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domingo, 11 de junho de 2017


Na altura em que os escândalos com origem na Luz sucedem-se e o último, em boa hora denunciado no Universo Porto - da Bancada, ultrapassa todos os limites da decência, os prostitutos da queimada, primeiro, ignoram o assunto do momento; segundo, reduzem tudo a uma tentativa do F.C.Porto para desviar atenções dos maus resultados desportivos e financeiros; terceiro, porque prostitutos são sempre prostitutos, o que fazem? Vão desenterrar o caso Calheiros e ouvir o ex-árbitro. Objectivo da mensagem? Simples: não se passa nada, mas atenção, vocês não podem falar, porque têm telhados de vidro. Na mesma linha, aliás, dos propagandistas encartilhados que nos dias seguintes a ter rebentado o escândalo Adão e Guerra - apesar da tentativa miserável por parte da TVI para salvar a face do cartilheiro-mor, já não há dúvidas, Guerra vai ser imolado, o bode expiatório desta pouca vergonha - foi despoletado, logo saíram a terreiro a dizer que o F.C.Porto não tem moral para atacar o clube do regime. Estão enganados! Uma coisa são os problemas desportivos e financeiros que o F.C.Porto tem e tem de resolver, outra e em paralelo, é esta bandalheira, esta podridão, este polvo tentacular, este estado lampiânico que temos de denunciar até que termine definitivamente. Como se tudo isto fosse pouco, a cereja no topo do bolo foi o artigo de Vítor Serpa no panfleto de ontem, com o director entre aspas do pasquim, a apelidar os directores de comunicação, de ministros da propaganda ao serviço dos clubes. Um jornal que se presta a estes papéis, que tem freteiros, recadeiros e outras coisas terminadas em eiros, como guerra, delgado, paralvas, urbanos, quaresmas e afins, acusar outros de agir como ministros da propaganda, é o fim da picada.
A moral do pastel de Belém é uma moral de pacotilha.
Até quando vamos aguentar estas provocações?

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