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terça-feira, 22 de setembro de 2026

Continuem a subestimar a grandeza do FCP e depois queixem-se...


Vivem uma realidade alimentada a coiratos, vinho de pacote e lixo não reciclável de uma comunicação social que lhes enche a cabeça de uma grandeza que, ao contrário do que apregoam, não esmaga a concorrência, em particular aquela que se situa na Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta" cidade do Porto. Se tivessem um pouquinho de humildade ou fossem mais inteligentes, saberiam, porque já têm obrigação de saber, do que massa é feita o FCP. O FCP quebra, mas não torce, o FCP não presta vassalagem, não estende a passadeira, não se curva perante ninguém. Pode até estar por baixo, mas nunca mais será um regresso ao passado, quando o Benfica dominava a seu belo prazer e o FCP não passava de um clube simpático, fidalgo a receber, cheio de fair-play, mas que não ganhava nada. Quando começou a ganhar e a ganhar muito, passou a ser encarado como o mau da fita, tem todos os defeitos do mundo. Isto que repito agora, não é novidade, é aquilo que disse, vejam bem, em 2010 - ver mais abaixo - e já tinha dito antes e é um pensamento que me acompanha desde os finais da década de setenta do Século passado. Sim, quando interiorizei e o futuro deu-me razão: futebol português nunca mais será o mesmo, o FCP veio para ficar e vai ficar. Mas confesso, nunca esperei com tantas e tão grandiosas vitórias. Não me refiro à vitória de ontem, essa foi saborosa, claro que sim, mas foi normal, natural, não foi épica, para além do sonho, como algumas que o FCP já conseguiu. E agora citando alguém: vocês sabem do que estou a falar...

Como se viu e expressei num texto após a vitória do Benfica em Milão, soltou-se a arrogância, a bazófia, a teoria do mais, melhor, grande clube do mundo. O FCP foi tratado como coisa menor, uma equipa de 3ª categoria, ia perder, só faltava saber por quantos. Ganhou e claro, agora é preciso arranjar desculpas para justificar junto daqueles que não são capazes de ver mais que uma pequena árvore numa grande e densa floresta. Isto repete-se e torna a repetir-se. Porque não aprendem? Muito provavelmente a resposta está no início do texto.

Marco Silva quis fazer um número com a comparação entre o futebol português e inglês. Como anda desactualizado e ninguém o informou que o clube que durante a semana, directa e indirectamente - leia-se através dos seus cartilheiros, freteiros, recadeiros e afins -, mais pressiona, é o clube que treina, teve azar, foi apanhado naquele provérbio: apanha-se mais depressa um mentiroso que um coxo - ver foto demonstrativa.

Adorei ver um vídeo do Trio D' Ataque no rescaldo do clássico de ontem, onde o papagaio verde dos Gift, Nuno Gonçalves, fez coro com o benfiquista e elegante João Gobern. 
Tão solidários que eles estão contra o FCP. Será agora que regressa a Santa Aliança? Ou, indo mais longe, se fundem?

06 de Maio de 2010:
«Já aqui demonstrei, suportado em vários exemplos vermelhos e com imagens que não deixam dúvidas, que a violência, os comportamentos incorrectos, as atitudes provocatórias e reprováveis, não têm, infelizmente, cor, que nesta matéria não há anjos e demónios, não há inocentes e culpados. Mas como se viu antes, durante e depois do F.C.Porto/Benfica, a propaganda não faz outra coisa senão culpar o F.C.Porto e os portistas do que aconteceu e do que tem acontecido. Já aqui falei do vergonhoso comportamento da SIC - a PSP, segundo sei, manifestou junto da estação de Carnaxide o mais vivo repúdio pela reportagem, mas desse repúdio, ninguém deu conta, apesar de haver Órgãos de Comunicação Social que tinham a notícia...O que demonstra bem ao que isto chegou. Tão valentes para atacar e denegrir o F.C.Porto, tão cobardes quando se trata de tocar no Benfica! -, da pouca vergonha que é a Benfica TV, mas podia também falar do pasquim da Queimada, do Record, do C. da Manhã, da TVI, de colunistas homens e mulheres que parecem homens, de paineleiros com problemas nas mãozinhas, ou e para finalizar, de "senadores patetas", que não fizeram e fazem outra coisa, senão apregoar que a violência é azul e o F.C.Porto é o império do mal. Ora, meus caros amigos, esta gente que tanto fala em paz, em harmonia e em tranquilidade para o futebol português, não quer a paz, ou então a paz que eles desejam é à custa da abdicação do F.C.Porto. De um F.C.Porto que não represente perigo, à custa de um F.C.Porto perdedor - ao fim e ao cabo, um regresso ao passado, um F.C.Porto que aceite tudo, que não reclame, mesmo quando é vítima e em variadíssimas circunstâncias, de tratamento desigual, de perseguições inqualificáveis, de achincalhamentos na praça pública... Eles bem tentaram, bem tentam e vão continuar a tentar, mas nós nunca permitiremos que aconteça e por isso tirem o cavalinho da chuva... Se de facto querem um futebol melhor em Portugal, é fácil: comecem por tratar o Grande Clube da Invicta, seus dirigentes, profissionais e adeptos com respeito e dêem-lhe o destaque que merece, por tudo o que tem feito pelo desporto em geral e pelo futebol português em particular. Vão ver que a paz regressa rapidamente ao futebol...»

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