Archive for fevereiro 2017
Cagufe, senhores, chama-se cagufe o que os atormenta
Foram estas duas figuras, Luís Filipe Vieira e Paulo Gonçalves, que representaram o Benfica na reunião de ontem com o Conselho de Arbitragem. Ambos os dois, como diz o outro, têm uma coisa em comum: o que é?
- Foram durante muitos anos sócios do F.C.Porto!
- Muito bem! Sai mais um boneco, o Sonso, para aquela senhora, se faz favor...
Um clube que tem no seu currículo:
1 - Um dos seus adeptos foi responsável pela morte de um adepto do Sporting em pleno Jamor.
2 - Vários dos seus adeptos foram responsáveis por agressões barbáras a uma equipa de Hóquei em Patins do F.C.Porto, onde só não houve mortes por milagre, mas Filipe Santos, na altura jogador e capitão dos Dragões, ainda tem as marcas dessa miserável e criminosa cobardia.
3 - Tem uma claque, fora da lei, a quem foi apreendido um verdadeiro arsenal de armas.
4 - Gente ligada a essa mesma claque incendiou um autocarro onde viajaram para Lisboa adeptos do F.C.Porto.
5 - Um seu sócio, agrediu num Centro Comercial, Pedro Proença, na altura um dos melhores árbitros do mundo.
6 - Em pleno estádio da Luz um seu adepto bem identificado, invadiu o relvado e apertou o pescoço a um árbitro auxiliar.7 - Um clube que tinha um dirigente e com gabinete na Luz, Porta 18, que traficava droga.
8 - Um clube que armadilhou túneis e com isso ganhou um campeonato.
9 - Um clube que ganhou outro campeonato à custa do Estorilgate, maior escândalo dos últimos anos e não da história do futebol português só porque antes houve Calabote.
10 - O clube do andor e do colinho, sem esquecer os Vouchers.
11 - Um clube em que nove dos seus adeptos foram apanhados a ameaçar e pressionar, tendo na sua posse nomes, moradas, números de telefones e locais de trabalho de vários árbitros. As pressões eram feitas através de mensagens de telemóvel nos últimos
oito meses. Antes dos jogos, os arguidos coagiam e faziam ameaças de
morte e à integridade física dos árbitros - aquiUm clube que tem este histórico devia ter pudor e vergonha na cara antes de falar em coacção. Mas não tem. E não tem por uma razão:
- Cagufe, senhores, chama-se cagufe o que os atormenta.
- Foi você que pediu Jorge Ferreira, o benfiquista de Fafe, para o Estoril - Benfica?
Hoje às 22:30, no Porto Canal, Universo Porto da Bancada, programa a não perder.
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Na frente tudo na mesma. Mas no Bessa foi limpinho, limpinho, na Luz foi sujinho, sujinho
Atenção, quando refiro que no Bessa foi limpinho, limpinho, apenas quero dizer que o árbitro não teve qualquer influência na vitória do F.C.Porto. Sim, porque sobre a arbitragem de Fábio Veríssimo há muito a dizer. Para que não restem dúvidas, considero o árbitro de Leiria um bom árbitro, mas ontem e para mim foi manifesto, estava condicionado, na dúvida, para não dizer na certeza, sempre contra o F.C.Porto. Não vi nenhum lance em que Fábio tenha prejudicado o Boavista, vi vários, alguns que podiam ter influência no resultado, em que prejudicou os Dragões.
Quando se fala tanto em surrealismo, surreal, foi no jogo de ontem o Boavista terminar com onze jogadores e o F.C.Porto com dez.
Foi um derby à moda antiga, disputado, quentinho, bons períodos de futebol em especial na primeira-parte e particularmente por parte do F.C.Porto, estádio cheio, grande ambiente, vencedor justo, excelente réplica do vencido. E gostava de ficar por aqui, realçar apenas o lado bom do futebol, mas não posso. Estamos em Portugal e no futebol português, onde há um clube que se julga dono e senhor, todos os outros têm de se curvar e prestar-lhe vassalagem; onde não há isenção, rigor, equidistância e ética nos mídia; ai de quem se atrever a atrapalhar o desígnio nacional que em Maio consagrará o clube do regime como um histórico tetracampeão. E sendo assim, não vamos ser nós portistas a dar a outra face, olhar apenas para as coisas boas do desporto-rei, esquecer o resto. Por isso é preciso lutar, é fundamental continuar a denunciar, até porque a desfaçatez dos sem vergonha não tem limites.
Os trauliteiros do clube do colinho, do andor, que ganhou campeonatos não por ser melhor, mas por ter na sua equipa os Ferreira Nunes, Capelas, Ferreiras, Mota, Paixões, Almeidas e afins, anda nervoso, a proximidade do F.C.Porto perturba-os e como tal, eles aí estão, iguais aquilo que sempre foram. Em comparação com os benefícios próprios e prejuízos do principal rival, não há razões de queixa, mas não faz mal, inventam-se e com a ajuda dos prostitutos da escrita e da palavra, passam-se mentiras e mais mentiras com o objectivo que uma mentira muitas vezes repetida passe a ser verdade, a verdade deles, a verdade que eles querem, exigem, melhor dizendo. Algumas dessas caixas de ressonância já fizeram eco que na reunião com o Conselho de Arbitragem, Vieira e os seus colaboradores, levam 37 razões de queixa. Minha Nossa Senhora, ainda bem que o ridículo não mata... mas deixo-lhe um conselho: se não tiverem grande receptividade junto de Fontelas, de SLB - Senhor Lucílio Baptista - e do João, pode ser o João Ferreira, acho que devem aproveitar o facto do novo Secretário Geral das Nações Unidas ser o benfiquista António Guterres e levar as queixas à ONU.
Esta ida do clube do regime ao CA até podia ser levada como mais um fait divers típico do futebol português, não fosse aquilo que aconteceu este fim-de-semana. Para além das arbitragens dos jogos dos dois principais candidatos ao título terem sido aquilo que se viu: Benfica claramente beneficiado, F.C.Porto nitidamente prejudicado, a campanha de apelidar Soares de fiteiro, está a resultar. Ontem o ponta-de-lança do F.C.Porto foi derrubado na área, mas o árbitro assinalou falta de Soares. Penalty sobre Maxi não foi assinalado, pior, jogador do F.C.Porto admoestado; duas entradas a matar ficaram-se, uma, a sobre Corona, por um amarelo duplamente penalizador para o F.C.Porto - cortou um lance perigoso à equipa de NES para mostrar apenas amarelo? -, a outra nem amarelo, numa entrada a matar de Anderson Carvalho às pernas de Alex Telles. Mas mais, o pessoal da queimada que ficou tão escandalizados pela reacção de alguns jogadores do F.C.Porto junto do árbitro quando da expulsão de Alex Telles, frente à Juventus, não têm nada a dizer de no Benfica - Chaves, Luisão ter peitado e encostado a cabeça a Nuno Almeida? O que acham que teria acontecido e vocês diriam se fosse um jogador dos Dragões a fazer o mesmo? Acham que o Ferrari vermelho também tinha contemporizado? E Duarte Gomes que viu bem o comportamento de Luisão, tanto que na análise à arbitragem colocou uma foto do lance, porque não disse nada sobre o vergonhoso comportamento do jogador do clube do regime? Eu respondo: porque Duarte Gomes é como António Rola, a única diferença é que ao contrário de Rola, Gomes ainda não chamou a Vieira, o nosso presidente. E o freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado, tão lesto na semana passada a atirar-se contra Luís Ferreira, penalizando-o com o duque da ordem, porque não fez o mesmo esta semana e até tinha duas boas razões: Nuno Almeida e Fábio Veríssimo?
Pois é, meus amigos, não fazia parte do guião deste campeonato um Dragão nesta altura a lutar pelo título, encostadinho a eles. Mas está e como está, têm de ter paciência, aguentar. É que a onda que se viu ontem no Bessa é para continuar e está pronta para lutar pelo seu grande objectivo até ao fim.
Já esta na minha página do facebook, mas também não podia deixar de colocar no blog...
Última hora, comunicado do F.C.Porto:
Ao ver o pânico que se instalou para a bandas da Luz e com receio que não existam fraldas suficientes para acudir a "seis milhões" de benfiquistas, o F.C.Porto tomou uma decisão difícil e dolorosa, mas inevitável em nome da saúde pública, para a qual pede a compreensão de todos os seus sócios, adeptos e simpatizantes:
vai abandonar este campeonato, deixar o caminho livre para que o SLB conquiste o título e faça história.
Boavista F.C. 0 - F.C.Porto 1. Num derby quente, Dragões mostraram a sua raça e seu carácter
Ser capaz de reagir e virar a página após um resultado que deixou marcas e o sonho de uma gracinha na Champions League só ao alcance de um feito heróico; ultrapassar o desgaste físico de ter jogado com dez durante mais de uma hora frente a uma poderosa Juventus e ganhar para manter o F.C.Porto encostado ao líder, era o desafio que os pupilos de Nuno Espírito Santo enfrentavam no derby da Invicta frente ao Boavista.
Apoiados por uma enorme multidão de Dragões de alma grande e chama alta, os portistas, hoje de amarelo, conseguiram o principal objectivo e conseguiram-no com toda a justiça, num derby quentinho, onde foi preciso apelar à raça e ao carácter para vencer. Foi a sétima vitória consecutiva e não há dúvidas: o F.C.Porto está na luta, para desespero de muita gente, alguns que tinham o dever de rigor, isenção, equidistância, mas estão claramente do lado do clube do regime. Deve ser porque é preciso cumprir o desígnio nacional de levar o clube do regime a alcançar um feito que nunca conseguiu: vencer quatro campeonatos consecutivos. Mas vão ter de levar connosco...
Já agora, para aqueles que vão representar o Benfica na reunião com o Conselho de Arbitragem, levem a cassete deste jogo, mostrem aquela entrada a matar que lesionou e retirou Corona do jogo, mostrem também outras jogadas em que Fábio Veríssimo prejudicou o F.C.Porto - um lance em que Soares ficava isolado e foi assinalado, mal, fora-de-jogo; um penalty nítido sobre Maxi que não foi assinalado; e um lance que deixou muitas dúvidas e valeu o primeiro amarelo ao uruguaio.
O F.C.Porto entrou com Casillas; Maxi, Boly, Marcano e Alex Telles; Danilo, André André e Óliver; Corona, Soares e Brahimi, um 4x3x3, mas com uma dinâmica em que apenas os quatro defesas, Danilo e Corona sobre a direita, tinham lugares fixos, os outros iam aparecendo pelo meio e pelas laterais, criando uma dinâmica apreciável e que lhe valeu um golo cedo. Iam decorridos apenas 5 minutos quando os Dragões chegaram à vantagem: excelente jogada entre Óliver e Corona, com o mexicano a assistir o inevitável Soares que estava no lugar certo para abrir a contagem. Após o golo e aos poucos, o Boavista foi reagindo, acertou marcações, o F.C.Porto perdeu fulgor, recuou, primeiro uma desatenção de Óliver numa saída ia causando um problema, valeu Boly, mais tarde, sobre a meia-hora de jogo foi Casiillas, com uma grande defesa, que manteve a baliza da equipa de Nuno Espírito Santo a zero. Esse lance pareceu despertar os portistas, no último quarto-de-hora foram os Dragões a mandar, tiveram três claras oportunidades para aumentar a contagem, em duas valeu o guarda-redes Vagner, na outra uma invenção de Soares - quis marcar com nota artística, falhou um golo cantado. Não pode ser! -, para que o F.C.Porto não fizesse o segundo.
Resumindo, entrada forte da equipa de NES, um golo, algum adormecimento, excelente reacção ao perigo boavisteiro. Ao intervalo, se a vantagem dos Dragões era justa, talvez mais um golo não escandalizasse. Talocha devia ter sido expulso, a equipa da casa devia ter entrado para a segunda-parte com menos um.
Com Diogo Jota no lugar do lesionado Corona, que estava muito bem e a criar muitos problemas à defesa do Boavista, dando largura e profundidade, na etapa complementar o F.C.Porto não foi tão assertivo, não conseguiu atingir o nível de alguns períodos da primeira-parte. Primeiro, pela melhoria do conjunto de Miguel Leal; segundo, porque o jogo ainda foi mais disputado, houve muitos contactos, ficou difícil ter bola, mantê-la. Para além disso, notou-se a falta de Corona na organização e nas saídas para o ataque; os dois homens que tinham causado mais problemas à defesa do Boavista, Brahimi e Soares, mais o argelino que o brasileiro, perderam frescura, não foram tão influentes como na primeira-parte.
Com o aproximar do final do jogo e em vantagem mínima, Nuno mexeu: aos 70 minutos e bem, retirou um Brahimi nas lonas e meteu Otávio. Com o brasileiro encostado à esquerda, Danilo e Óliver pelo meio e André André na direita, o F.C.Porto, apesar de não sair muito, foi mantendo a coesão defensiva, aguentou o resultado até final, já com Layún no lugar do expulso Maxi Pereira - uma expulsão que não permitiu ao conjunto de NES de tirar qualquer proveito da saída de Henrique por lesão, facto que tinha deixado os axadrezados com dez, minutos antes.
Notas finais:
Curioso, num jogo em que os boavisteiros foram mais faltosos e mais duros nas faltas, foi o F.C.Porto que viu o jogador ir tomar banho mais cedo.
NES foi expulso quando entrou em campo para colocar na ordem um provocador chamado Alfredo, useiro e vezeiro em comportamentos semelhantes.
Espero que a lesão de Corona não seja muito grave, o mexicano não fique fora muito tempo.
Ter um guarda-redes de equipa grande, é importantíssimo. Claro que nem chega aos calcanhares de Ederson, mas também não é preciso. Iker Casillas não precisa que os boizinhos desta vida não o coloquem nos cinco melhores guarda-redes da Europa, enquanto lá colocam o guarda-redes do Benfica.
- Deixa lá, Iker, escumalha é sempre escumalha
O escândalo chegou à Luz de Ferrari vermelho
Bastou apenas uma semana para que alguns que não têm ponta de vergonha, mostrassem sua verdadeira face de prostitutos ao serviço do clube do regime. E não me refiro apenas aos venturas, guerras, gobernes, telmos, cervans, chouriços, etc., mas àqueles que por obrigação profissional deviam ter ética, equilíbrio e equidistância e não têm.
O F.C.Porto goleou o Tondela, marcou quatro golos, não sofreu nenhum, criou ocasiões de baliza aberta para marcar outros tantos. Mas porque só marcou o primeiro golo perto do intervalo - apesar de anteriormente ter oportunidades para fazer mais um ou dois -, num penalty que alguns consideraram inexistente - mesmo que posteriormente aparecessem imagens que mostravam a boa decisão do árbitro, ninguém foi capaz de fazer mea culpa - e desse lance resultasse na expulsão de um defesa, Osorio, que nessa altura já nem devia estar em campo, partiram os vendidos para a conclusão que se não têm acontecido esses episódios, mesmo que ainda faltasse toda a segunda-parte, o F.C.Porto não ganharia, só ganhou por culpa do árbitro Luís Ferreira - nem refiro o lance dentro da área do Tondela sobre André André, aos 18 minutos, lance que deixou muitas dúvidas se não foi penalty. Esta teoria foi apresentada quase como uma verdade absoluta.
- Surreal, gritou Pepa, mais tarde secundado por uma encomenda em forma de comunicado do clube do distrito de Viseu.
Ontem, o Benfica ganhou 3-1, o primeiro golo de Mitroglou é irregular - como é possível Nuno Almeida, conhecido pelo Ferrari vermelho, não ter assinalado a falta do avançado do Benfica, quando estava bem colocado, sem ninguém a estorvar-lhe a visão e a falta é clara? Um escândalo!- e há um agarrão de Eliseu a Perdigão, lance para grande-penalidade e que o árbitro não marcou. Se, como disse, tentou-se passar a mensagem que o F.C.Porto ganhou ao Tondela pelas razões apontadas anteriormente, então também temos todo o direito a dizer que ontem, na Luz, o resultado devia ser um empate a duas bolas.Luís Ferreira foi triturado, o Ferrari vermelho poupado. Na semana passada todos falaram da arbitragem do jogo do F.C.Porto, esta o silêncio vai imperar, basta ver os títulos e os editoriais nos jornais de hoje. Do Benfica 3 - Desportivo de Chaves 1, nas capas só deu Mitroglou. Vendidos!
A reacção dos transmontanos, treinador e dirigentes, aceitando pacificamente a derrota, não se queixando de nada, fica para memória futura. Pode ser que nem todos sejam Pepas... calou-se na Luz, chiou no Dragão.
Mike e Melga:
- Mike, amigo, achas que o Fábio Martins devia ter levado vermelho directo?
- Melga, depende. Se aquela entrada for a um jogador do Benfica, não é um vermelho, são dois. Já se for ao contrário, aí fia mais fino, é amarelo ou nem cartão leva. Queres exemplos? Vês as fotos...
- Rui Vitória, gostou do trabalho do árbitro?
- Foi uma boa arbitragem.
- E sobre a falta no 1º golo?- Nos outros jogos não falei, deste também não falo.
- E sobre o penalty cometido por Eliseu?
- Estive vigilante e não vi penalty nenhum. Estou com um problema na anca, mas não sou cego. E antes que me façam mais qualquer pergunta sobre a arbitragem, digo já: não se esqueçam, quando apontam um dedo a alguém, têm sempre três apontados a vocês.
Boa-noite, meus senhores...
Há quem diga que se ouviu uma voz a dizer, Sonso, este gajo é um Sonso, mas não sabemos se é verdade.
Passa pelo Bessa o caminho para os Aliados
O jogo frente à Juventus correu mal, realisticamente os quartos-de-final só com uma daquelas surpresas que me fariam beliscar para acreditar, recuar até ao dia 20 de Abril de 2011 quando fomos à Luz virar uma eliminatória que parecia perdida, deixando os benfiquistas à beira da loucura. Assim, como disse nos posts anteriores, esqueçamos a Champions, exclusividade para o campeonato. É verdade que há o desgaste físico de mais de uma hora com menos um e frente a uma equipa que nos obrigou a correr atrás da bola; há a desilusão de uma derrota que deixou marcas. Mas quem quer ser campeão e nós queremos muito, não pode ficar a chorar sobre o leito derramado, tem de olhar para a frente e ultrapassar o Boavista é fundamental. Não vai ser fácil, é um derby, este Boavista de Miguel Leal é uma equipa diferente, para melhor da que jogou no Dragão, mas com o apoio de muitos milhares de portistas - esse colinho nunca tem faltado, mesmo que nos últimos anos os adeptos tenham recebido tão pouco...-, vamos dar tudo para conquistar os três pontos, a sétima vitória consecutiva, continuar no único caminho que nos pode levar a um título muito desejado.
Não estará Herrera(*), estará outro, não está Felipe, oportunidade para Boly, numa equipa que não será muito diferente desta: Casillas, Maxi, Boly, Marcano e Alex Telles, Danilo, Rúben Neves e Óliver ou Corona, André Silva, Soares e Brahimi.
Soltas:
«JUVENTUS 2 a zero
Como não foi o Luís Ferreira ... e o Félix Brych não treina na Maia ... nem é "observado" pelos amigos ...
Mas descansem, adeptos do ... Canelas, que, pelo que percebi, para o Bessa, já trataram de tudo, para um regresso à ... "normalidade".
Uma vitória ... "à Porto"!!!»
Quem escreveu isto no facebook não foi um membro de uma claque, alguém com pouca formação, um daqueles adeptos estigmatizados, apelidados de tudo e mais alguma coisa e em quem as autoridades policiais estão particularmente atentas ao que fazem e ao que dizem. Não, foi Rui Gomes da Silva, o conhecido Chouriço. Este tipo de posts, nele, são recorrentes, as provocações, os insultos e as insinuações torpes, são constantes e ninguém faz nada. Este é mais um que apenas pretende agitar, confundir, perturbar, antes de um jogo entre clubes da mesma cidade, com tudo o que isso significa em termos de rivalidade. É o pirómano e incendiário a cumprir a sua missão, o seu papel de mentor do benfiquismo feio, porco e mau.
Nunca vi por parte de pessoas ligadas ao F.C.Porto que escrevem nos jornais, participam em programas de rádio ou de televisão, terem este comportamento miserável que tem o Chouriço. No entanto, a este verme ninguém aponta o dedo, ninguém pede satisfações. Mas quando alguém do F.C.Porto se estica um bocadinho, vai um pouco mais longe, lá vem o coro das virgens ofendidas criticar e condenar. Recordo que há anos, antes de um F.C.Porto vs Benfica, um amigo, esticou-se, disse o que não devia, tudo lhe caiu em cima, teve direito a destaques nos jornais, quase a polícia à porta... mas como estamos em Portugal, país onde até as múmias ressuscitam...
Entretanto o Sonso, sobre arbitragens, diz que está muito vigilante.
- Sonso, não te esqueças, sempre que apontas o dedo a alguém tens três dedos a apontar para ti.
Hoje no panfleto da queimada só faltou o porteiro vir criticar as declarações de Nuno Espírito Santo sobre a expulsão de Alex Telles. Tão lestos que eles são quando se trata do F.C.Porto, tão cegos e tão omissos quando se trata do Benfica. Um, de nome Bonzinho - já com um grande historial e bem conhecido dos clientes do tasco -, até ficou muito incomodo por ver jogadores dos Dragões a contestarem a decisão de Felix Brych. Tem toda a razão, contestar decisões do árbitro em casos semelhantes, é algo incomum, mais uma péssima originalidade portista. Vá lá, ninguém deu uma peitada no juíz alemão... este, ao contrário do outro - vocês sabem de quem estou a falar, não sabem? -, safou-se.

(*) - Curiosamente, as imagens dos golpes profundos no pé de Herrera e que levaram o mexicano a ser suturado com 17 pontos, correram mundo, mas nenhum destes vendilhões do templo foi capaz de dizer que Lichtsteiner talvez merecesse mais que apenas um amarelo...
Socorro-me de Gary Lineker para tentar explicar o que para mim é inexplicável, a saída de Claudio Ranieri do Leicester. O actual campeão inglês não é propriedade de ingleses, OK, mas mesmo assim é a subversão total de uma cultura e filosofia que levava os clubes ingleses a terem treinadores por muitos anos, mesmo quando os resultados não eram os melhores:
"Ontem à noite derramei uma lágrima pelo Claudio, pelo futebol, pelo meu clube. O que aconteceu na época passada foi absolutamente extraordinário e acho que a falta de gratidão dos donos do clube - e sabe-se lá quem mais esteve envolvido na decisão - é inacreditável. Essa temporada é inexplicável para mim, é inexplicável para muitos adeptos de futebol e acho que se pode explicar isto como uma decisão de pânico o que, para mim, é uma decisão errada e muito triste.
A época passada foi realmente especial e muito disso deveu-se à liderança [do treinador]. O mesmo homem não pode ser considerado incapaz de fazer o seu trabalho apenas alguns meses depois de conquistar aquilo que, para mim, foi o maior milagre do desporto."
Apesar de tudo, a Juventus em condições normais é superior, em condições anormais... ainda se nota mais
Tudo pode e deve ser discutido, porque as críticas, desde que de boa-fé, com respeito e objectividade, são sempre bem-vindas. O futebol é um jogo simples, facilmente decifrável, podemos não ter capacidade para dar um treino, por exemplo, mas não precisamos de ser treinadores, nem iluminados, para perceber um jogo, analisar o que esteve bem ou mal. Portanto, vamos a isso...
Não acho que conhecida a equipa, Casillas, Maxi, Felipe, Marcano e Alex Telles, Danilo, Rúben, Herrera e Brahimi, Soares e André Silva, alguém se atrevesse a dizer que era uma equipa de tracção à rectaguarda, um sinal de medo. Não. Embora não me custe acreditar que a estratégia passasse muito por um raciocínio realista, eles são melhores, mais fortes colectiva e individualmente, portanto, damos-lhes a bola, ficamos na expectativa. Depois, se defendermos bem, com bola, formos capazes de sair rápido no contra-ataque, podemos causar danos. E no início do jogo as coisas até pareceram funcionar, a Juventus pareceu de alguma forma surpreendida, o problema é que essa surpresa durou apenas até ao minuto 6, até ao livre em zona frontal que Brahimi atirou por cima da barra. A partir desse momento a Juve ajustou, passou a dominar, a ser dona da bola, impediu o F.C.Porto de jogar, obrigou-o apenas defender. Não foi estratégia, foi o poderio italiano, superior em todos os capítulos, que condicionou a equipa de NES. Como ainda por cima, quando tínhamos bola, os avançados, Soares - claramente a acusar a responsabilidade de nunca ter jogado a este nível - e André Silva, raramente foram capazes de a ter e manter, aguentar e esperar a subida dos colegas, só dava Juventus. Até que veio o minuto 27, a expulsão e a partir daí era apenas tentar aguentar, manter o nulo. Mantivemos até onde foi possível, mas quando os treinadores começaram a mexer, como disse no post de ontem, Allegri foi feliz e tem outra qualidade, Nuno não. Como ainda por cima falhamos e demos duas casas de todo o tamanho, os italianos marcaram dois golos, venceram com justiça. E podíamos ficar por aqui, mas há algo mais a dizer.
Quando saiu Rúben, compreendi, Rúben esteve muito tempo parado, o jogo exigiu muito, o desgaste notava-se, era preciso refrescar. Quando entrou Corona a minha reacção foi do tipo, não posso criticar a ambição de querer ganhar, mas como o jogo está, é ousadia a mais, eu metia um médio, Óliver - que nunca aqueceu - ou André André que estava a aquecer. Mas será especulativo dizer que foi aí que esteve o busílis da questão, provavelmente, mesmo com a entrada de um médio o resultado teria sido o mesmo. Obviamente, se soubesse que Herrera estava notoriamente condicionado e com o pé naquele estado, era o mexicano que o treinador Vila Pouca teria substituído. Aliás, não percebo porque foi o capitão do F.C.Porto obrigado a um sacrifício enorme, quando ainda podíamos fazer duas substituições.
Resumindo: sou um adepto exigente, mas realista. E ser realista é ter consciência que o F.C.Porto tem limitações, essas limitações são mais notórias frente a equipas de qualidade superior como é o caso do pentacampeão italiano. Claro que esperava mais dos Dragões, não esperava um Porto tão tolhido, tão incapaz de jogar como aconteceu até à expulsão de Alex Telles. Mas sempre tive a noção das dificuldades, da enorme montanha que tínhamos pela frente, sempre esteve no meu espírito que só um Porto perfeito e uma Juventus abaixo do seu normal, poderia colocar a equipa de NES em condições de alcançar um resultado que lhe permitisse discutir a eliminatória em Turim. Não foi o que aconteceu, não houve surpresa, venceu naturalmente o melhor.
Ainda falta um jogo e no futebol às vezes há milagres. Mas como sou realista e os milagres estão cada vez mais raros, prefiro dizer que o mais importante agora é esquecer a Champions.
Concentremo-nos no jogo frente ao Boavista, no campeonato, essa é que é a nossa luta. Ao contrário da prova rainha da UEFA, essa é uma guerra que podemos ganhar.
Não faz parte do meu feitio reduzir tudo aos erros do árbitro, mas Felix Brych no jogo de ontem tomou sempre o partido do mais forte, deixou sempre a sensação que olhava para os italianos de forma diferente. E a Juventus nem precisava disso...
Os cobardes insinuam, não acusam, é isso que faz hoje no panfleto da queimada, Rui Gomes da Silva, vulgo Chouriço. Insinuar, acrescentando que para bom entendedor meia palavra basta, que as confusões que existiram domingo passado na Pedreira, antes e após o jogo, não foram obra de adeptos do S.C.Braga ou do Benfica, mas de adeptos do F.C.Porto, disfarçados, é uma canalhice, reveladora do carácter do Chouriço.
- Rui Gomes da Silva, para além de Chouriço, és um Porco, um Troglodita, Escumalha da pior espécie. Defendes a teoria de olho por olho, dente por dente. OK, por isso, era assim, desta forma e neste tom, que o F.C.Porto te devia responder. Porque sendo o F.C.Porto uma Instituição Centenária, prestigiada e que tantos e tão grandes serviços presta ao desporto e ao futebol português, não pode nem deve consentir que um ordinário como tu, sistematicamente o provoque, insulte, lhe falte ao respeito.
Não me venham com histórias... se o Chouriço não respeita, passa o tempo a insultar, provocar, achincalhar, é esta a linguagem que ele merece.
F.C.Porto 0 - Juventus F.C. 2. O peso da Velha Senhora
Nestes jogos manda o bom senso que sejamos realistas, percebamos quem está do outro lado, tenhamos consciência que em condições normais eles são melhores e no futebol a maioria das vezes ganham os mais fortes. Apesar disso, há e não são tão poucas vezes quanto isso, excepções à regra, o futebol está cheio de favoritos que perderam. Era esse o grande desafio que o F.C.Porto tinha pela frente: contrariar a lógica, fazer surpresa, num desafio que significava um teste de elevadíssima exigência ao seu momento actual.
Não houve surpresa, prevaleceu a lógica, o poder da Velha Senhora fez-se notar e de que maneira! Na qualidade colectiva e individual de uma equipa superior ao F.C.Porto, fortíssima, formatada e preparada para lutar pela Champions; numa arbitragem que desde o 1º minuto tratou uns, os italianos, como filhos, os outros, os portuguesinhos, como enteados. E assim, apesar da sensação que com mais ou menos dificuldades o campeão italiano acabaria por se superiorizar, a expulsão de Alex Telles deixa a dúvida: até onde iriam os Dragões neste jogo, onze contra onze?
Entrando com Casillas, Maxi, Felipe, Marcano e Alex Telles, Danilo, Rúben Neves, Herrera e Brahimi, André Silva e Soares, o F.C.Porto teve muitas dificuldades em ter bola, sair para o ataque, levar perigo à baliza de Buffon. Tirando um livre perto da área, ainda não tinham passado 10 minutos, nunca mais os pupilos de Nuno Espírito Santo chegaram a criar problemas ao último reduto dos campeões de Itália.
Se frente a onze a Juventus já estava a dominar, quando o F.C.Porto ficou com dez, por expulsão de Alex Telles, esse domínio acentuou-se, os italianos estiveram quase sempre no meio-campo portista, foi preciso muito sacrifício, Iker e alguma sorte, para ao intervalo o resultado estar em branco.
E como é obrigatório falar da expulsão, pelo influência que teve no jogo, importa dizer que o primeiro amarelo é um exagero e se é verdade que o lateral-esquerdo dos Dragões foi imprudente na abordagem ao lance que originou o segundo, mas também é verdade que o árbitro não ia mostrar novamente o cartão, só mostrou por pressão dos jogadores da Juventus. O peso da Velha Senhora fez-se sentir, se fosse ao contrário, à luz do comportamento de Felix Brych para com alguns jogadores do campeão italiano, não se tinha passado nada. Resta dizer que depois da expulsão, saiu André Silva e entrou Layún e o intervalo chegou com uma igualdade a zero, lisonjeira para o F.C.Porto.
Na segunda-parte a Juventus continuou a dominar, a ter muita bola, mas o F.C.Porto melhorou na organização, esteve mais equilibrado, compacto, os italianos não estavam tão confortáveis, assertivos, nem tão perigosos como na primeira. Até que começaram as substituições e aí Allegri foi feliz, NES nem tanto - se Rúben estava nas lonas e precisava de sair, porque não outro médio em vez de Corona? Mesmo assim, foi preciso duas ofertas para que os transalpinos chegassem à vantagem. Primeiro, aos 72 minutos, foi Layún, claramente fora de forma, que cortando mal, fez uma assistência para Pjaca - um dos que tinha entrado - marcar; depois, passados apenas 2 minutos, foi Daniel Alves - outro que entrou - que beneficiou de uma desatenção e falta de marcação de Diogo Jota, fez o segundo e não se pode dizer que o resultado é exagerado, apesar da forma digna como o F.C.Porto se bateu.
Notas finais:Agora temos de ser realistas, esquecer a Champions, recuperar bem do desgaste, pensar no campeonato e no próximo e difícil jogo do Bessa. Essa é que é a nossa grande guerra.
Não estou triste, nem desiludido, estou conformado. Se onze contra onze já era uma tarefa hercúlea, onze contra dez ficou uma tarefa impossível. Estes jogos não me deixam marcas, os que deixam marcas são aqueles em que somos claramente superiores e não nos conseguimos impor.
Grande ambiente e grande público no Dragão. Nunca ouvi uma assobiadela tão forte a um árbitro, como hoje ao alemão Brych. Ele mereceu! O estado em que ficou o pé de Hector Herrera é um exemplo significativo dos critérios utilizados pelo artista do apito. Foram só 17 pontos...
F.C.Porto - Juventus F.C. Vamos a eles, Dragões, temos muito mais a ganhar que a perder.
Para qualquer portista da minha geração, a primeira coisa que nos vem à memória e associamos quando se trata da Juventus, é Basileia, final da Taça das Taças, época 1983/1984. Os portuguesinhos do Porto, quase uns ilustres desconhecidos na europa do futebol - em anos anteriores já tínhamos eliminado o Barcelona e o Milan, criado grandes problemas ao Real Madrid, mas foram apenas uns fogachos, as excepções que confirmam a regra -, depois de deixarem pelo caminho Dínamo de Zagreb - derrota em Zagreb por 2-1 e vitória nas Antas por 1-0; Glasgow Rangers - nova derrota fora por 2-1 e nova vitória em casa por 1-0; Shakhtior Donetsk, agora Shaktar Donetsk - vitória nas Antas por 3-2, depois de termos estado a perder 2-0 e empate em Donetsk, 1-1; e nas meias-finais o Aberdeen, campeão em título da prova e na altura uma das melhores formações do Reino Unido, com uma vitória no saudoso Estádio das Antas por 1-0, resultado claramente lisongeiro para os escoceses e 1-0 na Escócia, aí, no terrível ambiente de Aberdeen, fruto de uma exibição irrepreensível - vejam os vídeos aqui, aqui, aqui e aqui e reparem naquele futebol, o agora chamado Tic-tac...- e de um sublime momento de inspiração de Vermelhinho, chegaram à final(*).
Como é conhecido, o F.C.Porto perdeu a final, injustamente e muito por culpa de uma arbitragem vergonhosa de um alemão de leste - na altura a Alemanha estava dividida e separada por um muro - chamado Adolf Prokop, frente a uma equipa que na altura era a base da selecção transalpina, campeã do Mundo no Mundial de 1982 em Espanha - Gentile, Scirea, Cabrini, Tardelli e Rossi -, reforçada com dois dos melhores jogadores da Europa, Boniek e Platini.
Agora voltamos novamente a defrontar a Juventus e tal como em 1984 os italianos são favoritos.
A Juventus, também conhecida por Velha Senhora, é crónica campeã de Itália, vai bem lançada para o sexto título consecutivo. O conjunto orientado por Massimiliano Allegri - dizem que está de saída para a Premier League, com o Arsenal na linha da frente -, é uma equipa muito experiente, bem organizada, colectivamente muito forte, recheada de craques - Buffon, Daniel Ales, Bonucci, Alex Sandro, Pjnanic, Khedira, Marchisio, Dybala, Higuaín, etc. -, daquelas que se facilitas, ao mínimo deslize castiga-te, resumindo, uma equipa e um plantel montado para lutar pela Champions, algo que o campeão italiano já não vence desde 1996.
A Juventus, também conhecida por Velha Senhora, é crónica campeã de Itália, vai bem lançada para o sexto título consecutivo. O conjunto orientado por Massimiliano Allegri - dizem que está de saída para a Premier League, com o Arsenal na linha da frente -, é uma equipa muito experiente, bem organizada, colectivamente muito forte, recheada de craques - Buffon, Daniel Ales, Bonucci, Alex Sandro, Pjnanic, Khedira, Marchisio, Dybala, Higuaín, etc. -, daquelas que se facilitas, ao mínimo deslize castiga-te, resumindo, uma equipa e um plantel montado para lutar pela Champions, algo que o campeão italiano já não vence desde 1996.
Por tudo isso, repito, a equipa de Turim é favorita. Mas se devemos ter isso bem presente e respeitar a Velha Senhora, não devemos, nem podemos ter medo, entrar tolhidos, ser subservientes. Não, um F.C.Porto concentrando, personalizado, ousado, capaz de manter a coesão defensiva, equilíbrio no meio-campo e agressividade no ataque, pode, com a ajuda e o apoio de um Dragão cheio e a fervilhar de entusiasmo, criar dificuldades aos italianos, conseguir um resultado que lhe permita ir a Itália discutir a passagem aos quartos-de-final..É um jogo e uma eliminatória muito difícil, mas a nossa História foi construída nas dificuldades, ao F.C.Porto nunca ninguém deu nada de mão beijada.
Vamos a eles, Dragões, temos muito mais a ganhar que a perder.
A minha equipa:
Casillas, Maxi, Felipe, Marcano e Alex Telles, Danilo, Herrera, Óliver e Brahimi, André Silva e Tiquinho Soares.
O árbitro de amanhã é também alemão, Felix Brych. Que seja mais feliz que o da final de Basileia e no fim do jogo nenhuma equipa tenha razões de queixa.
(*) Bem, logo no final do jogo foi uma grande festa, festa essa que se espalhou por todos os lados, mas com o epicentro a ter lugar no aeroporto de Pedras Rubras que foi literalmente invadido, pista e tudo, ao ponto do avião que transportava a equipa ter de ser desviado para Lisboa.
O árbitro de amanhã é também alemão, Felix Brych. Que seja mais feliz que o da final de Basileia e no fim do jogo nenhuma equipa tenha razões de queixa.
(*) Bem, logo no final do jogo foi uma grande festa, festa essa que se espalhou por todos os lados, mas com o epicentro a ter lugar no aeroporto de Pedras Rubras que foi literalmente invadido, pista e tudo, ao ponto do avião que transportava a equipa ter de ser desviado para Lisboa.
Fujam, vem aí o Sonso!
No panfleto da queimada de ontem, uma peça extraordinária e digna de ficar para memória futura. O título é, Rui Vitória: Não brinquem com o meu trabalho! e começa assim:
«A arbitragem do jogo de anteontem no Dragão foi talvez a gota de água que fez transbordar o copo da paciência de Rui Vitória... o tom de voz alterou-se e Rui Vitória deixou avisos em defesa do grupo. Não quero ser o bom aluno da turma... sou muito tolerante, mas há uma coisa [pancada na mesa] que tenho a dizer: [pancada na mesa]não brinquem com o meu trabalho [pancada na mesa], nem com o trabalho dos meus jogadores [pancada na mesa], nem se aproveitem do meu trabalho, porque sei que se tiver atitude acicatada aqui ou dentro do campo tenho seis milhões atrás de mim que se revêem muito naquilo que eu digo»
Apetece dizer:
Ui, que medo medo, fujam, vem aí o Sonso!
- Come a sopa, Maria, olha que eu chamo o Sonso!
Deixa a consola, Manuel, olha que o Sonso anda por aí...
Chegado agora de Marte e desconhecedor das práticas do clube do regime - Ó Sonso, o teu clube e o clube que representas profissionalmente, é useiro e vezeiro em colocar em causa o trabalho e os méritos de todos aqueles que lhe fazem frente. O teu clube e o clube que representas profissionalmente, colocou em causa um dos melhores treinadores do mundo, José Mourinho, alguns dos melhores jogadores do mundo, Deco, Vítor Baía, Ricardo Carvalho, etc., a melhor equipa da Europa e do Mundo, nos anos de 2003 e 2004. Querem respeito e reconhecimento, quando não respeitam e não reconhecem ninguém? -, o Sonso faz papel de anjinho, cara de mau, esperneia, e até dá pancadas na mesa. Pior, é preciso cuidado, até ameaça de soltar os "seis milhões. Mas quem pensa ele que é? Pensa que só porque representa o clube do regime, tem por trás uma comunicação social subserviente que lhe apara todos os golpes - não faz isso pelos teus lindos olhos, ó Sonso, faz com todos os treinadores do Benfica, com todos os jogadores, dirigentes... olha, até Vale e Azevedo era lambido...-, pode dizer o que quer? Não pode e se disser... não leva na cabeça dos vendilhões do templo, mas leva aqui, por exemplo.
Hoje, lá está o panfleto que o Serpa devia dirigir, mas não dirige, a elogiar o fair-play do Sonso, porque cumprimentou o árbitro que o expulsou.
Será que ainda não perceberam porque chamam Sonso ao Vitória? Será que o Sonso tinha cumprimentado o árbitro se tivesse perdido ou empatado? Eu acho que não, colocava a mão na boca e era de doutor até engenheiro, para cima.
A lixeira da manhã veio exigir uma acção do estado contra criminosos. Não sei a quem se referem, acho que ainda vivemos num estado de direito, não cabe à lixeira da manhã fazer justiça, dizer quem é criminoso ou quem não é. Deus nos livre de alguma vez aquela estrumeira ter esse poder... embora, como temos visto, eles são capazes de transformar o branco em preto e há quem jure que é preto. Mas se eles podem exigir, eu posso ao menos, perguntar:
Porque não fecha o estado aquela lixeira a céu aberto? Razões? Jornalismo não é mentir, insultar, caluniar, denegrir, manipular, não ter ética e deontologia.
Para que serve a ERC?
Ainda a propósito, o omnipresente.
Rui Pereira tem todo o direito de ser um benfiquista ferrenho, mas pelas funções que exerceu, devia ter algum recato, evitar participar em programas sem rigor e isenção, programas que não passam de autênticos libelos persecutórios, manifestos do mais primário anti-portismo, made in lixeira da manhã. Mas é pedir demasiado, se Rui Pereira quando era Ministro da Administração Interna não tinha pudor em ser um ferrinho na tribuna da Luz, estava sempre de pernas abertas para receber o clube do coração no ministério, não hesitou em colocar o Grande Porto numa espécie de estado de emergência para que o clube do regime não fosse perturbado, vai ter agora que já não é? Na mesma linha do Chouriço, Rui Pereira porta-se como um adepto que não se distingue nada daqueles adeptos tão criticados e apelidados de fundamentalistas e fanáticos.
Aqui; aqui; aqui; aqui, algumas pérolas de Rui Pereira quando era Ministro da Administração interna e a foto da tribuna da Luz, onde também aparece o actual Primeiro-Ministro, o na altura Ministro da Justiça, Alberto Martins, e mais atrás, cheio de inveja de não estar na primeira fila, a espreitar, está o Chouriço.
O freteiro com calo no cu como o macaco, Delgado, esse rasteiro ao serviço do clube do regime, quando o F.C.Porto cheio de razão, manifestava a sua indignação contra algumas arbitragens, dizia que eram desculpas para esconder contestação interna, más opções, maus resultados. Agora o Benfica faz o mesmo e já não há problemas, pode manifestar toda a indignação do mundo, só não deve deixar que o ruído chegue à cabine.
Já a Renascença, antes, quando queria alguém para dizer cobras e lagartos do F.C.Porto ia ouvir o Octávio Machado. Agora, na impossibilidade de ouvir o vocês sabem do que estou a falar, vai ouvir outro artista, António Figueiredo, alguém ligado ao maior escândalo do futebol português nos últimos 30 anos, o escabroso Estorilgate. São os chamados critérios católicos, escolhem alguém que já sabem que vai dizer as coisas mais rascas contra o F.C.Porto. Que tal gravarem e colocarem a cassete? É que a figurinha diz sempre as mesmas coisas...
Temos assistido nos últimos dias, melhor, a partir do momento que o F.C.Porto encostou no Benfica e ficou a depender apenas de si próprio para chegar ao título, a uma espécie de vale tudo, a máquina de propaganda está afinada e tem imensos tentáculos. Mostram-se imagens que dá jeito e escondem-se as que provam o contrário; repete-se até à exaustão aquilo que interessa e omite-se o que não interessa; é a teoria que uma mentira muitas vezes repetida passa a ser verdade. Não, não passa, por mais que que os prostitutos ao serviço do clube do regime, tentem.
PS - Um amigo lançou hoje um blog sobre as modalidades do F.C.Porto, o link já está em baixo, mas fica também aqui
Lisboa: menina e moça? Ou velha e caduca? Por Felisberto Costa
Lisboa é a capital do nosso país.
Situada numa zona de imensa beleza, com o estuário do Tejo a entrar preguiçosamente mar adentro, a capital portuguesa tornou-se num rainha-má. Não admite que possa haver cidades tão ou mais belas que ela! E como tal, Lisboa distribui maçãs envenenadas a torto e a direito ao resto do país, sendo o Porto a sua Branca-de-Neve preferida.
Deixando de lado a vertente político-social, pois isto é um post de um portista sobre o F.C. PORTO, para portistas em geral e alguns submarinos que entopem a Lipor, e concentrando as nossas atenções na modalidade rainha que é o futebol, Lisboa, representada ao alto nível pelos dois clubes da 2ª Circular, e bem publicitada por uma imprensa falada, escrita e digital bem organizada, bem montada, que faz de Goebbels, um amador, estes 2 clubes só por si representam à escala nacional, 9 milhões de portugueses. O milhão restante é a dividir pelas 33 equipas profissionais que disputam as 2 Ligas profissionais. O que dá a linda e poética média de 30 mil adeptos por clube! Ah! Pois! Eles contam que os portugueses são mestres na arte de adorar dois clubes em simultâneo! Pelo que a média sobe ligeiramente para todos os clubes, excepto para o F.C. PORTO! Coitados de nós! Ainda vamos receber um subsídio estatal por nos considerarem uma raça em vias de extinção!
Mas os devaneios de Lisboa não se ficam por aqui. Toda uma primeira volta, o clube dos 6 milhões foi levado escandalosamente ao colinho, e dando de barato os dois últimos campeonatos ganhos, onde também tivemos imensas culpas no cartório, gerando uma onda de revolta e nojo (sim, nojo!) de quem gosta mesmo de futebol. Foi o FC PORTO a ter que pedir uma reunião extra ao Conselho de Arbitragem para denunciar todas as alarvidades que os árbitros cometiam todas as semanas. E como não poderia deixar de ser foi um clube de Lisboa, que ficou com a fama de ser ele o responsável por essa onda de indignação. Já estamos habituados, portanto nada que não nos surpreenda. Como não nos surpreende, que o Sporting jamais foi o rival do clube 6 milhões! Não!! O único é o F.C. PORTO! Nós é que somos o inimigo a abater! Nós é que somos corruptos com fruta e chocolate, quando um simples voucher que é bem mais caro e atractivo que uma ida ás meninas, e esse presente é extensível a todos os árbitros sem excepção, enquanto com a fruta, não estou a ver árbitros casados e pais de família a escorregarem em cascas de banana, não passa de uma simples recordação!
A entrevista do Coroado ao jornalista do Observador (o único jornal digital onde consigo passar os meus olhos sem me indignar!), passou a 200 milhas oeste ao lado da imprensa lisboeta! Se fosse o F.C. PORTO…
As tradicionais esperas e invasões no Seixal, coisa que estou esperançado que em breve aconteçam, são tratadas em letras miudinhas, estilo contratos de seguro! No FC PORTO 2 tipos ameaçam o Soares Dias, e foi a claque dos Super Dragões em peso, a ser escarrapachada nas manchetes dos diários lisboetas!!!
E como a arrogância não conhece pudor, um orgão intoxicante de informação, exige do estado que o Ronaldo, perdão, que o Madureira, seja julgado por um microfone. Como é chão que jamais dará uvas, esse orgão agora vai perseguir, esmiuçar, chafurdar (coisa que são especialistas!), na vida intima do Super Dragão! Vá lá, ao menos o Sócrates já não estará só em manchetes desse pasquim!
Lisboa adora ser arrogante com os humildes. E torna-se tão pequenina, tão insignificante com os grandes!
Lisboa adora chamar Norte a quem é acima do Mondego, mas não tolera que lhes chamem sulistas!
Agora que vamos coladinhos a eles, e á hora que escrevo até vamos á frente, ainda que á condição, Lisboa perdeu as estribeiras, mandou á malvas o seu triste humor (#aculpaédobenfica#), e já histericamente pede reuniões de urgência ao mesmo conselho de arbitragem que semanalmente lhe presta vassalagem!
É de loucos? Não é Portugal no seu melhor!
É hora de estarmos unidos! É hora de estarmos atentos! É hora de apoiarmos os nossos! É hora de acabarmos com a treta de que NES não é treinador para nós! É hora de acabar com o estigma de quanto custam os nossos jogadores! Será Lisboa a fazer trinta por uma linha esse papel!
Neste momento andam 6 milhões de indivíduos com dores de cabeça. Neste momento é que faziam falta os vouchers, carago! Então, os gajos que nem 30 mil são estão á nossa frente! Com um bocadinho de jeito o filme “300” será proibido em Lisboa!
Há pânico no galinheiro!
Apetecia-me escrever sobre futebol. Apetecia-me escrever sobre o nosso FC PORTO. Mas este triste e patológico ódio a quem não é de Lisboa, leva-me a isso. Não admito que dois factos iguais, se tornem em duas verdades diferentes!
Apenas termino dizendo que ao falar em Lisboa, é claro e cristalino que não me refiro a todos os alfacinhas! Apenas e só aos arrivistas que lá desembarcaram com ou sem mala de cartão, e ficaram quais bois a olhar para um palácio! A estes migrantes que se transformaram em lisboetas mais lisboetas que um lisboeta original! Sobretudo a miseráveis portuenses que trocaram a cidade e o clube natal, por um tacho na capital!
Mas a esses ainda bem que migraram para lá. Afinal não é o Porto o destino mais escolhido pelos… estrangeiros!?
Estão borrados? Aproveitem os saldos e comprem fraldas
Pois é, meus amigos, toda esta gritaria e que até envolve pedidos urgentes de reuniões ao Conselho de Arbitragem, só pode surpreender os mais distraídos e quem não os conhecer. Como os conheço bem e não ando distraído, sempre disse que o Benfica anjinho, bonzinho, muito caladinho e desprendido, só ia durar enquanto as coisas lhes corressem bem. Falar de árbitros e arbitragem? Nem pensar, joguem mas é à bola, tudo era maravilhoso, o futebol português um mar de rosas, o tetra estava quase no papo, ai de quem se atrevesse a colocar em causa a credibilidade do futebol luso, tocasse, nem que fosse com uma luva de pelica nos méritos do clube do regime. É a verdade de sempre para as bandas de Carnide, quando a vida lhes corre na perfeição, é tudo sempre muito limpinho, limpinho, a verdade desportiva em todo o seu esplendor.
Mas tudo mudou, o F.C.Porto aproximou-se, hoje, mesmo que à condição, já é líder e caiu-lhes a máscara. O Benfica que abdicou do Chouriço, anda agora a reboque do Chouriço. O que ontem era verdade hoje já mentira e ela aí está, a verdadeira face do clube da Luz, dos prostitutos ao seu serviço e sempre prontos a vender a alma ao Diabo, dos seus peões de brega, em toda a sua plenitude. A tenda está montada, o circo desceu à cidade, há atracções para todos os gostos e o barulho vai ser ensurdecedor. Podem contar com Vieira na pele do Rei Midas, com um número extraordinário e que consiste em mostrar que é bem verdade, tudo em que toca, vira... dívidas de centenas de milhões aos bancos. Podem contar com o Sonso que tem como lema, não gosto de ser comido de cebolada - se for de escabeche... ainda vá lá -, que quando se zanga até o circo abana e é uma espécie de mímico que não se expressa por gestos, coloca a mão à frente da boca e chama doutor a toda a gente... sim, porque ele não é cínico nem hipócrita, é um cavalheiro, com nome de rainha. Também há números com animais e aí há os ratinhos e ratazanas sic, há baleias e cachalotes na televisão do estado e na que começou por ser da Igreja e há macacos, mas com calo no cu, e sem esquecer os reco-recos, especialistas em números do mais arriscado contorcionismo. Também há os palhaços, ricos e pobres, alguns, coitados, não lhes chegam as tristes figuras que fazem na política, têm de vir meter nojo para a rádio. Para terminar e o circo acabar em apoteose, há o número do andor, onde, sentado numa cadeira e em cima de três almofadas, vem o anão, conhecido pelo nome de Chouriço. É um final glorigozo, um delírio, a multidão levanta-se, começa a bater palmas e a gritar: Chouriço! Chouriço! Chouriço! Chouriço!, o Chouriço, cresce, incha, pede que lhe retirem as almofadas e de repente... faz-se silêncio. Onde está o Chouriço que ninguém o vê?
É uma pena, mas o circo só não tem números com fogo. Compreende-se...
Podem gritar, apitar, espernear, utilizar a máquina de propaganda e todos os vendilhões do templo que não importa, vão ter de levar connosco. Podemos não ganhar, mas recolham a passadeira, tirem a tarja do Marquês, o Dragão voltou. Estão todos borrados? Olhem, aproveitem as promoções e comprem fraldas.
Àqueles que ainda tinham dúvidas sobre quem é o grande inimigo, com quem não devemos querer qualquer tipo de conversa em circunstância alguma, espero que já as tenham dissipado, daquela gente queremos distância.
In Dragões Diário:
«Medo:
Só assim se explica o pedido de reunião de emergência com o Conselho de Arbitragem feito pelo Benfica. Pela primeira vez na história do futebol português - e provavelmente do futebol mundial - um clube pede uma reunião com os dirigentes da arbitragem não estando a ser prejudicado. Em quase todos os jogos têm ficado penáltis por marcar na área do Benfica, a que se juntam agressões claras que não são punidas com o cartão vermelho. Na verdade, fazer um pedido de reunião a uma sexta-feira e publicitá-lo não é mais do que uma triste tentativa de coagir a arbitragem do jogo de amanhã em Braga. E por que faz isto o Benfica? Porque está com medo, porque sabe que o FC Porto está forte e porque tem consciência de que ao nosso clube foram subtraídos muitos pontos na classificação devido a decisões erradas de alguns árbitros, de resto como afirmam todos os especialistas minimamente independentes.Só assim se explica o pedido de reunião de emergência com o Conselho de Arbitragem feito pelo Benfica. Pela primeira vez na história do futebol português - e provavelmente do futebol mundial - um clube pede uma reunião com os dirigentes da arbitragem não estando a ser prejudicado. Em quase todos os jogos têm ficado penáltis por marcar na área do Benfica, a que se juntam agressões claras que não são punidas com o cartão vermelho. Na verdade, fazer um pedido de reunião a uma sexta-feira e publicitá-lo não é mais do que uma triste tentativa de coagir a arbitragem do jogo de amanhã em Braga. E por que faz isto o Benfica? Porque está com medo, porque sabe que o FC Porto está forte e porque tem consciência de que ao nosso clube foram subtraídos muitos pontos na classificação devido a decisões erradas de alguns árbitros, de resto como afirmam todos os especialistas minimamente independentes.»
F.C.Porto 4 - C.D.Tondela 0. Segunda-parte fortíssima merecia ainda mais golos
Jogando antes do Benfica, podendo, em caso de vitória, dormir, pelo menos duas noites no 1º lugar, o F.C.Porto defrontava o último classificado, Tondela, equipa que na época passada venceu no Dragão e com esse surpreendente resultado, ao mesmo tempo que fez o F.C.Porto bater no fundo, partiu para uma recuperação a todos os títulos notável e que lhe permitiu manter-se no principal campeonato do futebol português.
Em vésperas de um jogo muito importante para a Champions, frente à Juventus, todo poderoso campeão italiano, Nuno Espírito Santo fez alterações, poupou Danilo, Herrera e Brahimi, titulares em Guimarães, colocou nos seus lugares Rúben Neves, Corona e Otávio e o F.C.Porto, depois de uma primeira-parte que não foi famosa, fez uma segunda de alto nível, venceu por quatro golos sem resposta, podia, sem favor, vencer pelo dobro
Entrada forte dos Dragões, boa dinâmica, aos 4 minutos cabeçada de Soares para grande defesa de , prometia a equipa de Nuno Espírito Santo. Foi sol de pouca dura, muito por culpa de um meio-campo onde André André não é um organizador e Rúben Neves ainda acusava a paragem, o mesmo se podia dizer de Otávio, o jogo dos azuis e brancos tornou-se pastoso, muito coração, mas pouca razão, o Tondela soltou-se, foi aparecendo, obrigou a defesa portista a expor-se, Felipe e Marcano foram obrigados a arriscar, para safar jogadas de perigo, levaram amarelo. Quando já estava à vista o intervalo e o nulo teimava em manter-se, penalty sobre Soares aos 43 minutos, André Silva transformou, F.C.Porto em vantagem. Depois e já no tempo de desconto, Osório foi expulso e bem, Dragões com vida facilitada para a segunda-parte.
Na segunda-parte o conjunto de NES entrou muito e a jogar muito bem, lamentavelmente desperdiçou vários golos cantados, nos 15 minutos iniciais, sem qualquer exagero, o F.C.Porto podia estar a ganhar por 5-0, só estava a vencer por 2-0. Inacreditável a forma com vários os jogadores dos Dragões falharam golos feitos, foi preciso Rúben Neves marcar um golo extraordinário, num grande pontapé de fora da área, para que o F.C.Porto aumentasse a vantagem, porque, convém repetir, oportunidades de baliza aberta, falhadas, eram umas atrás das outras. Depois e até final continuou a superioridade total e absoluta do conjunto da casa - Casillas não fez uma defesa -, mais dois golos - o terceiro por Tiquinho Soares e de qualidade superior; o quarto também excelente de Diogo Jota - e outros tantos ou mais, falhados.
Tudo somado, vitória clara e indiscutível do F.C.Porto, 45 minutos magníficos, pena que André Silva, muito precipitado e perdulário, tivesse faltado à chamada.
- Calma, André, forçar e demasiada sofreguidão não leva a nada, os golos vão surgir naturalmente, não compliques, simplifica.
Notas finais:
Fizemos a nossa obrigação, conseguimos a sexta vitória consecutiva, lideramos à condição, aguardemos o que faz o Benfica em Braga.
As vitórias dão moral, aumentam a confiança, transmitem tranquilidade. A Juventus é outra dimensão, mas chega na melhor altura. Confio que estaremos à altura de um confronto muito exigente.
- Pepa, surreal és tu, meu mouro encardido. Não estás a falar para agradar a quem te paga, estás a falar com a tua costela benfiquista à flor da pele, para quem te encomendo o sermão, meu rafeiro!
Levaste quatro e dá-te por contente, podias ter levado oito!
- José Lopes, Xebeu, autêntica mago da bola, cada palpite é cada melro. Não dá sobre o euromilhões, nem totoloto, só sobre o F.C.Porto e é apenas para os amigos.










































