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sábado, 16 de maio de 2026



De início com Diogo Costa, Alberto Costa, Bednarek, Kiwior e Francisco Moura, Alan Varela, Froholdt e Rodrigo Mora, William Gomes, Deniz Gül e Borja Sainz, o FCP teve mais posse, dominou, mas sem ataque, não se marcam golos. E nos primeiros 45 minutos nenhum avançado fez alguma coisa de jeito. Pior, perdem-se bolas na frente que dão origem a contra-ataques como aconteceu com os açorianos a terem várias saídas perigosas e duas ou três ameaças. Assim não admira que ao intervalo o marcador estivesse em branco.

No recomeço Dragões com o mesmo onze e os mesmos problemas. Francesco Farioli mexeu, tirou Borja Sainz e Deniz Gül, meteu Gabri Veiga a Oskar Pietruzesvky, Mora a falso nove. Mas as melhorias não se notavam. Futebol lento, previsível, dificuldades em criar oportunidades. Até que aos 69 minutos William Gomes serviu Victor Froholdt, este cruzou tenso e um defesa açoriano fez auto-golo. De seguida saiu Diogo Costa e entrou João Costa que ficou com a braçadeira - muito justo. Mais tarde saíram Francisco Moura e Froholdt e entraram Nehuėn Pérez e Bernardo Lima - saúde-se o regresso do argentino muito tempo lesionado e o miúdo ser campeão é um estímulo para todos os jovens da formação. 

O jogo arrastava-se, poucos motivos de interesse, chegou ao fim com a vantagem mínima do FCP. Valeu pela vitória e é sempre bom terminar em beleza, porque no mais... a equipa já relaxou e desligou desde a partida frente ao Alverca. Mas este jogo também foi importante para mostrar algumas carências neste plantel do FCP campeão. Nem preciso de dizer quais...

Francesco Farioli melhor treinador, só podia ser.

Victor Froholdt MVP e melhor jovem do campeonato, sem surpresa. 

E agora venha a festa da Ribeira aos Aliados que vai ser de arromba, uma festa que o portismo merece 

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