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domingo, 9 de agosto de 2026

 

De início com Diogo Costa, Martim Fernandes, Bednarek, Kiwior e Zaidu, Alan Varela, Froholdt e Gabri Veiga, William, André Silva e Pepê, o campeão entrou bem, marcou cedo, aos 9 minutos, André Silva de penálti. Quando se esperava que embalado com o golo o FCP se soltasse, fosse para cima à procura do 2°, não aconteceu, foi o Alverca que tomou conta do jogo. Portistas voltaram àquele futebol que é o seu modelo: muitas trocas atrás, futebol lento, mastigado, Varela e equipa mais preocupados em defender, para contra-atacar, que aumentar a vantagem. Sem fazer muito por isso e contra a corrente do jogo, aos 44 minutos novo penálti, golo, desta feita marcou Gabri Veiga.

O jogo chegou ao intervalo com Dragões na frente por 2-0, mas sem ter feito muito para isso.

​No início da 2ª parte foi o Alverca o primeiro a rematar, valeu Diogo Costa. Na resposta, livre de William para defesa do guarda-redes dos ribatejanos. Mas o jogo do campeão continuava muito amarrado, pouco esclarecido, muitos passes errados, quase sempre más decisões. Aos 58 minutos saíram Alan Varela e William, entraram Pablo Rosario e Borja Sainz. Com o domicano o FCP, sem ser exuberante, melhorou, começou a trocar e circular melhor a bola, chegar mais rápido e bem à frente. Sem ter um marcador de livres que aproveite, mesmo aqueles em zona frontal e perto da área e com Martim mal, a acusar muito a paragem, foi Diogo Costa a evitar o golo do Alverca.
Aos 75 minutos saíram Martim e Gabri, entraram Nehuén e Rodrigo Mora. 
Aos 81 saiu André Silva lesionado, entrou Deniz Gül. E o jogo voltou a arrastar-se naquela toada lenta, claramente mais para controlar que outra coisa.
Apesar disso, Bednarek esteve perto do 3° num lance de bola parada.
Sem mais nada de relevante, o jogo chegou ao fim com o triunfo justo do FCP por 2-0. A exibição não foi nada brilhante.

Costuma dizer-se que os ataques ganham jogos, as defesas campeonatos, mas apetecia-me gritar: Mister, solte as amarras! Só que é tempo perdido, o modelo que foi campeão é este e não vai mudar. 

Vamos ver se há novidades nos próximos dias...


O ratinho Santos volta a atacar...
O FCP não pode, sob pretexto nenhum, ficar calado e quieto quando é usado para promover alguém, no caso um ser muito pequenino e de cabelo encaracolado chamado Rui Santos, que construiu uma carreira e continua a ter protagonismo à custa do mais básico e primário antiportismo. Esse modus operandi tem décadas, vem do tempo em que que esta figura sinistra ainda era jornalista no jornal A Bola.

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