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Archive for março 2023

S.C.Braga 0 - F.C.Porto 0. Titulo ainda mais longe num jogo em que o campeão não merecia mais...

 

Que Porto na "Pedreira" após uma eliminação injusta e que, não tenhamos dúvidas, deixou marcas no grupo de trabalho? Também por isso, que Dragão num jogo importantíssimo e em que só a vitória interessava? Foi um mau e às vezes muito mau, Porto. Quando os melhores do F.C.Porto são o guarda-redes, os centrais e Pepê a defesa-direito...


Com Diogo Costa, Rodrigo Conceição, Fábio Cardoso, Marcano e Wendell, Otávio, Grujic, Uribe e Pepê, Taremi e Evanilson, o F.C.Porto entrou bem, aos 12 minutos Taremi completamente sozinho na cara de Matheus falhou uma clara oportunidade, quase de seguida João Pinheiro não mostrou amarelo a uma entrada duríssima de Niakité sobre Evanilson.
Braga reagiu, começou a chegar na frente com perigo, Diogo Costa bem em duas excelentes intervenções.
Por parte dos portistas eram notórias as dificuldades dos laterais da defesa em se soltar, mesmo com espaço preferiam não arriscar, jogar pelo seguro, para o lado e para trás e por essa razão, não havia  profundidade e como pelo meio a coisa nãi ia melhor...
Os Dragões já tinham perdido a dinâmica com que iniciaram, já não conseguiam ter bola, fazer uma jogada em condições, os bracarenses estavam por cima, eram superiores..
Wendell, mal, só não fez penálti por acaso, do lado contrário Rodrigo Conceição não queria ficar atrás, também só fazia asneias.
O campeão que tanto prometera, era apenas uma caricatura da equipa que tinha começado tão bem a partida.
Aos 38 minutos Sérgio Conceição percebeu que tinha de fazer alguma coisa, tirou Rodrigo e Grujic, meteu Eustaquio e Galeno, Pepê  recuou para lateral.
Braga continuava melhor, Porto continuava sem se encontrar.

O intervalo chegou com um empate a zero, de alguma forma lisonjeiro para a equipa de azul e branco.
Tirando os 10 minutos iniciais o campeão nunca fez mais nada de jeito, era uma tristeza a forma como a equipa de Sérgio Conceição se exibia.

Depois de uma primeira-parte tão fraca, esperava-se um Porto diferente para melhor na segunda. Zaidu substituiu Wendell.
Os portistas entraram ameaçadores, conquistaram dois cantos, obrigaram o guarda-redes minhoto a aplicar-se, mas Galeno podia ter feito melhor.
Mas continuavam os erros na saída, Braga, que já estava novamente por cima, muito próximo do golo, enquanto começavam os disparates na equipa do F.C.Porto. Zaidu sozinho e com espaço dominou com a mão. Eustaquio várias vezes a errar o passe, uma num lance que podia ser pergoso. Galeno, mas não só, de complicador ligado. Inacreditáveis os erros grosseiros que o luso-brasileiro cometeu em jogadas de superioridade numérica e potencialmente de grande perigo.
Entretanto, como Taremi não dava uma para a caixa, Sérgio Conceição tirou o iraniano e Uribe, meteu Namaso e Veron, mas o jogo trapalhão dos Dragões continuava. Na primeira vez que o F.C.Porto fez algo bem feito, Evanilson, sozinho, falhou clamorosamente. 
Na parte final Braga e Porto podiam ter marcado, não marcaram, o jogo terminou empatado, excelente resultado para o Benfica.

Conclusão: 
Foi um Porto cansado física e mentalmente, incapaz de se impor, jogando mal ou muito mal maior parte do tempo de jogo. Empatou, ficou a 10 pontos da liderança, numa situação muitíssimo complicada para atingir o título, principal objectivo da época.

O futebol é um jogo simples, dominar e tocar bem, ir receber, ou abrir espaços, jogar fácil e não complicar.
O futebol do campeão na noite de hoje e de há muito tempo a esta parte, é um futebol trapalhão, com jogadores a errar passes fáceis, de complicador ligado, incapazes de optar, assistir ou finalizar bem. Há jogadores do F.C.Porto que cometem erros que dificilmente se perdoariam a jogadores de divisões inferiores. Sim, mesmo quando têm tempo e espaço para fazer bem, fazem mal. 
É preciso ter muita paciência para assistir e manter a calma ao ver tantas coisas mal feitas. 
Em termos de qualidade de jogo este é, para mim, o pior Porto de Sérgio Conceição.


Não há treinadores perfeitos...

 

Sérgio Conceição que não recebi com entusiasmo e portanto sou insuspeito, pode ter culpas em algumas contratações, quer por acção quer por omissão. Zé Luís, Loum, aquele francês que não lembro o nome e dizem, David Carmo, no primeiro caso, Carraça e outros "Carraças" que não queria, mas aceitou, por exemplo, no segundo. Pode cometer alguns excessos, com declarações para dentro e para fora que, no primeiro caso, podiam ser evitadas. Como também nenhum treinador pode passar pelos pingos da chuva quando corre mal. É o treinador que treina, escolhe a equipa e a táctica, faz as substituições... E quando sair outro virá e, confio, também ganhará, apesar da conjuntura ser altamente desfavorável - a situação financeira é muito difícil com tudo o que isso significa. Mas nestes anos todos, só por má-fé é que se pode dizer que o saldo do treinador Sérgio Conceição não é francamente positivo. Mais, depois de uma seca de quatro anos, com as dificuldades inerentes a uma SAD intervencionada pela UEFA, se o SC não tem conseguido os resultados desportivos e, FINANCEIROS, particularmente na Champions, onde, com meios cada época mais limitados, teve prestações, para mim, bem acima do expectável, não sei onde estaria o FCP - Futebol, SAD...


PS - Não dou para esse peditório de quem anda com o ranking do futebol português às costas. Os factos são tão óbvios, que seria uma perda de tempo. O FCP nem sempre tem grandes participações, mas também nunca teve prestações de seis jogos, seis derrotas, zero pontos na fase de grupos da UEFA Champions League.

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F.C.Porto 0 - Inter 0. Dragões melhor, mas faltam jogadores que nestes jogos façam a diferença

 

Saindo de Milão com um resultado negativo, quando merecia pelo menos o empate, que Taremi desperdiçou de forma inacreditável, o F.C.Porto tinha obrigatoriamente de ganhar para passar aos quartos-de-final  e para isso tinha de arriscar frente a um Inter mal no campeonato italiano, mas uma equipa forte e recheada de bons jogadores. Arriscar, mas com concentração, organização, inteligência, primeiro defender bem e não sofrer, com bola procurar marcar e para isso não era preciso ser logo, havia tempo para para, primeiro empatar a eliminatória, depois tentar resolvê-la, se fosse nos 90 minutos, óptimo.

De início com Diogo Costa, Pepê, Fábio Cardoso, Marcano e Zaidu, Eustaquio, Uribe, Grujic e Galeno, Evanilson e Taremi, sem três habituais titulares, João Mário, Pepe e Otávio, os dois últimos com um peso notório na equipa, com Galeno e Evanilson a regressarem de lesão, ainda sem a melhor condição física e ritmo, a primeira-parte foi equilibrada, sem grandes oportunidades. Inter teve uma bem resolvida por Diogo Costa, F.C.Porto que teve a melhor, Eustaquio ficou a centímetros de marcar. 

Assim, com o F.C.Porto a procurar atacar, o Inter a esperar e a sair na transição, o nulo ao intervalo justificava-se.

Para a segunda-parte Dragões com o mesmo onze, procuraram pressionar, chegar ao golo, mas sem grandes chances. 
Com o jogo na mesma toada da etapa inicial, Porto a tentar, Inter na mesma expectativa e a sair no contra-ataque, Sérgio mexeu, aos 71 minutos sairam Eustaquio e Evanilson e entraram André Franco e Toni Martínez. Aos 85 saíram Uribe e Zaidu, entraram Namaso e Wendell. 
Com o nulo que eliminava o campeão português a manter-se, já na parte final do jogo os Dragões foram para cima dos italianos, arriscaram tudo, criaram várias possibilidades de empatar a eliminatória, mas um misto de falta de sorte e ineficácia que na Champions se paga cara, impediu a melhor equipa de vencer.

Notas finais:
Em eliminatórias tão equilibradas, temos de aproveitar tudo. E o F.C.Porto desperdiçou em Milão, onde não merecia perder, como desperdiçou hoje, pagou caro.

Como para mim passar aos oitavos já foi um grande feito, estou obviamente triste, mas não desiludido. É preciso ser realista, ter a noção até onde pode ir a exigência. E aos técnicos e jogadores não posso exigir mais. Não posso exigir a jogador normais que façam a diferença que se exige aos craques e o F.C.Porto não tem craques. 

Andamos a criar a ilusão que podemos ser competitivos ao mais alto nível e não percebemos que isso é muito por causa de um treinador que tem feito um grande trabalho, que entrou na cabeça dos jogadores, faz com que eles dêem tudo, deixem o coração em campo, se transcendam, consigam resultados, discutir jogos e eliminatórias contra equipas muito mais fortes. 

Ficamos pelos oitavos, apesar da sensação que podíamos ir mais longe, não estou
desiludido. Após os dois primeiros jogos da fase grupos nunca pensei que chegaríamos aqui. É neste momento a nossa bitola e pelo andar da carruagem, perdendo como temos perdido ano após ano os melhores jogadores e não os substituindo em tempo útil por jogadores de qualidade semelhante vai ser muito difícil sair daqui.

Espectacular apoio e coreografia no Dragão. Parabéns!


F.C.Porto 3 - Estoril 2. Nem a proximidade do importante jogo da Champions justifica tudo...

 

Antes de defrontar o Inter para alterar o rumo de uma eliminatória em que parte em desvantagem e chegar aos quartos-de-final, o F.C.Porto, sem qualquer margem de manobra, tinha num Estoril a fazer um campeonato abaixo das expectativas, um obstáculo que precisava ultrapassar para manter a chama do título ainda acesa.

Com Diogo Costa, João Mário, Fábio Cardoso, Pepe e Zaidu, Otávio, Grujic, Eustaquio e André Franco, Namaso e Toni Martínez, o conjunto de Sérgio Conceição entrou forte, pressionante, nem sempre clarividente, mas o suficiente para chegar à vantagem, marcou Grujic aos 9 minutos, ele que tinha sido amarelado aos 4.
O jogo continuou com Dragões por cima, mas num futebol incaracterístico, nem sempre bem jogado. 
Contra a corrente do jogo o Estoril empatou aos 27 minutos, passados poucos minutos André Franco colocou novamente os azuis e brancos na frente do marcador.
Até ao intervalo tirando uma demora do autor do 2° golo do F.C.Porto que ia custando caro e um pisão no calcanhar de Eustaquio que lesionou, felizmente sem gravidade o médio do campeão, nada de mais relevante se passou.

Ao intervalo vantagem justa do F.C.Porto, mas com uma exibição cinzenta. 

No início da segunda-parte Uribe substituiu o amarelado Grujic, Dragões a procurarem chegar rapidamente ao 3° golo, mas a falharem claramente no último passe, mesmo quando estavam sozinhos, tinham obrigação de fazer bem.
João Mário foi vítima de um desses passes disparatados, procurou chegar a uma bola longa, lesionou-se, foi substituído por Rodrigo Conceição.
O jogo continuou arrastado, muitas vezes mal jogado, Estoril inofensivo, F.C.Porto abusando dos toquesinhos, incapaz de aumentar a vantagem.
Tal como tinha acontecido na primeira-parte, na única vez que foi à frente, penálti de Pepe, Estoril empatou.
Saíram Eustaquio e Toni Martínez, entraram Taremi e Galeno.
Também não demorou muito a reacção portista, Taremi derrubado na área, o mesmo jigador converteu o penálti, voltou a adiantar o conjunto de Sérgio Conceição.
Ao minuto 74 saiu Namaso e entrou Pepê.
Com pouco mais de 15 minutos para jogar, azuis e brancos foram à procura do golo da tranquilidade, mas de uma forma lenta, arrastada, errática, com poucos jogadores no processo ofensivo. Os estorilistas sem nada a perder tentavam incomodar, mas incomodavam pouco. Incomodaram e muito ao minuto 89, o golo esteve iminente, a sorte protegeu os portistas.
Daí até final nada a referir.

Tudo somado, o importante foi conseguido, a vitória é justa, mas nem mesmo o jogo da próxima terça-feira para a Champions League justifica a pouca qualidade da exibição do F.C Porto.

 

G.D.Chaves 1 - F.C.Porto 3. Se apenas importa ganhar, ganhamos bem...



Depois de uma derrota que não estava nas previsões e que pode ter comprometido definitivamente a possibilidade de vencer o bicampeonato, o F.C.Porto foi a Chaves defrontar o Desportivo local.

Com Diogo Costa, Rodrigo Conceição, Pepe, Marcano e Zaidu, Otávio, Grujic, Eustaquio e André Franco, Toni Martínez e Namaso, o F.C.Porto venceu e o que importa dizer é que, se apenas importa ganhar, ganhamos bem...

O jogo começou repartido, quando chegou pela primeira vez à frente, Zaidu assistiu na perfeição André Franco que falhou uma oportunidade clara, iam decorridos 8 minutos.
De seguida cartão amarelo para Eustaquio - ainda não aprendeu o tempo certo de entrar à bola, depois faz faltas grosseiras.
Em cima do 1º quart-de-hora, muito bem trabalhado por Danny Namaso, golo, Dragões em vantagem.
Num conjunto de erros na construção, o Chaves ameaçou, mas sem consequências.
Toni Martínez fez o mesmo, bola rente ao poste. E em mais uma saída desastrada, com Diogo Costa incluido, o empate esteve à vista, valeu uma grande intervenção do guarda-redes do F.C.Porto.
Má abordagem de Marcano, falta grosseira, amarelo aos 27 minutos.
O conjunto de Sérgio Conceição até conseguia fazer bem, trocava bem, tinha mais posse, mas havia sempre um passe errado - Eustaquio era quem mais errava, mas não era o único, Zaidu acompanhou-o várias vezes - que estragava a jogada, pior, apanhava a equipa descompensada, os transmontanos aproveitavam, criavam perigo, sem desmerecer o Desportivo, era quase sempre por culpa dos portistas. 
A partir de um lance de bola parada, canto, já perto do intervalo, Eustaquio e Otávio combinaram muito bem, excelente golo do luso-brasileiro.

O intervalo chegou com o campeão a vencer por 2-0. Dragões na frente, OK, pela diferença de dois golos era de alguma forma injusto para o Chaves. 

Para a etapa complementar era fundamental não relaxar, manter a concentração, tentar marcar, não deixar o Desportivo de Chaves entrar no jogo.
F.C.Porto com o mesmo onze, 
os Dragões entraram mal, desastrados até,  primeiro foi Pepe num lance que Marcano salvou in-extremis, depois foi Zaidu a fazer o mesmo, penálti, golo, Chaves reduziu. Haja pachorra para aturar estas estas abordagens sem qualquer nexo.
Jogo aberto, Porto procurou reagir, ameaçou, Namaso obrigou a uma excelente intervenção do guarda-redes.
Aos 65 Pepê substituiu Eustaquio, João Mendes continuava a abusar das faktas, algumas bem duras sobre Otávio, Zaidu persostia em fazer uma bem, uma mal.
Bruno Langa viu o segundo amarelo, o VAR rectificou, Jô Baptista é que fez a falta, foi expulso. 
Contra dez, campeões com vida mais facilitada, mas quando a bola chegava aos pés de alguns jogadores portistas era de ficar com os cabelos em pé.
Com mais espaço fundamental aproveitar, definir e decidir bem, fazer um golo, por-se a coberto de qualquer surpresa.
Toni marcou, mas o VAR anulou, saíram André Franco e Namaso - não percebi -, entraram Bernardo Folha e Taremi.
Finalmente João Mendes levou amarelo e foi por reclamar, de seguida, mais uma falta dura sobre Otávio, rua.
Contra nove 
Manafá substituiu Rodrigo Conceição aos 90 minutos, no minuto seguinte Taremi cabeceou ao lado, com mais dois jogadores Dragões fizeram o 3° golo aos 90+6, por Toni, após assistência de Taremi, terminaram com as dúvidas quanto ao vencedor.

Vitória justa, os três pontos eram importantes, mas foi mais uma pobre exibição da equipa de Sérgio Conceição. Valeram os três pontos.
A questão que se coloca é: com alguns destes jogadores que cada vez que têm a bola é um susto permanente, podemos jogar muito melhor?

PS - O que dizer de um vazadouro a céu aberto e de cheiro nauseabundo, que coloca no site vídeos do jogo a partir de twittes de benfiquistas e antiportistas, onde esse comportamento provocatório é notório? Apenas uma coisa: são uns ordinários, uns porcos.

Ai Quim, bateram os recordes do FCP. Nem vou dormir...
Quem era o senhor que tantos e tantos destaques de capa teve no panfleto da queimada?
Quem é o autor das frases que estão por baixo das capas?




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