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terça-feira, 14 de abril de 2026


 A dupla de ex-directores de comunicação do Sporting, Pedro Galo e Nuno Sonso Dias, desta vez acompanhados de José Nunes e Gonçalo Monteiro, novamente desonestos até dizer basta. Analisar o lance do Oskar Pietruzesvky e que, sem dúvida, era amarelo, para concluir que o FCP devia ter ficado a jogar com dez e não se sabe o que podia acontecer, esquecendo - nem sequer foi motivo de análise - o lance que aconteceu minutos antes em que o jovem polaco foi agredido com duas joelhadas na cabeça e João Carvalho devia ter sido expulso, é o cúmulo da desfaçatez, vergonhoso, mas não é surpresa para ninguém. Se o FCP ficasse a jogar com dez e o Estoril com onze, era mais um roubo com a marca de Luís Godinho e do VAR. 
A linha editorial da Média Livre e que esta gente cumpre a preceito, é o ataque vil, miserável ao FCP. O antiportismo é a prática e vale tudo para levar o desígnio avante.

Mas se na Média Livre é um escândalo, o que dizer do canal da FPF, canal 11?
Como disse o meu amigo Adriano Freire, com tanto de positivo para falar do Estoril - FCP, foram perguntar se é etico pedir aos guarda-redes para se fazerem lesionados.
Já disse, mas repito, queria ver estes artistas provarem que algum guarda-redes simulou uma lesão. Mas como o inventor dessa teoria, Pedro Galo, até foi director do canal 11, ainda devem ser resquícios do passado. Um passado do mais básico e primário antiportismo também é o modus operandi de João Marcelino que foi director do Record no pós Rui Cartaxana e cujas campanhas contra o FCP eram bem conhecidas.

Finalmente, a querida RTP no resumo do jogo também não tocou nos dois penáltis não assinalados por Luís Godinho - cujo lema é, o preço que se paga por ser verdadeiro, sério e honesto é demasiado alto, no que diz respeito ao FCP tem um grande parêntesis -, mas abordaram o possível amarelo a Oskar Pietruzesvky, mas tal como a lixeira da Média Livre, omitiram a agressão de João Carvalho ao jovem polaco. Se na Média Livre é uma vergonha, no canais públicos é muito pior, a esses pagos por todos os portugueses o rigor e isenção não pode tratado de qualquer maneira.

E é isto, semana após semana, jogo após jogo, mesmo naqueles em que o FCP é claramente prejudicado, quem vir estes canais fica com uma ideia totalmente deturpada. Também foi assim desde que o FCP começou a ganhar que se foi construindo uma imagem de um FCP diabo num futebol de anjinhos.
E o pior é que se o FCP reagir ao mais alto nível contra esta nojeira ainda é acusado de se vitimizar, não ter memória, não contribuir para um futebol melhor.

PS - também podem ver numa das fotos como Jorge Faustino e Marco Ferreira analisaram um lance com João Mário num FCP - Gil Vicente e o lance do corte com a mão de Maxi Araujo.

PS 1 - Fábio Veríssimo, há quem lhe chame Verdíssimo, que arbitrou o Benfica - Nacional, esteve a ver imagens no intervalo do jogo e depois assumiu que errou e pediu desculpas ao jogador do Benfica Dahl por lhe ter mostrado erradamente o cartão amarelo - tão bonzinho com o SLB o Fábio. Pudera, ele sabe o preço que já pagou no passado por ter prejudicado o Benfica. Até teve de meter baixa médica. Mas este comportamento mostra que, tal como se tornou claro na altura, não foram as imagens repetidas na televisão que estava no balneário do árbitro, sobre o golo anulado ao FCP frente ao Braga, o que verdadeiramente o incomodou, foram as imagens 45 minutos após o final do jogo, de um FCP - Benfica em Infantis, onde o Veríssimo não invalidou um golo em que o guarda-redes do FCP foi totalmente abalroado por um adversário. Foi o exemplo notório que as regras e os critérios de Veríssimo vão alternando ao sabor da cor das camisolas. Não é por ser um jogo de Infantis que as regras do jogo são diferentes. É analisando correctamente nestes escalões que se faz a boa pedagogia, os miúdos crescem sem desconfianças, têm melhores comportamentos no futuro.

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