segunda-feira, 26 de outubro de 2026
É uma constante, agora como sempre no passado mais recente ou mais longínquo. A procura sistemática de denegrir, sujar, enlamear as vitórias do FCP. Para isso mudam-se critérios de análise, retiram-se frases do contexto, passa-se para a opinião pública insinuações que permitem todo o tipo de especulação, mente-se descaradamente, anda-se de lupa à procura de qualquer coisa que possa ser motivo para enlamear o FCP. Mas depois se o treinador do FCP, cheio de razão, disser que o campeão é o alvo a abater, atiram-se a Francesco Farioli e dizem dele tudo e mais alguma coisa - exactamente o que fizeram com tantos que no FCP tinham todos os defeitos e fora do FCP até ficaram sem pele de tão lambidos que foram. Exemplo, José Mourinho e até Sérgio Conceição tão atacado e de quem se disse o Maomé não disse do toucinho, passou a ser um tipo porreiro, pronto a ser treinador do Sporting.
Depois de uma campanha miserável na época passada em que desde o primeiro dia se agitou contra o treinador do FCP o fantasma Ajax, agora é a má prestação na Champions que serve para atacar o campeão. O que faz a diferença, dizem eles num coro bem afinado, são as arbitragens a favor dos Dragões nas provas internas e nas externas como não é assim... Pasme-se, até a nomeação de Luís Godinho para o Gil Vicente vs FCP serviu para alimentar essa teoria. A desfaçatez foi de tal ordem que chegaram ao ponto de dizer que o árbitro natural de Borba e da AFE, era um árbitro querido do FCP, ele que tem um histórico sem fim de prejuízos ao clube que tem mais dos dobro dos títulos internacionais que todos os outros juntos. Ontem a pouca vergonha continuou com as declarações do treinador do Gil Vicente sobre as faltas. Luís Pinto falou que o FCP faz faltas, não como crítica, mas como exemplo de uma equipa agressiva na disputa da bola. Até porque o técnico da equipa de Barcelos não podia queixar-se das faltas, já que nesta matéria as equipas fizeram o mesmo número de faltas, concretamente 17. O que fez a sucursal do SLB com sede na Travessa da Queimada? Pois, descontextualizou e apresentou o FCP como uma equipa que usa a falta como a sua principal característica. Também o cartão vermelho ao jogador do Gil, já na parte final do jogo, foi motivo de críticas. Na Renascença um comentador de arbitragem sem currículo e que como 4° árbitro expulsou Brahimi em Braga porque disse que o argelino tinha dito alguma coisa em francês e ele mesmo não sabendo francês concluiu que eram insultos, deu nota negativa ao árbitro. Mas se esse aprendiz de feiticeiro não merece muita perda de tempo, o que dizer de Pedro Henriques? Lembram-se de um Benfica - FCP e de um lance entre Fábio Cardoso e David Neres ao minuto 19 da 1ª parte, sobre a esquerda e muito próximo do meio-campo? O defesa do FCP derrubou o avançado do Benfica, era o último homem, mesmo com jogadores do FCP ao lado e prontos a ir disputar a jogada, Fábio Cardoso foi expulso, o FCP jogou quase o jogo todo com 10. O que disse Pedro Henriques sobre esse lance? Que David Neres está a 12 metros da área - se cada marca do relvado como disse Pedro Henriques para dizer que os defesas do FCP estavam longe, são seis metros, então estava pelo menos a 24 metros da área -, tinha a bola controlada, era uma clara oportunidade de golo. Em Barcelos mudou a análise, o vermelho foi mal mostrado. Lances semelhantes, mais evidente o de Pepê, mas uma análise distinta, contra o FCP. Portanto, um lance a nove minutos do fim, já com o FCP em vantagem, dá mais polémica que um clássico em que o FCP ficou com 10 no minuto 19 da 1ª parte e o resultado estava em branco e terminou com a derrota do FCP por 1-0.
Quem não tem vergonha todo o mundo é seu. Esta é a linha editorial da esmagadora maioria dos OCS. Tendenciosos, facciosos, mudando ao sabor dos interesses de uns, sempre contra o mesmo - ver o vídeo:
https://www.tiktok.com/@abola/video/7284344543573511457
Reflectindo...
Se puxarmos a fita atrás e formos rever o jogo já sem a pressão, nervosismo e ansiedade do directo, mesmo com a tolerância de um jogo na terça-feira que deixou marcas físicas e mentais, concluiremos que a quantidade de passes errados tiram o mais pacato dos adeptos do sério. E não estou a falar de passes de risco, de ruptura, difíceis. Não, estou a falar de passes fáceis para um colega sozinho, a poucos metros e sem obstáculos pela frente.
A culpa é do treinador, isso treina-se. Pergunto: será? Treinar e sistematizar passes de ruptura, difíceis? OK. Trabalhar a recepção simples e que permite ficar ali com a bola e iniciar a jogada pretendida? OK. Trabalhar a recepção orientada que permite em algumas circunstâncias ficar em vantagem sobre o adversário que pode ser decisiva? OK. Trabalhar a melhor opção de jogada, que muitas vezes é a mais simples? OK. Agora num clube como o FCP treinar um passe básico, que se aprende desde cedo e está ao alcance dos infantis, que se falha e há quem abuse, por desconcentração, excesso de confiança, displicência, isso não. Quem comete esses erros e, repito, demasiadas vezes, tem de levar nas orelhas.

