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sábado, 1 de agosto de 2026

 

FCP com Diogo Costa, Alberto Costa (aos 83 Martim Fernandes), Jan Bednarek (ao intervalo Alan Varela) Jakub Kiwior e Zaidu, Pablo Rosário, Victor Froholdt e Gabri Veiga(aos 73 minutos Inbeom), William Gomes (aos 62 Borja Sainz), André Silva (aos 62 Deniz Gül) e Pepê.

Cerca de 15 minutos de atrevimento do Torreense, depois o FCP ficou dono do jogo, começou por falhar golos cantados - primeiro André Silva a dois metros da baliza falhou clamorosamente, William não quis ficar atrás ainda conseguir fazer pior -, até que chegou à vantagem, marcou Froholdt aos 38 minutos. Uma má troca de passes entre Bednarek e Kiwior, originou um lance de perigo para Diogo Costa.
O intervalo chegou com o FCP justamente em vantagem pela diferença mínima.

O jogo recomeçou e continuou com os azuis e brancos, sem pressa, sem contundência, em vez de irem com determinação à procura do 2º golo, preferiram descansar na vantagem mínima. Hoje vimos novamente os mesmos problemas. Dificuldades em circular e passar bem, com critério, encontrar soluções para desmontar as defesas, criar lances de perigo. Como atenuante, direi, com estes avançados que não criam um desequilíbrio, nunca estão no sítio certo, não fazem um remate à baliza, fica difícil marcar golos. Depois, a perder pela diferença mínima os adversários acreditam e como não têm nada a perder, crescem, arriscam. Às vezes dá mau resultado. Hoje não deu e o FCP conquistou a 25ª Supertaça Cândido de Oliveira. O objectivo foi cumprido, a vitória acaba por ser justa, mas a qualidade de jogo, mesmo com o desconto do péssimo relvado, foi fraca, voltou a ficar aquém do que se exigia. 

Se o FCP não der um tiro certeiro no mercado, pelo menos encontrar um avançado capaz de marcar golos, vai ser muito disto...

Nota final:
Uma vergonha o estado do relvado. Acredito que possa prejudicar as duas equipas, obviamente, mais aquela que tem as despesas do jogo.


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