo jogador, Bednarek de cabeça fez o empate. Alguns dos problemas do conjunto de Francesco Farioli passavam Gabri com dificuldade em se soltar e por Froholdt trapalhão, lento a circular, perdia facilmente a bola.
Já nos descontos Gabri sozinho passou ao guarda-redes.

O jogo chegou ao intervalo empatado a um. FCP dominou, foi superior, mas frente a uma equipa com muita gente atrás, raramente encontrou espaços e as melhores soluções atacantes. Também porque nos 30 minutos iniciais não esteve a nível habitual atrás.

Com um resultado que não lhe servia no final dos primeiros 45 minutos, o treinador do FCP não mexeu. Esperava-se um Dragão igual a si próprio defensivamente e mais assertivo no meio-campo e mais acutilante no ataque.
Logo no minuto inicial Pepê podia ter feito muito melhor. O mesmo William na jogada seguinte. Mas estava bem o FCP. Alberto Costa falhou um golo feito porque abordou mal. O mesmo aconteceu com William. Já justificava o segundo o campeão. André Silva não acertava. Mas, finalmente, William o mais contundente e incisivo, marcou e consumou a reviravolta. Agora era preciso não adormecer, ir à procura do terceiro.
Aos 64 minutos saíram Francisco Moura e Gabri Veiga, entraram Martim Fernandes e Inbeom. Incrível a forma como André Silva  falhou dois golos - ponta-de-lança não pode falhar golos destes. Estes falhanços às vezes têm consequências. Dragões já mereciam mais golos.
Aos 74 minutos saíram André Silva e William,  entraram Borja Sainz e Santiago Giménez.
Incrível a forma como Froholdt falhou outro golo a um metro da baliza. Froholdt que melhorou muito na 2ª parte. Tanto domínio, algumas oportunidades claras e o golo não entrava. E ia entrando na baliza do FCP, valeu uma grande defesa de Diogo Costa. Tudo por uma hesitação na defesa e Inbeom a ver jogar em vez de atacar a bola. Victor Froholdt foi agredido com uma cotovelada. VAR interviu, o árbitro foi ver e expulsou o jogador do Moreirense, Guilherme Liberato.
Para o lugar de Victor Froholdt entrou Fofana e  Nehuén para o de Alberto Costa.
Gimenéz muito bem a obrigar o guarda-redes a uma grande defesa. E voltou a ameaçar logo de seguida. O FCP tentava, tentava, mas o terceiro não acontecia.

O jogo chegou ao fim com a vitória justíssima do campeão e líder do campeonato. Um FCP que pela excelente 2ª parte merecia marcar mais golos e ganhar por uma vantagem bem maior. Não se podem falhar tantas oportunidades claras como teve o conjunto de Francesco Farioli, em particular nos segundos 45 minutos.

Espero que esteja tudo bem com Victor Froholdt e a recuperação seja rápida.

Foi pouco tempo em campo, mas para quem esteve tanto tempo parado, gostei de Santiago Gimenéz que deixou a promessa de ser importante.

Agora é descansar e preparar a estreia na Champions League frente a um Manchester City que só para o meio-campo gastou 378 milhões de euros.

PS - Não sei o que se passa, não consigo publicar comentários. Já desde meio da tarde...


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