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sexta-feira, 24 de abril de 2026

 

Temos a nossa quota de responsabilidade na eliminação - na 1ª parte jogamos pouco, só acordamos na parte final. Equipa pouco ligada, incapaz de fazer uma jogada em condições, chegar na frente com critério, no último terço raramente se encontraram as melhores opções e definições e na hora de finalizar nada ou quase nada. Na 2ª parte melhor, mais domínio, mais bola, mais chegadas na frente, mas salvo a excepção do lance de Moffi no último minuto, quando são apenas os médios a criar as poucas oportunidades que tivemos, como os golos frente ao Tondela já tinham sido de dois médios, está explicada a razão de o golo do FCP estar caríssimo. Quantos golos têm os nossos avançados? Mas não foi apenas por isso que o FCP saiu da Taça de Portugal. Foi também porque seria um crime de lesa pátria que depois do enorme esforço que a arbitragem fez para o Sporting seguir em frente na Taça, com aquela pouca vergonha que aconteceu nos Açores no jogo com o Santa Clara, ontem no Dragão não fosse colocada a cereja no cimo do bolo. Seria de admirar que Padre Nogueira não viesse imbuído desse espírito, a Taça de Portugal é para o Sporting. Aliás, Padre Nogueira e o seu assistente do lado dos bancos, mais o VAR, logo aos 5 minutos deram o mote. Um lance que podia ter originado uma expulsão, pasme-se, mas que ninguém se surpreenda, nem falta foi. E assim, a sensação baseada em exemplos recentes e menos recentes, é que se fosse um jogador do FCP que fizesse o que fez Gonçalo Inácio vinha para a rua, o lance de Debast era penálti contra o FCP, idem para o lance de Quenda com William Gomes ou o de Alberto Costa com Debast. Nem que para isso CA, APAF, Duarte Gomes árbitros e depois os contorcionistas de serviço tivessem de fazer mais um número em que são especialistas.
Tem sido uma época em que os critérios desde as nomeações de árbitros para jogos do FCP - nomear Fábio Veríssimo para um jogo do FCP quando decorria um processo por queixa portista contra o árbitro, é o melhor exemplo -, passando pelos muito satisfatórios, satisfatórios e insatisfatório, em que se publica uma coisa para passado poucas horas se alterar e o insatisfatório passar a muito satisfatório. Aconteceu com uma arbitragem de António Nobre de prejuízo claro ao FCP no jogo em Braga. Sem esquecer e reforçando, os contorcionistas, os analistas, alguns deles cartilheiros encartados e que são capazes de dizer umas vezes que é preto para depois em lances semelhantes passarem a branco, mas sempre contra o FCP. Ou por programas de televisão de horas e horas com comentadores como o omnipresente Pedro Galo que está de manhã, no início e final da tarde e à noite a zurzir sempre contra o mesmo. Voltamos a passar por um período em que qualquer anão se coloca em bicos dos pés para atacar o FCP e são muitos os exemplos de pequenas criaturas usam o ataque ao FCP e a quem o serve profissionalmente, para ganhar popularidade fácil junto do fundamentalismo e fanatismo. Como também são muitos os que que utilizam a velha e requentada táctica do mais primário e básico antiportismo porque sabem que neste país isso rende, porque há sempre quem amplifique, lhes dê palanque, ou cinco minutos de fama.

É contra isto que temos de lutar nesta parte final de uma época e em que, recorde-se pela importância, no seu início o FCP não contava, era apenas candidato a lutar com o S.C.Braga pelo 3º lugar e agora, contra todas as previsões, está perto do título. 
Domingo na Amadora, coração quente, nervos de aço, um Dragão forte, determinado e capaz de resistir a tudo e dar mais um passo muito importante para conseguir o principal objectivo da época, o título que foge há três anos.

PS - Quando o painel de árbitros do Tribunal do Jogo diz que o lance entre Gonçalo Inácio e William Gomes, era para amarelo, está tudo dito sobre o estado a que chegou o comentário e análise.  https://www.facebook.com/reel/1882771935773478
Como é possível Coroado, Leirós e Fortunato dizerem que este lance é amarelo? Haja paciência para a indecência... 

PS 1 - Ontem na nossa casa, um clube fez birra, não quis seguir aquilo que está determinado para todas as equipas que visitam o Dragão e os senhores da FPF fizeram-lhe a vontade. E o FCP ainda foi apresentado por algumas almas penadas como o mau da fita.

PS 2 - «"Ambiente de toxicidade" leva SIC a acabar com participação de comentadores ligados a clubes
O canal de televisão SIC Notícias decidiu descontinuar os programas de desporto que assentam em comentadores que representam clubes, vulgarmente conhecidos como 'os três grandes, Benfica/Porto/Sporting.» Pois é, a toxicidade foi substituída por programas onde a isenção, rigor e ética  não existe, são programas onde nos ataques ao FCP se um diz, mata, os outros dizem, esfola. Num desses programas os fanáticos benfiquistas Luís Aguilar e Pedro Henriques, mais o não menos fanático sportinguista Francisco Guimarães, diariamente, dizem tudo o que lhes apetece contra o FCP, com a conivência empenhada e colaborante do apresentador do programa. Salva-se apenas Marco Caneira nesse lixo televisivo, mas que para quem manda na SIC Notícias é um toxicidade cheirosa e nada incomodativa.

PS 3 - O Sporting manda e os freteiros, recadeiros e cartilheiros obedecem.
Ontem às 19:18 o Record através de João Soares Ribeiro, que não conheço, fez uma peça sobre o lance entre Gabri Veiga e Hjulmand. Às 20:28, na Bola, Hugo Forte, este conheço bem, um sportinguista doente e um antiportista fanático, fez exactamente o mesmo. E lá está o pormaior, Gabri Veiga pode levar de 1 a 10 jogos. Quando Luis Suárez partiu uma perna a um jogador do AFS, nem foi questão. Isto não é jornalismo, isto é lixo informativo, é falta de isenção, é facciosismo, sectarismo, desonestidade intelectual. Se isto não é cartilha, se estes "jornalistas" não são freteiros, recadeiros e cartilheiros ao serviço do Sporting, não sei o que são.

PS 4 - Mesmo sabendo que a Média Livre é uma lixeira a céu aberto e de cheiro nauseabundo, onde o fanatismo antiportista prevalece, se o Bernardo Ribeiro tem vergonha alheia das declarações de Francesco Farioli, eu, mesmo sabendo o que a casa gasta, tenho nojo que um director de um jornal seja alguém sem o mínimo de isenção, equilíbrio, ética e deontologia. Seja mais um adepto fundamentalista que jornalista.

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