Archive for março 2018
Uma Santa Páscoa para todos
No F.C.Porto - Benfica, cruzamento de longe de Marega, Luisão que estava de frente para a bola, aborda mal o lance, corta com o braço. Siga.
Hoje, jogador do Vitória é claramente surpreendido pelo toque de cabeça de um jogador do Benfica, toca com o braço, sem intenção. Penalty.
Os critérios dos árbitros e VAR vão mudando, adaptando-se sempre aos interesses do SLB. Assim fica complicado...
Uma Santa Páscoa para todos.
Não há sábado sem sol, domingo sem missa, segunda sem preguiça e jogo do F.C.Porto sem denúncia anónima
Sabemos de onde partem, a quem interessam, quais os objectivos e quem se apresta a colocar na praça pública, numa espécie de serviço combinado com a CP, estas fantochadas; como sabemos o que acontece depois em alguns antros da comunicação social: é um corrupio de gente sem carácter e vergonha na cara a dizer tudo que lhe apetece, insultando e denegrindo o clube, quem o dirige e quem o serve. Como isto já ultrapassa todos os limites e porque por mais anónima que seja a denúncia, se houver vontade chega-se ao autor, é importante que quem se entretém a brincar com coisas sérias e com a honra dos outros, seja apanhado, chamado à responsabilidade, sente o cu no mocho, pague e bem. Caso contrário é a bandalheira total.
Não é nenhuma novidade, já aqui disse e repeti, para os cartilheiros, freteiros, recadeiros, peões de brega e toda a panóplia de servidores do Benfica, há uma justiça boa, aquela que condena o F.C.Porto e quem o serve e uma justiça má, merecedora de censura, aquela que não condena. No domingo passado, no Trio D' Ataque, João Gobern deu corpo a essa teoria, quando e a propósito da absolvição de Fernando Madureira, Macaco, líder da claque Super-Dragões, por um tribunal do Porto, atirou: Há uma justiça particular no Grande Porto em tudo que diga respeito ao F.C.Porto. Não é verdade, como lhe respondeu Miguel Guedes, ainda há bem pouco tempo o Tribunal da Relação do Porto deu razão ao Benfica contra o F.C.Porto e o Porto Canal, no caso da divulgação dos e-mails, mas isto fica assim? Que país é este em que ninguém com responsabilidades na justiça reage a estas afirmações, gravíssimas, feitas num canal público? Então o besuntão coloca em causa a seriedade da justiça, afirma que no Porto, quando se trata do F.C.Porto ou de alguém a ele ligado, quem aplica a justiça é brando, faz jeitos, não cumpre a lei? Até quando vamos permitir que estas "verdades" façam o seu caminho, continuem a ser passadas para a opinião pública, dando uma imagem completamente distorcida da realidade?
Com o Benfica metido na porcaria até ao pescoço, com um presidente sem educação e sem nível e como a cada dia é mais notório, mesmo para os cegos surdos e mudos, que não é exemplo para ninguém quer como presidente do SLB quer como empresário, não deixa de ser curioso ver que estes cartilheiros continuam cheios de arrogância, armados em moralistas, sempre prontos a apontar o dedo aos outros, apenas porque são do Benfica e quem é do clube do regime nasceu com o cu virado para a Lua, pode dizer e fazer o que lhe dá na tola.
Nota final:
- Pedro Marques Lopes, mesmo que andasses distraído e não reparasses nas indignações selectivas, eles aí na Bola lembravam-te todos os dias. Não há local onde as indignações selectivas sejam mais notórias que no chiqueiro da queimada.
Repara:
Os árbitros tanto são seres humanos e portanto, sujeitos a errar, se erram a favor do SLB ou contra o F.C.Porto, como são do sistema, erraram porque quiseram, são pouco sérios, se beneficiarem os Dragões, prejudicarem as toupeiras.
Directores de comunicação tanto são os maus da fita, como têm toda a atenção e destaque do mundo - vê o que acontece agora com Francisco J. Marques ou Nuno Saraiva e compara com o que acontecia com João Gabriel...
Recorda-te do tremei capones, quando era o F.C.Porto e o seu líder que estavam na berlinda, e compara com os silêncios e omissões de agora. Ou os destaques de outrora, tipo, Benfica quer F.C.Porto a pagar em todas as frentes, com o branqueamento de agora.
E que dizer das generalizações, todos são maus, a culpa é dos três grandes, com o passado de anjos versus o demónio nortenho?
E que dizer dos apelos à paz e à pacificação, quando no passado se foi cúmplice e colaborou em guerras sem quartel, sempre contra o mesmo?
E que dizer da afirmação que os títulos do Benfica não podem ser questionáveis, quando no passado se fomentava e alimentava a ideia que os títulos do F.C.Porto eram tributos dos árbitros? Sim, se questionava um F.C.Porto Campeão Europeu e vencedor da Taça UEFA e agora não se pode questionar um Benfica que perde os seis jogos da Fase de Grupos da Champions League?
E como qualificar o facto de por um lado se andar a clamar contra os pirómanos e incendiários, se fazerem apelos para que se acabe o clima de ódio, mas depois se permitirem as maiores barbaridades e se dá destaque a insultos constantes, com o F.C.Porto no seu todo a ser a principal vítima?
E, meu caro Pedro, podia continuar, continuar... mas não vale a pena. Se há orgão de comunicação social que tem contribuído para que o futebol português não seja melhor, é o panfleto da queimada com o seu facciosismo, sectarismo, fundamentalismo, benfiquismo doentio e fanático.
Privilégios de quem tem o toque de Midas
Enquanto nós por cá, ao vermos os prejuízos do Novo Banco, vamos fazendo contas a mais uma paulada, sua excelência, o senhor 400 Kg, está de vacances na Tailândia. Privilégios de quem tem o toque de Midas.
- Ai sim, Melga, e o que disse?
- Nada!
Nenhum árbitro português no Euro 2016, nenhum árbitro português no Mundial 2018.
Não há qualquer surpresa, mas é neste estado que os Nunes, Mendes, mais os meninos queridos e afins, colocaram a arbitragem portuguesa.
Curiosamente, alguns artistas sempre muito preocupados com a indústria do futebol, sobre este gravíssimo problema passam como raposa por vinha vindimada. Compreende-se, como sempre acontece, desde que os desígnios do mais maior, melhor, grande clube do planeta, sejam alcançados, que importa o resto?
Juan Carlos Osorio, tranquilo, vamos colocar o Herrera numa redoma...
Para ele chegar ao mundial fresquinho como uma alface.
Na época 1990/1991, a luta pelo título durou quase até ao fim, conquistou-o o Benfica, à custa do F.C.Porto, na altura treinado por Artur Jorge. Para esse título muito contribuiu a vitória do SLB nas Antas por 2-0, o tal jogo dos dois golos de César Brito já perto do final do jogo. Quando o seu clube se sagrou campeão, o presidente da assembleia geral do clube do regime, Adriano Afonso, numa tirada definidora de uma certa forma de estar, afirmou que tinha sido o triunfo do bem sobre o mal. Se esta época, como todos esperamos e desejamos, o F.C.Porto for campeão, não vou dizer que é o triunfo do bem sobre o mal, mas vou dizer que é uma vitória contra a promiscuidade, compadrio, manipulação, arrogância e prepotência do Benfica e toda a máquina de propaganda que o serve, usando para isso métodos que fazem lembrar as piores práticas de um passado de muito má memória.
Serve esta introdução para dar conta da importância que terá para o F.C.Porto a conquiste do título e vou mais longe, também para o futebol português será muito importante que o clube do regime não seja penta. Ora, para conseguir chegar a meados de Maio na frente, ninguém tenha dúvidas, vai ser preciso que a equipa de Sérgio Conceição, para além dos atributos que uma equipa que quer vencer o campeonato sempre terá de ter, qualidade de jogo, organização, coesão e eficácia, tenha também muita raça, muita crença, junte a uma grande capacidade de luta, uma enorme coragem. Neste mês e meio que nos resta até ao final da época é fundamental que todos estejam de corpo e alma no Dragão, totalmente concentrados nos objectivos do F.C.Porto. Nem o treinador, nem os adeptos, que têm tido um comportamento extraordinário no apoio à equipa - Belém vai receber mais um imenso Mar Azul -, vão aceitar que não seja assim. Mundial? OK, é um objectivo de carreira, a maior montra do futebol, mas vem depois e só depois de terminar a época os jogadores estão autorizados a pensar nele.
Portanto, é preciso que o seleccionador do México, Juan Carlos Osorio, fique ciente de algumas coisas, ele que tentou meter foice em seara alheia - aqui.
Um, o F.C.Porto tem respeito pelos seus profissionais, nunca os trata como carne para canhão.
Dois, nesta altura decisiva meter jogadores jogadores que não estão a 100%, é correr riscos desnecessários, tanto porque não conseguem dar o rendimento pretendido, como podem agravar lesões, com as consequências que daí advirão.
Mas, a entidade patronal dos jogadores não são as selecções, são os clubes e os clubes não vão abdicar dos seus direitos, dos seus interesses, colocar profissionais muito bem pagos numa redoma para que possam chegar fresquinhos como uma alface à Rússia. Quem gere os profissionais do F.C.Porto são os seus técnicos e médicos, não é e nem vai ser o seleccionador do México ou de qualquer outro país. Mais, que o senhor Juan Carlos Osorio esteja preocupado com a situação clínica de Hector Herrera, até se compreende, que trate esta questão sensível na praça pública, pressionando a entidade patronal do jogador é uma tirada de péssimo gosto, um comportamento pouco recomendável.
O "rei" sai limpinho da lavandaria da queimada, mas vai completamente nu
Ia fazer um post sobre as leituras de Vieira na visita aos Açores e que a A Bola, à imagem e semelhança dos jornais que no passado fascista estavam ao serviço do regime, cobriu de fio a pavio. E até já tinha título e tudo: Ao sabor dos estados de espírito de Galamba, o leitor multiplica-se em declarações. mas não vale a pena. Está aí a reacção do presidente do Sporting e que diz ainda muito mais do que eu ia dizer.
«Eu nunca "sube" o que é viver de favores do banco... E sempre limpei as minhas vitórias!
- Eu apenas sei de pneus;
- Eu apenas roubei um camião;
- Eu apenas tive um motorista que foi preso por tráfico de droga usando instalações e carros do clube;
- Eu apenas passava o meu tempo no escritório do administrador do BES, Amílcar Morais Pires, a aumentar a dívida do clube;
- Eu apenas devo mais de mil milhões de euros;
- Eu apenas sou arguido num caso muito grave em termos criminais;
- Eu apenas tenho o meu braço direito acusado, e já tendo estado detido por crimes graves;
- Eu apenas estou envolvido nos processos vouchers, emails, e-toupeira, que estão a ser investigados por poderem assumir a forma de corrupção e tráfico de influéncias, envolvendo pessoas da FPF, Liga, arbitragem, delegados, observadores, políticos, funcionários judiciais, juizes, jornalistas...Tudo aquilo a que chamam de "estado lampionico";
- Eu apenas recebi 50M do BES quando já tinha rebentado o escândalo do mesmo;
- Eu apenas tenho dívidas do clube pelo Novo Banco e banco mau "escondidos" em seguros de vida e produtos similares;
- Eu apenas tenho visto o meu clube a ser investigado num caso que apelidam de "jogos para perder";
- Eu apenas ando a mendigar que não me executem as dívidas, faz anos, usando a minha posição profissional;
- Eu apenas sou o pai de uma cartilha e de um controlo da comunicação social a que chamam de "lápis vermelho";
- Eu apenas apoio claques ilegais que, para mim, são um conjunto de pessoas que se juntam de forma organizada, e que por vezes até matam adeptos de outros clubes que não deviam ter estado naquele sitio específico do Estádio do Jamor nem na rua ao pé de um outro Estádio;
- Eu tenho sempre toalhetes e por isso garanto que limpei sempre as vitórias!
Em suma, nunca "sube" de nada! Não "sube", não vejo, não ouço e não falo!
Vou "mazé" depois do treta lutar com todas as minhas "forças" pelo peta!
By: um estadista
A história tem destas injustiças. Aqui deixo o exemplo de um mero empresário que foi brilhante e visionário, que nunca fez nada de mal, mas que foi injustamente perseguido! No fim a "montanha pariu um rato" e, afinal, tanta coisa se dizia.... e apenas teve uma pequena falha fiscal!»
Assim, apenas acrescento mais umas notas:
- Claro que no Benfica nunca se deixa ninguém para trás, principalmente aqueles que estão metidos na porcaria até ao pescoço e que se ficarem para trás podem tornar-se muito incómodos.
- Claro que as vitórias do SLB nunca são contra ninguém, são sempre pelo SLB e com respeito os rivais, como disso é exemplo, O título do F.C.Porto é um tributo dos árbitros.
Pode-se não se gostar do estilo, pode-se se achar o tom excessivo, pode tudo, até se podem atirar a mim por causa deste post, mas subscrevo de uma ponta à outra tudo o que o presidente do Sporting diz sobre o leitor. Foi no momento certo e no tempo oportuno, não uma reacção com hora marcada.
Ainda a este propósito: o pirómano bem se esforça em aparecer como soldado da paz, mas o calo que tem no traseiro é tão grande e dá tanto nas vistas que já ninguém o leva a sério.
É verdade, o freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado, diz que Marcelo Rebelo de Sousa apenas gastou latim e perdeu tempo, quando fez um apelo à elevação e à compostura no futebol português.
Tem sido um regalo, uma verdadeira paródia, para usar uma palavra que está na moda, ver o batalhão de pirómanos que no passado, a favor do Benfica - os exemplos são tantos e têm sido tão badalados que nem vale a pena estar a repetir-me - nunca hesitaram um segundo a incendiar o futebol português, agora que é o clube do regime que está na berlinda e de que maneira, todos os dias fazem apelos ao recato e à paz, ao mesmo tempo que colocam todos no mesmo saco, são incapazes de dizer, preto no branco que para os lados da Luz, o rei sai limpinho da lavandaria da queimada, mas vai completamente nu.
«Eu nunca "sube" o que é viver de favores do banco... E sempre limpei as minhas vitórias!
- Eu apenas sei de pneus;
- Eu apenas roubei um camião;
- Eu apenas tive um motorista que foi preso por tráfico de droga usando instalações e carros do clube;
- Eu apenas passava o meu tempo no escritório do administrador do BES, Amílcar Morais Pires, a aumentar a dívida do clube;
- Eu apenas devo mais de mil milhões de euros;
- Eu apenas sou arguido num caso muito grave em termos criminais;
- Eu apenas tenho o meu braço direito acusado, e já tendo estado detido por crimes graves;
- Eu apenas estou envolvido nos processos vouchers, emails, e-toupeira, que estão a ser investigados por poderem assumir a forma de corrupção e tráfico de influéncias, envolvendo pessoas da FPF, Liga, arbitragem, delegados, observadores, políticos, funcionários judiciais, juizes, jornalistas...Tudo aquilo a que chamam de "estado lampionico";
- Eu apenas recebi 50M do BES quando já tinha rebentado o escândalo do mesmo;
- Eu apenas tenho dívidas do clube pelo Novo Banco e banco mau "escondidos" em seguros de vida e produtos similares;
- Eu apenas tenho visto o meu clube a ser investigado num caso que apelidam de "jogos para perder";
- Eu apenas ando a mendigar que não me executem as dívidas, faz anos, usando a minha posição profissional;
- Eu apenas sou o pai de uma cartilha e de um controlo da comunicação social a que chamam de "lápis vermelho";
- Eu apenas apoio claques ilegais que, para mim, são um conjunto de pessoas que se juntam de forma organizada, e que por vezes até matam adeptos de outros clubes que não deviam ter estado naquele sitio específico do Estádio do Jamor nem na rua ao pé de um outro Estádio;
- Eu tenho sempre toalhetes e por isso garanto que limpei sempre as vitórias!
Em suma, nunca "sube" de nada! Não "sube", não vejo, não ouço e não falo!
Vou "mazé" depois do treta lutar com todas as minhas "forças" pelo peta!
By: um estadista
A história tem destas injustiças. Aqui deixo o exemplo de um mero empresário que foi brilhante e visionário, que nunca fez nada de mal, mas que foi injustamente perseguido! No fim a "montanha pariu um rato" e, afinal, tanta coisa se dizia.... e apenas teve uma pequena falha fiscal!»
Assim, apenas acrescento mais umas notas:
- Claro que no Benfica nunca se deixa ninguém para trás, principalmente aqueles que estão metidos na porcaria até ao pescoço e que se ficarem para trás podem tornar-se muito incómodos.
- Claro que as vitórias do SLB nunca são contra ninguém, são sempre pelo SLB e com respeito os rivais, como disso é exemplo, O título do F.C.Porto é um tributo dos árbitros.
Pode-se não se gostar do estilo, pode-se se achar o tom excessivo, pode tudo, até se podem atirar a mim por causa deste post, mas subscrevo de uma ponta à outra tudo o que o presidente do Sporting diz sobre o leitor. Foi no momento certo e no tempo oportuno, não uma reacção com hora marcada.
Ainda a este propósito: o pirómano bem se esforça em aparecer como soldado da paz, mas o calo que tem no traseiro é tão grande e dá tanto nas vistas que já ninguém o leva a sério.
É verdade, o freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado, diz que Marcelo Rebelo de Sousa apenas gastou latim e perdeu tempo, quando fez um apelo à elevação e à compostura no futebol português.
Tem sido um regalo, uma verdadeira paródia, para usar uma palavra que está na moda, ver o batalhão de pirómanos que no passado, a favor do Benfica - os exemplos são tantos e têm sido tão badalados que nem vale a pena estar a repetir-me - nunca hesitaram um segundo a incendiar o futebol português, agora que é o clube do regime que está na berlinda e de que maneira, todos os dias fazem apelos ao recato e à paz, ao mesmo tempo que colocam todos no mesmo saco, são incapazes de dizer, preto no branco que para os lados da Luz, o rei sai limpinho da lavandaria da queimada, mas vai completamente nu.
No caso do IPDJ, o Governo assobia para o lado, mas a oposição nem assobia
Esta questão dos e-mails tem permitido saber de coisas do arco da velha, ao ponto de se poder dizer que o que se passou e está ainda a passar em termos de proximidades, cumplicidades, promiscuidades, compadrios, indícios de corrupção, tráfico de influências e o que mais se verá, entre organismo público, mas não só - este mail da esquerda é bem significativo -, ultrapassa todos os limites. No caso do IPDJ, que o Governo, 1º Ministro e Ministro da Educação - nem vale a pena trazer para aqui à colação o Secretário de Estado da Juventude e Desporto, tão patético ele é... -, assobiem para o lado perante tantas evidências de um comportamento altamente censurável de quem dirige o IPDJ, é triste, lamentável, mas até podemos dizer que fazem o papel deles. Agora que ninguém da oposição pegue neste assunto, o coloque na ordem do dia, questione quem de direito, queira saber o porquê dos comportamentos tão desajustados e tão desequilibrados do organismo presidido por Augusto Baganha, ninguém associe esses comportamentos merecedores de críticas às mais que evidentes promiscuidades entre tanta gente do IPDJ e o Benfica, mete-me uma grande confusão. Vários Secretários de Estado foram pressionados, obrigados a sair do Governo, porque foram ver a selecção portuguesa no Euro 2016, a convite de algumas empresas. Agora que é público que o corrupio de pedidos de convite ao SLB, para ver jogos na Luz, é enorme, até parece que não se passa nada, está tudo muito caladinho.
Para além disso, se em Portugal existisse outro tipo de democracia, os deputados eleitos pelo Distrito do Porto tinham o dever de tomar posição sobre este caso do IPDJ. E não teria nada a ver com clubite, seria apenas querer justiça, que os comportamentos desviantes a Norte sejam tratados da mesma maneira que os comportamentos desviantes a Sul. E não têm sido, há claramente dois pesos e duas medidas.
Como já disse e repeti, quando lemos muitos destes mails que circulam por aí - este é apenas mais num e está mais que provado que, tal como os outros, é verdadeiro - e nos lembramos do que aconteceu com os sumaríssimos à la carte, apitos, tentativa de colocar o F.C.Porto, campeão indiscutível, fora da Champions, caso do túnel, etc., só podemos concluir que foram ultrapassados todos os limites. Em qualquer outro país isto já teria tido gravíssimas consequências, neste país desvaloriza-se, não só não acontece nada, como ainda por cima até parece que todos são obrigados a ficar calados e curvar-nos a esta gente tão pouco recomendável.Depois do artigo de Jorge Coroado no jornal O Jogo - podem ler clicando em cima da imagem - e cujos argumentos vão de encontro a outras opiniões que já conhecia e oriundos de pessoas ligadas à arbitragem e que reputo de totalmente credíveis, fiquei sem dúvidas acerca da forma correcta como a questão do penalty convertido e depois transformado em pontapé-livre indirecto, pelo árbitro Manuel de Oliveira e VAR, Bruno Esteves.
Só que a questão dos critérios, olho de lince versus cegueira, continua a ser uma constante, com o F.C.Porto a ser o mais prejudicado. E por mais tolerância que tentemos ter, não sai do nosso espírito que se fosse contra nós ou a favor de outros, este tipo de lances não seriam assim analisados. E essa tem sido a marca do VAR no primeiro ano de existência. É preciso calma, tolerância, ainda há muito a limar, ainda estão todos a aprender,.., dizem os do CA e alguns peões de brega ao serviço do mesmo de sempre. OK, mas esses desvios, essas hesitações, tudo que tem acontecido de errado no uso das tecnologias auxiliares dos árbitros, tem sido quase sempre contra o F.C.Porto.
Esperemos que na parte final da época e com o campeonato equilibrado, não seja a cegueira versus olho de lince a ter uma influência determinante na luta pelo título.
Como podem ver aqui, factos ocorridos na época 1938/1939, já nesses tempos o Benfica, com a conivência do poder instalado, tinha privilégios diferentes.
Não há coincidências...
Na lixeira desportiva da cofina:
«Pedro Mourão, juiz desembargador que chegou a ser, entre julho e setembro de 2006, presidente da Comissão Disciplinar da Liga de Clubes - o equivalente ao atual CD da FPF -, também teve direito, segundo os emails ontem revelados, a bilhetes em 2013. Na altura, da Luz foi enviado um documento a convidar o antigo responsável para assistir ao jogo com o V. Setúbal, relativo à 17.ª jornada da edição 2012/13 do campeonato. Frisaram os encarnados que o convite era válido para duas pessoas, não tendo sido divulgada a confirmação (ou não) da presença do juiz. Recorde-se que Pedro Mourão se demitiu do CD da Liga na sequência do famoso ‘caso Mateus’, que marcou uma época conturbada no futebol nacional.»
Eu ajudo a lixeira, mostrando uma foto de Pedro Mourão, na tribuna da Luz, acompanhado de Luís Filipe Vieira e Joe Berardo. Aliás, este doutor juiz, como podem ver aqui, aqui e aqui, tem um histórico muito curioso...
Em O Jogo:
«A cada jogo na Luz, os responsáveis pelo protocolo lidam, no mínimo, com centenas de convites. Há quem os peça e há quem os receba naturalmente, num processo gerido bilhete a bilhete. Os contactos de possíveis convidados são actualizados frequentemente numa base de dados que vai desde embaixadores e políticos, até... juízes. Em 2011, as moradas de 45 juízes - de direito, conselheiros e desembargadores - constavam dos contactos do Benfica e houve um jogo da época 2011/2012 em que 20 magistrados coincidiram nos camarotes a convite do clube.»
Na lixeira desportiva da cofina:«O Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) é dos principais solicitadores de bilhetes para os jogos do Benfica. Ou, pelo menos, era em 2012 e 2013, a avaliar pela extensa lista de emails ontem revelada nas redes sociais. Inclusive, há um email enviado pelo então secretário de Luís Filipe Vieira, Orlando Dias, à responsável pelo protocolo das águias, Ana Paula Godinho, a dar conta de um telefonema do IPDJ, por parte do presidente do organismo, Augusto Baganha, "a interceder dois convites" para o líder do conselho diretivo do Instituto de Segurança Social – na altura, Luís Monteiro.
Os pedidos do IPDJ, como se constata na alegada correspondência divulgada, num total de 16 gigabytes, são vários. Pode ver-se um email em que a secretária do conselho diretivo solicita bilhetes para a diretora do departamento de recursos humanos, financeiros e patrimoniais, Sílvia Alves, extensivo às "duas filhas, ao pai e ao marido", referindo que "são adeptos e que nunca foram ao estádio do Benfica". Na comunicação, acaba por ser citado o então vice-presidente João Bibe [do IPDJ], que "fazia muito gosto que tivessem essa possibilidade, pelo que dois bilhetes não viabiliza esse desejo".
Os pedidos são de vários quadrantes - governantes, autarcas, militares da Brigada de Trânsito... -, mas o IPDJ tem estado na mira de FC Porto e Sporting, por, na ótica de dragões e leões, fechar os olhos à não legalização das claques encarnadas. Ainda esta semana, o diretor de comunicação dos portistas, Francisco J. Marques, questionou a dualidade de critérios do organismo neste tema. No início de época, o instituto anulou a interdição da Luz, após o Benfica ter apresentado um novo regulamento de segurança, como explicaria Baganha, em novembro. E sublinhou que os grupos organizados de adeptos do Benfica "não tem sido um problema para o IPDJ e para a polícia".»
Dou apenas três exemplos, podia dar mais uns quantos, mas com tudo que tem vindo a público, não é preciso fazer um grande esforço para concluirmos que está tudo ligado, não há coincidências neste gigantesco polvo que estende os tentáculos por todos os lados. Quem falou em estado lampiânico, falou muito bem, acertou em cheio.
Luís Filipe Vieira:
«Estamos a ganhar como ninguém, ganhámos o tetra e queremos o penta. As vitórias são por nós, nunca contra ninguém, é essa a diferença, sempre com respeito por todos os clubes que são nossos adversários»
Depois de pôr as garras de fora, dar um murro na mesa e o grito, "acabou a paródia!", a criação do gabinete de crise e não sei quantos processos contra tudo que mexe, este discurso altruista, bonzinho, com fair play e de respeito pelos adversários, surpreendeu a máquina de propaganda vermelha e não só...
Curioso, o director entre aspas do panfleto da queimada, disse que vai esperar para ver se essa estratégia do Vieira bonzinho, é para valer, mas até lá, "nós que sempre estivemos do lado da paz e da inteligência, contra a guerra e a estupidez no futebol, não podemos deixar de elogiar."
Só que depois vemos o Vieira mauzão, a ter destaque de capa e o Vieira bonzinho, sem destaque nenhum. A conclusão é simples, a paz não vende papel e por isso no panfleto da queimada diz-se que se quer a paz, mas na prática fomenta-se a guerra. Sempre ao sabor dos interesses do mesmo, o SLB, clube do regime.
Meus amigos, voltando ao discurso de Vieira, quem não ficou emocionado com as palavras é porque tem um coração de pedra. Eu emocionei-me até às lágrimas. Agora, sim, podemos concluir, Vieira virou um verdadeiro anjinho.
Nota final:
Chama-se Fernando Urbano, embora aqui seja tratado por Baninho, é mais um que no chiqueiro da queimada faz jornalismo de camisola do Benfica vestida, cachecol ao pescoço e bandeira na mão. O rapaz, que subiu no panfleto à custa disso e do mais primário anti-portismo e pintismo, até já assina uma colunazinha e é editor, resolveu hoje falar sobre descentralização no futebol. OK, faz sentido. Mais clubes do interior na primeira liga seria óptimo, como seria óptimo haver representantes do Alentejo, como já aconteceu no passado e também dos Açores, por exemplo. Mas o Baninho tinha de soltar a veia do anti-pintismo e saiu-se com esta verdadeira pérola:
«Volta a discutir-se no país a descentralização. Talvez em 2018 estejamos melhor preparados para um tema tão estruturante do que em 1998, quando a regionalização foi chumbada. Para o NÃO no referendo muito contribuiu a taxa de rejeição que a intervenção do presidente do F.C.Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, provocou nos não portistas, para além de outros medos do caciquismo.»
Não valerá a pena estar aqui e agora a esmiuçar as razões porque o aconteceu o NÃO no referendo. Mas quando este palhaço aponta como uma das razões o facto de um dos mais titulados dirigentes do futebol mundial, o homem que colocou o F.C.Porto nos mais altos patamares do futebol europeu, criou condições para que um clube da segunda cidade de um país centralista, pequeno e pobre, vencesse uma Taça dos Campeões Europeus e uma Champions League, fosse Campeão do Mundo de Clubes por duas vezes, conquistasse uma Taça UEFA e uma Liga Europa, mais uma Supertaça Europeia, ser um dos responsáveis pelo NÃO no referendo, só pode estar a brincar connosco, nem o mais primário dos antis, portismo e pintismo, justificam uma barbaridade destas.
É, no chiqueiro que se transformou A Bola, qualquer chega rebos, se lhe der na telha, até culpa Pinto da Costa de ser responsável pelas alterações climáticas.
Voltemos à promiscuidade e mais uma diatribe de Bagão Félix
Lembram-se todos os que frequentam o tasco - está difícil resistir às propostas para que vire Hostel -, dos muitos posts que fiz contra um cavalheiro que quando chegou à Câmara do Porto escolheu o F.C.Porto e o seu presidente como principais inimigos. O objectivo era claro, cair nas boas graças do centralismo lisboeta, anti-portismo e pintismo, primário. E caiu. Virou herói na capital do império - curiosamente, agora são esses os primeiros a atirar-lhe com tudo e a fazer-lhe vida negra. É bem feito! -, louvavam-lhe a coragem para acabar com a promiscuidade entre a política e o futebol. Lembram-se todos, também, os variadíssimos posts que fiz sobre a promiscuidade entre a política e o futebol, sobre a tribuna da Luz sempre muito bem frequentada por políticos, num desses posts até disse que eles eram tantos que mais parecia uma reunião do Conselho de Ministros. Como não deixei de notar as diferenças entre a a forma como foram tratados, Fernando Gomes e Rui Pereira, ambos ministros de Administração Interna de um Governo PS, o que frequentava a tribuna do Dragão foi arrasado, o que era um ferrinho na tribuna da Luz nunca foi questionado. E concluí, sem margem para dúvidas, que a promiscuidade é azul. Foi uma conclusão óbvia, atendendo à diferença de tratamento quando as coisas aconteciam a Norte ou a sul.
Agora, em função daquilo que se vai sabendo, apetece perguntar: quem na política lisboeta e centralista, ainda não pediu convites para jogos do Benfica? Mais, ninguém se choca, ninguém fala em vergonha, ninguém aponta o dedo e diz: é preciso acabar com a promiscuidade entre a política e o futebol? A promiscuidade vai continuar a ser azul, quando, pelo que vamos conhecendo, nunca aconteceu algo semelhante com jogos do F.C.Porto? E o senhor presidente da República, sempre tão pedagógico e que ainda esta semana pediu recato aos homens do futebol, não fica incomodado com toda esta bandalheira?
Não o incomoda saber que há políticos no activo, no caso deputados, que exercem funções de comentadores desportivos e nessa função portam-se muito pior que adeptos comuns, não raras vezes, piores que membros de claques?
Não o incomoda o comportamento sectário da secretaria de estado da juventude e desporto e do IPDJ?
Vá lá, senhor presidente da República, coloque o dedo na ferida, não generalize. O senhor não é cego, surdo e mudo, sabe muito bem o que está em causa e quem tem as maiores responsabilidades no momento que vive o futebol português. Mas se não sabe, eu ajudo-o: Sport Lisboa e Benfica.
Ah, já agora, senhor presidente, na reuniões que tem com o senhor 1º ministro, podia fazer o favor de lhe perguntar o seguinte: se fosse o Benfica a escrever-lhe uma carta, o doutor António Costa ia ignorá-la, como ignorou a do F.C.Porto?
Mais uma diatribe de Bagão Félix.
Hoje na sua habitual crónica semanal no panfleto da queimada - ver clicando na foto da esquerda - Bagão Félix volta ser intelectualmente desonesto. O papa-hóstias fala de concentração arbitral, apresenta um quadro em que se constata que F.C.Porto, nos 27 jogos disputados no campeonato, teve 12 árbitros da Associação Futebol do Porto (AFP). Por mais que Bagão tente, com a hipocrisia e o cinismo que o caracteriza, disfarçar, o objectivo está à vista, a ideia é clara, dar a entender que isso tem sido um benefício para os Dragões nesta época. Ora, nada mais falso. Se Bagão Félix, que é um observador atento ao futebol, fosse intelectualmente sério, não estivesse de má-fé, tivesse um pouco de pudor e vergonha na cara, quisesse analisar com rigor e seriedade, concluiria facilmente: nunca o F.C.Porto foi beneficiado nesses 12 jogos arbitrados por juízes da AFP. Pelo contrário, foi altamente prejudicado e com clara influência no resultado, pelo menos em dois deles. Frente ao Desportivo das Aves, árbitro Rui Costa e, principalmente, frente ao Benfica, jogo em que os Dragões foram espoliados de 2 pontos por culpa de erros grosseiros de Jorge Sousa e seu assistente, naquele que foi o maior escândalo desta temporada. Imagino, atendendo à postura do papa-hóstias, o que diria se fosse ao contrário...
Portanto, estamos na presença de mais uma diatribe de Bagão Félix, que prefere especular, confundir passar ideias falsas, dar uma imagem distorcida do que tem sido a realidade deste campeonato. É a cartilha em todo o seu esplendor, utilizando mesmo aqueles que pelas suas responsabilidades deviam ter mais recato e sensatez, mais seriedade nas análises.
Esta gente pensa que vai continuar a tratar mal uma Instituição Centenária e que tantos e tantos serviços relevantes tem prestado ao desporto português, futebol em particular e nós vamos ficar quietos e calados? Não vamos... pelo menos eu não vou!
Nota final:
Eh, pá, estive a ter tanto trabalho a fazer este post e afinal, diz o SLB, pedidos de convites para a tribuna são uma prática e comum e universal.
Perceberam, más-línguas, aqueles que no passado tanto falaram em promiscuidade?
"Contigo até ao fim, meu Porto!", por Felisberto Costa
Faltam, mais dia menos dia, qualquer coisa como 2 meses para terminar este campeonato. Campeonato que a nação portista deseja ardentemente festejar, não só porque merecemos o titulo, como porque será uma grande bofetada de luva branca para certa gente e certas instituições.
Como será de esperar, cada final que nos falta, será vivida pelos adeptos portistas a roer as unhas, com grande ansiedade, alguns tremeliques, mas também com o vernáculo que iremos oferecer à equipa na recta final rumo ao título. O que interessa ao fim e ao cabo é não desamparar estes jogadores e equipa técnica. Levá-los a acreditar que não estão sós contra tudo e contra todos, mas que também tem gente suficiente que os defende com unhas e dentes. Esta paragem foi uma benesse caída dos céus. Com jogadores nucleares lesionados, mas a caminho do pronto restabelecimento, como Soares, Danilo, Alex Telles e Marega, com o esfriar de cabeça nos jogadores - deixá-los pensar noutras coisas para além do futebol, também é salutar -, sobretudo da imensa maioria do plantel que não sabe o que é ser campeão e sofre agora a cada jogo que falta de nervosismo natural e humano. Este interregno é um toque de reunir as tropas, lavar a alma e o corpo e restaurar forças para o que falta. E ao contrário de muitos, ainda bem que só jogamos na 2ª feira de Páscoa!
E agora é que vão ser elas! Na frente até ao jogo na 2ª Circular, iremos levar com toda a comunicação social prostituída ao querido clube. Se é para o lado em que dormimos melhor, também é credível que de vez em quando nos faça ter uma ou outra noite mal dormida. Sobretudo pela disparidade de critérios que envolvem um certo clube. E por falar em disparidade de critérios, também agora temos que ensinar os nosso jogadores a serem artistas de Hollywood, pois connosco o VAR não facilita. Filma-nos de todos os ângulos possíveis e imaginários afim de filtrar o que lhe convém. O penalti transformado em livre directo, só em Portugal!!! Primeiro, porque apesar da bola ter entrado, o maior prejudicado foi… Sérgio Oliveira. Segundo e faz parte dos livros, aquando da reposição de pontapé de baliza, os árbitros mandam repetir o lance, quando a bola não sai fora da grande área ou quando um jogador dá mais que um toque na bola. Porque raio o penalti não foi repetido? E sem querer mentir ou caluniar, deixo por conta do Paulo Teixeira, em como o lance do Sérgio Oliveira já aconteceu com o Jonas e o árbitro não mandou repetir!
Até ao final do campeonato vamos levar com gabinetes de crise, com Quiñones, com Klebers, com Estoris, e com o triste resumo de que em Portugal se fala de tudo menos de futebol, só porque é o clube da Luz que está envolvido. Sim, porque se fosse o azul-e-branco, aí o futebol era secundário! E para terminar, apenas quero dizer que num estado de Direito, numa democracia ocidental, o caso e-toupeira é além de gravíssimo, é um atentado ao bom nome do próprio país: Portugal!!!
E o CD que decide instaurar um inquérito ao F.C. PORTO por uma denúncia anónima, porque se mantém calado e cobarde como uma ratazana perante esta mais que evidente corrupção? Num país a sério, o SL e B já estaria prontinho para jogar com o… Canelas!
Tenhamos fé, coragem e futebol, porque eu sei que:
Espero por vós nos Aliados!
Ainda o penalty com dois toques e apanha-se mais depressa um freteiro Delgado que um coxo
O lance do penalty convertido em golo por Sérgio Oliveira e que passados alguns minutos, por pressão dos jogadores do Boavista (*) e intervenção do VAR, foi transformado em pontapé-livre indirecto contra o F.C.Porto, porque o marcador da grande-penalidade deu dois toques na bola, não é comum - acompanho o futebol há décadas e nunca vi nada igual -, devia por isso merecer de quem de direito, Conselho de Arbitragem, uma explicação pedagógica para evitar polémicas e falatórios. Mas como Fontelas Gomes e seus pares são muito lestos quando se trata de uns clubes - veja-se o caso do Sporting - Feirense - e não fazem nada quando está em causa o F.C.Porto, deixo de lado o olho de lince versus cegueira de Bruno Esteves, idem para a dúvida pertinente, se fosse contra o F.C.Porto ou a favor do clube do regime, teria acontecido o mesmo? e coloco duas questões que me assaltam e que assaltam muitos portistas.
Uma: se o VAR analisa o lance e intervém, não analisa o lance todo e assim, o facto de haver dois jogadores do Boavista dentro da área antes de Sérgio Oliveira tocar na bola, não é uma irregularidade que devia ter como consequência a repetição do penalty?
Outra: a lei fala que se houver dois toques é pontapé-livre indirecto. Mas não estaria no espírito do legislador que têm de ser dois toques voluntários, caso que não aconteceu no sábado, Sérgio Oliveira escorregou na altura que chutou a bola? E nesse caso não devia o penalty ser repetido?
(*) - Independentemente destas dúvidas que espero possam ser esclarecidas por alguém que saiba da matéria e seja isento o suficiente; de haver VAR e VAR; quer a alteração de vermelho para amarelo, ao jogador do Boavista, Vítor Bruno, quer o caso dos dois toques, é minha convicção só sofreram alterações porque em ambos os casos os jogadores do Boavista roderam o árbitro, pressionaram, levaram-no a analisar os lances na televisão. Ora, no jogo da Vila das Aves, citado e bem como exemplo de uma das razões de queixa dos portistas, os jogadores do F.C.Porto praticamente não reagiram, aceitaram passivamente uma decisão que os lesou bastante. Há quem aponte como razão para esse recato, o facto dos árbitros serem muito sensíveis às pressões azuis e brancas e nada às pressões de cores diferentes. Até compreendo, mas quando temos razão devemos lutar por ela e devemos fazê-lo logo no momento e dentro do campo.
Já tinha referido no post anterior o comportamento do capitão do Boavista, Idris, sempre a pressionar e a ameaçar, também posso referir o banco do Boavista e de outros clubes que nos visitam. Há que pôr fim a isso, não podemos permitir que em nossa casa para nós estão sempre atentos e em cima, para os adsversários há muito mais tolerância.
Quanto mais o escândalo e-toupeira, aumenta - quase não há um único orgão de comunicação social que não aborde o assunto com a profundidade que ele merece -, mais o panfleto da queimada entra em negação. Vem o Serpa e faz um número, a violação do segredo de justiça é prática corrente. O freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado, não diz nada, faz o número do rato calado. O Bonzinho desvaloriza. O Gonçalo faz umas graçolas. E o Quaresma diz que Pinto da Costa não tem moral para dizer nada, porque fugiu para Vigo, tudo não passa de ofertas de umas camisolas e uns convites para a tribuna - senhores da justiça, como é que têm um homem preso preventivamente por esta coisita de nada?
Ao ver tantos artistas de circo, trapezistas, malabaristas, contorcionistas, marionetas, palhaços e dois espectaculares números de porcos e ratos amestrados, pergunto:
Porque não aproveita A Bola e participa no Got Talent Portugal? Alguém duvida que seria um sucesso estrondoso?
Na antevisão do jogo frente ao Boavista, Sérgio Conceição fez referência a declarações do freteiro na Bola Tv e segundo percebi, Delgado de alguma forma desculpava o anti-jogo dos pacenses com a diferença abismal entre os orçamentos de um e outro clube, 3 para 60 milhões. Sérgio lá lhe respondeu, perguntando, alguém que tem dificuldades na vida também pode roubar? Ora, sentindo-se tocado, o freteiro que tem um enorme calo no cu como o macaco, utilizou as páginas do panfleto para se justificar - clicar na foto ao lado. Mas como se apanha mais depressa um freteiro com dois pesos e duas medidas e intelectualmente desonesto, que um coxo, recuemos no tempo, concretamente até início de Dezembro de 2016, após um Marítimo 2 - Benfica 1. Como podem ver neste post, o "artista" em questão, arrasa o árbitro Vasco Santos, dá-lhe nota 2 numa escala de 0 a 10, muito por culpa de uma permissividade com o anti-jogo, apesar do juiz da AFP ter dado 6 minutos de desconto e o jogo só ter terminado aos 7 minutos e tal, Vasco Santos foi um aliado do anti-jogo madeirense. Nessa altura, claro, Delgado não fez qualquer referência à disparidade de orçamentos, não teve quaqluer contemplação, atirou-se ao Marítimo e ao árbitro. Agora, porque lhe deu um grande jeito, porque a derrota do F.C.Porto permitiu a aproximação do seu amadíssimo clube, ei-lo a ser aquilo que é, tentar arranjar desculpas, cinicamente, mostrar-se preocupado com a diferença entre clubes grandes e pequenos.
Claro que essa é uma preocupação que todos que querem um campeonato mais equilibrado e competitivo, devem ter, principalmente os adeptos das equipas que participam nas provas europeias, mas não é essa a preocupação desse freteiro. Não, como a prática o demonstra e não é de agora, para ele e para o jornal dele - sim, ele é quem dá todas as cartas no panfleto da queimada -, desde que o Benfica ganhe está tudo bem. Prova disso foi foram os ataques contra o F.C.Porto, até vencedor da Champions League, acusado na Bola de tudo e mais alguma coisa, versus o silêncio acerca do Benfica, seis jogos e seis derrotas na prova rainha da UEFA e nas bocas do mundo por comportamentos e práticas que indiciam crimes e alguns bem graves. Prova disso também, o facto do freteiro nunca ter tido coragem de apontar o dedo ao grande responsável por não haver direitos televisivos centralizados, claramente o SLB. Sim, foi a mania das grandezas, a arrogância e prepotência de quem queria reduzir F.C.Porto e Sporting a nada, reinar sozinho, a responsabilidade de não haver direitos televisivos centralizados. Eram tempos em que o Benfica se vangloriava com os valores conseguidos, achava que os rivais nem metade conseguiriam. Nessa altura, no pasquim da queimada, não havia a preocupação com a competitividade e equilíbrio do campeonato português. Não, apenas estavam preocupados em exaltar os altos valores conseguidos pelo clube do regime, dar destaque àqueles que glosavam com as supostas incapacidades de Porto e Sporting conseguirem valores semelhantes.
Portanto, sabemos quem é o "artista" e o que ele quer. Mas o freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado, tem de saber que estamos atentos e prontos a repetir: apanha-se mais depressa um freteiro que um coxo.
Nota final:
Segundos as lixeiras da cofina, houve mais uma queixa anónima, agora contra o guarda-redes do Boavista, Vagner, acusado de ter sido aliciado e facilitado contra o F.C.Porto, a troco de 150 mil euros.
Sabemos todos de onde partem estas queixas, sabemos todos quais os objectivos. Pergunto:
Até quando as autoridades deste país vão permitir este terrorismo? Vale tudo?
Será que o presidente do CD vai mandar a Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga abrir um processo sobre o assunto, como fez quando da denúncia anónima da segunda-parte do Estoril - F.C.Porto?
Enquanto estas notícias vão aparecendo, aquilo que verdadeiramente interessa, fica para as calendas gregas, não é senhor Meirim?
Última hora:
A propósito desta notícia, nem queiram saber o baralho que já vai na redacção do chiqueiro da queimada... foram ultrapassados pelo lixo da cofina e eles são muito ciosos do seu lixo.
Será que vão rolar cabeças?
F.C.Porto 2 - Boavista 0. Antes de uma pausa bem-vinda, objectivo cumprido, num jogo com VAR olho de lince
Depois de uma derrota em Paços de Ferreira que deixou marcas e com mais uma enchente no Dragão - 45.428 espectadores -, o F.C.Porto venceu o Boavista por 2-0. Foi uma vitória justa, o principal objectivo de manter a liderança isolada, conseguido, num jogo cheio de peripécias, com o árbitro e o VAR a serem os grandes protagonistas. Se o critério e o rigor de uns e outros em lances que o F.C.Porto foi manifestamente prejudicado, fosse o mesmo com que foram analisados os lances no jogo de hoje, este campeonato já estava decidido. Mas como não é, como os árbitros e VAR só têm olho de lince em lances em que o eventual beneficiado é o F.C.Porto, isto vai ser duro, uma guerra até final, vão ser sete batalhas em que vai preciso menta sã e corpo são. Por isso esta pausa vem mesmo a calhar. Há jogadores claramente desgastados - Felipe só aguentou porque é de fibra e tem um grande espírito de sacrifício, Marcano também chegou ao fim em dificuldades, Otávio saiu tocado por exemplo - há outros notoriamente em baixo de forma - Aboubakar é o caso mais flagrante, está uma sombra -, é importante descansar, limpar cabeças, voltar em força.
Mesmo marcando logo aos 2 minutos por Felipe e conseguindo com isso um tónico muito importante, o F.C.Porto que entrou com Casillas, Maxi, Felipe, Marcano e Dalot - má primeira-parte, melhor na segunda -, Herrera e Sérgio Oliveira, Otávio sobre a direita, Ricardo a fazer de Marega - mas durou muito tempo esta nuance, rapidamente trocaram de lugar - Aboubakar e Brahimi, esteve sempre muito ansioso, nervoso, desorganizado, pouco esclarecido e pouco inspirado, raramente foi capaz de pegar no jogo, fazer uma jogada com princípio meio o fim, quase só de lances de bola parada criou perigo. No pouco fulgor da equipa de Sérgio Conceição nos 45 minutos iniciais, houve demérito portista, sem dúvida, mas também mérito de um Boavista intenso, equilibrado e rápido a sair para o ataque. Não causou muito perigo, Casillas não teve de fazer uma única defesa difícil - apenas um remate de Renato Santos podia ter causado danos, saiu por cima da barra - mas o jogo esteve repartido, nunca os azuis e brancos estiveram à vontade no jogo, tranquilos.
Assim e tudo somado, a vantagem mínima dos Dragões, ao intervalo, ajustava-se, mas o empate não escandalizava, Foram 45 minutos cinzentos da equipa de Sérgio Conceição.
Mantendo o mesmo onze, no início da segunda-parte, apareceu um Porto mais dinâmico, mais solto, Brahimi subiu de rendimento, a equipa também, Herrera podia ter feito melhor e aumentado a vantagem em duas ocasiões. Não conseguiu e já com Óliver no lugar de Otávio e após Casillas ter feito uma excelente defesa a evitar o empate, passados poucos minutos e à terceira, Herrera beneficiou de um mau passe de Vágner e aumentou a vantagem. Depois do 2-0, também porque Óliver entrou bem, a equipa do F.C.Porto teve o seu melhor período e perante um Boavista atarantado, apenas faltou à equipa de Sérgio Conceição um avançado mais inspirado para que a vantagem aumentasse. O 3-0 também não aconteceu, porque Sérgio Oliveira, escorregou na hora de bater o penalty, deu dois toques na bola, o árbitro com a ajuda do olho de lince do VAR, invalidou um golo que todos festejaram.
Até final pouca coisa digna de relevo aconteceu. Registe-se apenas as entradas de Gonçalo Paciência e Corona, nitidamente em falso a do português, bem melhor o mexicano.
Notas finais:
Para além do lance do penalty, Bruno Esteves que estava no VAR, teve outra intervenção, reverteu um cartão vermelho e que me pareceu correcto no estádio, em cartão amarelo. Pelos vistos vi mal. Esteves mais uma vez teve olho de lince.
Tenho carinho por Hector Herrera, neste momento jogador fundamental na equipa do F.C.Porto, mas ao ver a forma como alguns jogadores do Boavista, em particular Idris, cresciam para os jogadores azuis e brancos, tive pena que o F.C.Porto não tivesse um capitão como Jorge Costa ou João Pinto...
Mantendo o mesmo onze, no início da segunda-parte, apareceu um Porto mais dinâmico, mais solto, Brahimi subiu de rendimento, a equipa também, Herrera podia ter feito melhor e aumentado a vantagem em duas ocasiões. Não conseguiu e já com Óliver no lugar de Otávio e após Casillas ter feito uma excelente defesa a evitar o empate, passados poucos minutos e à terceira, Herrera beneficiou de um mau passe de Vágner e aumentou a vantagem. Depois do 2-0, também porque Óliver entrou bem, a equipa do F.C.Porto teve o seu melhor período e perante um Boavista atarantado, apenas faltou à equipa de Sérgio Conceição um avançado mais inspirado para que a vantagem aumentasse. O 3-0 também não aconteceu, porque Sérgio Oliveira, escorregou na hora de bater o penalty, deu dois toques na bola, o árbitro com a ajuda do olho de lince do VAR, invalidou um golo que todos festejaram.
Até final pouca coisa digna de relevo aconteceu. Registe-se apenas as entradas de Gonçalo Paciência e Corona, nitidamente em falso a do português, bem melhor o mexicano.
Notas finais:
Para além do lance do penalty, Bruno Esteves que estava no VAR, teve outra intervenção, reverteu um cartão vermelho e que me pareceu correcto no estádio, em cartão amarelo. Pelos vistos vi mal. Esteves mais uma vez teve olho de lince.
Tenho carinho por Hector Herrera, neste momento jogador fundamental na equipa do F.C.Porto, mas ao ver a forma como alguns jogadores do Boavista, em particular Idris, cresciam para os jogadores azuis e brancos, tive pena que o F.C.Porto não tivesse um capitão como Jorge Costa ou João Pinto...
O F.C.Porto - Boavista F.C. e o querido clube deles
Como não adianta continuar a chorar a derrota em Paços de Ferreira - as grandes equipas só são verdadeiramente grandes se conseguirem reagir e esta equipa do F.C.Porto já mostrou que não fica prostrada, por mais forte que seja a pancada - e a perda de uma vantagem que era 5 pontos, vantagem que não sendo decisiva, era confortável, todo o enfoque no próximo jogo frente ao Boavista. É o derby da Invicta e num derby tudo pode acontecer. Mas só acontecerá surpresa se não houver um Porto normal. Sim, porque sem menosprezo para o conjunto do Bessa, a equipa de Sérgio Conceição é melhor, colectiva e individualmente, joga em casa, vai ter o apoio apaixonado e entusiástico dos seus adeptos que mais uma vez deixaram sinais que vão acorrer em massa - já estão vendidos mais de 44 mil bilhetes.
O campeonato vai interromper após esta jornada e é importante manter a liderança isolada. Depois, se não acontecer nada de desagradável aos jogadores que vão para as selecções - alguém sabe quando foi a última vez que não houve um único jogador do F.C.Porto convocado para a principal equipa portuguesa? -, nem nos que ficam por cá, no regresso do campeonato e para as últimas e decisivas sete jornadas, teremos um F.C.Porto com mais opções e naturalmente mais forte.
Estamos a meio de uma guerra contra o nacional-benfiquismo e o estado lampiânico, a cada dia que passa vai ficando mais claro o escândalo que assola o clube do regime, por mais que eles ameacem tudo e todos com processos, tentam reduzir tudo a uma mão cheia de nada - olhem que não, olhem que não...
Contamos com as tropas em campo e com quem as comanda fora dele, para ajudar a vencer esta guerra.
A minha equipa:
Casillas, Ricardo, Felipe, Marcano e Dalot, Sérgio Oliveira, Herrera e Otávio, Corona, Aboubakar e Brahimi.
A forma ligeira, displicente, género, isso é um faits divers, como o 1º Ministro abordou ontem no Parlamento o escândalo E-Toupeira, é significativa de como os assuntos que envolvem o Benfica - clube querido de António Costa -, são tratados neste país. Já do líder parlamentar do principal partido da oposição, a sensação que fica é que Fernando Negrão quis dar a conhecer ao país que também ele é benfiquista - sim, porque ao contrário do seu interlocutor, não era conhecida essa sua faceta. Parece um regresso ao passado bafiento em que quem não era do Benfica não era bom chefe de família.
Já o presidente da República, sempre tão interventivo, sobre este escândalo assobia para o lado, não diz nada.
Com este quadro pela frente, alguém acredita que isto vai lá com uns tweets do director de comunicação ou com umas bicadas nos Universos Porto? Eu não acredito. O F.C.Porto precisava de um regresso ao passado, aos tempos de uma liderança forte, corajosa e interventiva.
O Zé Eduardo Moniz anda a sair muitas vezes de trás da cortina
Quando o Zé Eduardo Moniz, alguém que prefere estar por trás da cortina, sente necessidade de aparecer, é porque a coisa está preta. E está mesmo. Mas o ponta-de-lança dos interesses dos espanhóis que queriam tomar o Benfica de assalto, disse coisas que merecem a perda de algum tempo a dissecar.
A propósito da declaração do presidente do F.C.Porto no editorial da Revista Dragões:
«E por falar subterrâneos, conheceu-se mais um, numa sucessão ímpar de casos que vai expondo e denunciando uma rede de tentáculos a todos os títulos vergonhosa. São episódios a mais para que tudo possa ser resumido a fantasia, mesmo que as personagens em causa sejam animais falantes, como parece ser o caso do "e-toupeira"», Moniz afirmou que Pinto da Costa teve um apagão. É a cassete de sempre, resumidamente: tem telhados de vidro, não pode falar. Pode e não só pode, como deve. Se há alguém que tem legitimidade para isso, é Jorge Nuno Pinto da Costa. E porquê? Porque o líder portista, como todos se recordam, ainda nem sequer tinha sido ouvido e já estava julgado, condenado, completamente arrasado. Pior, depois de ter sido totalmente ilibado - já agora, juntamente com o F.C.Porto -, continuou a ser vítima de variadíssimos ataques, provocações e gozações constantes, apresentado como corrupto, quando foi absolvido de todas as acusações. E quem esteve sempre na primeira linha destes comportamentos lamentáveis? Pois, o Benfica, institucionalmente, mais os seus peões de brega e a sua máquina de propaganda, cá dentro e lá fora. Portanto, o presidente do F.C.Porto disse o que deve ser dito e até tem tido uma postura bastante recatada. Se tudo isto que se passa com o Benfica, este escândalo de grandes dimensões, se passasse com o F.C.Porto, o que estava a acontecer neste país? O ponta-de-lança dos interesses espanhóis que queriam tomar o Benfica de assalto, nem precisa responder... ele mais a sua tropa-fandanga, da TVI, estavam na 1ª fila, não davam tréguas, era um festim diário. Alguém acha que Moniz não tem nada a ver com os Braz, Guerras, Aguilares ou Diamantinos desta vida?
Quanto a ninguém do Benfica saber de nada dos processos, nem das buscas que iam ser feitas, é natural que Moniz diga isso, ninguém estaria à espera que dissesse outra coisa.
Jogadores ganharam no campo? Claro. Já os do F.C.Porto ganharam e os títulos que conquistaram, foram foram no campo, mas com ajuda de terceiros, foram tributos dos árbitros. Mesmo quando foram vencedores da Taça UEFA e da Champions League.
Acerca do facciosismo da justiça, essa nem é para levar a sério vinda de um responsável de um clube que e mais uma vez com a cumplicidade da sua propaganda, catalogava de boa ou má justiça, conforme acusava ou absolvia o F.C.Porto e o seu presidente.
Diz também o vice-presidente e administrador da SAD do Benfica, que estão muito indignados, incomodados. OK, tanto que criaram um gabinete de crise para salvaguarda do seu bom nome e reputação, até deram conhecimento público de variados processos que já intentaram. Ora, importa perguntar o seguinte: ao mesmo tempo que se faz isso, insulta-se, calunia-se, difama-se outro clube, tratando-o como escola do crime? E as constantes paródias onde a desonestidade e o mau gosto prevalece, na BTV, contra o F.C.Porto, quem o dirige e quem o serve profissionalmente? E as cartilhas tão claras e tão óbvias que negá-las é patético, para denegrir os adversários, criar autênticas ficções, realidades virtuais, perturbar, pressionar e incendiar o futebol português, não são actos condenáveis e merecedores do mais vivo repúdio? E então amplifica-se e dá-se voz às queixas do SLB e ninguém questiona o Benfica e os seus responsáveis pela pouca vergonha que acontece na BTV e na comunicação benfiquista? Eles podem fazer e dizer tudo, os outros têm de ficar quietos e calados, meter o rabinhos entre as pernas, comer e calar?
Isso é que era bom... mas quem dirige o F.C.Porto tem muitas culpas no cartório. Sim, porque apesar de clube e presidente serem sido completamente ilibados, foram sempre passivos, permitiram que mesmo assim, quer um quer o outro, fossem e continuem a ser tratados como culpados, como corruptos, os Apitos sejam constantemente utilizados como arma de arremesso. Deviam ir para cima dessa gente com tudo, exigir indemnizações por perdas e danos. A marca F.C.Porto, a mais prestigiada do futebol português e a única que conseguiu títulos europeus desde que há televisão a cores, não merece respeito? Não temos também direito à salvaguarda do bom nome e da reputação, nós que ao contrário deles, já percorremos todo o caminho das pedras e dele saímos sem qualquer acusação?
Nota final:
O Sindicato dos Jornalistas foi fazer queixinhas à Procuradora Geral da República.
- Tadinhos dos jornalistas, sempre tão rigorosos, tão sérios, tão equilibrados, tão isentos, com uma ética à prova de bala e os malandros dos clubes fazem-lhes a vida negra? Não se admite!
Se há uma escola do crime no desporto português, futebol em particular, ela assenta arraiais no estádio da Luz.
Um clube que tem um presidente condenado por roubo, indiciado na Operação Lex e que deve centenas de milhões aos bancos, com as mais que previsíveis consequências para o erário público.
Um clube em que os três presidentes que antecederam Luís Filipe Vieira, um, João Vale e Azevedo, esteve preso e os outros dois, Manuel Damásio e Manuel Vilarinho, estiveram ou estão a contas com a justiça.
Um clube que tem no currículo o assassinato de dois adeptos do Sporting.
Um clube que tem adeptos condenados em tribunal por ameaças a um árbitro, Jorge Sousa e família.
Um clube que teve adeptos condenados em tribunal por agressões a um árbitro e a um árbitro assistente.
Um clube cujos os adeptos invadiram em plena Luz, um autocarro de um rival, no caso o F.C.Porto, agrediram violentamente jogadores, só não houve mortes por acaso.
Um clube que tinha nas suas instalações, sala de uma das suas claques, um autêntico arsenal que servia para atacar adeptos adversários e sabe-se lá quem mais.
Um clube com adeptos que pegaram fogo a um autocarro que transportou apoiantes de outro clube que iam assistir a um jogo no pavilhão da Luz.
Um clube que tem um responsável pelo departamento jurídico indiciado pela prática de vários crimes, num escândalo que fez abalar a justiça, pilar fundamental de qualquer regime democrático.
Tem a desfaçatez de falar do F.C. Porto como uma escola do crime? É preciso não ter um pingo de pudor e de vergonha na cara. É para isso que serve o gabinete de crise?
Ao que chegou o Benfica... está ao nível do seu actual líder. Sem formação, educação, respeito, já não digo pelos adversários, mas pela sua história. O Benfica de Luís Filipe Vieira é um antro de gente muito pouco recomendável.
Só o medo de uns e o mais primário anti-portismo de outros, faz com que muitos benfiquistas fiquem calados, não reajam ao verem no lamaçal em que se transformou o seu clube.
Bem podem os moralistas que são sempre muito lestos a criticar comportamentos censuráveis a Norte ou com origem no outro lado da Segunda Circular, mas não só se calam que nem ratos, como promovem estes comportamentos miseráveis, querer um futebol mais sereno, mais tranquilo, menos incendiado. Com esta escumalha que está ao serviço do Benfica, é impossível.
Se há uma escola do crime no desporto português, futebol em particular, ela assenta arraiais no estádio da Luz.
Moralismo selectivo, pseudo-jornalismo e um Dragão não tem medo de papões
O que se passou no final do Paços de Ferreira - F.C.Porto, não foi bonito, mas só atingiu as dimensões conhecidas porque, como acontece sempre que os problemas envolvem o F.C.Porto ou a alguém a ele ligado, tudo é claramente extrapolado, como aconteceu depois do jogo e no dia de ontem, muitas vezes à custa de falsidades, falta de rigor, equilíbrio e, principalmente, de ética. Já quando é com o Benfica, aí tudo muda de figura, por mais mirabolante que seja o acontecimento, a tendência é sempre para minimizar, branquear, omitir, passar rapidamente à história - como exemplos de que é assim, posso recordar o comportamento de Jorge Jesus para com Manuel Machado; Jesus envolvido com jogadores do Nacional e do Marítimo e até com um polícia em Guimarães; sem esquecer o comportamento de Jesus e parte da estrutura do futebol benfiquista, quando Luisão deu um empurrão a um árbitro na Alemanha. Como podia lembrar que Rui Vitória, esse anjinho e sonso, se recusou a cumprimentar Augusto Inácio após um Moreirense - Benfica e as vezes que entra pelo campo dentro para ir pedir satisfações aos árbitros. Soube há poucos dias que dizer a um árbitro, após uma derrota, pronto já conseguiste o que querias, não foi grave para o TAD, orgão a que o SLB recorreu depois do castigo que Vitória apanhou. Adiante.
Sérgio Conceição que não gosta de perder nem a feijões e após uma derrota num jogo cheio de vicissitudes, estava de cabeça quente, não cumprimentou João Henrique, treinador do Paços de Ferreira. Alguns moralistas logo apontaram lhe o dedo. Mas mesmo que muitos sejam apenas moralistas de pacotilha, selectivos e que em situações semelhantes tenham ficado quietinhos, daí não vem grande mal ao mundo, as atitudes ficam com quem as pratica. Só que houve quem tivesse ultrapassado todos os limites, tenha tido um comportamento absolutamente miserável, inqualificável e que devia merecer por parte do F.C.Porto uma tomada de posição de veemente repúdio.
Estou a referir-me a um pseudo-jornalista chamado José Pedro Pinto e que na Bola-Branca, programa de informação desportiva da Rádio Renascença, ontem às 12:45, disse isto:
«A mão estendida de João Henriques e possivelmente algo mais... está na ordem do dia. Mas há quem acredite que para lá de eventuais palavras menos próprias do treinador do F.C.Porto, houve algo mais.» E depois quem foi ele ouvir, quem era que achava que houve algo mais? Nem mais nem menos que José Manuel Antunes, adepto do Benfica, ex-vice de Vale e Azevedo, actualmente comentador da BTV , conhecido por mentir compulsivamente e descaradamente, inventar listas falsas para denegrir o F.C.Porto, um dos mais primários anti-portistas. Isto é jornalismo? Não, mas como Marcelo Rebelo de Sousa, há pouco tempo atrás, promulgou uma lei do Parlamento que alterou o código penal, passou a equiparar para efeitos de ilícitos penais, os jornalistas, a orgãos de soberania, magistrados, forças de segurança e árbitros, por exemplo, agravando a moldura penal para o crime de coação, ameaças, difamação ou injúria, temos de comer e calar. Por mais que nos apeteça chamar rato de esgoto, jornalista de sarjeta, freteiro, recadeiro ou cartilheiro, não podemos e assim só nos resta elogiar o rapaz.
- José Pedro Pinto, eh pá, és um génio, essa ideia de ir ouvir o José Manuel Antunes foi fantástica, estás a um nível muito elevado. A Bola-Branca está cada vez melhor, cada vez mais próxima do que se faz na comunicação da Cofina ou da TVI. Perante tanta qualidade, tanto jornalismo de alto nível, vida fácil e santa para o Sindicato dos Jornalistas e para a ERC e não queria estar na pele dos membros do CNID na hora de optar por quem vai receber o prémio da melhor informação desportiva do ano.
A forma como alguns cobardes, incapazes de apontar o dedo a quem devem, se encolhem, generalizam, juntam todos no mesmo saco, dão eco a assuntos que já estão mortos e enterrados, é definidora de carácter de certa gente que escreve e bitaita por aí.
Vouchers? E-mails? É-Toupeira? Ai e tal, assobiam para o lado e lá vêm os Apitos e a fuga para Vigo.
Ambos tiveram o seu tempo, estão enterrados, foram encerrados com o F.C.Porto e o seu presidente a serem totalmente ilibados nas duas justiças. Mas e pela última vez:
No caso dos Apitos, na justiça desportiva, tendo em atenção tudo aquilo que já sabíamos, mas ultimamente ainda ficamos a saber mais e melhor, acerca do protagonista, Ricardo Costa, até temos toda a legitimidade para dizer que no que toca ao F.C.Porto nunca deviam ter existido.
Na justiça cível, acima de qualquer suspeita, com juízes de toca negra e não encarnada, também absolvição total e em todas as instâncias. Sim, porque o Procurador Geral da República, na altura, Pinto Monteiro, não quis que nos faltasse nada, mandou que esgotassem todos os recursos.
Já no que toca à famosa e muito badalada fuga para Vigo - pensava que tinha sido para Santiago Compostela... - não foi uma fuga à justiça, como eles andam a repetir até à exaustão, foi uma fuga ao enxovalhamento, ao show mediático, à utilização e exibição de Jorge Nuno Pinto da Costa como troféu para deleite do voiarismo. O líder do F.C.Porto no dia que estava prevista a audiência com o juiz, apresentou-se, foi ouvido, tomou nota daquilo que estava indiciado, voltou para casa, que é como quem diz, para o Dragão.
Portanto, aqueles que no Benfica criaram o rídiculo gabinete de crise - vai uma aposta como aquilo vai ser um nado morto, exactamente como o programa do José Marinho criado para denunciar as malfeitorias do F.C.Porto, mas que mal nasceu morreu? - e que na comunicação social não falam de outra coisa - agora estou a dar um murro na mesa e a fazer cara de mau -, tenham cuidado, muito cuidado, porque se nós criarmos um gabinete de crise vocês vão passar mal...
Tudo que envolve a Operação E-Toupeira, por mais murros que o presidente do Benfica dê na mesa, é o maior escândalo do desporto português. Mas não é apenas um escândalo desportivo, é muito mais do que isso, estão em causa práticas que colocam em causa um dos principais alicerces do regime democrático. E Luís Filipe Vieira, numa declaração que foi da vitimização ridícula até à arrogância megalómana, bem pode ameaçar, que não nos vai calar. E não nos vai calar por todas as razões, mas principalmente porque todos nos lembramos bem das campanhas que o Benfica, mais os seus propagandistas, fizeram e continuam a fazer contra o F.C.Porto e o seu líder. Desde as provocações, ameaças e insultos na BTV, até ao miserável ataque que o Benfica, com muitas cumplicidades conhecidas, fez em 2008 contra o F.C.Porto, tentando ir à Champions pela porta do cavalo - Benfica que foi, repita-se até à exaustão, 4° classificado a 23 pontos do campeão -, passando pelas faltas constantes de respeito pelo sucesso portista, como foram as declarações, a classificação está aldrabada pelos árbitros, o título do F.C.Porto é um tributo dos árbitros, valeu tudo para enxovalhar e denegrir, ninguém se preocupa e preocupou com a marca, a competência e o profissionalismo de quem serviu e serve o F.C.Porto.
Um clube que tem tantos exemplos de comportamentos desviantes e que vão de agressões a árbitros, até assassinatos de adeptos, como é o Benfica sob a presidência de Vieira, não tem qualquer autoridade moral para criticar seja quem for, muito menos ameaçar e tentar condicionar os outros com métodos completamente surreais.
Mas no meio de todo este processo, há uma marca que é faz toda a diferença: nunca veremos Jorge Nuno Pinto da Costa a dizer, mesmo que a comunicação de Vieira na sala de imprensa tenha metido dó, foi o estrebuchar do morto.







































